Rendimento de carcaça de Patinga (Piaractus mesopotamicus x Piaractus brachypomus) em pesque-pague de Mineiros, Goiás

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ARTIGO ORIGINAL

CASTRO, Joyce Samara Queiroz [1], STIZ, Edilaine Patrícia de Oliveira [2], SANTOS, Gildomar Alves dos [3], CARDOZO, Stanislau Parreira [4]

CASTRO, Joyce Samara Queiroz. Et al. Rendimento de carcaça de Patinga (Piaractus mesopotamicus x Piaractus brachypomus) em pesque-pague de Mineiros, Goiás. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 05, Ed. 10, Vol. 09, pp. 149-157. Outubro de 2020. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/veterinaria/carcaca-de-patinga

RESUMO

Considerando o desenvolvimento do mercado de pescados em ambientes dulcícolas e tendo como objetivo atender às necessidades do consumidor por produtos diferenciados, a piscicultura é uma área que se destaca pela produtividade e diversidade com base no cruzamento de diferentes espécies, gerando híbridos como a Patinga, derivada do cruzamento da fêmea do Pacu (Piaractus mesopotamicus) e do macho da Pirapitinga (Piaractus brachypomus). Dessa forma este trabalho teve como objetivo avaliar o rendimento de carcaça da Patinga, produzido e comercializado na região de Mineiros (Goiás) e abatido em um pesque-pague do município. Para a realização do trabalho foram pesados 39 peixes após o abate e evisceração. O peso inicial do lote foi 54,570kg e eviscerado foi de 37,405kg perfazendo 68,55% de rendimento de carcaça. O interesse neste híbrido se baseia no ganho de peso e na rusticidade apresentada, bem como nos atributos organolépticos da carne, dentre os quais se destacam o sabor e a qualidade da carne. Com o rendimento de carcaça estimado para a Patinga neste estudo e considerando a escassez de trabalhos sobre o tema pode-se afirmar que são necessários mais estudos para melhor avaliar a viabilidade zootécnica deste híbrido.

Palavras-chave: Pescado, piscicultura, carcaça.

1. INTRODUÇÃO

O clima é um fator determinante na piscicultura, onde peixes híbridos estão mais predispostos ao clima quente por serem provenientes da Bacia Amazônica, favorecendo o desenvolvimento, o ganho de peso e a reprodução destes animais (RIGO; MARCHESAN E VERGAS, 2020). Dessa forma se atribui o grande crescimento das espécies de peixes redondos como o Tambaqui, Pacu, Pirapitinga e seus híbridos, às habilidades de adaptação de cada espécie associadas às características zootécnicas.  Dentre esses fatores destacam-se a rusticidade e a adaptação alimentar que têm contribuído para o aumento da disponibilidade destes peixes no mercado nacional (DAVID et al., 2019).

O cruzamento de peixes para obtenção de animais híbridos vem aumentando cada vez mais para suprir as necessidades do mercado nacional. Do cruzamento da fêmea do Pacu (Piaractus mesopotamicus) com o macho da Pirapitinga (Piaractus brachypomus), obtêm-se a Patinga que que está ganhando grande espaço no mercado, tanto herdando o temperamento arisco do Pacu e o excelente ganho de carcaça da Pirapitinga (RIGO; MARCHESAN E VERGAS, 2020).

A produção de peixes redondos em cativeiro está se desenvolvendo gradativamente no Brasil (Pedroza Filho, Rodrigues e Rezende, 2016) no decorrer dos anos e peixes como o Pacu, Tambaqui, Pirapitinga e seus híbridos vêm conquistando grande parte no mercado devido ao seu potencial de crescimento em pequenos períodos de tempo, a sua rusticidade e sua boa adaptação (STIZ et al., 2019).

A Patinga devido ao seu temperamento arisco e ao seu ganho de peso de até 1,500 kg em 1 ano, têm favorecido a procura em pesque-pagues. Este peixe está sendo um animal bom para pesca esportiva e para o consumo alimentar pois tem pouco teor de gordura em sua carcaça, apresenta ainda o onivorismo como fator de atração para a produção em cativeiro. Além disto, apresenta a característica  se alimentar de matéria vegetal e consegue se alimentar também de frutas, rações, subprodutos de peixes, crustáceos, algas e minhocas (MATHIAS, 2017).

