A necessidade de mudanças no processo de ensino-aprendizagem com a introdução das tecnologias

0
255
DOI: ESTE ARTIGO AINDA NÃO POSSUI DOI SOLICITAR AGORA!
5/5 - (2 votes)
PDF

ARTIGO DE REVISÃO

RIBEIRO, Renata Aparecida Lobianco [1]

RIBEIRO, Renata Aparecida Lobianco. A necessidade de mudanças no processo de ensino-aprendizagem com a introdução das tecnologias. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 06, Ed. 10, Vol. 05, pp. 86-96. Outubro 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/introducao-das-tecnologias

RESUMO

O presente artigo tem como objetivo descrever a necessidade de mudanças no processo de ensino-aprendizagem diante à inserção dos recursos tecnológicos na educação, a partir da seguinte questão norteadora: Quais são as mudanças necessárias no processo de ensino-aprendizagem para que alunos e professores possam usufruir dos benefícios que as novas tecnologias podem proporcionar? Para responder esta questão, foi realizado uma pesquisa bibliográfica sobre o assunto, abordando o significado e o conceito de tecnologia; o uso dos recursos tecnológicos na educação e seu reflexo no contexto social; as dificuldades que os professores enfrentam para trabalhar com as novas tecnologias e para instruir os alunos a utilizá-las a seu favor e a importância da capacitação de professores. Contudo, conclui-se que é necessário que os professores sejam capacitados para utilizar os recursos tecnológicos disponíveis em suas práticas pedagógicas e instruir os alunos a entender a educação de forma diferente utilizando as tecnologias na construção do conhecimento.

Palavras-chave: Conhecimento, Educação, Ensino, Ferramentas.

1. INTRODUÇÃO

Nas últimas décadas, a disseminação acelerada das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), em especial da Internet, trouxeram desafios e oportunidades tanto a nível individual quanto para a sociedade, na medida em que novos modos de se relacionar com a informação e o conhecimento foram estabelecidos. Na educação, as tecnologias instigam os professores à necessidade de capacitação para desenvolver metodologias e práticas capazes de promover a incorporação destas ferramentas como instrumento pedagógico (BRASIL, 2016).

Atualmente, independente da realidade social a qual estão inseridos a primeira cultura do aluno é a midiática, visto que chega às escolas portando uma variedade de dispositivos tecnológicos, porém, percebem tais recursos como instrumentos de comunicação e não como ferramentas ou interfaces para a aprendizagem (GADOTTI, 2005).

É imprescindível ensinar o aluno não apenas como utilizar o computador, mas sim como utilizá-lo a seu favor, como usufruir de maneira didática e pedagógica desse recurso que está tão presente na realidade das pessoas. As escolas devem investir em educação continuada de professores, para o manuseio das novas tecnologias e para o desenvolvimento de práticas que tornam as aulas mais dinâmicas e a aprendizagem mais efetiva (ROCHA, 2008).

A inserção dos recursos tecnológicos na educação resulta na capacidade para identificar e colocar em prática novas atividades cognitivas, pois são ferramentas que geram possibilidades diferentes. As novas tecnologias permitem aos alunos transcender a ideia de eficiência na medida em que implica menos tempo e menos esforço e possibilita novas relações com o conhecimento no âmbito das mediações com os contextos culturais (LITWIN, 2001).

A realização deste artigo se justifica pela importância de alertar professores e alunos à necessidade de aderir às tecnologias pois são fundamentais para a evolução, e a necessidade de adaptações no processo de ensino-aprendizagem para que possam desfrutar destas ferramentas de forma positiva. Desta forma, este artigo buscou responder a seguinte questão norteadora: Quais são as mudanças necessárias no processo de ensino-aprendizagem para que alunos e professores possam usufruir dos benefícios que as novas tecnologias podem proporcionar? A partir desta questão, o objetivo deste artigo é descrever a utilização das novas tecnologias na educação e as mudanças necessárias no processo de ensino-aprendizagem, a partir das adequações das práticas pedagógicas, formação de professores e instrução dos alunos no uso destas para facilitar a construção do conhecimento. Para responder esta questão, foi realizado uma pesquisa bibliográfica por meio de artigos científicos, livros, monografias, dissertações e teses.

