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Fatores de estresse desenvolvidos pelos estudantes de enfermagem decorrentes do excesso de trabalho e estudo

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CONTEÚDO

ARTIGO DE REVISÃO

LIMA, Luara Soares [1]

LIMA, Luara Soares. Fatores de estresse desenvolvidos pelos estudantes de enfermagem decorrentes do excesso de trabalho e estudo. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 05, Ed. 11, Vol. 23, pp. 76-92. Novembro de 2020. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/excesso-de-trabalho

RESUMO

O estresse tem sido um fator determinante e presente entre os estudantes de enfermagem, onde cada vez mais se torna uma temática preocupante, porém ainda não tão abordada como a ênfase que necessita em relação aos estudos associados a essa disfunção. Sendo assim, este trabalho tem por intuito analisar os fatores de estresse mais frequentes pelos acadêmicos de enfermagem durante sua execução acadêmica e profissional, identificando suas causas e os possíveis agravos, considerando as inúmeras situações de esgotamento ao longo do processo acadêmico. Trata-se de uma revisão de literatura bibliográfica fundamentadas em buscas de artigos encontrados em sites, publicados na íntegra no banco de dados da Scielo, Reben, BVS, Google, mediante dados embasados em teses, por meio de citações diretas e indiretas, apontando conceitos e teorias dos autores em relação ao referido tema entre 1996 a 2017, em língua portuguesa. Por fim, concluiu-se que os mecanismos estratégicos podem e devem ser inseridos por meio de programas que proporcionem aos estudantes de Enfermagem, possibilidades amplas de enfrentamento ao estresse, promovendo a efetivação significativa de práticas preventivas que promova à saúde, aprimorando sua qualidade de vida acadêmica e profissional.

Palavras-chave: Enfermagem, estudantes, estresse, trabalho, estudo.

1. INTRODUÇÃO

O estresse é assinalado como uma iminência da realidade vivida ou mesmo algo ilusório que provoca disfunções ao corpo, assim como a ausência de equilíbrio e autocontrole.  Essas ocorrências apresentadas nas crises de estresses provocam interferência na rotina e na vida psicoemocional do indivíduo, afetando de modo maléfico à sua saúde.

A escolha do tema justificou-se pela relevância da abordagem minuciosa, no intuito de identificar as causas e sintomas relacionados ao estresse, suas formas de prevenções e orientações nas mudanças habituais, tendo como meta o fim dessa problemática.

Seguindo esse pressuposto, indaga-se a questão norteadora: Quais as implicações associadas ao estresse nos estudantes de enfermagem, no desempenho de suas atividades acadêmicas e profissionais?

Diante dessa indagação, o objetivo geral do trabalho foi identificar os fatores associados do estresse nos estudantes de Enfermagem, e as estratégias de enfrentamento dessa patologia, tendo como objetivos específicos: Compreender os motivos de estresse nos acadêmicos de Enfermagem; Apontar as causas relacionadas ao estresse nesse período, e por fim, discutir sobre os fatores de riscos e procedimentos estratégicos do cuidado dessa enfermidade, considerando as diversas circunstâncias de esgotamento inseridas ao longo do processo acadêmico e no seu trabalho.

Desse modo, o estudo foi realizado através de uma revisão de literatura bibliográfica em artigos encontrados em sites, publicados na íntegra no banco de dados da Scielo, Reben, BVS, Google, mediante dados embasados em teses, por meio de citações diretas e indiretas, apontando conceitos e teorias dos autores em relação ao referido tema.

A pesquisa e decorrência deste trabalho foram realizadas por meio de análise de materiais científicos publicados entre 1996 a 2017, descrito o mesmo em língua portuguesa, tendo como descritores as palavras chaves: Enfermagem; Estudantes; Estresse; Trabalho; Estudo.

2. DESENVOLVIMENTO

2.1 CONTEXTUALIZAÇÃO E FATORES DE ESTRESSE NOS ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM

O termo estresse foi inserido pelo médico canadense “Selye“, posteriormente a segunda guerra mundial, e em seguida foi utilizada no âmbito medicinal. O estresse é uma reação do organismo a uma situação ameaçadora, os estressores, ou agentes estressantes, são as causas externas, enquanto, o estresse é a consequência dos episódios extremos estes provocam (LIPP, 2000).

De acordo com Lazarus (1984), o estresse conceitua como qualquer incitação que se instale no âmbito externo ou interno e que extrapole as circunstâncias de ajustamento de uma pessoa ou sistema social. A Organização das Nações Unidas (ONU) define o estresse como uma enfermidade do século XX, e embora anos se passarem, essa patologia propaga cada vez mais, apontando que em torno de 25% de cidadãos, terão ou apresentarão indícios da doença em algum tempo determinado de sua trajetória (SILVA; YAMADA, 2008).

