Atuação do Enfermeiro no Atendimento Pré-Hospitalar Móvel: Revisão Integrativa [1]

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Atuação do Enfermeiro no Atendimento Pré-Hospitalar Móvel: Revisão Integrativa [1]
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MONTEIRO, Giselle Fernandes [2], BRASILEIRO, Marislei Espíndula [3]

MONTEIRO, Giselle Fernandes; BRASILEIRO, Marislei Espíndula. Atuação do Enfermeiro no Atendimento Pré-Hospitalar Móvel: Revisão Integrativa. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 02, Vol. 04, pp. 30-40, Fevereiro de 2018. ISSN: 2448-0959

Resumo

O estudo teve por objetivo identificar a atuação do enfermeiro no atendimento pré-hospitalar móvel. Método: Revisão integrativa da literatura, nas bases de dados da Biblioteca Virtual em Saúde. Foram identificados 2492 artigos dos quais se selecionou seis artigos, considerando os critérios: artigos completos, publicados no período entre 2012 a 2017, disponíveis no idioma português, abordagem temática e estarem indexados nas bases de dados da Biblioteca Virtual em Saúde. Resultados: identificou-se  duas categorias temáticas: A importância enfermeiro no atendimento pré-hospitalar móvel e as dificuldades encontradas na atuação de enfermeiros no APH móvel. O enfermeiro é multiprofissional supervisiona com conhecimento e ética, usando protocolos, apesar da necessidade de educação continuada tanto da equipe quanto da população. Conclui- se que atuação do enfermeiro no atendimento movél exige a necessidade de atualização e  conhecimento específico para o bom desempenho da função, além de estar preparado para prestar atendimento nos diversos tipos de cenários e que apesar das dificuldades encontradas o seu compromisso é prestar uma assistência de qualidade a população.

Palavras-Chaves: Enfermagem, Atendimento Pré-Hospitalar, Emergência.

1. Introdução

O interesse em pesquisar a respeito da atuação do enfermeiro no atendimento pré-hospitalar móvel surgiu ao perceber que o atendimento móvel acontece em qualquer lugar e que acometem um número de pessoas em larga escala, que profissionais capacitados são capazes de prestar uma assistência de qualidade, e evitando consequências futuras.

O Atendimento Pré-hospitalar (APH) é definido pelo Ministério da Saúde (MS) como assistência prestada, num primeiro nível de atenção, aos pacientes portadores de quadros agudos, de natureza clínica, traumática ou ainda psiquiátrica, que possa levar a sofrimento, sequelas ou mesmo à morte1.

A Portaria nº 2048 do Ministério da Saúde, de 05 de novembro de 2002, que regulamenta e normatiza o APH, nela estão definidas as funções do Enfermeiro, o perfil desse profissional bem como de toda a equipe que deve atuar nesse serviço2.

Considerando a necessidade de estruturar uma rede de serviços regionalizada e hierarquizada de cuidados integrais às urgências, de qualquer complexidade ou gravidade, e garantir a adequada referência regulada para os pacientes foi a criada a Portaria nº 1863, de 29 de setembro de 2003, institui a Política Nacional de Atenção às Urgências e da estratégia do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) 3.

O SAMU tem como objetivo estabilizar as condições vitais, reduzir o risco de morbimortalidade e realizar o transporte ao hospital de referência. Há no serviço a disponibilidade de Unidades de Suporte Básico de Vida (USB) que atendem pacientes com risco de morte desconhecidos, por meio de medidas conservadoras não invasivas; e a Unidade de Suporte Avançado de Vida (USA) que oferece apoio a pacientes em risco de morte, por intervenção de profissionais médicos através de medidas invasivas ou não-invasivas4.

De acordo como APH móvel, o enfermeiro tem que ter condição de desempenhar o papel articulador no sistema, na integralidade e integração ensino e cuidado, possibilitando a operacionalização dos serviços de saúde, dentre suas competências e atribuições encontram-se: supervisionar e avaliar as ações da equipe no APH móvel, prestar cuidados de enfermagem de maior complexidade técnica a pacientes graves e com risco de vida, entre outras4.

