O papel do enfermeiro com os clientes diabéticos [1]

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ALVES, Domingos Pereira [2]

ALVES, Domingos Pereira. O papel do enfermeiro com os clientes diabéticos. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 08, Vol. 05, pp. 115-136, Agosto de 2018. ISSN:2448-0959

RESUMO

Neste trabalho foi enfatizado, os conceitos de diabetes mellitus que é uma patologia crônica, caracterizada pela elevação da glicose na corrente sanguínea (hiperglicemia). Ocorre devido a defeitos na secreção ou na ação do hormônio insulina, que é produzido no pâncreas, pelas chamadas células betas. A função principal da insulina é promover a entrada de glicose para as células do organismo de forma que ela possa ser aproveitada para as diversas atividades celulares. A falta da insulina ou um defeito na sua ação resulta, portanto em acúmulo de glicose na corrente sanguínea, o que é chamado de hiperglicemia, e também sobre as ações que os enfermeiros realizam com os clientes diabéticos, que é cuidar, planejar criar, e executar ações que visem o melhoramento, e a qualidade de vida no quadro de saúde destes pacientes. abordaremos também os comportamentos que estes clientes apresentam, e o conhecimento que o mesmo tem da patologia , que durante as pesquisas foi percebido, que muitos pacientes conhecem a patologia e aderem ao tratamento, enquanto outros sabe pouco sobre a doença e tem muitas dificuldades para se aderirem ao tratamento, foi realizado uma pesquisa exploratória , que tem como objetivo ´´proporcionar maior familiaridade com o problema como levantamento bibliográfico , entrevistas, pesquisa bibliográfica ou estudo de caso “ e de caráter descritiva onde os ´´fatos são observados, registrados, analisados, classificados e interpretados, sem interferência do pesquisador com o uso de técnicas padronizadas de coleta de dados questionário e observação sistemática.“

Palavras-chave: Diabetes Mellitus, Cuidados, Enfermagem, Comportamentos

Introdução

tendo em visita que o diabetes mellitus está em alta, e que afeta milhões de pessoas no brasil, e percebendo a necessidade de se aprofundar nesse assunto, o presente trabalho abordará o seguinte tema: (o papel do enfermeiro com as pessoas portadoras do diabetes mellitus), que é um tema atual, e de muita importância, também analisando alguns trabalhos já publicados, e os dados do ministério da saúde sobre o assunto, foi perceptivo o aumento do número de pessoas com (dm), pensando nisso falaremos no decorrer deste trabalho o que os enfermeiros enquanto profissionais de saúde podem fazer para ajudar na qualidade de vida dos clientes portadores do(dm).

Porque estudar sobre esse tema? Porque é um tema de extremamente importante, e está presente na vida de milhões de pessoas no Brasil e no mundo, e de acordo com as pesquisas realizada para esse trabalho, a cada ano aumenta o número de pessoas com essa patologia, foi feita uma pesquisa exploratória ,secundária de caráter descritivo sobre o assunto , bem como de alguma forma contribuir com os profissionais de enfermagem nos cuidados com os portadores do (DM) e suas complicações, e abordar a atuação do enfermeiro com relação aos portadores da Diabetes Mellitus. Afinal o que os enfermeiros podem fazer para ajudar esse público? Esse é o objetivo do presente trabalho, mostrar que o profissional de enfermagem tem uma missão muito importante, pois são eles que tem os primeiros contatos com essas pessoas, e tendo em vista esse contato, eles podem planejar, criar, e executar, ações que visem a qualidade de vida dessas pessoas, e assim reduzir as complicações e a taxa de mortalidade decorrente da (DM.

Como metodologia foi realizado, uma pesquisa, exploratória e secundária de caráter descritiva, em sites seguros e de natureza científica como google acadêmico, SciELO, livros revistos de enfermagem, sites da secretaria de saúde DF, e Ministério da saúde e da Sociedade Brasileira de diabetes. Também na realização desse trabalho, será feito uma análise de todos os materiais encontrado e citadas no referencial teórico deste trabalho.

