Pulseira hemostática Tr Band®: Vantagens do uso pós cateterismo radial e assistência de enfermagem

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DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/saude/pulseira-hemostatica
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ARTIGO DE REVISÃO

D’AMICO, Mariana Thayla de Souza [1], LIMA, Itamara Farias de [2], SILVA, Iana Virgínia Monteiro Da [3], ARAÚJO, Joyce Fernandes [4], MORAIS, Alceni [5]

D’AMICO, Mariana Thayla de Souza. Et al. Pulseira hemostática Tr Band®: Vantagens do uso pós cateterismo radial e assistência de enfermagem. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 10, Vol. 05, pp. 164-173. Outubro de 2019. ISSN: 2448-0959

RESUMO

Introdução: O cateterismo cardíaco é um procedimento invasivo, realizado para fins diagnósticos, intervencionistas e tratamento nas artérias coronárias. A utilização da artéria radial para realização deste procedimento tem sido cada vez mais estudada como primeira opção de utilização. Seu custo comparado à outras vias, concomitantemente aos curativos utilizados demonstram valores mais acessíveis com a utilização da arterial radial e da pulseira hemostática TR Band®. Objetivo: Identificar na literatura os benefícios da utilização da pulseira hemostática na via radia e a assistência de enfermagem. Método: Trata-se de um estudo realizado através de revisão bibliográfica. Foram incluídos artigos publicados no período compreendido entre 2010 e 2019 nos idiomas português, russo e inglês. A busca foi realizada nas seguintes bases de dados: Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Banca Virtual de Saúde (BVS) e nos seguintes periódicos eletrônicos: Scientific Electronic Library On Line (SCIELO). Salienta-se que as palavras-chave utilizadas foram baseadas nos descritores: Hemostasia/ Hemostasis/ Hemostasis; Terapêutica/ Terapéutica/ Therapeutics; Cateterismo/ Cateterismo/ Catheterization; Artéria radial/ Arteria radial/ Radial Artery; Conforto do paciente/ Comodidad del Paciente/ Patient Comfort. Resultados: Foram analisados cinco artigos relacionados à temática, das bases de dados LILCAS, BVS e SciElo, entre os anos de 2010 e 2019. Constatou-se que a utilização da pulseira compressiva TR Band® vem sendo cada vez mais utilizada para o curativo de cateterismo cardíacos pela via radial. Conclusão: É uma forma de curativo eficaz e cada vez mais implantadas por protocolos com a finalidade de manter a hemostasia após o procedimento realizado na artéria radial.

Palavras-chave: Hemostasia, terapêutica, cateterismo, artéria radial, conforto do paciente.

1. INTRODUÇÃO

O cateterismo cardíaco é um procedimento invasivo que combina a avaliação hemodinâmica e angiográfica de diferentes estruturas cardíacas com vista ao diagnóstico e/ou a intervenção de patologias do sistema cardiovascular.1

A utilização da artéria radial para procedimento coronário invasivo (ICP) é de grande interesse por delimitar inúmeras vantagens, entre elas estão o conforto do paciente após o procedimento, retorno mais rápido em suas atividades, diminuição do período de internação e gastos hospitalares, e diminuição nos índices de intercorrências no local da punção em comparação com a artéria femoral, reduzindo o risco de hemorragia, morte e morbimortalidade.2

Diversos estudos na literatura atual apresentam diversas formas de hemostasias realizada através de diferentes tipos de curativos. O curativo compressivo realizado apenas de gaze e micropore é ainda um dos meios mais utilizados para realização da hemostasia pós ICP, entretanto, constatamos seu índice em termos, elevados, referente à obstrução de artéria radial (OAR) em relação à pulseira hemostática TR Band®.3

Por sua vez, a utilização da pulseira hemostática TR Band® vêm sendo adotada pelas instituições por meio de protocolos que visam garantir um melhor resultado hemostático, maior conforto ao paciente, melhor maneira de manuseio e melhor visibilidade de possíveis sinais flogísticos em comparação do curativo compressivo simples.4

Alguns autores contrapõem estas afirmações em sentenças negativas referente à utilização da pulseira em comparação ao curativo simples, destacando o preço da pulseira bem como, maiores índices de hematomas de grau I e II, OAR, espasmos, hemorragias leves e pseudo-aneurismas.5

As patologias mais observadas são aquelas que necessitam intervenções coronarianas por vias arteriais, dentre elas, o procedimento coronário de maior incidência é o cateterismo cardíaco. O objetivo deste estudo foi determinar os benefícios da utilização da pulseira hemostática TR Band®, visando a obtenção da hemostasia em pacientes submetidos a ICP em acesso transradial (TRA). Durante o levantamento dos estudos, foram encontrados prós e contras em relação a utilização da pulseira hemostática, e destacando os aspectos em relação ao uso da pulseira hemostática, seus benefícios e a assistência de enfermagem ao final da ICP. Após analisar a fundo, tendo em vista a comparação com outros curativos usuais, a utilização da TR Band® sobressai em grandes pontos como prevenção de OAR, melhor manuseio e menos demanda ao profissional de enfermagem.6

2. OBJETIVO

Identificar na literatura os benefícios da utilização da TR Band® na via radial e assistência de enfermagem.

