Sistemas Impermeabilizantes Na Construção Civil

0
127
DOI: ESTE ARTIGO AINDA NÃO POSSUI DOI [ SOLICITAR AGORA! ]
Sistemas Impermeabilizantes Na Construção Civil
5 (100%) 1 vote
ARTIGO EM PDF

ARTIGO ORIGINAL

VIEIRA, Lady Fabiany Barreto [1]

VIEIRA, Lady Fabiany Barreto. Sistemas Impermeabilizantes Na Construção Civil. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 12, Vol. 01, pp. 05-17 Dezembro de 2018. ISSN:2448-0959

RESUMO

Este trabalho tem como objetivo analisar a importância e os métodos de impermeabilização na Engenharia Civil, através de levantamentos bibliográficos e comparações de metodologias propostas por autores e normas técnicas. O problema da impermeabilização mal executada é um dos mais perceptíveis em uma obra, causando incômodo e danos estruturais. Atualmente, existem diversos métodos de eficiência comprovada, adaptados para as mais diversas situações e particularidades que possam surgir em um projeto. Ao longo do texto, muitos desses métodos serão apresentados, bem como suas vantagens e desvantagens, fazendo uma análise comparativa destacando fatores como a adequação ao local, custo e tempo de aplicação de cada sistema.

Palavras-chave: Impermeabilização, Sistemas, Construção Civil.

INTRODUÇÃO

A impermeabilização tem como principal objetivo a proteção das edificações, que sofrem efeitos negativos causados pelas infiltrações, vazamentos etc., sendo conceituada pela NBR 12190/01 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT (2001) – como a proteção das construções contra a passagem de fluidos.

Segundo Dinis (1997) os sistemas de impermeabilização que hoje existem trazem um hall de diferentes concepções e princípios de funcionamento, passando pelos materiais utilizados e pelas técnicas de aplicação. Esta diversidade gera várias possibilidades de classificações que ajudam no melhor entendimento e possibilitam de forma geral comparar os diferentes tipos de sistemas existentes no mercado nacional.

O objetivo dessa pesquisa é promover um estudo analítico, crítico e descritivo acerca dos sistemas de impermeabilização. Através de uma revisão bibliográfica sólida, conceituar criticamente e comparativamente as principais classificações dos sistemas de impermeabilização, identificar os principais problemas associados à impermeabilização, propondo soluções.

1. METODOLOGIA

Inicialmente, recorrer-se-á à pesquisa bibliográfica, de modo a efetuar uma revisão do entendimento da literatura especializada acerca do tema. Serão pesquisados, referenciados e citados não apenas livros como também artigos publicados em periódicos especializados, teses e dissertações.

Na pesquisa documental, serão colhidas informações regulamentais da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT – e, quando cabível, informações legais pertinentes à construção civil.

2.1 IMPERMEABILIZAÇÃO

A impermeabilização é um sistema com a função de selar, vedar os materiais porosos e suas falhas, causadas, por deficiências técnicas de preparo e de execução. Está técnica era empregada anos atrás pelos os romanos e os incas através de (clara de ovo, sangue, óleos, etc.) com objetivos de impermeabilizar saunas e aquedutos.

Inicialmente, é preciso esclarecer a subdivisão da impermeabilização conforme Schlaepfer e Cunha (op. cit.) e como consta também na NBR 9575:2003. Há, conforme este entendimento, dois tipos fundamentais de impermeabilização: rígido e flexível.  No que se refere à impermeabilização do tipo rígido, trata-se de uma série de materiais que podem ser aplicados na construção e que não estão sujeitos a fissurações. No que se refere à impermeabilização do tipo flexível, passível de fissuração, existem as membranas e as mantas.

