A atuação do enfermeiro no controle de medicamentos psicotrópicos

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CONTEÚDO

SOUZA, Andrea Dos Santos

SOUZA, Andrea Dos Santos. A atuação do enfermeiro no controle de medicamentos psicotrópicos .revista científica multidisciplinar núcleo do conhecimento. Ano 03, ed. 08, vol. 08, pp. 171-192 , agosto de 2018. Issn:2448-0959

RESUMO

O presente estudo, baseado em revisões bibliográficas tem como desígnio descrever a atuação e controle do enfermeiro na instituição de saúde com os psicotrópicos juntamente com os pacientes que fazem uso da mesma. A importância neste controle com base em pesquisas, resoluções, decretos, leis e código de ética de enfermagem, no Brasil estima que muitos pacientes utilizassem medicações psicotrópicas sem controle e de forma incorreta, acarretando em danos maiores a saúde mental do indivíduo, e alguns profissionais não sabem como abordar e orientar o paciente com os ensinos adequadas, uma equipe de saúde qualificada é possível evitar e alertar para uso de psicotrópicos em doses corretas prescritas e que sejam cumpridos os horários determinados. Este tema precisa ser estudado e melhorado os métodos do profissional enfermeiro com palestras e orientações não só para o paciente, mas para a família do mesmo com finalidade em evitar danos ao usuário. A assistência de enfermagem tem grande importância nas orientações e no controle do uso de medicações controladas.

Palavra Chave: Psicotrópicos, atuação do enfermeiro, controle, medicamentos.

INTRODUÇÃO

O Psicotrópico é uma substância que pode levar a dependência psíquica ou física, ela age diretamente no sistema nervoso do indivíduo, podendo gerar várias consequências e desenvolver outras patologias, são utilizadas no tratamento de ansiedade, depressão transtornos psiquiátricos, anticonvulsivos, tratar esquizofrenia entre outros. Por ser medicação controlada só pode ser vendida sobre prescrição médica, a receita é de controle especial e ela exige notificação.

A atuação do enfermeiro no passar dos anos vem se ampliando de uma forma geral, tanto na atenção básica, hospitalar e clínicas em geral. Este profissional de nível superior tem capacidade e conhecimento para administrar medicações que não necessitam de controle, assim como as de controle especial como as controladas, ao indivíduo que faz uso cabe ao enfermeiro esclarecer todas as dúvidas e orientar ao uso correto da medicação assim prestando cuidado e evitando alta dosagem.

A justificativa deste trabalho é desenvolver a importância do profissional enfermeiro em estar capacitado a supervisionar e administrar as medicações psicotrópicas com ampla responsabilidade e que não seja realizado algo que o mesmo não tenha conhecimento.

Assunto norteador: Qual deve ser a conduta do enfermeiro no controle de medicamentos psicotrópicos? Sabendo que este profissional é capacitado a realizar procedimentos/medicações complexos no que tange seus conhecimentos adquiridos na sua vida de estudos e qualificações.

O estudo teve como objetivo geral identificar o papel do enfermeiro no controle e supervisão de medicamentos psicotrópicos, princípios farmacológicos e do Código de Ética. Tendo como objetivos específicos explicar o conceito de psicotrópicos e sua ação no organismo humano, descrever a atuação do profissional na instituição de saúde; fazer uma revisão integrativa da literatura com o intuito de levantar o interesse de pesquisadores sobre a temática em questão.

Utilizou metodologias pesquisadas através de revisões descritivas, retrospectivas e bibliográficas com análise sistematizada e de caráter quantitativa, com intuito de explicar pelo meio de outros artigos e referências bibliográficas a atuação do enfermeiro no controle de medicações psicotrópicas. A pesquisa foi realizada através da base de informações do Brunner E Suddarth, Potter, Scielo, Código de éticas resoluções e decretos. Utilizaram-se artigos e livros e outros periódicos dentro do período 2000–2017. As palavras chave utilizadas foram: Psicotrópicos; atuação do enfermeiro; controle; medicamentos.

O desenvolvimento deste trabalho se deu em três capítulos distintos, sendo que no primeiro foi abordado sobre as medicações psicotrópicas, no segundo a atuação do enfermeiro em unidades de saúde e no terceiro as ações do enfermeiro relacionadas ao psicotrópico.

