WhatsApp: inovação tecnológica ao alcance do setor público

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ARTIGO ORIGINAL

CARVALHO, Juan Enilson Fernandes de [1]

CARVALHO, Juan Enilson Fernandes de. WhatsApp: inovação tecnológica ao alcance do setor público. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 12, Vol. 04, pp. 25-46. Dezembro de 2019. ISSN: 2448-0959

RESUMO

 A Inovação tecnológica é algo constantemente incentivado pelo setor público como benefícios da eficiência e eficácia da organização. Atrelada, suas bases nascem das 3 primeiras Revoluções Industriais, culminado nos aspectos da 4º Revolução Industrial, que está presente atualmente nos interesses do Governo Brasileiro, dando continuidade ao avanço dos serviços públicos na utilização de mídias sociais. Esse trabalho tem como objetivo analisar se a inovação tecnológica da ferramenta WhatsApp e sua versão WhatsApp Business, como uma tecnologia de grande impacto na atualidade, e sua rápida adoção entre os brasileiros, tem utilidade para Administração Pública em suas demandas pelo entendimento da própria organização. Dando-se sua justificativa, pelo entendimento instigado pelo próprio setor público, nos casos do CNMP, TJRJ e em utilizar-se do aplicativo aceito em grande parte da sociedade civil, para compor inovação e introdução da eficácia pública em dispor de ferramentas de comunicação atuais de trabalho e de fácil acesso à sociedade civil. Dos resultados alcançados: fez-se a análise da utilização da internet na sociedade brasileira, com base na Pesquisa Nacional por Amostra em Domicílios (PNAD) 2016, do IBGE. Onde predomina a absorção no uso do aplicativo para troca de mensagens e textos e suas demais funcionalidades, barateando os custos com as necessidades de comunicação na sociedade.

Palavras-chave: Inovação tecnológica, gestão pública, WhatsApp.

1. INTRODUÇÃO

Numa relação de Inovação tecnológica , em 18 de janeiro de 2018, O grupo WhatsApp criou a versão do aplicativo voltado para empresas, denominado de WhatsApp B, ou seja: o WhatsApp para empresas, WhatsApp Inc (2019), contando com novas funcionalidades como Mensagens rápidas, onde  pode-se configurar  atalhados de mensagens, textos padronizados e personalizados;  Perfil,  onde o perfil da empresa é cadastrado por meio de informações que destacam sua localização, segmento de trabalho, horário de funcionamento e e-mail; Métricas, onde tem-se um menu de estatísticas de satisfação e insatisfação do público com os serviços prestados;  Etiquetas , onde há a possibilidade de  classificar-se  clientes por categorias como: “Pago”, “Novo cliente”, “Pagamento pendente” e também a customização de novas etiquetas,  Exame (2018).

Nesse contexto de inovação, pode-se correlacionar o grande crescimento da Administração Pública, na internet por meio do e-GOV (Governo Eletrônico) e por meio de sua inserção no comércio virtual na interação com as empresas privadas, o E-commerce, GOV BR (2018).

O  ambiente virtual, a utilização das  mídias  sociais têm  despertado a  produção de diversas discussões  nas Intuições Públicas e na 8ª RedesWegov com a temática “ O futuro da comunicação  e uso das mídias sociais pelo setor público em pauta”, no  TCE-CE, Fernando Gallo responsável pelas políticas públicas do Twitter, no Brasil, ressalvou a utilização da rede social por parte do governo brasileiro, para o monitoramento das mídias sociais para eficiência do trabalho no combate às informações falsas nos bastidores das eleições presidenciais de 2018.

Embasando-se nos elementos das mudanças tecnológicas recentes por parte das organizações, neste artigo, define-se como objetivo Geral: identificar a possibilidade no uso de tecnologias de comunicação para setor público, por meio das inovações disponíveis na atualidade, promovendo uma possibilidade nas direções dos instrumentos de trabalho disponíveis dentro da Administração Pública, na interação entre o setor público e a inovação como busca de eficiência pública.

