Em vias de uma rememoração da trajetória: o pet-pedagogia como lócus de auto(trans)formação humana: relato de experiência

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CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

LIMA JUNIOR, Agnaldo Mesquita de [1], VIEIRA, Mauricio Aires [2]

LIMA JUNIOR, Agnaldo Mesquita de. VIEIRA, Mauricio Aires. Em vias de uma rememoração da trajetória: o pet-pedagogia como lócus de auto(trans)formação humana: relato de experiência. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 07, Ed. 01, Vol. 02, pp. 05-14. Janeiro de 2022. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/pet-pedagogia

RESUMO

O Programa de Educação Tutorial (PET) é um programa de excelência no Brasil, difundido desde 1979 e presente em muitas universidades. O presente trabalho visa debater e ressignificar a importância da implementação de um programa desta envergadura em uma região de fronteira e numa universidade, relativamente nova, através das biografias educativas. Busca apresentar a trajetória dessa prática pedagógica, e as formas do processo de (auto)transformação humana. Embasados em documentos oficiais, nossas memórias e referenciais teóricos sobre o tema, buscamos trazer à tona à questão norteadora, da importância de um grupo com essa expertise e de seus processos de auto(trans)formar-se. Nosso objetivo geral é trazer ao leitor a importância de programas de excelência, que permitem ao aluno refletir seu papel social e transformador na sociedade. Para tal cenário usamos uma narrativa para rememorar nossa trajetória e ressignificar conceitos importantes para a transformação humana. A metodologia, então, foi, além do referencial teórico estudado ao longo de mais de cinco anos no programa, nossas memórias e nossa própria (auto)formação/transformação. Ao longo desta trajetória, apontamos como resultados iniciais, mas profundos, em nós mesmos, de que todo processo de formação é uma passagem de um alguém anterior para um alguém posterior. Isso não quer dizer a mudança em si da essência que nos faz sujeitos, mas sim um processo que, a partir da reflexão e da conscientização nos faz repensar determinadas posições no mundo em que estamos imersos. Por fim, compreendemos como processos finais de nossa passagem pelo grupo, que todos nós temos processos auto(trans)formativos, que por muitas vezes são percebidos e identificados quando enxergamos nossa passagem e nos encontramos em outros lugares, senão aqueles que ocupamos em momentos anteriores. Propomos debater nossas próprias experiências dentro dos anos de atuação do grupo e quão importante todas foram para nosso crescimento intelectual/profissional.

Palavras-chave: trajetórias, (auto)transformação, prática pedagógica.

INTRODUÇÃO

O Programa de Educação Tutorial (PET), é um programa de iniciação acadêmica que intrinsecamente alia o tripé universitário (pesquisa, ensino e extensão) em seu planejamento e em suas atividades. Müller (2003) aponta que o PET foi criado inicialmente como “Programa Especial de Treinamento”, no auge da ditadura militar brasileira, em 1979. Porém, sua institucionalização ocorre apenas em 1987, com a retomada da normalidade democrática, momento pelo qual este programa assume o atual nome, expandindo a quantidade de instituições e de grupos que compunham o programa, chegando a 88 grupos divididos em 33 instituições de ensino superior em 1989, conforme dados de Müller (2003). Atualmente, segundo o portal do PET no Ministério da Educação (MEC), o programa conta com 842 grupos, distribuídos em 121 instituições.

Nossa questão norteadora é perceber a nossa auto(trans)formação enquanto sujeitos numa prática pedagógica da própria transformação humana que cada um de nós sofre ou passa. Nosso objetivo principal foi, através de nossas memórias rememorar/relembrar o quão importante é o papel do sujeito num programa de grande envergadura que trabalha de forma isonômica e igualitária o ensino, a pesquisa e a extensão. Esse recorte se deu num programa de uma instituição pública, numa região de fronteira, no sul do Brasil, mas pode muito bem, ser o espelho de muitas transformações a (auto)transformações em vários alunos e docentes espraiados em todo território nacional. Nossa metodologia usada foram todos apontamentos, todas anotações e todo referencial teórico inicial usado para compilação do projeto inicial e de sua concretização ao longo dos anos. Além da pesquisa bibliográfica, usamos a biografia narrativa, proposta por Josso (2010).