1. ASPECTOS GERAIS SOBRE USO DE PSICOTROPICOS

Sistema nervoso (SN) é aquele que capta mensagens e estímulos, além da capacidade de formar respostas em formas de movimentos, sensações ou percepções. Ele se divide em sistema nervoso central (SNC) e sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é constituído por encéfalo, medula espinhal e membranas meníngeas com função de conduzir impulsos. SNP é formado por nervos se inicia no encéfalo e medula espinhal ele se conecta ao SNC e a todo o corpo (VORONEZ, 2010).

As substâncias psicotrópicas são as que têm efeito diretamente no SNC também conhecido como neurotransmissores. Utilizados para tratar doenças psiquiátricas, este medicamento não cura, apenas trata e mantém a doença controlada, com isso pode ocorrer mudança no comportamento físico e mental deste indivíduo. A droga psicotrópica tem efeito diretamente ligado a distúrbios mentais (JUNIOR, 2008).

O bom funcionamento do SN é importante para que o indivíduo tenha uma boa qualidade de vida e convívio com a sociedade, o mau funcionamento deste sistema gera diversas consequências psicossociais, essas medicações são de controle e atenção severas, a mesma tem vários efeitos colaterais no organismo e na qualidade de vida (SILVA, 2014).

De acordo com os autores citados acima, o SN é subdividido em dois, um sendo responsável pelo impulso e o outro em se ligar ao organismo. Sem o funcionamento adequado destes, o corpo humano não funciona de maneira eficaz assim necessitando de uso de medicações controladas.

As medicações que influenciam no SNC é um composto de duas palavras “psico” que significa o que sentimos ou pensamos e “trópico” que está relacionado a atração em drogas, isso é aquelas que agem sobre o cérebro, modificando a forma de pensar, agir e de sentir. Essas mudanças podem ocorrer de maneiras diferentes no nosso sistema nervoso de acordo com os grupos que se dividem em estimulantes, depressoras e as alucinógenas (LOPES, 2011).

Quando ocorre um estimulo no SNC, gera um processamento de informações, memorizações, interpretações, entre outros. Esse processo é gerado em segundos e se repete várias vezes no mesmo dia. Isso começa pela visão, ela envia um impulso elétrico que atinge o córtex visual e no mesmo momento envia para outra parte do cérebro que gera a informação do que está sendo visto (CARLINI et.al, 2001).

A atuação de cada psicotrópico depende do tipo da droga, se é excitante, alucinógena ou depressora, da forma de uso, venoso ou oral, da quantidade do fármaco, do período e da frequência de uso, da característica da droga, do mecanismo de absorção e da eliminação pelo organismo de cada indivíduo, se há associação com outros tipos de drogas, do conjunto social bem como das condições físicas, psicológicas e do paciente (OMS, 1981 Apud. CARLINI et.al, 2001).

Drogas estimulantes são as drogas que elevam as ações motoras, aceleram o funcionamento do cérebro e cognitivas, deixam as pessoas em estado de alerta, atenção e vigília diminuindo o sono. Algumas delas são: o cloridrato, cocaína e crack (ALVES, 2010).

Alucinógenas é a denominação dada a drogas que tem a característica de provocar alterações no funcionamento do cérebro que geram consequências como o delírio e alucinações, sem depressão na atividade cerebral, como por exemplo, a mescalina, anticolinérgicos e triexifenidil (NICASTRI, 2006).

Depressoras são aquelas que deixam as atividades do SNC mais lentas com intuito de deixar as pessoas mais sonolentas, tranquilas ou sedar alguém exemplo dessas drogas são as inalantes benzodiazepínicos (este medicamento se for utilizado por alguns meses leva a dependência) e são uns dos mais prescritos no Brasil, ansiolíticos, barbitúricos e o álcool (CARLINI,2001).

Devido ao aumento desordenado de uso dessas drogas que lesionam o sistema nervoso do paciente, as autoridades vêm tentando melhorar o método de fornecimento e diminuir o uso na população, uma das formas é prevenindo o início de tratamento com psicotrópico afim de evitar o aumento de dependentes (MARTINEZ, 2016).

De acordo com Kehl (2002, p.80):

A depressão, sintoma do mal-estar neste começo de milênio como a histeria no final da era vitoriana, é ao mesmo tempo condição e consequência da recusa do sujeito em assumir a dimensão de conflito que lhe é própria. De um lado é a condição, porque, sem certo rebaixamento libidinal próprio dos estados depressivos, o conflito acaba por se impor. De outra consequência, na medida em que a depressão, o empobrecimento da vida subjetiva, são o preço pago por aqueles que orientam suas escolhas em função do medo de sofrer.

