Doença de Alzheimer: Papel do Enfermeiro como Promotor de Saúde [1]

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GUIMARÃES, Mateus Henrique Dias [2]

GUIMARÃES, Mateus Henrique Dias. Doença de Alzheimer: Papel do Enfermeiro como Promotor de Saúde. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 06, Vol. 03, pp. 78-88, Junho de 2018. ISSN:2448-0959

RESUMO

A Doença de Alzheimer é uma das doenças que mais acometem os idosos. Considerada como um efeito negativo do envelhecimento segundo a Alzheimer’s Disease International (ADI, 2010), existindo uma forte correlação ao avanço da idade/envelhecimento e surgimento de doenças principalmente ao surgimento de demência. O presente estudo trata-se de uma revisão de literatura delineando-se como critérios de elegibilidade: estudos completos publicados com resumos disponíveis em língua inglesa, e língua portuguesa. Os descritores utilizados foram:  Doença de Alzheimer, Assistência de Enfermagem. O estudo objetiva identificar as atribuições de enfermagem ao paciente portador de Doença de Alzheimer, onde o enfermeiro torna-se indispensável no cuidado e descrever a importância de sua atuação.

Palavras-chave: Doença de Alzheimer, Assistência de Enfermagem.

1. Introdução

1.1 Definição

A medida que a população mundial envelhece, concomitantemente há um aumento significativo na expectativa de vida, redução das taxas de natalidade e aumento de doenças relacionadas ao envelhecimento como: coronariopatias, as neoplasias, a osteoporose e as doenças neurodegenerativas, como as demências. (Aprahamian, Martinelli & Yassuda, 2009; IBGE, 2010). No entanto, nessa correlação entre envelhecimento e surgimento de novas doenças, destacamos a Doença de Alzheimer, por ser considerada um efeito negativo do envelhecimento segundo a Alzheimer’s Disease International (ADI, 2010). Como o crescimento da população traz uma modificação em sua dinâmica de vida, é necessário que se conheça essas dinâmicas que podem vir a interferir na qualidade de saúde da população, como a Doença de Alzheimer, por se tratar de uma doença crônica comum em idosos (Oliveira & Falcão, 2014).

A Doença de Alzheimer é uma das doenças que mais acometem os idosos, mas ainda não se pode afirmar que a Doença de Alzheimer se manifesta devido à idade avançada mas existindo uma forte correlação ao avanço da idade/envelhecimento e surgimento de doenças principalmente ao surgimento de demência, considerada como uma doença familiar, pois afeta o cotidiano dos membros desta e fazendo com que eles sejam os principais responsáveis por observar os primeiros sinais e/ou manifestações da doença  e por realizar o cuidado do portador. (Almeida, Leite & Hildebrandt, 2009).

1.2 Manifestações clínicas

Caracterizada por degeneração cerebral progressiva e irreversível, problemas na fala e linguagem, ocasionando por perda de memória e diversos distúrbios cognitivos, atingindo mais de 2,5 milhões de pessoas e sua prevalência varia de 1% a 1,5% entre as pessoas de 60 a 65 anos, e 45% nas pessoas com mais de 90 anos (FONSECA; SOARES, 2007).

Doença de etiologia desconhecida tem sua duração média de 12 a 14 anos, compreendendo de seu estágio inicial e final da doença. A sobrevida é de, em média, oito anos desde o início dos sintomas. Doença de longa duração e progressiva, não é difícil perceber que raramente será possível determinar com precisão os primeiros sintomas (PLASSMAN & BREITNER, 2000; BERTOLUCCI, 2005).

Desorientação no tempo e no espaço que ocorre em 30 a 40% dos pacientes, sendo que, 10 a 25% dessas pessoas têm alucinações e a maioria tem sintomas como tristeza, apatia, irritabilidade, desconfiança, e impaciência, são características consideráveis da doença (SILVA; FONSECA, 2010).

Dentre os fatores de riscos para desenvolver a doença, destaca-se a idade, o histórico familiar e a genética (POLTRONIERE; CECCHETTO; SOUZA, 2011).

1.3 Fisiopatologia

São observadas alterações neuropatológicas e bioquímicas específicas. Essas alterações incluem emaranhados neurofibrilares e placas senis ou neuríticas (Placas que se alojam nos neurônios). Ocorre lesão nos neurônios principalmente no córtex cerebral, que resulta em diminuição do tamanho do encéfalo. Alterações semelhantes são encontradas no tecido cerebral normal de idosos, porém em menor grau. As células que utilizam o neurotransmissor acetilcolina são afetadas principalmente pela doença. Em nível bioquímico, observa-se diminuição da enzima ativa na produção de acetilcolina, que está especificamente envolvida no processamento da memória, segundo Brunner & Suddarth, 2015).

1.4 Epidemiologia

A Organização Mundial de Saúde considera a demência como uma prioridade de saúde global. Estima-se que 35,6 milhões de pessoas em todo o mundo irão viver com demência em 2010. Prevê-se que este número quase duplique a cada 20 anos, atingindo os 65,7 milhões em 2030 e os 115,4 milhões em 2050. Este aumento se deve pelo ao aumento do número de pessoas com demência em países de baixo e médio rendimento (ADI, 2010).