3. MÉTODO

3.1 TIPO DE ESTUDO

Tratou-se de um estudo realizado por meio de revisão bibliográfica, método que diz respeito ao levantamento da literatura de relevância, já publicada em revista, publicação avulsa e imprensa escrita sobre o tema em questão, que serve para embasar a investigação referente ao estudo proposto. Foi realizado um levantamento bibliográfico de artigos sobre vantagens do uso da pulseira hemostática TR Band® pós cateterismo radial e assistência de enfermagem publicados nos idiomas português, espanhol e inglês. Foram incluídos artigos publicados no período compreendido entre 2010 e 2019 nos idiomas português e inglês. A busca foi realizada nas seguintes bases de dados: Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Banca Virtual de Saúde (BVS), e National Library of Medicine, USA (MEDLINE) e nos seguintes periódicos eletrônicos: Scientific Electronic Library On Line (SCIELO).

Salienta-se que as palavras-chave utilizadas foram baseadas nos Descritores em Ciências da Saúde (DECS).

Relacionados à temática proposta, foram levantados 8 artigos que discutem sobre a utilização da pulseira hemostática TR BAND® e a assistência de enfermagem. A relação dos achados bibliográficos para este estudo se encontra no Quadro 1.

Quadro 1. Bibliografias potencias acerca do tema: “Pulseira hemostática TR BAND®: vantagens do uso pós cateterismo radial e assistência de enfermagem”.

Autores Ano Título Base de dados/Revista
Erlley Raquel Aragão Nobrega1 2016 Hemostasia da artéria radial pós cateterismo cardíaco: comparação randomizada do tempo de compressão e avaliação das complicações vasculares https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/18942
Dall’Orto CC, et al.2 2010 Angioplastia Coronária nas Indicações Off-Label: Comparação das Vias Radial vs. Femoral LILACS/BVS
S. Assif Neto et al.3 2015 Comparação do curativo compressivo vs. Pulseira hemostática após cateterização por via radial. BVS
Santos SM4 2018 Two Hemostasis Methods After Transradial Cathetherization: THAMATIC- protocol for a randomized clinical trial SciELO
Jonathan S. Roberts5 2017 Comparison of Hemostasis Times With a Kaolin-Based Hemostatic Pad (QuickKlot Radial) vs Mechanical Compression (TR Band) Following Transradial Access: A Pilot Prospective Study BVS
Barbosa et al.6 2014 Utilização de Pulseira Compressora Seletiva na Prevenção da Oclusão da Artéria Radial Após Procedimento Coronário Invasivo SciELO
Córdova ESM7 2018 Incidência de complicações hemorrágicas com o uso da pulseira de compressão radia: estudo de coorte BVS/SciELO
Andrade et al.8 2011 Validação do protocolo para obtenção de compressão radial TR Band® após intervenção coronária percutânea SciELO

Fonte: autoria própria.2019

4. DISCUSSÃO

Os pacientes diagnosticados com Síndrome Coronariana Aguda submetidos a realização do cateterismo, ao receber a notícia do procedimento muitas vezes têm uma reação emocional de medo, ansiedade e insegurança, sendo estes fatores que podem interferir no processo. Assim torna-se importante destacar o quanto a tecnologia tem contribuído para a segurança e conforto do paciente. Este estudo revelou as vantagens do uso da pulseira compressora e a partir de 8 artigos examinados, evidenciou-se uma distribuição de artigos. Em relação às temáticas, os manuscritos abordavam principalmente as vantagens e comparações da pulseira compressora em relação a outro tipo de curativo e em relação à abordagem metodológica, observou-se a predominância de pesquisas qualitativas, do tipo descritivo, incluindo os estudos documentais.7

A pulseira de compressão radial TR Band® foi desenvolvida pela Terumo Medical, de fácil manuseio e higienização, e possibilita a sua reutilização, uma vantagem na redução de custos hospitalares, quando comparada a outras técnicas compressivas repercutindo em qualidade e segurança assistencial.7

Ainda que o valor das pulseiras de compressão varie de acordo com o fabricante e conforme acordo de venda com os diferentes hospitais, em nossa realidade estes dispositivos custam 20 vezes mais que o curativo manual com gaze (R$ 50,00 vs. R$ 2,50). Porém, com o uso da pulseira, o paciente reduz a quantidade de dias que ficaria em uma unidade de internação, assim, diminuindo gastos maiores futuramente.3

