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Estudo de patologias em uma residência térrea

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CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

ANDRADE, Paloma Raquel Silva de [1], SILVA, Leila Brito da [2], SOTERO, Camila da Silva [3]

ANDRADE, Paloma Raquel Silva de. SILVA, Leila Brito da. SOTERO, Camila da Silva. Estudo de patologias em uma residência térrea. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 05, Ed. 10, Vol. 17, pp. 158-172. Outubro de 2020. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/engenharia-civil/residencia-terrea

RESUMO

A pesquisa a seguir teve como objetivo abordar alguns aspectos das principais manifestações patológicas encontradas no estudo de caso de uma residência localizada na região nordeste do Brasil, município de Vitoria da Conquista – BA.  A pesquisa identificou os principais desgastes originados pelo rebaixamento do solo, os fenômenos meteorológicos, as falhas decorrentes da falta de manutenção e conservação na residência. Tais fatores causaram danos na estética, no desempenho e na estrutura, limitando o tempo da vida útil da edificação. Após análises avaliativas visuais, mensuração e registros fotográficos das anomalias que representem a irregularidade relativa à construção e suas instalações, foram identificadas por meio de um laudo técnico as principais causas, além de sugeridas, posteriormente, as possíveis intervenções para solucionar esses problemas. Com a identificação dos procedimentos abordados para a correção dos problemas, entendeu-se que a pesquisa produziu um meio de consulta para auxiliar na manutenção de residências com problemas iguais ou similares.

Palavras-chave: Patologia, fissuras, infiltração.

1. INTRODUÇÃO

A construção civil é uma ciência comum desde a antiguidade e vem se modificando com o passar do tempo, sobretudo no que diz respeito às novas técnicas construtivas e materiais utilizados. Porém, mesmo com os avanços na construção, é notável o grande número de residências com patologias construtivas, podendo aparecer logo após a construção ou durante a vida útil da residência.

O termo patologia deriva do grego (pathos – doença, e logia – ciência, estudo), sendo um termo na área da medicina, que tem como significado “o estudo da doença”. O dicionário Michaelis, por sua vez, estabelece como “ciência que estuda a origem, os sintomas e a natureza das doenças”. Na construção civil essa palavra refere-se aos estudos de danos ocasionados nas edificações. (NAZARIO e ZANCAN, 2011)

Essas patologias podem ter sua origem desde a falta de projeto arquitetônico e estrutural, até mesmo pela má execução ou por fenômenos meteorológicos, resultando em danos leves, como estéticos ou até danos irrecuperáveis na estrutura. Estes podem se manifestar de diversas maneiras, tais como: fissuras, recalques, infiltrações, entre outros. (HEERDT; PIO e BLEICHVEL, 2016)

Para identificar essas anomalias nas construções, é essencial um laudo técnico de inspeção. Esse laudo terá como finalidade o diagnóstico das patologias encontradas no local para analisar o grau de risco que é oferecido aos usuários da residência ou ao meio ambiente, ao que interfere e prejudicam a saúde e habitabilidade, ao desempenho dos sistemas construtivos, especialmente a estrutura e elementos de vedação.

Dessa forma, o estudo da patologia na engenharia civil é de suma importância, uma vez que é a garantia de não haver problemas futuros, adquirindo a melhoria da habitabilidade e na durabilidade do empreendimento construído. Portanto, esse artigo tem como objetivo abordar as patologias de uma residência demostrando as possíveis intervenções, afim de solucionar os eventuais problemas patológicos.

