Sintomas de depressão em estudantes de enfermagem

DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/saude/sintomas-de-depressao
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CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

SOUSA, Thalita Bragato [1], ROMEIRO, Amanda Maria de Sousa [2], SANDIM, Lucíola Silva [3]

SOUSA, Thalita Bragato. ROMEIRO, Amanda Maria de Sousa. SANDIM, Lucíola Silva. Sintomas de depressão em estudantes de enfermagem. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 06, Ed. 01, Vol. 02, pp. 78-88. Janeiro de 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/sintomas-de-depressao, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/saude/sintomas-de-depressao

RESUMO

Objetivos: verificar sintomas de depressão entre os estudantes do curso de enfermagem em uma universidade privada. Métodos: trata-se de um estudo transversal de caráter descritivo, com abordagem quantitativa. Amostra constituída por 79 estudantes do Curso de Bacharelado em Enfermagem. Foram aplicados o questionário sociodemográfico e o questionário Hospital Anxiety and Depression Scale (HADS). Foram respeitados os princípios éticos expressos na Resolução nº 510/2016. Resultados: a análise dos resultados demonstrou que os sintomas depressivos estacam presentes em 45,56% da amostra. Conclusão: os resultados contribuem para análise da saúde mental dos acadêmicos do curso de enfermagem, e a necessidade da promoção do bem-estar psicológico destes estudantes.

Palavras-chave: Depressão, saúde mental, estudantes de enfermagem, enfermagem.

1. INTRODUÇÃO

A depressão é um transtorno mental de causa multifatorial, comum encontrado em mais de 264 milhões de pessoas pelo mundo, atingindo grande parte da população e se tornando um dos principais transtornos que causa incapacidades nas pessoas, especialmente quando duradoura e com intensidade moderada ou grave. Pode se tornar uma condição de saúde grave podendo levar ao suicídio e, frequentemente afeta mais as mulheres do que os homens (WHO, 2020).

Segundo OPAS (2019), cerca de 12 mil jovens entre 15 e 24 anos morrem por suicídio todos os anos no continente americano, tornando-se a terceira principal causa de mortes. Nessa mesma perspectiva, a OPAS (2018) destaca que a depressão é um dos principais transtornos que causa incapacidades em adultos jovens. Apesar de houver tratamento e formas de prevenir esta doença, a depressão atinge 5,8% da população brasileira (OPAS, 2017).

Os estudantes universitários fazem parte de uma população propensa a desenvolver sintomas depressivos, mesmo que seja em grau leve, devido aos fatores estressantes vivenciados dentro da graduação (sobrecarga de informação, exigência dos professores, novas adaptações a graduação, escassez de tempo para o lazer, fatores estressantes familiares, limitação de finanças,), esses fatores podem desencadear transtornos mentais. Entanto essa vivência dentro da graduação, exige maior desempenho do estudante (PADOVANI et al., 2014).

É preciso considerar que quando esses sintomas são identificados precocemente possibilita a prevenção e diagnóstico de transtornos mentais, tais como a depressão (COELHO et al,.2010). Bem como, quanto mais cedo diagnosticada e tratada, maior a possibilidade de que a futura carreira profissional desses estudantes não seja afetada (SILVA; DA COSTA, 2012).

Contudo a depressão é o transtorno mental mais comum encontrado em estudantes universitários, entretanto, faz-se necessário realizar um estudo para avaliar o quadro clínico dessa população para que seja possível propor intervenções para melhoria da saúde mental dos acadêmicos (BRANDTNER; BARDAGI, 2009).

Nessa mesma perspectiva, De Morais et al. (2010), enfatiza os principais sintomas relacionados a depressão no meio acadêmico, como a diminuição da capacidade do raciocínio, da memorização, da motivação e do interesse do acadêmico em relação ao estudo. Esses sintomas consequentemente afetam drasticamente o estudante no âmbito universitário, prejudicando sua saúde e seus estudos.