Nos objetivos específicos abordaremos o conceito de (DM). Que é uma patologia crônica causada por um distúrbio no metabolismo tendo como característica principal a hiperglicemia que é caracterizada pela presença de níveis elevados de açúcar (glicose) na corrente sanguínea, podendo ser causada pelo excesso de açúcar ingerido na alimentação, falta de exercícios físicos ou, para os diabéticos, falta de insulina, podendo evoluir ao longo do curso de um dia ou vários dias. Os principais sintomas dos níveis elevado de açúcar na corrente sanguínea em pessoas não diabéticas são semelhantes ao de um diabético e incluem: aumento da micção, sede e fome, fadiga, agitação, a perda de peso, também podem ser sintomas menos comuns. Embora a pessoa tenha esses sintomas, nem sempre signifiquem que a pessoa tem hiperglicemia.

No segundo objetivo específico será abordado sobres os cuidado que os profissionais de enfermagem realizam com os clientes diabéticos, que de acordo com os achados nas pesquisas realizadas para esse trabalho, os mesmos tem os primeiros contatos com, os portadores do (DM) entre outros pacientes de modo geral, tendo em vista esse contato ,deve se ter uma atenção especial diante do quadro de saúde desses pacientes, e pensando nisso pode se pensar em planejar, criar, e executar projetos que visem o controle dos níveis de glicose na corrente sanguínea, e com isso reduzir os riscos de complicações decorrente da doença, trazendo para esses clientes qualidade de vida.

No terceiro e último objetivo específico falaremos sobre os comportamentos que os portadores do( DM) apresentam, e como estão os conhecimentos dos mesmos com relação a patologia, pois de acordo com os achados nas produções científicas referenciadas neste trabalho, muitos desses pacientes não tem o mínimo de conhecimento da doença, e por serem leigos a respeito da patologia, e das complicações que a mesma causam, não dão ênfase para os tratamentos, para as dietas, entre outras orientações que os profissionais de saúde dão, em contra partida aqueles que dão a devida importância aos tratamentos, se aderem aos grupos formados com esse fim, praticam atividades físicas, e se importam com as orientações passadas pelos profissionais de saúde, uma vez obedecendo as orientações se tem o controle dos níveis de glicose na corrente sanguínea, como também qualidade de vida.

OBJETIVOS

Identificar nas produções cientificas sobre o papel do enfermeiro com o cliente diabético.

  • Identificar nas produções cientificas sobre os conceitos de Diabetes Mellitus.
  • Descrever a atuação do enfermeiro com os clientes diabéticos.
  • Abordar os comportamentos que os portadores do diabetes mellitus apresentam.

1 .CAPÍTULO i: DIABETES MELLITUS

(SBEM 2017) Diabetes Mellitus é uma patologia crônica, caracterizada pela elevação da glicose na corrente sanguínea (hiperglicemia). Ocorre devido a defeitos na secreção ou na ação do hormônio insulina, que é produzido no pâncreas, pelas chamadas células betas. A função principal da insulina é promover a entrada de glicose para as células do organismo de forma que ela possa ser aproveitada para as diversas atividades celulares. A falta da insulina ou um defeito na sua ação resulta, portanto em acúmulo de glicose na corrente sanguínea, o que é chamado de hiperglicemia.

1.1 Classificação do (DM)

Sabemos que há diversas condições que podem levar ao diabetes, porém a grande maioria dos casos se divide em dois grupos: Diabetes Tipo 1 e Diabetes Tipo 2.

O diabetes tipo 1 se dá devido a destruição das células beta pancreáticas por um processo imunológico, ou seja, pela formação de anticorpos pelo próprio organismo contra as células beta, levando a deficiência de insulina. Nesse caso podemos detectar em exames de sangue a presença desses anticorpos que são: ICA, IAAs, GAD e IA-2. Eles estão presentes em cerca de 85 a 90% dos casos de DM 1 no momento do diagnóstico. Em geral costuma acometer crianças e jovens, más podem ser desencadeados em qualquer faixa etária.

O Diabetes tipo 2

Acontece de forma diferente do tipo 1, neste caso estão incluídos a maioria dos pacientes diabéticos, cerca de 90% dos casos. Nesses pacientes, a insulina é produzida pelas células beta pancreáticas, porém, sua ação fica comprometida, caracterizando um quadro de resistência insulínica, levando a um aumento da produção de insulina para tentar manter a glicose em níveis normais. Quando isso não é possível, o excesso de glicose vai para a corrente sanguínea e surge o diabetes. A instalação do quadro acontece de forma lenta, e os sintomas são: sede, aumento da diurese, dores em membros inferiores, alterações visuais entre outros.