Animais híbridos tendem a serem inférteis, entretanto a Patinga é uma das exceções. Porém não conseguem se acasalar em cativeiros, sendo assim, a reprodução deste animal é induzida através de substâncias injetadas para amadurecimentos das gônadas (DE PAULA, 2009).

Quanto ao seu rendimento de carcaça, há carência de estudos sobre esse parâmetro zootécnico. Sendo essa carência o principal motivo para a elaboração do presente estudo (SOUSA; BRITO NETO E LEITE, 2016).

2. MATERIAL E MÉTODOS

O estudo foi conduzido em um Pesque-pague no município de Mineiros (GO), onde se cria a Patinga, híbrido originado do cruzamento do Pacu (Piaractus mesopotamicus) e a Pirapitinga (Piaractus brachypomus). Foram determinados os pesos de 39 peixes com 1 ano e 7 meses, durante o mês de agosto de 2019; utilizando-se balança digital com precisão de três casas decimais. O peso foi aferido imediatamente após o abate e após a evisceração e limpeza da carcaça no local de estudo.

Considerou-se como carcaça o produto disposto à venda comercial depois de retiradas as vísceras, gordura interna, sangue, escamas e barbatanas.

3. REVISÃO DE LITERATURA

Ano após ano, a piscicultura vem ocupando espaço no Brasil e no mundo, e conforme pesquisas tende a crescer cada vez mais. Espera-se o reposicionamento do Brasil, igualmente aos principais agentes no mercado internacional de carnes, junto com a União Europeia, a China e os Estados Unidos, acima de tudo não somente na produção de carnes bovina, suína e de frango, também na criação de pescado (TEIXEIRA FILHO, 2005).

Expressa assim, uma demanda de peixes em crescimento, incentivando que os produtores invistam nas melhorias técnicas nas criações de peixes. A grande variedade de espécies de peixes disponível para o mercado e para a industrialização é marcante. As discrepâncias ocorrem entre continentes, países ou mesmo entre regiões, consiste em uma aquisição per capita que pode variar de menos de 1 kg a mais de 100 kg dependendo do hábito dessa população e disponibilidade, embora o fator mais importante seja o acesso ao mercado (DANTAS FILHO et al., 2020).

De acordo com Ramalho e Nascimento (2019), a piscicultura tem o início de sua introdução no Brasil no início da década de 30, onde pesquisadores a princípio trouxeram alguns peixes exóticos, como a carpa, a truta arco íris e a tilápia do Nilo. Desde então, a piscicultura assim como a aquicultura vêm ganhando o seu espaço no setor agropecuário, o seu desenvolvimento ainda é um pouco mais tardio do quem outras áreas devido à falta de profissionais qualificados e estudos recentes na área.

De modo que diversos pecuaristas vêm implementando a piscicultura em suas propriedades com o objetivo de melhorar a renda familiar, motivando-os a buscar melhoria em sua qualidade de vida, expandindo o comércio além do mercado interno, tornando-se uma alternativa não apenas de renda, mas também à pesca em rios.  Por se caracterizar em uma atividade do agronegócio que não necessita de muito espaço, consegue se sobressair com baixos recursos e mão-de-obra, mesmo que não seja qualificada, mas que atenda certas exigências (FURLANETO et al., 2009).

Segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), o Brasil tem em vista de se tornar um dos destaques em produção de pescados em nível mundial até 2030, ano em que a produção pesqueira nacional possivelmente poderá ter condições de aproximar ou mesmo alcançar a produção 20 milhões de toneladas; mesmo não tendo um consumo per capita expressivo (FAO, 2018).

Goiás é um dos 10 maiores produtores de pescado do Brasil, possui grandes áreas hídricas e ampla oferta de grãos para ração além de uma localização geográfica privilegiada quando comparada a outras regiões, quando se trata de repassar a produção aos principais mercados consumidores (MEDEIROS, 2019).