E por Objetivos Específicos: verificar se o avanço na utilidade do WhatsApp ou WhatsApp B cumpre os requisitos necessários para ser considerado uma ferramenta que poderá otimizar as funcionalidades das Intuições públicas em suas demandas, de modo que crie uma relação mais estreita entre a comunicação necessária entre Gestão Pública, Gestão Privada e a Sociedade Civil. Toma-se para tal verificação, o grande crescimento da Administração Pública na internet, da disponibilidade, em comunicar-se e do próprio incentivo presente em inovar-se, devido à interação de suas atividades, utilizando-se de e-GOV, e-Commerce como processos de inovação já consolidados e significativos. Na indagação que foi vivenciada pelo TCE-CE, 8ª RedesWegov, quisemos promover questionamentos do futuro da comunicação. Mas não foram encontradas respostas que saciassem a questão que se locomovia entre diversas respostas, considerando à prioridade ao encontro de alcançar pessoas, estarem mais próximas e terem mais eficiência em seus trabalhos profissionais, TCE-CE (2019). Isso mostra quão atual se é tal debate na Administração pública com as participações dos setores econômicos na internet, têm crescido cada vez mais, facilitando oportunidades de escolhas de serviços e produtos com cada cidadão ou consumidor. O que se tem na verdade é uma espécie de customização de serviços com mais comodidade, na contemporaneidade.

Dito isso, brevemente, mencionou-se as inovações do WhatsApp. Adicionando, utiliza-se da pesquisa realizada da Gartner, uma organização mundial entre as líderes de pesquisa e aconselhamento para empresas   em estudos, concluiu que 85% das empresas até 2020 terão seus atendimentos em grandes quantidades realizadas de forma virtual. Valendo-se dessa ferramenta, no setor público, mesmo não sendo a realidade comum das organizações, sua utilização começa a engatinhar e ser entendida por agregar valores aos planejamentos públicos e aos orçamentos com gastos em publicidade, comunicação interna e externa. Por meio dos setores de uma organização pública, em suas transações diárias com empresas privadas, poder suprimir os gastos dos órgãos públicos com a utilização da ferramenta.

Para isto, o artigo agora desenvolvido divide-se em 5 partes, partindo-se desta introdução   em que se descreveram as sequências iniciadas da Inovação na ferramenta WhatsApp, a introdução do setor público na internet e o despertar da Administração Pública na adoção de novas ferramentas ditas como mídias sociais no seio das instituições. Na Segunda parte descreve-se os procedimentos metodológicos escolhidos. Na Terceira parte faz-se a relembrança bibliográfica, que é dividida em três seções. Na Primeira seção investigou-se a contribuição das Revoluções Industriais para o aparecimento de novas tecnologias nas organizações, na Segunda seção procurou-se nos pilares na Inovação a percepção do Manual de Oslo (1997) e de Schumpeter (1997) um sustentáculo para delimitar o conceito tecnológico da inovação. Na Terceira seção por meio da Revolução 4.0 quantificar a participação do governo brasileiro em implementação de tecnologias, e aborda-se pesquisas oficiais da participação da sociedade civil no mundo virtual.

Na quarta parte evidencia-se de forma a esclarecer os resultados específicos na participação do setor público aprimorar-se com a utilização do aplicativo WhatsApp e como tal funcionalidade tem contribuído para aproximação entre o Estado, setor privado e sociedade civil. Na quinta parte, há as considerações obtidas com a pesquisa desenvolvidas apresenta-se os limites encontrados e suas oportunidades de novos rumos futuros.

2. REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 DAS REVOLUÇÕES INDUSTRIAIS COMO JUSTIFICAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA INOVAÇÃO

Para Schumpeter (1912), a presença da Inovação é necessária para manter-se o desenvolvimento econômico. Faz-se então, uma breve relembrança às Revoluções Industriais, sendo necessário para compreender o caminho percorrido da Inovação trilhando o desenvolvimento das tecnologias mundiais, nos momentos considerados com grande prestígio no crescimento das ciências e suas tecnologias. Como um artefato de aproximação entre os campos comerciais, científicos e sociais no mundo. Portanto, tais revoluções partindo de consultas bibliográficas, consideram-se que as três primeiras Revoluções Industriais trouxeram benefícios para o mundo nas relações econômicas e sociais com características engatadas no sumário das suas modificações.

Na primeira Revolução industrial entre 1760 e 1860, na Inglaterra com a introdução da mecanização nas indústrias inglesas, modificou-se a produção manual, com a possibilidade de efetuar-se uma produção com o auxílio de máquinas e outro aspecto importante foram as novas descobertas que ocorreram a partir do século XIX, nas áreas científicas como: física, química, matemática e biologia como mudanças científica , que aprimorou o uso da energia e  a criação de equipamentos ou ferramentas elétricas em diversas áreas produtivas na sociedade, (DANENBERG, 2009).

