Planejamento Familiar: Métodos e Contraceptivos [1]

2
3425
DOI: ESTE ARTIGO AINDA NÃO POSSUI DOI SOLICITAR AGORA!
PDF

BATISTA, Maxwell do Nascimento [2]

VANDERLEI, Ana Fabíola de Medeiros [3]

BATISTA, Maxwell do Nascimento; VANDERLEI, Ana Fabíola de Medeiros. Planejamento Familiar: Métodos e Contraceptivos. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Edição 07. Ano 02, Vol. 01. pp 18-27, Outubro de 2017. ISSN:2448-0959

RESUMO

Planejamento familiar é um conjunto de ações que têm como finalidade contribuir para a saúde da mulher, permitindo que as mulheres e os homens escolham quando querem ter filho, o número de filhos que querem ter e o espaçamento entre o nascimento dos filhos. Sendo assim planejamento familiar não se trata apenas de indicar um método  contraceptivo, mas da ação de uma equipe multiprofissional que oriente e acompanhe essa mulher considerando, qualidade de vida, condições sociais e culturais conforme seus princípios de necessidades. Esse trabalho é de significante  relevância para comunidade, pois trás informações conceituais de planejamento familiar, e as várias formas existentes de métodos contraceptivos para que a mulher tenha mais conhecimento quanto à adequação pessoal no método escolhido, pois existe uma série de fatores pessoais que torna cada mulher em suas particularidades um ser especial, com metabolismo, costumes e vida ativa diferente uma das outras. O estudo tem a finalidade de divulgar e fazer mais conhecido o programa de planejamento familiar, bem como oferecer mais informações sobre a temática abordada. É uma pesquisa bibliográfica baseada em trabalhos científicos já existentes. Esse artigo é relevante por ser um assunto bastante discutido e atual, contribuindo com a sensibilidade da mulher em relação a sua saúde e planejamento.

Palavras-Chave: Planejamento, Método, Mulher, Anticoncepcional.

1. INTRODUÇÃO

A filosofia básica do programa de planejamento familiar no Brasil, através do Programa de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PAISM), é a de oferecer, ao maior número de mulheres possível, informações e orientações quanto aos métodos de planejamento familiar legalmente reconhecido em nosso meio, de modo que a mulher ou o casal possa escolher conscientemente um deles. Além disto, o programa propõe-se a promover o acesso a estes métodos (COSTA, 1996).

Planejamento familiar é um conjunto de ações que têm como finalidade contribuir para a saúde da mulher, permitindo às mulheres e também aos homens escolher quando querem ter filhos, o número de filhos que querem ter e o espaçamento entre o nascimento dos filhos, por isso não se trata apenas de indicar um método  contraceptivo, mas da ação de uma equipe multiprofissional que oriente e acompanhe essa mulher considerando, qualidade de vida, condições sociais e culturais conforme seus princípios de necessidades, o planejamento familiar é um direito que assiste qualquer mulher sem distinção social.  A nova abordagem de trabalho visa despertar as usuárias para o planejamento da família, em sua integralidade e busca mobilizá-las para comprometerem seus parceiros na construção conjunta de um planejamento diário desta família, não só em número de filhos, mas também em como criá-los, passando-lhes valores, afeto, hábitos de cidadania e ética, para uma vivência familiar mais saudável e feliz e, por conseguinte, uma sociedade melhor (PEREIRA, 2007).

Esse artigo tem uma significante importância por ser um assunto bastante discutido e atual, contribuindo com o despertar da mulher em relação a sua saúde e planejamento familiar. Tem o objetivo de proporcionar a mulher informações sobre os métodos contraceptivos existentes.

O presente estudo trata de uma pesquisa bibliográfica que segundo Gil (2010) é desenvolvido com base em material já elaborado, constituído principalmente de livros, artigos científicos, revistas e jornais. Logo se entende como uma atividade que busca localizar e consultar distintas fontes de informação escrita, no qual, coleta dados e informações gerais ou especificas de um determinado tema, visando o progresso do mesmo.

Para Polit, Beck e Hungle (2004), uma pesquisa bibliográfica favorece ao pesquisador, a obtenção de esclarecimento das questões relacionadas à pesquisa, no qual, fornece subsídios para uma analise crítica do que se estar pesquisando. A pesquisa bibliográfica viabiliza um embasamento teórico e dá suporte para realizar futuras pesquisas.

A abordagem será do tipo qualitativo, que segundo Minayo (2006) “o método que se aplica ao estudo da história, das relações, das representações, das crenças, das percepções e das opiniões”, corroborando com o que será abordado no percurso do estudo.

