Os Tipos de Linguagens Expressadas pelo Ser Humano no Meio em que Vive

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FLORENCIO, Roberto [1]

FLORENCIO, Roberto. Os Tipos de Linguagens Expressadas pelo Ser Humano no Meio em que Vive. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 08, Vol. 16, pp. 184-192, Agosto de 2018. ISSN:2448-0959

Resumo

Este trabalho tem como objetivo geral mostrar os tipos de linguagens expressadas pelo ser humano no meio em que vive.  Já nos objetivos específicos, mostrar que o uso da linguagem elaborada é a única maneira que o ser humano tem para exprimir sua inteligência acima dos demais seres vivos, valorizar a grande importância do estudo dessas funções elementares na comunicação e por último compreender que há uma série de condições para que a comunicação se realize. A metodologia que usada neste trabalho foi com pesquisas nos livros da faculdade e internet. Através deste trabalho conclui-se que a linguagem é definida como entendimento e produção da fala que se desenvolveu na maneira em que a espécie humana se evoluiu.

Palavras-chave: Linguagem, Comunicação, Ser humano.

Introdução

A intenção central deste trabalho é mostrar os tipos de linguagens expressadas pelo ser humano no meio em que vive. Uma vez que, “como saber comunicar significa fazer-se entender, o comunicador precisa estar capacitado não apenas para falar, más também para ouvir”. (GIL, 2009, p.72)

Desta forma podemos também justificar os problemas enfrentados pelos seres humanos, enquanto, a comunicação e o entendimento da linguagem. Sendo assim, veremos os tipos de signos lingüísticos que facilitam na comunicação verbal e não verbal. Porém é sabido que e a linguagem e a comunicação são de suma importância para o desenvolvimento do ser humano enquanto cidadãos críticos e sociais.

Os objetivos são bem esclarecidos neste trabalho, fundamentando a valorização do estudo das funções elementares da comunicação e que da linguagem. Pois é a única forma que o homem possui para mostrar sua inteligência aos demais seres e através da linguagem. A fundamentação teórica deste trabalho tem como objetivo apresentar os conteúdos e fazer debate referente ao tema abordado, relatando a importância da linguagem e a expressão da comunicação no cotidiano das pessoas.

Desenvolvimento

Através deste trabalho, serão apresentados os tipos de linguagens expressadas pelo ser humano no meio em que vive. Tendo como área de concentração o ensino da linguagem e suas expressões através de código (linguagem: fala, escrita, gesto e expressão).  Desta maneira veremos a importância da linguagem e da comunicação no processo de desenvolvimento e crescimento do cidadão, analisando o valor da língua, escrita, fala e gestual.

A linguagem consiste num instrumento que nos garante pensar e comunicar o pensamento, refletindo diálogo com o nosso próximo e dar sentido à realidade que nos cerca.  Quando argumentamos sobre a linguagem a primeira que lembramos é a linguagem verbal, que pode ser oral e escrita. Através dela que nomeamos as coisas, aderimos conceitos e organizamos nosso pensamento sobre o cosmo (mundo), tanto do mundo submundo como do mundo real. Aonde também expressamos nos sentimentos, desejos quando o mundo objetivo exterior a nós.

A linguagem verbal, não é, contudo a primeira linguagem que aprendemos desde o princípio de nossa vida, nem a última que temos para dar o significado as coisas e mundo. Desde infância, somos capazes de nos comunicar por meio de choro, de olhares, de gestos e também por meios balbucios que são compreendidos pela pessoa receptora.