2. REVISÃO DE LITERATURA

2.1 TECNOLOGIA: SIGNIFICADO E CONCEITO

A palavra tecnologia tem origem no grego techné, que significa saber fazer, e logus, que significa razão (RODRIGUES, 2001). Tecnologia pode ser definida como o conjunto de conhecimentos originados do desenvolvimento humano e a criação de recursos, tais como, processos e sistemas, que visem satisfazer as necessidades pessoais e coletivas (LAYTON, 1988).

De acordo com Soffner (2014), tecnologia pode também ser definida como tudo que o homem produz e aperfeiçoa para satisfazer as suas necessidades essenciais e vitais, e para tornar o processo produtivo mais dinâmico e até mesmo frenético. A tecnologia está permeada por processos de transformações e adaptações. No contexto histórico de evolução, a tecnologia teve inicialmente um papel de suporte às atividades operacionais do homem e, posteriormente, sua utilização foi de maneira planejada e sistemática.

Na medida em que muda os padrões, a tecnologia produz novas direções de desenvolvimento, pois é uma ferramenta dinâmica que faz parte do acervo cultural de um povo, por isso, existe na forma de conhecimento acumulado e está em contínua produção. A tecnologia representa os conhecimentos do homem produzidos ao longo da história (VERASZTO et al, 2003a, 2003b, 2004).

2.2  A INFLUÊNCIA DA TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO

As novas tecnologias ocasionaram grandes mudanças na educação, criando novas formas de aprendizado, de disseminação do conhecimento, proporcionando novas relações entre professor e aluno. No entanto, há uma preocupação quanto à qualidade do ensino, visto que, as escolas não podem ficar alheias ao processo de desenvolvimento tecnológico, pois faz-se necessário um processo de reestruturação educacional (FERREIRA, 2014).

O uso das tecnologias na educação não pode ser considerado apenas como uma mudança tecnológica, pois não se trata simplesmente de substituir o quadro preto ou o livro pelo computador; mas pode estar associado à mudança do modo como se aprende; das formas de interação entre aluno e professor e do modo como se reflete sobre a natureza do conhecimento (TEODORO, 2008).

Sendo assim, o principal papel da educação reside na preparação do aluno para saber buscar informações e transformá-las nos conhecimentos de que necessita, de forma criativa. Nessa perspectiva, a escola tradicional de funcionamento linear precisa passar por mudanças (SANTOS, 2011).

As dinâmicas do processo de ensino-aprendizagem da escola tradicional divergem com os princípios da sociedade da informação, que são: capacidade de autoformação, autonomia, pensamento hipertextual, criatividade, independência na busca de conhecimentos, dentre outros. Os princípios citados requerem transformações no processo educacional, baseadas em materiais didáticos dinâmicos e no conhecimento de todos os atores do ato educativo e, sobretudo, na participação do aluno na construção do conhecimento (SANTOS, 2011).

Para França (2010), escola, alunos, professores e gestores precisam entender que, as mudanças ocorrem de forma acelerada, propiciando constante transformação, evolução e expansão da informação e do conhecimento, e assim colaborando para a melhoria das formas de se comunicar e de interagir com os meios e com o mundo, incentivando a curiosidade e a vontade de criar novos hábitos e de acompanhar esta evolução.

A introdução das tecnologias ao currículo depende de diversos componentes como: implantação de infraestrutura tecnológica e inserção dos envolvidos no mundo das tecnologias. Para isso, são necessários muitos esforços, tanto da educação pública quanto da privada, tais como: disponibilizar o acesso à internet banda larga nas escolas, construir laboratórios de informática com dispositivos móveis e ampliar os programas de formação de professores (ALMEIDA; SILVA, 2011b).

Contudo, é preciso, perceber a inserção das tecnologias na educação para além da inclusão digital, mediante a apropriação destas ferramentas enquanto instrumentos, que estendem a capacidade humana de armazenar, resgatar, explorar e divulgar a informação. Neste contexto, a escola é desafiada a contribuir para a consolidação de uma nova cultura de aprendizagem (BORTOLINI et al., 2012).

