ARTIGO ORIGINAL
SILVA, Arielle Teixeira [1], SILVA, Evelyn Livia Miranda da [2], SILVEIRA, Rafaela Bergamini Resende [3], MICHEL, Fabrício Gomes [4], COSTA, Tayná Noronha Mata [5], JORGE, Laura Normândia [6], OLIVEIRA, Sabrynna Brito [7]
SILVA, Arielle Teixeira et al. Entre o relevante e o irrelevante: a visão da comunidade sobre temas relacionados às infecções relacionadas à assistência à saúde. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano: 10, Edição 07, Vol. 01. pp 84-95, Julho de 2025. ISSN:2448-0959. Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/biologia/relevante-e-o-irrelevante, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/biologia/relevante-e-o-irrelevante
RESUMO
Introdução: As Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) representam um desafio constante no ambiente hospitalar, exigindo ações de prevenção não só da equipe de saúde, mas também dos acompanhantes dos pacientes. A disseminação dessas infecções pode ser promovida por atitudes inadequadas e pela falta de informação sobre medidas básicas de higiene. Objetivo: Investigar a percepção da comunidade sobre seu papel na transmissão e contenção das IRAS. Metodologia: O estudo foi de caráter quali-quantitativo, descritivo e transversal, com coleta de dados via questionário online. Os participantes classificaram a relevância de ações comportamentais e de higiene realizadas dentro de hospitais, assim como ações de prevenção realizadas pelos hospitais, em relevante (R), pouco relevante (PR) ou indiferente (I). As respostas foram analisadas por estatística descritiva, com auxílio dos softwares Microsoft Excel® e GraphPad Prism®. Resultados: Participaram 83 indivíduos residentes em todos os estados do Brasil, sendo a maioria mulheres (67,5%), entre 18-28 anos (41%), residentes na região Sudeste (83,1%). A maioria dos respondentes reconheceu como relevantes práticas como lavar as mãos (94.5%) e uso de álcool gel (92.1%) dentro do ambiente hospitalar. No entanto, itens como o uso de adornos (62,6%) e o acompanhamento de pacientes mesmo estando gripados (44%) foram considerados pouco relevantes ou indiferentes, apesar do risco envolvido. A infraestrutura hospitalar foi valorizada, principalmente pela presença de materiais e cartazes educativos (74%). Conclusão: Os dados indicam que a comunidade entende a correlação de algumas práticas e a transmissão ou contenção das IRAS. No entanto, ainda existem percepções distorcidas sobre condutas básicas a serem realizadas nesse contexto. A inclusão da comunidade em estratégias educativas acessíveis e contínuas é essencial para fortalecer a cultura de segurança no ambiente hospitalar e reduzir a incidência de infecções evitáveis. O estudo reforça a importância de integrar ações pedagógicas voltadas ao público leigo como forma de qualificar a participação comunitária nos cuidados de saúde. Sem o olhar e a participação ativa da comunidade, o controle das IRAS continuará sendo um desafio invisível.
Palavras-chave: Infecção hospitalar, Saúde Pública, IRAS.
1. INTRODUÇÃO
Imagine a seguinte cena, onde um acompanhante com sintomas gripais permanece por horas em uma sala de espera hospitalar, interagindo com pacientes e profissionais de saúde. Em tempos marcados por surtos, epidemias e pandemias de doenças infectocontagiosas, esse tipo de situação se tornou cada vez mais comum. Seja em atendimentos ambulatoriais ou durante internações, muitas vezes estamos presentes nesses espaços de cuidado, mas pouco orientados ou envolvidos diretamente no processo de prevenção e controle de infecções.
No cenário hospitalar atual a preocupação com a educação em saúde — tanto dos profissionais da saúde quanto dos acompanhantes — tem sido intensificada. Levando em consideração a escalonada propagação das Infecções Relacionadas À Assistência À Saúde (IRAS) e tendo conhecimento de que o meio hospitalar é um ambiente onde ocorrem diariamente muitas trocas de profissionais da saúde, acompanhantes e pacientes, os hospitais se tornaram lugares que apresentam condições favoráveis tanto no auxílio para a recuperação de pacientes, ao mesmo tempo que também são locais suscetíveis ao risco da disseminação das IRAS (Santos et al., 2021).