Entretanto as linguagens não são estruturadas da mesma forma, temos a estrutura da linguagem através de signos. Para PEIRCE, 1977. P.46, “o signo é uma coisa que está no lugar de outra sob algum aspecto”.  Desta maneira podemos ver o:

Exemplo, o choro de uma criança pode estar no lugar de aviso de desconforto, de fome, de frui ou de dor; pode estar no lugar simplesmente da frustração da criança que não conseguiu o que queria. O choro pode ser signo de todas essas coisas e, para decifrá-lo adequadamente, precisamos saber o contexto em que ele ocorre e ter familiaridade com a criança que assim, se expressa. (ARANHA E MARTIS. 2009. p.56)

Desta forma se o signo se encontra na substituição do objeto, se torna uma representação do objeto. Um objeto se caracteriza de diversas formas, depende da relação que existe entre ele e o signo.  Vejamos um exemplo: Um cavalo pode ser representado por uma fotografia, por um desenho, pela palavra cavalo, pelo som de seu rinchado. Cada um desse signo (fotografia, desenho, a palavra rinchado) obtém uma relação diferente com o objeto cavalo.

Chamamos esse tipo de signo de ícone. Pois o desenho do cavalo é um ícone, demonstra a semelhança com o mesmo. Da mesma forma o rinchado do cavalo é um ícone. Agora quando temos uma causa de efeito, uma relação que afeta a existência do objeto ou é por ela afetada, temos um signo chamado de índice. Onde o mesmo é representado pela fotografia, pois, a fotografia refletiu uma luz, ou seja, ação de luz refletida por um objeto e captada pela câmera.

Entretanto temos também outros elementos da linguagem, por ser um sistema de signos, toda linguagem tem um repertório, ou seja, uma relação de signos que a forma.  O exemplo supracitado analisou o desenho fototropismo. Alem de repertório, é necessário que se estabeleçam as regras de combinação dos signos. Como último passo, a linguagem deve estabelecer as regras de uso dos signos.

Uma vez que vimos sobre signos, buscaremos ver os tipos de linguagens, pois os seres humanos desde a sua origem continuam criando vários tipos de linguagem que lhe permite pensar as diversas facetas da realidade e, também, de se expressar e comunicar com os seus semelhantes. Sendo assim, hoje temos series de linguagem: Linguagem matemática, linguagem do computador, as linguagens diversas, as linguagens artísticas (arquitetônica, musical, pictórica, escultórica, teatral, cinematográfica) e as gestuais, da moda, espaciais e outras. É importante afirmar que algumas dessas linguagens de combinação e de uso desses signos do que outras.

Desta maneira as linguagens só se desenvolvem de função de projetos. As linguagens artísticas, por serem, mas flexíveis, podem ser estruturar e reestruturar com base em projetos específicos. Podemos relatar que a linguagem é um sistema simbólico o ser humano cria símbolos, isto é, signos arbitrários em relação ao objeto que representam, e que são convencionais para serem usados precisam ser aceitos por todos os membros da sociedade.

Sendo assim, vimos que a linguagem é um dos principais instrumentos na formação do mundo cultural porque nos permite transcender nossa experiência. No momento em que damos nome a qualquer objeto da natureza, nós o individuamos, o diferenciamos do resto que o cerca; ele passa a existir para a nossa consciência. Aonde “a linguagem é como elemento de comunicação humana por excelência” (PEIRCE, 1977. P.47)

Afirma SCHAFF (1974.p. 252) que “a estrutura da língua influencia a percepção da realidade e os níveis de abstração e generalização do pensamento. Visto disso, sabemos que a linguagem é um produto bastante sofisticado que só a razão humana pode criar. Por isso, sua aquisição é um marco referencial da humanidade.

A linguagem é simbólica, estruturada, adequada à cultura dentro da qual se desenvolve apropriada ao tipo de pensamento que vai comunicar ou expressar.  A linguagem permite o ser humano ir além do mundo vivido, do pressente para o mundo das ideias.  Permite que ultrapassem da realidade vivida entre o mundo cosmo, para o mundo das idéias.

Podemos dizer que além de grande inteligência, o homem mostra que desde cedo não consegue viver sozinho, tende a viver em grupo, é um ser social que mostra aos demais seres de sua espécie, seus conhecimentos, suas experiências, seus desejos, enfim, sua visão de mundo. Desta maneira ele tem a sua forma de expressar esse desejo através da linguagem.

