Mindfulness: uma abordagem alternativa para o tratamento do zumbido

0
1854
DOI: ESTE ARTIGO AINDA NÃO POSSUI DOI SOLICITAR AGORA!
PDF

FARIA, Mariana Bastos [1], LOSS, Thais Baratela [2], ESPÓSITO Mário Pinheiro [3], BOTTI, Anderson Santos [4]

FARIA, Mariana Bastos; et.al. Mindfulness: uma abordagem alternativa para o tratamento do zumbido. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 2, Vol. 16. pp. 381-392 ., março de 2017. ISSN: 2448-0959

RESUMO

O zumbido resulta da interação dinâmica de centros do sistema nervoso central, incluindo vias auditivas e não auditivas e tem sido alvo de inúmeras pesquisas que focalizam aspectos neurofisiológicos, audiológicos, terapêuticos, psicológicos e farmacológicos. Pode comprometer a qualidade de vida, dependendo de sua intensidade, o que pode ser agravado pelo estresse que ele desencadeia nos pacientes, já com predisposição psicológica e, desencadear manifestações psicossomáticas. O tratamento para os indivíduos que sofrem com o zumbido é um desafio para os médicos e para os próprios indivíduos, pois nesses casos podem ser apresentados quadros de ansiedade, depressão, desgaste emocional, irritabilidade e, em alguns casos, afetando as atividades do dia a dia dos pacientes. Destacamos, no presente trabalho, que atualmente publicações relacionam distúrbios da comunicação e meditação que, juntamente com a terapia cognitivo-comportamental, pode ajudar no manejo do zumbido facilitando o processo de habituação

Palavras-chave: Zumbido, Tinnitus, Meditação, Mindfulness.

1. INTRODUÇÃO

O zumbido é um sintoma comum ocorrendo em torno de 15% da população geral; em até 80% dos casos, ele é levemente intermitente, porém, os restantes 20% apresentam repercussão altamente importante ou até incapacitante na qualidade de vida1.

Na maioria dos casos, o zumbido é uma percepção auditiva “fantasma”, percebida, exclusivamente, pelo paciente; essa característica subjetiva limita as condições de investigação de sua fisiopatologia e outros fatores limitantes são2:

a) necessidade de investigação de várias possibilidades etiológicas, uma vez que o zumbido é sintoma e não doença;
b) incapacidade de mensurá-lo objetivamente;
c) dificuldade de obtenção de modelo experimental fidedigno; e
d) flutuações que podem ocorrer em estados emocionais diversos.

A classificação é essencial para o diagnóstico preciso e escolha do tratamento adequado.

Nenhuma forma de tratamento até o momento reuniu evidências suficientes para ser eleita como a melhor opção, seja pela eficácia discutível em estudos controlados (no caso dos medicamentos) ou pela dificuldade em obter dados de ensaios clínicos randomizados. Assim, os profissionais que seguem exclusivamente a medicina baseada em evidências podem ter a impressão de que não existe nada que se possa fazer pelos pacientes com zumbido3.

Muitos pesquisadores, ao redor do mundo, estão empenhados nas pesquisas científicas sobre as causas e as formas de tratamento do zumbido. Atualmente, as perspectivas sobre o tratamento deste sintoma são mais favoráveis, admitindo várias formas de tratamento de acordo com cada caso. Tratar o zumbido com o uso de medicamentos é apenas uma das alternativas de tratamento; alguns melhoram com medicamentos e outros, com tratamentos não-medicamentosos como: dieta; mascaramento; TRT (tinnitus retraining therapy ou terapia de retreinamento do zumbido, ou ainda, terapia da habituação); adaptação de aparelhos para audição ou para zumbido; estimulação magnética transcraniana; fisioterapia (com busca e tratamento de pontos dolorosos específicos relacionados ao zumbido); psicoterapia e entre outros não tão convencionais5.

A meditação vem sendo citada, com mais intensidade a partir de 20086, como alternativa para o tratamento do zumbido visto que os estudos sobre essa prática indicam que o estado mental decorrente de uma prática meditativa pode desencadear alterações fisiológicas significativas6,7,8,9.

2. DESENVOLVIMENTO

O zumbido pode ser definido como uma ilusão auditiva, ou seja, uma sensação sonora não relacionada com uma fonte externa de estimulação. A palavra tinnitus deriva do latim tinnire, significando tocar, zumbir (toring)2.