Historicamente, o PET foi encarado como um programa elitista, que privilegiava a meritocracia descontextualizada e exacerbava o academicismo sem raízes verdadeiras na realidade local. Com o avanço das políticas neoliberais na década de 90, o PET esteve em vias de descontinuidade pelo governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso. Müller (2003) destaca o “Movimento em defesa do PET”, articulado a nível nacional pela comunidade petiana que lutou em diversas vias para a manutenção, reestruturação e ampliação do PET.

Aqui neste texto traremos alguns momentos de experiências vivenciadas no PET-Pedagogia, da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA) – Campus Jaguarão, para que possamos realizar um “caminhar para si” (JOSSO, 2010) e, no transcorrer desse processo, elucidar a importância do PET para uma auto(trans)formação humana mais ampla para os acadêmicos de graduação das universidades brasileiras. Narrar-se aqui é uma forma de produzir o que Josso (2010) chamaria de Dominicé ou “Biografia Educativa”:

A Biografia educativa serve para explicitar e compreender os componentes do processo de formação do aprendente, ‘como eles aprenderam o que sabem’, quais os valores e desafios de sua formação, que lugar ocupam as ações educativas em seu processo de formação[…] (JOSSO, 2010, p. 134)

Para tanto, utilizaremos do direito de “dizer a nossa palavra” (FREIRE, 2014) para produzir uma auto narrativa como forma de rememorar nossa experiência como petiano e tutor de um grupo PET. Com Fiori (1991) entendemos que “a palavra humana imita a divina: é criadora” (FIORI, 1991, p. 54).  Nesse sentido, ao narrar nossa trajetória no PET-PEDAGOGIA, utilizando do direito de dizer nossa palavra, também buscamos criar a possibilidade de construção de novos saberes ao utilizar nossa memória para reviver experiências que nos auxiliaram em nossa constituição como educadores.

Entendemos aqui experiência a partir de Larrossa (2017), como: “o que nos passa, o que nos acontece, o que nos toca” (LARROSSA, 2017, p. 18, grifos nossos). Diariamente muitas coisas ocorrem em nossas vidas, porém, não deixam marcas em nossa subjetividade, seja pela dinamicidade do cotidiano ou pela efemeridade das relações. A própria lógica das instituições educacionais atua para dificultar o desenvolvimento da experiência. A normalidade dos créditos, carga-horária e demais pré-requisitos colocados em cursos de licenciatura, cada vez mais burocratizados, impede o acontecimento da experiência genuína. Neste ponto, o PET atua como um espaço de “suspensão” da corrida pela formação para voltar o olhar para um processo auto(trans)formativo, focado na centralidade do sujeito e de suas experiências que, ao passo que olha para si reflexivamente, olha para o coletivo democraticamente aberto e propositivo para o diálogo. Retornando para Josso (2010), esta dialética entre a formação individual e coletiva é práxis essencial da formação do pesquisador:

Essa dialética entre práticas individuais e atividade interativas constitui a problemática fundamental de uma formação intelectual, ao longo da qual o pesquisador se institui como sujeito ao mesmo tempo autônomo e interdependente, assumindo a responsabilidade de seu processo de conhecimento no seio de uma coletividade, negociando sua contribuição e o sentido que ele lhe dá. (JOSSO, 2010, p. 32)

Nesse ponto, a ideia de auto(trans)formação, nos parece ser profícua, uma vez que acreditamos nas seguintes premissas: todo processo formativo é individual e interno do sujeito. Sendo assim, ainda que o estímulo seja externo, toda formação é sempre autoformação. Além disso, todo processo de formação é uma passagem de um alguém anterior para um alguém posterior. Isso não quer dizer a mudança em si da essência que nos faz sujeitos, mas sim um processo que, a partir da reflexão e da conscientização me faz repensar determinadas posições assumidas por mim enquanto sujeito, transformando minha forma de sentir/pensar o mundo, na busca permanente pelo “ser mais” (FREIRE, 2014).