Este estudo objetiva estabelecer alguns conceitos sobre os problemas na comunicação, já que há uma série de condições para que a mesma se realize. O seu processo envolve os seguintes elementos: emissor, codificador, mensagem, canal, decodificador e receptor. Comunicar-se constitui habilidade requerida de todos profissionais que exercem funções, principalmente gerenciais e educadores, pois na maioria de suas atividades, necessitam exprimir-se oralmente e também comunicar-se com uma ou mais pessoas. “A comunicação só se efetivará na medida em que todos os elementos estiverem presentes. Se o receptor não capta ou não compreende a mensagem, não pode haver comunicação”. (REITER, 2007, p.15)

Em uma base textual inicia-se a mensagem que chamamos de comunicação interpessoal, e outra por parte precisa ser construída ou inferida pelo leitor através de dados que permite a formação de traços textuais que auxiliam no processamento de forma coesiva e coerente, e outra parte se faz necessária para a compreensão da leitura que chamamos de parte oriunda, pois remete informação extra textual, a qual reside no conhecimento de mundo do leitor.

Os problemas na comunicação também são considerados como ruídos, sendo eles decorrentes tanto do emissor quanto do receptor. Para que a comunicação se realize há uma série de condições, por exemplo, numa linguagem oral, para que a transmissão seja bem-sucedida de uma mensagem depende de um canal físico, pronuncia do texto em voz alta e inteligível para que o receptor a compreenda.

Segundo Bernardes (O Reino, a construção do universo pessoal, p 71 apud Saussure, 1857-1913 d.C), “Na vida dos indivíduos e da sociedade, a linguagem é um fator de importância maior do que qualquer outro.” A comunicação constitui uma das capacidades humanas mais fundamentais e seu desenvolvimento nos indivíduos se dê de forma natural, a verdade é que muitas pessoas não conseguem comunicar-se. Às vezes muitas pessoas, por saberem expressar-se com certo desembaraço, julgam-se bons comunicadores.

Sabemos que há diferença entre informar e comunicar. Pois a informação é um ato que envolve a pessoa que tem uma informação a dar, já a comunicação implica em tornar algo comum, fazer-se entender, provocar reações no interlocutor. Nem sempre a compreensão do receptor coincide com o significado pretendido pelo emissor. “Situações dessa natureza, além dos prejuízos em relação á consecução dos objetivos, acabam gerando conflitos entre as partes”. (GIL, 2009, p.74)

Portanto como instrumento de comunicação pode dizer que linguagem possibilita a comunicação entre os indivíduos. “A linguagem é, assim, a forma propriamente humana da comunicação, da relação com o mundo e com os outros, da vida social e política, do pensamento e das artes”. ( CHAUÍ, 2013, P.160) Ainda Ludwig Wittgenstein (1889-1951) afirma que, “Os limites da minha linguagem significam os limites do mundo”.

Quando falamos em linguagem se faz necessário colocar que  Lyons (1972: 1)  nos relata que “a Lingüística se define como o estudo científico da língua. Entenda-se por estudo científico da língua como sendo a investigação dela por meio de observações controladas e verificáveis empiricamente e com referência a uma teoria geral da sua estrutura”. Desta forma afirma ele que a Lingüística, como qualquer outra ciência, constrói sobre o passado; e assim o faz não somente desafiando e refutando doutrinas tradicionais, mas também as desenvolvendo e reformulando-as.