Por certo os sintomas depressivos podem prejudicar o acadêmico em seu âmbito universitário e até seu futuro profissional, podendo ocasionar a possível desistência do curso. (ALVES, 2014). Desta forma, este estudo teve como objetivo verificar os sintomas de depressão nos acadêmicos do curso de enfermagem em uma universidade privada no interior do estado de Goiás.

2. METODOLOGIA

Esta é uma pesquisa transversal de caráter descritivo. A amostra foi composta por estudantes do curso de enfermagem, devidamente matriculados na instituição, de todos os períodos do curso de Enfermagem. A coleta de dados foi realizada em grupos voltados para estudantes de enfermagem, entre os dias 5 a 29 de outubro de 2020, através de um questionário online, divulgado e aplicado através de uma ferramenta digital denominada Google Forms.

Para participação no estudo, foi necessário que os participantes possuíssem acesso à internet e a um dispositivo como computador, celular ou tablet. Após a leitura e aprovação do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido iniciaram o preenchimento dos questionários. Todos as providencias em relação a dimensão ética do estudo foram tomadas de acordo com a Resolução de ética 510/2016. O estudo foi aprovado pelo comitê de Ética em pesquisa da Universidade Estadual de Goiás (UEG), sob parecer de número 3.848.957.

Para a coleta de dados, utilizaram duas ferramentas de pesquisa: o questionário sociodemográfico, com o intuito de caracterizar a amostra mediante os fatores sociais, econômicos e acadêmicos, como: faixa etária, sexo, cor, dependência financeira, renda salarial, ocupação, carga horária de trabalho, curso e período de graduação. Para avaliação dos níveis de depressão, foi utilizada a Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão (HADS), desenvolvida, inicialmente, com o intuito de identificar sintomas de ansiedade e de depressão em pacientes de hospitais clínicos não psiquiátricos, passando a ser utilizada, posteriormente, em pacientes não internados e em indivíduos sem doença.

Botega et. al. (1995) foi quem traduziu e validou a HADS para o português, na qual constitui-se por um total de 14 questões. Nesta escala, verifica-se que as ímpares são correspondentes aos sintomas de ansiedade (HAD-A), enquanto as pares são referentes aos sintomas de depressão (HAD-D). A HADS também possui um score onde as alternativas de cada questão são verificadas em 0, 1, 2 ou 3 pontos, que quando somados são considerados como pontos de corte, para ambos os sintomas,  onde a avaliação destes compreende três divisões: improvável quando há a prevalência de 0 a 7 pontos; possível (questionável ou incerta) quando há a prevalência de 8 a 11 pontos; e provável quando há a prevalência de 12 a 21 pontos.

Todos as providencias em relação a dimensão ética do estudo foram tomadas de acordo com a Resolução de ética 510/2016. O estudo foi aprovado pelo comitê de Ética em pesquisa da Universidade Estadual de Goiás (UEG), sob parecer de número 3.848.957.

3. RESULTADOS

A amostra foi composta por 79 estudantes do curso de enfermagem, destes 90% (N=71) foram do sexo feminino, com a idade média de 23 anos, destes 49% (n=39) são brancos, 57% (n=45) possuem vínculo empregatício, 54% (n=43) tem renda de um salário mínimo de R$ 998,00, a renda familiar 58% (n=46) 1 a 3 salários, 84% (n=66) moram com a família, 91% (n=72) não mudou de município para realizar sua graduação, 62% (n=49) realizaram atividades extracurriculares, e 52% (n=41) possuem transporte próprio (Tabela 1).

Tabela 1. Frequência absoluta (n) e relativa (%) das características sociodemográficas e comportamentais de estudantes em relação a prevalência dos sintomas depressivos.

