Protocolo de segurança do paciente na Unidade de Terapia Intensiva: a importância da equipe de enfermagem

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CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

REIS, Camila Érica Pires Monteiro dos [1]

REIS, Camila Érica Pires Monteiro dos. Protocolo de segurança do paciente na Unidade de Terapia Intensiva: a importância da equipe de enfermagem. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 03, Vol. 09, pp. 104-113 . Março de 2019. ISSN: 2448-0959.

RESUMO

A assistência de enfermagem na segurança do paciente na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) tem como foco enfatizar a temática da visão do enfermeiro, sobre os cuidados e as necessidades do paciente, principalmente quanto a melhoria do processo na qualidade do cuidado. A prática do enfermeiro consiste em facilitar o processo de cuidar levantando o seu papel ao paciente, objetivando dar apoio e transmitir tranquilidade e segurança tanto para quem é cuidado quanto para a família. O trabalho em prol da segurança do paciente deve visar, principalmente, os eventos adversos e as possíveis causas para que não ocorram. Devem se atentar para que, caso ocorram, sejam notificados e tratados pontualmente. O objetivo deste estudo é obter, através de evidências científicas baseadas na literatura, as implicações da enfermagem na utilização do protocolo de segurança do paciente na Unidade de Terapia Intensiva. A metodologia deste trabalho consiste na revisão bibliográfica de artigos localizados em bases de dados online com as temáticas que envolvem a equipe de enfermagem e o protocolo de segurança do paciente na UTI. Assim, o trabalho engloba o cuidado e a qualidade de segurança ao paciente na UTI pela equipe de enfermagem.

Palavras-chave: Segurança do paciente, unidade de terapia intensiva, cuidados de enfermagem.

INTRODUÇÃO

Segundo estudos Nunes (2017), os dados históricos referenciam a Florence Nightingale os primeiros passos na qualidade em saúde. Já se havia, no século 19, a necessidade de se analisar como funcionavam as atividades hospitalares a fim de propor melhorias.

Para Tase et al. (2013), a preocupação com práticas seguras para os pacientes começou a ser relatados nos anos de 1990, com a publicação de o livro Errar é Humano, que apresenta um relatório sobre os números alarmantes de erros e eventos adversos (EAs) em saúde. Desde então, diversas organizações mundiais assumiram a responsabilidade na busca de evoluir, positivamente, na questão da Segurança do Paciente.

De acordo com a portaria nº 529, do Ministério da Saúde (2013), no ano de 2004, a Organização Mundial de Saúde (OMS) criou o projeto Aliança Mundial para a segurança do paciente, cujo objetivo principal foi prevenir danos aos pacientes. As metas internacionais de Seguranças do Paciente são:

      • Identificar o paciente corretamente;
      • Melhorar a eficácia na comunicação;
      • Melhorar a segurança para medicamentos de alto risco;
      • Eliminar procedimentos errados, no paciente errado;
      • Reduzir o risco de infecções hospitalares;
      • Reduzir o risco de lesão do paciente resultante de quedas.

A segurança do paciente, segundo Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), resolução RDC nº 36, que institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde e dá outras providências (2013), é definida como redução, ao mínimo aceitável, do risco de dano desnecessário associado à atenção à saúde. É um componente importante na prestação de assistência com qualidade. Pode ser objetivada por meio de três ações complementares, que são: evitar a ocorrência dos eventos adversos, prevenir e melhorar seus efeitos com intervenções eficazes.

A ANVISA (2004) classificou evento adverso como um incidente que resulta em danos à saúde, causando possíveis comprometimentos do corpo e/ou qualquer efeito posterior, incluindo doenças, lesão, sofrimento, morte, incapacidade ou disfunção, podendo, assim, ser físico, social ou psicológico.

Para Guarilha et al. (2013), os riscos de EAs na assistência ao paciente existem em diferentes ambientes hospitalares, dentre esses diferentes ambientes, destaca- se a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) que, por suas características próprias, é considerada um cenário assistencial de alto risco, pois envolve altas tecnologias, exige um cuidar intenso, que deve ser prestado de forma ágil, onde são realizados vários procedimentos diariamente e há uma produção intensa de informações. O paciente é assistido por vários profissionais em saúde que, em condições de gravidade dos pacientes, trabalha sob um forte estresse, pois lidam diretamente com situações de vida ou morte.

No contexto da UTI, um estudo epidemiológico facilita e assegura a ação da equipe da qualidade em segurança do paciente do levantamento de informações dos pacientes que servirão de base para estudos e comparações científicas. O embasamento teórico, prático e científico permite comparações com outras unidades semelhantes, melhorando o cuidado com o paciente através da busca contínua da qualidade na atenção à saúde.

