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Correlação entre mamografia e histopatologia em biópsias estereotáxicas de microcalcificações suspeitas na fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas

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CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

SILVA, Genildo Farias da1, BIANCO, Sabrina Ramos2, SANCHES, Thaís Rafael Almeida3, OLIVEIRA, Abrahim Felipe Luna de4, SILVA, Grasiela Costa5, OLIVEIRA, Fábio Luís Duarte de6, SILVA, Fernando Lima da7, FARIAS, Luciana Melo8

SILVA, Genildo Farias da et al. Correlação entre mamografia e histopatologia em biópsias estereotáxicas de microcalcificações suspeitas na fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 10, Ed. 11, Vol. 01, pp. 141-155. Novembro de 2025. ISSN:2448-0959. Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/mamografia-e-histopatologia, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/saude/mamografia-e-histopatologia

RESUMO

Objetivo: Comparar achados mamográficos e histopatológicos das biópsias estereotáxicas de microcalcificações suspeitas, realizadas na Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCECON) entre julho e dezembro de 2022, a fim de determinar sua utilidade na avaliação e diagnóstico do câncer de mama. Materiais e Métodos: Trata-se de uma pesquisa retrospectiva, descritiva, sobre os resultados de imagens das mamografias e os resultados dos estudos histopatológicos de 48 pacientes submetidas a biópsia estereotáxica por microcalcificações na FCECON. Resultados: 12 casos de câncer foram identificados ao longo do estudo, sendo 7 diagnosticados diretamente pela análise histopatológica e 5 confirmados pela complementação com imunohistoquímica. Conclusão: As biópsias estereotáxicas agem como um instrumento crucial na avaliação e diagnóstico do câncer de mama para as pacientes na FCECON.

Palavras-chave: Biópsia Estereotáxica, Câncer de Mama, Histopatológico, Microcalcificações.

1. INTRODUÇÃO

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (2020), estima-se que em 2030, haja incidência de 27.000.000 de casos de câncer, 17.000.000 de mortes em decorrência dessa enfermidade e ainda, 75 milhões de indivíduos vivendo com um tipo de neoplasma em todo mundo. Conforme a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (2022), no Brasil, o câncer já está compreendido como a segunda causa de morte por enfermidade, perdendo apenas para o aparelho circulatório.

Nesse contexto, o câncer de mama é a neoplasia mais comum nas mulheres, e de acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama representa cerca de 30,1% dos casos de neoplasia em mulheres com mortalidade em torno de 16,5% (Instituto Nacional do Câncer, 2022). Este tipo de câncer pode ser acompanhado por uma variedade de sinais e sintomas, como rigidez nodular, projeção parcial da mama, vermelhidão, nódulo na axila, adensamento ou retraimento da pele ou do bico dos seios, secreção dos mamilos, dor mamária e outros (Yoshikawa; Castro, 2015).

Somente para o estado do Amazonas no ano de 2019, a estimativa de casos de mama para foi de 420, sendo 370 casos apenas na capital do estado (SOUSA et al., 2020). Logo, o município de Manaus, realizou cerca de 48 exames, no ano de 2022, por estereotaxia, devido a detecção da lesão realizada por método de imagem (lesão não palpável) (Ministério da Saúde do Brasil, 2023).

O Ministério Brasileiro da Saúde e as principais sociedades médicas (Colégio Brasileiro de Radiologia – CBR, Sociedade Brasileira de Mastologia – SBM e Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – FEBRASGO) preconizam o estudo mamográfico como principal método no rastreio do câncer de mama em mulheres com rastreio anual a partir dos 40 anos até os 74 anos, preferencialmente com técnica digital (Urban et al., 2017; Instituto Nacional do Câncer, 2022). De modo que, mulheres acima de 75 anos permanecem no rastreio apenas se a expectativa de vida for acima de 07 anos, baseada nas comorbidades (Urban et al., 2017).

A mamografia, método de imagem para estudo do tecido mamário, é realizada com a compressão da mama – para redução dos efeitos da sobreposição de tecidos mamários e espalhamento da radiação – seguida de irradiação com baixa dose de radiação ionizante (raio-x) (3). É considerado um exame com alta sensibilidade de 88 a 93,1% e alta especificidade de 85 a 94,2% na detecção de lesões mamárias, principalmente, quanto às microcalcificações (Brasil, 2007).