Essa droga antidepressiva tem habilidade de tratar transtornos compulsivos e obsessões ou quem tem tendência ao suicídio. Os compostos tricíclicos (ADTs) e os chamados inibidores da monoaminoxidase (IMAOs) são utilizados em casos de depressão mental, distúrbios do pânico e ansiedade. Os efeitos colaterais mais observados são: cefaleia, visão turva, boca seca, constipação e sono em excesso (SILVA, 2014).

Por gerar efeito sedativo e relaxante o psicotrópico vem sendo utilizada de maneira incorreta, isso é relatado por (SILVA 2014), ele refere a importância e benefícios do controle desta distribuição, e a fluoxetina é um dos mais prescritos no Brasil devido a fácil aceitação do organismo. Constatou se em uma pesquisa realizada no município de Pacatuba localizada no Ceará que o índice de mulheres que fazem uso de psicotrópicos é mais elevado se comparado aos homens, principalmente da medicação diazepam (10mg). Nessa maioria as mulheres também consomem mais tranquilizantes, sendo assim é necessária uma maior atenção dos profissionais de saúde para este público (SILVA, 2009).

Segundo Wiggers (2004) e citado por Silva (2014, p.8):

A prescrição e venda de drogas narcóticas e substâncias psicotrópicas no Brasil é regulamentada pela portaria 344/98, a qual exige uma notificação de receita para que a dispensação seja autorizada. A receita é mantida nas instituições para inspeção de controle, além de poder ser usada como uma fonte de informação valiosa sobre a prática atual de prescrição/dispensação de substâncias psicoativas e medicamentos psicotrópicos.

A entrega da medicação psicotrópica deve ser feita pelo farmacêutico e controlada por este profissional ao sair da farmácia podendo então assim evitar interações medicamentosas, efeitos adversos e uso inadequado que possa gerar piora no tratamento deste indivíduo. No Brasil houve um aumento de uso de psicotrópicos pela população, essa prescrição deve ser escrita diretamente pelo médico (SILVA, 2006).

O excesso em uso desses tipos de medicações preocupa os profissionais de saúde assim como os familiares já que isso causa prejuízo a saúde da a população, muitos não usam só para tratar doenças ou transtornos, mas também as utilizam por meio ilícito em forma de drogas e acabam se tornando viciados e inventam de tudo para conseguir adquirir a droga ou a receita (FERRARI, 2013).

Foi considerado que há poucas décadas as medicações psicotrópicas não estão diretamente relacionadas ao uso exclusivo de pacientes psiquiátricos devido o desenvolvimento da neurologia, psicofarmacologia e evolução da ciência esses medicamentos tratam leves alterações do estresse gerado pelas ocorrências habituais diárias, esse é um dos motivos pelo quais vem aumentando a utilização desse tipo de droga (SILVA, 2009).

Diferentes dos indivíduos que estão internados em clinicas psiquiátricas e fazem uso de psicotrópicos os que estão em convívio com a sociedade são inteiramente capazes de responder pelos seus atos judicialmente (TAVARES, 2010).

Foi constatado que há uma prevalência muito alta no consumo dos psicotrópicos, independentemente de estar sendo dispensado para mulheres, homens, idosos, pessoas depressivas, viciadas e entre outros, foi percebível alterações no comportamento destas pessoas. Constatou também que cada vez mais pessoas procuram este método para conseguir ter um sono tranquilo ou um dia a dia menos estressante (PADILHA, 2014).

Segundo Padilha, Toledo e Rosada (2014, p.5-6)

As pessoas normalmente usam psicotrópicos para o alívio de sintomas, que surgem devido aos diferentes fatores socioeconômicos como: trabalho excessivo, estresse ou problemas financeiros. Para o tratamento de ansiedade e insônia nem sempre é necessário a farmacoterapia, pois se pode fazer o uso de outras formas terapêuticas como: terapias alternativas, acupuntura, fitoterapias e mudanças no estilo de vida prática de esportes.

Algumas orientações são dadas pelo médico, que prescreve, e pelo enfermeiro, já o farmacêutico faz a entrega em unidades de saúde. Dentro do ambiente hospitalar, onde se encontram pacientes internados, o enfermeiro é o profissional que fica todo o tempo com o paciente ele está na responsabilidade de fornecer essas informações de maneira clara e objetiva e também é o que faz administração das medicações (POTTER; PERRY, 2013).