Para França, Albuquerque e Santos (2013), a implantação de recursos tecnológicos para a melhoria da qualidade da assistência é tão importante quanto o conhecimento dos dados epidemiológicos dos pacientes que se internados. Saber mais sobre a doença e os tratamentos associados ajudam a traçar o cuidado específico e reduzir possíveis complicações e aumentar a qualidade e a segurança ao paciente.

Oliveira et al. (2014), em uma análise de fatores relacionados a EAs em pacientes em UTI, destaca-se o papel da enfermagem, uma vez que este é o local em que há maior demanda para as atividades dos enfermeiros e há exigência de ações rápidas e de observação continuada por parte desses profissionais.

Segundo Zago Novaretti et al. (2014), a equipe de enfermagem é a que mais interage com o paciente, devido inúmeras atribuições exercidas, o mesmo presta assistência contínua e com isso, existe uma preocupação em relação à qualidade na assistência prestada.

Diante do exposto, qual a evidência científica a respeito da enfermagem e sua influência na utilização do protocolo de segurança do paciente na Unidade de Terapia Intensiva?

METODOLOGIA

O método utilizado foi de revisão da literatura, através de artigos científicos. O estudo do tema proposto discorreu sobre o papel da equipe de enfermagem frente ao protocolo de segurança do paciente na Unidade de Terapia Intensiva.

Conforme Gil (2006), a revisão da literatura deve esclarecer os pressupostos teóricos que dão fundamentação à pesquisa e as contribuições proporcionadas por investigações anteriores. Essa revisão, além deter sido constituída por referências e sínteses dos estudos feitos, foi também discutida a crítica do estado atual da questão.

A revisão da literatura ilumina o problema com a discussão de novos enfoques, dados, informações, esclarecendo melhor a matéria em exame, e, segundo Lubisco e Vieira (2008), são os suportes teóricos que sustentam o problema.

As bases de dados utilizadas foram de meio eletrônico, sendo as seguintes: SciELO (Biblioteca Científica Eletrônica em Linha), LILACS (Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde), com a temática que envolve o enfermeiro e o protocolo de segurança do paciente na UTI.

Entraram nos critérios de inclusão os termos para pesquisa que integram o tema deste trabalho: enfermeiro, Unidade de Terapia Intensiva e protocolo de segurança do paciente. E, nos critérios de exclusão, encontram-se os artigos internacionais e aqueles que não estão diretamente relacionados à UTI, ou não disponibilizados online na íntegra.

A busca pelos periódicos nacionais foi feita a partir dos periódicos de enfermagem disponíveis online com os descritores: enfermagem; assistência; UTI; segurança do paciente.

Os artigos foram identificados por meio de busca ativa nos volumes e números dos periódicos disponíveis online incluídos no estudo, selecionando-se somente aqueles que, na leitura prévia dos títulos e dos resumos indicaram abordagem sobre enfermagem em cuidados paliativos pediátricos baseados na prática profissional ou em pesquisas.

Os artigos foram separados por ano de publicação, submetidos a uma leitura cuidadosa e registrados em um instrumento que contém itens como ano e local da publicação, natureza do artigo, descritores utilizados, conteúdo específico do artigo.

RESULTADOS E DISCUSSÕES

Foram encontrados 23 artigos, e foi realizada leitura exploratória dos mesmos, sendo que destes 13 artigos foram excluídos por caracterizarem fuga ao tema. Para a presente pesquisa serão usados 10 artigos, entre 2013 a 2017, conforme descritos na tabela abaixo:

Tabela 1 – Artigos estudados entre os anos de 2013 a 2017.