Por outro lado, para implantação de qualquer projeto deve-se inicialmente avaliar e analisar o possível sistema de produção em que deve se empregar naquelas áreas, para que não ocorra nenhum prejuízo irreparável tanto no meio ambiente quanto no financeiro destes pecuaristas e para que não ocorra futuramente um abandono da atividade por falta de recursos e profissionais (SOUSA; BRITO NETO E LEITE, 2016).

Entretanto existem alguns fatores ambientais nos quais podem causar alguns impactos no meio ambiente, porém com uma boa pratica de manejo esse risco vem sendo gradualmente diminuído com a redução da renovação de água (MARDINI, 1991), balanceamento de ração para reduzir as sobras, adubação de viveiros, criação de espécies nativas da bacia hidrográfica, construção de viveiros em áreas que já foram degradadas anteriormente (SOUSA; BRITO NETO E LEITE, 2016).

A Pirapitinga (Piaractus brachypomus) é um peixe de porte médio, com origem na bacia do rio Paraíba do Sul na região sudeste do país, característico de águas tropicais. Possui uma cabeça menor em relação aos outros peixes redondos, dessa forma se destaca para um aproveitamento de carcaça. Quando criado em cativeiro possui sua reprodução apenas com indução hormonal, conseguindo entrar em idade reprodutiva após 14 meses, mas é muito utilizado em pesque-pagues por atingir entre  1,0-1,2kg com apenas 11 meses (NARAHARA; ANDRADE-TALMELLI E KAVAMOTO, 2002).

É um animal pouco conhecido ainda no mercado, está se consolidando por ser prático ao se descamar, sua coloração é atraente para os consumidores. Possui precocidade quando se trata em ganho de peso, porém possui baixa resistência a extremas mudanças na água quanto a temperatura, por não ter mantido a rusticidade, o que dificulta sua criação em ambientes controlados (FERREIRA, 2011).

A Patinga (Piaractus mesopotamicus x Piaractus brachypomus) é um animal híbrido, ou seja, foi gerado de um cruzamento de espécies diferente, porém é um animal que se diferencia por não ser estéril. Animais férteis se dá pela quantidade de cromossomos em que os animais terão, animais que apresentam 63 cromossomos não terá um par homologo, logo não irá conseguir fazer a meiose, gerando então animais inférteis. Entretanto animais com 64 cromossomos serão férteis devido ao número par de cromossomos, tendo então a meiose das células germinativas (MELO, 1999).

O cruzamento da fêmea do Pacu (Piaractus mesopotamicus) e o macho da Pirapitinga (Piaractus brachypomus), dá origem à Patinga, que tem características genotípicas dos pais, como crescimento rápido (RIBEIRO et al., 2016), rusticidade e tolerância a temperatura altas que é uma característica especial do Pacu. Porém é um animal que foi introduzido na piscicultura relativamente há pouco tempo, por isto não foi muito estudado ainda. No estudo realizado por Sobrinho et al., (2017), destacou-se alguns aspectos produtivos, anatômicos e fisiológicos sobre a Patinga. Por ser um animal fácil para pescar, e possuir uma carne de coloração agradável aos consumidores por ser clara, está cada vez mais ganhando espaço em pesque-pagues.

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Foram pesados 39 peixes após o abate e após a evisceração. O peso inicial foi de 54,570kg e eviscerado foi 37,405kg perfazendo 68,55% de rendimento de carcaça. O peso vivo médio foi de 1,4 kg. Assim, afim de confrontar tal peso, Neto et al. (2003), faz uma referência com o Pacu, que quando produzido em sistema semi-intensivo seu peso chega a 1,500 Kg com um ano de idade. Por conseguinte, é evidente a diferença dos pesos quando comparados à idade.

