Contabilidade: Origem, evolução e atualização dos profissionais contábeis na era digital: um estudo de caso dos alunos egressos do curso de ciências contábeis do centro universitário FAMETRO

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DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/contabilidade/atualizacao-dos-profissionais
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ARTIGO ORIGINAL

FERREIRA, Thais Soares Wenceslau [1], MAQUINÉ, Gena Geovana Tavares [2], SANTOS, Natália Jennifer Enes dos [3], ALMEIDA, Raiane de Souza de [4], ROBERTO, José Carlos Alves [5], SERRA, Meg Rocha da Cunha [6], LOPES, Nelânia Ferreira [7]

FERREIRA, Thais Soares Wenceslau. Et al. Contabilidade: Origem, evolução e atualização dos profissionais contábeis na era digital: um estudo de caso dos alunos egressos do curso de ciências contábeis do centro universitário FAMETRO. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 06, Ed. 10, Vol. 03, pp. 164-191. Outubro 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/contabilidade/atualizacao-dos-profissionais, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/contabilidade/atualizacao-dos-profissionais

RESUMO

O presente estudo de caso tem como objetivo estudar como os contadores egressos do curso de contabilidade do centro universitário Fametro estão tratando de seu processo de reciclagem profissional. Tem como questão norteadora: de que forma os profissionais contábeis mantêm-se atualizados perante as constantes mudanças na era digital? Tal estudo justifica-se pela importância da contabilidade para a sociedade, empresas e acadêmicos, destacando a grande relevância dessa ciência social, que tem se desenvolvido de maneira contínua. Realizou-se, então, um estudo por meio de uma pesquisa por amostragem, bem como bibliográfica, qualitativa e descritiva. Deste modo, o presente estudo pretende contribuir com o entendimento do papel do profissional contábil em meio às mudanças que ocorreram com a chegada da tecnologia. Espera-se, ao final deste estudo de caso, apresentar uma tendência atual do processo de reciclagem dos profissionais de contabilidade.

Palavras-chaves: Reciclagem acadêmica, Profissional Contábil, Avanços tecnológicos.

1. INTRODUÇÃO

O objeto deste estudo de caso é fazer uma amostragem de como os alunos egressos do curso de contabilidade do Centro Universitário Fametro, estão tratando de seu processo de reciclagem profissional.

O presente estudo de caso tem como finalidade primordial demonstrar de que forma os profissionais contábeis, especialmente os egressos do curso de contabilidade do Centro Universitário Fametro, buscam reciclagens e métodos na área contábil para exercerem a profissão e se manterem à frente da concorrência.

Diante de tantas modificações e tantas informações, o contador deve se manter atualizado e atento às mudanças tecnológicas. Por isso, esta pesquisa visa responder à seguinte pergunta: de que forma os profissionais contábeis mantêm-se atualizados perante as constantes mudanças na era digital?

Será ainda abordada a grande influência da tecnologia na contabilidade, demonstrando de que modo esses denominados avanços tecnológicos permitiram realizar a escrituração contábil de maneira rápida e otimizada, dando relevância ao conhecimento profissional e acadêmico no que diz respeito à evolução da contabilidade enquanto ciência.

Quanto ao desenvolvimento do estudo, serão utilizados os métodos de pesquisa de campo, bibliográfica e descritiva, baseando-se em artigos, livros, além da aplicação de um questionário para egressos do curso de ciências contábeis do Centro Universitário FAMETRO.

Como os objetivos específicos, este trabalho pretende estudar como o contador atualiza-se diante das mudanças causadas pela chegada da era digital, identificando de que forma essas mudanças impactaram o dia a dia do contador na prática das assessorias contábeis, descrevendo as melhores técnicas de atualização utilizadas pelo grupo estudado.

Ao final desta pesquisa, almeja-se compreender qual o comportamento em relação à reciclagem profissional adotado pelos profissionais do grupo estudado.

2. REFERENCIAL TEÓRICO

O referencial teórico é a parte lógica onde será desenvolvido o trabalho, a fim de dissertar sobre a era digital na contabilidade, identificando as mudanças ocorridas desde seu surgimento até os dias de hoje, demonstrando também como os contadores estão se adequando mediante a evolução no mercado. Consoante Marconi e Lakatos (2017), o referencial é onde consta a coerência do trabalho, tendo como objetivo expor as principais ideias, permitindo ao leitor um melhor entendimento sobre o tema.