Ao contrário do Diabetes Tipo 1, no (DM) tipo2 há geralmente associação com aumento de peso e obesidade, acometendo principalmente adultos a partir dos 50 anos. Contudo, observa-se, cada vez mais, o desenvolvimento do quadro em jovens, e até em crianças. Isso se dá, principalmente, pelo aumento do consumo de gorduras e carboidratos aliados à falta de exercícios físicos, diante deste quadro, o endocrinologista tem, mais do que qualquer outro especialista, a chance de diagnosticar o diabetes em sua fase inicial, por isso que há uma quantidade maior de pacientes que procuram este profissional por problemas de obesidade.

Segundo a sociedade Brasileira de diabetes (SBD 2017) há outros tipos de DM como:

Diabetes mellitus gestacional (DMG) é a intolerância aos carboidratos diagnosticada pela primeira vez durante a gestação e que pode ou não persistir após o parto. É o problema metabólico mais comum na gestação e tem prevalência entre 3% e 25% das gestações, dependendo do grupo étnico, da população e do critério diagnóstico utilizado.4,5 Muitas vezes representa o aparecimento do diabetes mellitus tipo 2 (DM2) durante a gravidez.

1.2 Fator de risco (DM) tipo 1.

Já se sabe que há uma influência genética, como também ter um parente próximo com a doença, aumenta consideravelmente as chances desse indivíduo desenvolver também a doença. Mas ainda não há pesquisa conclusivas sobre os fatores de risco para o Diabetes Tipo1.

1.3 Fator de risco (DM) tipo 2

(Sociedade Brasileira de Diabetes SBD 2017) pessoas que apresentam fatores de risco para o desenvolvimento de diabetes tipo 2 devem realizar consultas médicas periodicamente e fazer exames com frequência, e atentar para alguns fatores de risco como:

Diagnóstico de pré-diabetes diminuição da tolerância à glicose ou glicose de jejum alterada.

Hipertensão arterial

Colesterol alto ou alterações na taxa de triglicérides na corrente sanguínea;

Está acima do peso, principalmente se o tecido adiposo estiver concentrado na região abdominal.

Mães de recém-nascidos com mais de 4 kg.

Mulheres com antecedentes de abortos frequentes, partos prematuros, mortalidade perinatal, polidrâmnio, diabetes gestacional.

Histórico familiar (pais, filhos, irmãos, etc.).

Quem tem síndrome de ovários policísticos;

Teve diagnóstico de alguns distúrbios psiquiátricos, como esquizofrenia, depressão, transtorno bipolar;

Quem tem apneia do sono;

HDL – colesterol < 35 mg/dl.

Triglicerídeos > 200 mg/dl.

Uso de medicamentos diabetogênicos (corticoides, anticoncepcionais, etc.).

Sedentarismo.

1.4 Diagnóstico do (DM)

O diagnóstico do diabetes as vezes se torna difícil quando se considera que alguns sintomas clássicos da doença como (poliúria, polidipsia e polifagia) não estão presentes na maioria dos casos de diabetes tipo 2 (DM2). Portanto, o diagnóstico do diabetes tipo 2 e do pré-diabetes só poderá ser confirmado por meio de testes laboratoriais de glicemia e de hemoglobina glicada (A1C). (DIABETES, SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES, 2017)

Alguns critérios para o diagnóstico de (DM). Segundo (SBD 2017)

Tabela 1- Critério diagnóstico para diabetes.

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Fonte: conduta terapêutica no diabetes tipo 2: algoritmo SBD 2015.

1.6 Critérios para o diagnóstico de pré-diabetes segundo (SBD 2017)

Tabela 2 – Critério diagnóstico para diabetes.

C:\Users\dpasd\AppData\Local\Microsoft\Windows\INetCache\Content.Word\mod-4-cap-7-tabela2-a.jpg
Fonte: conduta terapêutica no diabetes tipo 2: algoritmo SBD 2015.