2. ABORDAGEM HISTÓRICA DE PLANEJAMENTO FAMILIAR E OS MÉTODOS CONTRACEPTIVOS

Segundo pesquisa realizada na América Latina e Caribe, em 80% dos casos de toda a responsabilidade e riscos das práticas contraceptivas são assumidos pelas mulheres, ilustrados pela predominância de métodos contraceptivos de uso feminino, que prescindem da participação masculina, como a pílula anticoncepcional e a esterilização feminina (CARVALHO, 2000).

Segundo Pereira (2007), o planejamento familiar é uma tentativa de controlar o número de filhos que o casal vai ter, e o tempo entre cada nascimento. Pode ser usados métodos de contracepção que impedem temporariamente a gravidez, ou a esterilização, para evitar a gestação de modo definitivo. Além dos métodos naturais (Muco, temperatura e tabela), os métodos artificiais de planejamento familiar são classificados como hormonais (pílulas, injetáveis e implantes subdermais) espermaticida (esponjas e geléias), de barreira (capuz cervical, preservativos e diafragma) e os de ação mecânica, combinados ou não com hormônios (DIUS). Todos esses métodos juntamente com as ações de saúde disponíveis a mulher, formam o que chamamos hoje de planejamento familiar.

A escolha do método anticoncepcional deverá ser sempre precedida de uma ampla discussão de vantagens e desvantagens, analisando-se pormenorizadamente as múltiplas alternativas. A decisão deverá estar sempre com o casal, e deve ser sempre a mais consciente e informada possível. É de fundamenta importância que a escolha do meio de contraceptivo seja correta e de acordo com o dia, tempo, disponibilidade, facilidade de uso e outros aspectos a ser observados, para que esse método seja eficaz, e não possa haver complicações indesejadas que venha atrapalhar o planejamento familiar do casal (CARVALHO, 2005).

2.1 MÉTODOS NATURAIS

Os métodos naturais são aqueles que o casal ou a pessoa pode utilizar para evitar ou obter uma gravidez, identificando o período fértil da mulher.

  • Muco: O muco é uma secreção produzida pelo colo do útero, que umedece a vagina e, às vezes, aparece na calcinha. Ele varia de aparência em cada período do ciclo menstrual. Aprendendo essas diferenças, é possível saber qual é o período fértil. O método do muco indica a época do ciclo menstrual em que a mulher pode ficar grávida (SMELTZER, 2005).
  • Tabela: A tabela é um método que ajuda a mulher a descobrir a época do mês em que ela pode ficar grávida. Esta época chama-se período fértil. Tabelas prontas não são seguras. A tabela de uma mulher não serve para outra, pois cada uma tem um ciclo menstrual diferente. É importante ter um calendário para marcar a cada mês o início do ciclo menstrual (SMELTZER, 2005).
  • Temperatura: O método da temperatura ajuda a conhecer a época do ciclo menstrual em que a mulher pode ficar grávida (período da ovulação). Ele é feito através da tomada da temperatura do corpo. O corpo feminino sofre uma alteração de temperatura no período da ovulação, ou seja, no período fértil (SMELTZER, 2005).

2.2 MÉTODOS DE BARREIRA

São aqueles que evitam a gravidez impedindo a penetração dos espermatozoides no útero (SMELTZER, 2005).

Condom (camisa de Vênus ou preservativo), a camisinha é um método para ser usado pelo homem, no momento da relação sexual. É uma capinha de borracha bem fina, porém resistente, que se coloca sobre o pênis. Ela evita a gravidez, impedindo que os espermatozoides penetrem na vagina da mulher e serve também para prevenir as DST/AIDS. Em uma pesquisa referente à primeira relação sexual, 54,5% usou algum método contraceptivo, sendo o condom masculino o mais utilizado (87,1%), seguido do anticoncepcional hormonal oral (10,6%) e do coito interrompido (2,4%) (Tabela 1). A distribuição em relação à faixa etária entre as que utilizaram algum método foi: 55,3% tinham entre 15 e 17 anos, 43,5% eram menores de 14 anos e 1,2% entre 18 e 19 anos (BELO, 2004).

Diafragma: O diafragma é uma capa de borracha ou silicone, que a mulher coloca, ela mesma, na vagina, antes da relação sexual, tapando assim o colo do útero. Ele evita a gravidez, impedindo que os espermatozoides penetrem no útero. Deve ser usado com um espermaticida para garantir maior segurança. O diafragma vaginal é recomendando após seis semanas do parto. Trata-se de um método muito dependente da motivação da mulher, e às vezes, no pós-parto, devido a mudanças nas dimensões da vagina e do aparelho de sustentação dos órgãos pélvicos, pode ser necessário reajuste do tipo e tamanho do mesmo (VIEIRA, 2008).