Nesse contexto, há dois tipos de tecnologia tangentes à mamografia: a mamografia convencional (tela-filme) e a mamografia digital, sendo que esta última apresenta vantagem, em relação à primeira, por apresentar maior precisão na imagem, mais nitidez e menos artefatos; além de permitir o ajuste do brilho da imagem, sem precisar realizar novo exame. A técnica digital é superior na identificação de microcalcificações (Souza; Nunes, 2020).

Os Posicionamentos de rotina na mamografia são as posições crânio-caudal e médio-lateral-oblíquo. Na primeira, os feixes de raios X são direcionados da porção superior para a porção inferior da mama, em ângulo de 90º com a mesma. Já o segundo posicionamento, os feixes de raio X, penetram a mama em um ângulo entre 30º e 70º, sendo geralmente utilizado o ângulo de 45º (Brasil, 2014).

A mamografia é o exame mais confiável para detectar microcalcificações, que são pequenos cristais de cálcio destacados na imagem mamográfica devido à sua maior densidade (Santos; Tragancin Filho, 2020; Abreu et al., 2021); e em sua maioria, são de natureza benigna. Uma pequena parcela está associada ao câncer, e destaca-se o Carcinoma Ductal In Situ (CDIS), cuja principal apresentação radiológica é a microcalcificação (Martins; Barra; Lucena, 2010; Reissureição et al., 2014).

O BI-RADS (Breast Imaging Reporting & Data System) da American College of Radiology (ACR) é um sistema de padronização de laudos mamográficos, que apresenta sete categorias, que vão de 0 a 6. As microcalcificações suspeitas são categorizadas dentro dos BI-RADS 4, quando há apenas este achado, ainda podendo ser subdivididos em 4A, 4B ou 4C, ou ser classificadas em BI-RADS 5 se houver outros achados além das microcalcificações (Pesce et al., 2019).

Contudo, na conclusão diagnóstica das microcalcificações suspeitas, recomenda-se coleta de material e encaminhamento para a análise histopatológica. Posto que, a biópsia por estereotaxia é um método que permite a localização exata das microcalcificações (Pereira et al., 2021). A estereotaxia da mama refere-se à biópsia percutânea de tecido mamário utilizando a mamografia para guiar o procedimento, que tem como vantagens evitar cirurgia desnecessária, complicações e custos para os achados histopatológicos duvidosos. Pode ser feita por agulha grossa (core biopsy) ou por biópsia a vácuo – mamotomia (Bick et al., 2020).

Logo, este estudo, objetiva-se comparar achados mamográficos e histopatológicos das biópsias estereotáxicas, de microcalcificações suspeitas, realizadas na Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCECON), a fim de determinar sua utilidade na avaliação e diagnóstico do câncer de mama.

A Fundação Centro de Controle de Oncologia do Amazonas (FCECON) é uma entidade pública, fundada em 1974, está vinculada à Secretaria de Estado de Saúde – SUSAM do Estado do Amazonas. No último ano, o hospital recebeu um novo aparelho de mamografia, sendo totalmente digital e que permite a realização de biópsias por estereotaxia – aparelho Siemens Mammomat Fusion®, que permite uma maior celeridade ao diagnóstico de câncer de mama e agiliza o tratamento das pacientes neste nosocômio (Fundação Centro de Controle de Oncologia do Amazonas, 2022).

Esta pesquisa promoverá avanços significativos no campo da radiologia e oncologia, ao avaliar a eficácia das biópsias estereotáxicas na detecção do câncer de mama, especialmente em casos de microcalcificações suspeitas, fornecendo informações cruciais para aprimorar as práticas clínicas e contribuindo para a educação médica. Além disso, terá um impacto social relevante, melhorando a precisão diagnóstica, permitindo diagnósticos mais precoces e tratamentos mais eficazes para o câncer de mama, reduzindo a ansiedade das pacientes e otimizando os recursos de saúde. Assim, a pesquisa não só avança a ciência, mas também melhora diretamente a qualidade de vida das mulheres na região atendida pela FCECON.

2. METODOLOGIA

Trata-se de uma pesquisa retrospectiva, descritiva, na qual foram coletadas informações sobre os resultados de imagens das mamografias e dos estudos histopatológicos dos prontuários de 48 pacientes submetidas a biópsia estereotáxica por microcalcificações na FCECON.