De acordo com o presente estudo notou-se que a pulseira hemostática era mais usada em pacientes entre 57 anos de idade, sexo masculino e utilizava menos medicações adjuntas com a pulseira hemostática em relação ao curativo compressivo com gaze.3

Os pacientes permaneceram por 4 horas com a pulseira para compressão, tempo recomendado pelo fabricante. A partir da terceira hora, iniciou-se a desinflação do balão, mantendo-o conectado à seringa e controlando o êmbolo com o polegar, observando o sítio de punção. Pelo fato de o material da pulseira ser transparente, era possível a visualização a cada hora o local da punção. Uma vez que a hemostasia foi alcançada após a quarta hora, era retirada a pulseira, e os pacientes eram liberados para casa.7

Uma das complicações vasculares locais pós ICP é a OAR, sendo esta particularmente prevalece e possivelmente ocorre até 10% dos procedimentos radiológicos.4

Através de testes realizados conclui-se que a pulseira reduz o risco de OAR, possibilitando reutilização da via.5

Santos SM afirma que em um ECR que comparou dois dispositivos diferentes para compressão da artéria radial, o dispositivo TR Band™ foi superior ao dispositivo Radistop™ em termos de conforto: 77% dos pacientes do grupo TR Band™ se sentiram confortáveis durante a compressão versus 61% daqueles alocados no Radistop™. 4

Em escala crescente, vários hospitais estão implantando protocolos afim de padronizar o manejo do dispositivo e minimizar erros.8

Para garantir a assistência de enfermagem ao paciente que utiliza a TR Band® para obtenção da hemostasia com sucesso, deve-se seguir alguns cuidados específicos. O enfermeiro que atua no setor de hemodinâmica afim de prestar a assistência de enfermagem no procedimento de cateterismo, tem um protocolo a seguir, sendo ele estabelecido pelo próprio fabricante da TR Band®.

Diante desses cuidados estabelecidos, foi elaborado um BUNDLE, onde auxiliará os profissionais que prestam cuidados ao paciente em utilização da pulseira hemostática TR Band®.

Figura 1. Cuidados de enfermagem com a pulseira hemostática TR Band®.

Fonte: autoria própria.2019

Inicialmente, é preciso realizar o teste de Allen para avaliar a patência da artéria radial e em seguida é realizado a antissepsia e preparo do local para a punção. Em seguida, é testado o balão do dispositivo injetando ar e mergulhando em SF 0,9% para observar possíveis perfurações. Feito isto, deve-se esvaziar o balão e secar o dispositivo, deixando-o preparado. Após o procedimento médico de ICP, será removido o introdutor arterial cerca de 2 cm e posicionado o dispositivo com a marcação no orifício da punção para melhor visualização de possíveis sangramentos. O balão deve ser insuflado com 15 ml de ar com sua seringa própria, podendos ser acrescentado um volume adicional não ultrapassando de 18 ml caso o volume inicial seja deficiente. O processo de desinflação do balão inicia-se lentamente após 1 hora e 30 minutos do procedimento, sendo retirado de 3 a 5 ml de ar a cada 30 minutos ou a cada 1 hora, variando de acordo com o paciente e/ou procedimento. Este processo deve ser gradual, pois se ocorrer um sangramento excessivo poderá existir uma dificuldade na visualização pela sujidade presente. Após o esvaziamento total do balão, deve-se confirmar se existe sinais de sangramento e ocluir o orifício com curativo. Salienta-se que a todo momento deve-se avaliar além dos sinais de sangramento, possíveis complicações como hematomas e pseudoaneurismas, caso apresente hematoma, deve-se delimitar o local, para avaliar se há crescimento de hematoma e realizar compressa fria por 30 minutos.8

5. CONCLUSÃO

Durante a pesquisa, foram encontrados 13 artigos relacionados ao tema proposto e utilizados 8 artigos sobre as vantagens e desvantagens do uso da pulseira hemostática TR Band® e a assistência de enfermagem frente ao seu manejo. Por tratar-se de um dispositivo novo e recente no mercado e de uma fabricação importada, o número de artigos na língua portuguesa foi escasso referente a temática.

No que se refere à pulseira hemostática TR Band®, alguns artigos foram encontrados, em suma na língua inglesa, um na língua russa e poucos na língua portuguesa.

Portanto, quanto aos dados de revisão coletados, concluímos que o uso da pulseira hemostática TR Band® é um dispositivo seguro e eficaz na hemostasia pós-cateterismo radial, levando em conta sua praticidade, tecnologia, conforto e segurança ao paciente.