As IRAS, definidas como infecções adquiridas durante a internação ou após procedimentos assistenciais, representam um desafio significativo para os sistemas de saúde, elevando o tempo de internação, os custos hospitalares e os riscos de complicações graves. Sua prevenção requer o comprometimento de toda a equipe multiprofissional, mas também demanda a participação ativa de acompanhantes e visitantes, que frequentemente circulam por diferentes áreas do hospital sem conhecimento adequado das práticas de biossegurança (Brasil, 2016).
A presença de acompanhantes é muito importante, ainda mais nos casos com pacientes vulneráveis, pois eles podem assistir nos cuidados e na comunicação com a equipe do hospital. Por isso, é importante que os acompanhantes sejam informados sobre as IRAS e saibam como contribuir para a prevenção delas (Brasil, 2016). Em estados de grande diversidade territorial como Minas Gerais, a implementação de ações educativas voltadas aos usuários de hospitais públicos encara grandes desafios: variando entre barreiras ligadas à comunicação e à cultura até limitações relacionadas à infraestrutura e à organização institucional (Carvalho; Merhy; Sousa, 2019).
Por conta dessas barreiras em relação a ações educativas em saúde, foi criada a Educação Permanente em Saúde (EPS), que é uma política pública nacional que discute a importância de se disseminar capacidade pedagógica por todo o Sistema Único de Saúde (SUS), podendo cumprir um papel de estímulo para os processos solidários entre os setores da saúde e da educação em saúde. Com a política nacional da EPS, há a possibilidade de cumprimento de uma das metas mais admiráveis pela saúde coletiva no Brasil: transformar a saúde pública em uma rede de ensino e aprendizagem no desempenho do trabalho (Ceccim, 2005).
Considerando esse contexto, o objetivo desse estudo foi investigar a percepção da comunidade sobre seu papel na transmissão e contenção das IRAS enquanto acompanhantes de pacientes internados.
2. MATERIAL E MÉTODOS
Este estudo seguiu uma abordagem quali-quantitativa, de caráter descritivo, observacional e de corte transversal, com o objetivo de investigar como a comunidade julga a relevância de temas relacionados às IRAS, incluindo aspectos como mecanismos de transmissão, estratégias de contenção e o papel da comunidade na prevenção dessas infecções. A abordagem quantitativa permitiu a análise de frequência e padrões nas respostas, enquanto a qualitativa possibilitou a compreensão das percepções, interpretações e justificativas apresentadas pelos participantes, enriquecendo a análise com dados subjetivos e contextuais. Essa pesquisa foi aprovada no Comitê de Ética em Pesquisa sob o número CAE: 73990023.00000.5137.
A coleta de dados foi realizada através de um questionário estruturado com base no estudo de Silva e colaboradores (2021). O questionário apresentava 10 questões objetivas. As perguntas abordaram questões sobre: higienização, comportamento e infraestrutura hospitalar. As perguntas continham opções de resposta que variavam entre “Relevante”, “Pouco Relevante” e “Indiferente”. Ao final, uma sessão aberta permitiu que os participantes fizessem sugestões de inclusão ou exclusão de temas, contribuindo com a reflexão coletiva proposta pelo estudo.
A aplicação foi realizada de forma remota, utilizando-se a plataforma Google Forms, com divulgação por meio de redes sociais e convites diretos. Buscamos ouvir exclusivamente pessoas da comunidade que não têm formação na área da saúde, com 18 anos ou mais, a fim de compreender como o público geral percebe o tema abordado. Todos os participantes aceitaram os termos informados no Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) antes de iniciar o preenchimento.
