Educação À Distância: Benefícios e desafios em tempos de pandemia

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CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

SANTOS, Sônia Alves dos [1], BROGNOLI, Maicol de Oliveira [2]

SANTOS, Sônia Alves dos. BROGNOLI, Maicol de Oliveira. Educação À Distância: Benefícios e desafios em tempos de pandemia. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 05, Ed. 11, Vol. 11, pp. 92-100. Novembro de 2020. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/psicologia/beneficios-e-desafios

RESUMO

O Brasil parou devido a Pandemia do Novo Corona Vírus (COVID-19), como resultado as escolas suspenderam suas aulas e as atividades passaram a ser realizadas à distância, assim confrontando com o problema de como adequar as aulas com às atividades remotas. Este trabalho tem por objetivo identificar as possibilidades reais de um grande avanço profissional, através da educação a distância, mesmo diante do isolamento social, onde as possibilidades de crescimento profissional se tornam muito poucas. Buscando subsídios que comprovem a eficácia da Educação a distância (EaD) e compreender as inúmeras possibilidades de conhecimento mediado por EaD. Através do método de pesquisa qualitativo, utilizando do procedimento bibliográfico, na qual, a amostragem foi composta por artigos científicos, que foram selecionados através das bases de dados: SCIELO (Scientific Electronic Library Online), Portal de Periódicos, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e Google acadêmico. Demonstrando que em meio as turbulências da quarentena do Covid-19, a EaD veio como alternativa para a Educação tradicional, fazendo com que os alunos não ficassem em casa sem nada para fazer e, ao mesmo tempo buscando conhecimento para realizar as atividades propostas pelos professores. Concluindo que não existe distância na modalidade EaD, as pessoas estão fisicamente distantes, mas, estão conectados virtualmente, demostrando assim, a importância da EaD neste período de pandemia.

Palavras-chave: Educação a distância, pandemia, benefícios, desafios.

INTRODUÇÃO

Em março de 2020 o Brasil parou devido a Pandemia do Novo Corona Vírus (COVID-19), como resultado as escolas suspenderam suas aulas e as atividades passaram a ser realizadas à distância, assim confrontando com o problema de como adequar as aulas com às atividades remotas (OLIVEIRA; CHAVES, 2020).

Contudo, juntamente com a pandemia do COVID-19 outros problemas também surgiram, trazendo grandes desafios: econômicos, sociais, políticos, econômico, educacionais e médico-sanitárias, sendo que, devido ao grande número de pessoas que contraíram o vírus, de muitas óbitos por causa da doença e a ausência de vacina vacinas e medicamentos eficazes para o seu tratamento, faz com que a única solução para a situação seja o distanciamento social (HEYMANN; SHINDO, 2020; HONG et al., 2020; WONG et al., 2020).

Na Educação as aulas são realizadas através de sites e aplicativos, conforme cada escola ou universidade. Entretanto, em épocas de pandemia, onde o isolamento social se faz necessário, como conseguir manter a mente ocupada em algo que traga conhecimento e que faça aprender e enriquecer o currículo dos alunos de maneira significativa e de qualidade. Desta forma, questiona-se qual a relevância de um estudo a distância? e como conseguir manter o equilíbrio emocional e alavancar seus conhecimentos teóricos a nível educacional?

Este trabalho tem por objetivo identificar as possibilidades reais de um grande avanço profissional, através da educação a distância, mesmo diante do isolamento social, onde as possibilidades de crescimento profissional se tornam muito poucas. Buscando subsídios que comprovem a eficácia da Educação a distância (Ead) e compreender as inúmeras possibilidades de conhecimento mediado por Ead.

Este artigo utiliza-se do método de pesquisa qualitativo, pois busca compreender e descrever o fenômeno pesquisado, conforme sua natureza vem a básica, com o intuito de gerar novos conhecimentos sobre está temática, que, segundos seus objetivos vêm a ser descritiva, que proporciona maior familiaridade com o tema em questão. A presente pesquisa utilizou do procedimento bibliográfico, na qual, a amostragem foi composta por artigos científicos, que foram selecionados através das bases de dados: SCIELO (Scientific Electronic Library Online), Portal de Periódicos, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e Google acadêmico.

EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA: BENEFÍCIOS E DESAFIOS EM TEMPOS DE PANDEMIA

EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA

Historicamente, a Educação à Distância (EaD) no Brasil, teve ser marco regulatório com a promulgação da Lei nº 9.394 de 1996 (Diretrizes e Bases da Educação – LDB), mas pode ter tido seu surgimento no XIX (ARRUDA; ARRUDA, 2015).

Conforme Cruz e Lima (2019, p. 04), foi no final do Governo Militar em 1985, que surgiram algumas medidas relacionadas a EaD, onde foi criada a “constituição de um grupo de trabalho para elaborar políticas relacionadas à EaD e a criação do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (Inep) e da Coordenadoria de Educação a Distância (Cead)”, que, foram medidas cruciais para que esta modalidade de ensino se desenvolvesse no Brasil.

Partindo do ponto de vista que a EaD é um processo continuado e que acontece de formas características, sendo nesta modalidade o aluno autônomo, capaz de ir em busca e criar novas habilidades, que, irão gerar conhecimentos novos para sua realidade do dia a dia (OLIVEIRA et al., 2020a).

Segundo Oliveira et al (2020b, p. 52862), a EaD “é definida como uma modalidade de educação não-presencial, ou seja, aquela em que alunos e professores não compartilham uma mesma sala de aula, um mesmo espaço físico, ao mesmo tempo”, que, sua interação é mediada através de alguns recursos: mecânico, impresso ou eletrônico.

Entretanto, conforme Houlden e Veletsianos (2019), em relação ao ensino on-line é quase sempre gerenciada por uma educação flexível e maleável, que é ofertada de forma desejável e democrática. Para Oliveira et al (2020a, p.10), o conceito relacionado a seus aspectos democráticos e integrador funcionam através de uma estrutura multiplicadora de conhecimentos, na qual, “onde pessoas que não tem condições financeiras ou logísticas de acessar informações em ambientes físicos, conseguem de forma bastante simples, rápida e dinâmica acessarem conteúdos através da educação a distância”.

Segundo o Decreto nº 9.057/2017, a educação a distância em seu Art. 1º é considerada:

[…] a modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorra com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com pessoal qualificado, com políticas de acesso, com acompanhamento e avaliação compatíveis, entre outros, e desenvolva atividades educativas por estudantes e profissionais da educação que estejam em lugares e tempos diversos. (BRASIL, 2017, p.1.)

Nesse sentido, Oliveira et al (2020b, p. 52862), denotam a EaD como uma forma de democratização do conhecimento, na qual, vem a ser uma alternativa pedagógica que consente “aos professores e instituições de ensino levar conhecimento, onde este deve estar disponível, para qualquer um que esteja disposto a aprender, sem se apegar a estrutura tradicional de ensino rígida sem predeterminação de local ou horário”. Assim, a EaD é considerada como “uma modalidade que possibilita a eliminação de distâncias geográficas e temporais ao proporcionar ao aluno a organização do seu tempo e local de estudos” (HACK, 2011, p. 14).

TEMPOS DE PANDEMIA

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), através de um comunicado em 30 de janeiro de 2020, declarando o surto do Covid-19, ocasionado pelo SARS-CoV-2 ou popularmente conhecido com novo Coronavírus, estabelece uma Emergência de Saúde Pública de nível internacional, sendo considerado uma alerta de nível alto conforme o Regulamento Sanitário Internacional (OPAS/OMS, 2020).

Oliveira et al (2020b, p. 52863), descrevem que o Covid-19 apareceu na cidade de Wuhan, província de Hubei, na República Popular da China, em 31 de dezembro de 2019, sendo inicialmente a OMS alertada como alerta de muitos casos de pneumonia, no entanto, “tratava-se de uma nova cepa (tipo) de Coronavírus que não havia sido identificada antes em seres humanos”, assim, uma semana após o aparecimento do primeiro caso, em 7 de janeiro de 2020, “as autoridades chinesas confirmaram que haviam identificado um novo tipo de Coronavírus”.

Atualmente, os dados do DATASUS (2020), atualizado em:11 de setembro de 2020, no Brasil, acumula-se 4.282.164 casos de coronavírus, sendo que 3.530.655 casos estão recuperados, 621.113 casos em acompanhamento e 130.396 casos de óbitos acumulados até está data, sendo a taxa de mortalidade do covid-19 no país de 3%.