Espermaticida: são produtos para serem colocados na vagina antes da relação sexual. Eles impedem que os espermatozoides penetrem no útero, evitando assim, a gravidez. Os espermaticida podem ser usados sozinhos, porém são mais seguros quando usados junto com outros métodos (camisinha, diafragma, tabela). Existem vários tipos: cremes, geléia, tabletes ou óvulos (SMELTZER, 2005).

2.3 MÉTODOS HORMONAIS

São constituídos de hormônios sintéticos. Geralmente as associações de um tipo de estrogênio e um tipo de progesterona. Esses métodos atuam no centro regulador do ciclo menstrual, levando a um estado em que a mulher não ovula. São bastante eficazes, com uma taxa de gravidez muito baixa. Desde a sua introdução, os contraceptivos hormonais representam a forma mais utilizada de anticoncepção em todo o mundo. É o método contraceptivo mais empregado no mundo e consiste da associação de um estrogênio (em geral, o etinilestradiol – EE) e um progestagênio. Agem com a finalidade de bloquear a ovulação, ao inibir a secreção de FSH e LH, de espessar o muco cervical, dificultando a passagem dos espermatozoides, de tornar o endométrio não receptivo à implantação e alterar a secreção e peristalse das trompas (VIEIRA, 2008).

Pílulas: As pílulas anticoncepcionais são feitas com substâncias químicas semelhantes aos hormônios encontrados no corpo da mulher. Elas impedem à ovulação evitando, assim, a gravidez. Existem diferentes tipos de pílulas, as mais usadas vêm em cartelas com 21 comprimidos. A pílula só faz efeito se tomada corretamente. Algumas mulheres entrevistadas adotaram a pílula como método contraceptivo, tendo em vista a confiança na segurança e na eficácia do método, motivo que as levou a adotá-la como anticoncepcional (LEITE, 2007).

Injetáveis: os anticoncepcionais hormonais injetáveis podem ser mensais ou trimestrais e são aplicados por via intramuscular. Sua composição pode ser combinada (estrógeno e progesterona) ou isolada (somente progesterona), com doses hormonais de longa duração. A indicação de uso dos anticoncepcionais injetáveis pode variar de fabricante para fabricante, ou a critério médico.

O anticoncepcional injetável mensal, geralmente, é de hormônio combinado e deverá ser aplicado iniciando-se a primeira injeção entre o primeiro e o quinto dia do ciclo menstrual, e as aplicações subseqüentes deverão ocorrer a cada trinta dias, com variação de três dias, independentemente da menstruação. O trimestral, a base de progesterona isolada, terá sua primeira dose aplicada até o 7º dia do ciclo e as subseqüentes aplicadas a cada 90 dias, no máximo até uma semana da data estipulada (BARROS, 2002, p. 31).

A forma injetável de anticoncepcional é bastante usada por ser um método que é usado uma única vez por mês, é uma alternativa para as mulheres que esquecem ou tem dificuldade com as outras formas de contraceptivos.

Implantes subdermais: consiste em cápsulas de silicone polimerizadas, contendo em seu interior um hormônio (geralmente o progestogenio), que é liberado continuamente na corrente sanguínea, proporcionando efeito contraceptivo. Em um estudo os resultados foram tranquilizadores em relação aos parâmetros examinados e no que diz respeito à segurança no uso prolongado do implante de acetato de (nomegestrol) principio ativo do implante (BARBOSA, 1998).

2.4 MÉTODO MECÂNICO

É um dispositivo geralmente feito de cobre, que é colocado dentro do útero e leva a várias modificações do útero e da tuba uterina, além de provocar reações que matam os espermatozoides (SMELTZER, 2005).

DIU: (Dispositivo Intra Uterino) é um aparelhinho feito de um plástico especial, que vem enrolado por um fio de cobre ou hormônio bem fino, que é implantado no útero da mulher para evitar a penetração do esperma. O DIU é colocado pelo médico, de preferência durante o período menstrual, e apresenta durabilidade de alguns anos (dependendo do tipo). É extremamente eficaz, e o risco de gravidez é bastante pequeno. Existe disponíveis diversos tipos de DIUs no mer­cado contendo cobre (como TCu 380A e multiload Cu 375) e, mais recentemente, o liberador de levonorgestrel (LNG), um progestagênio, sendo este último considerado um método hormonal. São considerados altamente eficazes (taxas de 0,3 a 0,8% de gravidez indesejada em um ano de uso), seguros, de longa ação (cinco a dez anos) e não interferem na lactação (VIEIRA, 2008).