Quem sofre com esse mal, escuta ruídos que variam desde chiado, apito, barulho de chuveiro, de cachoeira, de concha, de cigarra, do escape da panela de pressão, de campainha, do esvoaçar de um inseto até a pulsação do coração. O zumbido ainda pode ser contínuo ou intermitente, em só um ou nos dois ouvidos.

De acordo com pesquisa da American Public Health Agency, é o terceiro sintoma que mais causa incômodo perdendo apenas para dor e tontura intensas e intratáveis. Em alguns países acomete 17 a 24% da população. Possivelmente, pelo menos 28 milhões de brasileiros já vivenciaram este sintoma em alguma circunstância. Muitos indivíduos apresentam o zumbido associado a outros sintomas como perda auditiva (90%), tontura e intolerância a sons (20 a 40%), tendo sua qualidade de vida prejudicada substancialmente5.

Alguns autores preferem a divisão do zumbido de acordo com sua fonte de origem: zumbidos gerados por estruturas para-auditivas, geralmente de origem vascular ou muscular (mioclonia dos músculos da orelha média e a mioclonia palatal) e zumbidos gerados pelo sistema auditivo neurossensorial causado por algum distúrbio do sistema auditivo, este é o mais freqüente2,4,5.

O zumbido pode ser classificado como10:

  • Zumbido subjetivo – quando é percebido apenas pelo paciente, sendo mais frequente e, em geram, originado no próprio sistema auditivo; e
  • Zumbido objetivo – quando é percebido, também, por outras pessoas junto ao paciente, normalmente são sons não originados no sistema auditivo, sendo gerados pela contração muscular (mioclinia) dos músculos do palato mole e da faringe; músculos da orelha média (tensor do tímpano e/ou estapédio), tuba auditiva patente, origem vascular arterial ou venosa – estes últimos podem causar zumbidos rítmicos (pulsáteis).

Por ser considerado um sintoma, o zumbido pode ter diversas causas, dentre as que podem provocá-lo existem: otológicas (surdez súbita, perda auditiva induzida por ruído, doença de Meniére, otosclerose, excesso de cerúmen), neurológica (traumatismo cervical, esclerose múltipla, neurinoma do acústico), infecciosas (otite média, meningite, sífilis), medicamentosas (salicilatos, aminoglicosídeos, anti-inflamatórios, diuréticos, quimioterápicos) e odontológicas (disfunção temporo-mandibular)4,11.

Existem teorias que explicam a fisiopatologia do zumbido, incluindo questões do sistema auditivo periférico, sistema auditivo central, sistema somato-sensorial, e sistema límbico e sistema nervoso autônomo11,12.

Um estudo publicado em 201526 descobriu que o ruído no ouvido começa como uma resposta a uma lesão e continua quando o cérebro é incapaz de processar, adequadamente, a dor ou o ruído. No estudo, os pesquisadores investigaram os estímulos no cérebro por meio da tecnologia de imagem por ressonância magnética; eles compararam pacientes que sofriam com zumbido àqueles que não apresentavam a condição e encontraram, no primeiro grupo, perda de volume do córtex pré-frontal, uma área que tem um papel importante no sistema límbico e que funciona como um “portão” ou área de controle para ruído e sinais de dor também associados à depressão.

Ao ativar o Sistema Límbico, responsável pelas emoções, o indivíduo passa a percebê-lo com maior intensidade e, esse, continua perceptível o dia inteiro (15% dos casos). E em 5% dos casos, ao ser ativado o Sistema Nervoso Autônomo, outra via não auditiva, são liberadas determinadas substâncias vasoativas que podem aumentar a frequência cardíaca e respiratória, provocar insônia e aumentar o incômodo do zumbido27.

Por ser um sintoma e ser encontrado em diversas enfermidades otológicas e não otológicas, com uma fisiopatologia complexa, múltipla, e ainda não esclarecida, existem diversas modalidades terapêuticas que têm sido empregadas na tentativa de cura ou mesmo controle do zumbido13.

Os pacientes com zumbido queixam-se de insônia e falta de concentração, tais manifestações interferem na qualidade de vida desses indivíduos. Além disso, o zumbido é frequentemente associado com depressão, ansiedade e outras desordens psicológicas e psiquiátricas27.

