Assistência de enfermagem em atendimento emergencial a pacientes com pancreatite

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ARTIGO ORIGINAL

OLIVEIRA, Ana Paula Araújo [1], BRASILEIRO, Marislei Espíndula [2]

OLIVEIRA, Ana Paula Araújo. BRASILEIRO, Marislei Espíndula. Assistência de enfermagem em atendimento emergencial a pacientes com pancreatite. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 10, Vol. 04, pp. 05-14 Outubro de 2018. ISSN:2448-0959

RESUMO

O objetivo deste estudo é detectar evidências sobre a assistência de enfermagem no atendimento emergencial em pacientes com pancreatite aguda ou crônica, através de abordagem de pesquisa bibliográfica a partir da análise de conteúdo de artigos, onde os mesmos trataram sobre a Pancreatite e a assistência de enfermagem no atendimento de emergência. Destaca-se a importância da sistematização da assistência de enfermagem de forma individual com planejamento de acordo com a necessidade de cada paciente, podendo garantir a qualidade do cuidado. Ao final do estudo foi possível observar que pouco se é estudado sobre casos de Pancreatite, suas diversas causas e o atendimento emergencial associado à assistência de enfermagem em pacientes com crises agudas de Pancreatite.

Palavras-chave: Pancreatite, Enfermagem, Assistência, Emergência.

INTRODUÇÃO

O pâncreas é um órgão situado na parte superior do abdômen, aproximadamente atrás do estômago, ele apresenta várias funções, sendo responsável pela produção de insulina e de substâncias necessárias para a digestão dos alimentos.

Uma das patologias mais comuns deste órgão é a inflamação do pâncreas, a pancreatite, que pode ser aguda ou crônica. É uma doença que tem como substrato um processo inflamatório da glândula pancreática, decorrente da ação de enzimas inadequadamente ativadas, que se traduz por edema, hemorragia e até necrose pancreática e peri pancreática, acompanhado de repercussão sistêmica que vai da hipovolemia ao comprometimento de múltiplos órgãos e sistemas e, finalmente, ao óbito. Existem duas causas responsáveis pela grande maioria dos casos de pancreatite: os cálculos na via biliar e o uso abusivo do álcool. ¹

Nem sempre o quadro clínico da pancreatite aguda é característico, o que, por vezes, torna difícil o seu diagnóstico. Na pancreatite aguda, o principal sintoma é a algia abdominal, geralmente localizada próximo ao estômago, podendo espalhar-se como uma faixa para os lados e para as costas. Episódios de náuseas e vômitos costumam ocorrer associados à algia.

Diante dos sintomas da pancreatite que podem surgir de forma súbita e em alguns casos permanentes, a procura no Atendimento de Emergência para tratamento das crises é a cada dia mais frequente. ²

O Ministério da Saúde (2002) define como Atendimento de Urgência e Emergência: Unidade de Atendimento de Emergência: Unidade prestadora de atendimento 24 horas por dia, realizando o primeiro atendimento, e, após, encaminhados para os centros de especialidades.

Pronto Socorro: Deverá prestar atendimento 24 horas do dia e dispõe apenas de leitos de observação.

Todos prestam assistência a usuários, com ou sem risco de morte, cujos agravos à saúde necessitam de atendimento imediato.

Identificada à patologia, a enfermagem deve prestar toda a assistência de enfermagem necessária juntamente com o paciente em crise de pancreatite. ³

Nesse contexto, a assistência de enfermagem, consiste na sustentação nas práticas de saúde necessárias durante o período de internação do doente, e engloba várias atividades e tarefas que variam de acordo com o perfil do doente assistido. Significa atender as necessidades do doente, visando sempre a promoção, proteção, recuperação e reabilitação da saúde. De acordo com o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (RESOLUÇÃO COFEN 311/2007), o Art. 12 define que é dever da enfermagem, assegurar à pessoa, família e coletividade de enfermagem livre de danos decorrentes de imperícia, negligência ou imprudência.

