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Movimento antivacina: Uma ameaça real

RC: 77611
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DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/saude/ameaca-real

CONTEÚDO

ARTIGO DE REVISÃO

ANDRADE, Fernanda Fernandes [1], LEANDRO, Caroline de Lima [2], VARGAS, Isabella Candida [3], CRUZ, Maria Eduarda Giacomin da [4], OLIVEIRA, Paula Kathlyn de [5], GOMES, Maraiza Silva [6]

ANDRADE, Fernanda Fernandes. Et al. Movimento antivacina: Uma ameaça real. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 06, Ed. 03, Vol. 02, pp. 72-79. Março de 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/ameaca-real, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/saude/ameaca-real

RESUMO

A vacinação no Brasil teve o seu marco histórico com a Revolta da Vacina em 1904. O cenário de rejeição à imunização foi o resultado de uma instauração compulsória e agressiva das vacinas. Em 2016 ocorreu um declínio considerável da cobertura vacinal com o advento das “Fake News”. Acredita-se que este fato esteja relacionado ao reaparecimento de epidemias, como a do sarampo, que já haviam sido erradicadas graças à vacinação. Este artigo tem a finalidade de apresentar a influência dos movimentos contra a vacinação no retorno do sarampo por meio de uma análise literária. Para isto foram realizadas buscas pelos termos “sarampo” “vacinas” “fake news” nas bases de dados SCIELO e PUBMED. Foram selecionados os artigos que tratavam da temática e que haviam sido publicados nos últimos sete anos.  Por conseguinte, os artigos relataram que o sarampo é uma patologia viral e febril grave, entretanto a mesma pode ser evitada através da vacinação. No Brasil a vacinação contra sarampo e outras doenças é compulsória por lei desde 1975. Contudo, com o aumento da adesão dos grupos antivacinacionistas, que usam motivos filosóficos, religiosos e medo das possíveis reações adversas, os pais deixaram de vacinar os seus filhos resultando assim, na reincidência da doença. Esses grupos contra a vacinação utilizam as redes sociais para veicular informações sem embasamento científico que se propagam com facilidade, prejudicando a adesão à vacinação. Conclui-se que a revolta devido a obrigatoriedade da imunização somado a inexistência de fiscalização sobre os conteúdos propagados na internet contribuem para que Fakes News sejam compartilhadas e prejudiquem a ampliação da cobertura vacinal.

Palavras-chave: Movimento contra vacinação, reincidência, sarampo.

INTRODUÇÃO

A vacina chegou ao Brasil em 1804, e foi consagrada na história com a Revolta da Vacina em 1904 na cidade do Rio de Janeiro, capital do país. Naquela época, a imunização foi imposta de forma compulsória e agressiva, liderada pelo sanitarista Oswaldo Cruz com o propósito de imunizar a comunidade contra a varíola. Esse primeiro contato permitiu que a população, majoritariamente carente e sem instrução de como os imunizantes funcionavam, rechaçasse e temesse a medida instaurada pelo governo de forma autoritária. (SHIMIZU, 2018).

A massa popular, lutava pelo direito à liberdade de escolha do cidadão, criticava a obrigatoriedade da vacinação, e não acreditava na sua segurança, chamando o imunizante de “veneno”. (SHIMIZU, 2018). Mais de cem anos após a Revolta de 1904, e ainda é possível ver os ideais daquela época, um grupo de antivacinacionistas, sucessores dos que se opunham a instauração compulsória e temiam a vacinação, é agora formado pelas classes sociais mais altas, que encontram nas “Fakes News”, o embasamento necessário contra a imunização. (LEVI, 2013).

Desde a década de 1990, o percentual das coberturas vacinais em crianças era alto, acima de 95%, o que evidenciava a boa aceitação da população à vacinação. Contudo, a partir de 2016, houve um declínio considerável nessa porcentagem, sendo acompanhado pelo aumento de óbitos infantil e materno. As epidemias de sarampo, em alguns estados da região norte do Brasil, como em Roraima, por exemplo, são consequências imediatas da diminuição das coberturas vacinais (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2018).

OBJETIVO

O presente trabalho busca elucidar através de uma análise literária recente, como os movimentos antivacinas contribuíram para o retorno do Sarampo;

METODOLOGIA

Foi realizada uma revisão narrativa da literatura acerca dos fatores que contribuíram para a reincidência do Sarampo.

As fontes utilizadas para pesquisa foram as bases de dados nacionais e internacionais (SCIELO e PUBMED) e os termos utilizados foram “Sarampo” “vacinas” “fake news”. Os artigos selecionados que tratavam sobre a temática foram publicados nos últimos sete anos (2013-2019).