2.1 ORIGEM DA CONTABILIDADE

Iudícibus (2015) explica que o acontecimento da contabilidade possui existência desde os tempos exórdios, onde eram realizados os devidos controles e registros do cotidiano social da época, tais como: contagem dos alimentos de pesca, animais de caçada, entre outros. Conforme a necessidade do homem, veio a necessidade de aumentar também seus sustentos, exigindo-se também o desenvolvimento de seus instrumentos de controle de bens patrimoniais.

A contabilidade está presente desde os primórdios da civilização. Logo quando surgiu a conservação de pasto e a agricultura, já havia uma visão de controle de patrimônio, sendo claro que o homem queria posses de terras e enriquecer individualmente. Com isso, foi necessário o estabelecimento de técnicas para conservar suas riquezas e bens.

Numa visão mais atual, no contexto das empresas, a contabilidade tem importância fundamental porque procura obter uma visão clara e objetiva de situação patrimonial, definindo através de técnicas o caminho para a tomada de decisão mais relevante e eficaz. Além de controlar o patrimônio, ela é vital para a saúde financeira de qualquer empresa, independentemente da sua forma de tributação, segmento ou porte. De acordo com Ribeiro (2013), a aplicabilidade da contabilidade contém todas as sociedades econômico-administrativas.

2.1.1 A EVOLUÇÃO DA CONTABILIDADE

Prudente (2017) propõe que, para que os profissionais possam entender o porquê de tal evolução e sua notoriedade, estes devam voltar no tempo e analisar como eram feitos os procedimentos contábeis em seus primórdios, como o caso da escrituração, por exemplo. Tal procedimento era feito manualmente e hoje essa prática não existe mais.

Constata-se que as modificações advêm do próprio mercado de trabalho, o qual possui a necessidade de obter informações dinâmicas, precisas e detalhadas para a tomada de decisões. Segundo Nonato (2014), os sistemas evoluídos e complexos que a era digital trouxe fizeram com que a prática contábil mudasse de uma simples escrituração para uma forma eficiente e tempestiva de interação das informações essenciais para a tomada de decisão mais eficaz, possibilitando o entendimento de que a era digital foi um dos maiores marcos da evolução contábil.

2.1.1.1 PROCEDIMENTOS ANTES E DEPOIS DA TECNOLOGIA APLICADA À CONTABILIDADE

Os novos profissionais contábeis provavelmente não conhecem o processo antes da tecnologia, antes da existência de sistemas, dos SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) e da NF-e (Nota Fiscal Eletrônica). Antigamente, a escrituração contábil era feita de forma manual, num sistema de trabalho árduo e minucioso, com um processo de conferência exigente e moroso. Silva e Silva (2016) comenta que o processo de escrituração manual não permitia a agilidade que existe atualmente.

Havia grande dificuldade na atualização das escritas manuais. Como era um volume alto de informações e registros, fazer o processo contábil (balancete/balanço) era demorado e exigia uma atenção maior com as anotações, um controle mais rígido e mais detalhado. Foi um período difícil para o profissional da área contábil. Com o passar das décadas, de forma lenta, a contabilidade foi adaptando as mecanizações. Iniciou-se com ficha tríplice, máquinas datilográficas, calculadoras, cópias carbono e gelatina etc. Ainda com essas adaptações, as mecanizações eram um processo custoso e que exigiam muitos cuidados nas operações, diz Chela; Serpe e Simão (2014).

Bomfim (2020) afirma que, com a chegada e avanços da tecnologia, informática e sistemas avançados da área contábil, o profissional teve sua valorização e, consequentemente, ultrapassou-se a velha imagem de guarda livros que o contador possuía por anos. Os programas agora realizam mais operações, informações, como também elaboram demonstrativos contábeis e análises. Desde então, cabe ao contador o trabalho de explicar e interpretar os acontecimentos patrimoniais. Devido a essa nova incumbência, o contador agora deve manter-se atualizado e informado do conhecimento contábil e das mudanças existentes.

2.2 A TECNOLOGIA

Acredita-se que a tecnologia é tão antiga quanto a humanidade, nascendo da necessidade pela sobrevivência. Na Idade da Pedra, a tecnologia já dava sinais, na descoberta do fogo, da astúcia do homem em criar formas para sobreviver mediante as diversidades. Com o decorrer dos anos, a tecnologia tornou-se a “poder”, deixando de ocorrer somente por sobrevivência. A título de exemplo, foi durante a guerra fria que mais foi evidenciado e impulsionada a tecnologia e a ciência, tendo sido gerados milhares de equipamentos, conforme preleciona Kenski (2011).