Diante do aumento de casos da pancreatite nas unidades hospitalares, é necessário destacar a assistência de enfermagem no atendimento emergencial em pacientes com pancreatite e todas as intervenções que podem ser realizadas junto com esse paciente.

OBJETIVO

Detectar na literatura evidências sobre a assistência de enfermagem no atendimento emergencial em pacientes com pancreatite aguda ou crônica.

3. METODOLOGIA

Abordou-se uma pesquisa bibliográfica a partir da análise de conteúdo de artigos, onde os mesmos trataram sobre a Pancreatite e a assistência de enfermagem no atendimento de emergência.

Para obtenção de dados foi realizado pesquisa na base de dados BVS – Biblioteca Virtual em Saúde, SciELO (Scientific Electronic Library Online) e LILACS – Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências da Saúde.

Foram utilizadas para a realização da busca palavras chaves como: Pancreatite, enfermagem, urgência, emergência, assistência e tratamento. A partir daí realizou – se a leitura dos artigos, onde ocorreu uma avaliação e análise de dados detalhados do conteúdo do material selecionado, onde os mesmos apresentavam informações relevantes para este estudo.

Para elaborar essa pesquisa foi utilizado como referência os seis passos de Mendes e Galvão, os quais serão descritos a seguir:

1º Passo: Identificação do tema e seleção da hipótese ou questão de pesquisa para a elaboração da revisão integrativa;

2º Passo: Amostragem ou busca na literatura;

3º Passo: Categorização dos estudos/definição das informações a serem extraídas dos estudos selecionados;

4º Passo: Avaliação dos estudos incluídos na revisão;

5º Passo: Interpretação dos resultados;

6º Passo: Síntese do conhecimento ou apresentação da revisão.

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO

4.1. PERFIL DOS ESTUDOS

A busca pelos estudos, utilizando os descritores pancreatite e enfermagem, encontrou-se 160, dos quais, ao serem submetidos ao filtro dos últimos 10 anos, resultou em 13 estudos (5 de 2007, 5 de 2010 e 3 de 2011), sendo 12 em inglês e 1 em português. Um segundo filtro selecionou apenas os relatos de casos, resultando em 7 pesquisas.

Assim, separando-se a: tw:(pancreatite enfermagem) AND (instance:”regional”) AND (type_of_study:(“case_reports”) AND year_cluster:(“2007” OR “2010” OR “2011”)) serão utilizados, nesse estudo, sete pesquisas:

A categorização dos estudos levou a dois blocos comuns: a prevenção à pancreatite aguda e a assistência ao paciente com tal infecção já instalada.

Quadro 1 – Ações de enfermagem na prevenção à pancreatite aguda.

Autor, ano, método Títulos/

Objetivos

Resultados
Mateus e Machado (2012)

Descritivo

Descrever o tratamento ao paciente com pancreatite A identificação precoce dos fatores de risco para o desenvolvimento de necrose pancreática, para isso a utilização do APACHE II no momento da admissão hospitalar, a dosagem de proteína C reativa e os níveis de hematócrito servem como parâmetro para tal identificação; o tratamento em terapia intensiva dos pacientes com PA grave; a utilização de antibioticoterapia profilática nos pacientes com necrose pancreática identificada, embora haja discussão a este respeito; a utilização de dieta enteral e principalmente o retardo de qualquer intervenção cirúrgica, estando a cirurgia no tratamento da PA grave restrita aos casos de necrose pancreática infectada.
Sermoneta, et al.

Int Wound J; 7(6): 525-30, 2010 Dec

Intra-abdominal vacuum-assisted closure (VAC) after necrosectomy for acute necrotising pancreatitis: preliminary experience. A infecção da necrose pancreática, embora presente em menos de 10% da pancreatite aguda, apresenta alto risco de mortalidade; o desbridamento e a drenagem da necrose é o tratamento de escolha, seguido do gerenciamento de abdome “aberto” ou “fechado”. Introduzimos recentemente o uso da vedação intra-abdominal ao vácuo após uma necrosectomia clássica e laparostomia. Dois pacientes admitidos na UTI para insuficiência respiratória e um diagnóstico de pancreatite aguda grave desenvolveram necrose pancreática e foram tratados por necrosectomia, menor marsupialização do saco e abertura lombotômica posterior. Ambos os pacientes recuperados da pancreatite e uma boa cura de feridas laparostomicas foram obtidos com o uso do sistema VAC. As vantagens mais relevantes desta técnica parecem ser: a prevenção da síndrome do compartimento abdominal, a enfermagem simplificada dos pacientes e a redução do tempo até o fechamento abdominal definitivo.
Fountain, Rebecca A; King, Judy; Blackwelder, Lisa.

