As principais causas e consequências do desmame precoce: Uma revisão integrativa da literatura

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CONTEÚDO

REVISÃO INTEGRATIVA

SILVA, Nayane de Oliveira [1], RIZZO, Andressa [2], SILVA, Robson Mariano Oliveira [3], CARDOSO, Samia Marques Lopes [4], CORREA, Marileide Maciel Pires [5], SILVA, Jardeane Santos [6], LEITE, Cristina Limeira [7]

SILVA, Nayane de Oliveira. Et al. As principais causas e consequências do desmame precoce: Uma revisão integrativa da literatura. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 06, Ed. 10, Vol. 08, pp. 125-137. Outubro 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/consequencias-do-desmame

RESUMO

A amamentação é um momento importante na construção do vínculo mãe e filho, sendo necessário na sobrevivência e qualidade de vida da criança. No entanto, pesquisas sobre aleitamento materno evidenciam que, muitas crianças são desmamadas precocemente, por diversas dificuldades que as mães apresentam durante o período da amamentação. O aleitamento materno exclusivo (AME) constitui como período fundamental a infância, principalmente no desenvolvimento cognitivo, imunológico e comportamental da criança, sendo efetiva nos primeiros seis meses de vida. Por outro lado, o desmame precoce traz consequências na vida em geral da criança, estando associada à exposição a infecções principalmente gastrointestinais e sérios problemas de digestão, visto que corpo humano produz enzimas próprias para quebra do leite materno e não para leite de vaca, o colostro, por exemplo, é necessário para a absorção dos nutrientes e criação da primeira proteção da criança. O objetivo geral deste estudo é: conhecer causas e consequências do desmame precoce, especificar a importância do aleitamento materno exclusivo e conceituar ações para promoção da lactação. Este estudo trata-se de uma revisão integrativa da literatura. Tendo como pergunta norteadora: Quais são as causas que levam interrupção precoce do aleitamento e as consequências prejudiciais para os lactentes? A amamentação está ligada a qualificação dos profissionais, sendo intrínseca na resolutividade e explicação do processo de amamentar tanto para as mães, como para familiares. Assim, exigindo da equipe multiprofissional, principalmente da enfermagem que forneça um atendimento de qualidade, além de acompanhar e registrar o desenvolvimento da puérpera e do recém-nascido, englobando ações sociais e culturais. Fica evidente que, as principais causas para o desmame precoce estão ligadas a condições socioeconômicas, culturais e financeiras, bem como à interferência inadequada de familiares através da perpetuação de mitos que contribuem para uma não adesão por parte da mãe no processo de amamentação.

Palavras-chaves: desmame, aleitamento materno, causas, saúde pública.

1. INTRODUÇÃO

A amamentação é um momento importante na construção do vínculo mãe e filho, sendo necessário na sobrevivência e qualidade de vida da criança. No entanto, pesquisas sobre aleitamento materno evidenciam que, muitas crianças são desmamadas precocemente, por diversas dificuldades que as mães apresentam durante o período da amamentação (MAIA et al., 2015) (MOIMAZ et al., 2013).

AME (Aleitamento Materno Exclusivo) é a alimentação ideal para crianças com até seis meses de vida, e é preconizado pelo Ministério da Saúde (MS) e pela Organização Mundial de Saúde (OMS), devido ao leite materno ser de extrema importância para o desenvolvimento do bebê (BRASIL, 2015).  Além disso, as genitoras também experimentam vantagens com a amamentação, que incluem aceleração da perda de peso, involução uterina pós-parto e menor incidência de cânceres (MOIMAZ et al., 2013).

Após os seis meses é importante manter o aleitamento materno e introduzir alimentos variados e saudáveis, pois a partir dessa idade, a alimentação tem a função de complementar a energia e outros nutrientes necessários para o crescimento saudável e pleno desenvolvimento das crianças (BRASIL, 2015). Portanto, é necessário que subsidie conhecimentos acerca dos fatores associados às causas e consequências do desmame precoce em cada realidade, com o intuito de subsidiar a escolha de estratégias mais efetivas de promoção da amamentação.

