O paisagismo aliado ao cotidiano urbano: descobrindo a paisagem sonora natural

DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/arquitetura/paisagem-sonora
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CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

SILVEIRA, Maria Letícia [1]

SILVEIRA, Maria Letícia. O paisagismo aliado ao cotidiano urbano: descobrindo a paisagem sonora natural. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 06, Ed. 02, Vol. 01, pp. 85–95. Fevereiro de 2020. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/arquitetura/paisagem-sonora, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/arquitetura/paisagem-sonora

RESUMO

O artigo apresentado investiga a influência exercida pelo paisagismo na vida urbana e propõe sua presença, aliado à sustentabilidade, na conexão entre cidade e natureza. Considerando a “paisagem sonora natural”, a pesquisa estuda o cotidiano contemporâneo, composto por uma geração que valoriza a sustentabilidade e busca a retomada do contato com a natureza, resultando em melhorias no seu bem-estar emocional, social e acadêmico. O problema discutido refere-se à aplicação do paisagismo nos espaços públicos de Belo Horizonte, tendo o objetivo geral de entender como o ambiente natural afeta o usuário – em aspectos físicos e emocionais. Para tanto, foram realizadas pesquisas bibliográficas acerca dos assuntos de paisagem sonora natural, paisagismo e a relação entre a natureza e a saúde humana, além de estudos de casos relacionados à pesquisa. Concluiu-se que o paisagismo é de vital importância em grandes centros urbanos e, em uma cidade como Belo Horizonte, deve ser planejado visando o bem-estar de toda a população.

Palavras-chave: Paisagismo. Paisagem Sonora. Sustentabilidade. Conexão.

INTRODUÇÃO

O artigo apresentado refere-se ao universo do design de ambientes, sua aplicação em paisagismo promovendo a criação de um ambiente com elementos naturais em meio a ambientes construídos e a contribuição do projeto final para o bem-estar de indivíduos da área urbana, através da vegetação e da paisagem sonora natural.

O problema da pesquisa foi identificar se o paisagismo deve ser aplicado de forma crucial nos espaços públicos de Belo Horizonte, de modo a despertar a conexão entre o usuário e a natureza. O objetivo geral é entender como o ambiente natural afeta física e emocionalmente o usuário e, especificamente, foram listados alguns outros objetivos, como entender o que é a paisagem sonora natural; identificar a real necessidade do usuário; entender o paisagismo como um elemento que não seja apenas agradável, mas também eficiente e sustentável e, por fim, oferecer relatos à comunidade acadêmica sobre o tema, que ainda é pouco explorado na área.

2. DESENVOLVIMENTO

2.1 CONCEITOS

2.1.1 A PAISAGEM SONORA NATURAL

O termo “paisagem sonora” surgiu em 1977, cunhado pelo autor R. Murray Schafer em seu livro A Afinação do Mundo. Segundo R. Murray Schafer (1977, p. 22), “a paisagem sonora é qualquer campo de estudo acústico. Podemos referir-nos a uma composição musical, a um programa de rádio ou mesmo a um ambiente acústico como paisagens sonoras”. O autor ainda defende que a paisagem sonora de um local traduz suas referências sociais e sua evolução, uma vez que está diretamente relacionada ao bem-estar da sociedade que o produz.

O autor lista três aspectos a serem analisados na paisagem sonora: som fundamental, sinais e marcas sonoras. Os sons fundamentais são definidos pela tonalidade e de difícil examinação, pois se tornam hábitos auditivos, como por exemplo água e vento. Os sinais, por sua vez, são perceptíveis e destacam-se dos sons fundamentais, como um apito de navio. Por fim, as marcas sonoras são sons característicos de um local específico, trazendo identidade a uma região ou povo.

No geral, a paisagem sonora engloba também os sons do ser humano. Em um meio urbano, buzinas, vozes e música compõe a paisagem sonora, mas, na paisagem sonora natural, os sons do homem não se sobressaem. O mar, as transformações da água, o vento, a terra e os animais constituem a paisagem sonora natural e, com frequência, é dotada de marcos que a tornam original e única. Mesmo onde não há vida abundante, há som – ouve-se geleiras se quebrando em locais remotos, vulcões que emitem alertas sonoros antes de entrarem em atividade e a água que se espalha abaixo da superfície da Terra.