Na atualidade, a tecnologia não é sinônimo apenas de poder, mas também de conforto. Uma forma de aprimorar uma determinada atividade, facilitar a forma de manusear e de trazer inúmeras opções para a execução de uma ação, tornando-se essencial para o âmbito profissional, pessoal e social, estando presente em todas as etapas da vida. Ademais, a tecnologia está em constante mudança e evolução, sendo a partir desses avanços que se percebe a influência de tal fenômeno nas mudanças culturais e sociais da humanidade. Deste modo, podemos afirmar que um influencia o outro, pois a partir de novas necessidades humanas, surgem novas tecnologias, e assim o ciclo continua.

2.3 A CONTABILIDADE E A TECNOLOGIA

Com os avanços tecnológicos, é necessário que o profissional mantenha uma atualização constante e o desenvolvimento intelectual que são indispensáveis em qualquer profissão. A tecnologia e a contabilidade são aliadas e cumprem seu papel, além de inferir nas informações necessárias para a produção de informações úteis e gerenciais para a empresa e seus níveis de hierarquia, relatam Oliveira   e   Malinowski (2016).

Para Hernandes (2018), vivemos atualmente num mundo em que o contador precisa estar extremamente adaptado a essa nova forma de prestar serviço ao mercado, cliente e fisco, além do modo de fazer a contabilidade.

É primordial que o profissional mantenha contato com a tecnologia para que ganhe espaço no mercado de trabalho e agilize o processo de envio das obrigações acessórias, facilitando a tomada de decisão dos clientes com informações claras e tempestivas. Consoante Auditto (2020), os contadores que modernizam os processos e investem na Transformação Digital do seu cotidiano alcançam uma produtividade maior, ampliam os lucros e conquistam mais clientes.

2.3.1 IMPACTOS POSITIVOS OCASIONADOS PELA INFORMATIZAÇÃO DA CONTABILIDADE

Conforme Hernandes (2018), as planilhas revelaram-se como um grande marco no início do processo de transformação contábil positiva. Por exemplo, permitiram a criação de tabelas, apuração dos custos e elaboração de cálculos dos clientes em tempo ágil, apresentando bonificações trazidas pela tecnologia.

Neste sentido, é essencial que o contador se mantenha atualizado para garantir um espaço no ramo de trabalho, trazendo à sua empresa uma visão mais otimizada e contemporânea para o gerenciamento de suas informações. Além disso, desde a chegada da era digital para a área contábil, o dia a dia dos contadores mudou drasticamente, dispensando o uso excessivo de papel, lápis, carimbo entre outros materiais utilizados para lançamento manual de notas ou fechamento de folha de pagamento, o que justifica o abandono do termo “guarda livros” para o contador.

Além disso, a transformação digital mudou também o relacionamento com os clientes. O contato, agora, é estabelecido de modo interativo. As avaliações e mensagens positivas possibilitam que a empresa se torne mais influente do que se fosse promovida por meio de propaganda ou celebridade, cita Rogers (2017).

Com a chegada dos sistemas de informações contábeis, o contador passou a executar suas atividades por este programa e, através dele, as informações passaram a ter mais qualidade, precisão, relevância, segurança e confiabilidade. Conforme a Resolução CFC Nº 1.374/11, as informações que a contabilidade origina possibilitam aos usuários uma segurança nas decisões, por intermédio do entendimento do estado em que se depara a azienda, sua evolução, riscos, oportunidades e desempenhos oferecidos.

2.3.2 SISTEMAS DE INFORMAÇÕES INTEGRADOS

Os sistemas de informações são de suma importância para a organização. São através deles que os gestores se mantêm à frente de seus concorrentes.  Conforme Mattos (2010), os sistemas integrados são uma forma de se obter muitas informações de diferentes setores em um único lugar. Algumas de suas vantagens são: o aumento da capacidade de informação, maior agilidade para se obter tal informação e o controle sobre a organização. A cada dia existem mais sistemas e mais fontes de informação. Dentre essas diversidades, podemos colocar um dos principais, o ERP, SIC e os SPED’s.

