A Expansão do Agronegócio e seu Crescimento em Rondônia

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DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/agronomia/agronegocio
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KLEIN, Zander Henrique de Lima [1]

KLEIN, Zander Henrique de Lima. A Expansão do Agronegócio e seu Crescimento em Rondônia. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 08, Vol. 11, pp. 29-38, Agosto de 2018. ISSN:2448-0959

RESUMO

O crescimento no agronegócio gera riquezas imensuráveis no Brasil e no mundo e acarreta no crescimento econômico dos países distribuindo as riquezas naturais para a sociedade e oportunidades de emprego para milhares de pessoas que buscam dessa oportunidade como forma de sustento para milhares de famílias. Na primeira etapa deste artigo será abordado o conceito sobre o termo agronegócio e seu crescimento no Brasil. Na segunda etapa, serão abordadas teorias e etapas do agronegócio, relatando informações acerca dos produtores rurais, fornecedores de insumos e os distribuidores e comerciantes. Por fim, é apresentado o cenário atual do agronegócio em Rondônia, disseminando as áreas de atuação na qual apresenta maiores crescimentos e que geram riquezas econômicas para o estado. O artigo será abordado e expresso de uma forma bem pratica e de fácil leitura com o intuito de proporcionar ao leitor uma linguagem menos informal e mais auto-explicativa.

Palavra-chave: Agronegócio, Crescimento Econômico, Produtores Rurais.

1. INTRODUÇÃO

A história do Agronegócio é muito associada aos produtos in natura, como os grãos, leite, e produtos associados, entretanto o termo em questão trabalha vários âmbitos de processos, seja in natura ou ainda na fase final de execução, como exemplo, produtos que são industrializados e produzidos a base de derivados do leite, grãos e insumos, entre outros.

O avanço do agronegócio inicia-se com grande força por volta de 1970, através de Leis que foram devidamente amparadas para adequar as devidas proporções. O agronegócio trabalha três etapas de evolução, sendo elas o processo da produção rural, fornecedores de insumos rurais e por fim, o processamento, distribuição e comercialização. Todas essas etapas serão relacionadas no artigo a seguir.

2. O AGRONEGÓCIO

O crescimento no agronegócio gera riquezas imensuráveis no Brasil e no mundo e acarreta no crescimento econômico dos países distribuindo as riquezas naturais para a sociedade e oportunidades de emprego para milhares de pessoas que buscam dessa oportunidade como forma de sustento para milhares de famílias.

Não seria de grande exagero dizer que o agronegócio esta ativamente em grande ascensão no Brasil, pois a agropecuária que está atrelada diretamente com o tema proposto representa uma enorme parcela de percentual de emprego através da mão de obra ativa, pois de acordo com o IBGE, representa cerca de 17,4 milhões de oportunidade de emprego direto.

Melhores condições da competitividade da pecuária e agricultura no Brasil proporcionaram nos últimos anos juntamente com o auxílio do governo e iniciação privada o estímulo na divulgação dos produtos agrícolas brasileiros que são produzidos com o objetivo de exportação para os quatro cantos do mundo.

O agronegócio sempre representou retornos muito positivos para o Brasil, contudo, só foi possível perceber tamanha grandeza do mesmo nos últimos anos, quando passaram a se estudar de forma mais profunda sobre o tema, bem como investindo com o uso da tecnologia para possíveis melhorias objetivando maiores retornos. O avanço da tecnologia se deu para todos os lados do conhecimento, inclusive para o agronegócio, pois sem dúvidas, após tal parceria entre tecnologia e agronegócio, o aumento da produção e retorno financeiro foi indiscutível, proporcionando mecanismos que minimizem tempo e maximizando a colheita em grande escala, acarretando assim maiores lucros.

O termo “agronegócio” sempre tinha força econômica no cenário nacional, no entanto não possuía grande expressão, entretanto, de 1970 para cá tal termo passou a se tornar popularizado não só no Brasil como no mundo.