TÍTULO AUTOR ASSUNTO PRINCIPAL ANO
Comunicação no contexto hospitalar como estratégia para a segurança do paciente: revisão integrativa. Juliana Barbosa Guarilha et al. Discutir a comunicação como estratégia para a segurança do paciente. 2013
Estratégias para promover segurança do paciente: da identificação dos riscos às práticas baseadas em evidências. Roberta Meneses Oliveira et al. Identificar estratégias para promover a segurança do paciente na perspectiva de enfermeiros assistenciais. 2014
Avaliação do sistema informatizado de indicadores de qualidade em enfermagem para UTI. Camila Santos Pires Lima et al. O monitoramento de indicadores torna-se fundamental para a análise do cuidado ao paciente. 2014
Sobrecarga de trabalho da Enfermagem e eventos adversos em pacientes internados em UTI. Marcia Cristina Zago Novaretti et al. Sobrecarga de trabalho da Enfermagem na ocorrência de incidentes sem lesão e eventos adversos na UTI. 2014
Identificação do paciente nas organizações de saúde: uma reflexão emergente. Terezinha Hideco Tase et al. Destacar o processo de identificação do paciente por meio de pulseiras nas instituições hospitalares. 2013
Perfil epidemiológico da unidade de terapia intensiva de um Hospital Universitário. Caroline Dourado Marques França et al. Traçar o perfil epidemiológico da Unidade de Terapia Intensiva Adulta. 2016
Cultura de segurança do paciente em unidade de terapia intensiva: perspectiva da equipe de enfermagem. Janeide Freitas Mello e Sayonara Fátima Faria Barbosa. Identificar as dimensões da cultura de segurança do paciente na perspectiva dos profissionais de enfermagem na UTI. 2017
Identificação precoce da SEPSE em unidade de terapia intensiva. Diana Fonseca Noronha et al. Descrever o papel da enfermagem na identificação precoce dos sinais de sepse na UTI. 2016
Contribuições da equipe de saúde visando à promoção da segurança do paciente no cuidado intensivo. Ana Paula Minuzzi et al. Profissionais de saúde de uma Unidade de Terapia Intensiva para a melhoria da segurança do paciente. 2016
Identificação do paciente por pulseira eletrônica numa unidade de terapia intensiva geral adulta Mirian Carla de Souza Macedo et al. Caracterizar os registos realizados pelos profissionais de enfermagem quanto à localização, integridade e legibilidade. 2017

Fonte: REIS, Camila Érica Pires Monteiro (2018)

Foi realizada leitura analítica dos artigos selecionados que possibilitou a organização dos assuntos e a sintetização destas que visou à fixação das ideias essenciais para a solução do problema da pesquisa. Para operacionalizar a pesquisa os achados serão discutidos em categorias.

A Resolução nº 358/2009, do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), considera o processo de enfermagem um instrumento de metodologia que deve ser implantado e executado a fim de exercer o cuidado integral ao paciente, implementando as cinco etapas (histórico, diagnóstico, planejamento, implementação e avaliação de enfermagem) para que a prática profissional seja eficaz.

Segundo Novaretti et al. (2014), quando se fala em unidade de terapia intensiva abre-se um leque de equipes multiprofissionais envolvidas. O ambiente hospitalar, onde o paciente é considerado grave, apresenta características que tornam mais susceptível a erros durante a internação.

Oliveira et al. (2014), expõe que a falta de comunicação ou de aplicação na prática ocorre por aumentar os índices de insegurança durante o cuidado, o que pode estar interligado a angústia e o estresse nos profissionais, comprometendo a segurança do paciente. Estes problemas comportamentais podem, também, estarem relacionados ao excesso da carga horária.

Para Minuzzi et al. (2016), as falhas e os eventos adversos que acometem o paciente crítico e semicrítico podem causar consequências severas, levando inclusive a morte. Quando falamos em falhas, podemos envolver e descrever todos os processos:

      • Humanos: está ligada diretamente a segurança do paciente e sua concentração deve estar voltada inteiramente para ele. O que muitas vezes ocorre são as distrações durante os procedimentos. Seja por conversas paralelas ou um número insuficiente de equipe. Os estudos comprovam que o maior índice de eventos adversos está relacionado a medicação errada;
      • Tecnológicos: a má verificação do funcionamento de aparelhos que serão utilizados e ou a falta de manutenção dos mesmos leva a uma insegurança e ineficiência de todo um processo;
      • Recursos materiais: ter produtos de qualidade inferior ou ter uma gestão de gastos ineficientes, onde se faltam materiais imprescindíveis, é um grande fator de risco ao paciente.

Para Noronha et al. (2016), não existe garantia da total segurança no ambiente hospitalar. Apesar dos diversos estudos evidenciarem, cada vez mais, protocolos bem estruturados, equipes multiprofissionais capacitadas e humanizadas, a efetividade não têm sido satisfatória. Um exemplo clássico e corriqueiro são as infecções e lesões por pressão, sendo consideradas nos dias atuais uma das causas de complicações mais significativas.

Segundo Macedo et al. (2017), para que se obtenha sucesso relacionado ao paciente, a assistência deve ser prestada de maneira integral e individualizada em todos os momentos, propiciando ao paciente uma recuperação eficaz. A qualidade e a segurança do paciente são de responsabilidade de todos os profissionais envolvidos, com um papel fundamental na prevenção dos eventos adversos.