O ERP – Enterprise Resource Planning que, traduzindo para o português, significa “Planejamento dos Recursos Empresariais” – conhecido como Sistema Integrado de Gerenciamento – é a junção de dados e processos de diferentes setores de uma empresa Santos (2013). É um processo transmitido em tempo real, automático, que permite organizar e planejar. Com o sistema ERP, é possível automatizar, reduzir custos, realizar integração, dentre outras funções semelhantes. Além disso, o ERP permite que a informação permaneça para análises futuras. Mediante o exposto, pode-se dizer que é uma ferramenta de grande auxílio para a contabilidade gerencial, pois o ERP unifica dados de diversos setores, ajudando nas tomadas de decisões. A imagem abaixo mostra o módulo de aplicação do ERP:

Figura 2 – Módulos da Aplicação de ERP.

Fonte: De acordo com Turban et al. (2010), adaptado por autores.

O Sistema de Informação Contábil (SIC), segundo Padoveze (2009), é uma forma de utilizar a contabilidade em sua exatidão. Os dois principais recursos para os dados são: os recursos humanos (contadores) e os softwares. O SIC se tornou essencial nas tomadas de decisões gerenciais, pois nele se encontram todas as informações relevantes da contabilidade da empresa.

O Sped é uma grande fonte de informação entre as organizações e as unidades federadas. Conforme Tomelin, Novaes e Bucker (2015), o SPED, criada através do Decreto n° 6.022/07, possui o intuito de unir de forma conjunta todas as atuações dos fiscos e demais âmbitos. Partilhando de um sistema eletrônico unificado, que substituirá o papel, ele busca organizar de forma simples as várias obrigações acessórias dos contribuintes, agilizando a identificação de ilícitos tributários. Portanto, busca favorecer ao máximo a fiscalização. O programa é constituído de três grupos: SPED Contábil, SPED Fiscal e Nota Eletrônica, assim chamados de ECD (Escrituração Contábil Digital); EFD (Escrituração Fiscal Digital) e NF-e (Nota Fiscal Eletrônica).

Para Chela; Serpe e Simão (2014), a NF-e e o SPED, projetados pelo governo federal em 2008, vieram para impulsionar a nova era da contabilidade. Portanto, a NF-e e o SPED atualizaram o sistema das obrigações das entidades perante o governo. No ano seguinte (2009), a Receita Federal inseriu a EFD (Escrituração Fiscal Digital) e a ECD (Escrituração Contábil Digital). Logo, a introdução do Sped junto à utilização da tecnologia digital gerou mudanças significativas na contabilidade, pois facilitou os trabalhos do setor contábil.

2.3.3 O PERFIL ATUAL DO PROFISSIONAL CONTÁBIL

Para Vielle e Bianchi (2016), o contador como agente da contabilidade deve seguir essa linha de desenvolvimento e se adequar às mudanças postas a ele, preparando-se para as futuras mudanças também, com a finalidade de estar sempre atualizado.

É primordial que o profissional possua perfil proativo e com disposição a estudar, de modo que procure adaptar-se às constantes mudanças que ocorrem nas legislações, mantendo-se sempre atualizado, acompanhando também as inovações da sociedade e da tecnologia. Como diz Hernandes (2018), o contador deve participar de programas rápidos e de formação específicos chamados de “nanodegrees”, além de realizar leituras diárias e fazer participação em eventos.

2.3.3.1 BUSCA CONTINUA PELO CONHECIMENTO

É notória a necessidade de que sejam procurados novos conhecimentos além dos que já foram postos aos profissionais. Não somente ao contador, mas também às empresas prestadoras de serviços contábeis. Para Gil; Biancolino e Borges (2010), é primordial que seja realizado um aprimoramento contínuo por meio de treinamentos, seminários e cursinhos por parte da empresa, no intuito de que seja obtido um conhecimento satisfatório.

Para Santos (2016), os profissionais contábeis precisam participar continuamente de cursos, palestras e eventos da área, a fim de se manterem atualizados, devem adquirir materiais que retratem as tecnologias de última geração e que possam melhorar os processos trabalhistas em seu cotidiano. Essa busca deve-se não somente pelo aspecto técnico, mas também pela relação existente entre o contador e a empresa, com a finalidade de potencializar as informações geradas pela contabilidade.

