Tipos de contenções ortodônticas e seu tempo de uso

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DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/odontologia/contencoes-ortodonticas
Tipos de contenções ortodônticas e seu tempo de uso
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ARTIGO DE REVISÃO

BELLO, Rafael Gregório Dal [1]

BELLO, Rafael Gregório Dal. Tipos de contenções ortodônticas e seu tempo de uso. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 03, Vol. 05, pp. 152-161. Março de 2019. ISSN: 2448-0959.

RESUMO

O tratamento ortodôntico visa à melhora estética e principalmente uma oclusão satisfatória, possuindo diversas etapas dentro de seu planejamento, tendo o sistema de contenção um dos mais importantes. A contenção ortodôntica é utilizada na manutenção dos dentes em suas novas posições após movimentação ortodôntica com a função substancial de proporcionar a estabilidade dos resultados obtidos após o término do tratamento ortodôntico. Esses aparelhos devem manter as seis chaves de oclusão de Andrews, alcançadas com o tratamento ortodôntico, bem como com a saúde periodontal, a ausência de hábitos deletérios, o equilíbrio muscular e uma oclusão funcional estabelecida. O objetivo deste artigo é captar as informações inerentes aos tipos de contenções ortodônticas e seu tempo de uso.

Palavras-chave: Ortodontia, Contenção fixa, Contenção removível.

INTRODUÇÃO

A contenção ortodôntica é necessária porque os resultados do tratamento ortodôntico são potencialmente instáveis. Os tecidos gengivais e periodontais são afetados pelo movimento ortodôntico e requerem tempo para a sua reorganização quando o aparelho é removido. Após o tratamento os dentes podem estar em uma posição inerentemente instável, e, desta forma, as pressões constantes dos tecidos moles produzem uma tendência à recidiva. As mudanças produzidas pelo crescimento podem alterar o resultado do tratamento. (PROFFIT et al., 2002)

Os aparelhos de contenção podem ser removíveis, ativos ou passivos. Esses aparelhos devem manter as seis chaves de oclusão de Andrews (curva de Spee, relação molar, inclinações e angulações dentárias adequadas, ausência de rotações e manutenção das áreas de contato), alcançadas com o tratamento ortodôntico, bem como com a saúde periodontal, a ausência de hábitos deletérios, o equilíbrio muscular e uma oclusão funcional estabelecida. (ASSUMPÇÃO et al. 2012)

O planejamento da contenção deve ser dividido em três categorias, dependendo do tipo e da extensão da terapia de contenção instituída. Pode ser dividida em contenção limitada, contenção moderada em termos de tempo e uso do aparelho, e contenção permanente ou semipermanente (GRABER et al., 2011)

A contenção é uma “fase de cicatrização” de 12 meses, nesse período os movimentos dentários recém-realizados serão estabilizados, e uma “fase de maturação” que protege contra as mudanças de maturação na posição dentaria que ocorrerá ao longo do tempo. (GRABER et al., 2011)

Independentemente do tipo de aparelho, seja fixo ou removível, sua utilização é essencial para uma contenção eficiente. (CRO-SP)

DESENVOLVIMENTO

CONTENÇÃO SUPERIOR

Quando ocorre o fechamento de diastemas entre os incisivos centrais superiores é importante os dentes permanecerem colados entre si para manter o fechamento de espaços entre eles. A contenção mais indicada para este fim é a utilização de um fio flexível colado e contornando o cíngulo para mantê-lo fora de contato oclusal. O uso desta contenção tem como objetivo manter os dentes unidos enquanto ocorre algum movimento independente dos mesmos durante a função. (PROFFIT et al., 2002)

Na arcada superior, a contenção fixa pode englobar menos dentes que na arcada inferior, como a contenção fixa 2X2 ou o 1X1, nos casos específicos de irregularidades ou diastemas. (SILVA FILHO et al., 2005)

Após a correção de diastemas dos incisivos centrais superiores, o espaçamento entre os incisivos, muitas vezes, requer o uso de contenção permanente. Faz-se necessário o uso da contenção fixa 1X1 colado por palatino para evitar a reabertura do diastema na linha média. (GRABER et al., 2011)

A literatura sugere que as melhores contenções sejam removíveis (figura 1) devido a facilidade de higienização dos dentes, embora este fato dependa da colaboração do paciente, quanto ao uso deste aparelho. (CRO-SP, 2016)

Figura 1 – Placa Hawley Superior.
Fonte: CAPELOZZA FILHO et al., 2001.