A Segunda Revolução Industrial aconteceu entre os períodos de 1860 a 1900, se expandindo para países como França, Inglaterra, Rússia, Itália, na produção industrial com a utilização de máquinas como uma ferramenta de otimização do tempo das atividades, alargando as fronteiras do comércio e da indústria mundial, influenciando o mundo na produção de serviços, produtos e meios de comunicação, (DIAS 1983).

Já na terceira Revolução Industrial, considerada pelos historiadores como a Revolução Tecnológica, trouxeram-se benefícios para o mundo com aparelhos como: computadores, fax, engenharia genética e celular, entre outras mudanças e inovações que estão presentes até os dias atuais, (COUTINHO,1992).

A quarta Revolução Industrial é mencionada por (PERASO,2016)  em  “O que é a quarta revolução Industrial e como ela deve afetar as nossas vidas” na BBC News, como a era da robótica, com sistemas Ciber-físicos com o encontro das tecnologias digitais, físicas e biológicas, com a produção e transformação em larga escala, velocidade , modificando o mercado de trabalho, rumos profissionais, novas infraestruturas e componentes digitais,  com impacto nos avanços dos sistemas de inteligência artificial, proporcionando mais rapidez, interferindo na produção, comunicação e  em todos aspectos sociais. Sua afirmação é baseada nos estudos de Klaus Schwab autor da obra “A Quarta Revolução Industrial”. Tal Revolução, também é chamada com Revolução 4.0, pois se a primeira Revolução se caracterizou pela mecanização, a segunda a eletricidade e na terceira a eletrônica e a tecnologia da informação. Agora nesta revolucionária, busca-se pela automatização total das atividades.

Faz-se deste ambiente digital, o entendimento através dos critérios característicos como: sistemas Ciber-físicos e a computação em nuvem. Resultados proporcionados pelo aparecimento da internet que se modificaram todas as atividades antes tecnológicas e elétricas, com novas formas de geração de energia e também proporcionado a inovação na qualidade de vida, nas comunicações, nos transportes, no mercado profissional, corporações e indústrias. Todos em constante transformação em utilidades cotidianas.

2.2 DO PAI DA INOVAÇÃO E DO MANUAL DE OSLO ATÉ DOS DIAS ATUAIS, TODOS BUSCARAM UMA INTERPRETAÇÃO DA UTILIDADE DA INOVAÇÃO

Após uma visita ao endereço eletrônico da Global Mentoring Group, “Um grupo Internacional com foco em ampliar resultados de pessoas e organizações através do conhecimento”, frase que reafirma as transformações mencionadas pelas Revoluções, a própria organização se define, GLOBAL MENTORING GROUP (2019), correlaciona-se  então o que é Inovação, que segundo o Manual de Oslo , é a introdução de um serviço ou um bem novo, ao que se refere às características ou utilização prevista ou também a implementação de metodologias ou processos de produção, marketing ou novidades organizacionais, consideravelmente aprimorados, Manual de Oslo (1990). Indo diretamente ao encontro faz-se transcrição do trecho do Manual de Oslo sobre o conceito de Inovação:

A implementação de um produto, seja novo ou significativamente melhorado, ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização, no local de trabalho ou nas relações externas é o que se chama de inovação. (MANUAL DE OSLO,1997)

Prosseguindo o percurso da abordagem deu-se um clique no portal eletrônico científico Guia de Marketing, que contribuiu no caminho de um esclarecimento tão próximo ao anteriormente mencionado pelo Manual de Oslo, e agora o que temos são as categorias de Inovação, mergulhando no mundo corporativo como um ambiente que está em constante busca por inovações. Assim, a Inovação é descrita em uma parceria com descoberta e invenção, mencionando Joseph Schumpeter (1997), o “O Pai da Inovação”, com a Teoria do Desenvolvimento Econômico- Uma Investigação sobre Lucros, Capital, Crédito, Juros e Ciclo Econômico. Os conceitos de Destruição Criativa, Inovações Incrementais, Inovação Frugal e Os processos de Inovação somam uma bagagem coletada, mantendo-se aqui o aprofundamento do que mais aguçou nessa visita, em determinada busca:  a descrição de Inovação de Processo. Estabelecendo a inovação do método ou de distribuição constantemente melhorada, como equipamentos, software ou aplicativos e também pela Inovação Organizacional permitindo à implementação de novos métodos para as organizações, locais de trabalho, ou relações externas efetivando melhoras do desempenho das organizações, redução de custos de suprimentos e otimização dos processos e transações, dando maior autonomia nas decisões.

