Citologia Convencional e em Meio Líquido: Ferramentas para Prevenção do Câncer Oral [1]

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CONTEÚDO

STABELINI, Marjorie Viana [2], VENERANDO, Roberto [3]

STABELINI, Marjorie Viana; VENERANDO, Roberto. Citologia Convencional e em Meio Líquido: Ferramentas para Prevenção do Câncer Oral. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 01, Vol. 03, pp. 49-57, Janeiro de 2018. ISSN: 2448-0959

RESUMO

Este estudo tem como objetivo comparar duas técnicas de colpocitologia oncótica, a convencional e a em meio líquido, a fim de se obter um entendimento conclusivo sobre a eficiência, sensibilidade, especificidade e custos entre as duas técnicas como ferramentas para o diagnóstico precoce do câncer bucal. Como ferramenta de busca utilizou-se a National Library of Medicine and the National Institutes of Health (PUBMED); Scientific Electronic Library Online (SciELO); Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS). Sendo incluídos os artigos que estejam relacionados aos seguintes unitermos: “Câncer Oral”, “Citologia Esfoliativa” e “Citologia Esfoliativa em Meio Líquido”. Com o avanço da ciência e desenvolvimento de novas técnicas observa-se a necessidade de se conhecer os benefícios de novas metodologias que possibilitem resultados mais sensíveis ou tão satisfatórios quanto a Citologia Convencional(CC). Vários trabalhos publicados mostram algumas vantagens da Citologia em Meio Líquido (CML) em relação a CC. Apesar das vantagens e benefícios a técnica de CML apresenta-se com o custo mais elevado, o que impede a propagação da metodologia no país quando analisada ao seu custo benefício, e ainda apresenta-se a necessidade da realização de novas pesquisas dentro da área odontológica, para verificar a sua real contribuição no diagnóstico de lesões bucais.

Palavras chave: Câncer Oral, Citologia Esfoliativa, Citologia Esfoliativa em Meio Líquido.

INTRODUÇÃO

A etiologia do câncer oral é uma somatória de fatores carcinógenos que podem levar ao aparecimento da doença, entre eles, os principais são de origem extrínseca, tais como o fumo e o álcool, além da exposição crônica à radiação solar, nos casos situados em lábio. A exposição aos raios solares ultravioletas (UV) causa sérios danos celulares tanto no epitélio, quanto no tecido conjuntivo subjacente, e, excessivamente em contato direto com o lábio inferior, aumenta o risco de desenvolvimento do carcinoma (SOUZA et al., 2012).

O Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) estimou, para o Brasil, no ano de 2016, 11.140 novos casos de neoplasias orais em homens e 4.350 em mulheres. Desconsiderando os tumores de pele não melanoma, para o sexo masculino, essas taxas permitem que esta neoplasia ocupe desde o quarto ao sétimo local das doenças neoplásicas mais frequentes, dependendo da região geográfica brasileira. No que tange às mulheres, a doença pode ocupar desde a nona até a décima quinta posição, também em dependência da localização no país. Devido à sua alta incidência, o câncer oral representa importante problema de saúde pública, e as atitudes e as práticas acerca da doença devem ser revistas, no ensejo de diminuição de sua ocorrência e do incentivo ao diagnóstico precoce, estendendo-se às lesões orais potencialmente malignas (SILVA et al., 2016).

De acordo com Lucena et al. (2011), a citologia refere-se às técnicas diagnósticas utilizadas no exame de células oriundas de várias partes do organismo para determinar a causa ou a natureza da doença que as acometem. Nas últimas décadas, houve um aumento significativo da aplicação da citologia a inúmeros órgãos e tecidos humanos. Na área médica, essa técnica já é bem difundida, porém, na área odontológica, existe a necessidade de uma maior divulgação da citologia como recurso, que pode propiciar o diagnóstico precoce de lesões bucais. Tendo em vista que o epitélio da mucosa bucal é predominantemente escamoso, as alterações encontradas podem ser diagnosticadas pelo exame citopatológico.