RESULTADOS

Durante a Segunda Revolução Industrial, ocorreu a Revolta da Vacina e nesse período, o Brasil clamava por mudanças sociais. A cidade do Rio de Janeiro, espelho do país, passou por uma politica de remodelação urbana, o objetivo era atrair turistas e investidores para superar seus vestígios coloniais e surtos de doenças. Na intenção de acelerar o processo, rumo ao progresso, foram homologadas leis de exceção que permitiam poder total ao governante e silenciava pela força física o direito de defesa da população. O sanitarista Oswaldo Cruz, amparado por uma lei que lhe permitia, invadir, fiscalizar, vistoriar e demolir casas e construções, deu inicio a sua campanha pela erradicação da febre amarela, chamada também de “ditadura sanitária”. (SHIMIZU, 2018).

O trauma da ditadura sanitarista fez a população se opor com resistência à campanha contra a varíola. Em decorrência da falta de sensibilidade politica não houve uma tentativa de conscientização e humanização da população, apenas se exigia sua submissão absoluta, o que repercutiu desfavoravelmente para a vacinação. (SHIMIZU, 2018).

Alguns estudos publicados em 1990 faziam menção a uma provável relação entre a vacina Sarampo, Caxumba e Rubéola (SCR) com a doença de Crohn e a associação desta vacina com o autismo (SATO, 2015). Um trabalho de pesquisa fraudulento propunha uma correlação entre a SRC e o autismo na infância. Este estudo, publicado na Lancet em 2008, levou a uma publicidade sobre os “perigos” da vacina contra o sarampo e imunizações em geral. Embora o artigo tenha sido retirado de circulação, sua mensagem foi defendida por artistas influentes e por grupos antivacinacionistas, o que contribuiu para a campanha se propagar e convocar mais céticos (Faculdade de Medicina da Filadélfia, 2015). Contudo, não há evidências científicas de que a tríplice SRC causa autismo. (ATKINSON; WOLFE E HAMBORSKY, 2012). Se tratando apenas de um boato que perdura na internet em pleno século XXI.

O sarampo, é um vírus de RNA pertencente ao gênero Morbillivirus, família Paramyxoviridae.  Este parasita intracelular obrigatório é responsável por causar uma doença febril grave que pode levar a pneumonia, cegueira, surdez, distúrbios neurológicos e até morte. Os pacientes com sarampo precisam de cuidados de suporte e administração de vitamina A oral. A taxa de mortalidade é de cerca de 5% em muitas áreas do mundo (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2019). O vírus Paramyxoviridae é o causador do sarampo e possui múltiplos métodos de propagação viral, incluindo o contato direto com secreções e vômitos contaminados e ainda pela inalação do vírus por gotículas no ar. As partículas virais em aerossol permanecem suspensas por períodos prolongados e uma pessoa não imune pode ser infectada ao entrar no ambiente contaminado pelo agente etiológico, passando a produzir partículas infecciosas antes mesmo dos sintomas aparecerem. Ele é contagioso e pode ser transmitido a partir de 4 dias antes ou 4 dias após o aparecimento da erupção cutânea (LINDBERG et al., 2015).

O cenário de reincidência de doenças como o Sarampo e outras enfermidades imunopreveníveis se apresenta no contexto dos recentes dados divulgados pela World Health Organization, os quais demonstram que em 2016, uma em cada dez crianças no mundo (cerca de 12,6 milhões), não receberam vacina, e menos de 86% receberam a primeira dose contra o sarampo. O percentual se apresentou ainda menor na segunda dosagem do imunizante, que atingiu menos de 65%, a meta vacinal estabelecida era de 95%. Os dados demonstraram ainda que o sarampo era considerado endêmico em países europeus. (WHO, 2017).

A adesão a esses grupos antivacinacionistas preocupou o Ministério da Saúde, devido a notável queda no índice de cobertura de alguns imunizantes ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2016, a meta estipulada para a segunda dose da vacina tríplice viral era de 95%, apenas 76,7% da população foi imunizada. Naquele ano, o país enfrentou um surto de caxumba, e registrou a menor cobertura vacinal contra a poliomielite em 12 anos, doença erradicada do Brasil desde 1994, com uma imunização de 84%. (COELHO, 2018).

De acordo com o Programa Nacional de Imunizações (PNI), o ano de 2017 apresentou o menor índice de cobertura vacinal em crianças, em 16 anos, e mais de 310 municípios tiveram baixa na cobertura contra a poliomielite, fator determinante para provocar a reintrodução da doença no país, e os estados do Norte, como Roraima e Amazonas sofreram com surtos de sarampo. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2018).

O receio em optar ou não pela imunização, é pautado atualmente em razões filosóficas, por orientação médica, medo de reações adversas, e motivos religiosos. (LEVI, 2013). Esse estigma social é influenciado por diversos fatores inter-relacionados, que envolvem: a confiança, onde se leva em conta a eficácia, a segurança e as recomendações dos gestores sobre a vacina. A complacência, com o pensamento de que o risco de contração da doença seja baixo sendo assim, a vacina não seria necessária. Por último, a conveniência que envolve a disponibilidade física, acessibilidade, compreensão e o acesso à informação em saúde (SATO, 2018).