O enfermeiro que atua no APH móvel deve ser um profissional capacitado ter conhecimento para agir de maneira eficiente, além de estar sempre preparado para enfrentar situações inesperadas, ter capacidade de tomar decisões imediatas com respostas rápidas para cada atendimento.

Nesse contexto o enfermeiro possui um papel importante e atuação constante, de acordo com a Resolução COFEN Nº 375/2011, de 22 de março de 2011 dispõe sobre a presença do Enfermeiro no Atendimento Pré-Hospitalar e Inter Hospitalar, em situações de risco conhecido ou desconhecido5.

Além de atividades assistenciais, o enfermeiro também possui a função de gestor, sendo responsável pelas atividades de gerenciamento e/ou atividades administrativas, além de realizar capacitações e educação permanente, construir protocolos baseados em protocolos internacionais readaptados para a nossa realidade9.

Diante disso surge o questionamento: qual é a atuação do enfermeiro no APH móvel?

Responder a esse questionamento é importante pois, reconhece a necessidade da função do enfermeiro em situações diversas no APH móvel, onde o seu preparo profissional pode fazer a diferença, garantindo assim uma assistência de qualidade.

2. Objetivos

Identificar a atuação do enfermeiro no atendimento pré-hospitalar móvel conforme a literatura.

3. Materiais e Método

Revisão integrativa de literatura cuja coleta de dados ocorreu a em fontes disponíveis online. A busca foi realizada, durante os meses de agosto a setembro de 2017.

A revisão integrativa de literatura é um método amplo que permite a inclusão de literatura teórica e empírica, bem como outros estudos com abordagens metodológicas (quantitativas e/ou qualitativas), tem como principal finalidade reunir e sintetizar os estudos realizados sobre um determinado assunto 6.

A Revisão Integrativa é constituída por seis fases as quais serão a seguir descritas com as ações realizadas neste estudo6.

  • Fase 1: Identificação do tema ou questionamento da Revisão Integrativa

A identificação do tema “Atuação do enfermeiro no atendimento pré-hospitalar móvel” e da questão norteadora “Como se apresentam os resultados de estudos publicados em periódicos nacionais acerca da atuação do enfermeiro no atendimento pré-hospitalar móvel? ” o interesse em pesquisa sobre o tema se deu em observar a pouca produção científica a respeito do tema.

  • Fase 2: Amostragem ou busca na literatura

A busca das publicações/artigos ocorreu da Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), nas bases de dados da Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Scientific Electronic Library Online (SCIELO) e Base de Dados de Enfermagem (BDENF), além de Teses e análise de documentos.

Os descritores utilizados foram: Enfermagem, Atendimento pré-hospitalar, Emergência. Os critérios para a escolha dos descritores consistiram em: pertencer aos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) e representar ao menos em parte a temática do estudo. No intuito de potencializar a obtenção de artigos que refletissem o tema em questão, além da utilização individual dos descritores para a busca nas bases de dados, foi realizada cruzamento dos descritores.

Como critérios de inclusão dos artigos estabeleceram-se: artigos completos; publicados no período entre 2012 a 2017; indexados nas bases de dados mencionadas; abordagem da temática e que contemplassem acerca da atuação do enfermeiro no atendimento pré-hospitalar móvel.

  • Fase 3: Categorização dos estudos

As informações extraídas dos artigos selecionados se referiram aos seguintes itens: identificação do estudo; título do artigo; ano da publicação; fatores relacionados encontrados. Além desses itens, nos estudos foram observadas as informações sobre as metodologias utilizadas, os resultados alcançados e as conclusões a que os autores chegaram.

  • Fase 4: Avaliação dos estudos incluídos na Revisão Integrativa

Foi realizada a busca inicial pelos resumos dos artigos que respondiam aos descritores adotados e selecionados aqueles que mencionavam fatores relacionados acerca da atuação do enfermeiro no atendimento pré-hospitalar móvel dentro da temática.

