Treinamento Resistido e Osteoporose: Uma Breve Revisão

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Treinamento Resistido e Osteoporose: Uma Breve Revisão
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Miguel, Henrique [1]

Miguel, Henrique. Treinamento Resistido e Osteoporose: Uma Breve Revisão. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 04, Vol. 01, pp. 105-115, Abril de 2018. ISSN:2448-0959

RESUMO

Grande parte das fraturas ósseas ocasionadas em idosos, principalmente mulheres, são decorrentes da osteoporose. Também devido ao sedentarismo, estas doenças degenerativas crônicas, têm aumentado gradativamente na população mundial, sendo o preço que se paga pela dependência total dos meios modernos. A queda progressiva da atividade celular a partir da terceira década de vida dos seres humanos acarreta alterações estruturais fisiológicas, o que causa progressivos distúrbios ao estresse e aos processos patológicos. O objetivo desta pesquisa foi analisar na literatura, fatores relacionados ao treinamento resistido (TR) na osteoporose e seus benefícios específicos para portadores da doença. Foram utilizados artigos encontrados no site de busca “Google acadêmico” e compilados para a produção do texto. Observou-se ao final da pesquisa que o treinamento resistido pode ser muito benéfico, pois, auxilia na redução da perca de massa óssea, no fortalecimento do sistema locomotor, no menor risco de fraturas provenientes da porosidade óssea e no aumento da confiança e bem-estar do indivíduo,

INTRODUÇÃO

Conceituando a osteoporose

A osteoporose está definida como doença desde 1994, pela Organização Mundial da Saúde. Os dados da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF, 2003) mostram uma projeção com relação ao Brasil em que 10 milhões de pessoas possuem osteoporose, dessa forma um valor aproximado de 1 para cada 17 pessoas tem osteoporose.

O tecido ósseo é o mais resistente do organismo humano, tendo como principais funções, a proteção das vísceras, a sustentação e a mobilização corporal, juntamente com o sistema muscular. Além disso, tem importantíssima função no armazenamento dos íons de cálcio e fosfato, liberando-os em situações adequadas para controle das concentrações iônicas. O cálcio é um íon essencial para o sistema ósseo, sendo encontrado em 99% da sua quantidade total depositada neste.

Como todas as demais células do organismo, as células ósseas passam por constantes alterações. No processo que chamamos de remodelagem óssea, os osteoclastos são responsáveis por degradar e remover a matéria antiga, enquanto os osteoblastos se designam a remodelar um “osso novo”. Esta constante reabsorção pelos ossos, tende a diminuir com o tempo, causando enorme diminuição na densidade óssea. Desta forma, quando o indivíduo atinge um déficit de 30% ou mais nesta situação, diz-se que este está enquadrado numa circunstância osteoporática (PINTO e CHIAPETA, 1995).

A osteoporose é causada então pelo déficit do depósito de cálcio nas células ósseas (GHORAYEB e BARROS, 1999).

Tal fator se agrava com o tempo de vida (envelhecimento) e principalmente em mulheres, pois, o estrogênio (hormônio responsável principalmente por controlar o ciclo menstrual, auxiliar na deposição de gordura e designar as características sexuais femininas) na fase da menopausa sofre um acentuado decréscimo, sendo este também, fundamental responsável pela absorção de cálcio, o que acarreta em uma larga perca óssea no período pós-menopausa.

Desta forma, com os ossos menos densos e mais porosos, mulheres ficam muito mais propensas à lesões ou fraturas ósseas após determinada idade, levando ainda em consideração que o esqueleto feminino tende a ser pouco mais leve, em tamanho absoluto, quando comparado com os homens em idade adulta (RASO, et al, 1997).

Sinais e sintomas da doença

Os sinais e sintomas da osteoporose são observados quando a doença já pode estar num estágio avançado, apresentando grandes possibilidades de traumas e fraturas em atividades simples do cotidiano do indivíduo.

Segundo Cohen (1988), apesar de variar muito de pessoa para pessoa, a osteoporose pode se manifestar das seguintes formas.

Quadro 1 – Sinais e sintomas da Osteoporose.

Sinais Sintomas
– Dor aguda da região lombar;
– Perda de peso;
-Tolerância diminuída para exercícios simples;
– Mudança de postura;
– Diminuição da altura;
– Dores sem localização definida, tanto nas pernas, braços, etc.
– Fratura do quadril, punho e vértebras;
– Gibosidade na região cervical/torácica.