A literatura divulgou um aparelho contensor removível de material termoplástico em substituição aos contensores fixos ou para ser usado em concomitância com a contenção fixa 3×3, chamado Osamu (figura 2), nome do seu criador, Osamu Yoshi. O contensor Osamu está indicado principalmente para contenção intra-arcos, tanto superior como inferior, embora também seja usado para corrigir posições dentárias individuais durante a fase de contenção. (CARICATI et al., 2005)

Figura 2 – Contensor Removível Osamu.
Fonte: CARICATI, J. A. P. et al., 2005.

A contenção confeccionada a vácuo apresenta uma melhor relação custo-benefício do que melhor do que a placa de Hawley. A primeira tem um custo de confecção e reparo menor, bem como proporciona menos desconforto de uso ao paciente e não prejudicando muito a dicção. (ASSUMPÇÃO et al., 2012)

CONTENÇÃO INFERIOR

As contenções ortodônticas inferiores podem ser fixas ou removíveis. Há uma tendência geral dos ortodontistas optarem pela contenção fixa, devido às dificuldades de adaptação, estética e ao movimento da língua que pode levar ao desajuste do aparelho removível. (SHIRASU et al., 2007)

As contenções ortodônticas fixas são utilizadas em casos onde a instabilidade entre os dentes da arcada é prevista, sendo então necessário o uso de uma contenção prolongada. Elas são mais indicadas para os dentes ântero inferiores. Uma vez que a principal causa do apinhamento dos incisivos inferiores é o crescimento tardio da mandíbula no final da adolescência, umas das indicações da contenção fixa é manutenção dos incisivos inferiores durante o final do crescimento. (PROFFIT et al., 2002)

As contenções fixas podem ter variações, dentre elas, pode estender-se até o primeiro ou segundo pré-molar, recebendo então a denominação de 4X4 ou 5X5, respectivamente, com a função principal de manter o ponto de contato entre o canino e o segundo pré-molar nos casos de extração de primeiros pré-molares. (SILVA FILHO et al., 2005)

A contenção ortodôntica lingual fixa 3×3 colada apenas nos caninos permite a higienização interproximal por meio da técnica em “U”. Nessa técnica, o paciente passa o fio dental nas superfícies mesial e distal de cada dente, simultaneamente. Entretanto, quando a contenção ortodôntica é colocada em todos os incisivos, a higienização com fio dental é mais difícil. É importante ressaltar que a contenção ortodôntica lingual fixa 3×3 inferior com V-Bend representa uma alternativa de aparelho que facilita a higiene bucal, até mesmo quando todos os incisivos estão colados na contenção ortodôntica. (RIBEIRO et. al. 2016)

A maior desvantagem no uso de contenções ortodônticas fixas está na dificuldade de higienização dessas áreas, pois estas se tornam propícias ao acúmulo de placa bacteriana e consequentemente cálculo, podendo levar a inflamação gengival e maiores danos ao periodonto ao longo do tempo. (SHIRASU et al., 2007)

Existe um maior risco de recidiva no segmento anterior, comparado ao posterior, sendo indicado o uso de uma contenção fixa inferior. Os fios multifilamentados e semiflexíveis têm capacidade de permitir os movimentos fisiológicos dos dentes, como também a sua superfície oferecer um aumento na retenção mecânica do adesivo. Por estas vantagens eles têm indicação clínica para a confecção das contenções fixas. (NORMANDO et al., 2011)

Nenhuma recidiva é tão esperada pelo profissional quanto a recidiva do apinhamento anterior, especialmente no arco dentário inferior. (CARICATI et al., 2005)

A contenção fixa inferior 3X3 (Figura 3) pode ser confeccionada com fio trançado especificamente fabricado para este fim ou com fio de aço compacto 0,6mm de diâmetro. Ela pode ser colada somente nas suas extremidades (lingual dos caninos) ou em todos os dentes incorporados na contenção. (SILVA FILHO et al., 2005)

Figura 3 – Tipos de contenções 3×3: Reta ou Modificada (Ondulada)
Fonte: LUKIANTCHUKI, M. A. et al. 2011.