  • Fase 5: Interpretação dos resultados

A partir de repetidas leituras dos resumos selecionados na fase anterior, se extraiu aqueles estudos que contemplavam a respeito da atuação do enfermeiro no atendimento pré-hospitalar móvel.

  • Fase 6: Síntese do conhecimento evidenciado ou apresentação da Revisão Integrativa

Após leitura do material selecionado, as informações capturadas foram disponibilizadas em fluxograma e tabela. Na discussão dos dados, estes foram agrupados em duas categorias sistemáticas: A importância enfermeiro no atendimento pré-hospitalar móvel e as dificuldades encontradas na atuação de enfermeiros no APH móvel.

Figura 01 - Fluxograma representativo do processo de seleção dos artigos.
Figura 01 – Fluxograma representativo do processo de seleção dos artigos.

4. Resultados e Discussão

Foram analisados um total de cinco artigos, que atenderam aos critérios de inclusão e apresentados no Quadro 1.

Quadro 1 – Artigos selecionados.

Autor /Ano Método Objetivo Resultados Conclusão
01 Bernardes et al,2014. Qualitativo Analisar como ocorre a supervisão no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. A supervisão é primordial nesse serviço, contudo é caracterizada como um processo de fiscalização, onde os enfermeiros não estão presentes fisicamente, o que prejudicial. Que a supervisão não tem atendido às expectativas dos trabalhadores, favorecendo o risco de erros, comprometendo a segurança do paciente e da equipe.
02 Costa et al, 2016. Exploratório e descritivo. Verificar se as ações voltadas para as situações riscos, baseadas em protocolos. Os protocolos obtiveram-se realidades positivas, os enfermeiros aplicam de forma sistemática os protocolos observados. Que enfermeiros do atendimento móvel em sua maioria seguem protocolos.
03 Anjos et al, 2016. Qualitativo. Descrever as perspectivas das enfermeiras no cuidado em atendimento pré-hospitalar móvel. A atuação no APH móvel é fundamentada em três pilares: protocolos institucionais, conhecimento técnico-científico e aspectos éticos da profissão.  Enfermeiras visa os protocolos como ferramentas essenciais para o direcionamento dos cuidados em atendimento pré-hospitalar móvel.
04 Fernandes et al, 2016.  Descritivo.  Refletir, sobre a importância da educação permanente nas práticas individuais e coletivas no atendimento pré-hospitalar móvel. Revela que a educação permanente acontece na prática, em um movimento constante de formação, ocorre no mundo do trabalho e o próprio ato do trabalho e é um ato formativo no APH. Educação permanente adquire potencialidade, visto que é identificada nas várias maneiras de se produzir saúde.
05 Silva et al, 2014 Exploratório-descritivo. Conhecer as principais dificuldades vivenciadas pela equipe de enfermagem que atua em no atendimento móvel de urgência. Ainda é desconhecida a função do SAMU por parte da população, há dificuldades com a central de regulação e deve ter estratégias que possibilitam a melhoria do serviço. Que a atuação com o Serviço de Urgência Móvel, instigando a reflexão acerca de possíveis estratégias para melhoria da realidade investigada.

 

Os estudos investigados apresentaram objetivos semelhantes, todos abordavam a atuação de enfermeiros no APH móvel e a importância da prática baseada em evidências para assistência adequada. Desta forma, mediante análise de conteúdo temática foi possível identificar as categorias indicadas e a seguir definidas.

4.1 A importância enfermeiro no atendimento pré-hospitalar móvel

Como integrante da equipe do APH, o enfermeiro tem papel importante na avaliação rápida da gravidade do trauma podendo representar oportunidade de sobrevida para a vítima.

O enfermeiro deve ter condição de desempenhar o papel articulador no sistema, na integralidade e integração ensino e cuidado, possibilitando a operacionalização dos serviços de saúde, o estudo 14 ressalta ainda a importância da assistência adequada aos pacientes durante atendimento pré-hospitalar móvel.