Para as impermeabilizações de tipo rígido, é possível que sejam compostas de um dos seguintes (NBR 9575:2003, p. 5): argamassa impermeável com aditivo hidrófugo; argamassa modificada com polímero; argamassa polimérica; cimento cristalizante para pressão negativa; cimento modificado com polímero e membrana epoxídica. Quanto às impermeabilizações de tipo flexível, podem ser compostas de um dos seguintes (loc. cit.): membrana de asfalto modificado sem adição de polímero; membrana de asfalto modificado com adição de polímero elastomérico; membrana de emulsão asfáltica; membrana de asfalto elastomérico em solução; membrana elastomérica de policloropreno e polietileno clorossulfonado; membrana elastomérica de poliisobutileno isopreno (I.I.R), em solução; membrana elastomérica de estireno-butadieno-estireno (S.B.S.); membrana de poliuretano; membrana de poliuréia; membrana de poliuretano modificado com asfalto; membrana de polimero modificado com cimento; membrana acrílica; manta asfáltica; manta de acetato de etilvinila (E.V.A.); manta de policloreto de vinila (P.V.C.); manta de polietileno de alta densidade (P.E.A.D.); manta elastomérica de etilenopropilenodieno-monômero (E.P.D.M.) e manta elastomérica de poliisobutileno isopreno (I.I.R).

2.1.1 IMPERMEABILIZAÇÃO DO TIPO RÍGIDO:

Pode-se dizer que este tipo de impermeabilização se dá com a aplicação da camada estanque na base sem outras camadas presentes e complementares. Pode ser feita com diversos tipos de materiais, entre eles os aditivos hidrófugos, que consistem em materiais que reagem com o cimento conforme ocorre a hidratação.

Segundo dados da Denver Impermeabilizantes (2014), sua composição é de silicatos e sais metálicos. Conforme dados do grupo Sika, tais aditivos inviabilizam a absorção capilar, preenchendo espaços nos capilares, conferindo assim a impermeabilidade necessária ao concreto e argamassa. Deve-se aplicar o aditivo hidrófugo a argamassas de revestimento usados em componentes não passíveis de movimentação estrutural, o que acabaria por gerar fissuração, conforme Cunha e Neumann (1979). Tal técnica é benéfica por sua aplicabilidade prática, rápida e fácil, embora apresente como obstáculo a necessidade de ser aplicada simultaneamente a outro sistema, para que se tenha a estanqueidade devida.

Existem também os cristalizantes, cimentos especiais com aditivos minerais com capacidade de penetrar na estrutura, gerando então uma substância gelatinosa cristalizante, fazendo incorporar ao substrato insolúveis compostos de cálcio. Há dois subtipos de compostos cristalizantes: cimentos cristalizantes, que têm como função selar os poros do concreto; e cristalizantes líquidos formados por silicatos e resinas, que impedem a ação da umidade a partir do preenchimento de espaços vazios em alvenarias.

As argamassas poliméricas, segundo Silveira (2001), consistem em materiais formados por cimentos especiais e látex de polímeros cuja aplicação se dá de maneira similar ao processo de pintura, gerando assim uma camada impermeável, com uma grande capacidade de aderência, garantindo proteção contra as pressões d’água.

2.1.2 IMPERMEABILIZAÇÃO FLEXÍVEL:

A impermeabilização flexível é compreendida como o conjunto de materiais ou produtos aplicados nas partes da construção que são sujeitas a fissuras, podendo ser de dois tipos: as membranas, que são moldadas no próprio local, e as mantas, que podem ou não ser estruturadas, ou pré-fabricadas.

A principal vantagem das membranas em relação às mantas é que as membranas não apresentam emendas. Segundo Cichinelli (2004) as membranas exigem um rígido controle da espessura e, consequentemente, da quantidade de produto aplicado por metro quadrado.

2.1.2.1. MEMBRANA DE POLÍMERO MODIFICADO COM CIMENTO:

Um exemplo de impermeabilizante flexível é a membrana de polímero modificado com cimento, cuja principal indicação é na impermeabilização de torres de água e reservatórios de água potável elevados ou apoiados em estruturas de concreto armado. O sistema é composto por resinas termoplásticas e cimento aditivado, o que resulta em uma membrana de polímero que a modificada com cimento, como por exemplo, o VIAPOL (2008.) Uma de suas principais características é a resistência a pressões hidrostáticas positivas. É facilmente aplicável, não altera a potabilidade da água, é atóxica, não tem cheiro e acompanha as movimentações estruturais e fissuras, de acordo com o previsto nas normas brasileiras (Denver, 2008).