Sendo assim, aqui buscamos propor algumas reflexões sobre nossa experiência enquanto sujeitos participantes do grupo PET-PEDAGOGIA, da UNIPAMPA, a partir do diálogo entre nossas trajetórias no referido grupo e pelas narrativas construídas neste manuscrito. Aqui, nos deteremos a narrar e construir “biografias educativas” (JOSSO, 2010) sobre o período relativo ao interstício 2010-2016 do grupo PET-PEDAGOGIA. Narrar as próprias experiências, além de rememorar as trajetórias vividas como petiano e tutor, também, nos permitem a compreensão de nossos processos auto(trans)formativos, pois tal como preconizado por Josso (2010) as biografias educativas, a partir das narrativas dos sujeitos sobre seus próprios processos “podem tornar-se a entrada na compreensão dos processos de conhecimento e de aprendizagem” (JOSSO, 2010, p. 73).

A TRAJETÓRIA DO GRUPO PET-PEDAGOGIA EM DIÁLOGO COM NOSSAS EXPERIÊNCIAS

Na UNIPAMPA/Campus Jaguarão, o PET assume desde 2010 a função de integrar o tripé universitário, além de promover através de seus projetos a formação acadêmica e cidadã para os sujeitos envolvidos em suas atividades. Nesta seara, o grupo PET-Pedagogia desenvolve suas atividades beneficiando a comunidade envolvida junto ao seu campus e qualificando a formação dos sujeitos envolvidos em seus projetos. Na UNIPAMPA, o PET é vinculado a duas Pró-reitorias: graduação e extensão. Este grupo foi aprovado a partir do Edital nº 09/2010/MEC/SESU. A aprovação se deu em meio a 352 novos grupos, sendo 08 da mesma universidade.

Inicialmente, o objetivo de estudo do grupo era o foco no fracasso/sucesso escolar e sua relação com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). Destarte, a atuação do grupo se pautou em 4 ações principais: 1- CINEPETINHO (voltada para a interligação entre produtos cinematográficos e atividades lúdicas junto a alunos do ensino fundamental); 2- ENEM-Jaguar (pré-vestibular social voltado para o ingresso em universidades públicas); 3- ciclo de palestras e minicursos (atividades formativas para a comunidade acadêmica e docentes da educação básica); 4- CINEPET (grupo de cinema e debates sobre temas pertinentes para a educação, junto a acadêmicos de Licenciatura da instituição).

Com o transcorrer das atividades e a partir da curiosidade epistemológica do próprio grupo, voltamos nosso olhar para a temática da educação integral e/ou educação em tempo integral, utilizando o Programa Mais Educação (PME) como base para estes estudos. Algumas iniciativas se aliaram às já citadas anteriormente, como por exemplo a organização do Grupo de Estudos de Educação Integral em Região de Fronteira (GEIF) e a pesquisa diagnóstica que realizou acompanhamento do PME em todas as escolas de Jaguarão/RS, com pelo menos um petiano/a em cada escola realizando observações, interagindo com oficineiros, gestores e alunos e auxiliando diariamente no desenvolvimento das atividades do programa, promovendo os processos de ensino e de aprendizagem.

NOSSAS EXPERIÊNCIAS COM O GRUPO PET-PEDAGOGIA

Em nossa caminhada acadêmica tive o prazer de ser por 5 anos (2011-2016) bolsista do grupo PET. No segundo semestre de 2011, meu segundo semestre na universidade, me inscrevi no edital de seleção e pude ser selecionado como bolsista do grupo, juntamente com nosso tutor. Nestes quatro anos como integrante do grupo, pude auto(trans)formar-me, como docente/pesquisador, como cidadão e, também, como um ser humano melhor, ou dizendo junto com Freire (2014), o processo junto ao grupo contribuiu para minha busca para “ser mais”. Porém, não me refiro a ser mais e melhor que outros, mas sim ser mais e melhor do que vinha sendo, consciente do meu inacabamento como ser humano.

