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Aspectos positivos e negativos da restrição de carboidrato na dieta de indivíduos que buscam tratamento da obesidade

RC: 91216
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CONTEÚDO

ARTIGO DE REVISÃO

SILVA, Dayane Lucas Da [1]

SILVA, Dayane Lucas Da. Aspectos positivos e negativos da restrição de carboidrato na dieta de indivíduos que buscam tratamento da obesidade. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 06, Ed. 07, Vol. 06, pp. 05-13. Julho de 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/aspectos-positivos

RESUMO

A obesidade é uma doença crônica não transmissível com números crescentes e atinge o mundo todo, além de ser considerada um fator de risco para o desenvolvimento de outras doenças crônicas. O conhecimento desta informação, ratifica a importância das estratégias nutricionais para atuar mudando o estilo de vida da população e consequentemente, reduzir estes índices alarmantes. A restrição de carboidrato vem sendo esclarecida como uma das principais estratégias nutricionais para o tratamento da obesidade, pois a literatura apontas que os resultados iniciais são rápidos e incentiva o indivíduo, além de levar a redução do peso, melhora da composição corporal, controle da relação fome/saciedade e também melhora dos exames bioquímicos, como: colesterol, triglicerídeos e glicemia. A questão problema que levou ao desenvolvimento deste estudo é: Quais os aspectos positivos e negativos da restrição de carboidratos na dieta de indivíduos que buscam o tratamento da obesidade?. Método: Trata-se de uma revisão de literatura. Resultados: Conclui-se que, de acordo com as revisões de literaturas realizadas, a restrição de carboidrato no tratamento da obesidade demonstrou-se ser muito positiva, mas também há aspectos negativos como baixa energia, fraqueza, fadiga, possível reganho de peso e transtorno alimentar, além de deficiência de nutrientes.

Palavras-chave: Doenças crônicas, Obesidade, Restrição de carboidrato.

INTRODUÇÃO

A obesidade é uma doença crônica não transmissível que atinge diferentes faixas etárias e condições socioeconômicas, resultando, possivelmente, em indivíduos com diversas comorbidades. Desta forma, torna-se um dos principais problemas de saúde pública, sendo considerada uma epidemia (OMS, 2020).  O conceito de excesso de peso é utilizado quando indivíduos apresentam o índice de massa corporal (IMC) maior que 25 kg/m² e até 29,9 Kg/m² e a obesidade é quando o IMC está igual ou superior a 30 kg/m². Há uma estimativa alarmante a respeito do número de indivíduos obesos em 2025, estimativa de mais 700 milhões sejam obesos até lá (ABESO, 2016). Em indivíduos obesos facilmente são encontradas alterações bioquímicas, principalmente nos marcadores de triglicerídeos, colesterol e glicemia, além de alterações na pressão arterial (PA). A obesidade é um fator de risco independente para a ocorrência de doença isquêmica coronariana e morte súbita (DAVIS et. al., 2012).

Os carboidratos podem ser divididos em simples (monossacarídeos e dissacarídeos) e complexos (polissacarídeos), sendo este o melhor a ser utilizado, devido ao seu menor índice glicêmico e maior teor de fibras. O carboidrato é um combustível do corpo e é armazenado em quantidades pequenas na forma de glicogênio no fígado, musculatura lisa e cardíaca. O excesso do consumo de carboidrato sobrecarrega e extrapola a capacidade de estoque do glicogênio, levando a diversas respostas bioquímicas que ao final levarão ao acúmulo de gordura. Logo, fica evidente a necessidade de controlar o consumo de carboidrato.

A restrição de carboidrato traz diversos benefícios como: redução do peso, melhora da composição corporal, controle na relação fome/saciedade e melhora das dosagens bioquímicas. Vale destacar que devemos dar atenção não só ao controle da quantidade de carboidrato, como também em relação a qualidade do carboidrato ofertado. Deve-se dar ênfase aos alimentos fontes de carboidratos de baixo índice glicêmico, pois auxiliará no controle da relação fome/saciedade.