2.1.2.2 MEMBRANAS ASFÁLTICAS:

As membranas asfálticas são materiais impermeabilizantes à base de CAP (Cimento Asfáltico de Petróleo). De acordo com Sabbatini (2006) essas membranas podem ser divididas em relação ao tipo de asfalto utilizado:

  • Emulsão Asfáltica: proveniente da dispersão de asfalto em água, com a adição de agentes emulsificantes. É um material barato, de fácil aplicação e destina-se, principalmente, a estruturas sujeitas a movimentação, onde não ocorre retenção de água. Sua aplicação é feita a frio, quase sempre sem acréscimo de estruturantes.
  • Asfalto Modificado com Adição de Polímero Elastomérico: obtido pelo acréscimo de polímeros elastoméricos ao cimento asfáltico de petróleo, em temperatura adequada. Pode ser aplicado a quente ou a frio, e sua execução é devidamente estruturada.
  • Asfalto Oxidado: um produto onde o cimento asfáltico de petróleo tem suas características modificadas pela passagem de ar através de sua massa em temperaturas muito elevadas, sendo gradualmente fundido pelo calor, até que se obtenham determinadas características físico-químicas. Sua aplicação é a quente e sua execução é estruturada.

2.1.2.3. MEMBRANA ACRÍLICA:

É um impermeabilizante à base de resinas acrílicas dispersas, indicado para a proteção de áreas expostas, como lajes de cobertura, marquises, telhados, pré-fabricados e outros (Denver, 2008). Uma das vantagens desse sistema é que ele não demanda uma camada de proteção mecânica (contrapiso) sobre a membrana. Isso somente se fará necessário se houver trânsito muito intenso de pessoas sobre a laje, ou se ela for destinada a tráfego de automóveis. Em contrapartida, a ausência da proteção mecânica exigirá a reaplicação periódica do produto.

2.1.2.4. MANTAS ASFÁLTICAS:

São produzidas a partir de asfaltos modificados com polímeros e armados com estruturantes especiais e seu desempenho depende da composição desses dois componentes. O agente responsável pela impermeabilização é o asfalto modificado presente em sua composição.

Figura: 1 Impermeabilização com manta asfáltica.

Fonte: https://5sdedetizadora.com.br/servicos/impermeabilizacao/impermeabilizacao-cobertura-predio/

De acordo com a ABNT NBR 9952/2007 de 09 de abril de 2007, os tipos de asfalto a serem utilizados na composição das mantas são os seguintes: elastométicas, que sofrem a adição de elastômeros em sua massa. Normalmente é usado o SBS (Estireno – Butadieno – Estireno); plastoméricas, mantas com adição de plastômeros à sua massa, geralmente o APP (Polipropileno Atático); oxidado: mantas de asfalto oxidado, policondensado, ou com a adição de uma mistura genérica de polímeros.

Ainda de acordo com a classificação da mesma norma, em relação ao estruturante interno, as mantas asfálticas podem ser dos seguintes tipos: filme de polietileno, véu de fibra de vidro, não tecido de poliéster e tela de poliéster. As mantas podem ter de 3 a 5 mm, e quanto maior a espessura melhor é o seu desempenho. O acabamento aplicado às mantas pode ser classificado em: granular, metálico e antiaderente.

De acordo com as observações de Mello (2005), as principais vantagens no uso das mantas asfálticas são: espessura constante; fácil controle e fiscalização; aplicação em uma única vez; menor tempo de aplicação, pois não é necessário aguardar a secagem.

Quando se efetua a impermeabilização com mantas asfálticas, as emendas são os principais pontos críticos. Pereira (1995) conclui em sua pesquisa sobre emendas de mantas asfálticas que, ao utilizar como adesivo um elastômero especial de poliuretano, o mesmo atende perfeitamente a colagem entre as mantas asfálticas, eliminando de vez a colagem de mantas com asfalto quente ou maçarico. Sendo assim, os problemas que ocorrem com o superaquecimento da manta são reduzidos, impedindo a alteração química do polímero incorporado na massa ou a destruição do estruturante interno, e com isso reduzindo a capacidade da manta de absorver as fissuras do substrato.

2.1.2.5. AS MANTAS DE PVC:

São compostas, de acordo com Cimino (2002), por duas lâminas de PVC, com espessura final de 1,2 a 1,5 mm, e por uma tela trançada de poliéster. São indicadas principalmente para a impermeabilização de piscinas, reservatórios de água, cisternas, e caixas d’água de qualquer formato ou tipo, bem como para coberturas, planas ou curvas.

