Comunicação oral televisiva de telejornalistas de uma rede de televisão de Santa Catarina antes e após intervenção fonoaudiológica

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ARTIGO ORIGINAL

VICENTE, Frantiesca dos Anjos [1], ROLIM, Maria Rita Pimenta [2]

VICENTE, Frantiesca dos Anjos. ROLIM, Maria Rita Pimenta. Comunicação oral televisiva de telejornalistas de uma rede de televisão de Santa Catarina antes e após intervenção fonoaudiológica. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 06, Ed. 11, Vol. 10, pp. 120-132. Novembro 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/comunicacao/comunicacao-oral-televisiva

RESUMO

Objetivo: Verificar a efetividade do acompanhamento fonoaudiológico no aperfeiçoamento da comunicação oral televisiva de telejornalistas que trabalham em uma rede de televisão de Santa Catarina. Método: nove telejornalistas foram submetidos a análise da competência comunicativa oral televisiva. Os participantes foram convidados a enviarem links de reportagens ou apresentações televisivas, nas quais atuaram recentemente. Foram selecionados dois links, um de 2019 (pré atendimento fonoaudiológico), e outro de 2020 (pós atendimento fonoaudiológico). Foram convidados três especialistas na área de voz e telejornalismo, duplos-cegos, para análise das reportagens ou apresentações televisivas dos telejornalistas. Por fim, foi realizada uma análise comparativa com os resultados dos especialistas. Resultados: todos os profissionais estudados possuíam algum aspecto da comunicação oral que comprometia a competência comunicativa oral televisiva, de acordo com a análise dos links pré atendimento fonoaudiológico. Observou-se aprimoramento na comunicação oral geral, no planejamento de fala, na fluência e na concordância comunicativa desses profissionais, após atendimento fonoaudiológico. Conclusão: Verificou-se a eficácia do acompanhamento fonoaudiológico com telejornalistas no aperfeiçoamento da comunicação oral televisiva.

Palavras-Chave: Comunicação, Comunicação Oral, Telejornalismo, Fonoaudiologia, Voz.

1. INTRODUÇÃO

Historicamente, o processo de comunicação é uma das bases que estruturam a sociedade, seja nas microrrelações ou nas macrorrelações, como no convívio social, cultural, político e econômico. Os indivíduos precisam se comunicar para se integrar, compartilhar ideias e informações, entender e serem entendidos. (SOUZA, 2006; OLIVEIRA; CELINO; COSTA, 2015).

Na comunicação interpessoal, o emissor apresenta ao receptor uma ideia, mensagem ou informação, utilizando recursos verbais e não verbais para se expressar. Os recursos verbais são as palavras, a seleção dos vocábulos, a construção frasal, o texto. Os recursos não verbais dizem respeito ao corpo em suas posturas, movimentos, gestos, expressões faciais e articulatórias, aparência física e vestimenta. Para Dias dos Santos e De Andrada e Silva (2016), a linguagem não verbal é uma ferramenta comunicativa poderosa e pode influenciar positiva ou negativamente o discurso. A expressividade do falante, no momento do discurso, é parte essencial na contextualização da informação (CAMARGO, 2012; CELESTE et. al, 2018; MONTEIRO et. al, 2013; PENTEADO; GHIRARD, 2017; SILVA; PENTEADO, 2014).

Para que a interação social ocorra de maneira satisfatória, é preciso que haja claro entendimento da informação trocada: a mensagem deve ser recebida com o mesmo sentido com o qual ela foi transmitida. Para isso, é apropriado que os interlocutores possuam boa competência comunicativa oral. Esta, associa-se à capacidade que cada indivíduo possui em dominar as regras do discurso, ou seja, manipular de maneira eficaz a forma como se fala em determinada situação; a maneira como se conduz a palavra; e, selecionar os gestos adequados ao discurso (CELESTE et al., 2018; OLIVEIRA; CELINO; COSTA, 2015).