O presente estudo tem como objetivo: realizar uma revisão bibliográfica, destacando na literatura os aspectos importantes referentes aos benefícios da restrição de carboidrato, como a perda de peso, ocasionando a melhora na obesidade e, consequentemente melhora dos outros problemas causados pela obesidade; identificar a adaptação que o indivíduo sofre ao iniciar uma dieta restrita em carboidrato; citar a importância da dieta estudada, ainda relacionada às doenças crônicas não transmissíveis, observando diversos aspectos sobre o hábito convencional da população para essa restrição estratégica que vem sendo utilizada.

METODOLOGIA

O trabalho em questão é uma revisão bibliográfica, no qual foi realizada uma pesquisa de revisão qualitativa da literatura dos últimos onze anos acerca do conhecimento científico vivente sobre dietas com restrição de carboidrato e seus benefícios no tratamento da obesidade. A pesquisa foi baseada em artigos científicos extraídos de revistas científicas relacionados aos assuntos.

A pesquisa foi composta por fases como: busca bibliográfica; pré-seleção dos artigos encontrados, havendo a exclusão dos mesmos que não tinham relação à temática estudada; aquisição; e afluência da literatura obtida.

A pesquisa bibliográfica foi realizada, partindo da aplicação de descritores dos assuntos como: dieta com baixo carboidrato; emagrecimento; lowcarb; tratamento dietoterápico nas doenças crônicas não transmissíveis; obesidade.

DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS

As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) têm preocupado cada vez mais várias organizações internacionais, enfatizando os chamados países do Terceiro Mundo. Em 2017, a maior causa de morte no mundo foi por doenças cardiovasculares incluindo as doenças que afetam o coração e os vasos sanguíneos, como: hipertensão, doença cardíaca coronária, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca e outras doenças cardíacas. As doenças cardiovasculares foram responsáveis ​​por cerca de um terço de todas as mortes. Tal evidência é preocupante e sinaliza a importância da prevenção destas doenças, que estão relacionadas aos hábitos da sociedade atual, principalmente os alimentares, tabagismo e sedentarismo (DUNCAN et. al., 2012).

As principais DCNT são as cardiovasculares, as neoplasias, doença respiratória crônica, obesidade e diabetes. O diabetes mellitus (DM) contribui tanto para a mortalidade quanto para a incapacidade crônica e a hipertensão arterial sistêmica (HAS) com alta prevalência (SCHMIDT et. al., 2011).

OBESIDADE

A obesidade pode ser definida como a doença do século, onde há o excesso de gordura corpórea. Atualmente, é considerada uma epidemia global, tornando-se um importante problema de saúde pública, já que desencadeia diversas disfunções orgânicas e metabólicas. De acordo com o estudo realizado pelo Ministério da Saúde, a obesidade atinge um a cada cinco brasileiros. Em dez anos, a população obesa no país, passou de 11,8% em 2006, para 18,9% em 2016. (MINISTÉRIO DA SAUDE, 2017). Pela primeira vez na história da humanidade o número de pessoas com excesso de peso foi superior ao de pessoas com desnutrição, ultrapassando de um bilhão e cem milhões de pessoas com sobrepeso em todo o mundo (GILBERTO; TAVARES, 2018).

A Organização Mundial de Saúde (OMS) se baseia no índice de massa corporal (IMC) para classificar a obesidade, que é definido pelo cálculo do peso corporal, em quilogramas (kg), dividido pelo quadrado da altura, em metros quadrados (m), (IMC = kg/h²(m)), e também pelo risco de mortalidade associada. A obesidade é caracterizada quando o IMC se encontra acima de 30 kg/m². (A OMS define a obesidade em: grau I, quando o IMC se situa entre 30 e 34,9 kg/m2); a obesidade grau II com IMC entre 35 e 39,9 kg/m2 e, por fim, obesidade grau III (obesidade mórbida) na qual IMC ultrapassa 40 kg/m² (TAVARES; NUNES; SANTOS, 2010).

