A inclusão da orientação sexual na escola: possibilidades de esclarecimento da sexualidade para os jovens

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ARTIGO ORIGINAL

COSTA, Rodrigo César [1]

COSTA, Rodrigo César. A inclusão da orientação sexual na escola: possibilidades de esclarecimento da sexualidade para os jovens. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 05, Vol. 09, pp. 56-65. Maio de 2019. ISSN: 2448-0959

RESUMO

Atualmente, a escola tem sido frequentemente apontada como um lugar importante para intervir sobre a sexualidade do adolescente. Ela é vista como um problema de saúde pública, pelo qual a escola serve como um ambiente privilegiado de implementação de políticas que promovam a saúde de crianças e adolescentes. A atual inclusão da orientação sexual na escola é justificada pelo crescimento do número de casos de “gravidez indesejada” entre adolescentes, e pela disseminação de casos de contaminação pelo HIV e de outras doenças sexualmente transmissíveis. Sendo assim, o objetivo deste trabalho é desenvolver métodos de orientação sexual e aplicá-los com o intuito de promover um maior esclarecimento da sexualidade entre os alunos dos sextos anos do colégio Duque de Caxias, e fazer com que os mesmos percebam a sexualidade como aspecto positivo e natural da vida humana, propiciando a livre discussão de estilos e padrões de comportamento em relação ao sexo, e o debate dos costumes particulares frente à sexualidade.

Palavras–chave: sexualidade, adolescência, orientação sexual.

INTRODUÇÃO

Atualmente, a escola tem sido freqüentemente apontada como um lugar importante para intervir sobre a sexualidade do adolescente. Ela é vista como um problema de saúde pública, pelo qual a escola serve como um ambiente privilegiado de implementação de políticas que promovam a saúde de crianças e adolescentes. A atual inclusão da orientação sexual na escola é justificada pelo crescimento do número de casos de “gravidez indesejada” entre adolescentes, e pela disseminação de casos de contaminação pelo HIV e de outras doenças sexualmente transmissíveis.

Segundo Saito (1996) o número de gravidez na adolescência é alto, mesmo nos países mais desenvolvidos, em especial o aumento entre os onze e quinze anos de idade. A gravidez em adolescentes é um tema atual, e muito se discute sobre a necessidade de trabalhar com a prevenção dos fatores de risco, surgindo como proposta a educação sexual. É reconhecido por todos que, na contemporaneidade, a educação sexual possui uma importância indiscutível, devido a sua influência na formação da criança e do adolescente. Omitir esse trabalho pode comprometer não só o presente como o futuro dos alunos.

Para esta mesma autora, existem poucos estudos, no Brasil, relacionados á sexualidade e á educação sexual. Na família brasileira a conversa sobre a sexualidade é pobre, muitas vezes inexistente; um assunto proibido, intocado. Na escola, o diálogo é voltado mais para os aspectos biológicos, enfatizando a ideia de a sexualidade estar relacionada exclusivamente á reprodução, e tanto educadores como profissionais de saúde permanecem com posturas preconceituosas e cheias de tabus. Apesar do papel da educação sexual ser ainda discutível para evitar as experiências sexuais precoces, já é referência da literatura que a gravidez entre adolescentes não será controlada sem educação sexual.

A educação sexual é um recurso necessário, estimulando a reflexão sobre as dúvidas e desejos de cada faixa etária, promovendo discussões sobre os fatores de risco. Para Saito (1996), o primeiro passo é reconhecer a criança como ser sexuado e visualizar o adolescente não só como um ser que procura a liberdade, o erotismo demasiado e à promiscuidade; é importante não encarar a sexualidade como sinônima de sexo ou atividade sexual, mas sim, como parte integrante do processo do desenvolvimento biológico e da personalidade.

Com a inclusão da Orientação Sexual nas escolas, a discussão de questões polêmicas e delicadas, como masturbação, iniciação sexual, o “ficar”, namoro, homossexualidade, aborto e disfunções sexuais, em muito contribui para o bem-estar das crianças e dos adolescentes na vivência de sua sexualidade atual e futura.