O telejornalismo tem a responsabilidade de passar informações com competência, uma vez que a rede de pessoas envolvidas nesse sistema de comunicação é muito ampla. A televisão faz parte da vida da maioria dos indivíduos e, através dela, eles podem ouvir, ver e interagir com o meio social. Nesse sentido, é fundamental que os apresentadores de telejornal transmitam informações com credibilidade. A articulação, gesticulação, expressão facial e tom de voz devem ser agradáveis para o telespectador. Estes aspectos, quando presentes de maneira harmônica, coerente e complementar, aumentam as chances de a mensagem ser bem aceita e entendida pelo público (RIBEIRO, 2014; RUSSI, 2013; 2016; SILVA; PENTEADO, 2014).

A ampliação e a diversificação das habilidades comunicacionais e expressivas dos telejornalistas devem ser progressivas, pois as mudanças no processo de trabalho em comunicação e do mundo jornalístico são constantes. É pertinente, portanto, que telejornalistas compreendam e adaptem, regularmente, a forma da comunicação em uma nova realidade televisiva. Hoje, a linguagem jornalística é mais dinâmica, prática e interativa, logo se dá preferência a um profissional que utilize a comunicação oral de maneira natural, com agilidade, desenvoltura e credibilidade (KYRILLOS; COTES, 2007; PENTEADO; GHIRARD, 2017; DIAS DOS SANTOS; PEDROSA; BEHLAU, 2015; SIIVA; PENTEADO, 2014).

Segundo Leal dos Santos et al. (2014), mesmo tendo a percepção de que a forma do discurso é tão importante quanto o conteúdo, indivíduos que se comunicam frequentemente em público nem sempre sabem o que fazer para modificá-la. Nesse contexto, a atuação fonoaudiológica com telejornalistas tem sido, cada vez mais, necessária. O fonoaudiólogo é o profissional especializado na comunicação humana e é capaz de promover o aprimoramento da qualidade vocal e dos recursos corporais, evitando que estes aspectos da comunicação oral interfiram de forma negativa na reportagem e gerem distorções de mensagem (NEIVA; GAMA; TEIXEIRA, 2016; LEAL DOS SANTOS et al., 2014; DIAS DOS SANTOS; DE ANDRADA E SILVA, 2016).

Frente ao exposto, este estudo tem como finalidade analisar a competência comunicativa oral de telejornalistas, identificando recursos verbais e não verbais utilizados na apresentação de uma notícia; e verificar a efetividade da intervenção fonoaudiológica com esses profissionais. Além disso, contribui com estudos em comunicação que integram fonoaudiologia e telejornalismo, ainda tão escassos.

2. MÉTODO

O presente estudo é caracterizado como exploratório descritivo, ensaio clínico e duplo cego. Foi submetido e aprovada pelo Comitê de Ética e Pesquisa com Seres Humanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), sob número 1.474.991, CAAE 26192419.2.0000.0121. Todos os indivíduos envolvidos assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

Para a seleção da amostra, considerou-se os seguintes critérios: estar atuando no telejornalismo como repórter ou apresentador; aceitar o convite realizado; assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido; enviar links de reportagens e/ou apresentações televisivas nos quais atuaram recentemente. Foram excluídos da pesquisa jornalistas afastados ou com alguma dificuldade que os impeça de realizar os exercícios propostos.

Primeiramente, os telejornalistas foram convidados a enviarem links de reportagens e/ou apresentações televisivas realizadas no ano da coleta (2019), para serem analisados. Utilizou-se, como instrumento de análise, o Protocolo de Competência Comunicativa Televisiva (FRANCO et. al, 2016), que tem como objetivo avaliar aspectos da comunicação oral, linguagem verbal e não verbal, a fim de identificar quais destes interferem na competência comunicativa televisiva. O instrumento é dividido em três partes: a primeira parte avalia a comunicação geral; a segunda parte consiste na avaliação específica de voz e fala; e, a terceira, refere-se à avaliação das habilidades cognitivas.

Dentro deste estudo, considerou-se a primeira parte do instrumento, para que fonoaudiólogos e jornalistas consigam utilizá-lo. Esta parte, diferente das outras, contém linguagem comum entre esses profissionais e avalia as seguintes questões: Comunicação Geral; Impacto Inicial; Planejamento de Fala; Fluência (pausas, ritmo, velocidade, ênfases e articulação); Assertividade; Concordância Comunicativa e Ruídos.