2.3.3.2 HABILIDADES TECNOLÓGICAS

Para Staviacz (2020), os contadores devem desenvolver habilidades que estejam ligadas aos alicerces mais importantes para a contabilidade. Destacam-se alguns exemplos, tais como: o domínio e gerência de tecnologias que protejam as informações, trabalhos desenvolvidos em nuvem e a prática no uso de dispositivos para análise de dados, dentre outros neste mesmo contexto.

O contador inicialmente necessita aprimorar habilidades para que possa adquirir o máximo de conhecimento referente à contabilidade e a técnicas ligadas às tecnologias, aplicando-as, assim, aos dispositivos, de modo a auxiliar no exercício da atividade contábil, conforme Fortunati e Silva (2019).

2.4 AVANÇO DAS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS

Com a chegada da globalização, a essencialidade ao acesso à informação em tempo real passou a ser um método de competitividade no mercado. De acordo com Stelzer; Nascimento e Morella (2009), o mundo globalizado concede a cada país a expansão dos mercados, alcançando culturas novas e produzindo em outros mercados. Com isso, o profissional foi obrigado a acompanhar os avanços sendo flexível, estudioso e preparando-se para atingir, além do nível nacional, o ramo internacional.

É impossível não se surpreender com os avanços tecnológicos. Essas novas tecnologias influenciam de maneira positiva a rotina dos contadores e das demais profissões que utilizam os meios eletrônicos para prestar serviços. Vale ressaltar que, segundo Breda (2019), esse desenvolvimento da tecnologia ocasionou uma grande mudança em quase todas as áreas, de maneiras e formas diferentes, sendo que, em muitos casos, determinadas tecnologias ainda não são inteiramente conhecidas.

3. MATERIAIS E MÉTODOS

A metodologia é definida por ser um caminho para realização de determinado fim. Tal classificação pode se dar quanto à sua natureza, meios e fins, dos quais dependerá a escolha dos métodos a serem utilizados na pesquisa.

Consoante Soares et al. (2018), a metodologia deve ser compreendida como o momento que conduzirá para o desenvolvimento da pesquisa. São as regras elaboradas para entender o problema e procurar uma solução de resposta justificável.

Este campo expõe os recursos teóricos que apoiam este artigo. À vista disso, está fração explanou sobre as transformações advindas dos avanços tecnológicos da necessidade primordial e contínua da ciência, a fim de automatizar os processos contábeis.

3.1 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

É a matéria que estuda os meios de escolha do melhor método e pesquisa a serem utilizados. Este estudo de caso foi desenvolvido com base em livros adotados da área contábil, outras fontes de dados (internet), além de uma um questionário através da plataforma Google Forms, referente às mudanças oriundas de evoluções tecnológicas advindas do processo natural de necessidade do ser humano 

3.1.1 QUANTO À NATUREZA

Para a natureza deste artigo, recorreu-se à pesquisa básica, que consiste na elaboração de novidades relacionadas aos processos de incorporação e superação daquilo que já foi efetuado, diz Zanella (2013), considerando não haver a necessidade de uma aplicação prática para obtenção de lucros.

Essa análise tem como propósito adquirir conhecimento e contribuir positivamente com a ciência, aumentando o conhecimento do que já se sabe sobre um assunto estipulado. O artigo utilizou uma abordagem qualitativa. Segundo Minayo (2013), a abordagem qualitativa vai além das equações, médias e estatísticas. Ela se aprofunda no mundo dos significados, nas relações humanas. A pesquisa qualitativa é entendida como objetiva e relacional da realidade social.

Ressalta-se que este artigo buscou estudar e analisar o objeto de estudo em seu contexto social, procurando ir além da descrição, estudando também a sua essência, explorando o conhecimento do objeto.

3.1.2 QUANTO AOS FINS

Tem como meio de pesquisa o método descritivo, objetivando retratar ao máximo as características de algo. A fim de identificar as relações entre as variáveis de estudo, o intuito é descrever as mudanças que ocorreram ao longo do tempo e que determinaram a Era Digital. Para Jacobsen et al. (2017), deve desempenhar a reflexão, expor e desenvolver os fatos.

Usou-se também o método indutivo, que, citando o filósofo inglês responsável pela criação do método, Francis Bacon (1561-1626), baseia-se no método de investigação focado na observação dos fenômenos naturais. Sendo assim, podemos chegar a uma conclusão do caminho percorrido pelo profissional da área contábil e que teve como consequência a revolução dos acontecimentos na era digital, para que houvesse necessidade de treinamento, adequação e a responsabilidade de procurar aprimoramento na sua área.

