Estudo bioclimatológico de aves poedeiras no sudeste do Pará

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ARTIGO ORIGINAL

OLIVEIRA, Raytane Chaves [1], MOURA, Jose Helder [2]

OLIVEIRA, Raytane Chaves. MOURA, Jose Helder. Estudo bioclimatológico de aves poedeiras no sudeste do Pará. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 05, Ed. 07, Vol. 03, pp. 63-71. Julho de 2020. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/zootecnia/aves-poedeiras

RESUMO

O objetivo do trabalho foi avaliar a influência do clima no bem-estar de aves poedeiras. O período experimental teve duração de trinta dias, durantes os meses de abril e maio de 2017. A área de estudo foi em sistema semi-pastoril para 200 aves poedeiras coloniais, (galinha Embrapa 051) de 21 a 25 semanas de vida. Envolve o acompanhamento de variáveis climáticas que possam afetar o bem-estar animal, mensurações do ambiente externo: temperatura bulbo seco, e bulbo úmido, com intervalo de 2 horas; temperatura máximo, mínima. Das mensurações fisiológicas que foram observadas: frequência respiratória temperatura cloacal; temperatura de superfície de cabeça; dorso e pata; e frequência cardíaca. Apresentados os resultados das mensurações fisiológicas que foram submetidos ao teste de tukey, maiores índices de temperatura cloacal foram de 41.71 a2 a3 e 41.95 a3, devido ao acúmulo de calor durante todo o dia, estando acima limite inferior da condição de estresse térmico. Tendo os maiores coeficientes de variações foram encontrados na frequência cardíaca com 12.31% e frequência respiratória 45.26%. As variáveis ambientais e os índices de conforto mostraram que as aves se mantiveram em condições mínimas de conforto térmico, não comprometendo dessa forma a saúde do animal ou a produção dos mesmos.

Palavras Chave: Conforto Térmico, mensurações fisiológicas, variáveis ambientais.

1. INTRODUÇÃO

As aves são animais homeotérmicos, possuem um aparelho termorregulador que controla a temperatura corporal, mantendo-o em uma zona de conforto, onde podem atingir sua máxima produtividade. Entre os potenciais estressores estão os efeitos do calor, relacionado com as altas temperaturas e umidade relativa do ar, denominado estresse térmico (FURLAN, 2005).

As aves possuem uma camada de penas, que têm maior importância quando as aves estão expostas a situação de frio. Com isso a vascularização da área é limitada, essas regiões podem ser caracterizadas como vasorregulatórias conservadoras (SHINDER et al., 2007). O processo termorregulatorio das aves são realizados nas regiões desprovidas de penas, como as pernas e área facial, assim como as regiões corporais altamente vascularizadas como crista e barbela.

O ambiente no qual o animal está inserido, pode não ser favorável com as necessidades fisiológicas, gerando com isto uma facilidade a diferentes tipos de estresses (CASTILHO et. al., 2015). Visando o bem-estar de aves, vários estudos têm sido realizados a respeito, buscando a máxima produção de carne e ovos, com menor custo aquisitivo, levando em consideração a nutrição, instalações, manejo e sanidade do animal.

As respostas fisiológicas dos animais, são utilizadas como indicadores de bem-estar, tendo como principal a temperatura cloacal. As variações fisiológicas determinam se o ambiente no qual as aves se encontram são propícios para sua reprodução e produção, dentro dos parâmetros considerados normais para espécie.

O presente trabalho foi conduzido com o objetivo de realizar um estudo bioclimatológico de aves poedeiras no sudeste do Pará, com o intuito de detectar possíveis estresses, decorrentes de variações climáticas e fisiológicas.

2. MATERIAIS E MÉTODOS

O experimento foi realizado na chácara Santa Maria, pertencente ao Sr. Airon Lima, (Figura 1), localizada no município de Redenção-PA. Segundo a classificação de Köppen, -Geiger, o clima da região é considerado Aw (quente e úmido), com chuvas de outubro a maio, com precipitação pluviométrica média anual de 1800 mm e temperatura média de 28° C.