A maior desvantagem no uso de contenções ortodônticas fixas está na tendência ao acúmulo de placa e cálculo ao longo do fio de contenção que, após períodos prolongados, costumam ser a causa da perda de tecidos duros e moles adjacentes ao fio. A presença da contenção fixa dificulta a higiene bucal, uma vez que o fio de contenção gera áreas que são mais difíceis de ser mantidas limpas, favorecendo a formação de placa ao redor dos dentes. Essa situação pode favorecer a formação de cálculos e induzir inflamação gengival e doença periodontal. (LUKIANTCHUKI et al., 2011)

Em todos os tratamentos ortodônticos onde havia um apinhamento severo, se faz necessária a contenção colada em todos os dentes anteriores inferiores após o tratamento ortodôntico, para que não ocorra a recidiva. (ZACHRISSON., 1997)

Nos casos em que ocorre a recidiva do apinhamento anteroinferior, as principais causas são a quebra do ponto de contato, devida à giroversão dos dentes, aumento da distância intercaninos, protrusão dos incisivos, instabilidade oclusal, persistência da etiologia da má oclusão, crescimento tardio da mandíbula e tempo de contenção inadequado. São citados também a idade, o gênero, hábitos bucais, fibras periodontais, tamanho e forma dos dentes e a ação do lábio inferior. (MARTINS et al., 2007)

As contenções confeccionadas com fio espiral não acumulam mais placa bacteriana e cálculo do que contenções confeccionadas com fios planos. (SHIRASU et al., 2007)

TEMPO DE USO DAS CONTENÇÕES

O uso da contenção deve ser indicada por toda à vida nos casos mais críticos de apinhamento severo e/ou perda acentuada do periodonto de sustentação. (BICALHO et al, 2002)

O tempo de permanência da contenção está relacionado à idade do paciente, às características e à severidade da má oclusão. Os hábitos bucais e outros fatores etiológicos das más oclusões. Os hábitos bucais e outros fatores etiológicos das más oclusões, bem como a mecânica ortodôntica empregada e a experiência clínica do ortodontista, também são fatores relevantes na estimativa do período de contenção. (SHIRASU et al, 2007)

A utilização da placa de Hawley deve ser de uso contínuo durante 120 dias, 24 horas por dia, podendo ser removido durante as refeições, ou na prática de esportes. Após este período o paciente deverá usar somente para dormir, por mais 6 meses. Após este período o paciente deverá usar somente uma vez por semana, por mais 6 meses. Após estas etapas, o uso do aparelho contensor deve ser suspenso. (CABREARA et al., 1997)

Os protocolos de contenção pós-tratamento ortodôntico mais convencional incluem a placa de Hawley superior e a contenção fixa inferior 3×3, com tempos variáveis de uso. Via de regra, a placa de Hawley é usada por um período de 1 ano enquanto a contenção fixa inferior estende-se de 3 a 5 anos. Mas, não está descartada a possibilidade de uso eterno, se a estabilidade perene é almejada. (CARICATI et al., 2005)

O ortodontista tem como responsabilidade civil a obrigação de atender o paciente após o tratamento ortodôntico. Esse atendimento é prolongado até que se ocorra à estabilidade do arco dentário, se tudo ocorrer conforme a previsão inicial do tratamento. (RODRIGUES et al., 2006)