3.1.3 QUANTO AOS MEIOS

Adotou-se o método de pesquisa bibliográfica e de campo. De acordo com Gil (2010), a pesquisa bibliográfica é elaborada com base em pesquisas já publicadas, incluindo canais de eventos científicos e materiais impressos. Ou seja, é um modo de fazer com que o pesquisador se aprofunde no assunto através de livros, jornais, revistas, entre outros materiais didáticos que já se encontram no âmbito. E, conforme Marconi e Lakatos (2011), a pesquisa de campo tem como objetivo obter informações e conhecimento para um problema onde se busca respostas.

Destaca-se ainda que a pesquisa teve como principal objetivo analisar os dados e informações, de modo que estes servirão como base para a construção da resposta à problemática, desenvolvendo o tema “contabilidade: origem, evolução e atualização dos profissionais contábeis na era digital”, dando ênfase nos alunos egressos do curso de ciências contábeis do centro universitário FAMETRO e suas adequações às constantes mudanças das tecnologias.

3.2 CRITÉRIO DE AMOSTRAGEM

Foi enviado através da plataforma google forms um questionário para cinquenta alunos egressos do curso de contabilidade dos últimos cinco anos. Foram identificados no banco de dados da instituição, de forma aleatória, os nomes de pessoas dentro do grupo que seria pesquisado e enviou-se o link do questionário através do e-mail cadastrado no banco de dados da Instituição.

4. RESULTADOS E DISCUSSÕES

Os resultados serão expostos de forma a serem abordadas as respostas obtidas no questionário e as comparativas entre elas.

Segundo Gil (2008), pode-se definir questionário como a técnica de investigação composta por um conjunto de questões que são submetidas a pessoas com o propósito de obter informações sobre conhecimentos, crenças, sentimentos, valores, interesses, expectativas, aspirações, temores, comportamento presente ou passado etc.

O questionário foi aplicado aos alunos egressos do curso de ciências contábeis do Centro Universitário Fametro, com dez questões fechadas perante um número pequeno de pessoas. O questionário foi feito de forma on-line pelo Google Forms, com o objetivo de coletar dados e ajudar a responder à pergunta problema: “De que forma os profissionais contábeis mantêm-se atualizados diante das constantes mudanças na era digital?”, com o título: Qual é a melhor forma de se manter atualizado?

Os quadros a seguir demonstram as perguntas feitas aos entrevistados com os resultados da pesquisa. Os dados coletados na pesquisa foram transformados em percentuais de regra matemática e serão demonstrados em forma de gráficos.

A primeira questão foi sobre a faixa etária:

Quadro 01:  Classificação dos pesquisados quanto à faixa etária

Ordem Resposta Frequência %
31 a 45 anos 16 53,4%
25 a 30 anos 10 33,3%
Acima de 45 anos 4 13,3%
Total 30 100%

Fonte: Elaborada pelo autor (2021).

Gráfico 01:  Classificação dos pesquisados quanto à faixa etária.

Fonte: Elaborada pelo autor (2021).

Dentre os questionários aplicados aos alunos egressos do curso de ciências contábeis do centro universitário Fametro, 53,3% possuem a idade de 31 a 45 anos, 33,3% possuem a idade de 25 a 30 anos e, por fim, os acima de 45 anos possuem um percentual de 13,3%.

Também foi elaborada uma pergunta relacionada ao tempo de formação acadêmica.

Quadro 02:  Classificação dos pesquisados quanto ao tempo de formação acadêmica

Ordem Resposta Frequência %
1 a 5 anos 12 40%
5 a 10 anos 12 40%
Acima de 10 anos 6 20%
Total 30 100%

Fonte: Elaborada pelo autor (2021).

Gráfico 02:  Classificação dos pesquisados quanto ao tempo de formação acadêmica.

Fonte: Elaborada pelo autor (2021).

Dentre os pesquisados, pode-se perceber que há uma igualdade entre o tempo de formação dos alunos egressos de 40% de 1 a 5 anos e de 5 a 10 anos, tendo, por fim, 20% de formação acadêmica acima de 10 anos.

No quadro abaixo, pode-se verificar o ramo de atuação.

Quadro 03:  Classificação dos pesquisados quanto ao ramo de atuação.