Após a análise do conteúdo enviado pelos participantes (reportagens e/ou apresentações televisivas), os telejornalistas tiveram atendimento fonoaudiológico individual, no qual foram passadas orientações com o intuito de aperfeiçoar a comunicação oral televisiva destes profissionais. Um ano após esses atendimentos, os participantes foram convidados a enviar novos links, com reportagens e/ou apresentações televisivas recentes e receberam outro atendimento individual, para monitoramento. Os primeiros atendimentos ocorreram em maio de 2019, na sede da SBT (Sistema Brasileiro de Televisão), de Florianópolis. Os atendimentos para monitoramento, ocorridos em dezembro de 2020, foram realizados de maneira não presencial – teleatendimento -, por conta do advento da pandemia do Coronavírus.

Para a análise comparativa final, três especialistas na área de voz e jornalismo foram convidados, duplos-cegos, para aplicação da primeira parte do protocolo de competência comunicativa televisiva. Foram selecionados para análise comparativa, aleatoriamente, duas reportagens e/ou apresentações televisivas de cada telejornalista, sendo um anterior ao primeiro atendimento e outro um ano após.

Os resultados obtidos das avaliações foram armazenados num banco de dados e analisados por meio de estatísticas descritivas. Para tanto, utilizou-se o programa Microsoft Excel 2007®.

3. RESULTADOS

Participaram deste estudo nove telejornalistas, de ambos os sexos, sendo sete do sexo feminino (78%), com média de idade de 30 anos, que trabalham na SBT de Florianópolis, como repórter (55%) ou apresentador (45%).

Os telejornalistas enviaram links com reportagens e/ou apresentações televisivas para avaliação da competência comunicativa oral televisiva, em 2019, em seguida tiveram um atendimento fonoaudiológico individual para aperfeiçoamento da comunicação oral. Um ano depois, em 2020, os participantes enviaram links com reportagens e/ou apresentações televisivas recentes. Foram selecionados, aleatoriamente, um link pré intervenção fonoaudiológica e outro pós-intervenção fonoaudiológica, de cada telejornalista, ou seja, selecionou-se, no total, dezoito links, com reportagens e/ou apresentações televisivas, para análise comparativa. As reportagens e apresentações televisivas selecionadas contaram com entradas ao vivo externas (12%) ou em estúdio (55%), e reportagem com texto em off (narrado pelo repórter) e passagem (gravação feita pelo repórter no local do acontecimento) (33%).

Para a realização da análise comparativa, foram convidados três especialistas na área de voz e jornalismo, duplos-cegos, que aplicaram a primeira parte do Protocolo de Competência Comunicativa Televisiva nas reportagens e apresentações selecionadas. As respostas com maior número de escolha, entre as avaliações dos especialistas, dos arquivos recebidos pré intervenção fonoaudiológica, foram dispostos no Quadro 1, o qual, demonstra que a metade dos telejornalistas, representados pelas iniciais ‘’TJ’’, têm a Comunicação Geral competente e, a outra metade, regular.

Quadro 1 – Análise das reportagens e apresentações pré atendimento fonoaudiológico

Um pouco mais da metade dos participantes (56%) possui alguma característica que se sobrepõe durante a comunicação oral, interferindo, assim, negativamente no Impacto Inicial. 67% dos participantes possuem a fala planejada. No aspecto da Fluência, 89% dos participantes têm Pausas adequadas na fala e 78% Velocidade de fala adequada; 56% têm Ritmo de fala inadequado e 33% possuem alguma irregularidade na colocação da Ênfase no discurso; 89% têm a Articulação precisa.

Segundo a avaliação dos duplos-cegos, todos os telejornalistas são assertivos, 89% têm Concordância Comunicativa e 33% possuem algum tipo de Ruído afetando a comunicação oral. Os resultados com discrepância de resposta não foram considerados.