Apesar das evidências científicas provarem a superioridade da amamentação sobre outras formas de alimentar a criança pequena, e apesar dos esforços de diversas organizações nacionais e internacionais, as prevalências de aleitamento materno no Brasil, em especial as de amamentação exclusiva, estão bastante além das recomendadas. Diante do exposto, o presente trabalho tem como pergunta norteadora: Quais são as causas que levam interrupção precoce do aleitamento e as consequências para os lactentes? Com o objetivo geral de conhecer causas e consequências do desmame precoce, especificar a importância do aleitamento materno exclusivo e conceituar ações para promoção da lactação.

2. MATERIAL E METÓDOS

Este estudo trata-se de uma revisão integrativa, a qual tem como intuito de um embasamento em conteúdo científico, de forma sistemática, caracterizada pela aplicabilidade do tema. A pesquisa constitui-se em 6 etapas, sendo elas: a questão norteadora; estudos na literatura nacional; extração dos artigos a partir dos critérios estabelecidos de inclusão e exclusão; avaliação dos estudos selecionados, análise e síntese dos resultados chegando à apresentação da revisão.

A questão norteadora é: Quais são as causas que levam interrupção precoce do aleitamento e as consequências prejudiciais para os lactentes? Sendo os critérios de inclusão: artigos dos anos de janeiro de 2016 a julho de 2021, publicados em português e tenha como tema central no desmame precoce. Exclui-se: trabalhos repetidos nas bases de dados, fora da temática em questão.

As bases de dados escolhidas foram Scientific Electronic Library Online (SCIELO), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciência da Saúde (LILACS) e Base de dados de Enfermagem (BDENF). A escolha dessas bases de dados consistiu na qualificação e campo de estudo, incluindo as principais publicações originais.

Os descritores utilizados foram consultados nos Descritores em Ciências de Saúde (DECs) sendo eles: desmame “Weaning” (n=1.645), saúde pública “Public Health” (n= 60) e Aleitamento Materno “Breast Feeding” (n=45) em inglês e português. Foram combinados entre si por meio do termo boleano AND e na utilização de sinônimos empregou-se o emprego boleano OR. Deste primeiro levantamento extraiu-se 100 artigos.

A coleta de dados foi baseada no formulário abordando as seguintes observações, título, primeiro autor, ano da publicação, tipo de estudo, base e os resultados fundamentais sendo organizado em forma de tabela. Finalizado com o tema exposto por meio de tópicos temáticos.

A análise para utilização dos artigos baseou-se inicialmente leitura dos resumos, para identificar o tema da pesquisa e se estava de acordo aos critérios de inclusão. A seleção final constitui-se na leitura dos artigos selecionados na integra pelos dois pesquisadores.

3. RESULTADOS

Para seleção inicial, encontrou-se 100 artigos, através da leitura detalhada e análise dos critérios estabelecidos, alcançou-se 10 artigos para compor o artigo final (Figura 1).

Figura 1. Fluxograma do processo de seleção dos artigos da revisão integrativa, 2021

Fonte: pelos autores, 2021.

O ano com abrangência de mais resultado artigos foi de 2017. Os 10 artigos totalizados para revisão integrativa possibilitaram o alcance dos objetivos, descritos no Quadro 1.

 Quadro 1.  Apresentação dos estudos incluídos na revisão integrativa, segundo o título, autores, ano da publicação, tipo do estudo, base de dados e resultados fundamentais

TÍTULO DO ARTIGO PRIMEIRO AUTOR ANO TIPO DO ESTUDO BASE RESULTADOS
1 Aleitamento materno: causas e consequências do desmame precoce Dayane Silva 2017 Trata-se de revisão bibliográfica. LILACS O artigo conclui que informações podem mudar o cenário de desmame precoce, necessitando de informações adequadas em ação em saúde.
2 Fatores intervenientes do desmame precoce durante o aleitamento

materno exclusivo

Shelda Cunha de  Araújo 2021 Trata-se de uma revisão integrativa. BNDENF O problema principal do desmame precoce é falta de acesso ao cuidado integrado, principalmente sobre aleitamento materno.
3 Fatores que influenciam o desmame precoce Sandra Cristina