Conforme um estudo realizado com 67 países, incluindo o Brasil, foi detectado um sentimento quase unânime, positivo, em relação à imunização, contudo há grande variabilidade. Na Europa, a segurança foi destacada como um aspecto que traz sentimentos duvidosos. Além disso, foi evidenciado uma redução de sentimentos positivos sobre a vacinação em países com altos níveis de escolaridade e que possuíam bom acesso aos serviços de saúde. Dentre os brasileiros, 0,7% discordaram em relação a importância da vacina, 6,1% discordaram quanto a segurança e 4,5% discordaram a respeito da efetividade da vacina (LARSON et al., 2016).

A queda da cobertura vacinal não é uma preocupação recente de pesquisadores dos países europeus e norte-americanos. Como resultado, tem se observado em todo mundo epidemias recorrentes de doenças imunopreviníveis, como o sarampo e a coqueluche. Adicionalmente, também existe a ameaça de retrocesso da erradicação da poliomielite em regiões nas quais já foi extinta (JARRETT et al., 2015). Em corroboração, em 2018 na Europa, entre os meses de janeiro a agosto, ocorreram mais de 41.000 casos de sarampo. Uma quantidade considerável de casos de sarampo ocorreu também nos Estados Unidos, em indivíduos que intencionalmente decidiram não serem vacinados. Da mesma forma, a falta de imunização também desempenhou um papel importante no ressurgimento da coqueluche, apesar da atribuição à perda de imunidade (JARRETT et al., 2015).

O sarampo, considerado erradicado nos Estados Unidos, ainda causa surtos periódicos. A recusa em receber a vacina leva a bolsões vulneráveis ​​de indivíduos que podem ser infectados quando o vírus é importado de países onde é endêmico (LINDBERG et al, 2015). O Brasil era um país livre do sarampo, mas acabou perdendo o seu certificado. A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) recebeu informações sobre o registro de casos de sarampo, em 23 de fevereiro do ano de 2019, pelo Ministério da Saúde. Dessa forma, o país iniciará um plano com duração de um ano para retomar o status de erradicação (SOCIEDADE BRASILEIRA DE INFECTOLOGIA, 2019).

A vacinação compulsória, no Brasil, é instituída por lei desde 1975, ano em que foi criado o PNI brasileiro que oferece a vacinação de mais de 15 imunógenos, de forma gratuita a toda população e está cada vez mais complexo, em decorrência do aumento do número de vacinas fornecidas e da diversificação de esquemas vacinais (SATO, 2018). A vacinação compulsória também está prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Nos Estados Unidos, as leis de imunização obrigatórias existem em todos os estados e foram confirmadas por tribunais, mas as leis e isenções variam entre os estados deixando lacunas. O discurso dos antivacinacionistas, prega que a vacinação obrigatória fere seus direitos civis, e que a indústria farmacêutica e o governo encontraram na imunização uma forma de controle populacional e ganho capitalista (LINDBERG et al., 2015).

No Brasil, estes grupos anti-vacinas se desenvolveram e conquistaram seguidores fiéis, sobretudo na internet, utilizando redes sociais como o Facebook para a troca de informações sobre o assunto. O conteúdo veiculado nessas páginas virtuais é extraído em sua grande maioria de sites estrangeiros de pauta antivacinacionista, considerando que o movimento é mais consolidado nos Estados Unidos e em países europeus. As notícias não possuem um cunho científico e clínico, são apenas copiadas de blogs que pregam tratamentos de saúde sem a intervenção de químicos, homeopatia e relatos de pais sobre os efeitos colaterais das vacinas (SHIMIZU, 2018).

CONCLUSÃO

A despeito do exposto ao longo deste trabalho, a obrigatoriedade da imunização ao longo do tempo sempre foi motivo para revoltas e discussões. O movimento antivacina que começou em 1904, manteve sua chama acessa até os dias atuais e é uma ameaça real à população, pois dissemina informações sem embasamento científico através do ativismo virtual. Com a leitura dos artigos evidenciou-se ainda que, embora os meios de comunicação sejam distintos, há o retorno de um discurso de liberdade, direito e de resistência à obrigatoriedade da vacina. Esse discurso antivacionacionista, foi responsável pela queda da cobertura vacinal no Brasil, e possibilitou que doenças como o Sarampo que já havia sido erradicado desde 2016, assombrasse novamente a saúde pública. De forma negativa, a escassez de campanhas sobre o processo de imunização, a falta de discernimento da população na compreensão do processo saúde-doença e a inexistência de fiscalização sobre os conteúdos propagados na internet, é o grande gargalo aberto para a repercussão das Fakes News e efeitos deletérios sociais.