2.5 MÉTODOS DE ESTERILIZAÇÃO

Além dos métodos recomendados pelo Ministério da Saúde existem formas de evitar definitivamente a gravidez através de cirurgia. Pode ser feita no homem ou na mulher. No homem chama-se vasectomia e na mulher laqueadura (amarração ou ligadura de trompas). Essas operações são irreversíveis (definitivas) e consideradas, até o momento, ilegais no Brasil, só podendo ser feitas com indicação médica nos casos em que há risco de vida para a mãe (SMELTZER, 2005).

Laqueadura / Liga de Trompas ou Tubas Uterinas: É uma operação feita nas trompas, para impedir o encontro do óvulo com o espermatozoide, evitando assim, a gravidez. A Laqueadura pode ser indicada quando uma nova gravidez apresentar risco de vida. São os casos de mulheres:

– Com doenças graves no coração;
– Com diabetes graves, particularmente aquelas que tenham muitos filhos;
– Com pressão muito alta;
– Com problemas sérios nos rins;
– Com doenças pulmonares graves;
– Outras doenças.

Nesses casos, após a indicação médica, deverá ser feito um documento para o hospital, com a assinatura de três médicos aprovando a operação, onde também deve constar a assinatura da mulher, concordando com a laqueadura. A cirurgia só poderá ser feita por médico especializado, em hospital e com anestesia. A mulher deverá ficar internada de acordo com a rotina de cada hospital. É método permanente de contracepção, no qual se obstrui o lúmen e/ou se separa a tuba, impedindo desta forma, o transporte e união dos gametas. Um método altamente eficaz, porém com altas taxas de arrependimento, levou a disponibilidade cada vez maior de outros métodos contraceptivos reversíveis para que a paciente possa escolher livre e de maneira informada o método que seja mais adequado às suas necessidades. Cabe aos médicos orientarem adequadamente sobre os riscos e irreversibilidade deste método (VIEIRA, 2008).

Vasectomia: É uma operação feita no órgão genital do homem (canal deferente), que impede a passagem de espermatozoides (células reprodutoras do homem). Mesmo fechando o canal deferente, o homem continua expelindo um líquido, o sêmen, que não contém os espermatozoides e, portanto, não fecunda a mulher (SMELTZER, 2005).

O homem deve estar informado e pensar muito antes de fazer uma vasectomia, pois esta é uma operação definitiva. Após a vasectomia, o homem continua normalmente, a ter desejo sexual, ereção e ejaculação.

Com respeito à vasectomia, sua prevalência no Brasil, apesar de ter aumentado nos últimos anos, é ainda baixa: em 1986, 0,8% das mulheres unidas referiram que seus companheiros estavam vasectomizados, enquanto que a última Pesquisa Nacional sobre Demografia e Saúde (PNDS), mostrou uma prevalência de 2,6% (MARCHI, 2003).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Hoje, diante das opções de métodos contraceptivos, ao prescrever ou orientar o uso de qualquer um deles, o profissional da saúde e o usuário devem considerar os seguintes aspectos:

  • Eficácia: considerar as possibilidades de falha;
  • Aceitabilidade: a participação ativa do/a usuário/a na escolha do método para garantir a continuidade do uso;
  • Disponibilidade: além da prescrição do método, é importante que o/a usuário/a seja orientado/a sobre como e onde obtê-lo;
  • Facilidade de uso/manuseio;
  • Reversibilidade: capacidade de recuperar a fertilidade após a interrupção do método;
  • Inocuidade: Cabe ao profissional da saúde zelar para que o método não prejudique a saúde do/a usuário/a.

Por se tratar de um assunto muito importante para mulher, visto que a inclui dentro de um universo de escolhas, propõe-se que as mulheres e pesquisadores que venham tomar esse artigo como fonte de informação, a não se limitarem. Busquem outros trabalhos que tratam desta temática, para que possam ter o maior número de informação possível acerca do assunto. Assim espera-se de alguma forma ter contribuído com a pesquisa científica, agregando valores e conhecimentos à sociedade.

Devido à carência de informações e de acessibilidade a essas informações, sugere-se uma maior divulgação desses métodos contraceptivos, através de campanhas, palestras em escolas, unidades básicas de saúde (PSF). Propõem-se investimentos na área de saúde para obter-se maior abrangência nesse tipo de assistência.