A lei Agrícola – Lei 8171/91 de 17 de Janeiro de 1991 institui o seguindo texto:

Art. 1° Esta lei fixa os fundamentos, define os objetivos e as competências institucionais, prevê os recursos e estabelece as ações e instrumentos da política agrícola, relativamente às atividades agropecuárias, agroindustriais e de planejamento das atividades pesqueira e florestal. Ver tópico (331 documentos)

Parágrafo único. Para os efeitos desta lei, entende-se por atividade agrícola a produção, o processamento e a comercialização dos produtos, subprodutos e derivados, serviços e insumos agrícolas, pecuários, pesqueiros e florestais. Ver tópico (55 documentos)

Art. 2° A política fundamenta-se nos seguintes pressupostos:Ver tópico (117 documentos)

I – a atividade agrícola compreende processos físicos, químicos e biológicos, onde os recursos naturais envolvidos devem ser utilizados e gerenciados, subordinando-se às normas e princípios de interesse público, de forma que seja cumprida a função social e econômica da propriedade; Ver tópico (13 documentos)

II – o setor agrícola é constituído por segmentos como: produção, insumos, agroindústria, comércio, abastecimento e afins, os quais respondem diferenciadamente às políticas públicas e às forças de mercado; Ver tópico (3 documentos)

III – como atividade econômica, a agricultura deve proporcionar, aos que a ela se dediquem, rentabilidade compatível com a de outros setores da economia; Ver tópico (18 documentos)

IV – o adequado abastecimento alimentar é condição básica para garantir a tranquilidade social, a ordem pública e o processo de desenvolvimento econômico-social; Ver tópico (15 documentos)

V – a produção agrícola ocorre em estabelecimentos rurais heterogêneos quanto à estrutura fundiária, condições edafoclimáticas, disponibilidade de infra-estrutura, capacidade empresarial, níveis tecnológicos e condições sociais, econômicas e culturais; Ver tópico

VI- o processo de desenvolvimento agrícola deve proporcionar ao homem do campo o acesso aos serviços essenciais: saúde, educação, segurança pública, transporte, eletrificação, comunicação, habitação, saneamento, lazer e outros benefícios sociais.

Após estudos sobre as fases do agronegócio, pode-se concluir que este se apresenta em três fases de execução, estabelecendo a primeira etapa como a produção rural, em seguida, a fase que entra os fornecedores de insumos rurais, e logo em seguida, aparece a etapa da distribuição e comercialização, ambas contextualizadas a seguir.

2.1 PRODUTORES RURAIS

Essa etapa se caracteriza pela primeira fase de tudo, como o início de ciclo para as plantações e são conhecidos pelo ditado popular chamado dentro da porteira e etc., nesta fase, os donos das terras fazem os primeiros cuidados com as suas plantações, assim como existe o cuidado na pecuária onde se trata dos rebanhos.

Nada se inicia senão por aqui, transicionando a etapa onde os cuidados devem ser essenciais para o resultado final, pois essa etapa que se equivale pela qualidade final.

2.2 FORNECEDORES DE INSUMOS RURAIS

Para esta etapa inicia o ciclo de relação entre os produtores rurais e fornecedores, termo conhecido como pré-porteira, pois basicamente, os produtores necessitam diretamente do auxílio dos fornecedores, tais como os fabricantes de máquinas rurais, equipamentos, sementes e demais equipamentos que lhe permitam a continuidade do processo.

É obvio dizer que com tamanho avanço da tecnologia nos dias de hoje, não é mais possível produzir e cultivar uma plantação sem o uso de máquinas, assim como não é possível cuidar da saúde do rebanho ou da retirada de leite sem as máquinas tecnológicas.

2.3 DISTRIBUIÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO

Essa etapa é a responsável pela conclusão e fase final do ciclo do agronegócio e conhecida também com o termo após porteira, que é responsável pela distribuição dos insumos, seja na distribuição das sementes, grão, carnes, folhas, e etc.