O período de coleta ocorreu entre julho e dezembro de 2022, com pacientes que atendiam aos critérios de inclusão (pacientes submetidas a biópsia estereotáxica por microcalcificações na FCECON) e estavam em tratamento na referida unidade de saúde, após ciência do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Para as pacientes que não estavam em acompanhamento na FCECON, foi utilizado o Termo de Compromisso de Utilização de Dados (TCUD). A coleta de dados foi iniciada somente após aprovação do Comitê de Ética em Pesquisas da FCECON.

O material utilizado na coleta de fragmentos das microcalcificações incluiu:

mamógrafo digital Siemens Mammomat Fusion®, agulha grossa (core biopsy) de 14 x 10 gauge, pistola tipo Magnum (BARD®), resultados das biópsias estereotáxicas e laudos histopatológicos das amostras das biópsias.

A investigação foi realizada em pacientes com microcalcificações classificadas como BI-RADS 4B e BI-RADS 4C, que realizaram biópsia percutânea por estereotaxia e receberam o diagnóstico histopatológico na FCECON. Os resultados histopatológicos foram verificados no sistema interno “iDoctor” da FCECON e tabulados no software Microsoft Office Excel 2013 ou superior.

Os dados foram analisados estatisticamente utilizando gráficos de frequência, gráficos de pizza e tabelas para apresentar as quantidades e tipos de resultados. As informações estão apresentadas em forma de gráficos e tabelas, que foram somadas aos resultados da pesquisa para uma melhor visualização e interpretação dos dados.

3. RESULTADOS

Considerando que, este estudo tem como objetivo apresentar e analisar os resultados da correlação entre os achados mamográficos e histopatológicos das biópsias estereotáxicas realizadas na Fundação Centro de Controle de Oncologia do

Estado do Amazonas (FCECON). Para isso, examinaremos um gráfico que demonstra a distribuição da quantidade de achados mamográficos e histopatológicos nas biópsias estereotáxicas de microcalcificações suspeitas entre os meses de julho e dezembro de 2022.

Gráfico 1: Quantidade de Biópsias Extereotáxicas realizadas entre julho e dezembro de 2022 na FCECON

Fonte: Elaboração Própria, 2023.

Conforme o Gráfico 1, as Biópsias Extereotáxicas na FCECON realizadas em julho foram de 5 exames, 14 em agosto, 11 em setembro, 6 em outubro, 4 em novembro e 8 em dezembro de 2022, totalizando 48 atendimentos no referido ano.

Para analisar os achados mamográficos e histopatológicos das biópsias estereotáxicas de microcalcificações suspeitas realizadas na Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCECON) e determinar sua utilidade na avaliação e diagnóstico do câncer de mama, foram identificadas as seguintes distribuições dos resultados histopatológicos.

Tabela 1 – Distribuição dos Resultados Histopatológicos (considerando o total de 48 mulheres examinadas) entre julho e dezembro de 2022 no FCECON

Resultados Quantidade de casos Com imunohistoquímica
CDIS (Carcinoma Ductal In Situ) 6
Carcinoma invasor do tipo não especial 1
Fibrose e tecido adiposo típico 2
Adenose         SOE         (Sem        Outras

Especificações)

8
Adenose SOE (Sem Outras Especificações) + Fibrodenoma 1
Tecido fibroadiposo sem atipias 2
Hiperplasia ductal com atipias 2
Adenose SOE + Hiperplasia ductal com atipias 1
Adenose Simples e esclerosante + fibrose estromal + infiltração intersticial 1
Adenose Simples + Ectasias Ductais + Fibrose Do Estroma Intra e Interlobular. 1
Mastite 1
  Ectasia ductal, adenose simples e fibrose 1
Proliferação ductal usual 7
Fragmento cutâneo e tecido adiposo típicos 1
Fibrose + hiperplasia ductal típica 1
Adenose Simples + Hiperplasia ductal usual 1
Alteração fibrocística. 3 1      caso      com       complementação

imunohistoquímica para CDIS

Inconclusivo 8 1 caso com Complementação imunohistoquímica para Carcinoma invasor do tipo não especial
1 caso com Complementação imunohistoquímica para Carcinoma

ductal infiltrante

2 casos com Complementação imunohistoquímica para CDIS

Fonte: Elaboração Própria, 2023.