J Obstet Gynecol Neonatal Nurs; 36(5): 457-63, 2007 Sep-Oct.

Successful pregnancy following partial pancreatectomy after complications from a laparoscopic adjustable gastric banding Todos os anos, um número crescente de cirurgias bariátricas estão sendo realizadas para reduzir os riscos para a saúde relacionados à obesidade. A melhoria da saúde para esses pacientes promoveu um aumento na possibilidade de gravidez para algumas mulheres. Como há ajustes ao longo da vida e a possibilidade de complicações únicas da cirurgia bariátrica, a gravidez apresenta preocupações especiais de enfermagem. Muito poucos casos foram identificados na literatura de enfermagem sobre gravidez após complicações após uma cirurgia bariátrica. Este artigo apresenta uma gravidez bem sucedida após a pancreatectomia parcial ser realizada secundariamente a pancreatite aguda e enterocolite isquêmica como uma complicação da faixa gástrica laparoscópica.

 

A respeito da assistência de enfermagem no atendimento emergencial em pacientes com pancreatite aguda ou crônica, encontrou-se 3 estudos os quais apontam os cuidados de enfermagem em casos de Pancreatite.

Um estudo realizado por Mateus e Machado (2012) identificou que a identificação precoce dos fatores de risco para o desenvolvimento de necrose pancreática, para isso a utilização do APACHE II no momento da admissão hospitalar, a dosagem de proteína C reativa e os níveis de hematócrito servem como parâmetro para tal identificação; o tratamento em terapia intensiva dos pacientes com PA grave; a utilização de antibioticoterapia profilática nos pacientes com necrose pancreática identificada, embora haja discussão a este respeito; a utilização de dieta enteral e principalmente o retardo de qualquer intervenção cirúrgica, estando a cirurgia no tratamento da PA grave restrita aos casos de necrose pancreática infectada.

Sermoneta, et al (2010), resalta a infecção da necrose pancreática, embora presente em menos de 10% da pancreatite aguda, apresenta alto risco de mortalidade; o desbridamento e a drenagem da necrose é o tratamento de escolha, seguido do gerenciamento de abdome “aberto” ou “fechado”. Introduzimos recentemente o uso da vedação intra-abdominal ao vácuo após uma necrosectomia clássica e laparostomia. Dois pacientes admitidos na UTI para insuficiência respiratória e um diagnóstico de pancreatite aguda grave desenvolveram necrose pancreática e foram tratados por necrosectomia, menor marsupialização do saco e abertura lombotômica posterior. Ambos os pacientes recuperados da pancreatite e uma boa cura de feridas laparostomicas foram obtidos com o uso do sistema VAC. As vantagens mais relevantes desta técnica parecem ser: a prevenção da síndrome do compartimento abdominal, a enfermagem simplificada dos pacientes e a redução do tempo até o fechamento abdominal definitivo.

Já Fountain, Rebecca A; King, Judy; Blackwelder, Lisa (2007), referem que todos os anos, um número crescente de cirurgias bariátricas estão sendo realizadas para reduzir os riscos para a saúde relacionados à obesidade. A melhoria da saúde para esses pacientes promoveu um aumento na possibilidade de gravidez para algumas mulheres. Como há ajustes ao longo da vida e a possibilidade de complicações únicas da cirurgia bariátrica, a gravidez apresenta preocupações especiais de enfermagem. Muito poucos casos foram identificados na literatura de enfermagem sobre gravidez após complicações após uma cirurgia bariátrica. Este artigo apresenta uma gravidez bem sucedida após a pancreatectomia parcial ser realizada secundariamente a pancreatite aguda e enterocolite isquêmica como uma complicação da faixa gástrica laparoscópica.