Segundo Nodari (2014) e Margis (2003), o estresse é uma ação onde o organismo objeta aos fatos diários que induzem o sujeito a se habituar-se ou não, provocando fixamente o seu limite na adequação a um novo equilíbrio. Portanto, aos resultantes do estresse estar sujeito, de modo como a pessoa absorve a informação e sua estimativa sobre as circunstâncias ou excitações a serem vistas e analisadas como acentuadas, afagáveis, alarmantes, etc. Esta análise apresenta a forma de contrapor perante do caso estressor e as consequências em relação à estricção.

O corpo humano, em contato as situações hostis que agridem a sua qualidade de vida, compreendidas como episódios estressores proporcionam adulterações neuroendócrinas que exigem ao restabelecimento do controle, que tem a tendência de ações de combate ou evasão dessa problemática. A nomenclatura estresse é um termo da física empregado no contexto da saúde para delinear o empenho do organismo em se reestruturar diante às ameaças a sua homeostase (FARIAS et al., 2011).

Segundo Chiavenato (1999, p. 377) conceitua-se estresse como: “Um conjunto de reações físicas, químicas e mentais de uma pessoa a estímulos ou estressores no ambiente. É uma condição dinâmica, na qual uma pessoa é confrontada com uma oportunidade, restrição ou demanda relacionada com o que ela deseja”. O estresse é visto como um quadro que apresenta tensão e/ou impaciência em circunstâncias que importune medo, excitação ou confusão, onde o corpo responde aos elementos físicos ou psicológicos que o originaram.

O elemento estresse pode ser entendido facilmente, na visão de Limongi-França e Rodrigues (1997, p. 117-118):

[…] ele pode ser um recurso importante e útil para a pessoa fazer frente às diferentes situações de vida que ela enfrenta em seu quotidiano. A resposta do stress surge, ou melhor, é ativada pelo organismo, com o objetivo de mobilizar recursos que possibilitam à pessoa enfrentar situações – as mais variadas – que são percebidas como difíceis e que exigem delas esforço. Sem dúvida, esta capacidade, tem sido de fundamental importância para a espécie humana, ajudando-a a sobreviver e a desenvolver alternativas de como enfrentar as múltiplas situações de ameaça – concreta ou simbólica – que pode encontrar em sua existência.

Essa doença se origina de duas fontes básicas: atividade física e mental ou atividade emocional. Os psicólogos utilizam dois termos distintos para distinguirem entre as formas positivas e negativas do estresse, mesmo que as duas sejam iguais bioquimicamente. Entretanto, profissões que exigem contato mais próximo com as pessoas, carregadas de envolvimento afetivo como medicina, psicologia, enfermagem e fisioterapia estão mais sujeitas ao desenvolvimento dessa enfermidade. Visto como um dos fatores agravantes que abrangem os indivíduos nos dias atuais, o estresse afeta a vida das pessoas em seus inúmeros aspectos sociais, onde se constata que, 30% da sociedade brasileira já apresentaram sintomas de estresse provocado por pressão excessiva, sendo menor apenas do Japão (70%) e excedendo nos Estados Unidos com (20%), sendo que este estado está relacionado ao avanço de doenças que atingem um número considerável de seres humanos. (MEYER et al., 2012).

Para a maioria, o momento que precede a inserção do acadêmico na universidade é apontado como um episódio gerador de estresse e em alguns casos mais graves até depressivo. Os motivos associados a essa disfunção durante essa fase acadêmica são várias, tendo como destaque a pressão para o resultado satisfatório no vestibular, a concorrência com outros candidatos e até mesmo a ingerência familiar, durante o período de curso e o que antecede, ou mesmo como a aprovação do trabalho final de conclusão de curso que é o TCC.

O estresse em universitários vem despertando uma considerável importância nacional e internacional, por causa dos milhares episódios frustradores e angustiantes vivenciados no âmbito acadêmico, onde deveria ser um local adequado para o aperfeiçoamento do conhecimento profissional, torna-se algumas vezes, o desencadeador de distúrbios patológicos. (GERVÁSIO et al., 2012).

Segundo Oliveira, Caregnato e Câmara (2012), os cursos no campo da saúde, apresentam no currículo atividades práticas onde os estudantes geralmente percebem suas barreiras e dificuldades quanto ao conhecimento.