2.3 HOJE, NA 4ª REVOLUÇÃO INDUSTRIAL: ENTENDENDO ENTRE AS QUANTIDADES, A PARTICIPAÇÃO BRASILEIRA NO MEIO TECNOLÓGICO.

Então nesse momento faz-se vantajoso aprofundar-se nas diretrizes das regulamentações e programas relacionados à Inovação Tecnológica na atualidade, em uma breve pausa, para retomar o entendimento da Industria 4.0 ou a 4ª Revolução Industrial, “ O Brasil se preparando para o futuro” transcreve-se o conceito governamental da industria40.gov.br (2019), pelo próprio Governo Federal, no Ministério da Indústria, Comércio e Serviços. Um Quadro sumário dos principais objetivos da atual Revolução Industrial brasileira, é necessário para entender o engajamento do Setor Público na adoção de novas tecnologias como significado de eficiência pública na divulgação de resultados produtivos em crescimento nacional. Diante deste cenário o MIDIC instituiu, em 2017, o Grupo de Trabalho para a indústria 4.0 (GTI 4.0):

                                                  INDUSTRIA 4.0
 
O Impacto: 73 bilhões ao ano de uma redução de custos Industriais. Com o objetivo de: Diante dos esclarecimentos, estima-se o Impacto sobre a redução de custos; o controle sobre o processo produtivo; a customização da produção como o objetivo da transformação profunda adquirida sobre essa nova era industrial, essa economia envolve ganhos de eficiência, redução de custos de manutenção de máquinas e consumo de energia.
34 bilhões com ganhos em eficiência.
31 bilhões com redução de custos com manutenção de máquinas.
7 bilhões com economia de energia.
Retomada do          Crescimento

Econômico em 2018:

 

2016 em -3,5 %;

Com o objetivo de: O Brasil passou por uma crise econômica recente, entretanto devido ao número de reformas econômicas desenvolvidas os indicadores econômicos dão ênfase em uma recuperação que dará impactos no futuro econômico.
 

 

2017 em 1.1 %;

 

2018 em 2,8 %;

 

 

2019 em 3,0 %;

Grupo de Trabalho da Industria 4.0 Com o Objetivo de: O Grupo possui mais de 50 instituições representativas (Governo, Empresa, Sociedade Civil Organizada, etc.) de onde ocorreram diversas ações e perspectivas para ações da indústria 4.0 no Brasil. E temas prioritários como o aumento da competitividade das empresas brasileiras, mudanças na estrutura das cadeias produtivas, um novo mercado de trabalho, fabricas do futuro, massificação no uso de tecnologias digitais, Startups, test beds dentre outros foram amplamente debatidos e aprofundados neste GTI 4.0

Fonte: BACEN; IBGE.

A 4ª se identifica pelas principais tecnologias que permitem a fusão dos mundos digitais, físico e biológico. Pela manufatura aditiva ou impressão 3d, que permite melhorias na linha de montagem ; IA ou Inteligência artificial  com a capacidade de raciocinar, tomar decisões, resolver problemas dotando softwares e robôs em uma capacidade de automatizar processos; LOT ou a Internet das coisas, com a possibilidade de que objetos físicos estejam conectados à internet podendo executar ações programadas;  SynBio ou a Biologia sintética relacionada às ciências físicas e biológicas e suas engenharias de criação de computação de partes biológicas  ou  CPS  com sistemas ciber-físicos aonde máquinas são programadas para realizar funções humanas  em meios produção.