 2. RESUMO DO PERFIL TERAPÊUTICO DOS FÁRMACOS UTILIZADOS NO TRATAMENTO DO DIABETES TIPO 2

Segundo (Conduta Terapêutica no Diabetes Tipo 2: Algoritmo SBD 2015)

As diferentes intervenções terapêuticas apresentam diferentes níveis de eficácia comparativa e de potencial de redução da A1C. Por tanto estes fatos precisam ser levados em consideração no momento de se definir a melhor estratégia terapêutica para cada paciente. (Tabela 3). (SBD 2015) Tabela 3 Potencial de redução da a1c em pacientes com diabetes tipo 2

Tabela 3 – conduta terapêutica no diabetes tipo 2: algoritmo( SBD )2015

Fonte: conduta terapêutica no diabetes tipo 2: algoritmo (SBD )2015

Um estudo, publicado em novembro de 2012, incluiu 218 estudos randomizados e controlados, perfazendo 78.945 pacientes portadores do (DM) e teve por objetivo avaliar o potencial de redução da A1C de 8 classes de agentes antidiabéticos para o tratamento do DM2. Esse mesmo estudo mostrou que, até um nível de A1C inicial de 8,5%, os tratamentos não insulínicos mostraram uma adequada eficácia redutora da A1C, enquanto que a partir de um nível inicial de A1C>8,5%, os tratamentos com insulina mostraram-se, progressivamente, mais eficazes em termos de seus efeitos redutores de A1C (SBD 2015).

2.1 “As principais características dos perfis terapêuticos dos fármacos utilizados no tratamento de diabetes tipo 2 estão resumidas na tabela 4

Tabela 4. Opções farmacológicas para o tratamento não insulínico do (DM 2).

Fonte: conduta terapêutica no diabetes tipo 2: algoritmo SBD 2015

3.CAPÍTULO ii : ESTRATÉGIA DE ENFERMAGEM NA ATENÇÃO AOS DIABÉTICOS.

Os indivíduos com presença de fatores de risco de (DM) requerem investigação diagnóstica laboratorial, o teste laboratorial que deverá ser utilizado na suspeita de diabetes é a glicemia de jejum (nível de glicose na corrente sanguínea após um jejum de 8 a 12 horas). E o processo de educação em saúde do usuário deverá ser contínuo e iniciado na primeira consulta, é fundamental que o plano de cuidados seja de comum acordo com o paciente, e que o mesmo esteja ciente das mudanças necessários para se obter qualidade de vida.

A avaliação inicial visa investigar se existe um problema associado que requeira tratamento imediato ou investigação mais detalhada, por tanto para se estabelecer um plano terapêutico é preciso classificar o tipo de diabetes e o estágio glicêmico. É de competência do enfermeiro, realizar consulta de enfermagem nos clientes com maior risco para desenvolver dm tipo 2, abordando fatores de risco, estratificação do risco cardiovascular.

A consulta de enfermagem tem o objetivo conhecer a história pregressa do paciente, como também seu contexto social e econômico, grau de escolaridade, avaliar o potencial para o autocuidado, e as condições de saúde. É importante que o enfermeiro estimule e auxilie aos pacientes a desenvolverem seus planos de autocuidado em relação aos fatores de risco identificados durante o acompanhamento. (CADERNO DE ATEÇÃO BÁSICA 2013, P.34)

3.1 Consulta de enfermagem para acompanhamento de clientes com (DM)

A consulta de enfermagem para o acompanhamento do paciente diagnosticado com (DM) pode ser realizada por meio da aplicação da sistematização da assistência de enfermagem (SAE) considerando seis etapas inter-relacionadas entre si tendo como objetivo a educação em saúde para o autocuidado.

A assistência de enfermagem para o paciente com Diabetes Mellitus precisa estar voltada para um processo de educação em saúde que auxilie o cliente a conviver melhor com a sua condição crônica, reforçando sua percepção de riscos à saúde e desenvolvendo habilidades para superar os problemas, mantendo a maior autonomia possível e tornando-se corresponsável pelo seu cuidado. As ações devem auxiliar a pessoa no conhecimento do seu problema de saúde e os fatores de risco correlacionados, identificar vulnerabilidades, prevenir complicações, e obter um bom controle metabólico que, em geral, depende de alimentação regular e de práticas de exercícios físicos. “Apresenta-se a seguir um resumo dos passos da consulta de enfermagem para pessoas com DM.”

3.2 Histórico

Acontece Identificação do paciente (dados socioeconômicos, ocupação, moradia, trabalho, escolaridade, lazer, religião, rede familiar, vulnerabilidades e potencial para o autocuidado).