2. PATOLOGIA

Existem diversos métodos utilizados para construir edificações desde o início da civilização, os quais ainda são comuns em nosso meio. Apesar dos avanços que vem acontecendo ao longo do tempo, ainda é possível diagnosticar alguns problemas nas construções, resultantes da falta de projeto, mão de obra qualificada, baixos investimentos financeiros e péssima qualidade dos materiais, entre outros. Através desses inúmeros problemas surgem as famosas patologias das edificações. (HEERDT; PIO e BLEICHVEL, 2016)

A palavra patologia surgiu na área médica para expressar algo considerando anormal no corpo humano. Na construção civil, esse termo é usado para intitular alguma falha ou defeito na edificação, que possui um desempenho insatisfatório. Para identificar a patologia é necessário analisar as origens e causas através dos seus sintomas.  (TORRES e SILVA, 2015)

O estudo da patologia fornece para as obras de engenharia conhecimentos gerais sobre a resistência, durabilidade, qualidade e estética do empreendimento. Para o engenheiro que está à frente de uma obra é fundamental o conhecimento da edificação que está sendo construída, pois a patologia pode se manifestar durante a elaboração de projeto, na etapa da construção ou até mesmo em toda a vida útil da edificação. (HEERDT; PIO e BLEICHVEL, 2016)

As patologias são as principais causas que comprometem a vida útil de uma construção, assim não atendendo adequadamente as funções para qual foram atribuídas. Sendo assim, é necessário o reparo nas patologias encontradas, com o objetivo de reaver as funções da edificação. Esses reparos são feitos logo após uma análise da edificação, identificando as patologias do local.  (HEERDT; PIO e BLEICHVEL, 2016)

2.1 FISSURAS, TRINCAS, RACHADURAS, FENDAS E BRECHAS

As anomalias (fissuras, trincas, rachaduras, fendas e brecha) estão entre as patologias mais encontradas nas edificações, influenciando na estética, na durabilidade e nas qualidades estruturais da obra. Essa patologia é causada pelo alivio das tensões nos materiais, quando a capacidade resistente for menor que solicitação. Dependendo do material utilizado (da sua fragilidade) e das restrições impostas ao movimento, entende-se que maior é a intensidade da fissuração. (CORSINI, 2010)

As anomalias patológicas são classificadas de acordo com sua espessura de abertura, identificada no Quadro 1:

Quadro 1: Anomalias classificadas pela espessura de aberturas

Fonte: OLIVEIRA. et al. 2017

2.2 CLASSIFICAÇÃO DE FISSURAS

2.2.1 FISSURAS GEOMÉTRICAS

Essas fissuras atingem as juntas de assentamento dos elementos de alvenaria, podendo ser blocos ou tijolos. As fissuras verticais tendem a ser devido à movimentação das ações da umidade e da temperatura, podendo ser entre a alvenaria e a estrutura ou entre as juntas de dilatações, com isso pode romper ou não os elementos de alvenaria.  (SAHADE, 2005)

As fissuras também podem ocorrer na horizontal, localizadas no topo da edificação, consequente da movimentação térmica dividindo a platibanda da laje de cobertura, ou pelo destacamento da argamassa no topo da platibanda provocada pela infiltração da umidade. (SAHADE, 2005)

2.2.2 FISSURAS ATIVAS

São fissuras onde ocorrem variações ao longo do tempo de abertura e fechamento. Caso esteja oscilando entre um valor médio é conhecida como oscilante, e quando relacionadas com a mudança de temperatura e umidade são chamadas de sazonais. (SAHADE, 2005)

Logo, as fissuras ativas não indicam problemas nas estruturas, porém caso a abertura apresente um crescimento ao longo dos anos, são conhecidas como progressivas, podendo significar danos estruturais, sendo necessário uma identificação atrás de investigações na estrutura. (SAHADE, 2005)

2.2.3 FISSURAS PASSIVAS OU INATIVAS

São fissuras consideradas estabilizadas, onde não provocam risco à estrutura da edificação causadas por solicitações externas que não manifestam variações ao longo do tempo, resultantes de sobrecargas ou fundações estabilizadas. (SAHADE, 2005)

2.2.4 FISSURAS MAPEADAS

Apresentam-se como forma de mapa e normalmente são superficiais. São causadas pelos excessos de agregados finos no traço, retração da argamassa ou por grande quantidade de desempenamento, mostrada na Figura 1. (SAHADE, 2005)