O Quadro 2 apresenta as respostas com maior número de escolha entre os duplos-cegos, nas análises das reportagens e apresentações televisivas, pós-intervenção fonoaudiológica. Verifica-se que 78% dos telejornalistas possui competência comunicativa na avaliação da Comunicação Geral. Ainda, grande parte deles (78%) possui alguma característica se sobrepondo durante a comunicação oral, interferindo negativamente no Impacto Inicial.

Quadro 2 – Análise das reportagens e apresentações pós atendimento fonoaudiológico

No aspecto de Planejamento de Fala, houve predomínio de fala natural, contando com 67% dos telejornalistas. Com relação a Fluência, todos os telejornalistas possuem Pausas e Velocidade de fala adequadas e 67% possuem Ritmo adequado. Um pouco mais da metade (56%) possui Ênfases naturais no discurso. 33% dos participantes possuem algum tipo de ruído prejudicando a compreensão do discurso. Todos os telejornalistas têm Assertividade e Concordância Comunicativa.

Por fim, ao comparar os dados das avaliações pré e pós intervenção fonoaudiológica, percebe-se que houve mudança positiva na Comunicação Geral (C.G.) dos telejornalistas, como mostra o Gráfico 1. Da mesma forma,  o aspecto de Planejamento de fala (P.) mudou positivamente, observando-se maior ocorrência de fala natural, ao invés de planejada, entre os telejornalistas; Mudança positiva, também, na Fluência do discurso, evidente em – Pausas (F.P.); Ritmo (F.R.); Velocidade (F.V.); Ênfases (F.E.); e, Articulação (F.A.). Observa-se mudança positiva na Concordância Comunicativa (C.C.). Por outro lado, houve mudança negativa no que se refere ao Impacto Inicial (I.I.), ou seja, maior ocorrência de características se sobrepondo durante comunicação oral. Os outros aspectos, Assertividade (A.) e Ruídos (R.), não tiveram mudanças significativas.

Gráfico 1 – Análise Comparativa das avaliações pré e pós-intervenção fonoaudiológica

4. DISCUSSÃO

Os resultados obtidos das análises da amostra estudada demonstram que os telejornalistas, antes do acompanhamento fonoaudiológico, possuíam algumas características que interferiam negativamente na competência comunicativa oral televisiva. Segundo a literatura, isto está associado a alguns fatores. Um desses fatores é a defasagem na instrução prática do telejornalismo, ainda durante a formação acadêmica desses profissionais, que têm, geralmente, poucas experiências de trabalho com expressividade. De acordo com Penteado e Pechula (2018), há discordância entre o ensino acadêmico, que tem foco teórico, e as novas demandas do trabalho jornalístico, que envolvem habilidades comunicacionais e expressivas.

Outro fator associado é a falta de conhecimento desses profissionais acerca dos diferentes aspectos da comunicação oral que determinam a competência comunicativa oral televisiva. Segundo Leal dos Santos et al. (2014), mesmo tendo a percepção de que a forma do discurso é tão importante quanto o conteúdo, esses profissionais nem sempre sabem o que fazer para modificá-la.

Além disso, as mudanças no processo de trabalho em comunicação e no jornalismo vêm se transformando constantemente, demandando capacidade adaptativa contínua dos profissionais que atuam nesse meio. Os telejornalistas têm o desafio de compreender, ajustar, ampliar e diversificar as habilidades comunicativas regularmente (PENTEADO; GHIRARD, 2017; DIAS DOS SANTOS; PEDROSA; BEHLAU, 2015).

Na comparação das respostas das avaliações pré e pós atendimento fonoaudiológico, percebe-se mudança significativa no aspecto do Planejamento de fala dos telejornalistas estudados, sendo o aspecto com maior diferença de respostas, passando de uma fala planejada para uma fala natural. Isso se deve ao fato de que, muitos desses profissionais têm uma representação comunicativa televisiva ultrapassada. Hoje, a linguagem jornalística é mais dinâmica, prática e interativa. O padrão estereotipado de apresentador, com certo distanciamento e voz impostada, foi substituído pela necessidade de um profissional que utiliza a comunicação de maneira natural, com agilidade, desenvoltura e credibilidade (KYRILLOS; COTES, 2007; DIAS DOS SANTOS; PETROSA; BEHLAU, 2015; SIIVA; PENTEADO, 2014).