Com base nos resultados da distribuição dos resultados histopatológicos, é evidente que das 48 biópsias estereotáxicas examinadas na Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas, uma variedade de condições foi identificada, incluindo achados benignos, como adenose e fibrose, bem como casos de Carcinoma Ductal In Situ (CDIS) e carcinoma invasor. Todavia, a presença de casos com resultados benignos, ressalta a utilidade das biópsias estereotáxicas na identificação de condições mamárias não cancerosas, sendo fundamental para evitar procedimentos invasivos desnecessários e para diferenciar entre casos benignos e malignos.

Ainda acordo com a Tabela 1, a detecção de casos de CDIS é particularmente significativa, destacando a relevância do diagnóstico precoce, pois essa forma inicial de câncer de mama pode ser tratada com sucesso quando identificada precocemente.

No entanto, é ainda possível visualizar a existência de casos com resultados indeterminados e insatisfatórios que indicam a necessidade de aprimorar a qualidade das amostras e garantir um processamento adequado para evitar resultados inconclusivos. Assim, os resultados da pesquisa revelam informações importantes sobre os casos de câncer de mama confirmados e as situações inconclusivas, demonstrando a complexidade da avaliação das microcalcificações suspeitas na mama. Logo, no total, foram diagnosticados 12 casos de câncer de mama, considerando tanto os casos diretos pelo histopatológico quanto aqueles confirmados pela imuno-histoquímica, vide Gráfico 2.

Gráfico 2 – Diagnósticos de Câncer de Mama entre julho e dezembro de 2022 na FCECON

Fonte: Elaboração Própria, 2023.

Conforme o Gráfico 2, dos 12 casos de câncer, 58% foram diagnosticados diretamente através da análise histopatológica, indicando que o câncer estava presente nas biópsias de microcalcificações suspeitas. Além desses casos, a complementação com imunohistoquímica foi fundamental para confirmar o diagnóstico em 42% adicionais. Dessas confirmações pela imunohistoquímica, um caso inicialmente classificado como alteração fibrocística e outros 4 que inicialmente apresentaram resultados inconclusivos no histopatológico foram, posteriormente, confirmados como alterações malignas.

No entanto, é importante destacar que 4 casos que permaneceram inconclusivos mesmo após a complementação com imunohistoquímica, levou à decisão de encaminhá-los para biópsia cirúrgica. Essa abordagem cirúrgica mais invasiva foi adotada para obter uma resposta definitiva e esclarecer a natureza das lesões, garantindo um diagnóstico preciso.

Esses resultados destacam a importância da complementação com imunohistoquímica na detecção e confirmação do câncer de mama, especialmente em casos em que a análise histopatológica inicial pode ser inconclusiva ou apresentar outras alterações. Conforme Ulhôa (2021), a detecção precoce e precisa do câncer de mama auxilia no sucesso do tratamento e visa aumentar as taxas de sobrevivência. Nesse contexto, a imunohistoquímica desempenha um papel importante, especialmente em casos em que a análise histopatológica inicial pode ser inconclusiva ou apresentar outras alterações.

Uma vez que, a análise histopatológica é o método tradicional utilizado para examinar biópsias de tecido mamário, tal procedimento envolve a observação microscópica de cortes de tecido corados para identificar características celulares e estruturais que indicam a presença de câncer. Embora essa técnica seja fundamental, ela pode, por vezes, fornecer resultados inconclusivos devido à complexidade das lesões mamárias ou à qualidade variável das amostras (Kann et al., 2024).

Devido a isso, identificou-se em alguns casos apresentados que, a decisão de realizar biópsias cirúrgicas em casos inconclusivos foi realizada para a obtenção de diagnósticos precisos, visando a melhor abordagem de tratamento para os pacientes. O que, demonstra um compromisso com a saúde das pacientes.

5. CONCLUSÃO

Com base nos resultados disponíveis, pode-se afirmar que as biópsias estereotáxicas desempenham um papel fundamental na avaliação de pacientes com achados mamográficos suspeitos. A identificação de 12 casos de câncer, sendo 7 diagnosticados diretamente pela análise histopatológica e 5 confirmados pela complementação com imunohistoquímica, enfatiza a importância da precisão no diagnóstico precoce do câncer de mama. A imunohistoquímica se mostrou uma ferramenta valiosa para confirmar casos inicialmente classificados como alterações benignas ou inconclusivos no histopatológico, destacando sua utilidade na diferenciação precisa entre condições mamárias.