METABOLISMO DOS CARBOIDRATOS

A alimentação é uma necessidade fisiológica, e é responsável pela nutrição e manutenção do organismo, influenciando diretamente na saúde e bem-estar de um indivíduo.

Os carboidratos ou hidratos de carbono são a principal fonte de energia para a maior parte das células do organismo humano, além de ser facilmente encontrado em formas de alimentos. Sua fórmula química é representada como (CH2O), ou seja, carbono, hidrogênio e oxigênio. O metabolismo do carboidrato é gerador de glicose e leva o aumento da glicemia na corrente sanguínea. A resposta a isso é a elevação da produção e liberação da insulina, hormônio produzido pelas células hepáticas, extremamente necessário para o transporte da glicose sanguínea até o interior das células. A glicose fornece energia ao corpo, mas quando consumida em excesso, pode levar ao armazenamento deste combustível ao tecido adiposo, ocasionando o acumulo de gordura corporal (MAHAN; RAYMOND, 2018).

RESTRIÇÃO DE CARBOIDRATO

A relação alimentação/saúde vem sendo cada vez mais explorada, e as preocupações relacionadas à saúde, ao bem-estar e também à boa forma física impulsionaram o aparecimento de diferentes correntes dietéticas (PELLERANO et. al., 2015).

Uma das principais estratégias focadas em emagrecimento e tratamento de obesidade é a restrição de carboidrato ou “Low carb”, que significa, “baixo carboidrato”. É uma estratégia focada na redução do consumo de um macronutriente, o carboidrato, sendo ele considerado refinado (farinhas brancas, açúcares, alimentos industrializados e processados com adição de açúcar), além de alimentos com alto índice glicêmico (FAYAD, 2019).

A dieta “Low carb” em proporções sobre a distribuição dos macronutrientes (Carboidrato, proteína e lipídeo), deve representar menos de 40% da dieta do indivíduo ou definida com a ingestão inferior a 200g de carboidrato ao dia, além do controle em relação ao índice glicêmico da dieta ofertada (XAVIER, 2017).

BENEFÍCIOS DA RESTRIÇÃO DE CARBOIDRATO

Há muitos benefícios relacionados a restrição de carboidrato ou “Low Carb”, como por exemplo: emagrecimento, contribuição para a melhora dos níveis lipídicos, aumento significativo do HDL, redução dos triglicerídeos (TAG), controle da glicemia, além de melhoria em alguns parâmetros de risco cardiovascular. É importante destacar que todas estas melhorias estão estritamente relacionadas com a melhora dos aspectos envolvidos ao paciente com obesidade (XAVIER, 2017).

Além das melhoras bioquímicas e da composição corporal, ainda há benefícios sobre a relação saciedade/apetite, inibindo o apetite (redução de 50% da leptina), já que a restrição de carboidrato está relacionada a melhora da qualidade de carboidratos ofertados e controle do índice glicêmico da dieta, parâmetros associados à redução do estímulo da insulina (hormônio gerador de fome e armazenamento de gordura). Devido a este controle da ação da insulina, a dieta age também como um limitador da sensação de fome, através da grelina (EBBELING, et al., 2012).

A dieta “low carb”, que não é uma novidade, mas vem sendo tratada como tal, tem demonstrado ser benéfica na diminuição dos fatores de riscos das doenças crônicas, como o controle glicêmico, redução de peso, diminuição dos níveis de triglicerídeos e aumento do HDL, também tem sido relacionada a melhorias na resistência à insulina e diminuição da HbA1c (MAYNARD, 2018).