A demência é considerada uma das maiores causas de morbimortalidade, por possível dependência física, cognitiva e emocional, tendo a Doença de Alzheimer (DA) como distúrbio demencial mais frequentes (CELICH; BATISLELLA, 2007).

De acordo com Ministério da Saúde, no Brasil (2010, p.01):

Existem cerca de 15 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade. Seis por cento delas sofrem mal de Alzheimer, segundo dados da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAZ). Em todo mundo 15 milhões de pessoas tem Alzheimer, doença incurável acompanhada de graves transtornos às vítimas. No Brasil, três estudos investigaram as prevalência e incidência desta doença, utilizando amostras de idosos de base comunitária e critérios diagnósticos atuais. A prevalência de demência na população com mais dos 65 anos foi de 7,1%, sendo que a DA foi responsável por 55% dos casos. A taxa de incidência foi 7,7 por 1.000 pessoas-ano no estudo de São Paulo e 14,8 por 1.000 pessoas-ano no estudo do Rio Grande do Sul. Considerando a prevalência de demência no Brasil e a população de idosos de aproximadamente 15 milhões de pessoas, a estimativa para demência é de 1,1 milhão.

1.5 Diagnóstico

O diagnóstico preciso da DA é feito através da análise do tecido cerebral, obtido por meio da biópsia/ecropsia, porém, ela pode também ser identificada por análise sanguínea, com um teste de marcador para o gene que se encontra no cromossoma 19, produtor da apolipoproteína E (ApoE4), que indica risco do indivíduo ter a doença; ou é feito ainda teste de exclusão, como por exemplo: exames sanguíneos (hipotireoidismo, deficiência de vitamina B), história de demência (depressão, perda de memória associada à idade) e tomografia ou ressonância (múltiplos infartos, hidrocefalia), exames cognitivos, punção lombar e outros exames (SOARES & CÂNDIDO, 2014 APUD RIBEIRO, 2008).

1.6 Tratamento

Ávila, (2003) diz que a medicação e a utilização de técnicas cognitivas de reabilitação, além de informações sobre a doença e o apoio a familiares e cuidadores é de fundamental importância para reverter o quadro clínico e sintomático da doença. Segundo Chu LW (2012), o tratamento não farmacológico dos pacientes com Alzheimer tem a mesma importância que o farmacológico na melhoria da qualidade de vida dos pacientes e dos cuidadores.

Os objetivos do tratamento são:

  • Aliviar os sintomas cognitivos
  • Aliviar os sintomas comportamentais e psicológicos da demência
  • Diminuir a progressão da doença.

1.7 Atribuições de enfermagem

As atribuições do enfermeiro devem ter foco em diversos aspectos e para que sejam desempenhadas o profissional precisa se atualizar e reciclar seus conhecimentos a respeito do cuidado do portador de Doença de Alzheimer (RODRIGUES ET AL, 2007). Diante desse contexto este trabalho justifica-se pelo fato de identificar as atribuições de enfermagem ao paciente portador de Doença de Alzheimer, onde o enfermeiro torna-se indispensável no cuidado e descrever a importância de sua atuação.

2. Método

Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, que segundo Rodrigues (2007), é a busca por informações e dados disponíveis em outras publicações, como em artigos nacionais ou internacionais, teses e materiais disponibilizados na internet, sendo esta realizada por outros pesquisadores. E para Gil (2010), “a pesquisa bibliográfica é desenvolvida a partir de material já elaborado, constituído principalmente de livros e artigos científicos”. (p. 50)

O presente artigo vem a ser um estudo bibliográfico de caráter descritivo, utilizando o método da revisão integrativa da literatura para coleta e análise dos dados.

As fontes para obtenção das informações de busca basearam-se em bases de dados, acesso a sites, os quais continham revistas virtuais com publicações e periódicos que abordavam tais assuntos. Os descritores utilizados foram:  Doença de Alzheimer, Assistência de Enfermagem, onde toda vez que tiver citações diretas ou indiretas, o autor será citado conforme a referência bibliográfica.

Delineando-se como critérios de elegibilidade: estudos completos publicados com resumos disponíveis em língua inglesa, e língua portuguesa, também foram consultados fontes de dados da Organização Americana de Alzheimer.

Após a obtenção dos artigos que abordavam o tema, foram selecionados textos baseados no conteúdo contido em seu resumo/abstract e que refletiam o objetivo traçado em nossa revisão. No entanto, foram realizados fichamentos, sendo de extrema importância, que permitiu selecionar os materiais afim de que fosse utilizado as informações de maior relevância para a elaboração do texto do conteúdo existente.

