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Frequência de casos de AIDS identificados no brasil entre 2012 e 2016

DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/saude/casos-de-aids
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CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL 

ALVES, Giovana Carvalho [1], OLIVEIRA, Kamila Freitas de [2], GUIMARÃES, Amanda Wosny [3] FECURY, Amanda Alves [4], REGO, Natássia Maia de Sá [5], OLIVEIRA, Euzébio de [6], DENDASCK, Carla Viana [7], DIAS, Claudio Alberto Gellis de Mattos [8]

ALVES, Giovana Carvalho. Frequência de casos de AIDS identificados no brasil entre 2012 e 2016. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 05, Vol. 03, pp. 45-53, Maio de 2019. ISSN: 2448-0959

RESUMO

Introdução: A Síndrome da imunodeficiência humana adquirida (AIDS) é causada por um vírus. A reprodução deste invasor no organismo causa falha no sistema de defesa. A forma mais comum de transmissão é por atividade sexual desprotegida e compartilhamento com seringas usadas. Existem vários sintomas que podem se manifestar em pessoas portadoras do vírus HIV (febre, diarreia, suor noturno, doenças oportunistas e perda de peso). O tratamento de pessoas infectadas com o vírus HIV é normalmente feito utilizando fármacos chamados de antirretrovirais. Objetivo: Este trabalho tem o objetivo de mostrar a frequência de casos de AIDS identificados no Brasil entre 2012 e 2016. Método: A pesquisa foi realizada no banco de dados DATASUS (http://datasus.saude.gov.br/). Foram retirados dados referentes a regiões do Brasil, gênero, faixa etária, escolaridade, e raça/cor. Resultados: A maior média da frequência de casos aparece nos dados da região Sudeste (10.286), seguido pelas regiões Sul (6.260), Nordeste (5.916), Norte (2.522) e Centro-Oeste (2.007) do Brasil. A maior porcentagem da frequência de casos foi na faixa etária dos 20 a 49 anos (79,02%), seguido de 50 a 64 (15,13%), 65 ou mais (2,28%), 15 a 19 (2,38%) e 0 a 14 anos (1,19%). A frequência de casos foi maior no gênero masculino. De 2012 para 2013 houve um aumento no número de casos no gênero masculino (de 19.920 para 20.244) e nos anos de 2013 a 2016 houve uma diminuição (de 20.244 para 15.242). Já no gênero feminino houve uma diminuição de 2012 a 2016 (de 10.545 para 6.346), sendo quase metade do valor inicial deste sexo. A etnia parda apresentou um quantitativo maior de casos (44,39%), seguida da branca (44,15%), preta (10,70%), amarela (0,44%) e indígena (0,32%). A frequência de casos foi maior no ensino médio completo (23,80%), seguido de 5a a 8a série incompleta (21,10%), do fundamental completo (11,93%), do superior completo (9,88%), da 1a a 4a série incompleta (9,46%), do médio incompleto (8,42%), da 4a série completa (6,74%), do superior incompleto (5,88%) e dos analfabetos (2,79%). Conclusão: Se a efetiva educação em saúde, e a conscientização sobre comportamentos de risco, a descentralização dos serviços de atendimento ambulatorial e a coordenação e comunicação entre profissionais da saúde for possibilitada, provavelmente haveria a diminuição de novos casos de HIV/AIDS no Brasil.

Palavraschave: Epidemiologia, HIV, AIDS, Saúde.

INTRODUÇÃO

A Síndrome da imunodeficiência humana adquirida (AIDS) é causada por um vírus. A reprodução deste invasor no organismo causa falha no sistema de defesa. Isso pode fazer com que outras doenças se instalem e, como consequência, reduzam a expectativa de vida dos seres humanos infectados (Menezes et al., 2019).

Uma das formas de transmissão do vírus, é denominada transmissão vertical. Ocorre quando existe uma alta quantidade desse microrganismo no sangue materno. A transmissão da mãe para o filho pode ocorrer durante a gravidez, parto e amamentação (Goga et al., 2019). A forma mais comum de transmissão é por atividade sexual desprotegida e compartilhamento com seringas usadas. O contato do sangue com HIV com as mucosas de uma pessoa saudável, como a vagina, o reto, o pênis e a boca, pode levar a infecção da pessoa (CDC, 2018).

