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Educação profissional e empregabilidade: A evasão escolar como expressão das contradições do mercado de trabalho

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ARTIGO ORIGINAL

SANTOS, Rosimeira Pereira dos Reis dos [1]

SANTOS, Rosimeira Pereira dos Reis dos. Educação profissional e empregabilidade: A evasão escolar como expressão das contradições do mercado de trabalho. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 11, Ed. 09, Vol. 01, pp. 55-66. Setembro de 2026. ISSN: 2448-0959. Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/a-evasao-escolar

RESUMO

O artigo analisa a relação entre a educação profissional, o mercado de trabalho e a empregabilidade, a partir das expectativas e percepções dos alunos. Parte do seguinte problema: a evasão escolar nos cursos de educação profissional deve ser entendida como resultado de fracasso individual ou pode ser interpretada como uma resposta às contradições estruturais do próprio mercado de trabalho? O objetivo central é examinar a evasão sob uma perspectiva crítica, superando a leitura tradicional que a associa à desmotivação, falta de esforço ou inadequação do aluno. Ao mesmo tempo, o estudo problematiza o discurso da empregabilidade, compreendendo-a como um mecanismo que transfere ao indivíduo a responsabilidade por trajetórias profissionais marcadas por precarização e instabilidade. Trata-se de uma pesquisa de natureza teórico-reflexiva, baseada em revisão bibliográfica e análise de produções acadêmicas que discutem educação profissional, mercado de trabalho e ideologia da empregabilidade. A discussão articula os referenciais teóricos às percepções e anseios dos alunos, buscando compreender a evasão em seu contexto social mais amplo. A análise indica que a evasão escolar, recorrente na educação profissional, não pode ser explicada exclusivamente por fatores individuais. Ela se relaciona às tensões entre a promessa de inserção profissional e as condições concretas de um mercado de trabalho instável e seletivo. Evidencia-se ainda que o discurso da empregabilidade opera como estratégia de responsabilização individual, obscurecendo as determinações estruturais que limitam as oportunidades reais de inserção. Conclui-se que compreender a evasão apenas como falha pessoal é uma leitura limitada. Ao situá-la no campo das determinações sociais e econômicas mais amplas, amplia-se o debate sobre a permanência estudantil, o sentido da formação profissional e os limites de políticas educacionais orientadas exclusivamente pelas demandas do mercado. 

Palavras-chave: Educação profissional, Mercado de trabalho, Empregabilidade, Evasão escolar, Trajetórias formativas.

1. INTRODUÇÃO

A educação profissional ocupa, nas últimas décadas, posição central nos debates  educacionais e nas políticas sobre a formação e inserção de alunos no mercado de trabalho. Em um contexto marcado pela reestruturação produtiva, pela flexibilização das relações laborais e pela intensificação da precarização do emprego, essa modalidade educacional tem sido amplamente associada ao discurso da empregabilidade, entendido como a capacidade individual de acessar, manter e transitar no mercado de trabalho. Mas, para Gonçalves e Chamon (2012), a formação da mão de obra estava vinculada a um projeto mais amplo, que incluía o crescimento econômico e a construção de uma sociedade moderna.

Tal discurso, amplamente difundido por políticas públicas, instituições formativas e documentos orientadores, exerce influência significativa sobre as decisões dos alunos da educação profissional. Para muitos, o ingresso em cursos técnicos e profissionalizantes está diretamente relacionado à expectativa de rápida inserção laboral, melhoria das condições de vida e construção de uma trajetória profissional estável. A empregabilidade, nesse sentido, ultrapassa o plano conceitual e passa a organizar projetos de vida e escolhas educacionais. 

Para Saviani (2007), ao intervir na natureza e transformá-la de acordo com suas demandas, o homem realiza o que chamamos de trabalho, elemento que constitui sua essência. Entretanto, a relação entre educação e mercado de trabalho revela-se mais complexa do que sugerem as narrativas hegemônicas. As dinâmicas de trabalho atuais, marcadas pela instabilidade, pela fragmentação das trajetórias ocupacionais e pela ampliação de vínculos precários, tensionam as expectativas construídas pelos alunos ao longo de sua formação. 