REFERÊNCIAS

ATKINSON, WOLFE E HAMBORSKY. Epidemiologia e prevenção de doenças imunopreveníveis. 12ª ed. Washington, DC: Fundação de Saúde Pública.

COELHO, Tatiana. Com menor índice em 16 anos, vacinas que deveriam ser aplicadas em crianças ficaram fora da meta em 2017. 2018. Disponível em: < https://g1.globo.com/bemestar/noticia/com-menor-indice-em-16-anos-vacinas-que-deveriam-ser-aplicadas-em-criancas-ficaram-fora-da-meta-em-2017.ghtml>. Acesso em: 15 nov. 2019.

FACULDADE DE MEDICINA FILADÉLFIA. Vacinas, um projeto do colégio de médicos da Filadélfia. 2015. Disponível em: www.historyofvaccines.org/. Acesso em: 15 nov. 2019.

JARRETT, C. et al. Working Group on Vaccine Hesitancy. Strategies for addressing vaccine hesitancy: a systematic review. Vaccine. v. 33, n.34, p. 4180-90, 2015. https://doi.org/10.1016/j.vaccine.2015.04.040.

LARSON,  H.J., et al. The state of vaccine confidence 2016: global insights through a 67-country survey. EBioMedicine. v.12, p. 295-301, 2016. https://doi.org/10.1016/j.ebiom.2016.08.042

LEVI. G. Recusa de vacinas: causas e consequências. São Paulo: Segmento Farma, 2013. Disponível em: < http://revistas.iel.unicamp.br/index.php/edicc/article/view/5963/7310>. Acesso em: 15 nov. 2019.

LINDBERG, C. et al. MEASLES: Still a Signifi cant Health Threat: Still a Signifi cant Health Threat. Wolters Kluwer Health, Estados Unidos, v. 40, n. 5, p. 1-8, set./2015. Disponível em: <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26110575>. Acesso em: 15 nov. 2019.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Guia de vigilância em saúde. 3ª ed. Brasília – DF – 2019. Disponível em: <https://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2019/agosto/21/Guia-de-Vigilancia-em-Saude-Sarampo.pdf>. Acesso em: 15 nov.2019.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Surto de sarampo no Amazonas reforça importância de vacinação. 02 julho, 2018. Disponível em: < http://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/43761-surto-de%20sarampo-noamazonas-reforca-importancia-de-vacinacao-3>. Acesso em: 15 nov. 2019.

SATO, A. P. S. Qual a importância da hesitação vacinal na queda das coberturas vacinais no Brasil?: subtítulo do artigo. Revista de Saúde Pública: subtítulo da revista, São Paulo, v. 52, n. 96, p. 1-9, out./2018. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rsp/v52/pt_0034-8910-rsp-52-87872018052001199.pdf. Acesso em: 15 nov. 2019.

SHIMIZU, N. R. Movimento Antivacina: A Memória Funcionando No/Pelo (Per)Curso Dos Sentidos E Dos Sujeitos Na Sociedade Eurbana: A Memória Funcionando No/Pelo (Per)Curso Sentidos E Dos Sujeitos Na Sociedade Eurbana. Revista do Edicc, Campinas, v. 5, n. 1, p. 1-11, out./2018. Disponível em: <http://revistas.iel.unicamp.br/index.php/edicc/article/view/5963>. Acesso em: 15 nov. 2019.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE INFECTOLOGIA. Fevereiro, 2019. Disponível em: <https://www.infectologia.org.br/admin/zcloud/principal/2019/03/Boletim_SBI_Fev_2019.pdf>. Acesso em: 15 nov. 2019.

WORLD HEALTH ORGANIZATION, Regional Office for Europe. Vaccine-preventable Diseases and Immunization Programme. WHO EpiData. 2018. Disponível em:http://www.euro.who.int/__data/assets/pdf_file/0008/378602/epidatajul2017-jun2018-eng.pdf?ua=1. Acesso em: 17 nov. 2019.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. Immunization Coverage. 2018. Disponível em:<http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs378/en/> Acesso em: 15 nov. 2019.

[1] Graduando-se em medicina na Universidade de Rio Verde – Campus Goianésia.

[2] Graduando-se em medicina no Centro Universitário de Mineiros – Campus Mineiros.

[3] Graduando-se em medicina no Centro Universitário de Mineiros – Campus Mineiros.

[4] Graduando-se em medicina no Centro Universitário de Mineiros – Campus Mineiros.

[5] Graduando-se em medicina no Centro Universitário de Mineiros – Campus Mineiros.

[6] Orientadora. Doutorado em Patologia Experimental.

Enviado: Agosto, 2020.

Aprovado: Março, 2021.

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Fernanda Fernandes Andrade

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