Vejamos o que Neves relata sobre o conhecimento e a expressão linguística;

(…) O conhecimento é, assim, anterior e superior à imagem e ao lógos, que é a expressão lingüística dessa imagem. O denominar é posterior ao conhecer, pois há uma maneira de conhecer as coisas sem os nomes, por meio das próprias coisas e da relação entre elas. A linguagem já supõe a existência das coisas, de uma essência inteligível e imutável, verdadeira e sempre idêntica a si mesma. (…) As palavras são apenas sinais que representam as idéias e as coisas. NEVES (1987: 54)

A comunicação constitui uma das capacidades humanas mais fundamentais e seu desenvolvimento nos indivíduos se dê de forma natural. Segundo a linguagem gestual existem sinais que mostram características próprias de comportamentos em certos indivíduos, como: agressividade que tende a fechar os punhos fortemente; o corpo se mantém rígido; aponta com o dedo; contato visual prolongado e et. Manipulação com gestos exagerados e tom de voz muito doce. Submissão: que é tampar a boca ou o rosto, imitar tom de voz de outra pessoa, pouco contato visual, riso nervoso e outros. E por último autoconfiança: com postura erguida, mas relaxada; contato visual direto com pequenas retiradas e gestos calmos. “A linguagem não verbal pode ser estabelecida principalmente por meio dos sons, imagens, gestos”. (REITER, 2007, p.10)

A comunicação gestual também é uma representação do que existe na realidade, sendo diferentes formas de dizer sem que precise usar uma palavra escrita ou falada. Podemos lembrar que até o modo de uma pessoa se enfeitar ou se vestir se considera uma forma de comunicação, pois ela transmite estado de espírito como tristeza, alegria, entusiasmo e etc.

Como já sabemos existem muitas formas nas quais as pessoas estabelecem para se comunicarem com outras, sendo elas através de gestos, cartazes, telefones, transmissões de rádio TV e várias outras. Pois todas as atividades humanas precisam da comunicação, o homem desenvolveu ao longo do tempo essas formas de se comunicar, sendo elas relacionadas à linguagem humana, por serem visuais sonoras e sinestésicos e também por envolver a visão, a audição e o movimento.

Assim toda comunicação objetiva a transmissão de uma mensagem “A comunicação só se efetivará na medida em que todos os elementos estiverem presentes. Se o receptor não capta ou não compreende a mensagem, não pode haver comunicação”. (REITER, 2007, p.15).

Na comunicação gestual o gesto é aceitável como uma linguagem pré-verbal, porque dizem que no desenvolvimento da comunicação das pessoas surgiram primeiro os gestos e depois as palavras. Na questão da gesticulação como: movimento das mãos, cabeça, músculos da face, carranca, sorriso, aperto de mão e muitos outros, deve haver neste sentido alguns cuidados, por ser um tipo de linguagem informal de codificável com facilidade sem significados universais.

É possível afirmar que a aquisição de conhecimentos sobre a linguagem é parte integrante da comunicação humana, porque linguagem é comunicação e porque os limites da linguagem constituem os limites do conhecimento. (PENTEADO, 1992, apud REITER, 2007, p.04)

A comunicação gestual é como se seu corpo falasse, é um dos fatores de grande importância no ato de se comunicar, sendo de grande validade no momento em que estivermos dialogando frente a frente com uma pessoa ou um grupo, pois se não soubermos usar de forma correta a postura como ferramenta de comunicação, podemos estar transmitindo a ideia errada para nossos ouvintes, e assim recebendo diferentes reações das que gostaria de receber.

Quando estivermos conversando com alguém podemos reforçar nossa mensagem utilizando postura e gestos, lembrando que alguns fatores que indicam a nossa postura, sendo sinais negativos como: olhar desinteressado e aborrecido, lábios apertados, ficar batendo o pé, balançar numa cadeira, suspiros, braços cruzados e etc. já nos sinais positivos deveram manter braços e mãos em posição neutra, não cruzados, manter a cabeça e ombro erguidos, olhar diretamente para o interlocutor, manter uma postura quase estacionária.

A linguagem corporal se refere a todas as expressões que possuímos através dos movimentos, ou seja, gestos que utilizamos com as diferentes partes de nosso corpo. Conforme (SENAI, p.18,2012) “A ciência que estuda a linguagem corporal é conhecida como Kinésica ou Quinésia, e o que ela faz é analisar o significado expressivo ou comunicativo dos gestos e movimentos corporais percebidos pelos sentidos visual, auditivos ou táctil, de acordo com a situação”.