Enquanto o portador está sintomas evidentes (assintomático), o vírus ataca as células de defesa do corpo, aumentando a possibilidade do indivíduo de apresentar doenças comuns, como febre, diarreia, suor noturno e perda de peso. Pode ocorrer também, na chamada infecção aguda, sintomas parecidos com os da gripe, como febre e mal-estar. Na fase denominada AIDS, microrganismos oportunistas podem se aproveitar da fragilidade do sistema imunológico do indivíduo infectado, causando doenças oportunistas ou intensificando seus quadros clínicos, entre elas estão: hepatites virais, tuberculose e pneumonia (Brasil, 2019).

O tratamento dos infectados é normalmente feito utilizando fármacos chamados de antirretrovirais. Eles são responsáveis por controlar a replicação do vírus, diminuindo sua quantidade no sangue, oportunizando uma melhora na saúde e o bem-estar do paciente. A medicação deve ser iniciada o mais rápido possível depois do diagnóstico. Alguns efeitos colaterais podem ser esperados, tais como: enjoo, vomito, diarreia, dificuldade pra dormir, dor de cabeça, coceira e tontura. Este tratamento também pode ser utilizado preventivamente (USA, 2019).

Em 2016 haviam 36,7 milhões de pessoas infectadas com o vírus HIV no mundo. Destas, 19,5 milhões tiveram acesso ao tratamento. O resultado foi uma queda no número de óbitos em 900 mil pessoas. As maiores taxas de contaminação ocorrem na África, oriental e meridional (UNAIDS, 2017).

No Brasil, até junho de 2017, estimava-se que existiam 194.217 casos de infecção pelo HIV. Em 2016, dos 37.884 casos notificados, 3.912 (10,3%) ocorreram n região Norte, 7.693 (20,3%) na região Nordeste, 15.759 (41,6%) na região Sudeste, 7.688 (20,3%) na região Sul, e 2.832 (7,5%) na região Centro-Oeste do país. No mesmo ano, o número de casos por gênero foi de 131.969 (67,9%) casos em homens e 62.198 (32,1%) casos em mulheres (Brasil, 2017).

OBJETIVOS

Mostrar a frequência de casos de AIDS identificados no Brasil entre 2012 e 2016.

MÉTODO

A pesquisa foi realizada no banco de dados DATASUS (http://datasus.saude.gov.br/). Foram coletados dados nacionais de acordo com as seguintes etapas: Foi selecionado o item “Acesso à Informação”, depois “Informações de Saúde (TABNET)”, “Epidemiológicas e Morbidade”. Abriu-se uma nova página, e nela, foi selecionado “Casos de AIDS – Desde 1980 (SINAN)”. Na página aberta selecionou-se o item “AIDS – desde 1980”. Na mesma página surgiu um mapa do território nacional no canto direito superior, e na caixa de seleção sob o mapa, clicou-se com o botão esquerdo e, na lista, foi selecionado “Brasil por região, UF ou Município”. Abriu-se uma nova janela. Na caixa “linha” selecionou-se “Ano de Notificação”, na caixa “coluna” selecionou-se “Região de Residência”, e na caixa “conteúdo” selecionou-se “Frequência”. Os dados coletados entre os anos de 2012 e 2016, selecionados, um a um, a partir da caixa “períodos disponíveis”. Os demais dados foram coletados alterando a seleção da caixa “coluna” e fixando-se as caixas “linha” e “conteúdo”. As demais seleções feitas na caixa “coluna” foram: “Faixa Etária (SINAN)”, “Sexo”, “Raça/Cor” e “Escolaridade”. Os dados foram compilados no programa Excel, componente do pacote Office da Microsoft Corporation.

RESULTADOS

A média da frequência de casos de AIDS no Brasil, por região, entre 2012 e 2016 pode ser observada na figura 1, sendo que os maiores valores são os da região Sudeste, seguido pelas regiões Sul, Nordeste, Norte e Centro-Oeste do Brasil.