Para saito (1996) a orientação sexual não deve se basear exclusivamente na explicação do uso de preservativo ou método anticoncepcional, mas também resgatar o indivíduo enquanto sujeito de suas escolhas e responsabilidade pelas consequências de seus atos, favorecendo assim o desenvolvimento de sua cidadania e o compromisso consigo mesmo e com o outro. Essa proposta não invalida a presença da anticoncepção, pois esta é parte relevante da prevenção. Ela consiste em conhecimentos sobre a sexualidade, reprodução e prazer. Métodos anticoncepcionais devem ser desmistificados, com o reconhecimento do baixo risco das pílulas, da pouca eficácia do coito interrompido e da eficiência dos preservativos, também usados para proteger a vida. Dessa forma, existe a necessidade de conhecer melhor os mitos, tabus e a realidade da sexualidade para que a aborde de forma mais tranqüila com os alunos, de manter um diálogo franco, e entender as manifestações dessa sexualidade aflorada, própria da idade.

É obrigação da escola envolver ás famílias no diálogo sobre sexualidade, usando o espaço físico da escola, como por exemplo, as reuniões de pais e professores. O autoritarismo familiar deve abrir lugar à autoridade como sinônimo de competência, que admite a reflexão e o diálogo. Os professores deverão estar preparados para o desafio de orientar um ser em busca de novas experiências, acreditando ser invulnerável, porém imaturo ou amador para lidar com o impulso sexual, num corpo que a todo o momento está em transformação, marcado por mudanças significativas. Segundo Osório (1992), a adolescência é uma etapa da vida na qual a personalidade está em fase última de estruturação e a sexualidade se coloca nesse processo, principalmente como um elemento estruturador da identidade do adolescente.

Desta forma, o objetivo deste trabalho é desenvolver métodos de orientação sexual e aplicá-los com o intuito de promover um maior esclarecimento da sexualidade entre os alunos dos sextos anos do colégio Duque de Caxias, e fazer com que os mesmos percebam a sexualidade como aspecto positivo e natural da vida humana, propiciando a livre discussão de estilos e padrões de comportamento em relação ao sexo, e o debate dos costumes particulares frente à sexualidade.

JUSTIFICATIVA

Devido à falta de conhecimento sobre a sexualidade e os cuidados a serem tomados nessas relações, existe uma preocupação cada vez maior entre os profissionais da área de saúde, pais e professores sobre os adolescentes, sobre a precocidade nas relações sexuais, a gravidez na adolescência e as doenças sexualmente transmissíveis.

Para alguns autores, como Lopes e Maia (1993) na atualidade têm-se uma diminuição da idade da primeira relação sexual. No Brasil, a idade média é de 16,9 anos para meninas e 15 anos para os meninos, sendo que essa iniciação precoce não vem acompanhada de nenhum cuidado, como os anticoncepcionais. Segundo esses autores, um quarto da população feminina de quinze a vinte e quatro anos já viveu uma gravidez, sendo que a mesma foi indesejada para metade dessas jovens.

A sexualidade, entendida com o transcendente ao ato sexual, enquanto fonte de prazer ou desprazer e que se relaciona e se confunde com a história pessoal de cada ser humano, tem sua prática submetida a uma série de normas, valores e regras construídas ao longo do processo histórico-cultural de cada sociedade.

Devido a essas normas instituídas ao longo do tempo os conhecimentos a respeito da sexualidade passaram a serem tratados como um tabu. Porém como a sexualidade diz respeito ao próprio corpo, que na adolescência está em modificação, é direito do adolescente se conhecer.

De acordo com Vitiello (1995) é muito difícil, senão impossível, estabelecer o número de adolescentes de ambos os sexos que vem se iniciando sexualmente nessa fase da vida. Os métodos de pesquisa empregados, principalmente quando se baseiam em informações fornecidas pelos próprios adolescentes, tendem a não refletir os números reais, pelo temor que os jovens têm sobre como serão usados os dados levantados por entrevistadores. Numa estimativa bastante modesta, a julgar pelas consequências possíveis do exercício da sexualidade (número de gestações, doenças sexualmente transmissíveis, etc.), podemos afirmar que ao menos a metade das moças e a quase totalidade dos rapazes, em nosso meio, iniciam-se sexualmente durante a adolescência. E, na imensa maioria das vezes, essa iniciação sexual é feita sem qualquer preparo, formal ou informal, que possa diminuir as probabilidades do advento de traumas, experiências frustrantes ou mesmo consequências meramente orgânicas, como as doenças sexualmente transmissíveis ou a gestação inesperada.