Aqui reside, porém, uma das mais importantes contribuições do PET, enquanto programa universitário: o trabalho coletivo, que advém desde o planejamento das atividades, perpassando a elaboração, execução, avaliação e, se necessário, alterações posteriores que possam acontecer, é uma importante fonte de crescimento para cada sujeito envolvido junto às ações de grupos PET. Isto contribui diretamente para a busca do ser mais de cada petiano, uma vez que Freire (2014) aponta que: “Esta busca do ser mais, porém, não pode realizar-se no isolamento, no individualismo, mas na comunhão, na solidariedade dos existires.” (FREIRE, 2014, p.81).

Também a partir de nosso trabalho no PET, podemos tomar consciência da importância de nossas ações enquanto professor/pesquisador, não só para o desenvolvimento de minhas atividades docentes, mas também da importância de minha atuação para a sociedade, para a minha atuação enquanto cidadão membro de uma comunidade. Mészáros (2008) nos ensina que a educação como potência criadora não deve servir para negociações mercantis e comerciais, mas sim para a produção de uma sociedade mais justa e igualitária. A educação nesse caso deveria superar a lógica individualista voltada para a provisão de “mão de obra” ao mercado de trabalho e voltar-se para a vida dos indivíduos como potência emancipadora e criativa aliada ao trabalho. Nesse sentido, a educação em si não se encerra em processos escolares e/ou acadêmicos, estendendo-se aos diversos espaços públicos (materiais ou não), produzindo na sociedade a abertura para realizar as mudanças sociais, econômicas e culturais necessárias para a superação do reinado do capital sobre as relações humanas. Indubitavelmente, isto produz a “automudança consciente” (MÉSZÁROS, 2008, p. 54) nos indivíduos, reforçando a máxima freireana: “já agora ninguém educa ninguém, como tampouco ninguém se educa a si mesmo: os homens se educam em comunhão, mediatizados pelo mundo.” (FREIRE, 2013, p. 73).

Em meu período como petiano, pude junto à comunidade envolvida junto a outros grupos aprender em regime de colaboração com diversas áreas de conhecimento compostas nos demais grupos PET, e com meu tutor que muito me proporcionou outros olhares, outras conquistas, idealizar caminhos, propor escolhas. Naquele momento, o campus Jaguarão contava com 4 grupos pet (Produção e Política Cultural, História da África e Letras, além do PET – Pedagogia). Em colaboração com estes grupos, trouxemos juntos e construímos o II Encontro dos grupos PET da UNIPAMPA (II PAMPAPET). Este evento permitiu à comunidade petiana debater estratégias de qualificação do programa, compartilhar experiências desenvolvidas nos diversos grupos e democraticamente escolher seus representantes. Tive a honra de no período 2012-2013 ser um dos representantes junto ao Comitê Local de Avaliação e Acompanhamento dos grupos PET (CLAA-PET), nível regional. Neste espaço debatemos, projetamos e deliberamos diversas decisões para qualificar e ampliar o trabalho desenvolvido nos grupos PET da UNIPAMPA. Ainda exercendo o nosso direito democrático, participamos enquanto grupo do XVI Encontro dos grupos PET da Região Sul (XVI SULPET), do XVIII Encontro Nacional dos grupos PET (XVIII ENAPET) e do III PAMPAPET, respectivamente nas cidades de Rio Grande, Recife e Uruguaiana.