Segundo estudo 27, enfermeiros que atua no APH móvel na maioria cumprem as aplicações dos protocolos específicos do Ministério da Saúde mostraram-se devidamente preparados e seguros em relação às condutas orientadas dos protocolos, mostrando poder de decisão, qualidade na aplicação das condutas e técnicas eficientes para o atendimento das vítimas.

Os protocolos funcionam também como ferramenta para a redução de danos e proteção do profissional, o estudo 38 apontam que foram criados para otimizar e direcionar o atendimento de acordo com a gravidade e a prioridade da ocorrência, estabelecendo critérios e normas.

Como participante ativo da equipe do APH móvel o enfermeiro assume junto com toda a equipe a responsabilidade pela assistência prestada às vítimas graves sob o risco de morrer, agindo de acordo com protocolos estabelecidos.

Os processos gerenciais são os mais evidentes no trabalho do enfermeiro, que se subdividem em cuidar/assistir, administrar/gerenciar, pesquisar e ensinar, está envolvido no planejamento, organização e prestação do serviço. Precisa possuir conhecimento técnico científico sobre a área que lhe possibilite desenvolver habilidades e atitudes no atendimento a urgência e emergência, além de conhecimento quanto ao manuseio das ferramentas disponíveis no serviço12.

O que diferencia a atuação do enfermeiro no APH móvel é a forma de lidar com o ser humano, controle emocional e preparo pessoal, além de sua atenção humanizada fazendo uso da sua habilidade técnica e a responsabilidade que consiste em atender a atender a situações inesperadas em ambientes diversos.

O enfermeiro é multiprofissional supervisiona com conhecimento e ética, usando protocolos apesar da necessidade de educação tanto da equipe quanto da população.

4.2 As dificuldades encontradas na atuação de enfermeiros no APH móvel

Existem dificuldades encontradas por enfermeiros no atendimento pré-hospitalar móvel, a incorporação de novas tecnologias devido as adaptações constantes a novos e diferentes ambientes de trabalho, impossibilitando em alguns casos, a realização de protocolos9.

Problemas relacionados a aplicação de protocolos em alguns casos não ocorre de maneira efetiva, devido à falta de materiais e equipamentos para realização de alguns procedimentos em diferentes tipos de atendimentos, e em outros casos por falta de técnicas explícita nos protocolos7.

A atuação do enfermeiro no APH móvel pode ficar comprometida na ausência de profissional da equipe, comunicação ineficaz durante ocorrências, falta de capacitação para o atendimento diferenciado, no entanto o estudo 410 aponta necessidade apoio psicológico aos profissionais que lidam diariamente em situações estresse.

Ainda, de acordo com estudo 511 enfermeiros que atua no serviço de atendimento móvel de urgência, ainda relata que a população caracteriza o SAMU com central de ambulâncias para transporte de doentes, e sua função é atender pacientes que apresentem algum risco de lesão permanente ou morte.

Neste cenário de prática o enfermeiro vive constantemente no buscar de reconhecimento social e político, lutando contra entraves históricos, culturais e profissionais que permeiam seu trabalho12.

Contudo, a atuação do enfermeiro no APH móvel é baseada em conhecimento técnico cientifico, e mesmo perante as dificuldades do serviço, esse profissional tem sentimentos de gratificação e prazer em prestar um atendimento de qualidade, e   satisfação com esta prática é o que os fortalecem para continuar atender a população.

Considerações Finais

O objetivo deste estudo foi identificar a atuação do enfermeiro no atendimento pré-hospitalar móvel.

Após a análise dos estudos foi possível concluir que o enfermeiro é participante ativo e indispensável na equipe de APH móvel, sendo necessário ser um profissional capacitado ter conhecimento para agir de maneira eficiente, além de estar sempre preparado para enfrentar situações inesperadas, ter capacidade de tomar decisões imediatas com respostas rápidas para cada atendimento.

Este estudo possibilitou identificar que existem dificuldades durante o atendimento pré-hospitalar e mesmo atuando diversidade, profissionais ressaltam que trabalham com prazer, no intuito de prestar uma assistência de qualidade as vítimas, desenvolvendo sua função com habilidade e responsabilidade baseada em conhecimento técnico cientifico.