O presente estudo tem como objetivo apresentar e discutir as duas principais técnicas utilizadas na citopatologia: a Citologia Convencional (CC) e a Citologia em Meio Líquido (CML), contribuindo com a prevenção do câncer oral, a partir de um diagnóstico precoce.

METODOLOGIA

Esta pesquisa se caracteriza como uma revisão bibliográfica retrospectiva em âmbito nacional e internacional sobre a importância da citologia oral como diagnóstico do câncer oral. Será descrito a epidemiologia do câncer oral, seus fatores de risco e os efeitos, bem como a importância e usos da citopatologia nestas neoplasias. Os artigos serão identificados a partir de um levantamento bibliográfico nas principais bases de dados da área da saúde: National Library of Medicine and the National Institutes of Health (PUBMED); Scientific Electronic Library Online (SciELO); Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS). Serão incluídos os artigos que estejam relacionados aos seguintes unitermos: “Câncer Oral”, “Citologia Esfoliativa” e “Citologia Esfoliativa em Meio Líquido”, Artigos que estejam entre 2000 a 2017 disponíveis na íntegra em suas respectivas bases de dados nos idiomas: português, inglês ou espanhol. Os critérios de exclusão utilizados para a seleção da amostragem serão as publicações anteriores ao ano de 2000, textos disponibilizados parcialmente e artigos que não relevantes para o tema abordado.

DESENVOLVIMENTO

O ponto de partida para o estudo das células e tecidos normais do corpo humano se deu a partir da invenção do microscópio na primeira metade do século XIX. Até o início do século XX as descrições morfológicas dos elementos normais estavam completas e se iniciaram as investigações das alterações patológicas, especialmente do câncer (KOSS; GOMPEL, 2006).

A citopatologia é uma técnica bem conhecida e utilizada há aproximadamente 50 anos, sendo empregada com sucesso na prevenção e no diagnóstico de câncer do colo do útero, assim como de outras doenças (DIAS et al.,2008).

O exame microscópico de células descamadas obtidas por raspagem ou por meio de escovas sobre as mucosas permite a identificação de várias doenças. O teste de Papanicolaou é o método de escolha nas atividades de rotina dos ambulatórios de ginecologia. Por outro lado, o uso de esfregaços citológicos para o diagnóstico das lesões bucais não é muito frequente entre os cirurgiões dentistas (CAMPAGNOLI et al., 2011).

O uso da citologia esfoliativa em boca foi mais frequente no período de 1955 a 1975. Desde então, houve um declínio de sua aplicação clínica devido à natureza subjetiva de sua interpretação e porque poucas células anormais eram identificadas nos esfregaços (CAMPAGNOLI et al., 2011).

Em maio de 1996 o FDA (United States Food and Drug Administration), aprovou a tecnologia da Citologia em Meio Líquido, para citologia ginecológica e outras especialidades médicas. Esta técnica citológica chegou ao Brasil no ano de 2000 (CAMPAGNOLI et al., 2011).

A CML foi introduzida como uma alternativa à utilização do método convencional, com o propósito de melhora a especificidade e qualidade da amostra na lâmina. Como neste método é feita uma suspensão de células, cria- se a possibilidade de fazer outros testes que não apenas a leitura da lâmina no microscópio ótico, na coloração de Papanicolaou (BEERMAN et al., 2009).

A citologia esfoliativa não tem a mesma eficácia da biópsia em relação à identificação do tipo de lesão existente, porém ela é muito útil, quando não é possível a realização desse procedimento em locais de atenção básica de saúde e como método diagnóstico coadjuvante (LUCENA et al., 2011).

Segundo VIDAL et al. (2003), A citologia esfoliativa não visa substituir o exame anátomo-patológico, e sim, é um adjunto, mais um instrumento que permite esclarecer e orientar o diagnóstico e seu uso é plenamente justificável na odontologia. As lesões iniciais do carcinoma bucal em muito se confundem com outras lesões não malignas, e o diagnóstico nessa fase inicial seria o ideal, mas dificilmente ocorre, contudo, a citologia esfoliativa preenche esta lacuna.