Contudo, no dia 18 de março de 2020, o Ministério da Educação (MEC) através da Portaria nº 343, de 17 de março de 2020, em decorrência do Novo Coronavírus suspendeu as aulas presenciais em todas as escolas do Brasil, que, em seu Art. 1º faz uma autorização, de modo excepcional, substituindo as disciplinas presenciais que estavam sendo cursadas pelos alunos, por aulas que empreguem “meios e tecnologias de informação e comunicação, nos limites estabelecidos pela legislação em vigor, por instituição de educação superior integrante do sistema federal de ensino, de que trata o art. 2º do Decreto nº 9.235, de 15 de dezembro de 2017” (BRASIL, 2020a s/p).

Em abril de 2020, a Portaria nº 376, de 3 de abril de 2020, dispõe sobre as aulas nos cursos de educação profissional técnica de nível médio, enquanto durar a situação de pandemia do novo coronavírus – Covid-19, suspendendo as aulas presenciais (BRASIL, 2020b).

Desta forma, conforme Oliveira et al (2020b, p. 52864), atualmente “a educação a distância é tida como a única alternativa para que as aulas não cessem durante o período de quarentena”, sendo a EaD mais apropriada para que as aulas dessem continuidade, pois, é uma modalidade que não exige a obrigatoriedade de professores e alunos estarem presentes fisicamente juntos em um mesmo ambiente para que aconteça o ensino-aprendizagem.

BENEFÍCIOS E DESAFIOS DA EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA EM TEMPOS DE PANDEMIA

Segundo Di Spagna (2020, s/p), a pandemia do novo coronavírus, atribuiu uma nova realidade para as instituições de Ensino do Brasil e no mundo, as aulas em modalidades a distância, sendo estas “ao vivo ou com vídeos gravados previamente, os estudantes acostumados com o modelo tradicional se depararam com uma série de desafios e mudanças”.

Assim, em tempos de pandemia, onde o isolamento social é a única alternativa viável no momento, o ambiente inovador da EAD vem sendo um ambiente de transformações e modificações nos métodos pedagógicos, na qual, o aluno é potencializado para realizar sua formação, ganhando novos conhecimentos, “numa relação mais dialógica com os professores e alunos, formando uma rede colaborativa, em que os aspectos da interatividade são reforçados e a autonomia valorizada consideravelmente”, sendo que, mesmo não estando juntos fisicamente, alunos e professores estão conectados virtualmente, assim, vencendo barreiras de espaço e tempo (SOUZA; SILVA; BELÉM, 2020 p. 12).

Contudo, a sociedade atual já vinha sofrendo avanças acelerados das Tecnologias da Informação e Comunicação –TIC, que já estavam transformando a forma de preparar, adquirir e ensinar, já vindo exigindo que os sistemas Educativos dentro de seus modelos e estratégias estivessem se preparando para uma nova sociedade, na qual, está cada vez mais emaranhada com as TIC (OLIVEIRA; NASCIMENTO, 2020).

Desta forma, conforme Souza, Silva e Belém (2020 p. 05), a maneira de obter o conhecimento vem sendo desafiador para a sociedade atual, sendo que, o senário comum da educação teve que ser alterado, “implantando métodos que conduzam o aprendiz a ponderar naquilo que ouve e a partir dali, ver questões por outra ótica, principalmente como um interventor diante de sua realidade profissional”.

Para Soares Junior et al (2015, p.06), o professor que trabalha na modalidade EaD, assume um papel diferenciado no professor que atua diariamente em salas de aula, devendo apresentar “características extrapoladas, deve ser inventivo e inovador”, ter a aptidão de instigar “a criatividade, o raciocínio, a criticidade e principalmente a autonomia, sem perder de vista a capacidade de ser sensível aos ritmos e às expectativas dos seus alunos”, ou seja, o professor tem que se fazer presente na ausência.

De acordo com Camacho et al (2020, p. 04):

Insere-se no papel do professor/tutor que planeja e propõe aos alunos as situações didáticas em torno de um saber a ser apropriado e discutido pelos mesmos, estabelecendo uma relação em torno do conteúdo de um saber. O ambiente virtual de aprendizagem proporciona ao docente elaborar uma situação de ensino, mediada pelos dispositivos tecnológicos. Essa nova forma de ensinar com recursos didáticos informáticos requer uma preparação e um planejamento da atividade que oportunize momentos de aprendizagem ativa que tenham significa do tanto para o aluno quanto para o professor.