Para que estas consequências da falta de preparo dos adolescentes diminuam é necessário que se realize um trabalho continuo de educação sexual com esses jovens. Este papel se situa no campo da educação, é de responsabilidade de todos os educadores (família, escola e sociedade) que tenham contato com os pré-adolescentes e adolescentes. Como os jovens passam boa parte do tempo na escola, acredita-se que esse ambiente seria ideal para serem trabalhados esses conteúdos.

Educar sexualmente, embora possa passar por informar, por orientar e por aconselhar, é mais do que a soma dessas partes isoladas. Educar, no sentido mais amplo, significa “formar”, não na acepção de que o educando seja uma mera cópia do educador, mas sim na de que o educador dá ao educando condições e meios necessários para que cresça interiormente. A influência do educador, por isso mesmo, além de intensa precisa ser contínua e duradoura, pois caso contrário não conseguirá seu intento, embora todo e qualquer contato humano possa ter uma conotação educadora.

Dessa forma é fundamental que as escolas tenham um projeto de educação sexual como parte de sua política pedagógica, promovendo um amadurecimento destes conteúdos durante o processo de ensino, permitindo que os adolescentes tornem-se indivíduos responsáveis por sua própria sexualidade.

Sendo assim, introduzir para os alunos dos sextos anos algumas informações fundamentais sobre a sexualidade seria de suma importância, tanto para a prevenção de doenças, de gravidez indesejada, como uma forma de conscientizar os adolescentes sobre algumas manifestações da sexualidade, sem discriminação e preconceitos. Realizar um trabalho sobre orientação sexual com alunos com faixa etária entre onze e dezesseis anos é plausível, pois são um período da vida onde as manifestações sexuais e mudanças no corpo começam a surgir.

OBJETIVOS

O objetivo de um trabalho de educação sexual é permitir que os alunos dos sextos anos do colégio Duque de Caxias percebam a sexualidade como aspecto positivo e natural da vida humana, propiciando, assim, a livre discussão de estilos e padrões de comportamento em relação ao sexo, e o debate dos costumes particulares frente à sexualidade.

METODOLOGIA

Para promover uma discussão satisfatória sobre a sexualidade, e chamar a atenção do público alvo, foram utilizados alguns materiais ilustrativos para facilitar a compreensão dos alunos, como slides sobre as doenças sexualmente transmissíveis, os métodos anticoncepcionais, e um pequeno flash sobre a menstruação. Outro recurso utilizado foi um jogo com algumas perguntas sobre a sexualidade, chamado ludsexy. A principio, os alunos escreveram suas principais dúvidas sobre a sexualidade, e através destas dúvidas, foram elaborados os conteúdos a serem trabalhados. Desta forma, realizaram-se três encontros com cada sexto ano, tanto do período matutino como do vespertino. No primeiro, trabalhou-se com a explicação sobre a menstruação, e o aparelho reprodutor masculino e o feminino. No segundo encontro, o trabalho ficou pautado nas doenças sexualmente transmissíveis, focando o vírus HIV e a AIDS, e também sobre algumas duvidas a respeito do encontro anterior. E para finalizar a atividade, explicaram-se as questões do “ficar”, sobre o namoro, a responsabilidade pelo corpo, tanto o próprio quanto do outro, e a gravidez. Neste ultimo encontro, as salas se dividiram em dois grupos, pelo qual um grupo fazia perguntas para o outro com o ludsexy.