Figura 1: Entrada da chácara Santa Maria, município de Redenção-PA.

Fonte: Próprio autor.

O período experimental teve duração de trinta dias, durantes os meses de abril e maio de 2017, sendo realizado quatro mensurações, uma vez por semana, nos dias 22 e 29 de abril; 06 e 11 de maio.  A área de estudo possui um sistema semi-extensivo (Figura 2), para 100 aves poedeiras coloniais, (galinha Embrapa 051) de 21 a 25 semanas de vida. A instalação simples com estrutura de madeira e telhas Brasilit, impedindo entrada parcial de sol e chuva, possui cama de pó de serragem para facilitar a higienização, contando com um comedouro de plástico suspenso e um amplo comedouro de madeira em forma de cocho no chão e possui ninhos de alvenaria para ponha dos ovos. O ambiente externo possui bastante sombra, feita por arvores frutíferas de pequeno porte, que possui um bebedouro de plástico suspenso, com água encanada.

Figura 2: Sistema semi-extensivo.

Fonte: Próprio autor.

As variáveis climáticas analisadas, foram mensurações no ambiente externo: temperatura bulbo seco (TBS), e bulbo úmido (TBU), com intervalo de 2 horas (6:00, 9:00, 12:00, 15:00 e 18:00 horas); temperatura máxima (TMÁX.), mínima (TMÍN.), ao final da última mensuração do dia (18:00 horas). Para realizar tais mensurações utilizamos Termo-Higrômetros de Bulbo Seco e Úmido; Termômetro Analógico Para Máxima e Mínima

Para as avaliações fisiológicas foram escolhidos 20 animais aleatoriamente, e identificadas com abraçadeiras de nylon e plaquinhas numeradas de 01 a 20, colocadas em suas patas, de forma que não provocasse ferimentos. Com intervalo de 2 horas entre as mensurações (6:00, 9:00, 12:00, 15:00 e 18:00 horas), onde para cada horário foram feitas 6 observações. Os animais receberam uma dieta constituída por ração a base de milho e alimentos alternativos como folhas de repolho como de costume da propriedade, e mantiveram todos os seus hábitos normais.

Das mensurações fisiológicas que foram observadas: temperatura cloacal (TC); temperatura de superfície de cabeça (TCA), dorso (TD) e pata (TP); frequência cardíaca (FC) e frequência respiratória (FR). Termômetro Infravermelho Para Temperatura Corporal; Estetoscópio e Sensibilidade no Tato sobre os Pulmões.

Os resultados de TC foram obtidos introduzindo-se um termômetro veterinário digital na cloaca das aves até que a temperatura fosse estabilizada. A TCA, TD e TP foram obtidas com o auxílio de um termômetro infravermelho para temperatura corporal, mirado em direção a cada superfície específica. A FC foi observada através de um estetoscópio clínico, contados os batimentos cardíacos em 15 segundos. A FR foi obtida através da avaliação por sensibilidade no tato sobre os pulmões, levando-se em consideração o número de vezes em que as aves inspiraram ar em 15 segundos.

Os dados obtidos das variáveis ambientais e fisiológicas foram lançados em planilha no Libre Office e submetidos à análise por meio do programa SISVAR (Sistema para Análise de Variância), e quando significativas, as médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Segundo Baeta e Souza (2010) a zona de conforto térmico das aves deve estar entre 20°C e 30°C as variáveis climáticas observadas demostraram que aves estavam fora de sua zona de conforto, pois os mesmos ultrapassaram a temperatura em todas as mensurações observadas.

Como a estação chuvosa vai dos meses de outubro a maio, a alta umidade relativa encontrada durante o período do experimento, pode ser explicada pelos índices pluviométricos desses meses. Segundo Tinôco (1998), um ambiente é considerado confortável para aves adultas quando apresenta umidade relativa do ar de 50 a 70%, as aferições realizadas as seis horas da manhã e dezoito horas da tarde foram as que apresentaram os maiores índices de umidade relativa, pode se atribuir este caso, o fato de serem esses os horários mais frios do dia, os de menor umidade é registrada as dez horas da manhã, com tendências a variações ao decorrer do dia até as quinze horas. Como mostra a tabela 1.