As emendas são tratadas por termofusão, com equipamentos apropriados e que controlam a temperatura e a velocidade de deslocamento. As soldas são duplas, paralelas e com um espaço vazio entre elas, permitindo a realização de um teste de pressão, ou vácuo, ainda durante a instalação, para que se verifique a estanqueidade. As mantas de PVC devem ser fixadas com parafusos e arruelas especiais, após o que, outra camada de manta é superposta, usando-se os equipamentos de termofusão. (Silva e Oliveira, 2006.) Já nos casos de impermeabilização de reservatórios ou estruturas enterradas, a manta é instalada diretamente sobre uma manta geotêxtil de 3,5 mm de espessura, conforme Cimino (2002).

Figura 2. Aplicação da manta de PVC.

fonte: http://techne17.pini.com.br/engenharia-civil/144/impermeabilizacao-com-mantas-de-pvc-veja-a-execucao-de-285757-1.aspx

Há diversas vantagens no seu uso: a não aderência ao substrato, eliminando o risco de rompimentos face às movimentações da estrutura; o amplo conhecimento que se possui sobre o comportamento do PVC, sua execução em uma única camada que não requer proteção mecânica devido à dureza superficial; a possibilidade de aplicação sobre pisos já existentes; resistência aos raios ultravioleta; a não propagação de chamas e a rapidez e limpeza na aplicação.

No entanto, também existem desvantagens: a dificuldade de detecção de possíveis infiltrações, por não ser um sistema aderido, e a necessidade de mão de obra especializada para sua colocação (Arantes, 2007). Outro ponto frágil desse sistema são os flanges que precisam ser executados nas tubulações quando se tratar da vedação de reservatórios, o que deve ser feito com extremo cuidado.

3. INFLUÊNCIA DA ÁGUA NAS EDIFICAÇÕES

A principal causa das inúmeras patologias encontradas nas edificações é a água, de forma direta ou indireta, em estado líquido, sólido ou gasoso. Nesses ambientes ela precisa ser vista como agente de degradação ou veículo para a instalação de outros agentes (Queruz, 2007). De acordo com as observações de Lersch (2003), os tipos de umidade encontrados nas construções são: umidade de infiltração; umidade ascensional; umidade por condensação; umidade da obra e umidade acidental.

3.1. UMIDADE DE INFILTRAÇÃO

Esse problema ocorre quando a umidade passa das áreas externas para as internas, através de pequenas trincas, pela capacidade de absorção de umidade do ar apresentada pelos materiais utilizados na construção, ou mesmo por falhas de interface entre os elementos construtivos. Normalmente é causada pela água da chuva, que, se combinada com a ação do vento, pode agravar a infiltração através do aumento da pressão de infiltração.

3.2 UMIDADE ASCENSIONAL

Figura 3. Umidade Ascensional

fonte: http://www.polideck.com.br/umidade_ascendente_polideck_impermeabilizacao.html

Esse tipo de umidade se caracteriza pela presença de água originada do solo, tanto em virtude de fenômenos sazonais, quanto devido à presença permanente da umidade de lençóis freáticos superficiais. É percebida principalmente em paredes e pisos, e de acordo com Verçoza (1991 apud Souza, 2008), não ultrapassa a marca de 0,8 m de altura.

3.3. UMIDADE POR CONDENSAÇÃO

A umidade por condensação ocorre devido à presença de elevada umidade no ar e à existência de superfícies que estejam com temperatura abaixo do ponto de orvalho. Quando a umidade é resfriada, reduz-se a capacidade de sua absorção pelo ar, ocorrendo o fenômeno conhecido como precipitação, na interface de uma parede. Quanto mais densos os materiais da parede, maior é o ataque da condensação. Klüppel e Santana (2006 apud Queruz, 2007) concluem que esse tipo de agente não penetra muito profundamente nos elementos.