Ordem Resposta Frequência %
Outros 15 50%
Escritório 9 30%
Autônomo 6 20%
Total 30 100%

Fonte: Elaborada pelo autor (2021).

Gráfico 03:  Classificação dos pesquisados quanto ao ramo de atuação.

Fonte: Elaborada pelo autor (2021).

De acordo com as respostas obtidas, 20% atuam como autônomo, 30% em escritório e 50% responderam: “outros”.

Foi perguntado, ainda, sobre o tempo de atuação na área contábil.

Quadro 04: Tempo de atuação na área

Ordem Resposta Frequência %
5 a 10 anos 15 50%
Acima de 10 anos 10 33,3%
1 a 5 ano 5 16,7%
Total 30 100%

Fonte: Elaborada pelo autor (2021).

Gráfico 4: Tempo de atuação na área.

Fonte: Elaborada pelo autor (2021).

De acordo com a pesquisa, 16,7% estão atuando na área de 1 a 5 anos, 50% estão no período de 5 a 10 anos de atuação e, acima de 10 anos, o valor corresponde a 33,3%.

Outra pergunta feita no questionário foi em relação ao método que mais utiliza para se atualizar no envio das obrigações acessórias.

Quadro 05: Método que você mais utiliza para se atualizar no envio das obrigações acessórias.

Ordem Resposta Frequência %
Treinamentos 15 50%
Aplicativos 10 33,3%
Livros 5 16,7%
Total 30 100%

Fonte: Elaborada pelo autor (2021).

Gráfico 05: Qual método você mais utiliza para se atualizar no envio das obrigações acessórias.

Fonte: Elaborada pelo autor (2021).

De acordo com a pesquisa, 16,7% procuram se atualizar através de livros, 33,3% por intermédio de aplicativos e 50% responderam que se atualizam através de treinamentos.

Na ótica dos egressos do curso de contabilidade, vejamos sobre as dificuldades para manter-se atualizado:

Quadro 06: Dificuldades para manter-se atualizado.

Ordem Resposta Frequência %
Constantes mudanças nas leis 20 66,7%
Cursos mais específicos 8 26,6%
Falta de tempo 2 6,7%
Total 30 100%

Fonte: Elaborada pelo autor (2021).

Gráfico 06: Dificuldades para manter-se atualizado.

Fonte: Elaborada pelo autor (2021).

De acordo com a pesquisa, 66,7% responderam que as dificuldades são as constantes mudanças nas leis, 26,7% são os cursos mais específicos e 6,7% optaram pela escolha da falta de tempo.

Foi abordado também sobre se o sistema utilizado supre as necessidades na área contábil.

Quadro 07: Sistema utilizado supre as necessidades na área contábil.

Ordem Resposta Frequência %
Sim 18 60%
Mais ou menos 9 30%
Não 3 10%
Total 30 100%

Fonte: Elaborada pelo autor (2021).

Gráfico 07: Sistema utilizado supre as necessidades na área contábil.

Fonte: Elaborada pelo autor (2021).

De acordo com a pesquisa, 10% optaram por afirmar que não supre as necessidades, 30% responderam que mais ou menos e 60% responderam que sim.

Outra questão abrangida pelo questionário foi sobre a importância da tecnologia para a área contábil.

Quadro 08: A importância da tecnologia para a área contábil.

Ordem Resposta Frequência %
Importante 30 100%
Pouco importante 0 0%
Total 30 100%

Fonte: Elaborada pelo autor (2021).

Gráfico 08: A importância da tecnologia para a área contábil.

Fonte: Elaborada pelo autor (2021).

Todos os pesquisadores responderam que o uso da tecnologia é primordial para a área contábil.

Outra pergunta feita no questionário foi sobre se a diminuição do tempo gasto pelo contador e por sua equipe no lançamento dos dados, bem como a segurança quanto à qualidade dessas informações podem ser tratados como um benefício da tecnologia na contabilidade.

Quadro 09: Benefício da tecnologia na contabilidade.

Ordem Resposta Frequência %
Concorda 30 100%
Discorda 0 0%
Total 30 100%

Fonte: Elaborada pelo autor (2021).

Gráfico 09: Benefício da tecnologia na contabilidade.

Fonte: Elaborada pelo autor (2021).

100% dos pesquisados responderam que concordam com a afirmativa acima, em relação ao benefício inegável que a tecnologia trás para a contabilidade.