A CC deve ser feita com uma raspagem com espátula ou escova sobre a superfície da lesão e o material obtido é espalhado sobre uma lâmina de vidro. Este material é fixado imediatamente em álcool a 95% ou em uma solução álcool/éter 1:1 (LUCENA et al., 2011).

Um dos problemas com o processamento do material coletado pela CC é a sobreposição celular no esfregaço, que pode ser causada pelo excesso de saliva sobre a lesão no momento da coleta (LUCENA et al., 2011).

Pode-se citar como as principais vantagens da técnica de CC ser um método: Indolor; Inócuo; Não invasivo; Baixo custo (LUCENA et al., 2011).

A CML, consiste em um método em que as células são imersas em um líquido conservante antes do processamento da amostra. Tal metodologia retém, através de uma película de filtro, eritrócitos e células inflamatórias, além de evitar artefatos como excesso de muco, ressecamento provocado pelo ar e sobreposição celular (HEISE; LIMA, 2016).

A coleta e o transporte dos espécimes são feitos através de uma escova de cerdas macias, disposta em forma cônica, que, em seguida, é mergulhada em um líquido preservador à base de metanol contido em tubo, hermeticamente fechado. Tal líquido tem como função preservar a estrutura celular, as proteínas e, principalmente, o material genético. O material residual nos filtros é colocado em contato com as lâminas por imprinting (LUCENA et al., 2011).

Dentre as vantagens, além de apresentar um menor número de resultados falso-negativo. Vários estudos mostraram que esse método apresenta um bom desempenho na detecção destes resultados. A preservação celular com melhora na qualidade da amostra facilita a leitura, reduz o tempo de duração dos exames em 30%, e assim aumenta a produtividade do laboratório. Há também, evidente redução do número de eritrócitos, exsudato inflamatório, muco e preparo de lâminas sem precisar que a paciente seja convocada novamente (STABILE et al., 2012).

As desvantagens da CML são os altos custos dos equipamentos e manutenção dos mesmos, o treinamento do pessoal e profissional envolvido para a interpretação de um aspecto morfológico celular diferente da coleta convencional (CC), podendo gerar um maior número de esfregaços com atípias, as células atróficas e de metaplasia imatura podem ser confundidos ou mal interpretados com células atípicas (STABILE et al., 2012).

Sandrin et al., (2008) observaram que ambos os métodos de coleta apresentaram agrupamentos de células ao se analisar o grau de dispersão celular. No entanto, a CML apresentou mais lâminas com agrupamentos – porém com adequado número de células isoladas – do que a CC, sendo esta menos satisfatória que a CML. Ainda se observou que a CML revelou células com distribuição mais regular e uniforme do que a CC. Sendo esta distribuição mais uniforme relacionada diretamente com a suspensão das células da amostra, que resulta em finas camadas de células na superfície das lâminas.

A CML é um método usado para o processamento de células preservadas numa solução líquida e que são transferidas para uma lâmina histológica. O material colhido pode ser avaliado por outras técnicas, tais como: Imunocitoquímica, Biologia Molecular e Citometria de Fluxo. A CML tem sido aplicada com bons resultados na citologia esfoliativa nos tratos pulmonar, urinário, gastrointestinal e na boca. Além disso, é uma técnica que permite a avaliação de efusões serosas (CAMPAGNOLI et al., 2011).

O estudo de Campagnoli et al. (2011), de 20 amostras de neoplasias malignas, revelaram uma sensibilidade de 67,5% das lâminas CML e uma especificidade de 89,3%. Em contrapartida, a CC exibiu uma sensibilidade de apenas 44,1%, havendo um ganho de sensibilidade de 53,0% quando se utilizou a citologia em base líquida no diagnóstico de carcinomas bucais.

