Alteração de cor de dentes artificiais após o uso de solução desinfetante

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ARTIGO ORIGINAL

SILVA, Talitta de Araujo [1], LEÃO, Susan Ingrid de Souza [2], ESTEVES, Renata Antunes [3]

SILVA, Talitta de Araujo. LEÃO, Susan Ingrid de Souza. ESTEVES, Renata Antunes. Alteração de cor de dentes artificiais após o uso de solução desinfetante. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 06, Ed. 07, Vol. 05, pp. 50-62. Julho de 2021. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/odontologia/solucao-desinfetante

RESUMO

Para a higienização de próteses dentárias muitas vezes se faz necessário o uso de soluções desinfetantes, que podem causar algum tipo de dano ao material protético. Este artigo tem como pergunta norteadora: essas soluções podem causar alteração na cor dos dentes pré-fabricados? O objetivo do presente estudo foi avaliar a estabilidade da cor de dentes artificiais após imersão em solução higienizadora de hipoclorito de sódio a 1% em imersão de 15 minutos e 8 horas todos os dias. Para o experimento foram confeccionados corpos-de-prova (n=5) padronizados em tamanho (3x3mm), confeccionados a partir de dentes artificiais e divididos em dois grupos. A metade dos corpos-de-prova foi imersa diariamente em solução de hipoclorito de sódio a 1% por 15 minutos, e a outra metade, imersa na referida solução por 8 horas diárias. A avaliação da cor foi realizada por um colorímetro (Chroma Meter CR-400/410, Konica Minolta, Japão) que utiliza o sistema CIE L*a*b*, previamente às imersões e após 180 dias. Os resultados foram submetidos ao teste ANOVA de dois fatores e ao teste de Tukey, com nível de significância de 5%. Ao comparar as imersões realizadas, as maiores alterações foram observadas no período de 8 horas/dia, tendo as marcas Biotone® e Trilux® apresentado alterações significantes. Dentro das limitações do estudo, foi possível concluir que a imersão por 15 minutos é mais adequada para uso devido não ter causado alteração de cor nos dentes artificiais.

Palavras-chave: Prótese-dentária, dentes artificiais, desinfecção, alteração de cor.

INTRODUÇÃO

Os indivíduos edêntulos são conhecedores da importância do uso de próteses dentárias nas reabilitações orais não somente pelo restabelecimento estético, onde pacientes se tornam cada vez mais exigentes, mas também pela possibilidade de devolver aos pacientes as suas funções, por meio de uma mastigação, deglutição, fonação e sucção satisfatórias.

Os materiais amplamente utilizados para a confecção de próteses dentárias é a resina acrílica termopolimerizável e os dentes artificiais. A resina acrílica apresenta baixo custo, fácil manipulação, boa estética e grande variedade de cores. Os dentes artificiais estão cada vez melhorando a sua qualidade, bem como, a diversidade de cores, tamanhos e formas. A escolha desses materiais geralmente é feita em conjunto com o paciente para que a satisfação seja garantida.

O uso contínuo de próteses requer um cuidado especial quanto à higiene oral, que deverá ser realizada de forma satisfatória pelo paciente. A limpeza mecânica é a mais comum para remoção de biofilme, mas o uso de higienizadores químicos poderá ser associado tende a trazer melhores resultados (PARANHOS et al., 2007; SARAÇ D et al., 2007). Assim o uso de soluções de limpeza se torna cada vez mais indicados aos pacientes, uma vez que a população usuária de próteses removíveis tende a possuir dificuldades para higienização manual (PARANHOS et al., 2009). Para isso, a solução mais amplamente difundida e utilizada é o hipoclorito de sódio (NaOCL) diluído em água, por conta de seu baixo custo, fácil acesso e alta eficácia no combate a Candida albicans (PINTO et al., 2010).

Diversas pesquisas têm relatado a ação bactericida e as diferentes concentrações e tempos de imersão do hipoclorito de sódio na desinfecção ou esterilização das resinas (BELL et al., 1989; PAVARINA et al., 2003; LIMA et al., 2006; SILVA et al.; FERREIRA et al., 2009; VIEIRA et al., 2010; ORSI et al., 2011), logo o produto tem sido indicado como higienizador diário de próteses totais convencionais, visando a diminuição do biofilme presente (GHALICHEBAF et al., 1982), inclusive como solução para imersões noturnas (BASSON et al., 1992). Contudo, a ação do hipoclorito de sódio frente à propriedade de cor de resinas acrílicas em períodos prolongados de imersão não tem sido amplamente relatada na literatura (PARANHOS et al., 2009).