O sucesso do tratamento ortodôntico depende da qualidade do aparelho e de uma tríade, na qual estão presentes: o profissional, o paciente e os pais. Ao profissional cabe a sensatez, o conhecimento sobre o assunto em questão, a orientação para o paciente quanto ao uso, escolha do tipo de aparelho removível e a habilidade na execução do protocolo de tratamento. Ao paciente, a honestidade e a responsabilidade quanto a manutenção e uso do aparelho. Aos pais, além da confiança no profissional, a motivação, a supervisão e o controle do uso do aparelho pelo filho. Com a interação harmoniosa desses três elementos, certamente o sucesso ocorrerá. (ALMEIDA et al., 2010)

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Embora ainda haja divergências na literatura revisada, estudos apontam que o sistema de contenção deve ser usado o máximo de tempo possível após tratamento (BICALHO., 2002; CARICATI., 2005; MARTINS., 2007)

Indicam o uso da contenção inferior até que termine o crescimento, pois o crescimento tardio da mandíbula influência o apinhamento inferior. (ZACHRISSON., 1997 e CABREARA, 1997)

Algumas recidivas podem acontecer mesmo durante o período considerado como de contenção. Alguns estudos feitos sobre contenção e estabilidade pós – tratamento indicaram que as recidivas ocorrem tanto em casos efetuados com ou sem extrações, nos dando conta que a Ortodontia Contemporânea ainda não resolveu satisfatoriamente o problema da estabilidade da oclusão a longo prazo. (NANDA ,1992)

A contenção fixa 3X3 é mais frequente na arcada inferior que na superior por se existir uma dificuldade de mantê-la colada na arcada superior, devido ao trespasse vertical e dos riscos de fratura pelo contato incisal durante a mastigação. Nos casos em que contenção fixa na arcada superior é indicada, a colagem da contenção deve ser posicionada abaixo do ponto de contato. (NORMANDO et al., 2011).

A utilização da contenção com fio trançado colado em todos os dentes do segmento anterior é indicada para os casos de apinhamento severo, assim evitando o risco de recidiva. (LUKIANTCHUKI et al., 2011)

A placa de Hawley tornou-se o aparelho removível de contenção mais utilizado pelos ortodontistas. Esta placa de contenção é passiva, requerendo a ativação de seus elementos apenas para garantir a sua retenção na cavidade oral. (ALMEIDA et al., 2010).

As contenções ortodônticas linguais fixas evitam a recidiva do apinhamento dos incisivos inferiores, bem como o apinhamento terciário. Mais especificamente em relação ao apinhamento terciário, esse é considerado uma consequência da maturação espontânea da oclusão, e pode ser confundido com a recidiva do movimento dentário, nos casos tratados ortodonticamente. (RIBEIRO et al. 2016)

Os protocolos de contenção pós-tratamento ortodôntico mais convencionais incluem a placa de Hawley superior e a contenção fixa inferior 3×3, com tempos variáveis de uso. Via de regra, a placa de Hawley é usada por um período de 1 ano enquanto a contenção fixa inferior estende-se de 3 a 5 anos. Mas, não está descartada a possibilidade de uso eterno, se a estabilidade perene é almejada. (SILVA FILHO et al., 2005; ZACHRISSON, 1997)

Embora alguns estudos recentes demonstrem a tendência de se indicar o uso prolongado da contenção fixa 3×3 inferior, existe a preocupação de que esses aparelhos comprometam a saúde periodontal, haja vista que dificultam a remoção do biofilme por parte dos pacientes. (RIBEIRO et al. 2016)

Um tratamento com planejamento e diagnóstico adequado, finalizado obedecendo as seis chaves de oclusão de Andrews, com as raízes bem posicionadas e uma satisfatória condição periodontal, diminuem a incidência da recidiva.

O sistema de contenção mais utilizado para o arco superior é a placa removível de Hawley e no arco inferior é a barra lingual fixa conhecida como 3×3, fixada de canino a canino.

Os trabalhos estudados sugerem que o tempo de uso da contenção devem ser o maior possível, dependendo da colaboração o paciente para o sucesso do tratamento.

REFERÊNCIAS

ALMEIDA, Renato R. Tudo o que você precisa saber sobre a placa de Hawley. Rev. Clin. Ortod. Dental Press, Maringá. 2010. v.9, n.1, p. 9-28.

