Análise das Medidas de Prevenção de Infecção Relacionadas à Assistência à Saúde Perioperatória, 2017 – Anvisa: O Que Mudou? [1]

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CONTEÚDO

VASCONCELOS, Paula Andréia do Couto Reis [2]

VASCONCELOS, Paula Andréia do Couto Reis. Análise das Medidas de Prevenção de Infecção Relacionadas à Assistência à Saúde Perioperatória, 2017 – Anvisa: O Que Mudou?. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 06, Vol. 06, pp. 68-79, Junho de 2018. ISSN:2448-0959

Resumo

O objetivo do presente estudo foi comparar medidas preventivas relacionadas à Assistência à Saúde Perioperatória do ano de publicação 2013 com o ano de 2017 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). O método utilizado consistiu em uma revisão bibliográfica das medidas no pré-operatório, intra-operatório e pós-operatório com o objetivo de reduzir Infecções Sítio Cirúrgicas. Os resultados evidenciaram duas temáticas: a importância de seguir as medidas preventivas e o papel (função) da enfermagem na prevenção de Infecções Sítio Cirúrgicas, por meio das medidas adotadas. O estudo leva a concluir que, para evitar infecções de Sítio Cirúrgico deve-se fazer antibioticoterapia de forma correta para cada procedimento a ser realizado e, no tempo certo, controlar a glicemia do paciente, mantê-lo em morno térmico, realizando a paramentação correta, além da degermação adequada das mãos. Recomenda-se ainda que a equipe cirúrgica e a equipe de enfermagem sejam bem treinadas objetivando-se a redução da Infecção Sítio Cirúrgica.

Palavras-chave: ANVISA, Infecção Sítio Cirúrgica, Saúde Perioperatória, Enfermagem

Introdução

Durante a internação hospitalar, o cliente/usuário, exposto a este ambiente, fica suscetível a desenvolver processos infecciosos (SOBEEC,2013).

No contexto da Internação Hospitalar, é de suma relevância a Infecção de Sítio Cirúrgico, conceituada de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, dos Estados Unidos (CDC) como uma complicação cirúrgica comprometendo a incisão, os tecidos, órgãos ou cavidades manipuladas, podendo ser diagnosticada em até 30 dias após a realização do procedimento ou em até um ano após, em caso de implante de prótese. Sua evidência pode estar relacionada com o quadro clínico do paciente, duração do tempo do procedimento e ao potencial de contaminação do procedimento a ser realizado (SOBEEC, 2013).

Estima-se que a cada ano o número de procedimentos cirúrgicos aumenta, crescendo também o número de infecções e doenças recorrentes do procedimento (ANVISA, 2017).

No ano de 2013, as medidas preventivas relacionadas à assistência à saúde foram lançadas com o objetivo de apresentar orientações para a segurança do paciente e melhorar a qualidade dos serviços em saúde (ANVISA,2013).

Com o aumento na incidência de infecções no presente ano de 2017, foram lançadas novas diretrizes e medidas de controle de infecção.  Neste trabalho será apresentado o resultado da comparação entre as diretrizes anteriores e as atuais, mostrando como o cuidado nos períodos perioperatórios podendo garantir melhores resultados para a saúde do paciente (ANVISA, 2017).

Para que seja evitado este tipo de evento adverso, são necessárias medidas de segurança do paciente e medidas preventivas de infecção sítio cirúrgico juntamente com o empenho da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), realizando fiscalização e orientação para a prevenção e controle de infecção, por meio de palestras, simpósios e publicações técnico-científicas (ANVISA,2017)

A infecção de sítio cirúrgico é uma das principais infecções relacionadas à saúde no Brasil (ANVISA, 2017).

A incidência desta infecção relacionada a procedimentos cirúrgicos no pós-operatório é de 3% a 20%, incluindo morbidade e mortalidade do paciente. Há fatores contribuintes causando sérios danos físico, social e/ou psicológico (ANVISA, 2017).

Assim, são múltiplos fatores de riscos que fazem desencadear a infecção sítio cirúrgica considerando o patógeno (carga microbiana), o paciente (idade, doença existente, estado nutricional e período de internação pré-operatório) e o procedimento cirúrgico (preparo pré-operatório, antissepsia das mãos, profilaxia antimicrobiana, problemas na oxigenação e outros (GAMA, 2017; SILVIA, 2017;  FERREIRA LIMA, 2014).

