Impacto da mobilização precoce na prevenção dos efeitos deletérios associados a queimaduras

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CONTEÚDO

REVISÃO INTEGRATIVA

CARVALHO, Dalylia da Silva [1], MACEDO, Ilsivânia Alves de [2], GASPAR, Sinara Barbosa [3]

CARVALHO, Dalylia da Silva. MACEDO, Ilsivânia Alves de. GASPAR, Sinara Barbosa. Impacto da mobilização precoce na prevenção dos efeitos deletérios associados a queimaduras. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 06, Ed. 12, Vol. 01, pp. 160-171. Dezembro de 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/impacto-da-mobilizacao

RESUMO

As queimaduras estão entre as principais causas de morte e incapacidade nos países de baixa e média renda. Quando não leva a óbito, as lesões podem ocasionar traumas potencialmente graves no que diz respeito a função motora, respiratória, psicológicas e cicatricial, do paciente queimado. Estas lesões devem ser tratadas desde a sua fase inicial, pois quanto mais tardio for o tratamento, maior o risco de sequelas. A fim de obter melhores resultados funcionais e diminuir o tempo de internação, surge a seguinte questão: Qual a relação da mobilização precoce com a redução da sintomatologia e prevenção de efeitos deletérios em vítimas de queimaduras? Pensando nisto, o objetivo desta revisão foi verificar o impacto da mobilização precoce em vítimas de queimaduras e sua relação com a recuperação das funções motoras, respiratórias e cicatriciais dos pacientes queimados, de acordo com a literatura já publicada. Para o desenvolvimento desta pesquisa, efetuou-se uma revisão integrativa da literatura nos principais periódicos indexados nas bases de dados: Google Acadêmico, SciELO, LILACS, ScienceDirect e SpringerLink e Pubmed, revistas, livros e sites do governo Brasil. Os critérios de inclusão para a seleção do estudo foram: artigos científicos, incluindo pesquisas originais e revisões, disponíveis eletronicamente, divulgados nas línguas portuguesa, inglesa e chinesa, em periódicos nacionais e internacionais, entre os anos de 2011 a 2021. Os critérios de exclusão foram artigos em duplicidade, dissertação, teses, resumos, e qualquer um destes que não responderam à problemática desta pesquisa. Os resultados deste estudo sugerem que a mobilização precoce fisioterapêutica em pacientes queimados é um método de fundamental importância, a fim de diminuir o imobilismo prolongado, prevenir e tratar as sequelas pós trauma, contribuindo significativamente na recuperação do paciente. Conclui-se que a prática da mobilização realizada desde a fase inicial das lesões está relacionada com a promoção de maior independência e restauração da funcionalidade das estruturas corporais acometidas e consequentemente, abreviar alta hospitalar.

Palavras-chave: Queimaduras, Fisioterapia, Reabilitação, Mobilização Precoce, Recursos Fisioterapêuticos.

1. INTRODUÇÃO

As queimaduras podem ser definidas por lesões cutâneas, ocasionadas por um agente externo em decorrência de um trauma térmico, elétrico, químico ou radioativo. O qual pode ocasionar destruição total ou parcial da superfície corporal. A gravidade e prognóstico do trauma são definidos de acordo com o agente causador, profundidade, localização e extensão da área lesionada, levando em consideração a idade, lesões associadas e doenças preexistentes (ANDRADE, 2011). Podem ser classificadas em 1°, 2° e 3° grau de acordo com a profundidade e camadas da pele acometidas (BARBOSA, 2011). A extensão e gravidade do paciente classificam-se em Pequeno, Médio e Grande Queimado (MINAS GERAIS, 2000).

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que anualmente ocorram cerca de 180.000 mortes causadas por queimaduras, em sua maioria em países de baixa e média renda (WHO, 2018). Estima-se que no Brasil 1 milhão de indivíduos se queime por ano, remetendo um sério problema de saúde pública, com custos elevados para o governo brasileiro. De acordo com o Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), os valores gastos com atendimentos durante o ano de 2020, segundo a Lista Morb CID-10, corresponde ao valor de R$ 4.608.349,33 de custos hospitalares para vítimas de queimaduras e corrosões, e de R$ 437.503,57 para lesões, envenenamento e algumas outras consequências de causas externas (BRASIL, 2021).