CORRELAÇÃO TEÓRICA E RESULTADOS

Na realização das atividades sobre orientação sexual, a princípio, observou-se o quanto algumas meninas e meninos ficavam envergonhados e se sentiam incomodados com a conversa a respeito da sexualidade. Para a realização do trabalho, foi sugerido aos alunos que, aqueles que não quisessem participar da atividade, deviam pedir para os pais assinarem um documento sugerido pelos estagiários. Muitos não participaram, devidamente porque seus pais viam o conteúdo sexual como inapropriado para seus filhos. Pôde-se observar também que quando foi perguntado se os adolescentes conversavam com os pais sobre sexualidade, maioria disse que não, como se fosse um assunto proibido, e em muitos momentos, durante os encontros, alguns alunos manifestavam incomodo e nojo a respeito da sexualidade, outros consideravam pecado, errado, e muitos mitos e tabus surgiram no diálogo com os meninos e meninas. A idéia religiosa era colocada pelos alunos em muitos momentos da conversa, e mesmo na contemporaneidade, onde a sexualidade esta aflorada, as meninas eram muito mais conservadas e restritas ao diálogo sobre a sexualidade, comparada aos meninos.

Segundo Costa (1986), a sexualidade, dentro da concepção religiosa, é carregada de tabus que comprometem o modo de se encarar o sexo. O principal deles refere-se ao pecado, onde tudo o que diz respeito ao relacionamento sexual está ligado a um sentimento de vergonha. Outros tabus são os de que os anjos são assexuados e, dessa forma, puros. Já o diabo representa a sexualidade em promiscuidade; todos eles atestam uma atitude desfavorável da igreja com relação ao sexo e ao prazer. É importante ressaltar que a iniciação sexual da mulher deveria acontecer no casamento e tiver fins procriativos, enquanto ao homem era permitida a prática sexual e a busca do prazer fora dos limites do matrimônio.

Cabral (1995) coloca outra idéia da doutrina cristã ocidental: a dualidade entre corpo e alma, na qual a alma é mais importante que o corpo, pois aquela recebeu de Deus a imortalidade. Essa concepção defendeu uma educação sexual que coloca o corpo numa posição secundária, exclusivo para a procriação. Ao longo da história ocidental, esta tem sido uma forma de os humanos viverem a sexualidade de maneira reprimida. De certa forma, segundo Costa (1986), as normas, os valores cristãos, e as necessidades do estado foram moldando a sexualidade, sobretudo a partir do século XVI, quando começa o processo de modernização da sociedade e a ascensão da burguesia, agrupando as influências da Igreja e dos moralistas no controle da vida social.

A respeito da falta de diálogo entre pais e filhos sobre a sexualidade, Suplicy (1991) nos aponta a respeito de como os pais lidam com a sexualidade dos filhos. Para defrontar-se com a sexualidade do filho, os pais precisam confrontar a própria sexualidade e, muitas vezes, esta situação gera angústia. A sexualidade dos filhos traz à tona para muitos pais aspectos contidos da própria sexualidade.

Para esta mesma autora, a questão da sexualidade mudou tão bruscamente nos últimos tempos, que deixou os pais meio confusos, perdidos. Antes as famílias não se interessavam por assuntos sobre sexo, e não tinham dúvidas em conhecer o que era certo ou errado; o que podiam permitir ou não. Atualmente, vivenciamos um momento difícil para a construção de um princípio de valores sexuais. Apesar desse período transitório pelo qual estamos passando, existem alguns valores que não podem deixar de ser transmitidos aos adolescentes, dentre eles:

1. O respeito por si próprio e pela sua dignidade enquanto pessoa.

2. O respeito pelo próximo. Não se pode permitir que o outro seja apenas um meio de satisfação das necessidades sexuais.

3. O acesso ao diálogo aberto. Responder o que o adolescente quer saber de forma íntegra e não preconceituosa.

4. Ajudar o jovem a ampliar a capacidade crítica, de raciocínio, e a reflexão para escolher o que lhe couber.

Estes assuntos, como respeito do próprio corpo e do corpo do outro, foi apontado durante a realização dos encontros de orientação sexual, mostrando-lhes a importância da consideração pelo próximo, e por si mesmo.