ASSUMPÇÃO, W. K. et al. Aparelhos de contenção ortodôntica: análise das solicitações aos laboratórios. Dental Press Journal of Orthodontics, Maringá. 2012. V 36, n. 2, p. 36 e 1-6

BICALHO, J. S.; BICALHO, K. T. Descrição do Método de Contenção Fixa, com Livre Acesso do Fio Dental. R Clin Ortodon Dental Press. Maringá, 2002. v. 1, n. 1, p. 9-13

CABRERA, A. G.; CABRERA, M. C. Ortodontia Clínica. Curitiba: Produções Interativas, 1997, vol. 2.

CARICATI, J. A. P. et al. Confecção do contensor removível Osamu. R Clin Ortodon Dental Press. Maringá, 2005. v. 4, n. 2, p. 22-28

CAPELOZZA FILHO, L. et al. Tratamento Ortodôntico em Adultos: uma Abordagem Direcionada. R Dental Press Ortodon Ortop Facial. Maringá, 2001. v. 6, n. 5, p. 63-80

CRO/SP. Contenção “Eterna”. Texto disponível em http://www.crosp.org.br/uploads/paginas/8ea9d4fc18c3e2a4ae38b2797a9c11d3.p acesso em outubro d

GRABER, L. et al. Estabilidade, Contenção e Recidiva. Ortodontia Princípios e Técnicas Atuais. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. p 991 – 1019.

HEIER, E. E et al. Periodontal implications of bonded versus removable retainers. Am J. Orthod. Dentofacial Orthop. St. Louis, 1997. v. 112, n.6, p. 607-616.

LUKIANTCHUKI, M. A; HAYACIBARA, R. M; RAMOS, A. L . Comparação de parâmetros periodontais após utilização de contenção ortodôntica com fio trançado e contenção modificada. Dental Press Journal of Orthodontics, Maringá. 2011. v. 16, n. 2, p. 44 e 1-7.

MARTINS, P. P. et al. Apinhamento ântero-superior – revisão e análise crítica da literatura. R Dental Press Ortodon Ortop Facial. Maringá, 2007. v. 12, n. 2, p. 105-114,

NANDA, R.S. e NANDA, S,K.: Considerations of dentofacial growth in long term retention and stability: Is active retention needed? Am. J. Orthod. Dentofac. Orthoped, 1992.

NORMANDO, D; CAPELOZZA, F. L. Um método para o retratamento da recidiva do desalinhamento dentário. Dental Press Journal of Orthodontics. Maringá, 2011. v.16 n.5

PROFFIT, W. R. et al. Contenção. Ortodontia Contemporânea. 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. p 563 – 579

RIBEIRO, T. T. C. et al. Contenção ortodôntica fixa lingual inferior 3×3 com V-bend. Rev Clín Ortod Dental Press. Maringá, 2016. v. 15, n. 1 p. 91- 97.

RODRIGUES, C. K. et al . Responsabilidade civil do ortodontista. R Dental Press. Ortodon Ortop Facial. Maringá, 2016. v. 11, n. 2, p. 120-127

SHIRASU, B. K. et al. Comparação de parâmetros periodontais após utilização de contenção 3X3 plana modificada. Rev Dental Press Ortodon Ortop Facial. Maringá, 2007. v. 12, n1, p. 41-47

SILVA FILHO, O. G. et al. Contenção fixa inferior 3×3: considerações sobre a sua confecção, colagem direta e remoção. R Clín Ortodon Dental Press. Maringá, 2004/2005. v. 3, n. 6, p. 17-24

ZACHRISSON, B. U. Aspectos importantes da estabilidade a longo prazo. Rev Clin Ortodon Dental Press, Maringá, v. 4, p. 90-121, 1997.

[1] Graduado em Odontologia pela Universidade Paulista – UNIP, Pós-Graduado em Ortodontia pelo Instituto de Ensino Superior Blauro Cardoso de Matos – FaSerra e Pós-graduando em Saúde Publica pela Faculdade Dom Alberto, Cirurgião-Dentista.

Enviado: Fevereiro, 2019.

Aprovado: Março, 2019.

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