Os estudos levam a inferir que a identificação precoce dos fatores de risco, se pancreatite necrosante, há necessidade de cuidado intensivo. A Enfermagem deve fazer a prevenção da síndrome do compartimento abdominal, e a redução do tempo até o fechamento abdominal definitivo. Enfermeiros devem se preocupar com gestantes que foram submetidas a pancreatectomia parcial devido complicações da pancreatite aguda associada a enterocolite isquêmica.

Quadro 2 – Cuidados de enfermagem ao paciente com pancreatite aguda.

Autor, ano, método Títulos/

Objetivos

Resultados
Vasconcelo. et al (2009)

Qualitativo

Implementar a Metodologia do Processo de Enfermagem com usuário, com hipótese diagnóstica médica de pancreatite. Ampliou os nossos conhecimentos sobre a patologia pancreatite aguda e suas possíveis complicações e nos possibilitou realizar com esse paciente, a sistematização da assistência de enfermagem. O planejamento de ações para um paciente de forma individualizada de acordo com as necessidades do indivíduo, facilita para a identificação do grau de dependência do mesmo e de suas necessidades básicas afetadas, permitindo um direcionando e a continuidade da assistência, garantindo assim sua qualidade. Deste modo o plano de cuidados está sujeito a mudanças de acordo com as prioridades dos problemas que surgem diariamente.
Rocha, Santos, Oliveira e Santos. 2014 ( Estudo de caso). Descrever as etapas do processo de enfermagem aplicado ao indivíduo com pancreatite aguda; Confirmaram pancreatite, que é uma doença inflamatória do pâncreas, sua etiologia ainda não é totalmente comprovada, onde o consumo excessivo de álcool é um dos fatores preditores de alta incidência.
Home Healthcare Nurse: The Journal For the Home Care and Hospice Professional. 29(9):562–570, OCT 2011 Chronic Pancreatitis: An Update for Home Care and Hospice Clinicians A pancreatite crônica é uma condição incansavelmente dolorosa associada mais comumente com o alcoolismo. Os pacientes sofrem de depressão como resultado de dor crônica. É importante que os clínicos de cuidados domiciliários reconheçam os sinais de pancreatite e compreendam as atuais estratégias de tratamento baseadas em evidências para controlar os sintomas. Embora o alcoolismo e a depressão sejam freqüentes comorbidades da pancreatite, uma discussão completa sobre alcoolismo e depressão está fora do escopo deste artigo.

Uma pesquisa feita por Vasconcelos, Aragão, Farias, Rodrigues, Ponte e Silva (2009) ampliou os nossos conhecimentos sobre a patologia pancreatite aguda e suas possíveis complicações e nos possibilitou realizar com esse paciente, a sistematização da assistência de enfermagem. O planejamento de ações para um paciente de forma individualizada de acordo com as necessidades do indivíduo facilita para a identificação do grau de dependência do mesmo e de suas necessidades básicas afetadas, permitindo um direcionando e a continuidade da assistência, garantindo assim sua qualidade. Deste modo o plano de cuidados está sujeito a mudanças de acordo com as prioridades dos problemas que surgem diariamente.

Rocha, Santos, Oliveira e Santos (2014), descrevem as etapas do processo de enfermagem aplicado ao indivíduo com pancreatite aguda; descrever a fisiopatologia da doença, expor a relação do álcool com a progressão da doença e apresentar os principais diagnósticos de enfermagem estabelecidos.

Home Healthcare Nurse: The Journal For the Home Care and Hospice Professional, afirma que a Pancreatite Crônica é uma condição incansavelmente dolorosa associada mais comumente com o alcoolismo. Os pacientes sofrem de depressão como resultado de dor crônica. É importante que os clínicos de cuidados domiciliários reconheçam os sinais de pancreatite e compreendam as atuais estratégias de tratamento baseadas em evidências para controlar os sintomas.