Essa etapa é tal importante quanto as demais, porém, é nesta etapa que os retornos e lucros são vistos de forma mais ampla. Nessa etapa se dá pela expansão dos negócios e crescimento econômico.

3. PROCESSOS DO AGRONEGÓCIO

O agronegócio deve ser entendido como etapas a serem traçadas através de planejamento, analisando as prioridades e traçando metas, e, sobretudo, identificando as dificuldades, criando meios para reverter os obstáculos. É importante dimensionar as responsabilidades principalmente através do uso de cronogramas para estabelecer os pontos necessários e alinhar as etapas.

Segundo Callado (2006, p. 35), “um aspecto fundamental para a contextualização contemporânea do agronegócio está associado à maneira pela qual sua gestão tem incorporado diversas práticas tradicionalmente relacionadas a organizações”. Essa informação reafirma as necessidades de ordem e boa organização de pessoas e processos atrelados no agronegócio.

Visto que o Brasil é um país extremamente rico na área agrícola, e sabendo ainda que houve grandes transformações neste meio através da tecnologia no campo, houve a necessidade de implantar tal tecnologia no campo para dimensionar as etapas dos processos dos insumos.

Devido a essa modernização, a mão de obra humana deixou de ser braçal, dando espaço para que os trabalhadores se instruíssem em treinamentos para manusear as máquinas, que fazem grande parte das atividades de forma eficiente e com maior rapidez, entretanto, não realizam as atividades sozinhas sem o manuseio do ser humano.

É afirmativo dizer que essa capacitação realizada pelos trabalhadores na área rural tem sido um grande desafio para as empresas, pois se busca a produção de forma sustentável, utilizando todos os insumos de forma consciente, e reciclando os não utilizáveis. O trabalho de forma sustentável facilita ainda a vida da população, pois quanto menos for degradado o meio ambiente e quanto maior as formas de sustentabilidade, maior será também a capacidade de diferenciação dos produtos dentro do mercado.

O termo agronegócio visa, entre outros fatores, representar de uma forma mais vistosa a imagem da agricultura, de forma ampla e moderna, informando acerca dos insumos e seus processos, agregando-lhes valor.

Para Rufino (1999), o agronegócio se refere a produtos rurais com alta tecnologia que se utilizam das técnicas de produção intensiva, como a mecanização da terra e o uso de fertilizantes aumentando consideravelmente a produtividade. Atualmente, não basta apenas entender plantar e colher de forma manual, como também não basta apenas a retirada de leite de forma manual, pois sem as devidas instruções no manuseio das máquinas, as oportunidades de emprego vão se afastando, dando oportunidade para profissionais capacitados.

4. RONDÔNIA NO CENÁRIO NACIONAL DO AGRONEGÓCIO

O estado de Rondônia apresenta-se em grande ascensão com o decorrer dos anos, apresentando números cada vez maiores no crescimento da agricultura e pecuária. Rica em diversidades de insumos, o estado de Rondônia é predominante no alto crescimento da produção de safra de grãos, crescimento este estimado na casa das 32,5 milhões de toneladas referente a safra anterior, situando-se ao ano de 2017 como base. Na agricultura, existe grande crescimento na produção de grãos de milho, soja, café e arroz, assim como existe uma constante elevação a despeito da pecuária, principalmente nos suínos, aves e na psicultura.

Existe um crescimento muito grande em relação à produção dos grãos da soja, e isso se dá por alguns motivos, entre eles pode-se destacar alguns fatores que favorecem tal crescimento, como por exemplo, a facilidade da logística de escoamento da soja, e outro fator não menos importante refere-se a forma de produção, pois não é necessário se fazer desmatamento pelo fato de Rondônia existir várias áreas degradadas e que são pouco exploradas. Esse crescimento na área dos grãos é entendido como longo prazo, contudo, teme-se que este avanço da produção do cultivo dos graõs em tais áreas degradadas reflita na cadeia bovina, com receio de perder espaço para as plantações futuras.

