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Atuação do pediatra no desenvolvimento adequado de crianças de uma liga acadêmica

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CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

RIBEIRO, Isabella Andrade [1], OLIVEIRA, Isabella Violante de [2], ISMANIA, Lívia [3], SOLLITO, Luccas Rodrigues de Araújo [4] , XAVIER, Mateus de Castro [5], NAUFEL, Daniel Zambusi [6]

RIBEIRO, Isabella Andrade Et al. Atuação do pediatra no desenvolvimento adequado de crianças de uma liga acadêmica. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 06, Ed. 02 , Vol. 01, pp. 167-175. Fevereiro de 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/atuacao-do-pediatra

RESUMO

Este estudo procura evidenciar a atuação dos pediatras para o correto desenvolvimento pôndero-estatural dos pacientes de um ambulatório de pediatria. O estudo é de corte longitudinal e retrospectivo. Foram analisados 149 prontuários, sendo que fizeram parte aqueles que realizaram o acompanhamento regular e cujos prontuários estivessem completos. Os pacientes foram divididos por sexo (masculino e feminino) e subdividos em 3 grupos: amamentados exclusivamente com leite materno, amamentados com leite materno e complementados com fórmula e somente com fórmula. A análise estatística foi por meio de estatística descritiva de peso, perímetro cefálico e comprimento dos grupos nos três tipos de alimentação, dispersão total dos dois grupos nos três tipos de aleitamento e correlação de Pearson entre os pesos e os tipos de aleitamento. O objetivo do estudo é analisar se existe diferença no desenvolvimento pôndero-estatural dos grupos analisados, usando como parâmetro os dados da curva de crescimento da OMS. Conclui-se que, dentre os pacientes analisados, não houveram diferenças significativas no desenvolvimento pôndero-estatural em relação ao seu tipo de alimentação. Isto se deve a atuação do pediatra no acompanhamento ambulatorial do paciente, que, quando preciso, interfere na sua alimentação e ao seguimento ambulatorial do mesmo.

Palavras-chave: pediatras; alimentação; lactentes.

1. INTRODUÇÃO

Para acompanhar o desenvolvimento dos bebês, utiliza-se de algumas ferramentas básicas e primordiais. Dentre elas, as referências são as curvas de desenvolvimento pôndero-estatural criadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), as quais têm como objetivo estabelecer um novo padrão internacional para avaliar o crescimento e estado nutricional de crianças até a idade pré-escolar (ONIS, 2007), que deve ser usado para avaliar crianças de qualquer país, independente de etnia, condição socioeconômica e tipo de alimentação (FONSECA, 2007, p. 22).

Os principais parâmetros que compõe as curvas são peso, crescimento em altura e perímetro cefálico. Durante uma consulta ambulatorial de pediatria, é de suma importância que o pediatra pese, meça o perímetro cefálico bem como o comprimento do paciente (FROTA, 2007). Com esses dados deve-se construir 3 curvas, uma para cada variável, que devem ser comparadas com a curva padrão preconizada pela OMS. No primeiro ano de vida, por exemplo, espera-se que os bebês cresçam cerca de 25 centímetros. Já no segundo, o crescimento esperado é de 10 centímetros (ZEFERINO, 2003).

Entretanto, a realidade nos ambulatórios médicos, na prática, demonstra que o monitoramento do desenvolvimento não é prioridade para alguns médicos (FROTA, 2007). A partir desta constatação, a liga acadêmica de pediatria atua para acompanhar o desenvolvimento, crescimento e ganho ponderal de cada paciente, individualmente. A medida evita o risco nutricional, condição que ocorre quando não há ganho de peso em duas medidas sucessivas ou quando a curva de crescimento for descendente, cruzando as linhas dos percentis abaixo do ideal mais de uma vez (OMS, 2000). A liga acadêmica e os profissionais nela atuantes também intervêm no equilíbrio dietético das crianças, com orientações alimentares aos responsáveis e complementação alimentar com fórmula quando necessário.