Paralelamente à expectativa de análise de crescimento da economia, há traços conforme reporta-se, no uso do aplicativo WhatsApp no Brasil. Contribuindo indiretamente em até 0,9% do crescimento do PIB pelas comunicações realizadas pelos usuários, em 100 milhões de usuários que utilizam o meio de comunicação para trocar mensagens e entre empresas de médio e pequeno porte e prestadoras de serviços, diz o estudo feito pela Analysis Group (2017), uma empresa que atua em estudos de projetos táticos e estratégicos. O estudo, também afirma que o gasto atual do brasileiro com o APP é de 12 a 28,3 bilhões de dólares anualmente, oscilando entre 0,38% a 0,88% do PIB de 2015. Isso ocorre pela boa comunicação entre os empresários e seus clientes (TEKIMOBILE,2017), conforme: “Embora o WhatsApp tenha começado como um aplicativo para permitir que indivíduos se comunicassem com seus amigos e familiares, os resultados da nossa pesquisa sobre o uso do WhatsApp sugerem que ele é usado por outras razões, ajudando a impulsionar o crescimento econômico”, (ANALYSIS GROUP,2017).Há uma presença importante da Sociedade civil na utilização dos meios digitais de comunicação, na Pesquisa Nacional por Amostra em Domicílios (PNAD), contínua em 2016. Informa que o Brasil tinha 116 milhões de usuários de internet em 2016, e que desses 109,3 milhões utilizavam aplicativos de mensagens de texto, WhatsApp, (IBGE,2018). Conforme uma reprodução elaborada, seguinte, com os dados fornecidos dos fins uteis da internet, na matéria anteriormente mencionada:

  • 94,2 %: trocar mensagens em aplicativos;
  • 76,4 %: Assistir vídeos;
  • 73,3%: Conversar por chamadas de voz ou vídeos;
  • 69,3% trocar e-mail.

A notícia publicada no jornal O Globo, em 2018, chama atenção pela identificação destacada:  “IBGE mostra o que o brasileiro mais faz na internet (mas você já sabe a resposta) ”. A reposta   ajuda a entender a evolução das tecnologias e suas inovações para constatação do uso e eficácia do aplicativo nas funções cotidianas tanto para fins pessoais ou profissionais. A PNAD Contínua levantou as finalidades que os brasileiros utilizam a internet por meio dos serviços conectados, além de esclarecer como os serviços de internet estão sendo utilizados no Brasil a pesquisa do Instituto realizada pela primeira vez em 2015 afirma que 63,3 milhões dos brasileiros se matem offline, ou seja: não estão conectados à internet e de três a cada quatro pessoas disseram que o que cria o não acesso à internet é não saber utilizar aplicativos. Entretanto pelo caráter de pesquisa contínua em 2016, não é possível efetuar uma comparação ao ano anterior, porém a pesquisa PNAD (2015) afirma que em tal ano 102,1 milhões de brasileiros estavam on-line o que é calculado como 57,5% da população nacional. E quanto ao uso de celulares como estimativa de acesso a rede de internet, em 2015 78,3% dos brasileiros tinham aparelho, já em 2016 o cálculo marca 77,1 %. Foi elaborada a Curva de Adoção e Difusão, (ROGERS,1962). Da tecnologia estudada, WhatsApp com base na PNAD (2016), para evidenciar sua funcionalidade em comparação às demais disponibilidades de serviços que são procurados pelos brasileiros na internet, conforme:

Fonte: IBGE. (2016)

3. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

Para compreender-se como é visto pelo setor público a introdução de novas ferramentas da comunicação frequentemente introduzidas na sociedade civil e inovadas para técnicas das organizações sejam públicas ou privadas, considera-se tal pesquisa como de natureza aplicada, conforme define Cassionato et al (1996) visando ao aprofundamento do conhecimento necessário para se atingir um objetivo específico, reconhecido a priori, identificando-se em tal trabalho resultados mais recentes. Quanto ao objetivo considera-se de intenção exploratória, visto que Gil (2007) diz que a exploração tem o objetivo de ampliar o conhecimento a respeito de um determinado fenômeno dando flexibilidade à abordagem que não tem ainda um estabelecimento concreto por parte da Administração Pública. Quanto ao problema abordado

3.1 PROCEDIMENTOS PARA COLETA DE DADOS

Dos métodos utilizados para coleta de dados pode dar-se ênfase na pesquisa PNAD contínua (2016), onde buscava-se por parte do IBGE, quantificar a utilização da internet no Brasil e caracterizar os perfis dos usuários, que em grande parte, conforme é estabelecido utilizaram-se do aplicativo WhatsApp para sua comunicação, pela facilidade e benefícios financeiros proporcionados. Outra metodologia utilizada teve base na pesquisa oficial do portal governamental da Indústria 4.0, ou a 4ª Revolução Industrial, onde foi encontrada a presença do governo brasileiro priorizar a automação dos serviços brasileiros, confirmando a presença da Inovação como incentivo permanente nas ações sociais das organizações.

