A importância econômica do cultivo da melancia e as tendências de crescimento

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ARTIGO ORIGINAL

GUERRA, Marcelo Soares [1], FRIGONI, André Sellaro [2]

GUERRA, Marcelo Soares. FRIGONI, André Sellaro. A importância econômica do cultivo da melancia e as tendências de crescimento. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 06, Ed. 02, Vol. 07, pp. 86-97. Fevereiro de 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/agronomia/cultivo-da-melancia

RESUMO

O objetivo desse trabalho é realizar um levantamento do cenário econômico da melancia, a viabilidade da atividade no mercado brasileiro, verificar parâmetros para o futuro da atividade e disponibilizar informações úteis desse setor. Foram levantamentos dados em fontes confiáveis de grande relevância, olhar crítico sobre as informações disponibilizadas em revistas, fóruns, monografias, jornais, artigos com a ajuda de internet e computadores. O cultivo da melancia, contribui para questões sociais, essa atividade mantém o pequeno produtor no campo, gera renda para trabalhadores boias-frias e reduz o êxodo rural. O ano de 2020 os produtores esperam grandes expectativas como foi em 2019.

Palavras-Chave: melancia, exportação, produção, estados.

INTRODUÇÃO

A melancia (Citrulus lanatus), é uma Cucurbitácea cultivada em quase toda região do mundo, o fruto é apreciado devido seu sabor e suculência. A melancia é uma espécie de caule rasteiro e tem como origem o Continente Africano, é uma planta que possui um ciclo biológico entre 70 a 150 dias dependendo da variedade, e a colheita se inicia após os 60 a 80 dias, o sistema radicular é bem desenvolvido em solos mais arenosos (MARIA et al., 2003).

O fruto está entre os produtos que apresentaram o maior valor de produção já experimentado em série histórica em reais no período de 2014 (IBGE, 2015). Na temporada 2014/15, o Brasil exportou 33,5 mil toneladas do fruto, aumento de 6,2% frente à safra 2013/14. Em receita, o montante gerado foi de 17,6 milhões de US$, alta de 6,8% (CEPEA, 2015).

De acordo com a CEPEA (2018), a área total de melancia plantada no ano de 2017, foi de 29.600 ha, distribuídos na Região Sul, Sudeste, Norte e Nordeste. Isso gerou uma queda de 14,05% em relação ao ano de 2016. O Brasil ainda se destacou na produção de melancia na safra de 2017/18, as exportações bateram recordes mesmo com a queda na produção neste período, alcançando 70 mil toneladas, abastecendo a demanda interna e externa tendo seu  principal destino a Europa.

Segundo a Seasa Paraná (2017), a produção mundial tem apresentado um crescimento contínuo. No triênio 89/91 era de 420 milhões de toneladas, ultrapassou os 500 milhões de toneladas em 1996 e em 2014 colheu-se um volume de 830,4 milhões de toneladas, atualmente os maiores produtores de melancia são a China, Turquia, Irã e Brasil. O Brasil em 2014 produziu cerca de 2.171.448 toneladas 2% do total, com áreas estimadas de 94.375 ha.

Dados da Secex (2017), destaca a atual importância da melancia como uma das principais hortículas em volume de produção mundial, estando dentre os dez produtos hortifrutícolas mais exportados.

Os Estados brasileiros na época apresentou como um dos principais produtores, o Maranhão, Bahia, Piauí, São Paulo, Goiás, Santa Catarina e Pernambuco. O Nordeste contribuiu no mesmo período com 55,6% da produção nacional (IBGE, 1991).

Segundo a Joana Colussi (2018), o Rio Grande do Sul lidera atualmente o ranking brasileiro de maior produtor de melancia nacional, com cerca de 290 toneladas do fruto, em 2005 esse número chegava aos 410 toneladas, em 2017 caiu para 290, isso se deu conta das temperaturas não ideais para o cultivo do fruto, a área plantada em 2005 era de 17,7 mil hectares, em 2017 caiu para 12 mil, sendo os principais municípios: Triunfo 1,2 mil hectares, Rio Pardo com 2 mil, São Francisco de Assis com 600, São Jeronimo com 845 e Encruzilhada com 1,5 mil.

O Nordeste se destaca em relação aos outros Estados, a melancia pode ser cultivada em toda estação do ano, seja no cultivo sequeiro ou irrigado, dependendo das condições de água disponível na região (RESEN DE et al., 2006). As mudanças no ambiente que determinam a época de plantio, uma vez que a radiação solar favorece altas temperaturas do ar, fatores que acarretam estresse ambiental e podem influenciar ou não na produtividade da melancia (MOTA et al., 2009).

Para uma atividade ser considerada lucrativa  do ponto de vista econômico, é necessário  proporcionar alta rentabilidade econômica e  produtiva (SANDRI et al., 2014). Para uma tomada de decisão antes de  realizar o plantio é necessário que se conheça os custos de produção e rentabilidade da cultura (ARAÚJO et al., 2004).