Quando não leva a óbito, as lesões podem provocar limitações funcionais, desordem psicológica e social (FERNANDES, 2019). Dentre os acometimentos, destacam-se as úlceras (escaras), contraturas articulares ou de tecidos moles, problemas respiratórios, posturas viciosas, lesões pulmonares, problemas cardiológicos, dor na região afetada, diminuição da amplitude de movimento, sepse e imunossupressão (ALVES, 2018; BARRETO, 2018).

O tratamento das queimaduras está diretamente relacionado com a estimativa da Superfície Corpórea Queimada SCQ, visto que a estimativa é essencial para a ressuscitação com fluidos, decisões de transferência de pacientes, manejo posterior, prognóstico e pesquisa (MURARI, 2019). Para o cálculo da SCQ vários métodos foram criados, dentre os mais utilizados estão: Gráfico de Lund-Browder, e a Regra dos Nove.

A Regra dos Nove divide a superfície do corpo em áreas que correspondem a 9% ou múltiplos de 9% da superfície corporal total. Já o Método de Lund e Browder apresenta as porcentagens das áreas acometidas modificadas, a fim de levar em consideração um contínuo de idade e o crescimento de diferentes segmentos do corpo (O’SULLIVAN, 2010).

Anteriormente, o fisioterapeuta iniciava sua conduta somente após alta hospitalar, contudo, atualmente o profissional possui habilidades, métodos e linhas de conhecimento que permitem atuar em todas as fases de progressão das lesões, com recursos específicos que permitirá melhor cicatrização e prevenirá instalação de sequelas futuras (FERNANDES, 2019). A aplicação da melhor técnica fisioterapêutica, vai depender das significativas condições clínicas do paciente observando três aspectos: profundidade, extensão e localização da respectiva lesão (CARREIRO, 2015).

A fim de obter melhores resultados funcionais e diminuir o tempo de internação, surge a seguinte questão norteadora: qual a relação da mobilização precoce fisioterapêutica com a redução da sintomatologia e prevenção de sequelas em pacientes que sofreram queimaduras? Pensando nisso, o objetivo desta revisão foi verificar o impacto da mobilização precoce realizada pelo fisioterapeuta, em vítimas de queimaduras, e sua relação com a recuperação das funções motoras, respiratórias e cicatriciais dos pacientes queimados, explanando sobre os efeitos deletérios ocasionados em consequência do imobilismo prolongado, de acordo com a literatura já publicada.

2. MATERIAIS E MÉTODOS

Para o desenvolvimento desta pesquisa efetuou-se uma revisão integrativa da literatura. As fases desta revisão integrativa foram: definição do tema e desenho do estudo, critérios para a seleção dos estudos, pesquisa e avaliação dos dados, interpretação dos resultados e produção da revisão. Para auxílio nessa etapa, foram utilizadas fichas de coleta de dados constituídas de ano da publicação, tipo de estudo e tema principal como objeto do estudo. O levantamento dos artigos foi realizado nos principais periódicos indexados nas bases de dados: Google Acadêmico, SciELO, LILACS, ScienceDirect e SpringerLink e Pubmed, revistas, livros e sites do governo Brasil, utilizando-se os descritores: Queimaduras, Fisioterapia, Reabilitação, Mobilização Precoce e Recursos Fisioterapêuticos- correspondentes ao idioma do banco de dados consultado. Os critérios de inclusão para a seleção do estudo foram: artigos científicos, incluindo pesquisas originais e revisões, disponíveis eletronicamente, divulgados nas línguas portuguesa, inglesa e chinesa, em periódicos nacionais e internacionais, entre os anos de 2011 a 2021. Os critérios de exclusão foram artigos em duplicidade, dissertação, teses, resumos, e qualquer um destes que não responderam à problemática desta pesquisa. A coleta de dados ocorreu no segundo semestre de 2021. Por meio das buscas realizadas, foram coletados 79 artigos que estavam de acordo os critérios de inclusão e possuíam os descritores selecionados, no entanto, após a leitura dos resumos 49 artigos foram excluídos, por não possuírem relação direta com o estudo ou que apresentaram duplicidade nas plataformas de busca. Desse modo, restaram 30 artigos que foram empregados para o desenvolvimento da revisão.

3. RESULTADOS E DISCUSSÕES

Diante do cuidado com o paciente queimado, a intervenção precoce da fisioterapia promove aumento do metabolismo das proteínas e reduz a mortalidade dos pacientes, previne atelectasias e infecções respiratórias, contraturas e deformidades musculares, estimula precocemente as atividades da vida diária, melhora a elasticidade e nutrição dos tecidos articulares e musculares, além de promover maior independência (BAYRAMLAR, 2019; FU, 2019).