Embora sejam muitos os fatores de risco, é de muita importância que a equipe cirúrgica se comunique efetivamente, trocando informações críticas para a condução segura da operação, salvando vidas (OMS, 2010).

A equipe de enfermagem assume em primeiro lugar a responsabilidade em relação com a prevenção e controle desta infecção citada, englobando todos os períodos perioperatório, como: fase pré-operatória (exame físico, avaliação emocional, identificação de alergias), fase intra-operatória (oferecer apoio emocional, transferência para o centro cirúrgico, auxilio no posicionamento para a indução anestésica, avaliação do nível da dor do paciente, monitorização, encaminhamento do paciente para a unidade de internação hospitalar, entre outros), fase pós-operatória (avaliação do curativo, monitoramento do estado fisiológico do paciente, avaliação do paciente para a alta). (SOBEEC, 2005; DUTRA, 2017).

É de máxima importância que a equipe cirúrgica trabalhe em união com toda equipe de enfermagem, sendo ela o principal componente para que todo o procedimento seja de maneira eficaz com o objetivo de salvar vidas e melhorar resultados cirúrgicos para todos os pacientes (OMS, 2010).

1. Objetivos

Analisar e comparar medidas de prevenção de infecções relacionadas à assistência à saúde no ano de 2013 com o ano de 2017 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), visando apresentar este tema de maneira clara, precisa e clara, contribuindo para um melhor atendimento ao paciente pela equipe de enfermagem.

2. Procedimentos metodológicos

A metodologia adotada neste trabalho é uma revisão integrativa realizada a partir da análise das medidas de prevenção de infecção relacionada à assistência à saúde do ano de 2013, comparadas às medidas adotadas em 2017.

Este estudo pretende realizar uma revisão literária do tema, analisar, discutir e, por fim, comparar as medidas publicadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) nos anos citados, a fim de promover a redução de Infecções Sítio Cirúrgicas e incidências de infecções relacionadas à assistência à saúde.

Fez-se uma análise comparativa entre as Medidas Preventivas de Infecção de Sítio Cirúrgico da ANVISA, do ano de 2013 com a de 2017.

3. Resultado e discussão

Após analisar e comparar encontrou-se 12 (doze) diferenças, que são: antibioticoprofilaxia, controle glicêmico, controle da temperatura, lista de verificação de segurança cirúrgica, degermação das mãos, preparo pré-operatório, uso de adornos, fatores de riscos, paramentação cirúrgica, curativo e limpeza concorrente.

3.1 Medidas preventivas:

3.1.1 Controle glicêmico e de temperatura:

Nas diretrizes de 2013, as medidas preventivas de Infecção de Sítio Cirúrgico se apresentavam de maneira específica, já em 2017 fez-se as recomendações básicas gerais para o serviço de saúde, como: antibioticoterapia (indicação apropriada para cada tipo de procedimento cirúrgico, administrar doses efetivas em até 60 minutos antes de iniciar a cirurgia, administrar dose total antes de realizar torniquete e descontinuar em 24 horas, ajuste da dose em pacientes obesos, cirurgia prolongada repetir dose da droga, para cirurgia colorretal associar via oral e via intravenosa), tricotomia (somente se necessário e não utilizar lâminas), controle de glicemia no pré e pós-operatório com resultado <180 mg/dl), manter paciente no morno térmico a ≤35,5ºC, otimizar a oxigenação tecidual no pré- e pós-operatório, utilizar clorexidenia alcoólica ou iodo para preparar a pele, utilizar lista de verificação de Segurança Cirúrgica, utilizar protetores plásticos de ferida para cirurgia gastrointestinal e biliar, realizar busca ativa das Infecções de Sítio Cirúrgico e, se positivo, divulgar resultados, orientar os familiares e/ou responsáveis pelo paciente sobre medidas de prevenção de ISC.