Com base nos dados dos autores citados acima, o uso exorbitante de medicações decorre porque o sistema único de saúde libera sem custos aos pacientes e as outras alternativas sem medicações este mesmo sistema não disponibiliza e as pessoas preferem usar medicações controladas ao mudar os hábitos de vida, a um modo mais tranquilo e sem excesso de estresse.

Observa que os usuários necessitam de uma avaliação e acompanhamento criterioso da equipe de saúde, estando detalhado e esclarecido a importância do uso correto da medicação prescrita (CHEREGATTI, 2010).

A equipe de saúde necessita se unir para formular projetos educativos e sociais em função de alertar os pacientes usuários de medicação em casa, já que em ambiente hospitalar enfermeiros e técnicos supervisionam para que não ocorra alta dosagem de medicação, orientando os risos e consequências caso não sigam as recomendações realizadas pelos médicos, enfermeiros, farmacêuticos, assistente social entre outros que fazem parte da equipe multidisciplinar (LOPES; GRICOLETO, 2011).

2.ENFERMEIRO EM UNIDADES DE SAÚDE

Entende que unidade de saúde é aquele local que se localiza no bairro ou cidade com o objetivo de atender toda a família, seja criança, adulto, idoso ou gestante, de maneira igualitária sem restrição de raça, etnia, religião ou crenças diversas. Uma unidade de saúde comporta de salas de enfermagem, consultório médico, consultório odontológico, sala de vacinação, sala de curativos, entre outros (FERTONANI.et al., 2014).

O objetivo de uma unidade de saúde é atender a maioria da população para que não haja superlotação nos hospitais como vem ocorrendo ao longo dos anos e que o paciente seja diagnosticado e tratado previamente afim de evitar agravos na patologia, estas unidades leva a proximidade da população na atenção primaria (MELO. et al., 2011).

A equipe que compõem uma unidade de saúde são: técnico de enfermagem, auxiliares de enfermagem, medico, enfermeiro, dentista, farmacêutico, nutricionista, psicólogo, agente comunitário essas funções e atribuições são dadas pelo programa de saúde da família de acordo com as normas do SUS (Sistema Único de Saúde) e Ministério da saúde (ARAUJO, 2007).

BRASIL,2006, p.01. Diz que:

Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.

Segundo o SUS o serviço de saúde se estabelece em um desenvolvimento amplo, abrangendo dimensões econômicas, realizações técnico e assistencial política e simbólica, este serviço tem a meta de colocar o indivíduo cada vez mais preocupado e orientado com os riscos de saúde que ele se encontra exposto, este problema não ocorre só no Brasil, mas no mundo devido à dificuldade de atender toda a população de maneira igualitária (BRASIL,2012).

Para que haja um bom funcionamento das unidades de saúde os profissionais das equipes são os responsáveis pela atenção e cuidados prestados a saúde de toda a população da comunidade em uma determinada região. As funções são de: prestar assistência adequada, integral e de boa qualidade, interver nos fatores que são considerados de riscos a população, atendimento humanizado, práticas de saúde gerando um bom relacionamento e confiança e contribuindo para o processo de saúde-doença (SOARES. Et al., 2012).

FAQUINELO. (2010, p.741) fala que:

A responsabilidade e a humanização são necessárias na prestação da assistência técnico-científica, pois permitem a ampliação da capacidade da equipe de saúde em responder às demandas dos usuários e, consequentemente, reduzem a centralidade do atendimento às consultas médicas, além de melhor utilizar o trabalho dos demais profissionais que atuam na unidade básica de saúde.

Entre os profissionais da unidade de saúde está o que desenvolve diversas funções, elas se dividem em várias fazes de trabalho sendo as de cuidar, administrar, assistir, pesquisar, gerenciar, coordenar, e ensinar, entre elas os processos mais utilizados são o do cuidar e o de gerenciar (PERES. et.al., 2006).

De acordo com o Ministério da Saúde (2011) o enfermeiro tem como função realizar cuidados de enfermagem, e dar continuidade a assistência, realizar consulta de enfermagem, requerer exames complementares, prescrever algumas medicações, gerenciar, coordenar, planejar, executar, avaliar, comandar e coordenar o trabalho dos agentes comunitários de saúde e de auxiliares e técnico de enfermagem.

Uma pesquisa realizada com profissionais técnicos e auxiliares de enfermagem para que os mesmos relatassem qual a função do enfermeiro de acordo com o que eles evidenciavam diariamente em sua rotina de trabalho constatou que o enfermeiro tem função geral de avaliar, admitir, orientar, entre outras múltiplas funções (SOARES. et al., 2013).