Durante os seis primeiros meses de vida, o leite materno tem a capacidade de suprir todas as necessidades alimentares da criança (ALVES, 2010), pois o mesmo possui vários fatores imunológicos que a protegem, como a IgA secretória, anticorpos do tipo IgM e IgG, macrófagos, neutrófilos e linfócitos B e Th2, promovendo uma melhor barreira contra microrganismos se comparado à proteção oferecida pela amamentação com fórmula. Por esse motivo, atualmente, considera-se ideal a introdução de outros alimentos complementares à amamentação somente após o sexto mês de vida (SANTOS, 2005).

Contudo, existem situações clínicas excepcionais em que a amamentação não é indicada ou que foram esgotadas as possibilidades de reverter um desmame precoce. Assim, é necessário o uso de fórmulas como substitutos do leite materno (SAÚDE, 2014). Diante da impossibilidade de ser oferecido o aleitamento materno, o profissional de saúde deve orientar a mãe quanto à utilização de fórmula infantil ou de leite de vaca integral fluido ou em pó. A fórmula infantil consiste em leite modificado para atender às necessidades nutricionais e para não agredir o sistema digestório do bebê não amamentado. É importante que o profissional avalie a condição socioeconômica e cultural da família, assim como a situação de saúde da criança, antes de optar por uma destas alternativas (WEFFORT, 2006)

Assim, a análise do desenvolvimento pôndero-estatural dos bebês assistidos pela liga acadêmica de pediatria permite demonstrar o papel dos profissionais da saúde que nela atuam, assegurando que todos os lactentes se mantenham dentro dos padrões de crescimento e desenvolvimento estabelecidos pela OMS, independentemente do tipo de alimentação, intervindo, principalmente, nos casos em que o desenvolvimento do bebê em AME (amamentação exclusiva materna) demonstra-se insuficiente.

2. MÉTODO

Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa da Universidade de Mogi das Cruzes sob o número de CAAE: 98511018.6.0000.5497 e parecer: 3.115.439. É um estudo longitudinal e retrospectivo dos prontuários dos pacientes que frequentaram a liga acadêmica de pediatria e fizeram o acompanhamento regular e mensal no período de 2016 a 2018. Foram avaliados 149 prontuários de pacientes de ambos os sexos com idade de zero a dois anos de idade. Somente 52 prontuários se enquadram nos critérios de inclusão. As variáveis observadas foram: aleitamento materno exclusivo (AME) e em associação à fórmula (misto) e exclusivamente por fórmula (fórmula), sexo, peso, comprimento e perímetro cefálico.

Os dados coletados sobre o tipo de alimentação foram correlacionados com o desenvolvimento pôndero-estatural dos pacientes avaliados (peso, perímetro cefálico e comprimento) de acordo com as curvas da Organização Mundial da Saúde (OMS), para que fosse possível avaliar, comparar e traçar um perfil de desenvolvimento da criança de acordo com cada tipo de aleitamento.

A amostra foi dividida em dois grupos, meninos e meninas e em cada um deles analisou-se o tipo de aleitamento. A análise estatística foi por meio de estatística descritiva de peso, perímetro cefálico e comprimento dos grupos nos três tipos de alimentação, dispersão total dos dois grupos nos três tipos de aleitamento comparado com a curva da OMS, correlação de Pearson entre os pesos e os tipos de aleitamento e testes estatísticos para verificar se existe diferença estatisticamente significante entre os grupos de peso, perímetro cefálico e comprimento com relação aos diferentes tipos de aleitamento, utilizando nível de significância de α=0,05.

O objetivo dessa pesquisa foi indagar se os diferentes tipos de aleitamento têm impacto no desenvolvimento pôndero-estatural dos lactentes, bem como a importância da intervenção de uma liga acadêmica para mantê-los nos padrões da OMS, ainda que com diferentes tipos de alimentação.