2.1.2 NATUREZA E BEM-ESTAR

O homem é um elemento paradoxal natureza que, desde a pré-história, se desenvolve e usufrui no meio ambiente, mas, ainda com todo o avanço acadêmico e tecnológico que presenciamos hoje, ainda não é capaz de respeitá-lo. Agora, com o distanciamento extremo entre o ser humano e a natureza, nos isolando em ambientes construídos, começamos a enxergar problemas fisiológicos e psicológicos na população.

Um estudo liderado por Peter James (2018) concluiu que a proximidade entre moradias e áreas verdes influencia em uma maior expectativa de vida e, principalmente, em uma vida com mais saúde.

Sabe-se que a poeira que emana de ambientes naturais repleta de fragmentos de bactérias impele o sistema imunológico das crianças a se desenvolverem desde cedo e não causar hiperreações, como a asma. O pesquisador Peter James levanta ainda a hipótese de que os benefícios relacionados às outras doenças são causados por estímulos da natureza em relação à prática de atividade física e ao engajamento social e, além da própria redução a exposição a poluentes, também melhora a saúde mental.

Richard Louv (2016), em seu livro “A Última Criança na Natureza”, defende que a experiência na natureza não é importante apenas para o desenvolvimento as saúde e bem-estar físico e emocional das crianças, mas que, muito além, também molda lembranças e aprendizados cruciais da infância.

Imagem 2: Em São Paulo, o Parque Ibirapuera serve como refúgio para crianças e jovens em meio ao maior centro urbano brasileiro.

Fonte: Acervo pessoal.

Com o termo “transtorno do déficit de natureza”, Richard Louv descreve os custos da baixa relação do homem com a natureza, como menor uso dos sentidos primários e dificuldade de atenção, além de taxas mais altas de doenças como já percebidos e constatados pelo estudo citado anteriormente.

2.1.3 PAISAGISMO

Segundo a redação do Pensamento Verde (2013), o paisagismo se adapta à realidade em que está inserido e integra arquitetura, usuários e natureza. Pelo planejamento de planos, administração de áreas livres e aliando recursos naturais à percepção estética, é possível criar texturas, formas e cores que dão origem a vastas paisagens.

Assim, podemos inferir que em meio a grandes centros urbanos, o paisagismo é um importante e essencial ponto de equilíbrio entre a cidade e natureza, oferecendo descanso, lazer e conexão verde para os habitantes. Ao considerar-se a paisagem sonora natural, o paisagismo também resgata elementos culturais de cada região, reforçando a individualidade e a origem local.

Imagem 2: Em Belo Horizonte, famílias e amigos se reúnem no Parque Municipal das Mangabeiras para maior contato com a natureza.

Fonte: Acervo pessoal.

Hoje, projetamos pensando na geração Z, que, de acordo com Gian Kojikovski (2017), soma 26% da população mundial e 30 milhões apenas no Brasil, sendo a primeira geração nascida dentro da realidade online, móvel e fechada em interiores repletos de tecnologia. Percebe-se nas gerações anteriores, segundo Daniel Portillo Serrano (2010), uma maior propensão a explorar e participar de atividades ao ar livre, mas a geração Z é, porém, a geração que mais se preocupa com questões sociais, como a sustentabilidade.

Pensando nos anseios da geração Z, chegamos à necessidade de praticar o paisagismo sustentável, uma vez que o paisagismo e a jardinagem tradicional já não atendem mais os pilares econômicos, sociais e ambientais prezados pelo público atual.

2.1.4 O PAISAGISMO SUSTENTÁVEL

Lidar diretamente com projetos de inserção de natureza em meios urbanos visando o bem estar social, não torna o paisagismo uma prática sustentável. De acordo com a arquiteta e paisagista Rita Toscano (2017), o paisagismo tradicional conta com manutenções periódicas que requerem irrigações constantes e uso de produtos químicos. O paisagismo sustentável surge como uma proposta alternativa para reduzir a irrigação e o uso de pesticidas e fertilizantes, além de contribuir para preservação do solo, prevenindo erosões e sedimentações.