MALEFÍCIOS DA RESTRIÇÃO DE CARBOIDRATO

Um dos principais efeitos negativos da restrição de carboidrato é a redução da performance em exercícios físicos, ocasionando uma sensação de baixa energia. Esta alteração pode indiretamente ocasionar uma mudança negativa no processo de emagrecimento, já que o indivíduo com baixa energia, acaba sendo estimulado a deixar de praticar alguns exercícios físicos levando a redução do gasto calórico diário. Além de casos com reganho de peso após o uso da estratégia e dificuldade na adesão (LOWE, 2015).

Alguns efeitos adversos também são vistos durante o tratamento nutricional com restrição de carboidrato, é o caso do aparecimento de dores de cabeça, estados de fraqueza, diarreia ou constipação e câimbras musculares (XAVIER, 2017).

A restrição de carboidrato mal acompanhada, também foi relacionada ao desenvolvimento de transtornos alimentares, como por exemplo: compulsão alimentar. A compulsão alimentar é multifatorial, mas a restrição alimentar é um dos fatores que alteram o comportamento alimentar, principalmente nas mulheres (STACHUKA; SANTOS, 2020).

A restrição de carboidrato ou Low-Carb é considerada por muitos como uma dieta da moda e de caráter temporário, sendo assim, embora inicialmente leve ao emagrecimento, a estratégia em si não gera mudança no comportamento alimentar, sendo um aspecto negativo a longo prazo. Devido a não mudança do comportamento é comum acontecer o reganho de peso (SANTANA; MELO, 2020).

Dietas restritas em carboidratos tendem a ser ricas em proteína para balancear a distribuição energética diária. O excesso de proteína visto, pode causar deficiência de diversas vitaminas e minerais, como: Vitamina A, E, B6, B9, Cálcio, Magnésio, Ferro e Potássio. A deficiência destes micronutrientes podem causar: fadiga, cegueira noturna, fraqueza, insônia, queilose, glossite, estomatite, anemias, anormalidades metabólicas, entre outros (BRAGA; COLETRO; FREITAS, 2019).

A deficiência de fibras alimentares causada pela restrição de carboidratos, também geram consequências relevantes para a saúde do intestinal do indivíduo. Distúrbios e doenças gastrointestinais podem aparecer, como síndrome do intestinal irritável, doença de Crohn, hemorroidas, constipação intestinal, apendicite e diverticulite (BRAGA; COLETRO; FREITAS, 2019).

A deficiência de cálcio causada pelo excesso de proteína, sendo comum na restrição de carboidrato, é uma grande preocupação. O cálcio é essencial para formação de ossos e dentes. A deficiência de cálcio pode causar osteoporose precoce em pacientes jovens e também a osteoporose em pessoas com idade mais avançada (MARANGONI; MANIGLIA, 2017).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A restrição de carboidrato se mostrou eficaz no tratamento da obesidade, já que leva a redução de peso, melhora da composição corporal e melhora de aspectos bioquímicos, diretamente relacionados a obesidade. Vale lembrar que o profissional de nutrição ao prescrever esta estratégia nutricional, deve levar em consideração os malefícios e as dificuldades que o paciente pode apresentar para seguir esta estratégia, conforme esta revisão apresentou.

Ainda deve-se mencionar sobre os benefícios estéticos, que geralmente é o elemento incentivador de quem busca o emagrecimento.

Vale lembrar que esta estratégia nutricional vai além de apenas focar na quantidade de carboidratos ofertados, já que a qualidade deles será essencial para conquistar os resultados.

REFERÊNCIAS

ABESO- Associação Brasileira para o estudo da obesidade e da síndrome matabólica. Diretrizes Brasileira de Obesidade. Revista da ABESO. 4.ed. – São Paulo, SP. Novembro de 2016.

CORDEIRO, RENATA.; SALLES, MARIANA BALDASSO.; AZEVEDO, BRUNA MARCACINI. Benefícios e malefícios da dieta low carb. Revista Foco em Saúde. Piauí, ed.9, p. 714-722, 2017.