De acordo com a lei nº 7498 de 25 de junho de 1986 que regulamenta o exercício da enfermagem o enfermeiro exerce as funções de enfermagem, mas tem como função privativas o comando do órgão de enfermagem, como na organização, consultoria, auditoria em geral, consulta de enfermagem, total assistência e enfermagem, os cuidados de enfermagem também em pacientes graves, assistência a parturiente e ao parto normal (BRASIL,1986).

Ao prestar essa atenção ao doente, o profissional de enfermagem está diretamente relacionado a todos os cuidados feitos a ele, além do acompanhamento de sua melhora. No decreto nº 94.406 de 8 de junho de 1987, no artigo 8, estão descritas as atividades pertinentes ao profissional de enfermagem. Dentre elas, destaca-se a questão que o enfermeiro deve estar responsável diretamente sobre alguns serviços que requer maior capacitação, como o cuidado com pacientes graves com risco de vida, além de planejar, organizar e coordenar os serviços dos assistentes de enfermagem e sua equipe.

O enfermeiro e técnico de enfermagem são profissionais responsável pela administração de medicamentos, o enfermeiro deve conhecer a ação dos medicamentos no organismo e suas reações adversas, uma vez que “o código de ética do profissional de enfermagem proíbe que o profissional administre o medicamento sem o conhecimento da ação da droga e de seus riscos”. Um enfermeiro pode detectar falhas e intervir quanto à prescrição e uso de medicamentos. (FRANCO. et. al., 2010).

Na vigilância em saúde é visto que este profissional compõe o controle de infecção no papel da vigilância a saúde de um determinado local desempenhando a saúde coletiva e fazendo o levantamento de riscos, condições de vida, agravos ou danos à saúde da população (LEROY, 2009).

Com base nas políticas públicas de saúde no Brasil na saúde coletiva os enfermeiros necessitam proporcionar as ações de promoção a saúde, visitas domiciliares, educação em saúde na comunidade, com objetivo de capacitar os cidadãos a cuidar da saúde e do bem-estar melhorando sua condição de vida e proporcionando uma melhor saúde da família no geral (WOBETO, 2013).

Segundo Leroy (2009) os enfermeiros que ocupam o cargo de fiscal de Saúde Pública estão concentrados nas áreas de estabelecimentos de saúde e saneamento ambiental, sendo que a maioria é responsável pela fiscalização dos serviços de saúde. Estes profissionais, pela sua formação acadêmica, possuem competência técnica e legal para o desenvolvimento dessas ações, o que tem sido reconhecido pelos gestores dos serviços e contribuído para o desenvolvimento das ações de vigilância.

Em saúde da criança deve se avaliar o desenvolvimento e crescimento do indivíduo, se há histórico de doenças desde o nascimento até o momento da entrevista como desidratação, doença crônica, diarreias constantes, história de asma, pneumonia ou até mesmo desnutrição, com isso elaborar metas e estratégias para controlar e melhorar a vida desta criança (BRASIL, 2012).

Com o programa nacional de imunização o enfermeiro de acordo com as técnicas e diretrizes devem relacionar a pratica de imunização, cuidar de toda parte da vacinação, cadeia de frios e conservar os imunizantes como um todo (SANTOS, 2014).

Em saúde do adulto com o controle da tuberculose, atos fundamentais no controle de hipertensão arterial e diabetes, hanseníase assim como na saúde do idoso o enfermeiro também controla o atendimento ao domicilio e promove o papel do enfermeiro na saúde do idoso (BRASIL, 2012).

De acordo com LIMA. (2009, p.6):

O idoso espera da enfermagem predominantemente ações não técnicas, caracterizando como necessidade de saúde receber alegria, amizade, tranquilidade, conforto, consolo, felicidade, agrado, carinho e até mesmo levantar sua moral, o espírito, sair da solidão lhe fazendo acordar para o mundo a sua volta. Neste encontro tem a necessidade de poder conversar e resolver seus problemas através do diálogo tanto com os enfermeiros como com outros idosos. Desta forma a atitude compreensiva da enfermagem é fundamental para que se alcance o bem-estar e a saúde do idoso, pois este demonstra satisfação em receber a assistência e o cuidado de quem se mostra como pessoa.

Com a saúde da mulher é visto uma abrangência de maior porte como o planejamento familiar, auxílio no pré-natal, as mesmas rotinas de enfermagem que são abordadas na saúde da criança, adultos e idoso, aleitamento, prevenções as doenças sexualmente transmissíveis, controle e prevenção de câncer de colo uterino e de mama (BRASIL, 2016).