É interessante ressaltar que independentemente do método de higiene utilizado pelo paciente, seja ele mecânico ou químico, ou a associação de ambos, o emprego destes métodos não deverá causar alterações nos materiais utilizados para a confecção das próteses (resina e dentes artificiais), como por exemplo, alteração de cor, dureza, rugosidade, dentre outros. No entanto, pesquisas apontam que ocorrem alterações diversas na superfície destes materiais (dentes artificiais de diversas marcas e na resina acrílica termopolimerizável), causando descontentamento do paciente e dificultando a remoção da placa bacteriana na prótese (FONTES et al., 2009; TOPCU et al., 2009; FERNANDES et al., 2010; MUNDIM et al., 2010).

Assim sendo, o objetivo deste trabalho foi avaliar a influência do hipoclorito de sodio a 1% na estabilidade de cor de dentes pré-fabricados em acrilico, antes e depois da imersão. A hipótese nula é a que os dentes pré fabricados em acrilico não sofreriam alterações de cor após a imersão em hipoclorito de sódio.

MATERIAL E MÉTODO

CONFECÇÃO DOS CORPOS-DE-PROVA

Para o estudo foram confeccionados corpos-de-prova (n=25) de diferentes marcas comerciais de dentes artificiais (Biotone®, Vipi Dent Plus®, Trilux®, Natusdent® e Vivodent®), os quais foram subdivididos em 5 grupos (N=5) (Quadro1).

Os corpos-de-prova foram confeccionados utilizando dentes artificiais (cor 66), E foram desgastados (broca maxi-cut) até atingir as dimensões de 3x3mm, cuja conferência foi realizada com um paquímetro digital (ZAAS, UNIVERSAL). Posteriormente, o polimento dos corpos-de-prova foi realizado com tira de lixa de granulação de 400®1200 (3M, ESPE).

PROTOCOLO DE IMERSÃO

Após a confecção, a metade dos corpos-de-prova foi imersa diariamente em solução de hipoclorito de sódio a 1% por 15 minutos, e para a outra metade, a imersão na referida solução foi realizada por 8 horas diárias. A solução foi utilizada a partir da mistura de 10 gotas desta solução com 200 ml de água.

O hipoclorito foi usado por um intervalo de 180 dias. Nas horas subsequentes à imersão na referida solução, os corpos-de-prova ficaram armazenados em temperatura ambiente imersos em água destilada.

Tal conduta foi preconizada buscando simular o procedimento realizado pelos pacientes de imersão caseira das próteses em uma solução de limpeza, em um curto intervalo de tempo (15 minutos/dia), e por um longo período (8 horas/dia).

AVALIAÇÃO DA ALTERAÇÃO DE COR

A avaliação da estabilidade de cor de cada espécime foi realizada através do colorímetro (Chroma Meter CR-400/410, Konica Minolta, Japão) que possui um sistema de detecção, conforme as cores primárias (vermelho, verde e azul). Os valores do colorímetro foram obtidos usando o sistema CIE L*a*b* da Comissão Internacional de l’Eclairage (CIE), onde L* é o valor da luminosidade que oscila entre a cor preta com valores negativos e a cor branca com valores positivos, a* que indica a cor vermelha no lado positivo e verde no negativo, b* mostra a cor amarela no lado positivo e azul no negativo.

A diferença de cor (ΔE) entre as medições, antes e após as imersões nas soluções, foi calculada pela fórmula: ΔE=[(ΔL*)2+(Δa*)2+(Δb*)2]0,5, em que ΔL, Δa e Δb significa as diferenças dos valores de L, a, e b, respectivamente, antes e após as imersões.

A avaliação inicial da cor foi realizada previamente à imersão na solução de hipoclorito, e após o período pré-determinado (15 minutos ou 8 horas), os corpos-de-prova foram reavaliados quanto à coloração no colorímetro para permitir uma comparação. As avaliações foram realizadas por um único avaliador e sempre no mesmo local, visando evitar alterações, tendo em vista a alta sensibilidade do aparelho.

Para fazer a comparação da diferença de cor (ΔE) com as condições clínicas, os dados foram quantificados para a unidade National Bureau of Standards (NBS), usando como fórmula de conversão NBS = ΔE x 0,92 e, em seguida, os valores convertidos foram classificados conforme o quadro 1 (PERACINI et al., 2010; POLYZOIS et al., 1997).

Quadro 1- National Bureau of Standard (NBS) System of Expressing Color Difference.