 

O processo de remodelagem óssea

De acordo com os relatos de Nunes (2001), observa-se que o tecido ósseo sempre está em constante renovação por ação de dois tipos de células: os osteoblastos e os osteoclastos. De acordo com a autora, estas células representam uma pequena parte do tecido ósseo, mas são as responsáveis pela contínua formação e reabsorção óssea, fazendo com que o sistema esquelético responda às forças mecânicas geradas pela tração muscular e atividade física.

Podemos ainda definir osteoblastos como células formadoras de tecido ósseo e os osteoclastos como células destruidoras do osso. Aparentemente a perda óssea ocorre quando os osteoclastos criam cavidades em excesso, e os osteoblastos falham no preenchimento das cavidades ou quando ambos ocorrem. Desta forma, os processos não se equilibram havendo, portanto, balanço negativo no processo de remodelação óssea (NUNES, 2001).

Um dos fatores mais importantes deste processo de remodelagem óssea se observa nas quantidades de Cálcio depositadas no organismo. Willmore e Costill (2001) relatam que O cálcio ingerido via alimentação é absorvido no intestino delgado o que faz aumentar a concentração deste íon onde é depositado rapidamente no tecido ósseo pelos osteoblastos (células responsáveis pela formação ou remodelagem óssea), e inversamente, quando a concentração encontra-se baixa, o cálcio nos ossos é reabsorvido, ou degradado pelos osteoclastos, que liberaram cálcio no sangue, por isso, durante a vida, os ossos estão em constante alteração.

Classificação dos tipos de osteoporose

Segundo Slipman e Whyte (2003) a osteoporose é dividida em localidade e categorias generalizadas e essas duas categorias estão classificadas como osteoporose primária e secundária.

A osteoporose primária ocorre em pacientes no qual a causa secundária não pode ser identificada, incluindo a osteoporose juvenil e a idiopática (causa desconhecida) do tipo I e II.

A osteoporose juvenil ocorre em crianças ou jovens adultos de ambos os sexos. Os indivíduos têm uma função gonodal normal, com idade normalmente entre 8 e 14 anos de idade. O fato marcante é uma intensa dor óssea seguindo de um trauma.

A osteoporose tipo I ocorre em mulheres entre 50 e 60 anos de idade, se observa pela fase acelerada de perda óssea, que ocorre primariamente pela parte trabecular, esponjosa ou reticular (tecido ósseo que se classifica pela sua alta porosidade, entre 30- 90%). Nessa fase, são comuns as fraturas de antebraços, na porção distal, e de vértebras lombares.

A osteoporose do tipo II (associada à idade ou senilidade) ocorre tanto em homens quanto em mulheres com mais que 70 anos de idade. Essa forma de osteoporose representa a perda óssea associada com a idade, às fraturas compreendem tanto a porção óssea cortical ou compacta (tecido ósseo que se classifica pela baixa porosidade, entre 5-30%) e a trabecular, com fraturas adicionais de punho, vértebras lombares e quadril.

A osteoporose secundária ocorre por uma subjacente doença, onde inclui: doenças metabólicas, doença do tecido conectivo, doença óssea, imobilização e uso de drogas. O histórico clínico nem sempre pode ser completamente revelador, como um paciente com doença metatástica pode desenvolver fraturas por compressão pela osteoporose secundária: pela quimioterapia, pela administração de esteróides, e pela terapia de radiação que podem debilitar o osso.

METODOLOGIA

Esta pesquisa foi realizada em forma de revisão de literatura, onde foram analisados artigos e livros que tratavam sobre o assunto “treinamento de força, musculação ou exercício resistido e osteoporose”. Artigos e livros que não continham estes descritores foram excluídos do componente da pesquisa. Após a análise das obras selecionadas, alguns pontos de destaque foram observados em relação ao treinamento resistido e foram utilizados como subtítulos do próximo tópico desta pesquisa.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Exercícios físicos e osteoporose

Os exercícios físicos dirigidos, principalmente os que tendem a ser praticados contra resistência (exercícios com pesos), tem se tornado fator fundamental em quase 95% dos casos de controle da osteoporose no país. Quando realizado adequadamente, beneficia o indivíduo mesmo que em fases tardias do processo osteoporático. O exercício voltado para o indivíduo com osteoporose visa o fortalecimento ósseo, bem como a melhora do sistema muscular que ajudará na metodologia de reestruturação do sistema locomotor.