Antecedentes familiares e pessoais (história familiar de diabetes, hipertensão, doença renal, cardíaca e diabetes gestacional).

• observar queixas atuais, história sobre o diagnóstico de DM e os cuidados implementados, percepção do paciente diante da doença, tratamento e autocuidado.

• Uso de Medicamentos para (DM) e outros problemas de saúde, e presença de efeitos colaterais.

• interrogar sobre os hábitos de vida: alimentação, sono e repouso, atividade física, higiene, e funções fisiológicas.

•. Identificar fatores de risco como (tabagismo, alcoolismo, obesidade, dislipidemia, sedentarismo).

3.3 Exame físico

Durante o exame físico se observa:

• Altura, peso, circunferência abdominal e IMC.

• Pressão arterial com o paciente em posição adequada

• Alterações na visão.

• Exame da cavidade oral, com atenção para a presença de gengivite, problemas odontológicos e candidíase.

• Frequência cardíaca e respiratória e ausculta cardiopulmonar.

• Avaliação da pele quanto a sua integridade, turgor, coloração e manchas.

• Membros inferiores: unhas, se há dor, edema, pulsos pediosos e lesões; articulações (capacidade de flexão, extensão, limitações de mobilidade, edemas); pés (bolhas, sensibilidade, ferimentos, calosidades e corte das unhas).

4 .CONDUTA DO ENFERMEIRO

(Roccha2014). Durante a avaliação ginecológica, quando pertinente, deve-se estar atento à presença de cândida albicans.

O enfermeiro deve atuar de forma contínua na prevenção e promoção da Saúde dos clientes portadores da diabetes mellitus. Através da consulta de enfermagem, o profissional tem a oportunidade de planejar ações de atendimento específicas para cada paciente

Durante a consulta de enfermagem ao cliente com diabetes mellitus, deve ser abordado alguns pontos importantes como: orientar sobre a necessidade de realizar a monitorização permanente da glicemia, a importância de adquirir hábitos saudáveis como a atividade física e a alimentação balanceada, orientar sobre os principais fatores de risco que precisam ser evitados, como o uso de Bebida alcoólica, o estresse, o fumo e o sedentarismo.

A consulta de enfermagem é de fundamental importância não apenas no Atendimento aos pacientes com diagnóstico de diabetes, mas também nos casos em quer há uma predisposição ao aparecimento dessa patologia. Portanto, através da consulta, o profissional de enfermagem passa a conhecer a história pregressa e socioeconômica do cliente, podendo assim montar um plano de cuidados específicos para cada paciente.

O profissional de enfermagem precisa desenvolver um plano de cuidados baseado nos fatores de riscos, que são reconhecidos a partir do momento em que o profissional passa a realizar o acompanhamento contínuo dos clientes, o paciente deve estar consciente dos riscos aos quais se encontra exposto caso sua glicemia não esteja sendo monitorada corretamente.

Na criação dos planos de cuidados, o diagnóstico de enfermagem pode ser inserido como um coadjuvante indispensável, pois o instrumento é cientificamente fundamentado e pode contribuir com a melhora na qualidade de vida dos clientes. Os enfermeiros, como educadores, precisam atuar com conhecimento técnico e científico que priorize o respeito e às individualidades de cada paciente. O diagnóstico de enfermagem pode contribuir como uma ferramenta indispensável na elaboração dos planos de cuidados oferecidos aos pacientes, tendo como objetivo a qualidade de vida dos mesmos.

É fundamental orientar os pacientes para que tenha mais autonomia, principalmente com relação à necessidade do autocuidado, seja em hospitais, nos lares, ou na comunidade. Nos casos graves, nos quais o paciente se encontra com alguma limitação, a assistência de enfermagem precisa estender-se também aos familiares e não somente ao paciente, pois em muitos casos o mesmo possui muitas limitações, com isso necessita da ajuda dos seus familiares.

O profissional de enfermagem precisa ter a capacidade e está preparado para receber e prestar assistência adequada à população, atuando sempre na prevenção e promoção da saúde, para que aja uma redução dos casos e das complicações que o diabetes acarreta. É necessário incentivar e mostrar a capacidade de cada paciente que esteja sob seus cuidados, inclusive sobre a ingesta correta das medicações. Nos casos em que o cliente precisa utilizar insulina, faz-se necessária as orientações sobre o modo de preparo, locais corretos de aplicação, e a importância de realizar os rodízios entre uma aplicação e outra.