Através da mobilização precoce das articulações, músculo, fáscias e tendões, objetivando prevenir e tratar as sequelas imediatas e tardias, a fim de melhorar a qualidade de vida e proporcionar a reintegração social, exercícios passivos e ativos também devem ser iniciados o mais precocemente possível de acordo com o quadro clínico e hemodinâmico do paciente (BOULHOSA, 2015).

A mobilização precoce incluí amplas atividades passivas, como amplitude passiva de movimento (94%), levantar a cabeceira da cama (92%), uso da posição completa da cadeira na cama (89%), transferências ativas (98%), ênfase na sustentação de peso, como levantar-se cedo (97%), sentar-se ativamente na posição vertical com oscilação (96%) e exercícios de amplitude de movimento ativos ou ativados (95%) (BAKHRU, 2015).

Segundo FERREIRA (2016), para a conduta da mobilização precoce pacientes queimados devem ser observados criteriosamente e selecionados. Além dos exercícios passivos, ativo-assistidos e ativos, existem outros meios complementares de realizar a mobilização precoce, como a eletroestimulação neuromuscular, prancha ortostática, e também técnicas de massagem, musicoterapia (associando ou não com massagem) e terapia utilizando dispositivos tecnológicos. AIQUOC, (2019)

A musicoterapia atua no sistema nervoso autônomo inibindo as respostas de fuga ou luta, de modo que interfere na modulagem da dor por meio da distração, proporcionando melhorias na saúde mental e física, aumento do nível de relaxamento e reduzindo a intensidade da dor e da ansiedade em pacientes queimados (ARDEBILI, 2017).

Em pequeno estudo de Carter et al (2015) afirmou que, o console de videogame interativo, reduziu a dor, principalmente para aqueles com níveis basais de dor mais elevados, sem causar complicações, levando a hipótese que a terapia com dispositivos tecnológicos estaria associada também na redução do receio de evitar a manutenção ou promoção da amplitude de movimento (ADM) articular e dos padrões de movimentos compensatórios.

Além de mobilizar precocemente as vítimas de queimaduras, as áreas lesionadas devem ser mobilizadas diariamente para manutenção da integridade articular e prevenção de rigidez muscular, pois o comprometimento articular é comum nas articulações afetadas e nos membros imobilizados por longos períodos. Desta forma é importante o posicionamento adequado e uso suplementar das órteses, associados com mobilizações regulares, conforme limitações do paciente (FU, 2019).

Na maioria dos programas de fisioterapia, a cinesioterapia deve ser a principal intervenção, visando eliminar ou reduzir a limitação funcional e incapacidades, principalmente nas disfunções do sistema musculoesquelético. Durante todo o período de internação e após a alta hospitalar, esses pacientes devem ter acompanhamento fisioterapêutico o mais precoce possível com intuito de prevenir e tratar as alterações relacionadas aos distúrbios respiratórios e do movimento, sendo eficaz para aumentar a massa muscular e função após queimaduras graves (BASTOS, 2017; BKRSHEIM, 2014). Mesmo em um ambiente hospitalar, a intervenção precoce é essencial para obter os resultados esperados de reabilitação, cicatrização, e também para minimizar as sequelas físicas e psicológicas da pessoa (FERREIRA, 2014).

Avaliou-se através de ensaio clínico, a eficácia da mobilização precoce no tempo de internação em pacientes da UTI, ressaltando a importância da mobilização precoce para abreviar alta hospitalar. Para pacientes críticos, foi demonstrado maior funcionalidade e aumento da força muscular inspiratória quando submetidos ao protocolo de mobilização precoce e sua utilização na prática clínica parece ser viável e segura e tem efeitos benéficos sobre os fatores que estão associados com a permanência prolongada na Unidade de Terapia Intensiva e ventilação mecânica como o declínio funcional, aumento da morbidade e mortalidade e custos assistenciais (ALBUQUERQUE, 2012; CAMELIER, 2014).

Para que a mobilização seja aplicada de forma segura é necessário ter em mente os fatores limitantes e as barreiras impostas em cada unidade de terapia e implantar diretrizes e realizar treinamento à equipe visando considerar um processo dinâmico, elaborando um protocolo que melhor se encaixa para o hospital.  Uma das barreiras para a mobilização precoce é o uso da sedação intensificada sendo a questão mais comentada sobre contraindicações, porém não há relatos de qual seria a dose nem quais os tipos de sedação para que isso se torne uma barreira. Taquicardia ou bradicardia, sinais de desconforto respiratório, baixa saturação e aumento da pressão arterial média são outras barreiras para tal conduta (FERREIRA, 2016).