O zumbido pode comprometer a qualidade de vida, dependendo de sua intensidade, o que pode ser agravado pelo estresse que ele desencadeia nos pacientes, já com predisposição psicológica e, desencadear manifestações psicossomáticas17,18.

O tratamento do zumbido é um desafio para os médicos e para os próprios indivíduos que sofrem com a patologia, pois nesses casos podem ser apresentados quadros de ansiedade, depressão, desgaste emocional, irritabilidade e, em alguns casos, afetando as atividades do dia a dia dos pacientes17.

Alguns autores dividem o tratamento em duas categorias: os que visam a redução da intensidade do zumbido e aqueles com o objetivo de aliviar o desconforto associado com o zumbido. A primeira categoria inclui a farmacoterapia e estimulação elétrica e a outra consta de farmacoterapia, terapia cognitivo comportamental, terapia de som, terapia de habituação, massagem, alongamento, e a utilização de aparelhos auditivos11, 12,13.

Ainda existem outros tratamentos alternativos para o zumbido tais como: acupuntura, yoga, aromaterapia, homeopatia, fitoterapia, shiatsu, dentre outros 8,9,11,13.

Situações de estresse podem aumentar a percepção do zumbido, portanto praticar atividades físicas, yoga e meditação podem auxiliar seu relaxamento17.

O uso da medicina complementar e alternativa (MCA) está aumentando, rapidamente, em todo planeta, e evidências de qualidade também estão sendo publicadas para a MCA20. Atualmente, adultos e crianças utilizam as Terapias da MCA, e seu uso é generalizado e refere-se a um amplo conjunto de práticas de saúde que não são parte da tradição própria dos países e não estão integradas ao sistema de saúde dominante. Outros termos por vezes utilizados para descrever estas práticas de cuidados de saúde incluem “medicina natural” “medicina não convencional” e “medicina holística”20,21.

O Centro Nacional dos EUA para Medicina Complementar e Alternativa (National Center for Complementary and Alternative Medicine – NCCAM) classificou a MCA e criou cinco categorias22:

  1. sistemas médicos alternativos: medicina naturopata, a medicina homeopática, medicina tradicional chinesa e Ayuvédica;
  2. intervenções mente-corpo: intervenções destinadas a aumentar a capacidade da mente, modificando funções corporais e sintomas, por ex. Yoga, meditação, reza, musicoterapia, terapia com dança;
  3. terapias com base biológica: usa substâncias encontradas na natureza, como ervas, suplementos alimentares e produtos à base de plantas;
  4. métodos de manipulação corporal: neste grupo os métodos empregados incluem o movimento de partes do corpo. Alguns exemplos são, quiropraxia e massagem;
  5. terapias de energia: usando os campos de energia, como o Yoga, Qigong, Reiki e shiatsu, campos eletromagnéticos, campos de pulso.

Diferentes estudos sobre meditação e/ou yoga e as alterações fisiológicas correlacionadas a essas práticas encontraram reduções da frequência cardíaca, alterações do fluxo sanguíneo encefálico e da atividade encefalográfica, modificações nas concentrações de neurotransmissores, variações hormonais, reduções da temperatura corporal, aumento no volume sanguíneo, alterações dos sentidos e da percepção, aumento da resistência galvânica da pele, diminuição da resistência vascular periférica, queda do consumo de oxigênio e gás carbônico, redução do lactato sanguíneo – apontando para um possível controle consciente de sistemas considerados como involuntários14.

Uma das primeiras aplicações da meditação como terapia clínica no Ocidente foi feita no fim da década de 1970, por Jon Kabat-Zinn e colaboradores, da Universidade de Massachusetts, Estados Unidos, que desenvolveram um programa de redução do estresse em grupo, baseado na meditação mindfulness, conhecido como MBSR (mindfulness-based stress reduction)23,24.

A meditação deve abranger os seguintes requisitos: uso de uma técnica específica, é necessariamente um estado auto induzido que leva em algum momento a um relaxamento muscular e da “lógica” e uso da habilidade de direcionar o foco de atenção (denominado de “âncora”)15. Dessa forma, algumas técnicas meditativas possibilitam que a mente se torne focada e atenta a si mesma; essa observação provoca um desdobramento: o sujeito é ao mesmo tempo o objeto de sua observação, desencadeando indiretamente um processo de autoconhecimento e autorregulação6,18,23.