Figura 1 Mostra a média da frequência de casos de AIDS no Brasil, por região, entre 2012 e 2016.

Fonte: autor

A figura 2 mostra a porcentagem da frequência de casos de AIDS no Brasil, por faixa etária, entre 2012 e 2016. Os maiores valores foram na faixa etária dos 20 a 49 anos, seguido de 50 a 64, 65 ou mais, 15 a 19 e 0 a 14 anos.

Figura 2 Mostra a porcentagem da frequência de casos de AIDS no Brasil, por faixa etária, entre 2012 e 2016.

Fonte: autor

A figura 3 mostra a frequência de casos de AIDS no Brasil, por gênero, entre 2012 e 2016. A maior porcentagem de frequência de casos foi no gênero masculino. De 2012 para 2013 houve um aumento no número de casos no gênero masculino e nos anos de 2013 a 2016 houve uma diminuição. Já no gênero feminino houve uma diminuição de 2012 a 2016, sendo quase metade do valor inicial deste gênero.

Figura 3 Mostra a frequência de casos de AIDS no Brasil, por gênero, entre 2012 e 2016.

Fonte: autor

A figura 4 mostra a porcentagem da frequência de casos de AIDS no Brasil, por etnia (raça/cor), entre 2012 e 2016. A etnia parda, seguida da branca, preta, amarela e indígena apresentaram os maiores valores.

Figura 4 Mostra a porcentagem da frequência de casos de AIDS no Brasil, por etnia (raça/cor), entre 2012 e 2016.

Fonte: autor

A figura 5 mostra a porcentagem da frequência de casos de AIDS no Brasil, por escolaridade, entre 2012 e 2016. A maior porcentagem da frequência de casos foi no ensino médio completo, seguido de 5a a 8a série incompleta, do fundamental completo, do superior completo, da 1a a 4a série incompleta, do médio incompleto, da 4a série completa, do superior incompleto e dos analfabetos.

Figura 5 Mostra a porcentagem da frequência de casos de AIDS no Brasil, por escolaridade, entre 2012 e 2016.

Fonte: autor

DISCUSSÃO

Os dados de 2016 relativos a pessoas com AIDS por região (Brasil, 2017) acompanham os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística referentes a população regional no período (IBGE, 2017). Entretanto os resultados (figura1) diferem em relação ao que concerne as regiões nordeste e sudeste do país. A diferença entre as regiões pode estar relacionada a fatores como a subnotificação em algumas áreas, causando erros na soma de casos notificados. Pode também estar ligada à falta de comunicação entre profissionais da área de saúde. Profissionais que não se comunicam tendem a inferir que outro profissional já fez a notificação, também causando erros de avaliação no número de casos (Baldan et al., 2017). E, sendo as políticas públicas de prevenção e distribuição de medicamento pautadas nessas informações, parece haver um comprometimento na ação de saúde local (Magno et al., 2019).

De acordo com Silva (2016), adultos tendem a usar menos preservativos nas relações sexuais e esse comportamento possivelmente aumenta o risco de exposição e infecção pelo vírus na faixa etária entre 20 a 49 anos, podendo aumentar consequentemente, o número de casos (figura 2). Pessoas com vida sexual ativa corriqueiramente acreditam que não podem ser acometidas por essa doença, mesmo tendo relações sexuais desprotegidas (Silva, 2016). Em idosos, com faixa etária entre os 50 e 64 anos, a porcentagem de casos vem aumentando. Entre os possíveis motivos está a falta de conscientização sobre prevenção e fatores de risco. Essa negligência pode propiciar comportamentos que aumentam a chance de infecção e, por consequência, o número de casos (Viana et al., 2017).