3.4. UMIDADE DE OBRA

Ainda de acordo com Queruz (2007), a umidade de obra é caracterizada como a umidade que ficou interna aos materiais por ocasião de sua execução e que acaba por se exteriorizar em decorrência do equilíbrio que se estabelece entre material e ambiente. Um exemplo desse tipo de situação é a umidade contida nas argamassas de reboco, que transferem o excesso de umidade para a parte interna das alvenarias, exigindo um prazo maior do que o da cura do próprio reboco para entrar em equilíbrio com o ambiente interno.

3.5. UMIDADE ACIDENTAL

Esse tipo de umidade é causado principalmente por falhas nos sistemas de tubulações de águas pluviais, esgoto e água potável. Essas falhas geram infiltrações de grande importância e que podem trazer, inclusive, danos à segurança das edificações e à saúde das pessoas que ali vivem. Aparece com mais frequência em construções mais antigas e é comum que se encontrem materiais com o tempo de vida excedido e não incluídos nos planos de manutenção predial.

CONCLUSÃO

A construção civil é o setor que mais cresce, busca-se melhorias e técnicas inovadoras que possibilitem o melhor resultado de aplicação e produtos que melhore a vida útil da construção, amenizando ou eliminando agente prejudiciais a estrutura.

Baseado nas pesquisas o referido trabalho mostrou que o sistema de impermeabilização, ainda é pouco empregado, é visto como um segundo plano na hora de se construir, esquecendo que a não aplicação gera grandes consequências acarretam muitos prejuízos. Torna-se essencial que a impermeabilização faça parte desde a concepção do projeto momento o qual é planejado todas as técnicas e evitando posteriormente degradação da estrutura.

São empregados diversas técnicas impermeabilizantes para redução ou eliminação dessas patologias, como mostrado no texto, maioria dos problemas é causados por infiltração da água na edificação.

Portando é primordial que a impermeabilização seja executada por profissionais qualificados e competentes, aplicação deste método é viável que seja feito em todas as edificações visando prevenir possíveis patologia ou interferência na vida útil do imóvel.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Seleção de Impermeabilização – NBR 12190. Rio de Janeiro, 2001.

CRUZ, J. Manifestações patológicas de impermeabilizações com uso de sistema não aderido de mantas asfálticas: avaliação e análise com auxílio de sistema multimídia. Dissertação de Mestrado em Engenharia Civil – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre: 2003. 168p.

CUNHA, A.G.; NEUMANN, W. Manual impermeabilização e isolamento térmico. Rio de Janeiro: Texsa Brasileira, 1979.

DENVER. Disponível em: http://www.denverimper.com.br . Último acesso em: 22/11/2014).

DINIS, Henrique. “A impermeabilização e o usuário – Proposta para classificação dos sistemas impermeabilizantes, segundo suas características físico-mecânicas e de aderência ao substrato”. In: Simpósio Brasileiro de Impermeabilização, 10, São Paulo, novembro, 1997. p. 224-235.

INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. Guidance on the preparation of performance standards in buildings London, 1979.

MORAES, C.R.K. Impermeabilização em lajes de cobertura: levantamento dos principais fatores envolvidos na ocorrência de problemas na cidade de Porto Alegre. 2002, 91p. Dissertação de Mestrado em Engenharia Civil – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, 2002.

PICCHI, F.A. Impermeabilização de coberturas. São Paulo: Editora Pini, 1986.

PIRONDI, Z. Manual prático da impermeabilização e de isolação térmica. São Paulo: Artes gráficas ltda., 1979.

SCHLAEPFER, C; CUNHA, R. Impermeabilização e Recuperação Estrutural. Rio de Janeiro: Sika do Brasil S/A, 2001.

SCHMITT, Carin. Impermeabilizações de Coberturas. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1990.

SIKA. Disponível em: http://www.sika.com.br . Último acesso em: 22/11/2014.

SILVEIRA, M.A. “Impermeabilizações com cimentos poliméricos”. In: Téchne. São Paulo, n. 54, p. 108-110, setembro 2001.

VIEIRA, E. “Impermeabilização com argamassa aditivada”. In: Téchne. São Paulo, n. 99, p. 76-78, junho 2005.

[1] Graduanda em Engenharia Civil. Centro Universitário do Norte.

Enviado: Novembro, 2018

Aprovado: Dezembro, 2018

Como publicar Artigo Científico

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here