Na última década, através de sofisticados equipamentos, os neurocientistas têm comprovado que a meditação, além de produzir efeitos neuroendócrinos e neuroquímicos, que modificam a atividade cerebral e o metabolismo do indivíduo, provocam, também, alterações estruturais em áreas do cérebro, atuando sobre a plasticidade cerebral o que favorece a melhoria das funções cognitivas e emocionais do indivíduo. As investigações indicam que o cérebro se modifica conforme as experiências do indivíduo e a meditação é um treino mental que afeta como os estímulos cerebrais são percebidos, ajudando a desfazer condicionamentos25.

A meditação – mindfulness – juntamente com a terapia cognitivo-comportamental, pode ajudar no manejo do zumbido facilitando o processo de habituação7,17,19.

Osho, 2004, aponta que o som vem em círculos e o indivíduo é o centro deste. Se o indivíduo for capaz de descobrir onde fica o centro e o campo para quais todos os sons convergem, os sons desparecerão e o indivíduo ingressará na ausência de sons e, assim, nenhum som poderá perturbá-lo, ele chega até o indivíduo sem atingi-lo27.

Aprender a tirar a atenção do zumbido e focar em algo diferente, como o ritmo respiratório, um mantra ou a própria observação (sem crítica) do fluxo de pensamentos que aparecem à mente. Com a prática, o som de chiados, apitos, cigarras, turbina de avião ou sirene de ambulância vão se tornando menos perceptível, até deixarem de ser notados constantemente no dia a dia7,16.

3. DISCUSSÃO

O zumbido resulta da interação dinâmica de centros do sistema nervoso central, incluindo vias auditivas e não auditivas. O resultado dessa interação, especialmente sistema límbico e sistema nervoso autônomo, seria responsável pelo desencadeamento de associações emocionais negativas e reações de incômodo em pacientes que apresentam a condição.

O zumbido tem sido alvo de inúmeras pesquisas que focalizam aspectos neurofisiológicos, audiológicos, terapêuticos, psicológicos e farmacológicos.

Os profissionais da área da saúde estão cada vez mais envolvidos na busca de uma avaliação precisa do paciente, além de alternativas terapêuticas eficientes e definitivas.

As publicações relacionando distúrbios da comunicação e meditação começaram a despertar o interesse dos pesquisadores principalmente nesta última década.

Em relação ao zumbido, sugere-se que mais estudos utilizando práticas de meditação conduzidas em diferentes contextos clínicos e não-clínicos, considerando a importância desta patologia e de se incluir no cuidado à saúde e a atenção aos distúrbios que envolvam alterações na atividade mental.

REFERÊNCIA

1. Coelho CCB, Sanchez TG, Bento RF. Característcas do zumbido em pacientes atendidos em serviço de referê[email protected] 2004; 8(3): 216-224.

2. Philippi FF. Zumbido. Disponível em: http://forl.org.br/Content/pdf/seminarios/seminario_45.pdf. Acesso em novembro de 2016.

3. Sanchez G, Kii MA, Lima AS, Bento RF, Lourenço RKG, Miniti A. Experiência Clínica com Egb 761 no Tratamento do Zumbido. ArqOtorrinolaringol. 2002, 6(3): 198-204.

4. Lockwood AH, SalviRj, BurkardRf: Current Concepts: Tinnitus. N Engl J Med 2002, 347 (12):904-910.

5. Kii M, Sanchez TG. Zumbido. Instituto Ganz Sanchez. Disponível em: http://www.institutoganzsanchez.com.br/zumbido.html. Acesso em novembro de 2016.

6. Noguchi MS. Meditación, Salud publica y Fonoaudiología: diálogo em construcción. RevDistub de Comun.2015; 27(3): 642-653.

7. Sadlier M, Stephens SDG., Kennedy, V. Tinnitus rehabilitation: a mindfulness meditation cognitive behavioural therapy approach. The Journal of Laryngology & Otology, 2008.

8. Kreuzer PM, Goetz M, Holl M, Schecklmann M, Landgrebe M, Staudinger S, Langguth B. Mindfulnessand body-psychotherapybased group treatment of chronic tinnitus: a randomized controlled pilot study. BMC Complementary and Alternative Medicine, 2012.

9. Philippot Pierre, NefF ,Clauw L , Romrée M, Segal Z. A Randomized Controlled Trial of Mindfulness Based Cognitive Therapy for Treating Tinnitus. Clinicalpsychology&psychotherapy, 2012.