Também junto ao grupo PET tive uma das minhas primeiras experiências como docente. Junto ao projeto ENEM-Jaguar[3],  ministrando aulas de redação voltada para toda comunidade jaguarense. Também pude como pesquisador construir dentro do grupo PET nossa pesquisa de conclusão de curso, denominada “Programa Mais Educação: as políticas e estratégias de formação continuada para/dos gestores de educação em tempo integral em escolas de periferia em Jaguarão/RS”, originada a partir do acompanhamento do grupo PET junto ao PME e das reflexões e debater originados no GEEIF[4]. Dentro do PET também organizamos o 1º Seminário Internacional de Educação Integral em Região de Fronteira (SIEIF), que contou com diversas atividades, dentre elas uma reunião de representantes do MEC, secretários de educação da região sul do estado e equipe gestora das escolas que desenvolviam o PME. Nesse sentido, o PET deixava sua contribuição para qualificar a educação em toda região sul do estado, sempre em acompanhamento de nosso tutor e de nossa própria (auto)transformação em tutor e de petiano.

CONSIDERAÇÕES FINAIS        

Relembrar os tempos vividos no PET é, acima de tudo, acalentar o coração e colocar nossas vivências para readmirar e, dessa forma, compreender nosso processo auto(trans)formativo. Reviver os momentos de petiano, com cada sujeito que fez parte, seja o tutor, colegas de grupo, professores e técnicos colaboradores possibilita também que sejam divulgados os processos que vivemos para outros sujeitos que possam passar por situações similares e, também se perceberem nessa realidade.

Tal como preconizado por Josso (2010), realizar uma biografia educativa de nosso tempo como petiano, permite recriar nossa realidade e contribuir para o planejamento de nossos projetos futuros. Destacando a experiências que nos tocam, podemos apontar caminhos a serem seguidos, trilhas a serem traçadas no processo auto(trans)formativo. Este trabalho buscou relembrar as experiências vivenciadas no processo do grupo PET-Pedagogia e, com isso, divulgar também as ações realizadas no bojo deste grupo. Também esperamos com isso estimular que outros sujeitos possam descrever suas próprias vivências e divulgar suas experiências para que outras pessoas também se sintam motivadas a escrever sobre seu processo auto(trans)formativo.

REFERÊNCIAS

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. Recurso Digital. 1 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2014.

FIORI, E. M. Textos Escolhidos: Educação e Política. Porto Alegre: L&PM, 1991.

JOSSO, M. C. Caminhar para si. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2010.

LARROSA, J. Tremores: escritos sobre experiência. Tradução de Cristina Antunes e João Wanderley Geraldi. 1. Ed. Belo Horizonte: Autêntica editora, 2017.

LIMA JUNIOR, A. M. de. Professor comunitário: saberes produzidos no âmbito da implantação do Programa Mais Educação no município de Jaguarão/RS. 2018. 89 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Federal do Rio Grande. Rio Grande, 2018.

MÉSZÁROS, I. A educação para além do capital. Tradução de Isa Tavares. 2. Ed. São Paulo: Boitempo, 2008.

MÜLLER, A. Qualidade no ensino superior: a luta em defesa do Programa Especial de Treinamento. Rio de Janeiro: Garamond, 2013.

APÊNDICE REFERÊNCIA NOTA DE RODAPÉ

3. Pré-vestibular organizado pelo Grupo PET-PEDAGOGIA nas dependências do campus Jaguarão da UNIPAMPA, voltado à toda comunidade vulnerável, e totalmente gratuito.

4. Projeto desenvolvido pelo PET-PEDAGOGIA que consistia em um grupo de estudos voltados a debater, acompanhar, avaliar e refletir questões relativas ao desenvolvimento do Programa Mais Educação no município de Jaguarão. (LIMA JUNIOR, 2018.)

[1] Licenciado em Letras Português/Espanhol pela Universidade Federal do Pampa – UNIPAMPA – Campus Jaguarão. Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande – FURG. Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Maria – UFSM. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-5774-7303.

[2] Doutor em educação. ORCID: https://orcid.org/0000-0003-0737-9941.

Enviado: Outubro, 2021.

Aprovado: Janeiro, 2022.

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