Quando o percurso educacional não corresponde às promessas implícitas de inserção profissional, emergem frustrações que impactam o engajamento, a permanência e o sentido atribuído à formação. Parte-se, neste artigo, da tese de que a evasão nos cursos de educação profissional pode ser compreendida como expressão dessas contradições estruturais. Segundo Monteiro e Sanches (2025), a evasão escolar produz impactos que ultrapassam o âmbito individual, afetando a sociedade de maneira mais ampla, o que justifica a necessidade de enfrentamento coletivo desse fenômeno. Longe de constituir um desvio individual ou um problema meramente administrativo, a interrupção da trajetória formativa revela-se como resposta racional e simbólica ao desalinhamento entre as promessas da empregabilidade e as condições concretas do mercado de trabalho.

Dessa forma, o objetivo deste artigo é refletir teoricamente sobre a relação entre educação profissional e mercado de trabalho, analisando como a busca pela empregabilidade, a partir dos anseios dos alunos, influencia suas trajetórias formativas e se articula ao fenômeno da evasão. Ao adotar uma abordagem crítico-reflexiva, busca-se contribuir para a ampliação do debate sobre permanência do aluno e sobre o papel social da educação profissional em contextos de instabilidade estrutural.

2. EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E O DISCURSO DA EMPREGABILIDADE

Nas últimas décadas, a educação profissional tem sido subordinada às transformações do mercado de trabalho e às exigências por qualificação técnica, flexibilidade e adaptabilidade. Para Kuenzer (2006), o avanço tecnológico e as mudanças nas formas de organização e gestão ampliam a necessidade de maior qualificação e escolarização dos trabalhadores, especialmente em contextos produtivos mais complexos.

Nesse cenário, a noção de empregabilidade assume centralidade nos discursos educacionais, apresentando-se como solução para desafios da inserção de novos profissionais em contextos marcados pela instabilidade e pela competição. E, ainda para o empresariado conforme Gawryszewski (2021), o crescimento desse processo foi legitimado pela ideia de que as empresas precisavam formar um estoque mais qualificado de força de trabalho, visando ampliar seu desempenho produtivo.

A empregabilidade é normalmente concebida como atributo individual, associado ao desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes consideradas necessárias para a inserção e permanência no mercado de trabalho. Tal concepção desloca para o sujeito a responsabilidade pela construção de sua trajetória profissional, enfatizando a formação contínua e a capacidade de adaptação às demandas do mercado de trabalho (Sennett, 2015; Bauman, 2001).

Do ponto de vista crítico, esse deslocamento opera como um dispositivo ideológico. Ao individualizar o sucesso e o fracasso, o discurso da empregabilidade obscurece as determinações estruturais que produzem a precarização do trabalho e a instabilidade das trajetórias profissionais. A ênfase na responsabilidade individual contribui para a despolitização das desigualdades e para a naturalização da insegurança como condição permanente do trabalho contemporâneo. De acordo com Valle (2005), ao trabalhar, o sujeito transforma a realidade natural e produz elementos que passam a existir em função das relações sociais, constituindo o mundo objetivo das coisas.

No âmbito da educação profissional, essa lógica adquire especial relevância. Vários alunos ingressam nos cursos técnicos motivados pela expectativa de rápida inserção no mercado de trabalho, compreendendo a formação como meio privilegiado de ascensão social e estabilidade. Contudo, as dinâmicas atuais do trabalho revelam os limites dessa promessa. A fragmentação das trajetórias ocupacionais, a exigência de múltiplas qualificações e a valorização da experiência prévia tensionam a relação entre a formação técnica e a empregabilidade. Conforme reforça Gawryszewski (2021), o argumento do empresariado acerca da escassez de trabalhadores qualificados não se sustenta quando comparado às reais estratégias de ocupação e contratação no mercado de trabalho brasileiro.

Nesse contexto, a educação profissional passa a operar em um campo marcado por contradições: ao mesmo tempo em que promete inserção e mobilidade, submete-se às exigências de um mercado que não oferece garantias de estabilidade. A empregabilidade, mais do que um resultado assegurado, configura-se como uma busca permanente, atravessada por incertezas e frustrações.