Tabela 1: Médias das Temperaturas Máximas (T MAX), Mínimas (T MIN) e Umidade Relativa (UR).

VARIÁVEIS CLIMÁTICAS
MENSURAÇÕES T MÁX (°C) T MÍN (°C) HORÁRIOS TBS (°C) TBU (°C) UR (%)
34 25 06:00 30.37 40.5 92.33
36 24 09:00 34.62 35.5 64.0
37 28 12:00 35.75 34.62 80.66
41 31 15:00 31.25 33.25 86.0
      18:00 28.75 35.0 90.0
MÉDIAS 37 27 32.14 35.77 68.83

Fonte: Próprio autor.

As aves estão em constante troca de energia com o ambiente, sendo que o ambiente externo pode afetar o ambiente interno do animal. Mecanismos termorreguladores fazem ajustes fisiológicos para manter o equilíbrio dinâmico na temperatura corporal normal, objetivando manter a igualdade de ganho e perda de calor para o ambiente. A temperatura do ar, radiação, umidade e movimentação do ar são variáveis ambientais que influenciam as aves, podendo alterar o bem-estar animal e a produtividade (TINOCO, 1998).

A temperatura que incide sobre os animais, é através da temperatura ambiente efetiva de vários elementos climáticos, que afeta (HANNAS, 1999). O crescimento da temperatura corporal ultrapassando os limites, devido as condições ambientais, ou até mesmo excesso de calor metabólico, podem levar o acontecimento de vários eventos letais à ave. Na Tabela 2 são apresentados os resultados das mensurações fisiológicas que foram submetidos ao teste de tukey. Macari e Furlan (2001) consideram o valor de 41,1ºC de temperatura cloacal das aves como limite inferior da condição de estresse térmico de forma que em dias mais quentes e sendo aceito temperaturas até 43º C, com situações letais a partir dos 45ºC.

Pode-se observar que a temperatura cloacal se manteve com variações pequenas para todos os horários, com um leve crescimento a partir da primeira aferição até a última. Portanto as 6:00 horas da manhã observa-se uma temperatura amena, devido a dissipação de calor durante a noite, sendo as quinze e 18:00 horas a maior temperatura cloacal, de 41.71 a2 a3 e 41.95 a3, devido ao acúmulo de calor durante todo o dia, estando acima limite inferior da condição de estresse térmico.

Um comportamento diferente do observado na temperatura cloacal, as temperaturas superficiais se apresentam baixas as 6:00 horas, tendo um pico as nove horas, sendo TCA 34.41 a3, TD 35.82 a2 e TP33.79 a2.

Os maiores coeficientes de variações foram encontrados na frequência cardíaca com 12.31% e frequência respiratória 45.26%. Na frequência cardíaca apresenta maiores valores as 6:00 e as 18:00 horas com 188.57a1a2 e 184.22a1a2, devido a alimentação das aves, onde ocorre a produção de calor metabólico, e as 12:00 horas com 193.98 a2, devido maior incidência solar, tendo a maior temperatura do dia, consequentemente esses fatores resultam no aumento dos batimentos cardíacos.

Tabela 2: Médias de temperatura cloacal (TC); temperatura de superfície de cabeça (TCA), dorso (TD) e pata (TP); frequência cardíaca (FC) e frequência respiratória (FR).

HORÁRIOS VARIÁVEIS FISIOLÓGICAS
TC

(°C)

TCA

(°C)

TD

 (°C)

TP

 (°C)

FC

(Bat./Min)

FR (Mov./Mi)
06:00 41.30 a1 31.56 a1 33.85a1 30.13a1 188.57a1a2 33.77 a1
09:00 41.63 a2 34.41 a3 35.82a2 33.79a2 183.47 a1 39.85 a1 a2
12:00 41.52 a1 a2 34.86 a3 35.84a2 34.80a2 193.98 a2 40.07 a1 a2
15:00 41.71 a2 a3 32.93 a2 34.98a2 33.63a2 182.47 a1 45.82 a2
18:00 41.95 a3 32.48a1a2 35.08a2 33.87a2 184.22a1a2 37.25 a1
CV% 1.5 8.24 6.38 8.14 12.31 45.26

Médias seguidas da mesma letra na coluna não diferem a 5% de probabilidade pelo teste de Tukey.