Figura 1 – Fissuras mapeadas

Fonte: SAHADE, 2005

2.3 PRINCIPAIS CAUSAS DAS FISSURAS

2.3.1 FISSURAS CAUSADAS POR ATUAÇÃO HIGROSCÓPICA

As variações na dimensão dos materiais porosos que são elementos utilizados nas construções são causadas pelas mudanças higroscopias, com um aumento do teor de umidade causa uma expansão do material, ao mesmo tempo que a diminuição da umidade tende a provocar uma contração. (CASOTTI, 2007)

Com a umidade do ar ou proveniente de fenômenos meteorológicos o material tende a absorver a água da chuva ou em forma de vapor. Com isso o material utilizado tende a expandir e com o calor retrair, assim formando fissuras nas horizontais. Devido à umidade presente no solo e à falta de impermeabilização, acontece a capilaridade começando na base da construção ocasionando fissuras horizontais. (CASOTTI, 2007)

2.3.2 FISSURAS VERTICAIS POR SOBRECARGA

Com o excesso de carregamento vertical de compressão nas paredes de alvenaria são formadas fissuras por sobrecargas, apresentadas na Figura 2. Essa patologia ocorre nos tijolos por tração através de um mecanismo de ruptura resultante de esforços horizontais. Tamanha sobrecarga é influenciada por vários fatores de importância na resistência final, sendo a forma geométrica e a deformação dos matérias (blocos e tijolos), a esbeltez e seção transversal da parede, as juntas de argamassa, e as técnicas e qualidade da excussão do empreendimento. (MAGALHÃES, 2004)

Quando a estrutura de alvenaria sofre um carregamento axial de compressão, é afetada diretamente com as juntas de argamassa, tornando-se um esforço de tração transversal, pois a argamassa tende a forma o efeito de Poisson deformando transversalmente, formando tensões de trações horizontais nos materiais, acarretando fissuras verticais paralela ao eixo do carregamento. (MAGALHÃES, 2004)

Figura 2 – Fissuras verticais induzidas por sobrecargas

Fonte: MAGALHÃES, 2004

2.3.3 RECALQUE

O conhecimento do comportamento do solo é necessário para verificar as cargas verticais que o solo suporta, sendo um dos fatores que determina a durabilidade da edificação. Uma pressão vertical atuante sobre o solo produz uma deformidade por conta da redução de índice de vazios aumentando a sua tensão efetiva. (REZENDE, 2019)

A deformação do solo pode causar movimentação das fundações (recalque), assim gerando danos estruturais e modificação da estética. O recalque diferencial é caracterizado pela diferença de nível, quando a estrutura se rebaixa, tendo ou não distorção angular, resultando em esforços estruturais não presumidos. (REZENDE, 2019)

Essa patologia é causada pela modificação de volume do solo por percolação de água presente entre seus poros, conhecida como consolidação. Esse recalque acontece em períodos de tempos relativos podendo variar (aumentando as aberturas das anomalias) ao longo de vários anos. As aberturas podem aparecer nas paredes de alvenaria de forma horizontal, vertical e diagonal, representado na Figura 3.  (OLIVEIRA, 2012)

Figura 3 – Fissuras de recalque

Fonte: REZENDE, 2019

A presença de vegetação localizada perto da edificação pode ocasionar diversos problemas, sendo que a vegetação pode favorecer a umidade do solo, as raízes consomem a água existente no solo abaixo da fundação, fazendo com que aconteça recalque pelo adensamento do solo. Mesmo cortando a vegetação perto da edificação, não mudaria o fato de acontecer recalque, pois as raízes iram apodrecer criando espaços vazios no solo. (CENSI e MAIARA, 2017)