Entre dezenas de municípios que desenvolvem algum meio de produção, destaca-se o município de Vilhena como grande produtor ativo, pois apresentam as principais atividades e concentra as principais empresas que dão suporte para as atividades agrícolas – as  grandes representantes do estado, sendo elas a (amaggi e Cargil), assim como a revenda de diversos modelos de maquinários utilizadas na produção das safras e demais atividades.

Gráfico 1 – Ilustrado segundo dados do ibge
Gráfico 1 – Ilustrado segundo dados do ibge

De acordo coma estrutura gráfica posicionada logo acima, mostra o quanto os municípios do interior possuem a capacidade de produzir muitos mais que a capital, pois apresenta maiores campos de produção. Vilhena vem a ser o maior campo de produção agrícola do Rondônia, fornecendo insumos tanto para municípios vizinhos, cidades do Brasil e países de fora consumidores dos produtos produzidos em Vilhena.

5. A PISCICULTURA EM RONDÔNIA

De acordo com pesquisas disponibilizadas através da Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (SEDAM), há uma produção estimada de aproximadamente64.833 toneladas de pescados por ano, com uma área de 10.805 hectáres de lâmina de água doce.

Alguns fatores influenciam para o crescimento desta área, como por exemplo, a parceria do governo e produtor, trazendo facilidade para os produtores investirem de foma facilitadora, bem como apoiando nas atividades capacitando técnicos e produtores rurais, afim de que os resultados finais sejam ótimos.

Como possibilidade de crescimento deste setor para o crescimento do agronegócio em Rondônia, o governo vem influenciando todas as famílias ligadas à agricultura para a produção de peixes em cativeiro. Toda a produção é feita sem restrições ambientais, respeitando os limites da legalidade, estabelecendo ambiente propício para a produção dos peixes em cativeito com o cultivo em clima, relevos e nascentes naturais e água exposta, facilitando as etapas do processo da piscicultura.

Atualmente, Rondônia é o maior produtor de peixes em cativeiro na água doce, através de investimentos e estruturas propícias para o desenvolvimento dos peixes, apresentando peixes de qualidade e saudáveis, de variadas espécies, e salientando o bom comércio com a produção do tambaqui, líder de exportação.

6. A PECUÁRIA EM RONDÔNIA

A pecuária está intimamente ligada a produção de gado, seja através da cração destes, ou ainda, na comercialização dos insumos produzidos através do gado. A maioria das produções, para não se dizer todas, são produzidas na zona rural e possui por objetivo a produção de alimentos, seja carne, leite, produtos derivados do leite, ou seja ainda a comercialização das peles dos animais, entre outros.

Retratando-se ao que se refere à produção de leite, o Brasil está entre os maiores que mais produz leite no mundo, produzindo demanda para o consumo da população brasileira e exportados para o consumo de países pra fora.

Tratando-se do grande número de produtos que são comercializados a base de lactose, uma preocupação redobrada é tomada pelos órgãos cabíveis para fiscalização de tudo que é produzido, garantindo assim a segurança alimentar dos consumidores. O leite é a secreção característica das fêmeas mamíferas, produzida por células do úbere, a partir de nutrientes provenientes do sangue (COSTA et al., 2009; BRITO; LANGE, 2005; USDA, 2011). A pecuária leiteira está presente em quase todos os municípios brasileiros, e não poderia ser diferente em Rondônia, pois de acordo com o IBGE, dos 5.570 municípios existentes no País, apenas 67 não produzem leite.