BRAGA, DAIANE CRISTINA.; COLETRO, HILLARY NASCIMENTO.; FREITAS, MARIA TEREZA. Composição nutricional de dietas da moda publicadas em sites e blogs. Revista de Nutrição. Campinas, v. 32, p. 1-8, fev. 2019.

DAVIS, NICHOLA J. et al. Diabetes-Specific Quality of Life After a Low-Carbohydrate and Low-Fat. Dietary Intervention. New York, 2012.

DUNCAN, BRUCE BARTHOLOW. et al. Doenças crônicas não transmissíveis no Brasil: Prioridade para enfrentamento e investigação. Rev Saúde Pública. v.46(Supl), pag.126-134. Porto Alegre, RS, 2012.

EBBELING, C. B. et al. Efeitos de uma dieta pobre em carboidratos no gasto energético durante a manutenção da perda de peso: estudo randomizado. The BMJ, v. 363, 24 out. 2018. 

FAYAD, DÉBORA. A influência da estratégia nutricional no rendimento de atletas competitivos de crossfit. Centro Universitário de Brasília – UniCEUB. Brasília, 2019.

GILBERTO, SAMARA LÍGIA; TAVARES, RENATA LEITE. Estratégia Low Carb como facilitadora do processo de emagrecimento. Revista Diálogos em Saúde. V.1 – Número 1 – Janeiro/Junho de 2018.

MAHAN, L. K.; RAYMOND, J. L. Krause alimentos, nutrição e dietoterapia. 14. ed. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda, 2018.

MANCINI. MARCIO.  et al. Tratado de Obesidade. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.

MARANGONI, JHENNIFER SIENNA.; MANIGLIA, FABÍOLA PANSANI. Análise da composição nutricional de dietas da moda publicadas em revistas femininas. RASBRAN – Revista da Associação Brasileira de Nutrição. São Paulo, SP, Ano 8, n. 1, p. 31-36, Jan-Jun, 2017.

MAYNARD, DAYANNE; DURÇO, GUILHERME. Obesidade, firmicutes e bacteroidetes: uma revisão de literatura. Centro Universitário de Brasília – UNICEUB. Brasília, 2018.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Guia de vigilância a Saúde. 2 a Ed. Brasília: Ministério da Saúde; 2017.

PELLERANO, JOANA.; GARCIA, MARIA. Low carb, high fat – Comensalidade e sociabilidade em tempos de dietas restritivas. Demetra; 10(3); 493-506, 2015.

SANTANA, CIBELE LUSTOSA.; MELO, THAYNARA SOUSA. Dietas da moda como estratégia alimentar: efeitos adversos na saúde; UniCEUB – Centro Universitário de Brasília; Brasília, 2020.

SBD – Sociedade Brasileira de Diabetes. Diretrizes SBD. Sociedade Brasileira de Diabetes. 2015-2016.

SCHMIDT MICHAEL. et al. Chronic non-communicable diseases in Brazil: burden and current challenges. The Lancet, [S.l.], v. 377, n. 9781, p. 1949-1961, June 2011.

STACHUKA, ALLAN DO PRADO.; SANTOS, ANDRESSA GUERRA. Relação entre dietas restritivas e transtorno de compulsão alimentar periódica; UNICESUMAR – Centro Universitário de Maringá; MARINGÁ – PR 2020.

TAVARES, TELMA; NUNES, SIMONE; SANTO, MARIANA. Obesidade e qualidade de vida: revisão da literatura. Rev Med Minas Gerais. 2010; 20(3): 359-366.

XAVIER, SOFIA CÊA. Dietas pobres em hidratos de carbono na perda de peso corporal. Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto, 2017.

[1] Pós-Graduada Em Personal Dietitian Em Nutrição Clínica, Esportiva E Fitoterapia; Bacharel Em Nutrição.

Enviado: Junho, 2021.

Aprovado: Julho, 2021.

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Dayane Lucas Da Silva

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