2.3 A TECNOLOGIA NO CONTEXTO EDUCACIONAL E SOCIAL

A educação é um processo social que se enquadra numa determinada concepção de mundo, a qual determina como deve ser o ato educativo, sendo este baseado nos ideais de uma determinada sociedade. Portanto, a educação é o processo pelo qual a sociedade forma cidadãos à sua imagem e em função de seus interesses (VIEIRA PINTO, 1989).

A educação tem um papel essencial na transformação da sociedade e a tecnologia, por sua vez, tem um importante papel na obtenção da educação. Educação e tecnologia representam uma dimensão fundamental de mudança social, visto que a evolução e a transformação da sociedade são construídas por meio da interação de fatores culturais, econômicos, políticos e tecnológicos (SOFFNER, 2014).

Segundo Silva (1999), as novas tecnologias estimulam a sociedade como um todo para uma mudança paradigmática no modelo clássico comunicacional, pois introduz uma nova forma de compreensão e de comunicação interativa.

A tecnologia e a educação não constituem um ato neutro, mas sim um ato político, porque envolvem escolhas, posicionamentos, visões de mundo e compromissos éticos. Vale ressaltar que a exclusão social e a tecnologia estão relacionadas e que esta, por sua vez, pode contribuir na redução das desigualdades sociais, pois permite que o aprendizado ocorra de maneira contextualizada e situada, pois a instrução pode ocorrer em qualquer momento e lugar (LIMA; DAGNINO; FONSECA, 2008).

Para Bazzo (1998) é preciso refletir sobre o uso da tecnologia na educação, pois ela não representa somente resultados positivos para o progresso humano e seus benefícios são notórios se for acompanhada de inclusão social e não de desigualdades sociais. Por isso, é necessário o desvelamento das contradições sociotécnicas e dos ingredientes endógenos da tecnologia no contexto escolar, e que os conhecimentos neutros e autônomos deixem de ser prioritários, dando ênfase à realidade dos alunos, às suas vivências cotidianas, possibilitando a transformação de sua realidade (BATISTA; FREITAS, 2018).

Embora a tecnologia e a educação possam representar interesses de classe específicos, elas também podem ter uma concepção progressista na formação de um sujeito reflexivo e consciente, constituindo-se de um meio para sua mudança e libertação.  Diante de um mundo dinâmico e com constantes mudanças, a tecnologia possui um papel fundamental na educação, auxiliando na formação de pessoas críticas, autônomas e participativas (FREIRE, 1967).

A integração da tecnologia na educação não respeitou o meio social dos alunos e os seus conhecimentos prévios (SOUZA, 2005). Vale ressaltar que é necessária uma avaliação crítica sobre a tecnologia, sua constituição histórica e sua função social, não apenas para compreender o seu sentido, mas também para repensar e redimensionar o seu papel na sociedade (SILVEIRA; BAZZO 2009).

No livro “Intervenções e Mediações das Novas Tecnologias na Educação Básica”, Delgado (2006) descreve que a tecnologia é um instrumento que se utilizado de forma adequada pode contribuir no desenvolvimento do processo de aprendizagem, no entanto, não soluciona os problemas do sistema educacional no Brasil (ROCHA, 2008).

2.4 OS DESAFIOS DO PROFESSOR FRENTE ÀS TECNOLOGIAS

As tecnologias da comunicação não substituem o professor, mas modificam algumas das suas funções, tais como: estimular a curiosidade do aluno por querer conhecer, pesquisar e buscar as informações mais relevantes; coordenar o processo de apresentação dos resultados pelos alunos; questionar dados apresentados; contextualizar os resultados, adaptando-os à realidade dos alunos; transformar informação em conhecimento e conhecimento em saber, em vida, em sabedoria (LEVY, 1993).

O redimensionamento da sala de aula e da aprendizagem nem sempre significam um salto qualitativo na educação. A disponibilidade de computadores, as aulas virtuais onde o professor apresenta o conteúdo e o aluno pode gravar a aula, pode acessar o site da disciplina e ter acesso aos conteúdos e exercícios propostos, e ainda tirar dúvidas e receber orientações via e-mail, não substituem a interação aluno e professor; a emissão e recepção da mensagem (SILVA, 2007).