Alvarenga

2017 Trata-se de uma revisão sistemática. SCIELO Os principais fatores ligados ao desmame são socioeconômicos e culturais, atrelado aos familiares que acabam por fomentarem ideias míticas.
4 O papel do

enfermeiro na prevenção do desmame precoce

Andréia Andrade dos Santos 2020 Trata-se de revisão bibliográfica. LILACS Ações de enfermagem que forneça autoconfiança e identificando as fases da mãe auxiliar que o aleitamento materno possa ser completo.
5 Aleitamento materno: fatores que influenciam o desmame precoce Adriana de Paula Mendonça Brandão 2016 Trata-se de uma revisão bibliográfica. LILACS O desmame precoce é ocasionado por multifatores e não sendo de forma isolada.
6 Aleitamento materno e os motivos do desmame precoce no

município de

Porto Velho

/RO

Daiane Ramos de Souza 2019 Trata-se de uma pesquisa qualitativa. BNDENF Problemas com trabalho e mitos, além de interferência familiar foram os principais relatos das entrevistas.
7 Fatores relacionados ao desmame precoce do aleitamento materno Heuler Souza Andrade 2018 Trata-se de uma pesquisa qualitativa. SCIELO Atividades laborais, baixa idade e primeiro filho foram identificados como fatores para desmame precoce.
8 Práticas e crenças

populares

associadas ao

desmame precoce

Ailkyanne Karelly Pereira de Oliveira 2017 Trata-se de uma pesquisa qualitativa. BNDENF É necessário que desenvolva práticas para aleitamento exclusivo.
9 Ações

desencadeadas

pelo enfermeiro para promoção do aleitamento materno e prevenção

do desmame precoce

Augusta Perpétua Rocha dos Santos 2017 Trata-se de uma revisão  integrativa. LILACS O enfermeiro deve garantir ações e estratégias, principalmente na atenção primária para garantir que aleitamento materno aconteça.
10 Aleitamento materno: causas e consequências do desmame precoce Maria Eduarda Barradas Feitosa 2020 Trata-se   de   uma   revisão bibliográfica. LILACS  Leite fraco, ingurgitamento mamário e dor foram as principais causas observadas no estudo.

Fonte: pelos autores, 2021.

Obteve-se uma categorização entre eixos temáticos para produção da discussão, sendo eles: “Aleitamento materno exclusivo: a importância para mãe-filho” “Causas e consequências do desmame precoce” “Ações em saúde para promoção do aleitamento materno.”

4. DISCUSSÃO

4.1 O ALEITAMENTO MATERNO EXCLUSIVO: A IMPORTÂNCIA PARA MÃE-FILHO

O aleitamento materno exclusivo (AME) constitui como período fundamental a infância, principalmente no desenvolvimento cognitivo, imunológico e comportamental da criança, sendo efetiva nos primeiros seis meses de vida. Os autores afirmam que os distúrbios como obesidade, alergias e infecções respiratórias que aparecem do 0 ao 6 mês podem trazer consequências irreversíveis, sendo evitadas pela amamentação exclusiva nessa fase (ARAUJO et al., 2021).

Os estudos de Alveranga et al. (2017) comprovam que AME é cientificamente superior sobre qualquer outro alimento para criança pequena, principalmente por ser econômico e acessível a todas as mães. Além disto, reduz morbimortalidade infantil e é fator de proteção à saúde da mãe-bebê.

As autoras Brandão et al. (2016) explicam que o leite da mama somente é produzido por estimulação ao hormônio da prolactina e ocitocina que são liberados pela sucção, desenvolvendo o olfato e a visão da criança. O leite materno sendo é vital, contendo os nutrientes necessários ao bebê como água, proteínas, lipídios, carboidratos, vitaminas e minerais, recomendando-se que criança nos primeiros meses mame sem restrição de horários.

Com isso, destacam-se os estudos de Alveranga et al. (2017) e Brandão et al. (2016) explicitam o binômio mãe-bebê, onde a criança e genitora podem desfrutar do laço eterno e único, constituindo a relação de afeto, onde outros familiares são convidados a participar para da ligação emocional.

Araújo et al. (2021) em seu estudo que o AME contribui para o desenvolvimento das habilidades cognitivas da criança, principalmente na parte escolar, constatando-se um elevado QI de crianças que se alimentaram exclusivamente da mãe associado aos ácidos graxos presentes no leite materno, em relação aos que utilizavam fórmula.

No outro estudo, Silva; Soares e Macedo (2017) encontraram que crianças que não usufruíram o AME durante os primeiros 6 meses de vida constatou-se uma baixa imunidade, além de predisposição elevada a anemias e um retardo do desenvolvimento infantil.