Fonte: Shotwell, J.L., Razzoog, M.E., Koran, A., 1992. Color stability oflong-term soft denture liners. J. Prosthet. Dent. 68, 836–838.

ANÁLISE ESTATÍSTICA

Após a obtenção, os valores obtidos foram submetidos a uma análise estatística no programa SigmaStat versão 3.5 e o programa Excel do pacote office da Microsoft versão 2010, visando uma comparação entre os grupos. Os testes utilizados foram ANOVA a dois fatores e teste de Tukey. O nível de significância utilizado foi de 5%.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Ao avaliar o quadro 2 e comparar as duas imersões (por 15 minutos e 8 horas diárias) verificou-se que os maiores valores de ∆E foram observados nos dentes em 8 horas de imersão.

De acordo com a Tabela 3, alterações significantes foram observadas em L* e b* nas marcas Biotone e Trilux em 8 horas de imersão.

Na análise realizada por meio do Sistema NBS, verificou-se que as marcas Biotone®, Vipi dent Plus® e Trilux® foram as que mais apresentaram alterações de cor também em 8 horas de imersão (Quadro 4).

A avaliação das médias dos valores de ΔE quantificada pelo NBS, quanto a imersão de 15 minutos, foram classificadas como appreciable (Vipident®) e noticiable os demais. Já na imersão de 8 horas, a marca Trilux® foi classificada como much, Vivo dent® noticiable e as demais como appreciable.

Dentre os materiais suscetíveis a alterações, as resinas aparecem sofrendo diversas modificações e a maioria dos relatos é baseado na resina composta, tratando de mudanças na resistência, dureza, rugosidade e cor. Fontes et al. (2009), pesquisando alterações de cor em resina composta fotopolimerizável perante a imersão em suco de uva, chá, café e água destilada e verificaram somente na imersão em suco de uva houve uma significativa alteração. Mundim et al. (2010) avaliaram alteração cromática de três resinas compostas expostas a café e bebida de cola, e concluíram que o café promoveu maior alteração de cor em todas as resinas.

Quanto aos materiais usados em próteses, os relatos científicos incluem alterações referentes à dureza e rugosidade da resina acrílica e em uma escala bem menor sobre alteração cromática, e de forma mais sucinta ainda, quanto às modificações sofridas pelos dentes artificiais. Topcu et al. (2009) estudaram a alteração cromática de diversas resinas em saliva artificial e verificaram alterações em todos os tipos de resinas, tendo sido a alteração mais significativa em vinho tinto, assim como Sepúvelda-Navarro et al. (2011) comprovaram a mudança cromática em vinho, seguido por café e coca-cola®. Quanto ao manchamento na base protética, o vinho tinto e o café apresentaram alterações, porém, relatadas como clinicamente aceitáveis.

Os usuários de prótese sentem a necessidade de uma higiene que vá além da mecânica, devido a pouca habilidade manual e uma limpeza mais profunda, assim sendo, cada vez mais se observa o aumento do número de pacientes que fazem o uso de hipoclorito de sódio como método químico para a higiene das suas próteses. O hipoclorito é amplamente utilizado devido fácil acesso e baixo custo (NIKAWA et al., 1999; GORNITSKY et al., 2002; PEDRAZZI et al., 2009; PUSATTERI et al., 2009). Com o objetivo de avaliar se há alteração de cor em dentes de estoque e em qual momento essa alteração acontece, já que essa solução higienizadora vem sendo usada constantemente, por atuar dissolvendo mucina e outras substâncias orgânicas, tais como matriz extracelular polimérica (VIEIRA et al., 2010).

Fernandes et al. (2011) comprovaram a eficácia significativa do hipoclorito de sódio em resina de poliamida com a resina de PMMA, porém, o melhor resultado foi encontrado na resina de PMMA, por apresentar menor proliferação de biofilme contendo Candida albicans.

Silva et al. (2008) ao avaliar a rugosidade da resina acrílica quando imersa em hipoclorito de sódio a 1% identificaram que houve alteração no ΔE após a imersão no ciclo de 90 dias, porém, essa alteração não foi maior que 1,0 o que não se torna perceptível ao olho humano; assim como Pinto et al que ao analisar em 30 ciclos de desinfecção não observaram alterações clinicamente significativas, quando imersas em um ciclo menor, o que vem a coincidir com os resultados deste estudo.