Diante tantas tecnologias, o professor precisa ampliar e dominar as formas de comunicação interpessoal/grupal e as de comunicação audiovisual/telemática e encontrar uma forma mais adequada de integrar as várias tecnologias aos métodos de ensino, evitando que as aulas se tornem monótonas (MORAN, 2009). O professor precisa reajustar as metodologias de ensino pois muitas delas estão ultrapassadas, e saber conduzir e utilizar os recursos e ferramentas disponíveis (MORAN, 2007).

O avanço da tecnologia exige que os professores se tornem mais maduros intelectual e emocionalmente, mais curiosos, entusiasmados, abertos e que saibam motivar e dialogar (MORAN, 2005). Para que ocorra uma relação harmoniosa e concreta entre aluno e professor e uma prática educativa dialógica é necessário o diálogo, pois ele compreende não somente o ato de depositar ou trocar ideias, mas sim a capacidade de gerar mudanças no modo de agir e pensar das pessoas (GABRIEL, 2013).

Dessa forma, é importante que os professores reflitam sobre o papel da tecnologia na sociedade e na prática pedagógica, pois a mesma está permeada por conflitos de interesses sociais, políticos e econômicos específicos (BATISTA; FREITAS, 2018).

Conforme Almeida (2010), as potencialidades pedagógicas das tecnologias de informação e comunicação se evidenciam na relação entre professores e alunos nos ambientes virtuais proporcionados pelos sistemas tecnológicos na rede mundial de computadores. Nessa nova cultura, professores e alunos podem participar da construção do conhecimento de forma coletiva e não hierarquizada. O professor atua como mentor e mediador e o aluno passa a ter participação ativa e autônoma na construção do conhecimento.

Os professores têm muitas dificuldades quando se trata de mediação tecnológica, pois não estão sendo formados para lidar com essas novas tecnologias (FREIRE, 2005). A utilização do computador e das ferramentas multimídia pelo professor depende, em parte, de como ele entende esse processo de transformação, se o percebe como algo benéfico e favorável ao seu trabalho ou como uma ameaça (SOUZA et al., 2011).

Trabalhar com as tecnologias (novas ou não) de forma interativa nas salas de aula requer a responsabilidade de aperfeiçoar as compreensões dos alunos sobre o mundo natural e cultural em que vivem. É indispensável o desenvolvimento contínuo de alunos e professores para que possam utilizar adequadamente as tecnologias (CAVALCANTE, 2012). É essencial que o professor se aproprie da diversidade de informações advindos das tecnologias digitais da informação e da comunicação para que estas possam ser sistematizadas em sua prática pedagógica (SOUZA et al., 2011).

Os professores sentem a necessidade de se preparar e preparar os alunos para lidar com as novas tecnologias, pois a informática aplicada à educação possui dimensões mais profundas do que se imagina (ALMEIDA, 2000). Diante desta realidade, são muitas as exigências aos professores, no entanto, é  essencial investir em sua formação, incluindo a criação de centros de apoio para os professores possam testar programas e receber orientações sobre o uso; cooperação local e inter-regional, estimulada através de encontros periódicos e jornais para a troca de experiência e de programas, estimulados pelo governo ou outras instituições; auxílio no aprimoramento de atitudes pedagógicas de inovação e interação das equipes interdisciplinares; visão integrada de ciência e tecnologia possibilitando o entendimento dos processos científicos e a mudança nos paradigmas educacionais (LEVY, 1993).

3. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O mundo está em constante evolução e muitas tecnologias são criadas e utilizadas para facilitar as relações. Na educação, tais tecnologias proporcionam diferentes recursos didáticos, podendo promover benefícios no processo de ensino-aprendizagem. No entanto, vale ressaltar que as tecnologias não substituem o papel do professor, por isso, é imprescindível, que estes sejam capacitados, para utilizar os recursos e ferramentas disponíveis; construir novas propostas de ensino e promover uma aprendizagem mais participativa e integrativa e para que saibam conduzir os alunos a utilizar os recursos tecnológicos na construção do conhecimento. Com a inserção das tecnologias na educação é fundamental que haja também uma reestruturação do processo de ensino-aprendizagem, para que os limites sejam respeitados e que seja analisado a forma como as tecnologias são introduzidas nas escolas, buscando reduzir as desigualdades sociais.