De acordo com o SEBRAE:

A capacidade instalada em Rondônia é suficiente para receber o leite produzido e, inclusive, atender satisfatoriamente aos picos de produção. Atualmente, os laticínios recebem diariamente a média de 1,9 a 2,3 milhões de litros de leite, conforme o período do ano. Entre as empresas com DIF, duas possuem 10 indústrias de laticínios e processam 60% do leite, aproximadamente. O restante do leite é dividido entre as 27 demais empresas (SEBRAE, 2015)

A produção do leite em Rondônia teve início ainda enquanto território do Brasil, comercializado no final da década de 70 e teve inicio através do governo que instalou uma usina de leite denominada de Ouro Branco, e Porto Velho. Logo de início, as fazendas proximas e propriedades rurais forneciam o leite para a indústria, porém, anos depois, a usina foi transferida para o município de Ouro Preto do Oeste, pois detinha de mais produção. Atualmente, Rondonia conta com algumas usinas de leites, e mais de 38 mil produtores de leite.

7. O AGRONEGÓCIO COMO FONTE DE RIQUEZA EM RONDÔNIA

É fato que o agronegócio é sem dúvidas uma das maiores fontes de crescimento do nosso estado, proporcionando emprego, surgimento de visibilidade de mercado, e principalmente, a questão da mão de obra atrelada ao uso da tecnologia e ao bem estar do meio ambiente.

Referindo-se ao que foi dito no parágrafo anterior, em todos os ambitos do agronegócio, seja na agricultura, pecuária ou piscicultura, todas elas são planejadas e trabalhadas em parceria com a sustentabilidade ambiental, respeitando os seus limites e trabalhando de acordo com as normas legais.

CONCLUSÃO

O agronegócio manifestou-se em meio ao crescimento gigantesco deste empreendimento, possibilitando o crescimento do país e gerando riquezas e novos empregos em variados meios de serviços. A agricultura e pecuária provém grandes margens estruturais para o crescimento do Brasil, seja através do alimentos, piscicultura, criação de gado e ainda a industrialização de alimentos através da produção do leite.

Com o decorrer dos anos, o agronegócio sofreu inúmeras alterações em sua produção, e sobretudo, o método de produção que deixa de lado o uso da mão de obra braçal e utiliza-se as grandes máquinas que tem por objetivo de acelerar a produção, diminuindo o tempo de serviço e gerando maiores lucros, analisando que tais máquinas trabalham com mínimo de desperdício.

O crescimento é nítido, e o incentivo por parte do governo é notório, e pode-se afirmar que o agronegócio no Brasil e sobretudo em Rondônia está dando certo e tem tudo para caminhar a largos passos em busca de objetivos maiores.

Rondônia é um grande produtor da piscicultura, o maior produtor de peixe em cativeiro em água doce, e um dos maiores produtores de grãos de soja e milho, assim como demais insumos e produtos derivados do leite. Rondônia é sim um dos maiores produtores do agronegócio do Brasil.

REFERÊNCIAS

BRITO, M. A. V. P.; LANGE, C. C. Resíduos de antibióticos no leite. Comunicado técnico. Juiz de Fora: Embrapa Gado de leite, 2005. 44p. Disponível em: https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/65413/1/COT-44-Residuos-de-antibioticos.pdf. Acesso em: 20 out. 2017.

CALLADO, A.A.C. Agronegócio. 1. ed., 2 reimpressão. São Paulo: Atlas, 2006.

RUFINO, José L.S. Origens e conceitos do agronegócio. Informe Agropecuário, Belo horizonte: Epamig, v.20, nº 199, Jul./Ago. 1999.

Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Rondônia. Diagnóstico do Agronegócio do Leite e Derivados do Estado em Rondônia. 1ª Edição. Porto Velho: 2015. 336 p. Ilustr.

CALLADO, A.A.C. Agronegócio. 1. ed., 2 reimpressão. São Paulo: Atlas, 2006.

FILHO, Antônio, Jus Brasil: Lei agrícola; Disponível em: https://presrepublica.jusbrasil.com.br/legislacao/109333/lei-agricola-lei-8171-91?ref=topic_feed. Acesso em: 26 out. 2017.

[1] Especialista em MBA Executivo em Gestão de Cidades e Agronegócios – Universidade Candido Mendes – UCAM

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