A enfermagem com atuação em saúde coletiva aborda a comunidade em: visitas domiciliares, acompanha e cuida da saúde da mulher, adultos e idoso, complexidade total familiar com abrangência em aspectos culturais e sociais, rotinas e planejamento de toda a equipe em uma unidade de saúde, acolher a população e fazer todo o cadastramento de acordo com o SUS (WOBETO, 2013).

No geral a consulta de enfermagem é realizada privativamente pelo profissional de nível superior enfermeiro nas gestantes e crianças. Vacinação do adulto e criança hidratação oral e endovenosa, medicações enfermeiro e técnico capacitado podem realizar tal procedimento, orientações no geral caso tenha o devido conhecimento pedagógico, diagnostico de enfermagem, processo de enfermagem, enfermagem em saúde pública e educação em saúde devidamente o profissional de nível superior (SOUZA, 2012).

Notou se que a equipe se saúde básica necessita de diversos profissionais que os mesmos ajudam o indivíduo de múltiplas formas no combate, tratamento ou prevenção da doença, a equipe multidisciplinar apoia um ao outro a sua maneira diferente, mas com o mesmo objetivo que é o bem-estar, físico, social e econômico do paciente (SCOREL, 2007).

Aos profissionais da unidade de saúde destacam se os enfermeiros por compor a maioria da equipe e seus papéis previstos em lei, Conselho federal de Enfermagem, decretos, resoluções e diretrizes do SUS. O enfermeiro tem diferentes dimensionamentos e funções na unidade, uma delas e de importante conhecimento é a administração de psicotrópicos em pacientes nas unidades de saúde (PEIXOTO, 2016).

3. ENFERMAGEM E O USO DE MEDICAÇÕES PSICOTRÓPICAS

Psicotrópico por causar dependência o profissional que vai administrar ou o paciente que irá receber a medicação devem saber todos os efeitos em consequências do uso como foi visto no primeiro capítulo (SILVA, 2014).

Notou em uma pesquisa que a dificuldade da equipe em conhecer os efeitos das medicações controladas está relacionada com a vida acadêmica e falta de instrução adequada, é de imensa importância que este trabalhador seja intuído de maneira adequada para que compreenda todos os riscos e que este tipo de droga não tratam os pacientes, e sim diminuem os sintomas dos transtornos (ARAUJO, 2011).

O relacionamento terapêutico é um importante instrumento de cuidado que permite a reintegração e reorganização do portador de sofrimento mental. Através do cuidado de enfermagem é possível desenvolver o reconhecimento do sujeito com o potencial para o autocuidado e desenvolvimento de habilidades para o enfrentamento do sofrimento (BARRETO, 2014, p..27).

Qualquer medicação antes de ser administrada deve se perguntar se o paciente tem algum tipo de alergia medicamentosa, caso o mesmo esteja inconsciente a pergunta se estende ao familiar, é de importância que anotem na ´prescrição a alergia do paciente afim de evitar agravos e transtornos futuros (BRASIL, 2014).

Quando o médico prescreve uma droga controlada é de suma importância que observem quando for administrar ou dispensar, confira os dados do paciente que está na receita de controle especial com o documento de quem está retirando o medicamento ou de quem vai fazer o uso, conferir o nome do médico e o tipo de receita, se não estiver anotado, anote endereço e número de documento e telefone, por ter aumentado os transtornos psicológicos, muitos parentes de doentes estão fazendo uso sem qualquer atenção ou indicação.(GALATO, 2008).

A respeito das substâncias de controle especial RAPKIEWICZ (2015, p.07) diz:

As substâncias sujeitas a controle especial e os medicamentos que as contêm devem ser guardados sob chave ou outro dispositivo que ofereça segurança, em local exclusivo para este fim e sob a responsabilidade do farmacêutico. Sua dispensação deve ser feita exclusivamente por farmacêuticos, sendo proibida a delegação da responsabilidade sobre o controle dos medicamentos a outros funcionários.

É necessário que a medicação seja diluída na forma correta afim de não ter perda da estabilidade do medicamento ou sua eficácia. A infusão da medicação deve ser observada e atribuída já que algumas dedicações necessitam ser administradas de maneiras mais lentas que as outras para evitar reações adversas no paciente (RAPKIEWICZ, 2015).

Com o aumento da população e das depressões ou outras doenças que influenciam diretamente alterações de humor, personalidade entre outros a população vem aderindo cada vez mais o uso de medicações controladas em seu domicilio ou em ambientes hospitalares e unidades básicas, para que isso ocorra e gere um dano menor ao cidadão é preciso que ele seja bem instruído quanto ao uso e suas consequências (TAVARES, 2010).