Variáveis n %
Sexo
Masculino 8 10
Feminino 71 90
Período do Curso
Início 57 72
Final 22 28
Cor
Pardo 31 39
Branco 39 49
Negro 5 8
Amarelo 3 4
Estado civil
Solteiro 59 75
Casado 14 17
União Estável 3 4
Divorciado 3 4
Vínculo Empregatício
Sim 45 57
Não 34 43
Renda
Não possui 24 30
1 salário-mínimo 43 54
1 a 3 salários-mínimos 12 16
Renda familiar
Não possui 6 8
1 salário-mínimo 10 13
1 a 3 salários-mínimos 46 58
3 a 6 salários-mínimos 16 20
Acima de 6 1 1
Moradia
Sozinho 6 7
Família 66 84
Outros 7 9
Mudou para estudar
Sim 7 9
Não 72 91
Atividade Extracurricular
Sim 49 62
Não 30 38
Transporte
Próprio 41 52
Terceiros 38 48

Fonte: Dos autores, 2020.

Na Figura 1 pode-se observar que do total de 79 alunos do Curso de Graduação em Enfermagem, de todas as séries, 17,72% (n=14) apresentaram escores >12 para sintomas prováveis de depressão na escala de HAD, 27,84% (n=22) apresentaram escores >8 para sintomas de possível depressão e 54,43% (n=43) apresentaram scores <7 para sintomas improváveis de depressão.

Figura 1.  Distribuição dos sintomas de depressão entre os acadêmicos de enfermagem. Goiatuba – Go. Brasil, 2020. (n=79)

Fonte: Dos autores, 2020.

4. DISCUSSÃO

Neste estudo observou-se maior prevalência de sintomas depressivos em acadêmicos do sexo feminino. Embora os estudantes analisados representam uma amostra relativamente pequena, sendo maior predominância o sexo feminino (90%). Na população que foi estudada a maioria desses estudantes apresentou sintomas improváveis de depressão (54,43%). Portando vale ressaltar que o restante da amostra (45,56%) apresentou sintomas característicos de depressão.

Com a prevalência de sintomas depressivos em estudantes de enfermagem merece uma atenção a mais, pois em sua rotina diária, eles lidam diretamente com pessoas, com sofrimento psíquico, dor, morte, sentimentos marcados por medo, incertezas e muita das vezes ansiedade (CARVALHO et al., 1999). Encontrando-se susceptíveis ao desenvolvimento de sintomas depressivos durante a graduação, tendo alterações de humor, de relacionamento, tristeza, mudança de apetite, sintomas característicos do transtorno mental depressivo (CAMARGO; SOUSA; OLIVEIRA, 2014). Diante disso, a preocupação com a presença de depressão e ansiedade entre os estudantes do curso de enfermagem é primordial (FUREGATO; SANTOS; SILVA, 2010).

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima-se que cerca de  4,4% da população mundial sofre de depressão e cerca de 5,8% (11.548.577) da população brasileira também sofre desse transtorno mental (OMS, 2020). Um índice de (17,72%) apresentado nesse estudo como provável transtorno depressivo, se monstra muito acima da média brasileira, na população em geral. Entretanto há uma probabilidade maior de aparecimento de sintomas depressivos, ou a depressão propriamente dita, em acadêmicos e profissionais da área da saúde (BARBOSA et al., 2020).

Compreende-se então que a depressão é um transtorno mental comum normalmente com sintomas de tristeza extrema que não passa, grande perda de interesse e incapacidade de realizar atividades que normalmente eram prazerosas. No entanto, alguns sintomas encontrados em pessoas que apresentam a depressão, são: perda energética; mudanças no apetite;  distúrbios de sono; dificuldade de concentração; indecisão; inquietude; sensação de serem insignificantes, culpa ou desesperança; ansiedade; e pensamentos de suicídio ou de causar danos a si mesmos. Os transtornos mentais podem afetar qual pessoa e qualquer idade, como por exemplo, a depressão. Esse transtorno não significa que a pessoa é fraca. Ele e um transtorno tratável, e o seu tratamento varia de acordo com o que o paciente necessita e a conduta médica (OPAS, 2017).

Apesar de existir tratamentos eficazes para a depressão, menos da metade das pessoas afetadas recebe tratamento e a depressão não tratada se torna uma enfermidade grave que pode levar a pessoa acometida ao suicídio, cerca de 800 mil pessoas morrem ao ano por suicídio (OPAS, 2018).