Mesmo apresentado ganho de peso inferior ao Pacu, a Patinga que é proveniente do cruzamento entre duas espécies distintas, observa-se a herdabilidade de características positivas como a tolerância ao frio do Pacu, e o rápido crescimento e resistência a enfermidades da Pirapitinga (FRANCESCHINI, 2012). Tornando-se então, um animal mais viável para os produtores devido às características organolépticas da carne. Além de ser um atrativo na pesca esportiva pela sua particularidade em relutar com o pescador.

Ademais, é um animal de fácil adaptação ao meio, apresenta uma alimentação bem diversificada, resultando em vantagens para os produtores devido a tais qualidades típicas do hibrido.

A Pirapitinga apresentou como rendimento de carcaça de 68,55%, inferior ao rendimento de espécies de peixes redondos, no entanto possui peculiaridades na qualidade da carne como sabor e suculência diferenciados o que reflete na boa aceitação de mercado. Algumas características morfológicas auxiliam no rendimento de carcaça, como a menor proporção de cabeça quando relacionada com outras espécies e o formato anatômico, mais longilíneo do seu corpo. Entretanto, ainda são poucos os estudos sobre avaliação de carcaça na Pirapitinga, resultando numa dificuldade para obter uma melhor avaliação do rendimento de carcaça desses animais (FERREIRA, 2011).

Peixes redondos são caracterizados pelo seu alto rendimento de carcaça, em diversos estudos foram comprovados que o Pacu pode chegar a ter um rendimento de carcaça de até 88% após a evisceração (COSTA, 2016). Entretanto, partindo do pressuposto que é na musculatura que se encontra o filé do peixe, torna-se importante destacar que é nessa parte nobre do mesmo que há espinhos em formato de “Y”. Sendo assim, essa anatomia gera dificuldades para a alta qualidade do filé do peixe (BOSCOLO et al., 2006).

O rendimento de carcaça é o peixe pronto para o consumo. Após a evisceração a Patinga apresentou rendimento médio de 68,55%, cujo valor é inferior quando se compara com seus pais, fêmea do Pacu e o macho da Pirapitinga. Para exemplificar, o Pacu pode chegar a ter um rendimento de carcaça de até 88% (REIS NETO et al., 2003). Entretanto os valores sobre a Pirapitinga não são notificados, uma vez que há dificuldade em localizar trabalhos sobre este peixe, e, consequentemente, sobre o seu rendimento de carcaça. Sabe-se que a Pirapitinga pode chegar a atingir o peso de 20 a 30 kg em seu habitat natural, porém o período para sua idade reprodutiva é mais tardia quando comparada ao Pacu (DE PAULA, 2009).

Portanto, cabe ressaltar que a importância da Patinga frente ao mercado consumidor se encontra além das características herdadas dos pais, uma vez que, mesmo apresentando um rendimento de carcaça inferior aos peixes que a originaram, ainda possui qualidades já citadas que melhoram o desempenho e manejo do mesmo.

5. CONCLUSÃO

Conclui-se então que o rendimento de carcaça do híbrido avaliado foi de 68,55%, o qual foi inferior ao de seus pais, no entanto como cruzamento que tem duplos objetivos (pesca esportiva e consumo), pode ser considerado como um promissor produto e poderá ser incentivada sua inserção no mercado nacional. Enfatiza-se que é necessário a realização de mais estudos para que possa estimar mais fielmente as características zootécnicas deste híbrido.

REFERÊNCIAS

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[1] Graduada em Medicina Veterinária.

[2] Acadêmica do Curso de Medicina Veterinária.

[3] Phd Ciências Florestais (Aberdeen); Mestre em Ciências Florestais (UFV), Graduado em Engenharia Florestal UFV).

[4] Orientador. Doutor em Ciência Animal (UFG), Mestre em Ciências Animais (UEL), Graduado em Medicina Veterinária (UFG).

Enviado: Agosto, 2020.

Aprovado: Outubro, 2020.

Doutor em Ciência Animal – Pela Universidade Federal de Goiás. Mestre em Ciência Animal pela Universidade Estadual de Londrina. Especialização em Processamento e Controle de Qualidade em Carne, Leite, Ovos e Pescado, pela Universidade Federal de Lavras. Graduado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Goiás.

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