A análise concentrou-se na forma como a comunidade julga o tema das infecções hospitalares, destacando sua percepção sobre a importância da prevenção, os riscos da transmissão e o reconhecimento do próprio papel enquanto acompanhante de pacientes internados. Os dados foram organizados por meio de estatística descritiva, com apoio dos softwares Microsoft Excel® e GraphPad Prism®. As respostas foram convertidas em valores numéricos, possibilitando o cálculo de médias e desvios padrão para cada item avaliado.
Para facilitar a interpretação, a seguir, os resultados serão apresentados de forma sintética por meio de tabelas, buscando manter a objetividade e clareza da apresentação sem comprometer a profundidade da análise. Essa abordagem visa demonstrar, com base em evidências, como a população compreende os temas centrais relacionados às IRAS e quais pontos ainda carecem de maior sensibilização ou conhecimento.
3. RESULTADOS E DISCUSSÃO
Entre fevereiro e maio de 2024, 83 participantes de diversas regiões do Brasil responderam ao questionário. A maior parte dos participantes (41%) tinha entre 18 e 28 anos, sendo 67,5% do sexo feminino. Em relação à escolaridade, 44,6% dos participantes possuíam graduação ou pós-graduação incompleta, e 83,1% residiam na região Sudeste. Vale destacar que a predominância de jovens e residentes da região Sudeste reflete o perfil da amostra, o que pode influenciar a percepção geral observada. Cerca de 79,5% dos entrevistados afirmaram já ter acompanhado pacientes internados anteriormente, com a maioria relatando um tempo de acompanhamento de 1 a 3 dias (56,5%). Esses dados estão resumidos na Tabela 1.
Tabela 1 – Características sociodemográficas e experiência dos participantes (n=83)
| Variável | Categorias | n (%) |
| Faixa etária (anos) | 18-27 | 34 (41,0%) |
| 28-37 | 15 (18.1%) | |
| >38 | 34 (41%) | |
| Sexo | Feminino | 56 (67.5%) |
| Masculino | 27 (32.5%) | |
| Escolaridade | Graduação/pós incompleto | 21 (25.3%) |
| Ensino Médio completo | 17 (20.5%) | |
| Outros | 45 (54.2%) | |
| Região de residência | Sudeste | 72 (86.8%) |
| Outros | 11 (13.2%) | |
| Já acompanhou pacientes internados | Sim | 66 (79.5%) |
| Não | 17 (20.5%) | |
| Duração do acompanhamento
|
1-3 dias | 39 (56.5%) |
| > 4 dias | 44 (43.5%) |
Fonte: Elaborada pelos autores (2025).
A Tabela 2 apresenta a frequência e a porcentagem de respostas classificadas como “Relevantes”, “Pouco Relevante” ou “Indiferente” em relação a práticas de higiene, comportamento da comunidade e aspectos da infraestrutura hospitalar. A sistematização desses dados permite uma visualização objetiva das fragilidades identificadas, as quais podem comprometer a efetividade das estratégias de prevenção e controle das IRA
Tabela 2: Classificação da Relevância de Higiene, Comportamento e Infraestrutura Hospitalar
| Bloco | Item Avaliado | Classificação | n (%) |
| Higienização | Lavar as mãos antes e depois de sair do quarto/hospital | Relevante | 79 (94,5%) |
| Uso de álcool gel antes e depois de entrar no hospital | Relevante | 76 (92,1%) | |
| Higienizar os pertences ao retornar para casa | Pouco Relevante/ Indiferente | 49 (59,4%) | |
| Cuidar de mais de um paciente sem lavar as mãos ou usar luvas | Pouco Relevante/ Indiferente | 54 (65%) | |
| Comportamento | Uso de adornos (anéis, pulseiras, brincos) no hospital | Pouco Relevante/ Indiferente | 52 (62,6%) |
| Acompanhou paciente estando gripado | Pouco Relevante/ Indiferente | 37 (44%) | |
| Infraestrutura | Presença de sabão, água e cartazes educativos sobre lavagem das mãos | Relevante | 62 (74%) |
| Presença de cartazes educativos sobre lavagem das mãos | Relevante | 61 (73,4%) | |
| Acesso a luvas e máscaras | Pouco Relevante/ Indiferente | 34 (41%) | |
| Recebeu instrução sobre o contato com paciente\doença | Relevante | 55 (66%) |
Fonte: Elaborada pelos autores (2025).