Três variáveis sociodemográficas se mostraram associadas aos maiores níveis de depressão nesse estudo que são eles, sexo feminino, período do curso e moradia. Pessoas do sexo feminino apresentam maior índice de sintomas depressivo, sendo esse dado uma replicação do que ocorre com a população no geral (OPAS, 2020).

Dessa forma um estudo realizado com 194 estudantes do curso de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina, 5,67% desses estudantes apresentaram sintomas de depressão (CÁCERES; CASCAES; BUCHELE, 2010). Corroborando com esse estudo foram avaliados 114 estudantes onde foi identificado sintomas de depressão em 44% dos acadêmicos. Através desses estudos é preciso considerar que os sintomas de depressão em estudantes de enfermagem estão sempre em prevalência (FUREGATO; SANTOS; SILVA, 2010).

Em outros estudos, realizados com estudantes de enfermagem foi identificado uma prevalência de 34,21% de sintomas depressivos nos acadêmicos de enfermagem (BASTOS; MOHALLEM; FARAH, 2008). De Morais, Mascarenhas e Ribeiro (2010), verificaram a presença significativa de sintomas de depressão na amostra estudada, observou que aproximadamente 40% do total da amostra apresentou sintomas depressivos.

O presente estudo revelou que o grupo de estudantes do sexo feminino, apresentam maiores sintomas depressivos é são de maior predominância dentro da graduação em enfermagem. Entretanto os sintomas depressivos apresentados por acadêmicos de enfermagem não devem ser alvo de descriminação, e sim de necessidade de atenção ao cuidado, e elaboração de estratégias para diminuir os sintomas dentro do curso em questão.

Este estudo obteve algumas limitações, como o reduzido número de participantes, a aplicação remota dos questionários, a necessidade de uma análise estatística mais robusta para a correlação e comparação dos dados.

5. CONCLUSÃO

Diante o exposto o presente estudo permitiu verificar os acadêmicos de enfermagem com sintomas depressivos e suas características sociodemográficas. Diante dos resultados expostos, pode-se observar um percentual significativo de sintomas depressivos presentes na vida destes acadêmicos.

Os resultados apontam que a população se encontra com idade média de 23 anos. Esses estudantes estão da adolescência, iniciando sua vida adulta, com escassa experiência de vida. A população estudada merece significativa atenção, uma vez que, dos 79 alunos do Curso de Graduação em Enfermagem a propósito 36 (45,56%) apresentaram sintomas indicativos de depressão.

Com os resultados obtidos do presente estudo, desperta a necessidade de implantação de programas de suporte psicológico aos alunos, com o intuito de apoiarem os acadêmicos frente as situações conflituosas inerentes à vida acadêmica e futuras atividades profissionais, almejando assim minimizar os danos causados pelo sofrimento mental durante toda a graduação, promovendo melhora no desempenho do acadêmico e prevenindo possíveis disfunções e distúrbios.

REFERÊNCIAS

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CARVALHO, Maria Dalva de Barros et al. Expectativas dos alunos de enfermagem frente ao primeiro estágio em hospital. Revista da Escola de Enfermagem da USP, v. 33, n. 2, p. 200-206, 1999. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0080-62341999000200012&script=sci_arttext&tlng=pt. Acesso em: 22 de Novembro de 2020.

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[1] Acadêmica de enfermagem.

[2] Acadêmica de enfermagem.

[3] Orientadora. Doutorado em andamento em Gerontologia. Mestrado em Enfermagem. Mestrado profissional em Terapia Intensiva. Especialização em Especialização em gestão da qualidade nos serviços de saúde. Especialização em Pós-Graduação Lato Sensu em Urgência e Emergência. Especialização em Pós-Graduação Latu Senso em UTI Geral. Graduação em Enfermagem.

Enviado: Dezembro, 2020.

Aprovado: Janeiro, 2021.

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