REFERÊNCIAS

ALMEIDA, M. E. Informática e formação de professores. Brasília: Ministério da Educação, 2000.

ALMEIDA, M. E. B. Web Currículo, caminhos e narrativas. In: Seminário Web Currículo, 2, 2010, São Paulo. Anais… São Paulo: PUC, 2010.

ALMEIDA, M. E. B.; SILVA, M. G. M. O cenário atual do uso de tecnologias digitais da informação e comunicação. In: BARBOSA, A. F. (Org.). Pesquisa sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação no Brasil. TIC Educação 2010. São Paulo: Comitê Gestor da Internet no Brasil, 2011 (b).

BATISTA, S. A.; FREITAS, C. C. G. O uso da tecnologia na educação: um debate a partir da alternativa da tecnologia social. Revista Tecnologia e Sociedade. v. 14, n. 30, p. 121-135, jan./abr. 2018.

BAZZO, W. A. Ciência, Tecnologia e Sociedade: e o contexto da Educação Tecnológica. Florianópolis: Editora da UFSC, 1998.

BORTOLINE A.; GRÄBIN, C.; GERHARDT, L. M.; PEREIRA, L. B.; SCHERER, M. S.; BERSCH, M. E. Reflexões sobre o uso das tecnologias digitais das informações e da comunicação no processo educativo. Revista destaques acadêmicos. CCH/UNIVATES, v. 4, n. 2, 2012.

BRASIL. Núcleo de Informação e coordenação do Ponto BR. Educação e tecnologias no Brasil [livro eletrônico]: um estudo de caso longitudinal sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação em 12 escolas públicas. Núcleo de Informação e coordenação do Ponto BR. 1 ed. São Paulo: Comitê Gestor da Internet no Brasil, 2016.

CAVALCANTE, M.B. A educação frente às novas tecnologias: Perspectivas e desafios. 2012.

FERREIRA, M. J. M. A. Novas tecnologias na sala de aula. 2014. 121 p. Monografia (Especialização em Fundamentos da Educação: Práticas Pedagógicas Interdisciplinares) – Curso de Especialização Fundamentos da Educação:  Práticas Pedagógicas Interdisciplinares da Universidade Estadual da Paraíba – Universidade Estadual da Paraíba, Sousa, 2014.

FRANÇA, T. B. A gestão educacional e as novas TICs aplicadas à educação. Anuário da Produção Acadêmica Docente, Anhanguera, v. 4, n. 8, p. 107-120, 2010.

FREIRE, P. Educação como prática de liberdade. Rio de janeiro: Paz e terra, 1967.

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, ed. 42, 2005.

GABRIEL, M. Educar – A (r) evolução digital na educação. São Paulo: Saraiva 2013.

GADOTTI, M. A escola frente à cultura midiática. In: OROFINO, M. I. Mídias e mediação escolar: pedagogia dos meios, participação e visibilidade. v. 12. São Paulo: Cortez/Instituto Paulo Freire, Guia da Escola Cidadã, p. 15-94, 2005.

LAYTON, D. Revaluing the T in STS. International Journal of Science Education, 1988, v. 10, ed. 4, p. 367-378.

LÉVY, P. As tecnologias das inteligências: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993.

LIMA, M. M. T.; DAGNINO, R. P.; FONSECA, R. Um enfoque tecnológico para inclusão social. Perspectivas em Políticas Públicas. Belo Horizonte, vol. 1, n. 2, p. 117-129, jul./dez., 2008.

LITWIN, E. Educação a Distância: Temas para debate de uma nova agenda educativa. Porto Alegre: Artmed, 2001.

MORAN, J. M. As múltiplas formas de aprender. Atividades & Experiências, São Paulo, jul, 2005.

MORAN, J. M.; MASETTO, M. T.; BEHRENS, M. A. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. 13 ed. Campinas: Papirus, 2007.

MORAN, J. M. A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá. 4 ed. São Paulo: Papirus, 2009.