Cada profissional tem suas funções e regulamentos, o farmacêutico tem atribuições diferentes, mas todas elas com o intuito de melhor qualidade de vida da família, do enfermo, e de todos, mas a enfermagem abrange para a promoção de saúde na pessoa e sua integridade tudo isso com base na bioética e ética profissional (COFEN, 2007).

Foi visto no capítulo anterior as dimensões de funções e atribuições do profissional enfermeiro e de todos os outros profissionais que compõem uma unidade de saúde, com isso observa que está profissão é de imensa importância na saúde brasileira e indispensável este cuidado a população (brasil, 2016).

Boff. (2009, p.33) relata que:

O que se opõe ao descuido e ao descaso é o cuidado. Cuidar é mais que um ato; é uma atitude. Portanto, abrange mais que um momento de atenção, de zelo e de desvelo. Representa uma atitude de ocupação, preocupação, de responsabilização e de envolvimento afetivo com o outro.

O cuidado por ser executado pelo enfermeiro com objetivo de recuperar o bom estado de saúde do enfermo, este profissional instrui a educação em saúde da população, o cuidado com o paciente e o autocuidado na melhoria do quadro do cliente com seus colegas de trabalho, atua em pesquisas na área da saúde. O enfermeiro em uma unidade exerce múltiplas funções que vai além só do cuidado, mas envolve o paciente e a família como um todo (VALE, 2009).

Na prática da enfermagem o profissional é capacitado a contribuir para uma melhor qualidade de vida e saúde ao enfermo, já no sistema único de saúde, para as mudanças de práticas em enfermagem e para o fortalecimento de ações na área de atenção psicossocial”. No geral, o enfermeiro é responsável por administrar medicação, está encarregado de observar o paciente no que se refere aos efeitos indesejáveis adversos dos medicamentos, registrar o prontuário, monitorar os sinais vitais, estar em constante comunicação, tanto com o paciente quanto com o médico e familiares (SILVA, 2014). Cabe ao enfermeiro como chefe saber realizar o procedimento e conhecer os cuidados para com determinada droga, para evitar que o técnico e o enfermeiro comentam algum erro que possa ser letal ao paciente, conhecer a medicação administrada, dosagem e efeitos colaterais está diretamente ligada a um bom profissional, em nenhuma hipótese é indicado que seja administrado uma medicação que o profissional não saiba os efeitos colaterais, adversos, e sua função no organismo. (FRANCO.et. al., 2010).

Segundo o Conselho Regional de Enfermagem (COREN-DF) Nº :013/2004:

Capitulo III- Das Responsabilidades. Artigo 16- Assegurar ao cliente uma assistência de Enfermagem livre de danos decorrente de imperícia, negligencia ou imprudência. Considerando que não há Resolução do Conselho Federal de Enfermagem nem Decisão Regional que atribua ao profissional enfermeiro, responsabilidade e competência desta natureza. Concluímos: Não é da competência, responsabilidade ou atribuição do enfermeiro a guarda, a distribuição, a observação da validade do estoque de medicamentos e materiais. Compete sim e é uma obrigação dos profissionais de enfermagem observar a validade do medicamento ou do material no momento do uso da aplicação no paciente, para assegurar a este uma assistência de Enfermagem livre de danos decorrentes de imperícia, negligência ou imprudência.

A equipe deve estar ciente que ter um problema mental não o inutiliza o mesmo as atividades diárias, com isso deve orientar o enfermo ao autocuidado, para que o mesmo se sinta útil e capaz. Deve fazer visitas aos familiares e conhece lós para instruir e orientar a deixar o doente mental fazer as atividades domesticas e rotineiras que já eram de costume e o levar para fazer parte de projetos sociais como o incentivo à cultura isso ajuda na recuperação (CAIXETA, 2008).

Enquanto o paciente está aos cuidados da equipe de enfermagem, controlar os horários e dosagens é de dever da equipe, mas assim que ele vai para casa e o mesmo deve se cuidar já passa a ser uma responsabilidade do cidadão, se ele foi orientado de forma correta e tiver discernimento para não esquecer e nem usar altas doses os danos na saúde serão mínimos (FRANCO. et al., 2010).