2.3.4 UMIDADE

Para ocorrer a patologia de umidade é necessário que os matérias da construção tenham contato diretamente com a água. Dessa forma, inicia-se a formação das vias de acesso para essas patologias, sendo elas: umidade resultante da produção dos componentes, umidade proveniente da execução da obra, umidade do ar ou proveniente de fenômenos meteorológicos e umidade do solo, como mostrado no Quadro 2. (FERNANDES, 2018)

Quadro 2 – Origem da umidade nas construções

Fonte:  FERNANADES, 2018

2.4 PATOLOGIAS CAUSADAS PELA UMIDADE

2.4.1 MOFO E BOLOR

É muito comum esse tipo de patologia aparecer em paredes úmidas causada por infiltração ou vazamento de água. O mofo são fungos e vegetais causadores de danos nos materiais usados na construção, já o bolor são fungos que se alimentam de materiais orgânicos decompostos, fazendo com que a superfície da parede ser torne opaca e com mau aspecto. (FERNANDES, 2018)

2.4.2 DEGRADAÇÃO DAS PINTURAS E REVESTIMENTOS

Com a ação da água e as dissoluções dos sais presentes nos materiais da construção acontece a degradação de vários elementos, incluindo a pinturas, reboco, revestimentos de papeis parede e laminados, entre outros. (FERNANDES, 2018)

2.4.3 EFLORESCÊNCIA

Essa patologia apresenta apenas desempenho estético desagradável podendo acontecer, em casos mais graves, o descolamento de revestimentos. A eflorescência é causada pela cristalização com alto teor de sais solúveis na superfície dos materiais, e com a presença de água. (LIMA, 2018)

2.4.4 BOLHA

Essa patologia é causada pela infiltração de umidade ou hidratação retardada do oxido de magnésio da cal. Nas paredes é comum ver que a superfície do reboco forma se bolhas, em que seu diâmetro aumenta progressivamente com o tempo, e o reboco tende a apresentar um som cavo sob percussão. (POLITO, 2006)

2.5 GRAU DE RISCO

É o critério de classificação das patologias existentes em um empreendimento, analisando o grau de risco, aos usurários, ao meio ambiente e à residência. São classificadas em:

Crítico (C): Risco de provocar danos contra a saúde e segurança das pessoas e do meio ambiente; perda excessiva de desempenho e funcionalidade causando possíveis paralisações; aumento excessivo de custo de manutenção e recuperação; comprometimento sensível de vida útil. Médio (ME): Risco de provocar a perda parcial de desempenho e funcionalidade da edificação sem prejuízo à operação direta de sistemas, e deterioração precoce. Mínimo (MI): Risco de causar pequenos prejuízos à estética ou atividade programável e planejada, sem incidência ou sem a probabilidade de ocorrência dos riscos críticos e regulares, além de baixo ou nenhum comprometimento do valor imobiliário. (IBAPE, p.5, 2012)

3. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

A presente pesquisa foi desenvolvida na forma qualitativa do tipo exploratória descritiva, que se trata de um estudo de caso realizado no município de Vitoria de Conquista – BA, visando o estudo das patologias encontradas no local, para elaboração de laudo técnico.  Com isso, foi feito o levantamento de dados, artigos, normas e conhecimentos obtidos durante o curso de engenharia civil.

Ao decorrer da pesquisa foram feitas 3 (três) vistorias técnicas na residência localizada no bairro Sumaré, município de Vitória da Conquista – BA, a 522,5km de Salvador – BA. A primeira vistoria foi para fazer o reconhecimento do local e elaborar um croqui da residência; na segunda foi realizado o levantamento para medir as aberturas de cada fissuras, além de registros fotográficos; na terceira foi feita uma nova medição das fissuras para analisar se estavam ativas ou passivas, bem como novos registros fotográficos.

4. RESULTADOS E DISCUSSÕES

A edificação é composta por sala, cozinha, sala de estar, 3 quartos, sendo um com suíte, escritório, um banheiro social e garagem, como mostra na Figura 4. A casa composta com as seguintes características construtivas: residência de apenas um pavimento, elevação em alvenaria, contendo vigas, pilares e lajes de concreto armado no banheiro da suíte e na metade da área da sala, com telhado de madeira apoiado na alvenaria no restante da casa.