Logo, a correlação entre os achados mamográficos e os resultados da histopatologia em biópsias estereotáxicas de microcalcificações suspeitas na FCECON é de extrema importância, pois demonstra como a mamografia é uma ferramenta de triagem altamente sensível e crucial na identificação precoce de anomalias suspeitas na mama, bem como ressalta a importância das biópsias estereotáxicas na confirmação e caracterização precisa das lesões mamárias, possibilitando tratamentos mais eficazes e um melhor prognóstico para as pacientes.

Portanto, recomenda-se a padronização dos protocolos de biópsia estereotáxica e análise histopatológica em instituições oncológicas para garantir a consistência e precisão dos diagnósticos. E, devido à sua eficácia na confirmação de diagnósticos, a imunohistoquímica deve ser integrada de rotina na análise de biópsias estereotáxicas, especialmente em casos inconclusivos ou de alterações benignas suspeitas. Ademais,

Para estudo futuros, recomenda-se realizar estudos longitudinais para avaliar os resultados a longo prazo das pacientes diagnosticadas por meio de biópsias estereotáxicas, visando compreender melhor o impacto dos diferentes tipos de diagnóstico e tratamentos aplicados.

REFERÊNCIAS

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YOSHIKAWA, Gilberto; CASTRO, Roberto Chaves. Manual de semiologia médica: a prática do exame físico. Belém: EDUEPA, 2015.

INFORMAÇÕES SOBRE OS AUTORES

1 Médico Residente do primeiro ano em Radiologia e Diagnóstico por Imagem na Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCECON), Manaus, AM. ORCID:  https://orcid.org/0009-0006-3489-8164. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9524193436404202.

2 Orientadora. Especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem pelo Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR) – Área de atuação: Mamografia e Ultrassonografia Geral na Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCECON) e na Clínica SENSUMED, Manaus, AM. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-0902-3570. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5315165876704149.

3 Médica Residente do terceiro ano em Radiologia e Diagnóstico por Imagem na Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCECON), Manaus, AM. ORCID: https://orcid.org/0009-0003-2503-2519. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8057848913023143.

4 Médico Residente do terceiro ano em Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCECON), Manaus, AM. ORCID: https://orcid.org/0009-0003-4861-6840. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/1848818732686039.

5 Médica Residente do segundo ano em Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCECON), Manaus, AM. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-9906-4711. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5801305366903504.

6 Médico Residente do primeiro ano em Radiologia e Diagnóstico por Imagem. Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCECON), Manaus, AM. ORCID: https://orcid.org/0009-0003-6285-5872. Currículo Lattes: https://lattes.cnpq.br/0701329763626640.

7 Graduando de medicina, do 3º período, da Universidade Nilton Lins (UNL), Manaus, AM. ORCID: https://orcid.org/0009-0003-8841-1460. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5737939582671365.

8 Bacharela em Saúde Coletiva. Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Manaus, AM. ORCID: https://orcid.org/0009-0003-6254-437X. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2170614116935099.

Contribuição dos autores:

Genildo Farias da Silva: Concepção.

Sabrina Ramos Bianco: Planejamento.

Thaís Rafael Almeida Sanches: Análise.

Abrahim Felipe Luna de Oliveira: Interpretação.

Grasiela Costa Silva: Redação do trabalho.

Fábio Luís Duarte de Oliveira: redação do trabalho.

Fernando Lima da Silva: Coleta de dados.

Luciana Melo Farias: Revisão.

INFORMAÇÕES SOBRE O MATERIAL

Conflito de interesse:

Não há conflito de interesse.

Agradecimentos e Financiamento:

Não há financiamento.

Informações sobre Direitos Autorais e Licença:

Este é um artigo de Acesso Aberto distribuído sob os termos da Creative Commons Attribution License, que permite uso, distribuição e reprodução irrestritos em qualquer meio, desde que o autor e a fonte originais sejam creditados.

Os nomes e endereços informados nesta revista serão usados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras finalidades ou a terceiros.

  • ISSN (versão eletrônica): 2448-0959
  • Licença Creative Commons: Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição 4.0 Internacional.

Histórico da Publicação:

Material recebido: 06 de fevereiro de 2024.

Material aprovado pelos pares: 20 de setembro de 2024.

Material editado aprovado pelos autores: 03 de novembro de 2025.

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Genildo Farias da Silva

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