4. RESULTADOS

Da frutificação das diversas utilidades abordadas sobre a integração da inovação nos setores da sociedade. Agora nas minuciosidades da ferramenta WhatsApp e sua versão WhatsApp B, uma busca realizada identificou-se no endereço virtual do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), encontra-se na proposta de regulamentação do WhatsApp como meio de comunicação para intimações do órgão e do Ministério Público. E no dia 29 de maio de 2018, foi apresentada em Brasília a proposta realizada pelo conselheiro Valter Schunquener, a resolução que regulamenta o uso do aplicativo para uso similar de comunicação no âmbito do CNMP brasileiro. Entre os argumentos do pedido proposto, incluía-se a necessidade de inovação ou modernização constante de instrumentos de trabalho na Administração Pública, como também maior disponibilidades informações processuais disponíveis a sociedade civil, conforme:

Segundo o conselheiro Valter Shuenquener, “o estabelecimento da possibilidade de efetuar comunicações de atos processuais por meio do WhatsApp ou recurso tecnológico similar é medida que se encontra alinhada com os princípios constitucionais da eficiência, da celeridade processual e da razoável duração do processo (artigo 37, caput, c/c. art. 5º, LXXVIII, da Constituição Federal). Além disso, a adoção dessa prática contribui para o compromisso do Poder Público em contribuir para as políticas públicas socioambientais (art. 23, inciso VI, da Constituição), com a diminuição do uso de recursos, especialmente no que se refere aos gastos com papel”. (CNMP, 2018)

Complementando, o conselheiro informou também que conforme o Código do Processo Civil (CPC, 2015), as notificações devem ser realizadas por meio eletrônico, preferencialmente. Entretanto não há um empecilho esclarecido nas regulamentações públicas sobre a desconsideração do aplicativo como um meio eletrônico que impeça sua utilização. Então há uma busca em inserir o WhatsApp como um meio de comunicação viável nas Instituições Públicas, confirmando o desejo de inovar-se em seus mecanismos de comunicação internos e externos.

Após desdobramentos processual característicos do Conselho, foi aprovado a proposta de resolução que autoriza o uso do aplicativo como recurso tecnológico ou similar para intimações no âmbito do conselho e do Ministério Público brasileiro, sendo a proposta relatada pelo conselheiro Erick Verâncio, esclarecendo sobre a adoção do aplicativo o alinhamento com os princípios constitucionais da eficiência, da celeridade processual, e da razoável duração do processo além de contribuir com políticas públicas socioambientais e com a diminuição do uso de  recursos, principalmente no que se refere aos gastos com papel, incluiu-se também por parte do órgão ressalvas na utilização  nos procedimentos do Ministério, customizando as funções sem confrontar os princípios processuais. Considera-se por recebimento de intimação a visualização pela parte no aplicativo, este em horário de funcionamento da unidade ministerial, e os registros de recebimento são incluídos nos autos do processo. E em caso de a tentativa realizada por meio deste recurso não obtenha o sucesso esperado, faz-se uso do envio de correspondência por meio do agente público presencialmente, (CNMP, 2019). Entre as motivações conselheiro está a inovação, percebida pela inclusão de sua proposta de resolução da regulamentação interna com WhatsApp, o Prêmio Innovare de 2015 intitulado  Intimação Eletrônica via plataforma WhatsApp ( PRÊMIO INOVARE, 2015) numa sinopse, a premiação consiste na prática implementada no âmbito da justiça  cível e criminal de Piracanjuba, amparando-se  na implementação de intimação dos atos processuais serem feitos pela plataforma eletrônica  numa portaria conjunta entre o judiciário e a OAB local. Após tal aprovação o CNJ (2018), noticiou em seu domínio eletrônico a distribuição da utilização do aplicativo por 12 tribunais no Brasil e os estudos desenvolvidos para implantação, assim faz-se na rotina mas nos fóruns, conforme imagem abaixo:

Fonte: CNJ(2018).