Foi verificado também se os profissionais possuem habilidades com a tecnologia.

Quadro 10: Habilidades com a tecnologia.

Ordem Resposta Frequência %
Avançado 18 60%
Médio 10 33,3%
Pouco 2 6,7%
Total 30 100%

Fonte: Elaborada pelo autor (2021).

Gráfico 10: Habilidades com a tecnologia.

Fonte: Elaborada pelo autor (2021).

De acordo com a pesquisa, 60% possuem uma habilidade avançada com o uso da tecnologia, 33,3% possuem habilidade média e 6,7% possuem pouca habilidade.

A pesquisa teve a participação de trinta profissionais contábeis que contribuíram com suas opiniões a respeito da questão norteadora. Por meio da análise dos resultados adquiridos, ficou evidente que os profissionais se atualizam principalmente através de treinamentos e que possuem uma carência em relação ao uso de livros.

Outro resultado obtido através das perguntas utilizadas na pesquisa foi a respeito da tecnologia, enfatizando sua importante relevância para a profissão por trazer benefícios nos processos das informações contábeis. Os profissionais possuem habilidades tecnológicas e o sistema utilizado já satisfaz o trabalho do contador. No entanto, ainda há dificuldade em manterem-se atualizados devido às mudanças constantes na legislação, além da ausência de cursos mais específicos.

Segundo Hernandes (2018), a tecnologia e o poder computacional existente não vão substituir os contadores. São meios que permitirão aos contadores manterem-se competitivos, atualizados e atendendo as necessidades de seus clientes com índice de organização e produtividade sem precedentes.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Como exposto, neste estudo de caso constatou-se que a contabilidade, desde os primórdios, é importante e encontra-se em constante evolução. Sua passagem para a era digital fez com que o profissional contábil demonstrasse mais aptidão e adaptabilidade para exercer sua ocupação, buscando métodos para se manter à frente da concorrência, aprimorando conhecimentos e agregando mais valor à área contábil.

Durante o processo de pesquisa, identificou-se que objetivo foi atingido através do questionário disponibilizado pela plataforma Google Forms. Com isso, destacou-se que o profissional se mantém atualizado através de cursos de capacitação e de treinamento, investindo em conhecimento para fazer frente à competitividade e dinamismo do mercado, buscando a melhor maneira de estudar.

No momento, os egressos fazem a reciclagem constantemente através aplicativos e sites, mas existe uma carência no mercado em relação ao uso de livros. Como sugestão, seria primordial que o Conselho Regional de Contabilidade (CRC) trabalhasse com mais ênfase em congressos e no incentivo do uso de livros da área, podendo realizar competições de escrita envolvendo materiais com temas atuais da era digital, ajudando de maneira geral. Também pode ser realizado um trabalho de interação com outros Conselhos de outros estados para fortalecer o processo contínuo de aprendizado.

O presente estudo pretende contribuir, de modo especial, com o entendimento do profissional contábil em relação às mudanças que ocorreram com a chegada da tecnologia. As informações coletadas revelaram que as habilidades dos profissionais foram aprimoradas, tornando o uso da tecnologia um benefício para a mudança de visão do contador, abandonando o conceito de “guarda livros” para dar lugar a um agente dinâmico na era digital.

Portanto, espera-se que esta pesquisa possa servir de estudo para o profissional contábil e suas áreas afins, além de dar suporte a estudantes e pesquisadores que tenham interesse em um assunto tão relevante para o universo profissional da ciência contábil junto à tecnologia da informação.

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[1] Graduanda do curso de ciências contábeis.

[2] Graduanda do curso de Contabilidade.

[3] Graduanda do curso de contabilidade.

[4] Graduanda do curso de contabilidade.

[5] Orientador. Mestre em Engenharia de produção. Especialista Logística empresarial. Graduado em Administração com Ênfase em Marketing.

[6] Orientadora. Mestra em Engenharia de Processos Industriais pela UFPA , especialista em Controladoria e Auditoria Contábil pelo Ciesa (2020), Graduada em Ciências Contábeis pelo Centro Universitário do Norte (2010). Graduada em Ciências Econômicas pelo Centro Universitário do Norte (2006).

[7] Orientadora. Especialista em Auditoria Contábil, Financeira e Tributaria e Graduada em Ciências Contábeis.

Enviado: Setembro, 2021.

Aprovado: Outubro, 2021.

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