3. RESULTADOS

As variáveis foram analisadas individualmente em relação ao sexo e o ganho ponderal, do comprimento e do perímetro cefálico.

Para a análise do peso no sexo masculino, foi utilizado o teste ANOVA ONE, onde pudemos verificar que os pesos médios para os meninos foram 8544,47g, 8770,26g e 8470,28g para alimentação AME, fórmula e misto, respectivamente, com p=0,95, mostrando que não há diferença significativa entre esses valores. Para o sexo feminino, empregou-se o Teste-t, onde os pesos médios são de 7228,23g, 7283,88g e 7240,13 para alimentação AME, fórmula e misto, respectivamente, com p=0,98, mostrando, também, que não houve diferença significativa entre os valores.

Dessa forma, conclui-se que o tipo de aleitamento não influencia significativamente no peso dos bebês de ambos os sexos.

Para o perímetro cefálico do sexo masculino, foi utilizado o teste Kruskal-Wallis, obtendo um resultado médio de 44,45cm, 43,92cm e 45,67cm, respectivamente em AME, fórmula e misto, com  p=0,43. Para o sexo feminino aplicou-se o teste Mann-Whitney, obtendo resultado médio de 42,23cm, 39,87cm e 42,08cm, respectivamente em AME, fórmula e misto, com p=0,54. Desta forma, em ambos os casos, observa-se que não houve diferença estatística significante entre os diferentes tipos de alimentação e o perímetro cefálico, em relação à referência (curva da OMS).

Para a análise do comprimento do sexo masculino, executou-se o teste ANOVA, com resultados médios de comprimento de 70,9cm, 70,65cm e 71,73cm, respectivamente, em AME, fórmula e misto, com p=0,93. Para o sexo feminino foi-se admitido o T-student, com resultado de 65,81cm, 65,98cm e 65,46cm, respectivamente para AME, fórmula e misto, com p=0,87. Destarte, admite-se que, também, não houve diferença estatisticamente significante entre os pacientes de amamentação exclusiva materna, fórmula e misto quanto ao comprimento, em relação à referência (curva da OMS).

Como pode-se observar na tabela 1, não foi possível analisar o desvio padrão no uso exclusivo de fórmula pelas meninas, visto que houve apenas uma lactente estudada nessa variável.

Nas curvas de dispersão, apresentadas na figura 1, é possível notar, que, existe um padrão em relação aos pesos de meninos e meninas, independente da forma de alimentação dos bebês e esses valores não são discrepantes dos valores de referência da OMS.

Por fim, podemos concluir que a atuação da liga acadêmica de pediatria no acompanhamento do puerpério e desenvolvimento dessas crianças, juntamente com as devidas orientações aos responsáveis, seja a grande responsável por permitir que não haja diferenças significativas entre o desenvolvimento pôndero-estatural dos bebês em relação à referência da OMS, mesmo que com diferentes tipos de aleitamento.

Tabela 1 – Estatística descritiva dos valores de média e desvio padrão dos pesos, perímetros cefálicos e comprimentos do grupo de meninas e meninos.

Variáveis   AME   Fórmula   Misto  
  Média DP Média DP Média DP
  P (g) 7228,23 1471,6 7283,,88 7240,13 874,24
Meninas PC (cm) 42,33 2,67 39,87 42,08 0,95
  C (cm) 65,81 6,13 65,98 65,46 3,62
  P (g) 8544,47 1936,73 8770,26 1732,08 8470,28 1351,73
Meninos PC (cm) 44,45 1,60 43,92 0,99 45,67 3,29
  C (cm) 70,9 6,35 70,65 3,47 71,73 6,05

Fonte: autor.

Figura 1 – A: Peso por idade de meninas independente do tipo de alimentação; B: peso por idade de meninos independente do tipo de alimentação.

Fonte: autor.