3. ANSEIOS DOS ALUNOS E A CONSTRUÇÃO DAS EXPECTATIVAS FORMATIVAS

Os alunos que ingressam na educação profissional o fazem, em grande parte, orientados por expectativas em relação ao mercado de trabalho. Diferentemente de outras etapas da educação formal, os cursos técnicos são frequentemente percebidos como caminhos mais curtos e eficazes para inserção laboral, associando tempo reduzido de formação e retorno esperado em termos de emprego. Com base em Gawryszewski (2021), muitas famílias buscam matricular seus filhos em instituições consideradas de qualidade por acreditarem que a reputação da escola amplia as oportunidades futuras, tanto no campo dos estudos quanto no mercado de trabalho.

Esses anseios, contudo, não se constroem de forma isolada. São socialmente produzidos e atravessados por discursos institucionais, políticas públicas, narrativas meritocráticas e pelas condições socioeconômicas dos próprios alunos. Para muitos, especialmente aqueles oriundos das camadas populares, a educação profissional representa a possibilidade de reorganização de trajetórias marcadas pela instabilidade e pela restrição de oportunidades.

Também deve-se considerar que os anseios e as trajetórias de permanência ou evasão possuem influência da divisão sexual do trabalho. Pois as expectativas de inserção laboral e as pressões pela construção da empregabilidade não recaem de forma idêntica sobre homens e mulheres. Para Hirata e Kergoat (2007), a conciliação entre família e trabalho costuma ser vista como uma obrigação feminina, evidenciando a desigual distribuição das responsabilidades sociais. 

Para as alunas, a reavaliação do sentido de formação muitas vezes é mediada pela sobreposição entre as exigências do percurso formativo e as responsabilidades domésticas ou de cuidado, tornando a decisão pela interrupção do curso uma resposta a desigualdades estruturais que procedem e extrapolam o ambiente educacional. Para Gawryszewski (2021), a decisão pelo curso não esteve baseada apenas no interesse individual, mas foi fortemente marcada por elementos externos, como a orientação ou pressão exercida pela família.

A atenção atribuída à empregabilidade tende a orientar a relação dos alunos com o processo formativo. A formação técnica passa a ser compreendida prioritariamente como meio para alcançar o emprego, o que pode reduzir o espaço para a compreensão da educação como processo mais amplo de construção de conhecimentos, identidades profissionais e projetos de vida. Quando o percurso formativo exige maior aprofundamento teórico, esforço continuado ou não produz retornos imediatos visíveis, surgem processos de frustração e reavaliação do sentido da formação. Conforme Gawryszewski (2021), embora os alunos reconheçam que os cursos oferecem uma base de conhecimentos, avaliam que essa formação atende apenas parcialmente às exigências do ingresso profissional, principalmente pela distância entre o conteúdo trabalhado e a realidade concreta do exercício da profissão.

As expectativas iniciais, fortemente orientadas por resultados imediatos, entram em tensão com a experiência do curso e com as dificuldades de inserção no mercado de trabalho. Segundo Valle (2005), cabe tanto ao indivíduo quanto à sociedade a responsabilidade de definir e instituir os princípios e valores que orientarão suas relações com o mundo e com os outros, mantendo-os sempre sob reflexão crítica. 

Nesse sentido, os anseios dos alunos não podem ser reduzidos a expectativas individuais, mas devem ser compreendidos como expressões de projetos biográficos construídos em contextos de incerteza estrutural. O desalinhamento entre expectativas e experiências vividas impacta o engajamento e a permanência, abrindo espaço para processos de desmotivação e ruptura da trajetória formativa do aluno.

4. EVASÃO NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: TRAJETÓRIAS INTERROMPIDAS E REAVALIAÇÃO DO SENTIDO DA FORMAÇÃO

A evasão na educação profissional tem sido frequentemente analisada a partir de indicadores quantitativos e fatores administrativos, como desempenho acadêmico, dificuldades financeiras ou incompatibilidades de horários. Embora esses elementos sejam relevantes, uma compreensão mais abrangente do fenômeno exige considerar os sentidos atribuídos pelos alunos às trajetórias formativas. De acordo com Gawryszewski (2021), ao mesmo tempo em que reconhecem os efeitos concretos da crise sobre suas trajetórias, os alunos entendem essa experiência como parte de sua formação pessoal e acreditam que, mesmo diante de circunstâncias adversas, podem construir caminhos para lidar com tais desafios. 