Figura 4 – Planta baixa da residência

Fonte: Próprios autores 

Ao analisar toda a residência foram diagnosticadas as patologias do tipo fissuras como: de mapeamento, recalque, sobrecarga do telhado, atuação higroscópica, e patologias de infiltração como: mofo, bolor, eflorescência, bolhas, desagregação do revestimento e pintura. Com as patologias identificadas, foi feito o levantamento para analisar o grau de risco da residência e sugerir algumas intervenções. Portanto, elaborou-se o laudo técnico, como mostra no Quadro 3, para a melhor visualização das ocorrências identificadas dentro da edificação, disponível a seguir:

Quadro 3 – Laudo técnico.

Fonte: Próprios autores

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS E DIRECIONAMENTOS FUTUROS

As manifestações patológicas nas edificações são muito comuns de se encontrar em meio à construção civil, sendo visíveis a olho nu, podendo prejudicar a saúde dos habitantes, do meio ambiente e comprometer a vida útil da estrutura. Com isso é necessária a análise de grau de risco da edificação, podendo ser do nível mínimo ou médio, chegando até o crítico, onde, no grau de risco crítico a casa apresenta o aumento exagerado no custo de manutenção e reparo.

Portanto, diante das inconformidades técnicas construtivas e da ausência de desempenho dos sistemas vistoriados, além de condições desagradáveis de habitação e da falta de manutenções periódicas, a residência é classificada, considerando-se todas as patologias identificadas no laudo, como de GRAU DE RISCO CRÍTICO, pois identificou-se o impacto de desempenho tecnicamente irrecuperável para a finalidade de utilização a que se destina, sendo necessário a intervenção imediata para sanar as irregularidades apontadas no laudo de inspeção.

Para evitar danos patológicos a longo prazo em uma edificação, a melhor opção é investir na etapa da execução, realizando em sondagens para localizar o lençol freático e identificar o tipo de solo do local, compactando o solo, impermeabilizando vigas baldrames e áreas molhadas, entre outros. Portanto, após a construção finalizada é mais difícil encontrar soluções duráveis para as patologias que surgiram, por conta de falhas técnicas na hora da execução da residência.

REFERÊNCIAS

CASOTTI, Denis Eduardo. Causas e recuperação de fissuras em alvenaria. Disponível em: <http://lyceumonline.usf.edu.br/salavirtual/documentos/1061.pdf>. Acesso em 10 jul. 2020

CORSINI, Rodnei. Trinca ou fissura? TÉCHINE 160. Disponível em: <http://mr2estruturas.hospedagemdesites.ws/wp-content/uploads/2016/08/Trinca-ou-fissura.pdf>. Acesso em 11 jun. 2020

FERNANDES, Lucas Alberto. Patologias originadas pela umidade em edificações e seus tratamentos. Disponível em: <http://rdu.unicesumar.edu.br/bitstream/123456789/751/1/Trabalho%20de%20conclus%c3%a3o%20de%20curso%20-%20TCC.%20Arquivo%20completo%20do%20artigo%20em%20PDF.pdf>. Acesso em 29 jun. 2020

FRANCO, Vanessa Naiara Censi; NIEDERMEYER, Francieli Maiara. Recensão. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. v.1, out, 2017. Disponível em: <https://www.nucleodoconhecimento.com.br/engenharia-civil/recalque-de-fundacoes>. Acesso em 25 jun. 2020

HEERDT, Giordano Bruno; PIO, Vanessa Mafra; BLEICHVEL, Natália Cristina Thiem. Principais patologias na construção civil.  Disponível em <https://www.academia.edu/31785497/PRINCIPAIS_PATOLOGIAS_NA_CONSTRU%C3%87%C3%83O_CIVIL?auto=download>. Acesso em: 09 jun. 2020