Pinto e Chiapeta (1995) nos mostram que o treinamento de força muscular, em intensidade moderada a alta (até 80% da carga máxima do indivíduo), em três sessões semanais de trabalho, possui efeito significativo contra a perca de deposição óssea no organismo. Importante ressaltarmos que não apenas os exercícios resistidos têm parte integrante fundamental no controle da osteoporose.

Os exercícios aeróbios também podem ser utilizados para tais indivíduos, pois o simples fato de estarem atuando contra a ação da gravidade, na força exercida sobre o individuo no gestual da corrida, por exemplo, já auxilia na manutenção da densidade óssea, principalmente de membros inferiores.

Seria de fundamental importância que todos se conscientizassem sobre tal posicionamento, pois desta forma, conseguiriam chegar à terceira idade sem sofrer absurdamente com os problemas da deposição de cálcio no organismo, pois entre os 20 e 30 anos, tem-se o pico de massa óssea, sendo que a partir deste momento, fisiologicamente começarão as percas graduais e a aceleração na atividade osteoclástica (TRINDADES e RODRIGUES, 2007).

Abordagens na periodização do TR para a osteoporose

Quando a força é aplicada ao osso, ele curva-se ou é temporariamente deformado. A mensuração da tensão em relação à deformação óssea depende da magnitude e da direção da força, distância do ponto de aplicação da força à axis do arqueamento (braço de alavanca) e o momento da inércia do osso.

A regulação da força óssea é uma função das forças mecânicas ou sobrecargas em que os respectivos ossos do esqueleto são expostos (AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE, 1995)

Pelo que se pode notar, o treinamento de força com menor número de repetições (cerca de 8 a 10) e aproximadamente 80% do peso máximo possível para a realização da mesma resulta em melhorias mais consideráveis na densidade mineral do osso do que exercícios com pesos mais leves e com número mais elevado de repetições (FLECK, 2003; CUNHA et al, 2007).

No treinamento resistido para indivíduos com osteoporose, sugere-se que sejam feitos de 8 a 10 tipos de exercícios, uma série entre moderada e alta intensidade, e preferencialmente de duas a três vezes por semana, sendo que de 8 a 10 repetições para indivíduos mais novos e de 10 a 15 repetições para os indivíduos mais velhos. (DANTAS, 2003).

Todavia, existem ainda vários fatores a serem considerados quando se pensa em aumento de força e densidade óssea, como por exemplo, o fato de que o osso não responde à atividade física tão rápido quanto o músculo (FLORINDO, 2000).

Segundo Fleck (2003), o treinamento com pesos pode proceder em um aumento da força muscular em poucos meses ou até semanas, enquanto que as modificações na força e na densidade óssea exigem anos. Sendo assim, se o treino tiver o intuito de aumentar força e densidade óssea é recomendável que o mesmo seja realizado regularmente por um longo período (periodização do treinamento resistido).

Em estudo de Duque Filho e Ruffo (2013), observamos alguns relatos sobre o treinamento resistido sobre a perca da massa óssea.

Quadro 2 – Estudos sobre TR e perca de massa óssea.