Abulafia et al. (2003), comparavam a CC com a CML em termos de sensibilidade e especificidade. Foi-se observada uma grande variação de sensibilidade de 50 a 90% entre os estudos para ambos os métodos, com uma sensibilidade total maior 76% na CBL do que na CC que obteve 68%. A CBL também foi mais específica 86% que a CC 79%, com especificidade variando entre 80 a 90%.

Khalbuss et al. (2000), compararam as duas técnicas, e observaram taxas de falso positivo de 28,4% para a CC e de 26,3% para a CML. Também as taxas de falso negativo foram de 20% para a CC e de 17,6% parta a CML, não mostrando diferença significativa entre os dois métodos.

A CML remove bastante muco, proteínas e hemácias, além da distribuição das células uniformemente, realçar os detalhes do núcleo, reduzir as preparações escassas e eliminar artefatos. Outro fato importante associado à dispersão celular refere-se ao fato de que mesmo apresentando lâminas com agrupamentos de células, mas com adequado número de células isoladas, a citologia em base líquida revelou células com distribuição mais regular e uniforme do que a citologia esfoliativa convencional. Esta distribuição mais uniforme relaciona-se diretamente com a suspensão das células da amostra, que resulta em finas camadas de células na superfície das lâminas. (HEISE; LIMA, 2016).

Quando comparadas as técnicas de CC e CBL, a CBL tem sido referida como um método de desempenho superior em esfregaços, por proporcionar melhor representação celular, com sensibilidade aumentada para detecção de lesões. (DIAS et al., 2008).

Campagnoli et al. (2011), afirmam que independente de suas vantagens a CML é uma tecnologia cara, equipamentos, manutenção, treinamento, tempo de preparação técnica, além do transporte e disposição de meio liquido. Custos que são em média duas vezes maiores em relação à citologia convencional.

Devido ao custo, a CBL não possui condições para ser aplicada atualmente nas rotinas laboratoriais, principalmente em rotinas do Sistema Único de Saúde (SUS), o ideal é que se desenvolvam mais estudos práticos com o objetivo de propagar a CBL como uma técnica auxiliar a CC na prevenção. (NASCIMENTO; ANDRADE, 2013).

A citologia em meio líquido pode ser uma nova técnica a ser somada aos exames auxiliares de diagnóstico oral, pois parece proporcionar bons resultados. No entanto, existem poucos estudos referentes ao uso da citologia em base liquida na área odontológica, desde que esta foi desenvolvida para exame de colo uterino, ainda são necessárias adaptações para que se possa ser utilizada visando outros fins, já que a técnica resulta em uma amostra mais representativa e de fácil interpretação, tendo o potencial para se tornar padrão dentro da citologia bucal. (DIAS et al, 2008; HEISE; LIMA,2016).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Diante do exposto, a Citologia em Meio Líquido, pode ser considerada como uma tecnologia que permite o preparo citológico ser mais representativo, já que esta apresenta um menor número insatisfatório de lâminas e melhor qualidade que as geralmente observadas nos preparados convencionais.

Devido ao seu alto custo, a sua aplicabilidade na saúde pública, em países em desenvolvimento se torna inviável. Mais estudos serão necessários, com o intuito de propagar a CML como uma técnica auxiliar a CC na prevenção do câncer oral, para verificar a sua real contribuição no diagnóstico de lesões bucais, ainda se torna necessárias adaptações para que possa ser utilizada visando outros fins, pois qualquer medida que focalize uma melhoria na qualidade dos esfregaços terá um impacto positivo no diagnóstico citológico.

REFERÊNCIAS

ABULAFIA, O et al. Performance of ThinPrep liquidbased cervical cytology in comparison with conventionally prepared papanicolaou smears: a quantitative survey. Gynecol Oncol, v. 90, p. 137-144, 2003.