Paranhos et al. (2009) afirmaram que alterações de cor são mais presentes devido a absorção de água e não por produto químico, mas, que as concentrações mais elevadas de um produto causaram um branqueamento na resina acrílica após 7 dias de imersão, o que também vem corroborar com resultados obtidos neste estudo. Já no estudo de Ma et al. (1997) a imersão em hipoclorito de sódio por 7 dias levou ao clareamento das resinas. Também em concordância com este estudo, Davi et al ressaltaram que as próteses não devem ser imersas por um longo tempo quando a solução de hipoclorito de sódio for maior que 0,5%, pois somente em concentrações menores não houve alteração de cor; quando imersas por um longo período (8 horas/dia) as alterações foram evidentes.

Polizoys et al. (1997) comprovaram também que quanto maior o tempo de imersão em hipoclorito de sódio a 1% maior a alteração de cor. Em seu estudo, foi imersa a base protética na solução desinfetante por 10 minutos, 10 horas e 10 dias, porém, de acordo com a escala NBS, essas alterações não foram visíveis ao olho humano.

Peracini et al. (2010) utilizaram a escala NBS para avaliar a alteração de cor em resina acrílica na imersão de solução higienizadora e mostraram que também houve alterações, porém, de acordo com a NBS não foram significantes, talvez pelo curto tempo de imersão (30 dias), pela temperatura ideal da água e concentração do produto higienizador.

Devido à escassez de trabalhos avaliando dentes de estoque, este estudo avaliou a alteração cromática de cinco marcas de dentes artificiais (Biotone®, Vipi dent®, Trilux®, Natusdent®, Vivodent®), que foram imersos em hipoclorito de sódio a 1% em ciclos de 15 minutos ou 8 horas (de acordo com os grupos estudados).

Na imersão, realizada por 15 minutos, não foram observadas alterações significativas em todas as marcas de dentes artificiais, já na imersão por 8 horas houve maior alteração nas marcas Trilux® e Biotone®, sendo assim indicada a imersão em hipoclorito de sódio por 15 minutos somente (Quadro 3). Esses resultados são comprovados tanto estatisticamente quanto numericamente, utilizando o colorímetro.

Ao observar o ΔE em 8 horas de imersão, houve uma instabilidade de cor considerável em quatro das cinco marcas de dentes de artificiais (Biotone®, Vipi dent®, Trilux®, Natusdent®) e quando comparadas clinicamente, levando em consideração o NBS, a alteração da marca Trilux® foi a maior (Much), chegando a uma mudança significativa. As demais marcas foram classificadas em um nível intermediário de mudança de cor (Appreciable e Noticiable) (Quadro 4).

Lai et al. (2003) relataram que valores de ∆E maior que 3 é considerado inaceitável. Já Ruyter et al. (1987), Inokoshi S et al. (1996), Kim & Um (1996) e Um & Ruyter (1991) afirmaram que ∆E até 3,3 é aceitável. No presente trabalho foi adotado como referência a segunda hipótese (∆E<3,3), desta forma, as marcas Biotone®, Vipident® e Trilux®, quando imersas na solução por 8 horas apresentaram uma alteração considerada inaceitável.

Quadro 2- Resultados do ∆E (média e desvio padrão).

Fonte: Elaborado pelos autores

Quadro 3- Médias dos valores de L*, a* e b* antes e após avaliação.

*Alterações significantes em cada grupo de dentes considerando as médias dos valores de L*, a* e b* (inicial e final) (p < 0,05).
Fonte: Elaborado pelos autores

Quadro 4- Colorimetria Média por grupo – Sistema NBS

Fonte: Elaborado pelos autores

A partir desses resultados, a hipótese de que o uso do hipoclorito de sódio causaria alteração de cor dos dentes artificiais foi parcialmente aceita, em função da alteração de cor ter acontecido apenas em alguns dentes artificiais.

CONCLUSÃO

Tendo em vista a necessidade de desinfecção de prótese dentárias para a eliminação/diminuição na colonização de fungos e bactérias e de acordo com os resultados obtidos, é indicado que a imersão da prótese em hipoclorito de sódio a 1% seja realizado diariamente somente por 15 minutos, já que alterações não foram significativas nesse período, e não por 8 horas, em função da alteração de cor ter sido significante neste intervalo de tempo em 4 de 5 amostras (Biotone®, Vipi dent®, Trilux®, Natusdent®), com variação considerada inaceitável nas marcas Biotone®, Vipident® e Trilux®.

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[1] Cirurgiã Dentista, Especialista Em Prótese Dentária.

[2] Cirurgiã Dentista.

[3] Cirurgiã Dentista, Mestre Em Clinica Dentária E Doutora Em Matérias Dentários.

Enviado: Junho, 2021.

Aprovado: Julho, 2021.

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