Referência Tipo de estudo e tipo de pessoas Atividade praticada Resultados
OURIQUES & FERNANDES, 1997 50 (cinquenta) mulheres com idade média de 61 anos. Divididas em dois grupos: ativas (estudo) e sedentárias (controle), sendo 20 ativas e 30 sedentárias. Flexibilidade, força e equilíbrio, sessões de 3 a 4 vezes semanais com duração de 60 minutos cada a 75% da FCM. O grupo ativo apresentou uma maior DMO no colo do fêmur, na coluna e no triangulo de Wards, em relação ao grupo de sedentárias.
RODRIGUES & TRINDADES, 2007 2 (duas) mulheres com idade média 71 anos, portadoras de osteoporose Exercícios de resistência 3 vezes por semana. Uma das participantes treinou durante quatro meses e obteve melhora na DMO do fêmur e das vértebras lombares. A outra participante, durante dezesseis meses, obteve uma melhoria da DMO do fêmur e uma diminuição da DMO das vértebras lombares, isso devido aos resultados serem localizados.
BORBA-PINHEIRO e colaboradores, 2010 16 (dezesseis) mulheres portadoras de osteopenia e/ou osteoporose. Divididas em dois grupos, ativas (estudo) e sedentárias (controle), sendo 9 ativas e 7 sedentárias. Treinamento resistido, sessões de 3 vezes por semana (alternados), com duração de 60 minutos cada, durante 12 meses. O grupo ativo houve uma melhora significativa na DMO da lombar, do trocanter maior e do colo do fêmur, e o triangulo de Wards manteve-se estável. Já o grupo sedentário apresentou uma diminuição DMO nas mesmas variáveis, porém foram valores insignificantes.
SANTOS, MELO & MOSER, 2004 Questionário com 200 mulheres com idade média de 51 anos com coeficiente de variação de 11, 8% selecionadas aleatoriamente e a maioria apresentando DMO normal (52,5%), sendo essas 200 mulheres, praticantes ou não de atividades físicas na infância, na adolescência ou atualmente. Exercícios que possam influenciar na massa óssea. Esses praticados na infância, na adolescência e atualmente. Constatou-se que a perda de DMO nas não praticantes de AF foi significativamente maior do que nas que praticavam. Houve uma Probabilidade de 96% de que as mulheres que não praticaram atividade física, durante a infância e a adolescência, tenham tido maior perda óssea na menopausa do que aquelas que praticaram.
PRUITT, L. A. e colaboradores, 1992 apud OLIVEIRA (2011) Mulheres com média de idade de 54 anos. Exercícios de força, 3 vezes semanais (15 a 10 RM), durante 9 meses. Aumento na DMO da lombar, e diminuição no grupo de controle.
RYAN, A. S. e colaboradores, 1994 apud OLIVEIRA (2011) Homens e mulheres com idades entre 20 a 74 anos Treinamento resistido 3 vezes semanais com 12 a 15 RM, durante 24 semanas Aumento na DMO do colo femoral, trocanter maior e triângulo de Wards, e DMO total e da perna.
KEMMLER, W. e colaboradores, 2002 apud OLIVEIRA (2011) Mulheres com idade média entre 50 e 58 Treinamento de força 2 vezes semanais com 50 a 90% de 1 RM, incluído com exercícios de saltos nos intervalos. Aumento na DMO lombar de 1,3% no grupo de treino e diminuição na DMO lombar e femoral no grupo controle.

Fonte: Adaptado de Duque Filho e Ruffo (2013).

Alguns princípios do treinamento de força também devem ser considerados na avaliação e prescrição de qualquer atividade intensa ou de impacto para a osteoporose, como: (AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE, 1995).

Princípio da especificidade

O maior impacto da atividade deve ser no local onde a densidade mineral óssea será medida, como resposta à sobrecarga gerando um efeito localizado.

Princípio da sobrecarga

Para o efeito alterar a massa óssea, o estímulo do treinamento deve exceder a sobrecarga normal.

Princípio da reversibilidade

O efeito positivo de um programa de treinamento sobre o osso pode ser perdido se o programa for interrompido.

Princípio dos valores iniciais

Os indivíduos com baixos níveis de densidade mineral óssea têm maior capacidade para melhorar percentualmente os resultados, já aqueles indivíduos com valores médios ou acima da média para a massa óssea têm menor capacidade.

Princípio da reposta diminuída

Cada pessoa tem um limite individual biológico que determina a magnitude do efeito do treinamento. Quando este limite está próximo, os ganhos na massa óssea podem ser lentos e em alguns casos alcançar um platô.

Apontamentos sobre o TR para a osteoporose

Algumas posições devem ser observadas durante o trabalho com indivíduos osteoporáticos, a fim de maximizar o trabalho e minimizar o risco de acidentes ou até mesmo fraturas durante o processo de trabalho com nosso cliente:

– A atividade física com sustentação de pesos é fundamental para o desenvolvimento e manutenção de ossos fortes e sadios;

– É possível que ocorra o aumento de massa óssea durante o trabalho, porém o mais importante é a manutenção da massa óssea;

– Atividades centradas no aumento de força muscular também trazem benefícios para este tipo de individuo;

– O trabalho físico não substitui por completo o acompanhamento médico, devendo haver uma multidisciplinaridade para que o indivíduo reduza ao máximo a possibilidade de lesões e fraturas provenientes da osteoporose. De acordo com a literatura pesquisada, podemos delinear os seguintes parâmetros para o treinamento de força para indivíduos com osteoporose (Quadro 3)

Quadro 3 – Variáveis do TR para Osteoporose

CARGA(% DE 1 RM ou AVMDC) SÉRIES REPETIÇÕES EXERCÍCIOS POR SESSÃO INTERVALO Frequência semanal
40 a 85 2 a 5 8 a 15 8 a 10 45 a 90 seg. 2 a 5 vezes

 

CONCLUSÃO

De acordo com a literatura pesquisada, é notório que o treinamento resistido pode ser de importância fundamental para indivíduos com osteoporose. Após um planejamento, à médio prazo com o acompanhamento nas sessões de trabalho podemos citar alguns benefícios causados pelo exercício físico para indivíduos osteoporáticos: redução da perca de massa óssea; leve aumento na deposição de cálcio nos ossos; fortalecimento do sistema locomotor; leve redução dos problemas relacionados à menopausa nas mulheres; menor risco de fraturas provenientes da porosidade óssea; aumento da confiança e bem-estar do cliente.