A mobilização na fase inicial relaciona-se a melhores resultados funcionais, como meta principal a ser seguida pela equipe. Realizada sempre que indicada, conforme as contraindicações, limitações e variações biológicas de cada indivíduo. Para sua realização, é de domínio específico do fisioterapeuta a prescrição das atividades, assim como as etapas do desenvolvimento. Objetivando independência em locomoção e transferência, como meta por parte de toda equipe multidisciplinar da terapia intensiva (AQUIM, 2019).

A deambulação precoce auxilia na prevenção de algumas complicações relacionadas à imobilização após enxerto de pele para queimaduras de extremidades inferiores (GAWAZIUK, 2018). Após o enxerto de membro inferior, um protocolo de deambulação pós-operatório precoce deve ser iniciado imediatamente, ou o mais rápido possível, a menos que qualquer critério de exclusão seja encontrado. Antes da deambulação deve ser aplicada a compressão externa (HEALEY, 2012).

Barbosa, et al (2019), demonstrou através de achados da literatura a aplicação da Cinesioterapia em crianças e adultos queimados, questionando quais os programas terapêuticos mais eficazes para tratamento destes pacientes, desta forma concluindo que “exercícios resistidos, isométricos e aeróbicos após alta- hospitalar 5 vezes por semana, durante 6 a 12 semanas, proporcionam melhores resultados para crianças queimadas, e 3 vezes na semana, durante 12 semanas fisioterapia aquática e em terra para adultos’’.

Hardee, et al (2015), discorreu sobre a imobilização prolongada e a necessidade de ventilação mecânica, as quais podem prejudicar a função pulmonar e ocasionar diversos efeitos deletérios ao paciente. Pensando nisto, o autor propõe que o exercício físico de reabilitação estruturada para pacientes graves, (os quais sofreram queimaduras abrangendo 30% da área de superfície corporal total) desempenham um papel importante, sendo uma estratégia segura e eficaz a fim de restaurar a aptidão cardiorrespiratória e a função física do paciente, todavia em graus mais elevados do que a reabilitação convencional.

Com o acompanhamento da equipe e as estratégias para promover a vigília e o desmame da ventilação mecânica, a realização da mobilização precoce baseia-se na estreita ligação entre a participação física de pacientes e profissionais nas práticas padronizadas na UTI durante a terapia (BAKHRU, 2015).  As técnicas mais utilizadas em pacientes queimados na função respiratória de acordo com a literatura, são higiene brônquica, técnicas de expansão pulmonar e a terapia por exercícios respiratórios para promover a ventilação pulmonar (JANTORNO, 2019).

4. CONCLUSÕES

Os resultados deste estudo sugerem que a mobilização precoce fisioterapêutica em pacientes queimados é um método de fundamental importância, a fim de diminuir o imobilismo prolongado, prevenir e tratar as sequelas pós trauma, contribuindo significativamente na recuperação do paciente. Retomando a questão norteadora: Qual a relação da mobilização precoce com a redução da sintomatologia e prevenção de efeitos deletérios em vítimas de queimaduras? Conclui-se, que a prática da mobilização realizada desde a fase inicial das lesões está relacionada com a promoção de maior independência e restauração da funcionalidade das estruturas corporais acometidas, estimulação precoce das atividades de vida diária, melhora da elasticidade e nutrição dos tecidos articulares e musculares, aumento da força muscular, redução de aderências cicatriciais, diminuição do quadro álgico e consequentemente, abreviar alta hospitalar. Vale ressaltar que a interação desses pacientes com os profissionais também contribui no aspecto psicológico, pois através do apoio recebido é minimizado o sofrimento durante o período de reabilitação e otimizado a recuperação e promoção da qualidade de vida.  Portanto, sugere-se a necessidade de estudos futuros, com detalhamento de técnicas e recursos utilizados para um melhor aperfeiçoamento das práticas fisioterapêuticas no atendimento precoce nas vítimas de queimaduras.

REFERÊNCIAS

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[1] Acadêmica de Fisioterapia. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-9477-9638.

[2] Acadêmica de Fisioterapia. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-8722-4861.

[3] Orientador. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-8509-3669.

Enviado: Outubro, 2021.

Aprovado: Dezembro, 2021.

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