O objetivo deste trabalho foi analisar  mercado, comercialização da melancia, importância econômica para a sociedade e a viabilidade do produto, analisar  parâmetros futuros, disponibilizar informações importantes para o cultivo da olerícola.

MATERIAL E MÉTODOS

Foram levantados dados bibliográficos em fontes confiáveis de grandes relevâncias, esses dados passaram por análises críticas e criteriosas antes de serem utilizados. Os materiais usados para levantamentos de dados foram artigos científicos, revistas, monografias, sites de notícias nacional no meio agrícola.

Os gráficos e estatísticas foi acessado com a ajuda da internet e extraídos informações em livros, entrevistas em plataformas de comunicações, sendo usado como principal equipamento o computador.

As informações usadas foram dados atualizados e observados a eficiência produtiva em diferentes regiões do Brasil. Foi feito um levantamento de informações de quais linhagens de melancia mais cultivadas no país e diferentes adaptações.

As análises de impactos econômico e social passaram por grandes observações e levados em considerações os principais fatores como: exportação, preços, tendência de crescimento da atividade no Brasil, aberturas de novos mercados e o potencial do Brasil no cultivo e exportação do fruto.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

De acordo com a Emater (2018), a melancia possui uma importância social e econômica por ser cultivada principalmente por pequenos e médios agricultores, com simples manejo e menor custo de produção em comparação com outras hortaliças, requer menor uso de defensivos agrícolas, menor controle de plantas daninhas, sendo importante cultura para o Brasil pela demanda  de mão de obra rural. Do ponto de vista social, gera renda, empregos e ajuda a manter o homem no campo com bom retorno econômico para o produtor, principalmente em área mais pobres.

A produção brasileira em 2019 correspondeu com uma área plantada de 105.064 ha, e colheu cerca de 2.314.700 toneladas do fruto, a região nordeste se destacou com uma área total de produção no mesmo período de 36.864 há, com uma produção de 663.458 toneladas, seguido pelas regiões sul, norte, centro-oeste e sudeste do País. O Rio Grande do Sul lidera como maior produtor nacional contribuindo com uma área de 18.551 ha. A média de produtividade do Brasil foi de 22 t.ha-1, a região centro-oeste manteve com a maior média de produtividade com 33,26 t.ha-1

O estado do Goiás teve a maior produção da região com uma média de 32,0 t.ha1. O Ceará é referência na produção de melancia irrigada com a melhor média de produtividade nacional com 34,0 t.ha-1 , ficando na liderança (RITA, 2019).

Os produtores brasileiros fornecem produtos aceitos no mercado consumidor, as cultivares mais aceitas nos períodos anteriores e atuais, são as cultivares de origem americana ou japonesa, adaptadas em todas regiões do País, a cultivar mais aceita no mercado interno é a Crimson Sweet de origem americana corresponde certa de 90% do fornecimento do fruto no mercado consumidor interno (DIAS et al., 2010).

O Brasil produziu em 2017 cerca de 8.324.985 toneladas de melancia, em 2018 essa produção teve queda de 7,24% produzindo um total de 7.722.762 toneladas. Em 2019, esse valor subiu para 18.578.364 toneladas, alta de 123,16 % comparado ao ano de 2017 e 140,56% em relação ao ano de 2018.

Em 2017, o País teve um lucro de 3.915.401 US$, em 2018 devido a queda na produção, o valor total em dólares chegou a casa de 4.394.756 US$ de lucro, por motivo da alta e oferta do fruto no mercado externo, teve queda nos preços tendo um volume bruto de vendas e chegou 9.029.731 US$ (FONTES et al., 2019).

Gráfico 1: Quantidade (kg) e valor (US$) exportado pelo País entre o mês de janeiro de 2017, 2018 e 2019.

Fonte: Conab

No mercado nacional o preço da melancia se tornou bastante variável devido a demanda pelo fruto em algumas capitais do país. Segundo Fontes et al. (2019), na Seasa Rio de Janeiro em maio de 2018 o valor do fruto atingiu o maior valor do ano sendo pago acima de 2 reais o quilo do fruto. A Seasa São Paulo neste mesmo período foi pago pelo quilo do fruto o equivalente a 2 reais tendo o menor valor pago pela Seasa Ceará que ficou abaixo dos 1 real. As Seasas de São Paulo e Rio de Janeiro foi os estados que pagaram melhores valores pelo o fruto em 2019. Dados de janeiro de 2019.

Figura 1: Preço médio (R$/Kg) da melancia nas principais Seasas.

Segundo a Cepea (2020), avaliou alguns estados brasileiros. Na capital de São Paulo, o preço pago pelo quilo da melancia média diretamente ao produtor em 12 de dezembro de 2019 foi de 1,20 centavos com alta no mesmo mês de 16,66% no dia 19, sendo pago 1,40 centavos. No dia 09 de janeiro de 2020, o valor pago pelo quilo da melancia foi 1,25 centavos superior ao valor pago em 12 de dezembro de 2019, 4,16%. Em comparação ao preço pago nos dias 19 de dezembro em 2019 teve queda de 10,71%, no mesmo mês de janeiro de 2020 o valor pago pelo quilo da melancia ao produtor foi de 1,18 centavos, queda de 5,6% em comparação ao mesmo valor pago no dia 09 de janeiro.