REFERÊNCIAS

AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Posicionamento Oficial Osteoporose e Exercício, Vol. 27, 1995.

COHEN, T. Como enfrentar a osteoporose ou o enfraquecimento dos ossos. Ícone: São Paulo, 1988.

CUNHA, C. E. W. ; PONTES JUNIOR, F. L. ; BACURAU, R. F. P. et al. Os exercícios resistidos e a osteoporose em idosos. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, São Paulo, v.1, n.1, p.18-28, jan./fev. 2007.

DANTAS, E. H. M. Exercício, maturidade e qualidade de vida. Rio de Janeiro: Shape, 2003.

DUQUE FILHO,J.J; RUFFO, M.L.O. Benefícios da atividade física na terceira idade:  treinamento de força como prevenção da osteoporose. Lecturas Educacion Fisica y Deportes. Buenos Aires. Revista Digital. http://www.efdeportes.com/efd179/forca-como-prevencao-da-osteoporose.htm, Acesso em 17 de outubro de 2013.

FLECK, S. J. (tradução Denise Sales). Treinamento de força para fitness e saúde. São Paulo: Phorte, 2003.

FLORINDO, A. A. Atividade física habitual e densidade mineral óssea em homens adultos e idosos. 2000. 76 p. Monografia (Mestre em Epidemiologia). Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. São Paulo.

GHORAYEB, N.; BARROS, T. O exercício. Atheneu, 1999.

Slipman, C; Whyte, I.I.W. Osteoporosis (Secundary). 2003; <http://www. emedicine. com> Acesso em: 21 outubro de 2013.

MIGUEL, H. Academia: Conceitos básicos para jovens profissionais. Revinter: Rio de Janeiro, 2012.

PINTO, R.M.A; CHIAPETA, S.M.S. O cálcio, o estrógeno e a atividade física na intervenção da osteoporose em mulheres do climatério. Rev. Mineira de Educação Física. V.3. p.05-16, 1995.

RASO, V. et al. Exercício com pesos para pessoas idosas. Rev. Ativ. Fís. e Saúde. v.2, n.4, p.17-26, 1997.

TRINDADES, R. B.; RODRIGUES, G. M. Exercício de resistência muscular e osteoporose em idosos. Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte, v. 6, n. 3, 2007.

Wilmore, J.H.; Costill, D.L. Fisiologia do Esporte e do Exercício. 2 ed. Manole: São Paulo, 2001.

[1] Docente do departamento de educação física da UNIPINHAL (SP) e da FEUC (SP). Mestre em Engenharia Biomédica

Mestre em Engenharia Biomédica (2016) pela Universidade Camilo Castelo Branco (bolsista CAPES). Especialista em Treinamento Desportivo pela UniFMU/SP (2009). Graduado em Educação Física (licenciatura e bacharelado) pelo Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino de São João da Boa Vista - UniFAE (2007). Docente dos departamentos de educação física da FFCL - FEUC (São José do Rio Pardo - SP) e da UNIPINHAL (Espírito Santo do Pinhal - SP) . Colaborador/pesquisador do Grupo de Estudos e Pesquisas em Futebol e Futsal da USP (GEPEFFS-USP). Co-coordenador do Núcleo de Pesquisas em Educação Física e Esportes - NUPEFE/FEUC. Docente dos cursos de pós-graduação Lato Sensu ENAF/DSE. Autor de vários livros e artigos no ramo dos esportes, fitness, saúde e qualidade de vida. Tem como principais pontos de atuação o Treinamento Desportivo (Treinamento Personalizado, Treinamento Resistido e Funcional no exercício físico e nos desportos); a Fisiologia do Exercício (Adaptações neurofisiológicas ao treinamento, Recursos Ergogênicos e Esteroides Anabolizantes); Pedagogia do Treinamento dos Desportos Coletivos.

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