3.1.2 Oxigenação tecidual:

Em recomendações especiais aos portadores de Staphylococcus aureus a nasais devem ser investigados no pré-operatório e ser recomendada mupirocina intranasal, banho de clorexidina por cinco dias (duas vezes ao dia), atualização constante no CC, CME e práticas pós-anestésicas e higiene das mãos, cuidados rigorosos com feridas cirúrgicas e drenos (ANVISA, 2017)

3.1.3 Preparo pré-operatório:

Em relação ao banho para cirurgia eletiva, pequeno e médio porte, era recomendado em 2013 usar clorexidina 2%, o que foi alterado em 2017 utilizar sabonete neutro em todo corpo antes de encaminhar para a CC. Para pacientes com possível previsão de entubação orotraqueal realizar higiene oral com clorexidina 0,12%.

3.1.4 Degermaçao das mãos:

Ao realizar a antissepsia das mãos utilizava-se em 2013 somente detergente com clorexidina, já em 2017 sendo técnica também utilizada com Clorexidina 2% e também produto a base de álcool (PBA), devendo-se seguir a orientação do fabricante sobre a duração do tempo da técnica, em média 60 segundos.

3.1.5 O uso de adornos:

Em 2013 não apresentava recomendações sobre o uso de adornos. As novas recomendações de 2017 determinam que os adornos devem ser todos retirados antes de iniciar a degermação cirúrgica das mãos, manter as unhas curtas, retirando sujeiras com espátulas, escovas degermante deve ser de uso único e estéreis.

3.1.6 Fatores de Riscos:

No ano de 2013 os fatores de riscos eram: obesidade, idade, diabetes mellitus, desnutrição, tabagismo e pacientes em uso de esteróides. Já em 2017 os principais fatores de risco relacionados à Infecção Sítio Cirúrgica são: obesidade, diabetes mellitus, tabagismo e pacientes em uso de esteróides. É recomendado nos pacientes com fatores de risco que a dosagem do antibiótico profilático seja ajustada, paciente diabético deve ter a glicemia controlada, conforme explicado, e, no caso do tabagismo, é ideal que o paciente cumpra um período de 30 dias de abstinência antes do procedimento cirúrgico. O uso de esteróides e imunossupressores seja evitado no período perioperatório.

3.1.7 Antibioticoprofilaxia:

Em 2013 a profilaxia antimicrobiana era escolhida pelo o de menor custo e o menos tóxico, com a dose correta no período de 30 a 60 minutos antes da incisão cirúrgica e em caso de pacientes alérgicos a beta – lactâmicos (ex: penicilina), usava-se Clindamicina 600mg e Vancomicina 1g IV de 12/12 horas. Em 2017, para realizar a profilaxia antimicrobiana, deve-se buscar a dose específica para cada procedimento cirúrgico, sendo administrada de 0 a 60 minutos antes da incisão cirúrgica, vancomicina e ciprofloxacina iniciar com 1 a 2 horas de antecedência da incisão. Em pacientes alérgicos aos beta-lactâmicos pode-se utilizar Clindamicina 600 mg/iv de 6/6 horas ou Vancomicina 15 mg/kg/iv de 12/12 horas para gram-positivo, sendo que antes, a recomendação era de vancomicina 1g/iv de 12/12 horas.

No intraoperatórios a equipe do centro cirúrgico deve ser treinada para que durante a circulação de pessoal se garanta a segurança do paciente, cuidando-se para não ligar o celular, não se portar alimentos dentro da sala operatória, respeitando-se ainda as regras de cada instituição, em 2013 não havia este tipo de recomendações.

3.1.8 Paramentação Cirúrgica:

Nas recomendações do ano de 2013, não foi citada a importância da paramentação cirúrgica, sendo que, em 2017, ela foi apontada como a principal barreira de proteção da equipe cirúrgica em contato com o paciente. Deve ser realizado por completo o uso de Equipamentos de Proteção Individual ( EPI’s ) como: avental, luvas estéreis, toucas, óculos e máscara cirúrgica. Antes da paramentação, conforme já citado, é necessário que se retirem todos os adornos.

3.1.9 Curativo:

O curativo é um procedimento que realiza a limpeza de uma ferida, sendo ela operatória ou não, com o objetivo de aliviar a dor, oferecer conforto e facilitar a cicatrização, prevenindo a infecção. São vários tipos de cobertura para o curativo, no ano de 2013, como: papaína, ácidos graxos essenciais, gaze não aderente, alginato de cálcio com prata, carvão ativado e com prata, hidrocoloide, hidropolímeros com prata e sem prata, hidrofibra com prata, hidrogel, filme transparente, sulfatodiazina, de prata a 1%, colagenase e espumas de poliuretano que foram lançadas neste ano de 2017, com o objetivo de acelerar a cicatrização, podendo ser usadas em lesões superficiais e profundas com exsudato e fase de granulação.