Quando a educação profissional é fortemente orientada pelo discurso da empregabilidade, a permanência do aluno no curso passa a depender da expectativa de retorno em termos de inserção no mercado de trabalho. Nesse contexto, a evasão pode ser compreendida como resultado de um processo de reavaliação racional e simbólica, no qual o aluno pondera o custo de oportunidade da permanência no curso frente à incerteza profissional. Segundo Reis, Reis e Pereira (2025), a evasão escolar resulta de um conjunto articulado de fatores que vão além da instituição de ensino, envolvendo condições estruturais que interferem na vida acadêmica e pessoal dos alunos.

A decisão de interromper o curso raramente ocorre de forma repentina. Em geral, é precedida por sinais de desengajamento, frustração e perda de sentido, associados ao desalinhamento entre os anseios iniciais e as experiências vivenciadas ao longo da formação. A percepção de que a formação técnica, isoladamente, não garante a empregabilidade esperada, mas contribui para a ressignificação do percurso educacional. 

Nesse processo, a evasão não deve ser interpretada exclusivamente como fracasso individual ou institucional, mas como uma forma de reorganização dos projetos pessoais e profissionais frente às condições concretas de vida e trabalho. Para Sennett (2015), reconhecer o fracasso e integrá-lo à própria trajetória de vida costuma ser um processo íntimo e, muitas vezes, solitário, já que raramente esse tema é compartilhado ou discutido abertamente com outras pessoas.

A interrupção da trajetória formativa pode representar, para o aluno, uma tentativa de adaptação às exigências de um mercado marcado pela precarização e pela instabilidade. Para Valle (2005), a existência de um mundo comum de significações é condição fundamental para que o indivíduo atribua sentido à própria vida, já que esse processo parte de significados socialmente construídos e disponibilizados pela coletividade.

Compreender a evasão a partir dessa perspectiva permite deslocar o foco de análises moralizantes e simplificadoras para uma leitura mais complexa e humanizada das trajetórias estudantis. Ao reconhecer os anseios, expectativas e reavaliações que atravessam a formação profissional, amplia-se a compreensão do desafio da permanência na educação profissional.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A análise desenvolvida neste artigo permitiu problematizar a relação entre educação profissional e mercado de trabalho a partir da busca pela empregabilidade, compreendida não como resultado assegurado, mas como processo marcado por expectativas, incertezas e contradições estruturais. Evidenciou-se que os alunos ingressam nos cursos técnicos orientados pela promessa de inserção laboral e melhoria das condições de vida, promessa que frequentemente tenciona as dinâmicas do trabalho contemporâneo.

Nesse contexto, a evasão emerge como fenômeno que não pode ser reduzido a fatores individuais ou administrativos. Trata-se de um processo de reavaliação do sentido da formação diante da possibilidade de empregabilidade, configurando-se como resposta racional às limitações impostas por um mercado de trabalho instável e precarizado.

Ao interpretar a evasão como expressão das contradições entre formação e mercado de trabalho, o artigo desloca o debate da esfera da responsabilização individual para uma leitura crítica das políticas educacionais orientadas exclusivamente pelas demandas profissionais contemporâneas. Essa perspectiva contribui para ampliar a compreensão sobre os desafios da permanência estudantil e sobre a necessidade de ressignificar a educação profissional para além do mero treinamento para o emprego.

Por fim, destaca-se a importância de políticas de permanência que considerem não apenas aspectos acadêmicos e administrativos, mas também as dimensões simbólicas e estruturais que atravessam as trajetórias dos alunos. Para estudos futuros, especialmente de natureza empírica, podem aprofundar essa discussão, contribuindo para o fortalecimento de uma educação profissional comprometida com a formação humana e socialmente referenciada.

REFERÊNCIAS

BAUMAN, Zygmunt. Modernidade Líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.

GAWRYSZEWSKI, Bruno. A formação profissional e o mundo do trabalho pela ótica de estudantes de cursos técnicos de nível médio. Educação em Revista, v. 37, 2021. Disponível em: https://www.scielo.br/j/edur/a/xK6TBsPxXfGJ7Tpj64qpwJz/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 31 dez. 2025.