O paisagista que trabalha dentro da sustentabilidade, identifica possíveis áreas de erosão e estabelece medidas de estabilização do solo, evitando a sedimentação que degrada ambientes terrestres e aquáticos. Além disso, também busca reduzir o impacto na ecologia local, através da restauração da vegetação e, em conseqüência, da recuperação da fauna. Como consequência, recupera-se também a paisagem sonora natural, revitalizando a cultura local.

O plantio em áreas estratégicas também pode sombrear paredes e telhados de um edifício, aumentando o conforto térmico e reduzindo o uso de aparelhos elétricos para o mesmo fim. Dessa forma, o paisagista previne centros urbanos de ilhas de calor.

O paisagismo sustentável também busca trabalhar com materiais reciclados e espécies nativas do local em que o projeto será implantado. Assim, gasta-se menos e as plantas se adaptam mais facilmente e requerem menos manutenção, como irrigações constantes e fertilizantes que agridem o meio ambiente.

Finalmente, o paisagismo sustentável propicia um ambiente mais agradável aos usuários, preserva o patrimônio e memória local, reduz custos de energia e previne o meio ambiente de danos causados pela jardinagem tradicional.

2.2 O PAISAGISMO COMO SOLUÇÃO URBANA

Fernando Chacal (2001) cita Luiz Emygdio de Mello Filho em seu livro “Paisagismo e Ecogênese”, para expressar a ecogênese como a criação humana de ecossistemas que substituem ecossistemas naturais degradados ou perdidos. O termo foi proposto na década de 40, quando já se notava os efeitos da intervenção humana na realidade sócio-ambiental brasileira.

Segundo Luiz Emygdio de Mello Filho – que foi médico, botânico, professor e diretor do Museu Nacional do Rio de Janeiro -, o essencial na ecogênese é que a área recriada, mesmo que diferente do ecossistema original, guarde, preserve e transmita a essência de sua natureza ao futuro, para que continue presente na realidade ambiental do local trabalhado.

Assim deve ser o paisagismo aplicado às áreas urbanas: mantendo as características da flora local para que a fauna e a cultura de seu bioma prevaleçam às intervenções humanas. Dessa forma, espera-se uma maior interação da população com a região onde vive, trazendo benefícios no âmbito cultural e social, à medida que sua saúde física e mental também é afetada positivamente.

2.3 A PROPOSTA E O PÚBLICO

A proposta do artigo aqui trabalhado constitui-se em evidenciar as necessidades fisiológicas e os anseios emocionais do público, tendo o objetivo de lhes oferecer uma maior experiência de conexão com a natureza dentro de centros urbanos.

A geração contemporânea, que tem pouco ou praticamente nenhum contato com ambientes naturais, sofre constantemente e atinge índices recordes de problemas respiratórios e doenças psicológicas como a depressão. O paisagismo, abordando uma vertente sustentável, garante o bem-estar desses usuários respeitando seu estilo de vida e suas ideologias.

Propõe-se enfatizar a importância de projetos paisagísticos em escolas, museus e praças públicas que facilitem a integração entre indivíduos com a natureza, com o patrimônio e memória da cidade e com outras pessoas. Assim, além de melhoras na saúde, espera-se uma visão mais ampla acerca das relações naturais, da biodiversidade e da ecologia.

Estudando os aspectos da paisagem sonora, busca-se expor a identidade de cada ambiente, que conecta natureza e ser humano e resulta em um espaço de cultura, bem-estar e integração.

2.4 MATERIAIS E MÉTODOS

2.4.1 PESQUISAS BIBLIOGRÁFICAS

Foram realizadas intensas pesquisas bibliográficas acerca do tema, possibilitando um mais amplo e mais profundo entendimento das suas bases fundamentais.

Buscou-se pelos conceitos de paisagem sonora natural, paisagismo e paisagismo sustentável. Também se estudou sobre a relação entre a natureza e a saúde física e emocional, a fim de compreender no espaço urbano os benefícios do paisagismo.

Todas as pesquisas foram incluídas no desenvolvimento do trabalho, mesmo que indiretamente, como na construção de uma idéia exposta.

2.4.2 OBRAS ANÁLOGAS

Aqui, apresenta-se alguns estudos de caso onde o paisagismo se mostrou não apenas relevante, mas essencial na interação entre usuário e espaço urbano.