4. DISCUSSÃO

Segundo Barros (2008), o acompanhamento do desenvolvimento da criança almeja sua proteção e detecção precoce de alterações passíveis de modificação que possam repercutir em sua vida futura. Isso ocorre principalmente por meio de ações educativas e de acompanhamento integral da saúde da criança.

Apesar dos diferentes tipos de alimentação, a tabela 1 apresenta uma similaridade do peso, comprimento e do perímetro cefálico quando comparados os bebês do mesmo sexo. A tabela 1 também demonstra que o monitoramento e acompanhamento dos bebês pelos profissionais de saúde, permite que o uso de fórmula complementar traga o mesmo resultado no desenvolvimento pôndero-estatural daquele obtido com aleitamento materno exclusivo. Os dados encontrados, todavia, contradizem a literatura (SANTOS, 2005), cujos resultados afirmam que os lactentes alimentados com leite humano e com fórmulas infantis diferem quanto ao crescimento físico e ao desenvolvimento cognitivo, social e emocional. Isso reafirma a importância de um acompanhamento ambulatorial individual (FREIRE, 2018), onde cada bebê é tratado de acordo com suas necessidades.

A tabela 1 demonstra, também, considerando a semelhança entre os valores supracitados, que mesmo após a introdução da dieta sólida, os lactentes se mantiveram com desenvolvimento nutricional similar. Isso ocorreu devido ao manejo nutricional dos lactentes entre 0 a 2 anos de idade e da frequente periodicidade no acompanhamento dos mesmos.

Os valores obtidos vão de acordo com a literatura (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2014) que preza por um atendimento ambulatorial pediátrico periódico, que torna possível a correção alimentar pelo pediatra. A atuação da liga acadêmica e de seus pediatras nada mais é do que esse suporte ambulatorial que permite o desenvolvimento nutricional e balanceado dos lactentes acompanhados, mantendo-os corretamente nutridos e com o desenvolvimento adequado de acordo com as curvas da OMS.

Desta forma, o trabalho realizado pela liga acadêmica mostra-se essencial para o seguimento de cada paciente, de forma individualizada, o que gera resultados similares e positivos (MELLO, 2004).

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Os dados apresentados retratam que, quando acompanhados regularmente e com intervenção oportuna do pediatra na alimentação dos pacientes, o desenvolvimento em relação ao peso, estatura e perímetro cefálico se mostra adequado tanto para aqueles que mantiveram aleitamento materno exclusivo, quanto para os que foram alimentados por aleitamento materno complementado com fórmula ou fórmula, exclusivamente.

Portanto, os resultados evidenciam a importancia da atuação do pediatra e do trabalho realizado pela liga academica, no acompanhamento ambulatorial, para um adequado desenvolvimento pondero-estatural nos primeiros anos de vida.

6. REFERÊNCIAS

ALVES, Elaine Aparecida. Fatores determinantes do desmame precoce: um estudo de revisão bibliográfica. 2010, 49f. Monografia (Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família). Universidade Federal de Minas Gerais. Faculdade de Medicina. Núcleo de Educação em Saúde Coletiva. Belo Horizonte, 2010.

BARROS, Fernando C.; VICTORA, Cesar. G. Maternal-child health in Pelotas, Rio Grande do Sul State, Brazil: major conclusions from comparisons of the 1982, 1993, and 2004 birth cohorts. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 2008.

FONSECA, Poliana Cristina de Almeida; CARVALHO, Carolina de Abreu; RIBEIRO, Sarah Aparecida Vieira; NOBRE, Luciana Neri; PESSOA, Milene Cristine; RIBEIRO, Andreia Quiroz et al. Determinantes da velocidade média de crescimento de crianças até seis meses de vida: um estudo de coorte, Ciência & Saúde Coletiva, 22(8), 2713-2726, 2007.