Apesar dos muitos desafios em que os professores podem encontrar nesta modalidade de ensino, Camacho et al (2020, p.06), destaca que a EaD “através das ferramentas a interatividade entre professores/tutores e alunos podem construir relações ricas de troca de conhecimento”, nesta perspectiva, as atividades desenvolvidas para as aulas, através de conteúdos de multimídia através de textos, vídeos e inserção de anexos, auxiliam no aprendizado e permitem que os professores de cada disciplina possam avaliar seus alunos pelo seu grau de desempenho na realização das atividades propostas.

Em meio as turbulências da quarentena do Covid-19, a EaD veio como alternativa para a Educação tradicional, fazendo com que os alunos não ficassem em casa sem nada para fazer e, ao mesmo tempo buscando conhecimento para realizar as atividades propostas pelos professores. “A partir da pandemia, a sociedade se adaptará, rapidamente, aos avanços oferecidos pelas tecnologias de informação e comunicação, principalmente no que se refere à forma de “fazer” o ensino- aprendizagem” (MARTINS, 2020, p. 253).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Para criar medidas de contenção e diminuição do contágio do novo coronavírus (Covid-19), o MEC paralisou as aulas presenciais nas escolas de ensino regular e profissionalizante em todo o país. De um momento para outro a situação escolar sofreu uma mudança brusca, da modalidade presencial passou-se para a EaD, fazendo com que alunos e professores se adaptassem rapidamente as TIC.

Neste senário, as escolas tiveram que buscar soluções para continuarem as atividades escolares, através de suportes remotos introduzindo novas metodologias de estudos, através das tecnologias digitais.

Este trabalho possibilitou identificar as possibilidades e avanços na Educação, através da EaD, mesmo diante do isolamento social, onde as possibilidades de crescimento profissional se tornam muito poucas, mostrando aos professores novas formas de dar aulas, mostrando a eficácia da EaD e as inúmeras possibilidades de conhecimentos que podem ser geradas através desta modalidade de Ensino.

O tema em debate é de suma importância para demostrar que não existe distância na modalidade EaD, as pessoas estão fisicamente distantes, mas, estão conectados virtualmente. Demostrando assim, a importância da EaD neste período de pandemia.

Muitos são os estudos relacionados a EaD, no entanto quase não se encontra estudos relacionado a eficácia desta modalidade em tempos de pandemia, pode-se perceber a importância da EaD para o afastamento social. Desta forma, deixa-se lacunas abertas para novas pesquisas que busquem compreender a satisfação dos alunos e professores em relação a modalidade à distância.

REFERÊNCIAS

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BRASIL (2017). Decreto nº 9057, de 25 de maio de 2017. Regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Decreto nº 9.057, de 25 de maio de 2017. BRASIL, 30 maio 2017. Republicação. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/Ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Decreto/D9057.htm>, acesso em 01 de set. de 2020.

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WONG, H. Y. F. et al. Frequency and Distribution of Chest Radiographic Findings in COVID-19 Positive Patients. Radiology, p. 201160, 2020.

[1] Graduação em Psicologia pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (2017), Especialização em Iridologia pela Faculdade Einstein (2019), Especialização em Neuropsicopedagogia pela Uniasselvi (2020) e Especialização em Docência do Ensino Superior pela Uniasselvi (2020). Pós-Graduanda em AEE e Educação Inclusiva pela FARESE, Pós-Graduanda em Psicologia Jurídica e Avaliação Psicológica pela FAVENI e Pós-Graduanda em Psicologia Cognitiva e Comportamental.

[2] Graduação em Psicologia pela Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC em 2017, Especialização em Docência do Ensino Superior e EJA pela Faculdade da Região Serrana – FARESE em 2019, Especialização em Iridologia pela Faculdade Einstein em 2019, Especialização em Psicologia Clínica pela Faculdade da Região Serrana – FARESE em 2019, Especialização em AEE e Educação Inclusiva pela Faculdade da Região Serrana – FARESE em 2020, cursando Especialização em Psicologia Comportamental e Cognitiva pela Faculdade de Venda Nova do Imigrante – FAVENI, cursando Especialização em Psicologia Social pela Faculdade de Venda Nova do Imigrante – FAVENI, cursando Especialização em Psicologia Jurídica e Avaliação Psicológica pela Faculdade de Venda Nova do Imigrante – FAVENI e cursando Mestrado em Ciências Ambientais pela Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC.

Enviado: Novembro, 2020.

Aprovado: Novembro, 2020.

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