ROCHA, S. S. D. O uso do Computador na Educação: a Informática Educativa. 2008. Revista Espaço Acadêmico, n. 5, jun., 2008.

RODRIGUES, A. M. M. Por uma filosofia da tecnologia. In: Grinspun, M.P.S.Z.(org.). Educação Tecnológica – Desafios e Pespectivas. São Paulo: Cortez, p. 75-129, 2001.

SANTOS, G. L. Ensinar e aprender no meio virtual: rompendo paradigmas. Educação e Pesquisa [online], vol.37, n.2, p. 307-320, 2011.

SILVA, M. A. Comunicação interativa e educação. 1999. Tese (Doutorado) – Faculdade de Educação. Universidade de São Paulo, São Paulo, 1999.

SILVA, M. A. Sala de aula interativa. Rio de Janeiro: Quartet, 2007.

SILVEIRA, R. M. C. F.; BAZZO, W. Ciência, tecnologia e suas relações sociais: a percepção de geradores de tecnologia e suas implicações na educação tecnológica. Ciência & Educação, v. 15, n.3, p. 681-694. 2009.

SIMON, F. O.; SILVA, D.; BARROS FILHO, J.; VERASZTO, E. V.; LACERDA NETO, J. C. N. Habilidades e Competências de engenheiros sob a ótica dos alunos dos Cursos de Engenharia. In: XXXII Congresso Brasileiro de Ensino de Engenharia, 2004, Brasília: Cobenge, p. 1-7, 2004.

SOFFNER, R. K. Tecnologias sociais e práxis educativa. Revista de Educação. PUC-Campus. Campinas, 19(1): p. 57-62, jan./abr., 2014.

SOUSA, R. P.; MOITA, F. M. C.; CARVALHO, A. B. G. Tecnologias digitais na educação. Campina Grande: EDUEPB, 2011.

SOUZA, R. Uma proposta construtivista para a utilização de tecnologias na educação. In: SILVA, R.; SILVA, A. (Orgs.). Educação, aprendizagem e tecnologia. Lisboa: Sílabo, 2005.

TEODORO, V. Educação e computadores. Secção Ciências da Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa, 2008.

VERASZTO, E. V., SILVA, D., BARROS FILHO, J., ROESLER, P. H., PEREIRA JUNIOR, A. A. Ensino de Física e Tecnologia: Desenvolvimento de atividades de Educação Tecnológica para alunos do Ensino Fundamental. In: Garcia, Nilson M. D. (org.). Atas do XV Simpósio Nacional de Ensino de Física. Curitiba: CEFET-PR, p. 1974-1983, 2003 (a).

VERASZTO, E. V.; SILVA, D.; SIMON, F. O.; BARROS FILHO, J.; BRENELLI, R. P. O caráter multidisciplinar da Educação Tecnológica: desenvolvendo atividades práticas contextualizadas a partir de uma releitura dos Parâmetros Curriculares Nacionais In: Desafios da Educação neste século: pesquisa e formação de professores.1 ed. Cruz Alta/RS: Centro Gráfico UNICRUZ, v. 2, p. 109-120, 2003 (b).

VERASZTO, E. V. Projeto Teckids: Educação Tecnológica no Ensino Fundamental. 2004. Dissertação. (Mestrado em Educação) – Faculdade de Educação, UNICAMP, Campinas, 2004.

VIEIRA PINTO, A. Sete lições sobre educação de adultos. São Paulo: Cortez, 1989.

[1] Mestrado Profissional em Inovação Tecnológica. Especialização em Saneamento Ambiental. Especialização em Gestão Ambiental. Especialização em Docência na Educação Superior. Graduação em Licenciatura Plena em Ciências Biológicas. Técnico em Enfermagem. ORCID: 0000-0003-0650-9935

Enviado: Setembro, 2021.

Aprovado: Outubro, 2021.

5/5 - (2 votes)
Mestrado Profissional em Inovação Tecnológica. Especialização em Saneamento Ambiental. Especialização em Gestão Ambiental. Especialização em Docência na Educação Superior. Graduação em Licenciatura Plena em Ciências Biológicas. Técnico em Enfermagem. ORCID: 0000-0003-0650-9935

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here