Mello e Barbosa (2017) ressaltam em seus estudos que a equipe de enfermagem precisa estar atenta no cuidado desde sua entrada no hospital até a sua saída da instituição. O processo de humanização dentro do cuidado é um forte aliado na qualidade e segurança da saúde do paciente. Conscientizar os profissionais para que as mudanças positivas ocorram, principalmente na interação entre profissionais é melhor caminho para alcançar êxito no processo.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O presente estudo ressalta a importância dos profissionais de enfermagem na humanização da assistência ao paciente na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), deixando de ser um trabalho totalmente técnico e repetitivo e envolvendo particularidades únicas de cada paciente, observando as atitudes, comportamentos, valores e ética moral e profissional, a fim de traçar um projeto terapêutico característico a cada um.

O trabalho em prol da segurança do paciente deve visar, principalmente, os eventos adversos e as possíveis causas para que não ocorram. Devem se atentar para que, caso ocorram, sejam notificados e tratados pontualmente.

A atuação hospitalar do enfermeiro focado na segurança do paciente tem por objetivo enfatizar a temática da visão do enfermeiro, sobre os cuidados e as necessidades de cada um, principalmente quanto a melhoria da qualidade no processo intensivista.

A forma de comunicação e as abordagens terapêuticas dão um suporte indispensável ao cuidado, uma vez que a equipe de enfermagem é a que possui maior convivência com paciente e sua família.

A implementação da educação continuada para os profissionais é de grande valia. A qualificação profissional deve ser contínua para que a equipe consiga alcançar seus objetivos.

O presente estudo possibilitou observar o quão importante é a contribuição da equipe de enfermagem na segurança do paciente na UTI e o quanto sua atuação pode ajudar na promoção da qualidade de vida dos mesmos através de um trabalho humanizado e contínuo.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução – RDC nº 36, de 25 de julho de 2013. Institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde e dá outras providências. Brasília: Anvisa; 2013. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2013/rdc0036_25_07_2013.html>. Acesso em 19 jan 2018.

BRASIL. Ministério da saúde. Portaria nº 529, de 1º de abril de 2013. Institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). Diário Oficial da União, 2 abr 2013. Disponível: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/prt0529_01_04_2013.html>. Acesso em 19 jan 2018.

Conselho Federal de Enfermagem (COFEN). Resolução n. 358/2009. Dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem, e dá outras providências. Brasília: COFEN; 2009.

FRANÇA, Caroline Dourado Marques; DE ALBUQUERQUE, Pablo Ribeiro; DA COSTA SANTOS, Andréa Carla Brandão. Perfil epidemiológico da unidade de terapia intensiva de um Hospital Universitário. Revista InterScientia, v. 1, n. 2, 2016. Disponível em: <https://periodicos.unipe.br/index.php/interscientia/article/view/37>. Acesso em 15 jan 2018.

GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2006.

GUARILHA, Juliana Barbosa et al. Comunicação no contexto hospitalar como estratégia para a segurança do paciente: revisão integrativa. Revista Rede de Cuidados em Saúde, v. 7, n. 1, 2013. Disponível em: <http://publicacoes.unigranrio.com.br/index.php/rcs/article/view/1901>. Acesso em 15 jan 2018.

LIMA, Camila Santos Pires et al. Avaliação do sistema informatizado de indicadores de qualidade em enfermagem para unidade de terapia intensiva. 2014. Disponível em: <https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/134916>. Acesso em 15 jan 2018.

MACEDO, Mirian Carla de Souza et al. Identificação do paciente por pulseira eletrónica numa unidade de terapia intensiva geral adulta. Revista de Enfermagem Referência, n. 13, p. 63, 2017. Disponível em: <https://search.proquest.com/openview/241168650cd3860fa40cab45b2e9715e/1?pq-origsite=gscholar&cbl=2036194>. Acesso em 15 jan 2018.

MELLO, Janeide Freitas; BARBOSA, Sayonara Fátima Faria. Cultura de segurança do paciente em unidade de terapia intensiva: perspectiva da equipe de enfermagem. Revista Eletrônica de Enfermagem, v. 19, 2017. Disponível em: <https://www.revistas.ufg.br/fen/article/view/38760>. Acesso em 02 fev 2018.

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TASE, Terezinha Hideco et al. Identificação do paciente nas organizações de saúde: uma reflexão emergente. Rev. Gaúcha Enferm.,  Porto Alegre,  v. 34, n. 3, p. 196-200, 2013. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983-14472013000300025&lng=en&nrm=iso>. Acesso em 28 jan 2018.

ZAGO NOVARETTI, Marcia Cristina et al. Sobrecarga de trabalho da Enfermagem e incidentes e eventos adversos em pacientes internados em UTI. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 67, n. 5, 2014. Disponível em: <http://www.redalyc.org/html/2670/267032830004/>. Acesso em 02 fev 2018.

[1] Enfermeira.

Enviado: Janeiro, 2019.

Aprovado: Março, 2019.

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