A maior frequência de casos no gênero masculino (figura 3) possivelmente ocorre em decorrência de comportamentos de risco. Entre eles está a baixa testagem para HIV, principalmente no que diz respeito a população alvo dessa epidemia, homens que fazem sexo com homens. Logo, essa atitude pode influenciar na não procura do tratamento adequado e por conseguinte, o aumento no número de casos no gênero masculino (Guimarães et al., 2017). Outro comportamento de risco é o baixo número de parceiros fixos e a elevada prática de sexo desprotegido, que na população masculina encontra-se presente, podendo, dessa forma, estimular o maior número de casos nesse gênero (Pereira et al., 2016). A frequência diminui nos anos do estudo possivelmente porque houve a descentralização dos centros de referência HIV-AIDS, oportunizando a ampliação do acesso a medicação, apoio e a melhora da logística para ações em saúde (Zambenedetti et al., 2016). A distribuição gratuita de medicamentos antirretrovirais também parece ter contribuído para esse declínio (Viana et al., 2017).

A maior porcentagem da frequência de casos na etnia parda (figura 4) possivelmente é justificada pela maior vulnerabilidade desse grupo. Pessoas pardas tem historicamente um menor acesso aos cuidados em saúde e educação, o que está relacionado com a diminuição da prevenção do HIV (Castro et al., 2018). A segunda maior porcentagem é na etnia branca provavelmente porque membros deste grupo são mais sexualmente ativos. A literatura também cita que brancos utilizam menos preservativos em suas relações sexuais (Pinho, 2016).

A maior porcentagem de frequência de casos ocorre nas pessoas com ensino médio incompleto (figura 5). Esse dado possivelmente é influenciado por falhas no processo de conscientização e educação sobre HIV/AIDS, seja no ambiente escolar ou em campanhas publicitárias. Esse grupo supostamente deveria ser bem informado (Amaral et al., 2017). A segunda maior porcentagem é na população com 5a a 8a serie incompleta, provavelmente porque como tempo de escolaridade é inferior há 8 anos, os mesmos tenham dificuldade de compreensão das formas de prevenção e de adesão ao tratamento (Remor et al., 2017).

CONCLUSÃO

  • Se a comunicação entre os profissionais da saúde for bem coordenada, possivelmente haverá a notificação de casos de forma mais correta. Como a destinação de recursos públicos para prevenção e tratamento dependem desta notificação, uma maior eficiência poderia levar a melhorias da saúde pública.
  • A melhoria da educação em saúde no ensino público e particular e maior conscientização sobre comportamentos de risco possivelmente diminuiria o número de novos casos de HIV/AIDS.
  • A descentralização dos serviços de atendimento ambulatorial e a maior utilização de testes rápidos para HIV/AIDS colaboraria com a ampliação e facilidade de acesso a população de forma geral, o que impactaria na redução de casos.

REFERÊNCIAS

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ZAMBENEDETTI, G.; SILVA, R.A.N.S. Descentralização da atenção em HIV-AIDS para a atenção básica: tensões e potencialidades. Physis. 26 (03), 2016.

[1] Estudantes do Curso de Medicina do Campus Macapá, Universidade Federal do Amapá (UNIFAP).

[2] Estudantes do Curso de Medicina do Campus Macapá, Universidade Federal do Amapá (UNIFAP).

[3] Estudantes do Curso de Medicina do Campus Macapá, Universidade Federal do Amapá (UNIFAP).

[4] Biomédica, Doutora em Doenças Topicais, Professora e pesquisadora do Curso de Medicina do Campus Macapá, Universidade Federal do Amapá (UNIFAP).

[5] Médica, preceptora e pesquisadora do Curso de Medicina do Campus Macapá, Universidade Federal do Amapá (UNIFAP).

[6] Biólogo, Doutor em Doenças Topicais, Professor e pesquisador do Curso de Educação Física da, Universidade Federal do Pará (UFPA).

[7] Téologa, Doutora em Psicanálise, pesquisadora do Centro de Pesquisa e Estudos Avançados- CEPA.

[8] Biólogo, Doutor em Teoria e Pesquisa do Comportamento, Professor e pesquisador do Curso de Licenciatura em Química do Instituto de Ensino Básico, Técnico e tecnológico do Amapá (IFAP).

Enviado: Maio, 2019

Aprovado: Maio, 2019

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