Com isso, é recomendável que o aleitamento materno (AM) perdure até os 2 anos, introduzido diferentes alimentos como complemento, assim, diminuído carências nutricionais e principalmente falta de vitaminas essenciais, evitando desnutrição infantil (ARAUJO et al., 2021).

O AM é natural e fisiológico, promovendo nutrição e desenvolvimento correto as fases da vida, além de oferecer vantagens a mãe, fortalecendo saúde de ambos e vínculo mãe-filho.

4.2 CAUSAS E CONSEQUENCIAS DO DESMAME PRECOCE

O desmame precoce é um problema multifatorial e pode ser ocasionado por diversos fatores como os socioeconômicos, culturais e ambientais, sendo importante que o aconselhamento e acompanhamento sejam realizados do pré-natal ao puerpério das mães.

As autoras Souza et al. (2019) em sua pesquisa constataram que mães jovens atreladas a baixa escolaridade interromperam a amamentação em menos de 6 meses por medo e por pressão familiar acerca de mitos tais como a insuficiência do leite materno para garantir a nutrição completa do bebê. Por outro lado, Oliveira et al. (2017) constatou que outras genitoras apontaram pontos com ingurgitamento mamário, rachaduras e mastite como fator para desmame. Além disto, a insegurança em relação a estética também foi relatada como causa, visto o receio de que seus parceiros se sintam menos atraídos por elas em virtude das alterações promovidas em seus corpos pelo processo gestacional.

Como cita Andrade et al. (2018) mães que trabalham o dia todo relataram estar sem tempo para continuar a amamentação, além da carência de conhecimento acerca de alternativas que pudessem suprir essa necessidade. O uso de mamadeira, chupetas e bicos também são hábitos que prejudicam o AM, sendo utilizados por 2,9% das crianças menores de 4 meses e 6,90% para as menores de 6 meses.

Como Feitosa; Silva e Silva (2020) e Alveranga et al. (2017) constatam que o desmame precoce traz consequências na vida em geral da criança, estando associada a exposição a infecções principalmente gastrointestinais e sérios problemas de digestão, visto que o corpo humano produz enzimas próprias para quebra do leite materno e não para leite de vaca, o colostro, por exemplo, é necessário para a absorção dos nutrientes e criação da primeira proteção da criança. Além dos órgãos motores serem estimulados pela sucção, com essa falta, a criança está suscetível aos problemas respiratórios, deglutição e mau desenvolvimento dos lábios e dentes, com isso, trazendo atraso a maturação facial. Até mesmo o sono é afetado, visto que os hormônios necessários como melatonina e serotonina são encontrados na troca mãe-bebê.

Assim, percebe-se que os fatores estudados estão atrelados a falta de conhecimento, medo, angústia e aspectos financeiros, sendo necessário que o profissional de saúde e o familiar possam participar desse processo, influenciando na confiança da mãe.

4.3 AÇÕES EM SAÚDE PARA PROMOÇÃO DO ALEITAMENTO MATERNO EXCLUSIVO

A amamentação está ligada a qualificação dos profissionais, sendo intrínseca na resolutividade e explicação do processo de amamentar tanto para as mães, como para familiares. Assim, de acordo com Santos et al. (2017) exigindo da equipe multiprofissional, principalmente da enfermagem que forneça um atendimento de qualidade, além de acompanhar e registrar o desenvolvimento da puérpera e do recém-nascido, englobando ações sociais e culturais.

A principal a ação desenvolvida para que envolva os profissionais na promoção do aleitamento materno é criação do Agosto Dourado, efetivado em 1992, pela OMS, simbolizado a luta para AME, associado o dourado ao padrão ouro do leite materno, neste mês intensificam-se as interversões neste ramo, sendo marco para diminuição de causas ao desmame precoce (ANDRADE et al., 2015).

Os autores relatam em seu estudo que a educação em saúde na Atenção Primária torna-se eficaz, instruídas por palestras e promoção da saúde desde consultas a ações nas ruas, orientando as mães para pega correta, desmitificando mitos e auxiliando a família para que ajude neste processo.