Os enfermeiros precisam estimular a autonomia do paciente, observando se há restrições, a família pode contribuir significativamente na recuperação e ou manutenção da saúde dos mesmos, por isso se faz necessário estender essas orientações não só aos pacientes, mas à família com um todo. De acordo com as pesquisas realizadas para este trabalho em alguns artigos, cerca de 97% dos pacientes entrevistados informaram que as orientações que receberam dos enfermeiros através da consulta de enfermagem contribuíram significativamente com a melhora na qualidade de vida dos mesmos, reduzindo assim as complicações decorrentes dessa patologia. (COMIOTTO; MARTINS, 2006)

(Silva, 2016.) O ato de cuidar deve destacar a fisionomia, e os aspectos psicológicos e sociais dos pacientes, por isso é indispensável que o profissional tenha conhecimento sobre a patologia, o tratamento e a sua especificidade. A prevenção é essencial e deve ser utilizada como uma ferramenta que tem por objetivo a busca ativa dos novos casos de pacientes com diabetes mellitus, visando assim reduzir as principais complicações que essa doença desencadeia.

O enfermeiro deve ser considerado como sendo uma peça chave no cuidado ao paciente com diabetes mellitus, e, portanto, deve estar empenhado e motivado, para que assim possam oferecer aos pacientes um atendimento diferenciado, tendo em vista o bem-estar desses indivíduos. As vezes os enfermeiros atuam como educadores visando de forma contínua a prevenção e a promoção da saúde, pois agindo assim poderão contribuir significativamente com a redução dos novos casos e das diversas complicações às quais os pacientes se encontram expostos. Outro fator importante que pode contribuir com melhora no quadro de saúde do cliente, é a orientação com relação à ingesta correta das medicações, pois, dessa forma, o medicamento irá fazer os efeitos adequados no organismo dos indivíduos.

5 CAPÍTULO iii : COMPORTAMENTOS DOS PORTADORES DO (DM)

A Adesão ao tratamento é muito mais que simplesmente cumprir determinações do profissional de saúde, se entendida dessa forma, supõe que o paciente não tenha autonomia, sendo completamente excluído do controle do seu estado de saúde, cabendo esse papel exclusivamente ao profissional de saúde. Supõe também que não haja influência de familiares, amigos ou vizinhos, nem das representações de saúde, corpo e doença para o paciente. A realidade é que, no processo de adesão, ao tratamento os pacientes têm autonomia e habilidade para aceitar ou não as orientações dos profissionais de enfermagem ou de saúde, tornando-se participantes ativos do processo de cura.

Avaliar o processo de adesão não significa apenas avaliar o cumprimento de determinações de profissionais de saúde, mas permite ao paciente, embora numa perspectiva limitada, verificar fatores que tornam a inserção de determinadas atitudes necessárias ao tratamento de saúde tão difíceis e distantes da realidade de alguns pacientes, alguns fatores têm apresentado maior importância com relação à adesão dos pacientes ao tratamento. Entre eles estão respostas corporais, tais como queda dos episódios de hiperglicemia/hipoglicemia e dos níveis de glicemia, variáveis socioeconômicas (sexo, idade, raça, estado civil, ocupação, renda familiar e educação), relação custo-benefício do tratamento, interação entre médicos enfermeiros e pacientes, efeitos e interações medicamentosas (efeitos adversos e colaterais), concepções e conhecimentos a respeito da própria síndrome metabólica e participação da família o vínculo do cliente com a unidade de saúde, contando com terapias e profissionais empenhados e atualizados, também é parte importante desse processo.

De acordo com alguns artigos lido para realização de trabalho, os comportamentos dos pacientes com relação a Diabetes Mellitus são variados, principalmente quando se fala de alimentação, A necessidade de mudança de hábitos é percebida pela maioria dos pacientes como parte essencial do tratamento, porém é difícil fazer essa passagem, algumas vezes, a profissão ou o tipo de trabalho de cada paciente pode ser uma barreira para uma alimentação mais adequada. (CARVALHO & SENA, 2017)