BEERMAN, H. Superior performance of liquid-based versus conventional cytology in a population-based cervical cancer screening program. Gynecol Oncol, Leiden, The Netherlands, v.112, p. 572-576, 2009.

CAMPAGNOLI, et al. Comparação Entre a Citologia em Base Líquida e a Convencional. Pesq Bras Odontoped Clin Integr. João Pessoa, v. 11, n. 1, p. 65-71, Jan./Mar. 2011.

DIAS, E. P. et al. Estudo comparativo de raspados orais submetidos à técnica de citologia em meio líquido e citopatologia convencional. J Bras Patol Med Lab v. 44,  n. 1, p. 25-29, Fev.  2008.

HEISE, A.; LIMA, A. P. W. Citopatologia convencional e citologia em meio líquido: uma revisão integrativa. Rev. Saúde e Desenvolvimento. Curitiba, v.10, n.5, p. 208-221, 2016.

INSTITUTO NACIONAL DO CÂNCER (INCA). Estimativa 2016: Incidência de Câncer no Brasil. Rio de Janeiro, 2016. Disponível em URL:

http://www.inca.gov.br/estimativa/2016/estimativa-2016-v11.pdf.Acesso em: 08 abr. 2017

KHALBUSS, W. E.; RUDOMINA, D.; KAUFF, N. D.; CHUANG, L.; MELAMED, M. R. SpinThin, a simple, inexpensive technique for preparation of Thin-Layer cervical from Liquid-based specimens. Cancer cytopathology. Nashville, v. 90, n. 3, p. 135-142, 2000.

KOSS, L.G., GOMPEL, C. Introdução à Citopatologia Ginecológica com Correlações Histológicas e Clínicas. São Paulo: Roca, 2006. 216 p.

LUCENA, E. E. S. et al. Método de Coleta e a Qualidade do Esfregaço de Mucosa Oral. Rev. Cir. Traumatol. Buco-maxilo-fac, Camaragibe, v. 11, n. 2, p. 55-62, Jun.  2011.

NASCIMENTO, M. A. G.; ANDRADE, F. A.. Estudo comparativo entre citologia convencional e citologia em base líquida – Revisão Bibliográfica. 2013. 10 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Citopatologia Ginecológica) – Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Goiânia, 2013.

SANDRIN, R.; CAMPAGNOLI, E. B.; FRANÇA, B. H. S.; LIMA, A. A. S. Comparação entre a citologia em base líquida e a citologia esfoliativa convencional no diagnóstico da candidose bucal. Rev. Odontol UNESP. Araraquara, v. 39, n.1, p. 33-39, 2010.

SILVA, S. R. et al. Estudo comparativo do conhecimento sobre câncer bucal entre acadêmicos de odontologia. Einstein, São Paulo, v. 14, n. 3, p. 338-345, Set.  2016.

SOUZA, L. R. B. et al. Conhecimento acerca do câncer bucal e atitudes frente à sua etiologia e prevenção em um grupo de horticultores de Teresina (PI). Revista Brasileira de Cancerologia, v. 58, n.1, p. 31-39, 2012.

STABILE, S. A.  et al . Estudo comparativo dos resultados obtidos pela citologia oncótica cérvico-vaginal convencional e pela citologia em meio líquido. Einstein (São Paulo),  São Paulo ,  v. 10, n. 4, p. 466-472,  Dez.  2012 .

VIDAL, A.K.L et al. Prevenção e diagnóstico precoce do câncer de boca: uma medida simples e eficaz.Odontologia. Clín.-Científ., Recife, v. 2, n. 2, p. 109-114, Maio/Ago, 2003.

[1] Artigo apresentado como Trabalho de Conclusão de Curso ao Curso de Farmácia das Faculdades Integradas de Ourinhos, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do Grau de Bacharel em Farmácia.

[2] Departamento de Farmácia – Faculdades Integradas de Ourinhos – FIO/FEMM

[3] Departamento de Farmácia – Faculdades Integradas de Ourinhos – FIO/FEMM

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