Fonte: Próprio autor.

A frequência respiratória apresentou estatisticamente maiores valores as 9:00, 12:00 e 15:00 horas com 39.85 a1a2, 40.07 a1a2 e 45.82 a2, coincidindo com os horários mais quentes do dia. A frequência respiratória acima dos 40 Mov./Min, está alta (MEDEIROS et al., 2005), admite-se que a temperatura do ar ultrapassa o limite crítico superior para as aves, pois o calor é armazenado no organismo, e a temperatura corporal eleva acima dos valores normais, esta resposta é decorrente do estímulo direto ao centro de calor no hipotálamo, que envia impulso ao sistema cardiorrespiratório. Pesquisas realizadas por Barbosa Filho (2004) observou que a frequência respiratória de poedeiras pode variar de 23 Mov./Min., em ambiente termoneutro (20°C) a 273 movimentos por minuto, quando submetidas a temperaturas elevadas (35°C).

A ave aumenta drasticamente sua frequência respiratória para perder água e consequentemente calor pelas vias respiratórias. O principal mecanismo de dissipação do calor das aves é o aumento da frequência respiratória. Caso que ocorreu apenas as quinze horas caracterizando que as aves teriam saído de sua zona de conforto térmico.

A ofegação das aves é utilizada para perder calor em altas temperaturas e a umidade do ar também é um fator crítico a ser considerado, portanto elevadas temperaturas com umidade são mais estressantes, do que apenas temperatura alta.

Durante o estresse climático, as aves tentam compensar sua reduzida capacidade de dissipar o calor aumentando seus processos fisiológicos, assim como reduzindo os dirigidos para a produção de calor (PEREIRA et al., 2002). Para aumentar a dissipação de calor a ave aumenta sua área superficial, agachando-se ou em pé com as asas totalmente abertas, o fluxo de sangue é desviado para os tecidos periféricos, que influencia nas temperaturas superficiais de cabeça, dorso e pata.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Constata-se que durante o período experimental algumas variáveis ambientais e índices de conforto se mostram excedentes para as aves poedeiras, a TMAX no quarto dia de mensuração e UR as 6:00h, com valores superiores ao ideal em todos os dias, exceto a mensuração realizada as 9:00 h, a FR com maior incidência foram as 15:00h. Horários estes em que os valores ultrapassaram a zona de conforto ideal para um bom desempenho das aves, indicando a necessidade de adaptar o sistema com ferramentas que propicie um ambiente de melhor conforto térmico.

5. REFERÊNCIAS

BAÊTA, F. C.; SOUZA, C. F. Ambiência em edificações rurais: conforto animal. 2.ed. Viçosa: UFV, 2010. 269p. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/%0D/bjvras/v39n6/15848.pdf>. Acessado em 06/06/2017

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FURLAN, R.L.; PAULILLO, A.C. II Curso De Atualização Em Avicultura Para Postura Comercial. São Paulo: Jaboticabal, Funep, p.96-118, 2005. Acessado em 25/04/2017.

HANNAS, M.I.  Aspectos Fisiológicos e a produção de suínos em clima quente. In: Ambiência e qualidade na produção industrial de suínos, Piracicaba: FEALQ, Anais… p.1-33, 1999. Acesso em: 18/05/2017.

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[1] Pós Graduação Em Farmacologia E Terapêutica Veterinária; Graduação Em Zootecnia.

[2] Orientador. Doutorado em andamento em Ciência Animal Tropical. Mestrado em Zootecnia. Graduação em zootecnia.

Enviado: Janeiro, 2020.

Aprovado: Julho, 2020.

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