O que se pode observar atualmente é que os hábitos alimentares da população em (CARVALHO & SENA, 2017) geral estão inadequados, não só em países desenvolvidos, como também em países em desenvolvimento, em virtude de mudanças sociais, econômicas e culturais, a maneira de se alimentar e a composição da dieta das pessoas foram alteradas. Essa mudança fez com que a população passasse a ingerir mais alimentos com alto valor calórico, e grande quantidade de açúcar refinado, maior quantidade de gorduras, principalmente gorduras saturadas, e maior quantidade de proteínas, enquanto que a quantidade de fibras e gorduras insaturadas diminuiu. Por tanto, é necessário um processo de reeducação alimentar global, envolvendo todas as pessoas de forma geral, embora isso seja premente para as pessoas diabéticas e seus familiares. Às vezes a pessoa interpreta a quantidade de alimentos indicada como insuficiente às suas necessidades, apresentando, assim, dificuldade de atender às prescrições de reestruturação do padrão alimentar, pois sua percepção das mesmas é que são impossíveis de serem seguidas.

O profissional de enfermagem deve estar atento para verificar o grau de compreensão que o paciente tem diante das recomendações feitas por ele. Diante disso o mesmo deve ser capaz de detectar possíveis distorções das recomendações. Para isso deve existir um diálogo entre o profissional e o paciente em um espaço reservado para que o paciente exponha suas dúvidas, caso contrário poderá ocorrer dificuldade de adesão por mal interpretação das informações. De acordo com as pesquisas alguns pacientes citam como uma dificuldade de adesão à dieta, a sua restrição financeira para adquirir os alimentos prescritos: Além da dificuldade em adquirir alimentos básicos, os clientes acrescentam a dificuldade para comprar produtos dietéticos:

As pessoas portadoras do (DM) precisam de tratamento como um processo contínuo, por que se o mesmo for interrompido poderá trazer consequências indesejadas, como essas consequências não são notadas a princípio, os pacientes podem acreditar que pequenos excessos não serão capazes de prejudicar seu estado de saúde. O profissional de saúde deve estar ciente de que, na vigência de uma condição de alteração crônica de saúde, são esperados períodos de flutuação na adesão, deve mostrar-se sensível para compreender os limites de cada paciente, e entender que para o diabético o tratamento representa em certa medida o cerceamento de sua liberdade, para alguns a dificuldade foi apenas inicial, sendo progressivamente superada, para outros, a transição foi tranquila.

De acordo com (Sena 2017) no antigo Crenças de pacientes diabéticos acerca da terapia nutricional e sua influência na adesão ao tratamento.

Essa menor dificuldade é verificada quando a pessoa apresenta hábitos alimentares semelhantes aos propostos no plano alimentar do diabé- tico e, portanto, não há dificuldade para fazer adaptações menores. Embora refiram não terem dificuldade em seguir a orientação alimentar, os entrevistados designados como P6 e P7 apresentaram valores de hemoglobina glicosilada acima do preconizado (9,1 e 13,2%, respectivamente). Assim, pode 158Pontieri FM, Bachin MM ter havido incongruência entre o discurso e a prá- tica ou incongruência de crenças, que são as percepções mais profundas e autênticas acerca do mundo real. Na categoria adesão à terapia nutricional, foi identificada a crença primitiva de consenso zero de que a dieta é difícil de ser seguida, podendo constituir-se como barreira à adesão do paciente ao tratamento. Frente à complexidade da síndrome, que envolve alterações e complicações orgânicas, impacto pessoal, familiar e ambiental, os gestores e profissionais de saúde precisam desenvolver ações de atendimento, contando com a participação de equipes multiprofissionais que estejam voltadas para compreender a subjetividade da população, de modo a produzir estratégias para potencializar as transformações das crenças em saúde. O termo “dieta”, usado comumente tanto pelos entrevistados como pelos profissionais de saúde de modo geral, traz uma conotação de restrição. Esta palavra poderia ser substituída por plano alimentar, alimentação saudável, ou adequada, por exemplo. Outra tônica que poderia ser adotada na relação dos profissionais com os usuários é de que a alimentação recomendada é aquela que é mais saudável, e que deveria ser adotada por todas as pessoas de modo geral, sob pena de complicações futuras para a saúde de todos.