Portanto fica bem claro que a comunicação gestual é como se seu corpo falasse, é muito importante no ato de se comunicar, principalmente no momento em que estivermos dialogando frente a frente com uma pessoa ou um grupo, pois se não soubermos usar de forma correta a postura como um instrumento de comunicação, podemos estar transmitindo a ideia errada para nossos ouvintes, e também receber diferentes reações das que gostaríamos de estar recebendo.

Conclusão

Podemos concluir que este trabalho objetiva valorizar o estudo da linguagem e comunicação na escola melhorando assim a educação. Mostrando que o uso da linguagem elaborada é a única maneira que o ser humano tem para exprimir sua inteligência acima dos demais seres vivos, valorizando a grande importância do estudo dessas funções elementares na comunicação e por ultimo compreender que há uma série de condições para que a comunicação se realize e que o papel do professor é de ensinar, desenvolver boas praticas em sala de aula, ficar atento nas dificuldades desses alunos fazendo com que os mesmos se tornem futuros cidadãos críticos e preparados para viver em sociedade.

Também conhecer os cuidados que uma pessoa deve ter tanto para emitir quanto para ouvir uma mensagem. Deve ser cauteloso principalmente quando se trata de com quem vai falar, porque o nível de linguagem, os conhecimentos e interesse do receptor influenciam o entendimento da mensagem que lhe é dirigida. O receptor pode indagar os conhecimentos do emissor, seu nível de linguagem e seu grau de interesse. Portanto fica bem claro que a transmissão bem sucedida de uma mensagem depende não somente de um canal físico, más também da pronúncia do texto com voz alta de bom tom e inteligível para que o receptor a compreenda.

Sendo assim:

 […] é possível afirmar que a aquisição de conhecimentos sobre a linguagem é parte integrante da comunicação humana, porque linguagem é comunicação e porque os limites da linguagem constituem os limites do conhecimento. (PENTEADO, 1992, apud REITER, 2007, p.04)

REFERÊNCIAS

CHAUÍ, Marilena. Iniciação à filosofia: ensino médio, volume único/ Marilena Chaui.–  São Paulo: Ática, 1° impressão da 1. ed. De 2010.

Diretrizes e Regulamento de Estágio e Trabalho de Graduação. Indaial: Uniasselvi, 2012. Disponível em<http://www.brasilescola.com/redacao/formas-variadas-linguagem.htm

LYONS, J. Introdução à Lingüística Teórica. Trad. de Rosa V. M. Silva e Hélio Pimentel. São Paulo: Nacional, 1975.

GIL, Antônio Carlos. Gestão de Pessoas: Enfoque nos Papéis Profissionais. São      Paulo: Atlas, 2009.

PEIRCE, Charles S. Semiótica. São Paulo: Perspectiva. 1977.

REITER, Airton Júlio. Língua portuguesa – expressão escrita e compreensão de texto. Indaial: UNIASSELVI, 2007.

SCHAFF, Adam . Linguagem e conhecimento, Coimbra: Almeida, 1974.

TAFNER, Elisabeth Penzlien; SILVA, Everaldo. Metodologia do trabalho acadêmico. Indaial: UNIASSELVI, 2012.

[1] Licenciado em Filosofia, Bacharel em Teologia, especialização em Gestão e Supervisão Escolar. Todos pela mesma Faculdade –FAERPI- Faculdade  Entre Rios do Piauí. Licenciando em pedagogia pela UNISUL, Licenciando em História pela ISEED. Cursando Pós- Graduação em Docência do Ensino Superior e Inspetor Escolar.- UCAM- Universidade Candido Mendes. Psicanalista clinico – SOPOB, Técnico em enfermagem. DESTAKE-RJ. Mestrado em Teologia-Livre pela FILEMOM.

 

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