A análise do bloco sobre “Higienização” revela que práticas como lavar as mãos antes e depois de sair do quarto e o uso de álcool gel, foram consideradas “Relevantes” pelos participantes (94,5% e 92,1%, respectivamente). No entanto, práticas como higienizar os pertences ao retornar para casa (59,4% “Pouco Relevantes” ou “Indiferentes”) e cuidar de mais de um paciente sem lavar as mãos (65% “Pouco Relevantes” ou “Indiferentes”) receberam menor consideração, apesar de sua importância para a prevenção das IRAS.
Aspectos comportamentais também foram avaliados, revelando que atitudes que podem influenciar na segurança do paciente e na propagação de infecções estão sendo desconsideradas pela população. O uso de adornos no ambiente hospitalar, por exemplo, foi classificado como “Pouco Relevante” ou “Indiferente” por mais da metade dos participantes (62,6%). Isso é preocupante, uma vez que adornos como simples anéis, brincos e pulseiras podem servir como reservatórios de microrganismos, contribuindo para a disseminação de patógenos em ambientes assistenciais e contaminando superfícies hospitalares (Fracarolli et al., 2021). Estudos clínicos realizados em unidades de terapia intensiva demonstraram que anéis estavam associados a contaminação microbiana em cerca de 73% dos casos, com isolamento de bactérias como Staphylococcus aureus, Klebsiella, Enterobacter, E. coli, Acinetobacter e fungos (Khodavaisy et al., 2011). Embora tais estudos sejam feitos com profissionais de saúde, os acompanhantes compartilham espaços, superfícies e contato direto com pacientes, o que sugere que esses riscos bacterianos são transferíveis para sua realidade. Embora a proibição do uso de adornos esteja normalizada para profissionais de saúde por diretrizes como a NR-32 (Brasil, 2022) é importante que essa orientação também seja comunicada aos acompanhantes, considerando seu contato próximo com o paciente e o ambiente hospitalar. A relevância dessa prática para o controle de infecções deveria ser mais enfatizada, visto que medidas preventivas eficazes dependem do envolvimento de todos os presentes na unidade de saúde.
Assim como adornos, o estado de saúde dos acompanhantes é de extrema relevância para a disseminação de patógenos, como indicado pelo Ministério da Saúde. Entretanto, mais de 30% dos participantes afirmaram que o ato de acompanhar pacientes quando estão gripados é “Irrelevante” ou “Indiferente”. Para o controle de atitudes, aparentemente inofensivas, uma triagem ativa de acompanhantes para doenças infecciosas, como proposta em alguns hospitais, pode ser uma solução para filtrar aqueles que apresentam sintomas de doenças transmissíveis, prevenindo a introdução de infecções no ambiente hospitalar (OMS, 2014).
Em relação a infraestrutura hospitalar, a análise revelou que a disponibilidade de recursos essenciais, como álcool gel, sabão e água nas pias, além da presença de cartazes educativos sobre a lavagem das mãos, é considerada “Relevante” por grande parte dos participantes (74% e 73,4% respectivamente). A presença desses materiais educativos visíveis e acessíveis não apenas facilitam a higiene, mas funcionam como lembretes silenciosos, reforçando hábitos seguros de forma contínua (Nevo et al., 2010). Além disso, a literatura aponta que ambientes hospitalares bem equipados com materiais de higiene e instrução visual são associados a uma maior taxa de adesão às normas de higiene, principalmente em unidades de saúde com alta rotatividade de pacientes e equipe (Park et al., 2024).