LIMA, Laércio Lins de. Patologias em revestimentos de fachadas. Disponível em: <https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/13648/1/LBFM12112018.pdf>. Acesso em 02 jul. 2020

MAGALHÃES, Ernani Freitas de. Fissuras em alvenarias configurações típicas e levantamento de incidências no estado do Rio Grande do Sul. Disponível em: <https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/10135/000521582.pdf?sequence=1&isAllowed=y>. Acesso em 15 jun. 2020

NAZARIO, Daniel; ZANCAN, Evelise Chemale. Manifestações das patologias construtivas nas edificações públicas da rede municipal de criciúma: inspeção dos sete postos de saúde. Disponível em: <http://repositorio.unesc.net/bitstream/1/151/1/Daniel%20Nazario.pdf>. Acesso em 10 jul. 2020

OLIVEIRA, Alexandre Magno de. Fissuras, trincas e rachaduras causadas por recalque diferencial de fundações. Disponível em: <https://repositorio.ufmg.br/bitstream/1843/BUOS-9A3GCW/1/monografia_esp_2012_1_th.pdf>. Acesso em 22 jun. 2020

OLIVEIRA, Jorge Antônio da Cunha; NASCIMENTO, Raissa Soares do; PEREIRA, Bárbara; TEIXEIRA, Amanda; NÓBREGA, Érica. Inspeção predial e avaliação das manifestações patológicas do subsolo em edificação residencial localizada no Distrito Federal – estudo de caso condomínio residencial 116 norte. Disponível em: <https://ibape-nacional.com.br/biblioteca/wp-content/uploads/2017/08/095.pdf>. Acesso em 16 jun. 2020

POLITO, Giulliano. Principais sistemas de pinturas e suas patologias. Disponível em: <http://www.demc.ufmg.br/tec3/Apostila%20de%20pintura%20%20Giulliano%20Polito.pdf>. Acesso em 04 jul. 2020

PUJADAS, Flávia Zoéga Andreatta; SALDANHA, Marcelo Suarez. Norma de inspeção predial nacional. Disponível em: <http://ibape-nacional.com.br/biblioteca/wp-content/uploads/2012/12/Norma-de-Inspe%C3%A7%C3%A3o-Predial IBAPENacional.pdf>. Acesso em 07 jul. 2020

REZENDE, Vitor Lúcio Mendes. Avaliação patológica em recalques solo-fundação: uma análise de ocorrências na cidade de Uberlândia. Disponível em: <https://repositorio.ufu.br/bitstream/123456789/25950/1/Avalia%C3%A7%C3%A3oPatol%C3%B3gicaRecalques.pdf>. Acesso em 18 jun. 2020

SAHADE, Renato Freua. Avaliação de sistemas de recuperação de fissuras em alvenaria de vedação. Disponível em: <https://www.passeidireto.com/arquivo/77117212/dissertacao-renato-sahade-recuperacao-de-fissuras>. Acesso em 12 jun. 2020

TORRES, Ariela da Silva; Silva, Juçara Nunes da. Patologias nos sistemas construtivos das edificações do início do século XX no Sul do Rio Grande do Sul – Estado de caso de residencia na cidade de Rio Grande/RS. REEC – Revista Eletrônica De Engenharia Civil.  v. 10, n° 1, 39-55, 2015. Disponível em: <https://www.revistas.ufg.br/reec/article/view/32936>. Acesso em: 18 jun. 2020

[1] Bacharelanda em Engenharia Civil pela Faculdade Independente do Nordeste – FAINOR.

[2] Bacharelanda em Engenharia Civil pela Faculdade Independente do Nordeste – FAINOR.

[3] Orientadora. Especialização em Engenharia em Estruturas. Especialização em Geoprocessamento e Georreferenciamento. Graduação em Engenharia Civil.

Enviado: Setembro, 2020.

Aprovado: Outubro, 2020.

4.9/5 - (8 votes)
Paloma Raquel Silva de Andrade

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