6. REFERÊNCIA

1 Andrade MVA de et al. Validação de protocolo para obtenção de hemostasia com dispositivo de compressão radial TR BandTM após intervenção coronária percutânea. Rev. Bras. Cardiol. Invasiva [online]. 2011, vol.19, n.2, pp.184-188. ISSN 2179-8397.  http://dx.doi.org/10.1590/S2179-83972011000200014.

2. Barbosa RA et al. Utilização de Pulseira Compressora Seletiva na Prevenção da Oclusão da Artéria Radial Após Procedimento Coronário Invasivo. Rev. Bras. Cardiol. Invasiva [online]. 2014, vol.22, n.2, pp.115-119. ISSN 2179-8397.  http://dx.doi.org/10.1590/0104-1843000000020.

3. Cordova ESM et al. Incidência de complicações hemorrágicas com o uso de pulseira de compressão radial: estudo de coorte. Rev. esc. enferm. USP [online]. 2018, vol.52, e03410.  Epub Dec 10, 2018. ISSN 0080-6234.  http://dx.doi.org/10.1590/s1980-220×2017041003410.

4. Dall’Orto CC et al. Angioplastia coronária nas indicações off-label : comparação das vias radial vs. femoral . Rev. Bras. Cardiol. Invasiva [online]. 2010, vol.18, n.2, pp.177-184. ISSN 2179-8397. http://dx.doi.org/10.1590/S2179-83972010000200012.

5. Deulingh JH et al. A randomised controlled study of standard versus accelerated deflation of the Terumo radial band haemostasis decive after transradial diagnostic cardiac catheterisstion. European Journal of Cardiovascular Nursing , 2017, 16 (4), 344-351. https://doi.org/10.1177/1474515116672123.

6. Nóbrega ERA. Hemostasia da artéria radial pós cateterismo cardíaco: comparação randomizada do tempo de compressão e avaliação das complicações vasculares. DISSERTAÇÃO-Raquel-2016-Biblioteca-05-07-2016(1).pdf. https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/18942.

7. Roberts JS; Nju J; Pastor-Cervantes JA. Comparison of Hemostasis Times With a Kaolin-Based Hemostatic Pad (QuikClot Radial) vs Mechanical Compression (TR Band) Following Transradial Access: A Pilot Prospective Study. J Invasive Cardiol, 2017, 29(10), 328-334.

8. Neto SA; Freitas JO; Berti SL; Jr JRC; Zbeid JAL. Comparação do curativo compressivo vs. Pulseira hemostática após cateterização por via radial. Rev. Bras. Cardiol. Invasiva [online]. 2015, vol 23, e 4, pp 271-275. https://doi.org/10.1016/j.rbci.2017.01.001.

9. Santos SM; Rabelo-Silva ER; Aliti GB; Romero PS; Corrêa CL; Valle FH et al. Two HEmostasis Methods After TransradIal Catheterization: THEMATIC – protocol for a randomized clinical trial. Rev. Gaúcha Enferm.  [Internet]. 2018 [cited 2019 Sep 19]; 39: e2017-0257. Available from: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983-14472018000100433&lng=en.  Epub Aug 02, 2018.  http://dx.doi.org/10.1590/1983-1447.2018.2017-0257.

10. Pancholy SB, Patel TM. Effect of duration of hemostatic compression on radial artery occlusion after transradial access. Catheter Cardiovasc Interv. 2012;79:78-81.

11. Dai N; Xu DC; Hou L; Peng WH; Wei YD; Xu YW. (2014). A Comparison of 2 Devices for Radial Artery Hemostasis After Transradial Coronary Intervention. The Journal of cardiovascular nursing. 30. 10.1097/JCN.0000000000000115.

12. Ognerubov DV; Provatorov SI; Tereshchenko AS; Romasov IV; Pogorelova OA; Tripoten MI; Balakhonova TV; Merkulov EV; Samko AN. Rate of Complications at Early Removal of Compression Bandage After Transdarial Coronary Angiography. Cardiology. 2019; 59 (1): 79-83. https://doi.org/10.18087/cardio.2019.1.10218.

13. Rathore, S; Stables, RH; Pauriah, M et al. A Randomized Comparison of TR Band and Radistop Hemostatic Compression Decives After Transradial Coronary Intervention. Cateter Cardiovasc Interv 2010; 76: 660-7. [ PubMed ] [ Google Acadêmico ]

[1] Discente da graduação de Enfermagem da Universidade Anhembi Morumbi (UAM).

[2] Discente da graduação de Enfermagem da Universidade Anhembi Morumbi (UAM).

[3] Discente da graduação de Enfermagem da Universidade Anhembi Morumbi (UAM).

[4] Discente da graduação de Enfermagem da Universidade Anhembi Morumbi (UAM).

[5] Mestre em ciências da saúde pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Docente do curso de graduação pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM) e pós-graduação pela Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein.

Enviado: Outubro, 2019.

Aprovado: Outubro, 2019.

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