Assim, é importante como cita Santos et al. (2017) que além de conhecimentos científicos, associa-se a prática humanizada, observando cada cenário, incentivando a amamentação exclusiva aos seis meses e complementar aos dois anos, explicando sobre utilização de bicos e mamadeiras, colocando a mãe como protagonista, explicando sobre proteção do leite materno a ambos.

Oliveira et al. (2017) em seu estudo apontou o pré-natal torna-se fundamental, uma vez que é o momento em que a proximidade entre profissional e a gestante permite orientar não somente sobre AME, mas das complicações do desmame e promover conhecimentos acerca da alimentação necessária a partir dos seis meses e ordenha manual caso necessite ausentar por questões trabalhistas. Após o pós-parto, no puerpério, o acolhimento deve ser o mesmo, orientando aos cuidados das mamas, com bebê e estimulando a participação dos familiares.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Fica evidente que, as principais causas para o desmame precoce estão ligadas a condições socioeconômicas, culturais e financeiras, bem como à interferência inadequada de familiares através da perpetuação de mitos que contribuem para uma não adesão por parte da mãe no processo de amamentação.

Dentre a importância do aleitamento materno podemos citar que tanto bebê, como a mãe são beneficiados, onde ambos podem desfrutar do laço de afeto, fundamental para a relação de confiança e segurança. Além de contribuir para o desenvolvimento das habilidades cognitivas da criança.

As ações da equipe multiprofissional devem ser direcionadas e humanizadas, levando em consideração a realidade e necessidades da mãe, atuando sempre com foco maior na educação e conscientização, a fim de evitar maiores complicações em virtude do desmame, sempre atuando para tornar a gestante a protagonista contribuindo para o empoderamento, bem como evitando maiores interferências familiares que sejam prejudiciais ao aleitamento.

REFERÊNCIAS

ALVARENGA, Sandra Cristina; CASTRO, Denise Silveira de; LEITE, Franciéle Marabotti Costa; BRANDÃO, Marcos Antônio Gomes; ZANDONADE, Eliana; PRIMO, Cândida Caniçali. Fatores que influenciam o desmame precoceAquichan, [S.L.], v. 17, n. 1, p. 93-103, 1 fev. 2017. Disponível em: scielo.org.co/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1657-59972017000100093. Acesso em: 12 ago. 2021.

ANDRADE, Heuler Souza; PESSOA, Raquel Aparecida; DONIZETE, Lívia Cristina Vasconcelos. Fatores relacionados ao desmame precoce do aleitamento materno. Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, [S.L.], v. 13, n. 40, p. 1-11, jun. 2018. Disponível em: https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/1698. Acesso em: 14 ago. 2021.

ARAUJO, Shelda Cunha de; SOUZA, Alane Dantas Araújo de; BOMFIM, Aiara Nascimento Amaral; SANTOS, Josely Bruce dos. Fatores intervenientes do desmame precoce durante o aleitamento materno exclusivoRevista Eletrônica Acervo Saúde, [S.L.], v. 13, n. 4, p. 1-8, abr. 2021. Disponível em: https://acervomais.com.br/index.php/saude/article/view/6882/4394. Acesso em: 12 ago. 2021.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde da criança: aleitamento materno e alimentação complementar / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – 2. ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2015.

BRANDÃO, Adriana de Paula Mendonça; ALMEIDA, Ana Paula Roberta de; SILVA, Lura Cristina Borges da; VERDE, Rafaella Melo Vila. ALEITAMENTO MATERNO: fatores que influenciam o desmame precoce. Revista Científica Facmais, [s. l], v. 5, n. 1, p. 12-24, abr. 2016. Disponível em: https://revistacientifica.facmais.com.br/wp-content/uploads/2016/06/1-%20Aleitamento%20Materno%20-%20fatores%20que%20influenciam%20o%20desmame%20precoce.pdf. Acesso em: 13 ago. 2021.

FEITOSA, Maria Eduarda Barradas; SILVA, Silvia Emanuelle Oliveira da; SILVA, Luciane Lima da. Aleitamento materno: causas e consequências do desmame precoce. Research, Society And Development, [s. l], v. 9, n. 7, p. 1-15, jun. 2020. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/342598510_Aleitamento_materno_causas_e_consequencias_do_desmame_precoce. Acesso em: 14 ago. 2021.