6 CONHECIMENTO DOS PACIENTES SOBRE O (DM)

No que se refere ao conhecimento dos portadores do (DM) em relação a sua doença foi identificado através dos depoimentos citado no artigo (Costa e Junior 2010) que os clientes possuem conhecimento regular, pois não foram observadas informações incoerentes a respeito do diabetes. Além disso, não foi identificado diferenças marcantes nas falas dos entrevistados, levando em consideração o tempo de convívio com a doença, pois tanto aqueles que tem menos anos de descoberta da doença, como os que tinham mais anos de descoberta sabiam coisas similares a respeito do diabetes.

Analisando alguns artigos foram observados alguns resultados, importantes pois a maioria dos pacientes entrevistados pelos autores sabe que o diabetes é uma doença crônica que leva o paciente a fazer modificações nos seus hábitos de vida e que causa muitas complicações. Além disso, referem ainda que estes conhecimentos sobre sua doença são fundamentais na prevenção de complicações, no autocuidado e na manutenção do controle metabólico. Em um estudo realizado sobre o conhecimento dos pacientes diabéticos a respeito de sua doença demonstrou resultados insatisfatórios, pois a maioria dos entrevistados tinha um conhecimento superficial e até mesmo incoerente a respeito de sua patologia, e isto se deve à falta de informação por parte dos profissionais de enfermagem ou de saúde em geral que acompanham estes pacientes no hospital ou unidade básica de saúde. Desta forma, é imprescindível destacar a importância da equipe interdisciplinar para avaliar constantemente o seu processo de trabalho verificando se sua abordagem apresenta resultados positivos, ou precisa de novas direções educacionais. (ROCHA, O CONHECIMENTO DOS PORTADORES DO DM SOBRE AS COMPLICAÇÕES DA PATOLOGIA (2002).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O Diabetes Mellitus é uma doença crônica, um transtorno metabólico de diversas causas, caracterizado por hiperglicemia e distúrbios no metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras, resultantes de defeitos da secreção e/ou da ação da insulina (BRASIL, 2013 ) Está associado a complicações, disfunções e insuficiência de vários órgãos, especialmente olhos, rins, nervos, cérebro, coração e vasos sanguíneos, pode resultar de defeitos de secreção e/ou ação da insulina envolvendo processos patogênicos específicos, por exemplo, destruição das células beta do pâncreas (produtoras de insulina), resistência à ação da insulina, distúrbios da secreção da insulina, entre outros (BRASIL, 2006)

Ao longo das pesquisas foi notória e perceptiva, a importância que os profissionais de enfermagem têm com relação ao quadro de saúde dos portadores de diabetes mellitus, assim também como na saúde de todos os pacientes, pois os cuidados ao paciente diabético na perspectiva da atenção primária demonstrou ser um desafio para os envolvidos nos serviços de saúde. Foi percebido também nos estudos que o perfil dos portadores de diabetes, está de acordo com os fatores de risco referenciados para o desenvolvimento desta doença, uma população tanto nova, como de idade avançada, está com excesso de peso, dieta inadequada, e sedentários, entre outros.

Com relação aos comportamentos que os portadores do (DM) foi percebido que muito tem conhecimentos sobre a patologia, e se aderiram aos tratamentos e as dietas melhorando assim o seu quadro de saúde, enquanto outros pouco se sabe sobre a patologia, e não obedecem às orientações passada pelos profissionais de saúde, talvez por falta de uma orientação mais precisa por partes dos profissionais, e com isso vem as complicações indesejadas.

7 REFERÊNCIAS

1. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica – Brasília: Ministério da Saúde, 2006. Disponível em www.saude.gov.br.

2. Brasil. (29 de setembro de 2017). Minitério da Saúde. Fonte: Portal da Saúde: Portal da Saúde – Ministério da Saúde – www.saude.gov.br.

3. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Rastreamento. Brasília, 2010. (Cadernos de Atenção Básica, n. 29). Acessado em 18 de set 2017) disponível em www.saude.gov.br

4. Brasil. Ministério da Saúde (MS). Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Ações hipertensão arterial e ao diabetes mellitus. Brasília: MS; 2002 [acessado 29 SeDisponível www.saude.gov.br

5. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Sistema de Informação de Atenção Básica- Indicadores de Morbidade- Taxa de prevalência de Diabetes, 2013 a.Acesso em: 010/11/17 Disponível em.

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[1] Faculdade de ciências e tecnologias de Brasília-Faciteb
[2] Enfermeiro na faculdade Anhanguera de Brasília – Bacharel em enfermagem

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