Ainda segundo a Cepea, no estado de São Paulo a média pago pelo quilo da melancia graúda para o produtor foi de 0,69 centavos, seguido pelo Sul da Bahia que teve o menor valor valor com média de 0,68 centavos. O valor pago pela melancia miúda na capital de São Paulo teve média de 1,04 centavos o quilo.

Gráfico 2: Preços da melancia paga ao produtor (kg)

Fonte: Cepea

O ministério da economia prevê um crescimento do PIB brasileiro em 2,32% com projeção da inflação abaixo de 3,26%, segundo os dados da Política Econômica (SPE). Com a redução histórica de juros, diminuição contínua no risco do país com melhoras nos indicadores e confiança dos investidores em investirem em diferentes setores de negócios no Brasil, as atividades econômicas ainda está lento e não devemos esperar grandes altas em determinados negócios para 2020 (ROVEDA, 2019).

De acordo com a Mendes et al. (2020), os produtores de melancia brasileiros esperam boas rentabilidades para 2020. Os investimentos devem continuar em alta em alguns estados brasileiros, exceto em alguns, como é o caso do Tocantins que teve sua área reduzida. Os produtores estão animados devido bons resultados que ocorreram em 2019, em São Paulo os agricultores estão preocupados devido o rendimento limitado na safrinha de 2019, e pode restringir plantios em 2020, uns dos fatores são problemas climáticos e altos valores de arrendamento de terra. Para as mini melancias dos estados do Rio Grande do Norte e Ceará, as expectativas são ótimas, as exportações têm batido recordes a cada safras.

No estado de Goiás entre abriu e outubro, foi plantado um área total de 6500 ha em 2018, em 2019 a área total foi de 7250 ha, alta de 11,53%, isso não ocorreu no estado de São Paulo nos períodos entre fevereiro e abril, que em 2018 á área total foi de 3300 ha, em 2019 a área total foi de 3223 ha queda de 2,33%. No estado do Tocantins entre junho e setembro essa redução ocorreu, a área do Tocantins em 2018 foi de 3950 ha, em 2019 a área total foi de 2900 ha queda de 26,58% (MENDES et al., 2020).

Gráfico 3: a estatística de produção nos períodos entre 2018 e 2019.

Fonte: Cepea 2020

O estado do Rio Grande do Sul entre os anos de 2018/19 produziu em uma área total de 6.660 ha, no final de dezembro em 2019 foi cultivada uma área de  6.757 ha, com previsão de colheita para março de 2020, alta de 1,45%. No estado de São Pau- lo no mesmo ano entre os meses de outubro a janeiro, a área total foi de 4.266 ha. O mesmo período entre 2019 com previsão de colheita para 2020 foi feito um levantamento de uma área total de 4.200 ha queda de 1,54%. Na cidade de Teixeira de Freitas no estado da Bahia houve um aumento das áreas, no mesmo período entre os meses de novembro a abriu a área plantada foi de 1. 175 ha, para os anos de 2019/20 teve um salto para 1.860 ha alta de 58,29%. O Ceará e o Rio Grande do Norte, manteve todas as áreas plantadas no mesmo período entre os meses de agosto e marco de 2018/19 e 2019/20 o equivalente a 2000 ha (MEND ES et al., 2020).

Figura 2: a estatística de produção nos períodos entre 2018 e 2019 e 2019 para 2020.

Fonte: Cepea 2020

As exportações tiveram receitas positivas de 7,9% e um volume de 20,2% entre 2018/19, o preço da melancia graúda foi positivo em 13%. Algumas regiões do país, os produtores apostaram para 2020 principalmente os produtores baianos devido aos recordes alcançados em 2018/19 e as perspectivas para o ano atual, em 2019, gerou uma receita total de 21,1 milhões de dólares, as vendas para a União Europeia devem crescer ainda mais por algumas medidas tomadas governo (GONÇALVES et al., 2020).

CONCLUSÃO

O ano de 2019 foi positivo para os produtores que trabalharam no cultivo da melancia, ainda para 2020 essas expectativas tende a ser maior. A atividade possui suma importância para o desenvolvimento local e regional, mantendo o homem no campo gerando renda e emprego para a população contribuindo para o crescimento do país.

REFERÊNCIAS

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[1] Engenheiro Agrônomo, Tecnólogo Em Gestão Ambiental, Técnico Em Aquicultura E Agropecuária, Aperfeiçoamento Em Olericultura.

[2] Orientador. Doutorado em andamento em Agronomia.

Enviado: Janeiro, 2020.

Aprovado: Fevereiro, 2021.

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