Uns dos conteúdos mais trabalhados com os alunos foram às doenças sexualmente transmissíveis, principalmente a AIDS. Para Suplicy (1991), a AIDS é uma epidemia global, e eliminá-la só será possível através de um trabalho de prevenção e conscientização de toda a população, explicando a obrigação de se modificar as condutas sexuais até agora aceitos como apropriados.

Para esta mesma autora, grande parte da população, sobretudo os adolescentes, necessitam ser esclarecidos de que o vírus da AIDS não está mais restrito apenas aos grupos de risco, mas envolve a todos os indivíduos, independente de raça, classe social, idade, sexo, crença, desde que não se protejam em suas atividades sexuais. Muitos obstáculos culturais e emocionais ainda dificultam o trabalho de prevenção, não apenas da AIDS, como também das doenças sexualmente transmissíveis. O que dificulta, por exemplo, é o estado de onipotência do adolescente; um sentimento que os levam a imaginar que com eles “nunca vai acontecer nada de ruim”, e que estão imunes a qualquer perigo.

CONCLUSÃO

O trabalho permitiu colher resultados significativo, como exemplos: a quebra de muitas dúvidas e tabus que foram aparecendo durante os encontros, a manifestação da curiosidade e perguntas abertas, sem preconceito, feitas por alguns alunos, e o respeito com o qual os estagiários foram recebidos pelos mesmos, sendo vistos como figuras importantes para a transmissão de conhecimento sobre a sexualidade. Foi observado também outro ponto importante: como alguns adolescentes ainda tinham dificuldades em ter um diálogo aberto com alguma figura importante, como os pais e os professores, sendo que a presença dos estagiários permitiu que esses alunos tirassem suas dúvidas e pudessem se sentir mais seguros e acolhidos quanto a sua sexualidade. Durante os encontros também se pôde observar o respeito e esclarecimento sobre a responsabilidade com o próprio corpo e com o próximo, principalmente o respeito que os alunos tinham entre eles. Por exemplo, quando alguns faziam algumas perguntas mais “polemicas” ou “picantes”, era visível o respeito e a curiosidade dos outros.

Desta forma, a orientação sexual pode ter um papel fundamental no esclarecimento sobre a sexualidade dos adolescentes, mas mais do que isso, pode ser um caminho para cada um destes jovens adquirirem respeito pelo seu próprio corpo e pelo corpo do outro, como também ampliar as suas responsabilidades e ter maior consciência das consequências geradas pelos seus atos. Muitos alunos não manifestam interesse nas aulas, bagunçam, brigam com os colegas, não vem o professor como uma figura importante, dentre outras queixas. Trabalhar com estes princípios, como respeito por si e pelo outro, contribuiu para que eles reflitam sobre suas atitudes, principalmente sobre a responsabilidade que devem ter enquanto cidadãos, e as consequências caso ocorra uma gravidez indesejada, ou se contaminem com alguma doença sexualmente transmissível.

REFERÊNCIAS

CABRAL, J.T. A sexualidade no mundo Ocidental. Campinas: Papirus, 1995.

COSTA, M. Sexualidade na adolescência: dilemas e crescimento. 8. Ed. São Paulo: L & PM Editores, 1986.

LOPES, G.; MAIA, M. Desinformação sexual entre gestantes adolescentes de baixa renda. Rev. Sexol. V. 2, n. 1. jan./julho, 1993.

OSÓRIO, L.C. Adolescente hoje. 2. Ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.

SAITO, M. I. Gravidez na adolescência: fatores de risco. Idéias. Papel da Educação na Ação Preventiva ao Abuso de Drogas e as DST/AIDS. São Paulo: Fundação para o Desenvolvimento da Educação, 1996.

SUPLICY, M. Conversando sobre sexo. 17. Ed. Petrópolis, 1991.

[1] Graduado em psicologia pela U.E.M, especialização em psicanálise: teoria e clínica pela N.E.C.P.A.R, Mestre em psicologia Pela UNESP, Doutorando em psicologia pela UNESP.

Enviado: Fevereiro, 2018.

Aprovado: Maio, 2019.

 

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