FREIRE, Laís Machado et al. Fatores associados à não adesão ao seguimento ambulatorial de egressos de terapia intensiva neonatal. Rev. esc. enferm. USP, São Paulo, v. 52, e03372, 2018. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S008062342018000100478&lng=en&nrm=iso>. access on 08 Apr.  2020.  Epub Dec 03, 2018.  https://doi.org/10.1590/s1980-220×2017029703372.

FROTA, Ana Maria Monte Coelho. Diferentes concepções da infância e adolescência: a importância da historicidade para sua construção. Estud. pesqui. psicol., Rio de Janeiro, v. 7, n. 1, jun.  2007.   Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S180842812007000100013&lng=pt&nrm=iso>. Acessos em 08 abr.  2020

MELLO, Elza D. de; LUFT, Vivian C.; MEYER, Flavia. Atendimento ambulatorial individualizado versus programa de educação em grupo: qual oferece mais mudança de hábitos alimentares e de atividade física em crianças obesas? J. Pediatr. (Rio J.), Porto Alegre, v. 80, n. 6, p. 468-474, Dec.  2004.   Disponível em<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S002175572004000800008&lng=en&nrm=iso>.AcessoemApr.  2020.  https://doi.org/10.1590/S0021-75572004000800008.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Saúde da criança: crescimento e desenvolvimento. Cadernos de Atenção Básica, Brasília, Distrito Federal, 2014.

ONIS, Mercedes; ONYANGO, Adelheid W.; BORHI, Elaine; SIYAM, Amani; NISHIDA, Chizuru; Siekmann, Jonathan. Development of a WHO growth reference for school-aged children and adolescents. Bulletin of the World Health Organization. 85(9): 660–667, Sept. 2007.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (OMS). Boletim da WHO 2000; 78 (10):1222-33.

SANTOS, Vera Lúcia Fugita dos; SOLER, Zaida Aurora Sperli Geraldes; AZOUBEL, Reinaldo. Alimentação de crianças no primeiro semestre de vida: enfoque no aleitamento materno exclusivo. Rev. Bras. Saude Mater. Infant., Recife, v. 5, n. 3, p. 283-291, Sept.  2005.   Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519-38292005000300004&lng=en&nrm=iso>. access on 08 Apr.  2020.  https://doi.org/10.1590/S1519-38292005000300004.

WEFFORT, Virgínia Resende Silva; Alimentação láctea no primeiro ano de vida. Textos Científicos da Sociedade Mineira de Pediatria. 2006. Disponível em: http://www.somape.com.br/Alimentação_láctea_SMP.pdf. Acesso em: 8 abr. 2016.

ZEFERINO, Angélica M.B; BARROS FILHO, Antonio A.; BETTIOL, Heloisa; BARBIERI, Marco A. et al. Acompanhamento do crescimento. J. Pediatr. (Rio J.), Porto Alegre, v. 79, supl. 1, p. S23-S32, June 2003.   Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0021-75572003000700004&lng=en&nrm=iso>. access on 08 Apr.  2020.  https://doi.org/10.1590/S0021-75572003000700004.

[1] Acadêmico da Faculdade de Medicina da Universidade de Mogi das Cruzes, Mogi das Cruzes, São Paulo, Brasil.

[2] Acadêmico da Faculdade de Medicina da Universidade de Mogi das Cruzes, Mogi das Cruzes, São Paulo, Brasil.

[3] Acadêmico da Faculdade de Medicina da Universidade de Mogi das Cruzes, Mogi das Cruzes, São Paulo, Brasil.

[4] Acadêmico da Faculdade de Medicina da Universidade de Mogi das Cruzes, Mogi das Cruzes, São Paulo, Brasil.

[5] Acadêmico da Faculdade de Medicina da Universidade de Mogi das Cruzes, Mogi das Cruzes, São Paulo, Brasil.

[6] Professor de Pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade de Mogi das Cruzes, Mogi das Cruzes, São Paulo, Brasil.

Enviado: Dezembro de 2020

Aprovado: Janeiro de 2021

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