GONÇALVES, Irlen Antônio; CHAMON, Carla Simone. O congresso mineiro e a educação profissional em Minas Gerais: o ensino técnico primário. Educação em Revista, v. 28, n. 2, p. 153-174, 2012. Disponível em: https://www.scielo.br/j/edur/a/rKKQV3ZknkRmqwmWddvMGqG/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 1 dez. 2025.

HIRATA, Helena; KERGOAT, Danièle. Novas configurações da divisão sexual do trabalho. Cadernos de Pesquisa, v. 37, n. 132, p. 595-609, 2007. Disponível em: https://www.scielo.br/j/cp/a/cCztcWVvvtWGDvFqRmdsBWQ/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 10 dez. 2025.

KUENZER, Acácia Zeneida. A educação profissional nos anos 2000: a dimensão subordinada das políticas de inclusão. Educação & Sociedade, v. 27, n. 96, p. 877-910, 2006. Disponível em: https://www.scielo.br/j/es/a/mX9xNN8HgH9YWLPySjXdPgQ/?format=html&lang=pt. Acesso em: 23 dez. 2025.

MONTEIRO, Daniela de Cássia da Silva; SANCHES, Jane Piton Serra. Evasão nos Cursos Técnicos da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica: Uma análise à luz dos dados da plataforma Nilo Peçanha. Educação Profissional e Tecnológica em Revista, v. 8, n. 2, p. 31–44, 2025. DOI: 10.36524/profept.v8i2.1523. Disponível em: https://ojs.ifes.edu.br/index.php/ept/article/view/1523. Acesso em: 4 fev. 2026.

REIS, Alcimar Barbosa dos; REIS, Beatriz Barbosa dos; PEREIRA, Rodnei. Gestão Escolar e Inovação Tecnológica: Evasão nos Cursos Técnicos. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, v. 11, n. 5, p. 2509–2516, 2025. DOI: 10.51891/rease.v11i5.19121. Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/19121. Acesso em: 5 fev. 2026.

SAVIANI, Dermeval. Trabalho e educação: fundamentos ontológicos e históricos. Revista Brasileira de Educação, v. 12, n. 34, p. 152-165, 2007. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbedu/a/wBnPGNkvstzMTLYkmXdrkWP/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 21 dez. 2025.

SENNETT, Richard. A corrosão do caráter: as consequências pessoais do trabalho no novo capitalismo. 16. ed. Rio de Janeiro: Record, 2015.

VALLE, Lílian do. Ética e trabalho na sociedade contemporânea. Trabalho Necessário, v. 3, n. 3, 2005. Disponível em: https://periodicos.uff.br/trabalhonecessario/article/view/4576. Acesso em: 20 dez. 2025.

INFORMAÇÕES SOBRE OS AUTORES 

[1] Pós-Graduação Lato Sensu Pedagogia Empresarial e Educação Corporativa; MBA Gestão de Pessoas; Graduação em Ciências Contábeis e Pedagogia. ORCID: 0009-0000-4726-0879. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/6093915296742546. 

Contribuição dos autores:

Rosimeira Pereira dos Reis dos Santos: Responsável exclusivo por todas as etapas de elaboração da obra, abrangendo de forma integral a concepção da ideia central, o planejamento metodológico, a coleta e análise analítica dos dados, a interpretação crítica dos resultados, além da redação completa, revisão e finalização do manuscrito.

INFORMAÇÕES SOBRE O MATERIAL

Conflito de interesse: 

N/A.

Agradecimentos:

N/A.

Financiamento:

N/A.

Nota de presença de IA:

A autora utilizou a Inteligência Artificial Chat GPT modelo GPT-5.3, da OpenAI para correções gramaticais do texto. No entanto, toda a escrita, buscas pelos conteúdos, classificação da qualidade dos artigos, pesquisa proposta, foram realizadas de maneira autoral.

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  • ISSN (versão eletrônica): 2448-0959
  • Licença Creative Commons: Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição 4.0 Internacional.

Histórico da Publicação:

Material recebido: 12 de janeiro de 2026.

Material aprovado pelos pares: 18 de fevereiro de 2026.

Material editado aprovado pelos autores: 03 de setembro de 2026.

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