Elisa de Assis Rocha e Tiago Tadeu Abjaud (2012) analisam a Praça 7 e o Parque das Mangabeiras e ressaltam os benefícios da preservação e conservação de áreas verdes no centros urbanos. A área verde do Parque das Mangabeiras proporciona um ambiente mais agradável e, além de agradar os cidadãos, também atraem turistas.

Os autores do artigo “Parques Municipais: Espaços de Refúgio e Lazer na Região Centro-Sul de Belo Horizonte” (2012) argumentam que os parque urbanos atendem a uma necessidade social, que surge com o crescimento das grandes cidades, na medida em que os mesmo protegem recursos naturais e oferecem à população opções de lazer e uma melhor qualidade de vida através do contato com elementos naturais. Ainda, destacam que um grande número dos parques belo-horizontinos possuem programas de manejo ambiental, com eventos de lazer e cultura e promoção da cidadania, sendo verdadeiros patrimônios ambientais na cidade, essenciais para a preservação da natureza, da biodiversidade e para tornar mais agradáveis as condições climáticas da cidade.

Regina Duarte Horta (2014) defende que a criação de condomínios privados em Belo Horizonte esteve diretamente relacionada às condições históricas que acarretaram na degradação da cidade, em que as pessoas buscaram por ambientes mais saudáveis como moradia. Observou-se, porém, que a conquista da preservação ambiental e da qualidade de vida nos centros urbanos é uma questão política, da qual os condomínios privados não estão protegidos. Perspectivas que abrangem sociedade, meio ambiente e política são o que contribuirão para uma cidade saudável.

Em outras publicações, é possível constatarmos o mesmo fenômeno acontecendo em todas as grandes cidades do Brasil. O estudo “Palmeiras da Minha Terra: Conforto Térmico” (2018), analisa as palmeiras como elemento decisivo para temperaturas mais amenas nas cidades.

As autoras de “Paisagismo Urbano: um Exercício Educativo” (2017), estudaram um projeto que promoveu a união entre os saberes da comunidades e os acadêmicos, ao implementarem um paisagismo repleto de plantas medicinais na praça pública no Rio Grande do Sul. A comunidade pôde se envolver desde a concepção da ideia, sua elaboração até sua implantação, promovendo uma grande interação entre a cidade e a população, sensibilizando e despertando a curiosidade dos participantes.

Por fim, os autores de “Percepção da Paisagem Sonora no Parque da Represa em São José do Rio Preto” (2018), destacam o parque em estudo como evidente elemento de qualificação sonora urbana e de refúgio para os usuários. Apontam ainda que “os sons dos animais foram apontados pelos usuários como os mais agradáveis, ao passo que o som atribuído ao tráfego de veículos foi identificado como desagradável”, o que nos permite inferir a necessidade de mais atenção à aplicação do paisagismo como apoio de habitat à fauna nativa.

3. CONCLUSÃO

Tendo em vista o conteúdo apresentado, é possível constatar que o paisagismo sustentável deve estar presente no cotidiano de todos os cidadãos de centros urbanos. Em uma cidade ainda expansão, como Belo Horizonte, o paisagismo deve ser planejado com destaque, de maneira a contribuir positivamente para todos os habitantes no seu dia-a-dia.

O contato com a natureza e a paisagem sonora natural oferecem valores que transcendem o âmbito estético: melhoram a saúde da população, promovem bem-estar e integração e são fundamentais para a preservação da memória e cultura da sociedade local.

REFERÊNCIAS

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CHACEL, Fernando. Paisagismo e Ecogênese. Rio de Janeiro: Fraiha, 2001.

CUNHA, Adalberto G. et al. O Paisagismo Sustentável Aliado ao Desenvolvimento Urbano. 2013. Disponível em: <http://www.pensamentoverde.com.br/sustentabilidade/paisagismo-sustentavel-aliado-desenvolvimento-urbano/>. Acesso em 21 de abr de 2018.

DUARTE, Regina Horta. “Eu Quero uma Casa no Campo”: A Busca do Verde em Belo Horizonte, 1966-1976. 2014. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S2237-101X2014000100159&script=sci_arttext>. Acesso em 04 de abr de 2019.

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[1] Pós Graduanda em Paisagismo e Iluminação. Graduada em Design de Ambientes.

Enviado: Abril de 2020

Aprovado: Janeiro de 2021

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