Nesse contexto, a atuação fonoaudiológica tem sido, cada vez mais, necessária no âmbito do telejornalismo. O trabalho de fonoaudiologia com repórteres e apresentadores de televisão está voltado para o desenvolvimento da melhor forma possível de comunicação. O fonoaudiólogo promove o aprimoramento da qualidade vocal e dos recursos corporais, evitando interferência comunicativa negativa na reportagem e distorções na mensagem. A análise comparativa das reportagens e apresentações televisivas exibida nesta pesquisa corrobora essa ideia, pois, conforme apresentado, após intervenção fonoaudiológica, houve mudança positiva na comunicação geral, na fluência do discurso e na concordância comunicativa dos telejornalistas participantes do estudo (KYRILLOS, 2003; KYRILLOS, 2012; NEIVA; GAMA; TEIXEIRA, 2016).

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Verificou-se, neste estudo, a efetividade do acompanhamento fonoaudiológico com telejornalistas no aperfeiçoamento da comunicação oral televisiva. Além disso, a presente pesquisa contribui com estudos que unem jornalismo e fonoaudiologia, ainda tão escassos.

REFERÊNCIAS

CAMARGO, Eder Pires. A comunicação e os contextos comunicativos como categorias de análise. In: Saberes docentes para a inclusão do aluno com deficiência visual em aulas de física. São Paulo: Editora UNESP, 2012. pp. 39-55.

CELESTE, Leticia Corrêa et. al. Treinamento da performance comunicativa em universitários da área da saúde. Audiology – Communication Research, v. 23, n. 8, p.23-31, 23 abr. 2018.

DIAS DOS SANTOS, Telma; DE ANDRADA E SILVA, Marta Assumpção. Comunicação não verbal com profissionais da voz: o que se pesquisa na fonoaudiologia. Revista CEFAC [online], v. 18, n. 6, p. 1447-1455. Dezembro de 2016.

DIAS DOS SANTOS, Telma; PEDROSA, Vanessa; BEHLAU, Mara. Comparação dos atendimentos fonoaudiológicos virtual e presencial em profissionais do telejornalismo. Revista CEFAC [online], p.385-395 v. 17, n. 2, 2015.

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KYRILLOS, Leny R.; COTES, Cláudia. A voz no telejornalismo. São Paulo, Tese (Doutorado) – Curso de Fonoaudiologia. Unifesp, 2007.

KYRILLOS, Leny Rodrigues. A Voz no Telejornalismo. São Paulo, 2012.

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LEAL DOS SANTOS, Ana Alice; PEREIRA, Eliane Cristina; MARCOLINO, Juliana; DASSIÊ LEITE, Ana Paula. Auto percepção e qualidade vocal de estudantes de jornalismo. Revista CEFAC, v. 16, n. 2, p. 566-572, março-abril 2014.

MONTEIRO, Carla et al. Avaliação da competência comunicativa oral no Ensino Básico: Um estudo exploratório. Revista Portuguesa de Educação, Portugal, v. 26, n. 2, p.111-138, jul. 2013.

NEIVA, Tássia Marina Araújo; GAMA, Ana Cristina Côrtes; TEIXEIRA, Letícia Caldas. Expressividade vocal e corporal para falar bem no telejornalismo: resultados de treinamento. Rev. CEFAC, São Paulo, v. 18, n. 2, p. 498-507, abr.  2016.

OLIVEIRA, Yanik Carla Araújo de; CELINO, Suely Deysny de Matos; COSTA, Gabriela Maria Cavalcanti. Comunicação como ferramenta essencial para assistência à saúde dos surdos. Physis: Revista de Saúde Coletiva, v. 25, n. 1, p. 307-320, mar. 2015.

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SOUZA, Jorge Pedro. Elementos de Teoria e Pesquisa da Comunicação e dos Media. Porto: Minerva, 2006.

[1] Estudante de fonoaudiologia da Universidade Federal de Santa Catarina. ORCID: https://orcid.org/0000-0003-4505-0231.

[2] Orientador. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-7570-8420.

Enviado: Agosto, 2021.

Aprovado: Novembro, 2021.

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