MAIA, Elizabeth Menezes; SANTIAGO, Luciano Borges; SAMPAIO, Antonio Carlos Freire; LAMOUNIER, Joel Alves.  Programa de apoio ao aleitamento materno exclusivo para mães trabalhadoras da iniciativa privada. Universidade Federal do Triângulo Mineiro Uberaba, Revista Medica de Minas Gerais, v.25, n.1, p.19-24, Jan. 2015. Disponível em: http://www.rmmg.org/exportar-pdf/1731/v25n1a04.pdf. Acesso em: 10 ago. 2021.

MOIMAZ, Suzely Adas Saliba; ROCHA, Najara Barbosa; GARBIN, Artênio José Isper; SALIBA, Orlando. A influência da prática do aleitamento materno na aquisição de hábitos de sucção não nutritivos e prevenção de oclusopatias. Revista de Odontologia da UNESP. v. 42, n. 1, p. 31–36, 2013. Disponível em: http://host-article-assets.s3.amazonaws.com/rou/5880194f7f8c9d0a098b50c0/fulltext.pdf. Acesso em: 10 ago. 2021.

OLIVEIRA, Ailkyanne Karelly Pereira de; MELO, Rosana Alves de; DINIZ, Luciana Pessoa Maciel; TAVARES, Ana Karoline; AMANDO, Alexsandra Rodrigues; SENA, Carla Rebeca da Silva. Práticas e crenças populares associadas ao desmame precoce. Avances En Enfermería, [S.L.], v. 35, n. 3, p. 303-312, set. 2017. Disponível em: https://revistas.unal.edu.co/index.php/avenferm/article/view/62542/63569. Acesso em: 13 ago. 2021.

SANTOS, Andréia Andrade dos; RESENDE, Márcio Antônio; MAIA, Gabriela Pinto; CARVALHO, Nayara Cristina de Jesus; FERREIRA JÚNIOR, Aristarco de Pinho. O papel do enfermeiro na prevenção do desmame precoce. Revista Eletrônica Acervo Enfermagem, [S.L.], v. 2, p. 1-8, 7 fev. 2020. Disponível em: https://acervomais.com.br/index.php/saude/article/view/6882/4394. Acesso em: 13 ago. 2021.

SANTOS, Augusta Perpétua Rocha dos; SANTOS, Geórgia Araújo dos; SIQUEIRA, Samylla Maira Costa. Ações desencadeadas pelo enfermeiro para promoção do aleitamento materno e prevenção do desmame precoce. Revista Brasileira de Saúde Funcional, [s. l], v. 1, n. 1, p. 56-65, jun. 2017. Disponível em: https://seer-adventista.com.br/ojs3/index.php/RBSF/article/view/815/674. Acesso em: 13 ago. 2021.

SILVA, Dayane Pereira da; SOARES, Pablo; MACEDO, Marcos Vinicius. Aleitamento materno: causas e consequências do desmame precoce. Unimontes Científica, S.I, v. 19, n. 2, p. 147-157, dez. 2017. Disponível em: http://www.ruc.unimontes.br/index.php/unicientifica/article/view/489. Acesso em: 12 ago. 2021.

SOUZA, Daiane Ramos de; DIÓGENES, Susana Miranda; ANDRADE, Josimeire Souza de Oliveira; OLIVEIRA, Paula Caroline Pepa. Aleitamento materno e os motivos do desmame precoce no município de Porto Velho/RORevista Eletrônica Acervo Saúde, [S.L.], v. 31, n. 31, p. 1-7, 31 ago. 2019. Disponível em: https://acervomais.com.br/index.php/saude/article/view/1087/678. Acesso em: 15 ago. 2021.

[1] Graduanda em Enfermagem pela Universidade CEUMA.

[2] Pós-Graduada.

[3] Mestrando em Saúde e Tecnologia-UFMA.

[4] Pós-Graduação em Urgência e Emergência e UTI-UNINTER.

[5] Bacharel em Enfermagem.

[6] Graduanda em Enfermagem pela Universidade CEUMA.

[7] Orientadora. Docente Universidade Ceuma – Mestre em Ciências Ambientais e Saúde – PUC/GO e Doutoranda em Ciências Ambientais e Saúde – UNIRIO/UFRJ.

Enviado: Setembro, 2021.

Aprovado: Outubro, 2021.

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