3. Desenvolvimento

3.1 Atuações do enfermeiro frente ao portador de Doença de Alzheimer

A melhora das condições de vida e dos cuidados à saúde, tem aumentado gradativamente com o passar dos anos, onde a expectativa de vida também tem aumentado, fazendo crescer o número de pessoas com doenças degenerativas. Entre estas se encontra um significativo contingente de pessoas com demência. A demência pode ter diferentes causas e, invariavelmente, leva à progressiva alteração do comportamento e à dependência para a realização de atividade do dia a dia (BERTOLUCCI, 2012).

A função do cuidador é de extrema importância ao portador de DA, o cuidador é aquele que serve e proporciona ao outro sensação de conforto e bem-estar, e sendo sensível para perceber a dor e as suas respectivas limitações, pôr o paciente apresentar um alto grau de dependência. O familiar se apresenta como “cuidador” por fornecer acolhimento aos pacientes, principalmente aqueles que são dependentes (BINI et al, 2006).

O enfermeiro é o profissional que atua de forma direta nas atividades educacionais prestadas à comunidade, desempenhando uma função de fundamental importância na sociedade com o intuito de prover e promover o empoderamento do cuidado dos usuários, buscando maneiras alternativas, que possam ocasionar em atitudes que lhes proporcionem pleno estado de saúde em seu sentido mais amplo (SILVA, DIAS & RODRIGUES, 2009).

As atribuições do enfermeiro devem ter foco em diversos aspectos e para que sejam desempenhadas o profissional precisa se atualizar e reciclar seus conhecimentos a respeito do cuidado do portador de Doença de Alzheimer (RODRIGUES ET AL, 2007).

O enfermeiro é indispensável no suporte aos cuidadores de idosos com Doenças de Alzheimer, pois visa o cuidado ao indivíduo e sua família, orientando-o para lidar com as adversidades que surgem frente ao cuidado, principais dúvidas a respeito da doença, assim como as principais características evolutivas, e também, como lidar com o tratamento, qual a necessidade dos medicamentos administrados, e ainda, como provir com os hábitos rotineiros de higiene e alimentação, orientando a melhor forma de superar as modificações funcionais causadas pelas doenças e os impactos gerados no núcleo familiar (VIEIRA et al., 2012; FONSECA & SOARES, 2007).

Existe a necessidade de se instituir políticas públicas de saúde abrangendo os aspectos relativos à doença cabendo ao enfermeiro criar estratégias de suporte, para reduzir a vulnerabilidade e as alterações decursiva da doença (POLTRONIERE; CECCHETTO; SOUZA, 2011).

O enfermeiro deve proporcionar aos cuidadores meios que facilitem o cuidar durante todo o processo, evitando ocasionar danos à sua própria saúde. Acredita-se que o enfermeiro possui esta virtude de ser um facilitador por ser um profissional que estabelece um elo entre cuidado e paciente, cuidados próximos à pessoa adoecida e ao cuidador leigo, além de integrar com as ações educativas voltadas para o cuidado da saúde, a educação em saúde. (ROACH, 2003).

No estágio avançado da doença, a assistência de enfermagem torna–se mais complexa, Devido a somatória progressiva de limitações físicas e alterações emocionais, incluindo o comprometimento de sua identidade (RICHARD ET ALL, 2009).

Intervenções através em educação em saúde e aconselhamento que capacitam o cuidador para lidar com o sofrimento do paciente e/ou ajudar os cuidadores avaliar o sofrimento é benéfico para o paciente (GREGG CH, ROBERTUS JL, STONE JB, 1989).

Conclusão

Através deste presente estudo observou-se que na literatura existem muitos estudos sobre o papel do enfermeiro diante do cuidado da saúde do paciente e da saúde do cuidador dos pacientes Sendo que o enfermeiro é o profissional que tem suas atribuições prestadas ao paciente e a família do portador de Doença de Alzheimer como forma indispensável no processo atuando de forma direta nas atividades educacionais prestadas à comunidade, desempenhando uma função de fundamental importância na sociedade promovendo assim o empoderamento do cuidado dos usuários, e sendo o facilitador para a família no que diz respeito à dúvidas quanto  ao cuidado ao outros assuntos penitentes que a família possa ter em relação ao cuidado sempre buscando maneiras alternativas, que possam ocasionar em atitudes que lhes proporcionem pleno estado de saúde em seu sentido mais amplo.

Verifica-se também que a prevenção é uma forma de lidar com o grande aumento de incidências da doença, concentrando-se em estilo de vida saudável, prática de exercícios físicos e diminuição do estresse, estes podem atuar sobre e ou retardar o surgimento da doença. Assim sendo, o enfermeiro, através de ações de saúde, tem de informar a sociedade sobre as características, tratamentos e prevenções da patologia é a melhor maneira de combater os altos índices da Doença de Alzheimer.

A Enfermagem deve atuar em conjunto entre paciente e família, sendo que o enfermeiro é o profissional de saúde que tem um elo entre paciente e família. O cuidado tem como estimular o paciente e envolver a família para o individualismo, o autocuidado, a promoção da segurança física, a redução da ansiedade e agitação.

Referências

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[1] Revisão de literatura

[2] Bacharel em Enfermagem pela Faculdade de Aracaju – FACAR, Aracaju, Sergipe, Brasil

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