O curativo para ferida por primeira intenção deve se manter estéril de 24 a 48 horas, somente sendo substituído no caso de molhar, sujar ou se houver indicação médica, podendo a troca ser feita pela enfermeira ou pelo médico. No ano de 2013 era recomendado utilizar Soro Fisiológico ou álcool 70%, portanto em 2017 o material a ser usado deve ser somente solução fisiológica 0,9%. A incisão deve ser avaliada, caso houver um sinal flogístico, pode-se deixar ficar exposto e deve ser lavado com água, sabão e secar com toalhas limpas.

3.1.10 Limpeza concorrente:

Em 2013 e 2017 a sala operatória deve manter ambiente limpo, realizando limpeza terminal do piso na última cirurgia dia, realizar a limpeza e desinfecção concorrente entre os procedimentos, nas superfícies mais tocadas e limpar os equipamentos.

3.1.11 Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica:

No ano de 2013 a equipe de enfermagem não era responsável por verificar sítio cirúrgico no paciente. Com a estimativa de aumento das infecções de sítio cirúrgico e com o aumento de dano ao paciente, foi elaborado a Lista de verificação de Segurança cirúrgica. Esta lista é checada pela equipe de enfermagem desde o pré-operatório, intra-operatório e pós-operatório, com o objetivo de diminuir erros no ato cirúrgico.

Gostaria que neste manual de Medidas Preventivas do ano de 2017 estivesse prevalecida também a Sistematização de Enfermagem (SAE), não houve nenhum tipo de recomendação a este assunto.

De acordo com a Norma Regulamentadora 32 de 2005 tem por finalidade estabelecer as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção á segurança e á saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde, porém foi pouco citado sendo ela uma norma rigorosa a ser seguida por profissionais e são pouco cobrada. A lista de verificação da segurança cirúrgica não teve orientações a respeito da obrigatoriedade de todas as instituições, com o objetivo de evitar erros nos procedimentos cirúrgicos.

Considerações finais

O objetivo deste trabalho foi de comparar as medidas preventivas de infecções do Sítio Cirúrgico anterior (2013) com as atuais (2017), apresentando com clareza e facilidade para a equipe cirúrgica e de enfermagem ficarem a par das atualidades.

A equipe de enfermagem tem o papel importante para a prevenção de ISC, falhas acontecem, mas podem ser evitadas colocando em prática as Medidas de Prevenção de Infecção Cirúrgica em cada fase operatória. Dessa forma, devem ser realizados treinamentos, discussões e educação continuada para os profissionais perioperatórios, com o objetivo de implementar boas práticas, aumentando a segurança do paciente e do trabalho e, consequentemente, diminuindo as taxas de ISC.

Referências

ANVISA.Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde/Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Brasília: ANVISA, 2013.

ANVISA.Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde/Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Brasília: Anvisa, 2017.

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BRUNNER, Lílian S. & SUDDARTH, Dóris. Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica. 10ª ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan,2005.

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DUTRA, Gelson Garcia. Controle da infecção hospitalar: função do enfermeiro. Disponível em: https://portalseer.ufba.br/index.php/enfermagem/article/viewFile/9085/8992  Acesso em 11 de setembro de 2017.

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SOBECC, Nacional. Práticas Recomendadas. Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico Recuperação Anestésica e Centro de Material de Esterilização. 5ª Ed. São Paulo, 2009.

[1] Monografia apresentada ao Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Enfermagem, do Centro de Estudos de Enfermagem e Nutrição, em Chancela com a Pontifícia Universidade Católica de Goiás, para obtenção do título de Especialista em Bloco Cirúrgico e CME sob orientação do (a) Professor (a) Marislei Espindula Brasileiro.

[2] Pós-Graduação Lato Sensu em Enfermagem – Centro de Estudos de Enfermagem e Nutrição, em Chancela com a Pontifícia Universidade Católica de Goiás

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