Na avaliação das estratégias de atenção à saúde mental, foi observada a existência de enfermeiros que possuem atividades relevantes para a comunidade e apresentam avaliações positivas. Entretanto, as respectivas ações precisam ser mais valorizadas pelo profissional generalista, pois a maioria ainda identifica a necessidade de um especialista para lidar com o sofrimento psíquico. O enfermeiro de família deve buscar na multidisciplinaridade, na formação de parcerias intersetoriais e na participação social dos usuários, a ampliação do nível de saúde da comunidade (AMARANTE, 2011).

Existem várias literaturas, entre elas há citações de tipos de certos da enfermagem como: dose certa, medicação certa, via certa, paciente certo, horários certos, registro certo, forma farmacêutica certa e o direito do paciente de não utilizar a medicação. Com a adesão a estes certos a enfermagem pode evitar mais de oitenta por cento de erros medicamentosos que acontecem nas áreas de saúde, e cada certo tem imensa importância neste processo de evitar erros que algumas vezes são irreversíveis (TEIXEIRA; CASSIANI. 2009).

Um estudo realizado em São Paulo com enfermeiros e pacientes constatou que muitas das vezes não é esclarecido de forma correta por falta de conhecimento deste profissional e por conta de o mesmo não estar preparado o suficiente para orientar e tirar todas as dúvidas do indivíduo no que diz respeito a forma correta de abordagem a esses diversos tipos de. Com isso constata que há falta de qualificação profissional de excelente qualidade nas instituições de ensino. (VARGAS; DIVANE. et.al., 2012).

Ao prestar essa atenção ao doente, o profissional de enfermagem está diretamente relaciona do a todos os cuidados feitos a ele, além do acompanhamento de sua melhora. No decreto nº 94.406 de 8 de junho de 1987, no artigo 8, estão descritas as atividades pertinentes ao profissional de enfermagem. Dentre elas, destaca-se a questão que o enfermeiro deve estar responsável diretamente sobre alguns serviços que requer maior capacitação, como o cuidado com pacientes graves com risco de vida, além de planejar, organizar e coordenar os serviços dos assistentes de enfermagem e sua equipe.

Após a reforma psiquiátrica, podemos perceber que houve uma facilidade de acesso aos psicofármacos, o que pode trazer risco à saúde se não houver um acompanhamento pela equipe de saúde ao usuário desse medicamento podendo vir a ser utilizado por outros membros da família ou de forma indiscriminada pelo próprio paciente (BARRETO, 2011, p.11).

O enfermeiro em uma unidade exerce modificas funções que vai além só do cuidado, mas envolve o paciente e a família como um todo. Este profissional ajuda e realizam intervenções de formas diretas e indiretas, a enfermagem vem se atualizando para atender as alterações e atualizações na área da saúde que são constantes. Cada conselho de enfermagem estadual decreta algumas regras que convém ao estado e ao paciente para haver uma melhor adaptação e qualificação, o papel do enfermeiro vem aumentando ao longo dos anos isso se deve a dedicação e capacitação dos profissionais desta área e dos conselhos (SMELTZER.et.al., 2011).

Enfermeiros precisam de métodos para melhor prestação de cuidados, quem cuida de certa forma respeita a necessidade do outro, e que proporcione melhor convívio dos familiares para com o paciente isso gera um vínculo de confiança e ajuda na sua melhora (BARRETO, 2014).

Devido à alta complexidade em diferentes tipos de medicações algumas exigem atenção maior, a maioria dos casos de erro de medicação ocorre por excesso de trabalho e sobrecarga de pacientes, devido a unidade de saúde não investir em mais contratações de profissionais (SILVA, 2014).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este trabalho permitiu abranger o conceito e como agir em caso de medicações psicotrópicas aos pacientes portadores de transtornos psíquicos, com intuído de uma revisão bibliográfica para assim ajudar os profissionais a compreender melhor a importância do paciente bem orientado, contribuindo de maneira positiva para o bem-estar do paciente que é o foco principal.

A unidade de saúde neste contexto é interesse dos profissionais de saúde o bom conhecimento e atendimento prestado ao público, por ser um local que atende todas as classes e portadores de qualquer doença, foi visto que muitos não sabem como agir a pacientes em uso de psicotrópicos, alguns sabem e esclarecem de maneira satisfatória ao paciente.

Percebe se a necessidade dos enfermeiros bem qualificados que busquem sempre conhecimento e comprovações cientificas para elaborar melhor método de aconselhamento e evitar erros da enfermagem e super dosagem de pacientes com transtornos psíquicos, colaborando para a melhora da patologia e da qualidade de vida do enfermo.

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