Igualmente acontece,  na adoção do aplicativo pelo  MPPR, Ministério Público do Paraná, lançando no dia  6 de agosto de 2018 seu novo Canal de Comunicação voltado para a imprensa  e veículos de comunicação, denominando-se o  “ Whats do MPPR”  tal utilização, funda-se pelas principais razões :  transmissão de notícias, releases, notas e comunicação rápida com os jornalistas cadastrados no órgão,  e também  é mencionado que o aplicativo tem destaque na premiação de categoria interna da instituição, na 16º Nacional de Comunicação e Justiça, do mesmo ano,(MPPR,2018).

Outra notabilidade da utilização do App, diferentemente do que foi feita. Realizada no TJRJ em 2018, uma mediação com o auxílio do aplicativo WhatsApp, conforme é noticiado pelo Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro. Na situação, o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) do Fórum Leopoldina, fez a primeira mediação no Judiciário do Estado com o uso do aplicativo WhatsApp, no litigio entre um brasileiro radicado na Angola e sua ex-esposa que vive no Brasil, numa petição judicial, envolvendo partilha de bens que durava 10 anos. O responsável pelo processo, o juiz André Tredinnick afirmou que graças ao aplicativo foi possível colocar frente a frente as duas partes, como uma medida implementada pelo projeto de Justiça Digital do Núcleo Permanente de Solução de Conflitos (Nupemec) transcrevendo a fala do juiz,

Eu acho que o principal benefício é de escapar de um cenário desagradável da Justiça que, às vezes, por impedimento de viagem ou questão de saúde a pessoa não pode estar presente, e assim pedir o adiamento da audiência. Com a videochamada, a parte participa graças ao telão. Só que, em vez do advogado falar remotamente com o cliente, ele fala ao mesmo tempo. É um grande avanço para evitar adiamentos sucessivos. Nossa missão é fazer a audiência, julgar”, disse o magistrado. Ele explicou que até o uso do papel pode ser dispensado, já que todo o procedimento é digital. (TJRJ,2018)

Outrossim, informou a Justiça do Rio de Janeiro, para utilização do aplicativo em suas outras funções. A implementação do projeto surge da necessidade de muitos moradores da área local e de áreas consideradas de risco, que têm dificuldades em cumprir os prazos da Justiça, alegando não receberem intimações e citações. E nas videoconferências  há necessidade de computadores, tanto pelo órgão quanto pelo cidadão, e muitos não possuem computadores em casa, com isso foi identificado pelos agentes do Tributal que muitos possuíam  áudio em seus celulares   e o aplicativo instalado,  permitindo videoconferência sem precisar  de equipamentos maiores e de difícil aquisição por parte da população, isso abrevia o tempo, os custos, e facilita  a aproximação do diálogo em sanar os empasses, de modo contrário no envio de cartas precatórias ou a possibilidade da compra de uma passagem aérea por uma das partes envolvidas, para estar presente na instituição. Sem a videoconferência, teria uma morosidade maior na celeridade pública em resolver os conflitos, (PJERJ, 2019).

Com o surgimento de novas tecnologias nas comunicações, houve a descontinuidade de serviços oferecidos por empresas. (PINTO,2012). Causando na atualidade fazer uma ligação telefônica, mandar uma correspondência ou passar um fax se tornar cada vez mais escasso, diante da infinidade de aplicativos disponíveis para celulares, ou até mesmo por softwares de computadores. Há uma inclusão também dos serviços do governo por meio do e-gorvenment com uso de tecnologias de informação para agilidade de processos na oferta de serviços e produtos. Muitas organizações, tanto públicas quanto privadas, fazem uso de novas tecnologias para desenvolver melhor contato com a sociedade civil. A exemplo real de o aplicativo WhatsApp recentemente comprado pela empresa Facebook, apresenta versatilidade em suas funções por mensagens instantâneas, chamadas de voz, mensagens de texto, envio de imagens, vídeos, compartilhamento de arquivos de documentos entre outras funcionalidades, de forma gratuita, para os seus usuários. Unindo num só aplicativo muitas inovações que antes eram realizadas por uma diversidade de dispositivos físicos ou processos manuais (aparelhos eletrônicos e processos manuais). Entende-se então o caráter das inovações influenciadas pelo Manual de Oslo (1997), promovendo a descoberta de novas funcionalidades atrativas à sociedade consumidora de serviços, sejam eles gratuitos ou particulares, conforme a apresentação dos casos úteis nas ferramentas usufruídas pelos órgãos públicos exibidos. Além do mais, em suas estratégias de otimização de custos, a Administração Pública expandiria demais áreas internas como relacionamento de fornecedores, serviços terceirizados, empresas privadas que se relacionam com órgãos públicos, nas parcerias ou licitações, buscando melhores oportunidades de preços e com custeamento do serviço. Pois há por parte do Governo uma estrutura de políticas públicas, na inserção de campos tecnológicos, um fragmento das ações da quarta Revolução Industrial rememora-se, por meio de desafios, impactos na economia, e grupos participantes dessa nova missão em discutir medidas para o avanço tecnológico no Brasil, isso de forma mais factual. Os resultados para as organizações públicas podem ser especificados com uma sustentação em Uso Das Redes Sociais Por Órgãos Públicos No Brasil E Possibilidades De Contribuição Do Monitoramento Para Gestão” de Santana  e Souza (2017), construindo-se por meio de pesquisas realizadas no uso de tecnologias por parte dos órgãos públicos, não só processos internos  para eficiência para os servidores públicos, mas principalmente na qualidade de serviços desenvolvidos ao corpo social, ou seja, o cidadão como finalidade, sua contribuição dá-se pela caracterização  da aproximação pessoa-pessoa  e pessoa-organização, (MONTEIRO e  AZARITE, 2012). Ainda de modo bastante engrandecedor, dizem que a comunicação corporativa não deveria se reduzir apenas a um sítio eletrônico dos órgãos públicos na internet com correio eletrônico, mas se expandir na diversidade de canais digitais disponíveis onde as organizações possam falar de melhor maneira com seus diferentes públicos fazendo uso de (RIBEIRO, 2014).