Os estudos levam a entender que, diante de complicações da pancreatite, a sistematização da assistência da enfermagem, planejamento de ações de forma individualizada, pode garantir a qualidade do cuidado. A abordagem baseada na história, anamnese, exame físico do cliente são importantes. Estabelecer DE e intervenções de enfermagem, assim o enfermeiro precisa saber e conhecer as possibilidades de tratamento clínico, cirúrgico e medicamentoso da pancreatite. Da mesma forma, os cuidados domiciliares a pacientes com pancreatite, auxilio emocional e reconhecimentos dos sinais clínicos da pancreatite alcoólica são essenciais.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O objetivo desse estudo foi detectar na literatura evidências sobre a assistência de enfermagem no atendimento emergencial em pacientes com pancreatite aguda ou crônica.

Após a análise dos estudos foi possível concluir que pouco se é estudado sobre casos de Pancreatite, suas diversas causas e o atendimento emergencial associado à assistência de enfermagem em pacientes com crises agudas de Pancreatite. Sendo que é cada dia mais comum casos de pacientes em crise nas emergências dos hospitais.

Espera-se que mais estudos sejam feitos para que assim possamos prestar um atendimento adequado a esses pacientes e minimizar a ida desses pacientes as emergências hospitalares.

REFERÊNCIAS

CAVALCANTE, T. F.; GUEDES, N. G.; MOREIRA, R. P. et al. Identificação dos diagnósticos de enfermagem e as possíveis intervenções, junto a um paciente com pancreatite crônica.  In: CONGRESSO BRASILEIRO DOS CONSELHOS DE ENFERMAGEM, 7º, 2004, Fortaleza. Anais eletrônicos. Disponível em: http://apps.cofen.gov.br/cbcenf/sistemainscricoes/arquivosTrabalhos/identificacao%20dos%20diagnosticos%20de%20enfermagem.pdf. Acesso em: 15 jan. 2018.

FOUNTAIN, R. A.; KING, J.; BLACKWELDER, L. Successful pregnancy following partial pancreatectomy after complications from a laparoscopic adjustable gastric banding. Journal of Obstetric, Gynecologic, & Neonatal Nursing, v. 36, n. 5, p. 457-63, 2007.

HALL, M. A. Chronic pancreatitis: an update for home care and hospice clinicians. Home Healthcare Nurse, v. 29, n. 9, p. 562-70, 2011.

MATHEUS, A. S.; MACHADO, M. C. C. Tratamento da pancreatite aguda grave: ainda um desafio. Arquivos de Gastroenterologia, v. 45, n. 3, p. 179-80, 2008.

ROCHA, I. K. N.; SANTOS, M. P. C.; OLIVEIRA, P. J. F. Pancreatite aguda: estudo de caso baseado no processo de enfermagem aplicado ao indivíduo alcoólatra. In: Semana de Pesquisa da Universidade Tiradentes, 16, 2014, Tiradentes. Anais eletrônicos. Disponível em: https://eventos.set.edu.br/index.php/sempesq/article/view/441. Acesso em: 25 jan. 2018.

SERMONETA, D.; DI MUGNO, M.; SPADA, P. L. et al. Intra-abdominal vacuum-assisted closure (VAC) after necrosectomy for acute necrotising pancreatitis: preliminary experience. International Wound Journal, v. 7, n. 6, p. 525-30, 2010.

VASCONCELOS, M. A.; ARAGÃO, A. E. A.; FARIAS, A. K. O.: et al. Assistência de enfermagem a uma paciente com hipótese diagnóstica de pancreatite de um hospital de ensino do Ceará. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM, 61, 2009, Fortaleza. Anais eletrônicos. Disponível em: <http://www.abeneventos.com.br/anais_61cben/files/01024.pdf>. Acesso em: 11 jan. 2018.

[1] Enfermeira Graduada pela Universidade Federal do Mato Grosso, Especializando em Urgência e Emergência pelo CEEN-PUC/Goiás. Enfermeira Assistencialista.

[2] Doutora em Ciências da Saúde, Mestre em Enfermagem, Docente do CEEN

Recebido: Maio, 2018

Aprovado: Outubro, 2018

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