REFERÊNCIAS

BARBOSA, Ione et al. Efeitos do implante subdérmico de acetato de nomegestrol sobre o metabolismo de carboidratos, lipoproteínas séricas e função hepática. Rev. Bras. Ginecol. Obstet.,  Rio de Janeiro,  v. 20,  n. 6, jul.  1998 .   Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72031998000600003&lng=pt&nrm=iso>. Acessos em  13  jul.  2012.

BARROS, Sônia Maria Oliveira de. Enfermagem Obstétrica e Ginecológica. São Paulo: Ed. Roca, 2002.

BATAGLIAO, Eléia Marina Lemos; MAMEDE, Fabiana Villela. Conhecimento e utilização da Contracepção de Emergência por acadêmicos de enfermagem. Esc. Anna Nery,  Rio de Janeiro,  v. 15,  n. 2, jun.  2011 .   Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-81452011000200010&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 30  jun.  2012.

BELO, Márcio Alves Vieira  e  SILVA, João Luiz Pinto e. Conhecimento, atitude e prática sobre métodos anticoncepcionais entre adolescentes gestantes. Rev. Saúde Pública [online]. 2004, v.38, n.4, pp. 479-487. ISSN 0034-8910. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/S0034-89102004000400001>. Acesso em: 29  jun.  2012.

CARVALHO, Marcus Renato. Amamentação: Bases Cientificas. Rio de Janeiro. Ed. Guanabara Koogan S.A, 2005.

CARVALHO, Luiz Eduardo Campos de et al. Esterilização cirúrgica voluntária na Região Metropolitana de Campinas, São Paulo, Brasil, antes e após sua regulamentação. Cad. Saúde Pública [online]. 2007. Disponí­vel em: <http://www.scielo.br/scielo. php?script=sci_arttext&pid=S0102-     311X2007001200012&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 03 jul.2012.

COSTA, Juvenal Soares Dias da; D’ELIA, Paula Berenhauser; MOREIRA, Mônica Regina. Prevalência de uso de métodos contraceptivos e adequação do uso de anticoncepcionais orais na cidade de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil. Cad. Saúde Pública,  Rio de Janeiro,  v. 12,  n. 3, set.  1996.   Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X1996000300007&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 17  ago.  2012.

GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo: Atlas, 2010.

LEITE, Maria da Trindade Ferreira et al . Saber e prática contraceptiva e prevenção de DST/HIV/AIDS em universitários da área da saúde. Rev. bras. enferm,  Brasília,  v. 60,  n. 4, ago.  2007.   Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-71672007000400014&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 13  jul.  2012.

MARCHI, Nádia Maria et al . Opção pela vasectomia e relações de gênero. Cad. Saúde Pública,  Rio de Janeiro,  v. 19,  n. 4, ago.  2003 .   Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2003000400024&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 03  jul.  2012.

PEREIRA, Queli Lisiane Castro et al . Processo de (re) construção de um grupo de planejamento familiar: uma proposta de educação popular em saúde. Texto contexto – enferm.,  Florianópolis,  v. 16,  n. 2, jun.  2007 .   Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-07072007000200016&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 17  ago. 2012.

SMELTZER, Suzane C.; BARE, Bremk G. Bruner e Suddarth: Tratado de enfermagem médico – cirúrgico. 10 ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2005.

VIEIRA, Carolina Sales; BRITO, Milena Bastos; YAZLLE, Marta Edna Holanda Diogenes. Contracepção no puerpério. Rev. Bras. Ginecol. Obstet.  Rio de Janeiro,  v. 30,  n. 9, Sept.  2008.   Disponivel em:  <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032008000900008&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 18  Julho  2012.

[1] Artigo Científico apresentado à coordenação do Curso de Especialização da Faculdade São Francisco da Paraíba, em cumprimento às exigências para obtenção do título de especialista em Saúde Pública.

[2] Graduado em enfermagem pela Faculdade de enfermagem São Vicente de Paula – FESVIP, João Pessoa – PB e-mail [email protected]

[3] Mestre em Gestão Educacional pela Universidade Internacional de Lisboa – UIL.

Bacharel em Enfermagem pela FESVIP - Faculdade de Enfermagem São Vicente de Paula em João Pessoa - PB. Bacharel em Teologia pela EST – Escola Superior de Teologia em Porto Alegre – RG, Especialista em Saúde Pública e em ESF- Estratégia de Saúde da Família, ambas pela Faculdade São Francisco da Paraíba. Professor e palestrante nas áreas de saúde e teologia.

2 COMENTÁRIOS

  1. Boa noite Ilma, sou Maxwell, moro em João Pessoa Paraíba, o artigo foi publicado na própria revista eletrônica núcleo cientifico em São Paulo;

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here