Percebe-se, portanto, a necessidade de atualização e  conhecimento específico para o bom desempenho da função, além de estar preparado para prestar atendimento nos diversos tipos de cenários e que apesar das dificuldades encontradas o seu compromisso é prestar uma assistência de qualidade a população.

Referências

1- Ministério da Saúde (Br). Portaria nº 2048, de 05 de novembro de 2002. Constitui a área de Urgência e Emergência em um importante componente da assistência à saúde. Brasília: (DF): Ministério da Saúde, 2002

2- Ministério da Saúde (Br). Política nacional de atenção às urgências. Brasília: DF: Ministério da Saúde, 2006.

3- Ministério da Saúde (Br).  Portaria nº 1863, de 29 de setembro de 2003. Institui a Política Nacional de Atenção às Urgências, a ser implantada em todas as unidades federadas, respeitadas as competências das três esferas de gestão. Brasília: (DF): Ministério da Saúde, 2002.

4- Bernades Andrea, Maziero Vanessa Gomes et al. Supervisão do enfermeiro no atendimento pré-hospitalar móvel. Rev. Eletrônica Enfermagem.2014;16(3):635-43. Disponível em: http://dx.doi.org/10.5216/ree.v16i3.21126.

5- Resolução COFEN Nº 375/2011, de 22 de março de 2011 (BR). Dispõe sobre a presença do Enfermeiro no Atendimento Pré-Hospitalar e Inter Hospitalar, em situações de risco conhecido ou desconhecido. Brasília (DF): Conselho Federal de Enfermagem; 2011. Disponível em: http://www.cofen.gov.br/resoluo-cofen-n-3752011_6500.html.

6- Pompeo Daniele Alcalá et al. Revisão integrativa: etapa inicial do processo de validação de diagnóstico de enfermagem. Acta Paul Enferm. 2009; 22(4): 434-8..

7- Costa Donato Farias et al. Atividades do enfermeiro no atendimento pré-hospitalar, com ênfase na unidade de suporte básico (USB) do serviço de atendimento móvel de urgência (SAMU) de Macapá. Rev Madre Ciência Saúde.2016; 1(1): 66-80.

8- Anjos Marilia Santos, Oliveira Simone da Silva, Rosa Darci de Oliveira Santa. Perspectivas de enfermeiras no cuidado em atendimento pré-hospitalar móvel. Rev Baiana de Enfermagem.2016; 30(1):375-381.

9- Ribeiro Luciene Barra, Silveira Carla de Paula, Castanheira Carlos Henrique Campos. Atuação do enfermeiro nos serviços de atendimento pré-hospitalares móveis no Brasil: revisão integrativa. Rev enferm UFPE.2015; 9(8): 8882-9.

10-  Laprovita Daniel et al. Educação permanente no atendimento pré-hospitalar móvel: perspectiva de Emerson Merhy. Rev enferm UFPE.2016; 10(12):4680-6.

11- Silva Suélen Fonseca, Lucio Dirce Beatriz Marquardt. Dificuldades vivenciadas em um serviço de atendimento móvel de urgência: percepções da equipe de enfermagem.  Rev Enferm. Cent. Oeste. Min. 2014; 4(2):1161-1172.

12- Rocha, Thays Batista da. Vivências do enfermeiro no serviço de atendimento móvel de urgência: detalhes de um grande desafio. [dissertação]. Belo Horizonte; 2013.Disponível em: http://hdl.handle.net/1843/GCPA-9ATFE2.

[1] Artigo apresentado ao Curso de Pós-Graduação em Enfermagem Emergência e Urgência, turma nº 24, do Centro de Estudos de Enfermagem e Nutrição/Pontifícia Universidade Católica de Goiás.

[2] Enfermeira, especialista em especialista em Emergência e Urgência.

[3] Doutora em Ciências da Saúde – FM-UFG, Doutora – PUC-Go, Mestre em Enfermagem – UFMG, Enfermeira, Docente do CEEN

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