10. Assunção ARM, Albertino S. Zumbidos. Rev Hospital Universitário Pedro Ernesto. 2012; 11(3).

11. Rosa MRD, Almeida AAF, Pimenta F, Silva CG, Lima MAR, Diniz MFFM. Zumbido e ansiedade: uma revisão da literatura. Rev. CEFAC. 2012. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rcefac/2012nahead/73-11.pdf. Acesso em novembro de 2016.

12. Han BI, Lee WH, Kim YT, Lim SJ, Shin Sk. Tinnitus: Characteristics, Causes, Mechanisms, and Treatments. J ClinNeurol. 2009;5:11-9.

13. Medeiros IRT, Sanchez TG. Tratamento medicamentoso do zumbido. In: Samelli AG. Zumbido: Avaliação, diagnóstico e reabilitação – Abordagens atuais. Lovise. São Paulo; 2004. p. 80-5.

14. Danucalov MA. & Simões RS. Neurofisiologia da meditação. 1a.reimpressão. São Paulo: Phorte editora; 2009.

15. Cardoso R, Souza E, Camano L, Leite JR. Meditation in health: an operational definition. Brain Res Protoc.2004.; 14(1): 58-60.

16. Goyal M. Meditar meia hora por dia pode aliviar ansiedade e depressão. Rev Exame.com. 2014. Disponível em: http://exame.abril.com.br/tecnologia/meditar-meia-hora-por-dia-pode-aliviar-ansiedade-e-depressao/. Acesso em novembro de 2016.

17. Guimarães RCC. Como o zumbido e os transtornos do sono podem estar relacionados. 2014. Disponível em: http://www.hc.ufpr.br/?q=content/como-o-zumbido-e-os-transtornos-do-sono-podem-estar-relacionados. Acesso em novembro de 2016.

18. Isaac ML. Audição e equilíbrio corporal influenciam a qualidade de vida?.2015; 81(2).

19. Taneja DK. Yoga and health. IndianCommunity Med. 2014; 39:68-72.

20. Bargava D, Bargava K. Medicina Complementar e Alternativa com Base em Evidências. Será que é Preciso Integrá-la com a Otorrinolaringologia Pediátrica Convencional? XII Manual de Otorrinolaringologia Pediátrica da IaPO. Disponível em:  http://www.iapo.org.br/imageBank/xii_manual_portugues_capitulo_2.pdf. Acesso em: Novembro de 2016.

21. World Health Organization Traditional medicine .Disponível em: www.who.int/media center/Fact Sheet/FS 134/EN. Acessoemnovembro de 2016.

22. What is complimentary and alternative medicine.Disponível em: https://nccih.nih.gov/health/integrative-health. Acesso em novembro de 2016.

23. Salmon P, Sephton S, Weissbecker I, Hoover K, Ulmer C,Studts JL. Mindfulness meditation in clinical practice.Cogn Behavioral Pract. 2004 Oct;11(4):434-46

24. Kabat-Zinn J. Mindfulness-based stress reduction (MBSR). ConstructHumSci. 2003;8:73-107.

25. Sampaio C. A pratica da meditação como um instrumento de autorregulção do organismo. Disponível em: http://www.centroreichiano.com.br/artigos. Acesso em: novembro de 2016.

26. RauscheckerJP, May ES, Maudoux A, Ploner M. Frontostriatal Gating of Tinnitus and Chronic Pain. Trends in cognitivesciences. 2015; 19(10): 567-578.

27. Osho. Meditação: a primeira e a última liberdade. Ed. Sextame, 2004. 240p.

[1] Médica pela Faculdade Atenas de Paracatu/MG e R2 em Otorrinolaringologia no Hospital Otorrino de Cuiabá.

[2] Médica pela Faculdades Integradas Aparício Carvalho e R1 em Otorrinolaringologia no Hospital Otorrino de Cuiabá.

[3] Orientador. Coordenador da Residência Médica em Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial do Hospital Otorrino de Cuiabá/MT.

[4] Orientador. Mestre em Otorrinolaringologia pela UFRJ. Doutor em Otorrinolaringologia pela Santa Casa de São Paulo. Médico pela Universidade Federal do Mato Grosso. Médico Otorrinolaringologista pela PUC de São Paulo. Mestre em Otorrinolaringologia pela USP de Ribeirão Preto.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here