5. CONCLUSÃO

Argumentou-se sobre as possibilidades do  encontradas até agora no setor público sobre a utilização do aplicativo WhatsApp, no que chama atenção por parte das organizações públicas em inovarem-se por meio da ferramenta como instrumento de trabalho aproximando-se da sociedade civil de modo mais atual e quebrando alguns ritos na esfera que são considerados “ burocráticos” e demorados. O objetivo desse trabalho foi demostrar como a utilização das mídias sociais atualmente são uteis para o setor público, especialmente pelo tema deste artigo onde deu-se ênfase ao aplicativo WhatsApp como palavra destacada e imersa no mundo das mídias sociais atuais, desertando grande interesse por seu caráter de inovação estando ao alcance do setor púbico.    Fez-se então uma fundamentação  entre as ações da Quarta Revolução no Brasil mencionando o interesse do governo brasileiro na automatização dos serviços no ambiente nacional  e principalmente  pelo que foi mencionado na participação do   CNMP, na aceitação por parte da Procuradoria Gera da República, equiparar o uso do app como similar aos ritos processuais já realizados  na Instituição mencionando  as diversas  ocasiões  que  teve destaque nas organizações, inclusive com a  presença do Prêmio Innovare de 2015 agraciando o poder público pela utilização em suas funções cotidianas.  Do que foi constatado, a presença do aplicativo nas Instituições, ainda é bastante recente e não há muitos relatos em outras esferas públicas sobre outros modos de utilização, já que diante da coleta de informações da prática no setor público, predominou nos tribunais e conselhos de justiça. Seria interessante, deixar o caminho aberto e descobrir tanto por meio das novas atualizações que a própria companhia cria na plataforma, fazendo periodicamente novas funcionalidades para a Administração pública, entendendo-se o que poderia ser aproveitado em suas rotinas.

Ao olhar para os dias atuais, quando se realiza uma pesquisa sobre as funcionalidades das novas mídias no mercado da inovação mundial, é extremamente vantajoso criar-se uma discussão no setor público buscando-se descrever se há uma percepção na Administração pública sobre a possibilidade de algum benefício e eficácia nos recursos oferecidos de forma mais vantajosa, atual e globalizada.  Criando um aspecto ao governo mais inovador em ter uma relação mais saudável não só no ambiente nacional, mas no compartilhamento de informações em todo mundo, visto que as inovações surgem diariamente, há novos modelos de gestão em todos os governos mundiais que se inovam por meio de diversas formas de  estudos científicos, programas e aplicativos, esse é o caráter desta nova Revolução Industrial, uma busca constante de se produzir e fazer serviços de forma mais proveitosa prezando a eficácia e eficácia brasileira.

6. REFERÊNCIAS

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[1] Graduando em Administração Pública.

Enviado: Junho, 2019.

Aprovado: Dezembro, 2019.

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