Esses achados reforçam a relevância de intervenções educativas contínuas voltadas aos acompanhantes, com o objetivo de suprir lacunas de conhecimento sobre medidas básicas de prevenção das IRAS. A utilização de materiais informativos claros e acessíveis, como cartazes, folders e orientações verbais, pode favorecer a internalização de práticas de higiene e segurança, especialmente em contextos em que o acompanhante não possui formação na área da saúde. Considerando sua permanência constante ao lado do paciente, o acompanhante representa uma presença estratégica no ambiente hospitalar e pode ser integrado como um agente ativo na prevenção das infecções.
Estudos apontam que intervenções educativas direcionadas não apenas aos profissionais de saúde, mas também a pacientes e à comunidade como um todo, estão associadas à melhoria no conhecimento, nas atitudes e nos comportamentos relacionados à prevenção de infecções. O Goyal e Chaudhry (2019), por exemplo, demonstraram que ações educativas baseadas nas diretrizes da OMS e dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, 2016) contribuíram para o aumento significativo do conhecimento sobre infecções nosocomiais, precauções padrão e higiene das mãos em estudantes da área da saúde.
4. CONCLUSÃO
A análise das respostas obtidas revelou que a comunidade, mesmo sem formação técnica na área da saúde, é capaz de identificar a importância de temas relacionados às infecções hospitalares, como os modos de transmissão, práticas de prevenção e o papel exercido por acompanhantes no ambiente de cuidado. A maioria dos participantes demonstrou interesse ao tema e experiência com o ambiente hospitalar, sendo necessário a capacitação dos acompanhantes. Por isso, esses achados podem servir de base para programas educativos simples e de baixo custo nos hospitais, voltados especificamente para a aliança dos acompanhantes com o Hospital. Esses achados indicam que o debate sobre infecções hospitalares precisa ser ampliado e fortalecido, alcançando também os usuários dos serviços de saúde, que são frequentemente excluídos dessas discussões.
REFERÊNCIAS
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CARVALHO, M. S. de; MERHY, E. E.; SOUSA, M. F. de. Repensando as políticas de saúde no Brasil: educação permanente em saúde centrada no encontro e no saber da experiência. Interface – Comunicação, Saúde, Educação, v. 23, e190211, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.1590/Interface.190211. Acesso em: 8 maio 2025.
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NOTA
Os autores assumem a responsabilidade e implementação do uso da Inteligência Artificial através da utilização de Extensões/Suplementos no Word (versão não identificada na plataforma) no que se refere ao artigo, pois reconhecem as questões éticas e diretrizes. A mesma foi utilizada para correção gramatical no Word. No entanto, todas as buscas pelos conteúdos, classificação da qualidade dos artigos e escrita dos resultados foram realizadas de maneira autoral.
[1] Aluna de Iniciação Científica, Graduanda em Biomedicina pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) – Campus Lourdes. ORCID: https://orcid.org/0009-0004-2396-6892. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/9994803898185896.
[2] Aluna de Iniciação Científica, Graduanda em Biomedicina pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) – Campus Betim. ORCID: https://orcid.org/0009-0006-7994-8196. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/2513955794198804.
[3] Aluna de Iniciação Científica, Graduanda em Biomedicina pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) – Campus Lourdes. ORCID: https://orcid.org/0009-0005-1977-8036. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/1121006844263211.
[4] Aluno de Iniciação Científica, Graduando em Biomedicina pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) – Campus Lourdes. ORCID: https://orcid.org/0009-0003-2519-3531. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4552219037676546.
[5] Aluna de Iniciação Científica, Graduanda em Biomedicina pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) – Campus Lourdes. ORCID: https://orcid.org/0009-0009-9846-6573. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/6613015526003572.
[6] Aluna de Iniciação Científica, Graduanda em Biomedicina pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) – Campus Lourdes. ORCID: https://orcid.org/0009-0007-1966-6696. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/0828805045605252.
[7] Orientadora. Doutorado em Microbiologia. ORCID: https://orcid.org/0000-0001-9303-4338. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2498047677232858.
Material recebido: 28 de maio de 2025.
Material aprovado pelos pares: 20 de junho de 2025.
Material editado aprovado pelos autores: 18 de julho de 2025.