Logo, os universitários sentem intensos graus de estresse, principalmente aqueles que cursam Enfermagem, que possuem convivência direta junto aos pacientes e suas disfunções de saúde (BENAVENTE; COSTA, 2011).

Apesar dos acadêmicos não precisar ter as responsabilidades de enfermeiros, devem se adequar a essa rotina, assumindo incumbências como estudar, enfrentar provas, aulas práticas e estágios. Sobrepõe-se, que a ausência de suporte apropriado às pressões vivenciadas no dia a dia, instabilidades do trabalho e contato diário com a morte, colaboram para os elevados níveis de estresse.

A insalubridade no trabalho deriva da constante exposição a uma ou mais situações que determinem males ou consternação, provenientes do ambiente de trabalho e de sua estruturação, que são comprovados pela apresentação de síndromes orgânicas e psíquicas inespecíficas (KIRCHHOF et al., 2009).

O estresse influencia negativamente a saúde mental, especialmente nos funcionários da área de saúde, considerando os diversos episódios desgastantes vivenciados diariamente.

As situações complicadas do curso e as experiências e limitações dos estudantes de Enfermagem podem aumentar reações adversas, como a inabilidade mediante os trabalhos estabelecidos durante a formação, assim o estresse acarreta consequências cognitivas insatisfatórias.

Segundo Fonseca e Lopes (2014), os meios que propagam as ocorrências de estresse estão associados ao trabalho excessivo que colabora para a conduta pessoal e profissional, desamparando a qualidade de vida dessas pessoas, assim, entende-se que o cansaço pode elevar seu nível de estresse e provocar sérios danos à saúde.

2.2 OS MOTIVOS RELEVANTES ASSOCIADOS AO EXTRESSE EM ESTUDANTES DE ENFERMAGEM

No conceito popular o “estresse” é compreendido em inúmeros contextos, mas muitas vezes, não é corretamente usado de acordo com sua denominação, pois em termos teóricos são empregados pelos enfermeiros no Brasil, como pautas de estudo, em variadas pesquisas acadêmicas, inclusive na saúde do profissional de enfermagem (COSTA, 2003).

O estresse, visivelmente, pode acontecer no período de vivências no cotidiano, apesar disso, a inserção no curso superior pode fazer vários acadêmicos ao estresse, isso ocorre variadas transformações e adequações estabelecidas por esse novo espaço (RAMOS; CARVALHO, 2008).

Segundo Monteiro, Freitas e Ribeiro (2007), Deary, Watson e Hogston (2003), ao ingressar na faculdade, o estudante inicia uma nova fase etapa na sua vida, o que promove mudanças e exigem adaptações a novo espaço e acontecimentos, levando esses estudantes a problemas em suportar essas reais mudanças.

O campo da enfermagem apresenta intensa sensibilidade para desencadear quadros de estresse, considerando ao seu trabalho exaustivo em lhe dar absolutamente com as vidas de variadas pessoas, com a probabilidade de acompanhar episódios diversos e de gravidade, que tende a provocar tensões nas tomadas de decisões em questões de complexidade relacionada até mesmo a vida dos indivíduos (PACHECO, 2008).

Segundo Ramos e Carvalho (2008), as causas para as condições de sintomas ao estresse podem surgir pela particularidade de cada ser, englobando motivos condizentes as suas peculiaridades, autoestima e tenacidade orgânica.

Em suma, uma característica de estricção pode ser compreendida de várias formas pelos indivíduos, evidenciando que essas sensações as excitações estressantes são particulares e individuais, elucubrando a disposição de adaptação de pessoa para pessoa (FURNHAM, 2005).

Segundo Musso et al. (2008), quase 25% dos acadêmicos tem sintomas de estricção e essa alta porcentagem, é discutida nos cursos da área da saúde, a ratificação dessa realidade vem sendo abrangida nas fundamentações teóricas, que apontam um abundante acréscimo nos periódicos de artigos e estudos científicos em se tratando das metodologias de como lidar com o estresse e com a apreensão dos profissionais de enfermagem em relação a essa enfermidade.

A universidade exterioriza o estudante a ocorrências cotidianas, que impetram ajustamentos e estas podem ser entendidas como estressoras. O acadêmico que se insere ao curso superior encontra-se com um recinto púbere, dessemelhante a sua rotina, o que demanda uma necessidade rápida de adequação (COSTA; POLAK, 2009).

De acordo com Pereira (1998), as dificuldades que esses universitários vivenciam precisam ser compreendidas em diferentes extensões: inicialmente relacionado a um momento de mudança de vida e acomodação a uma nova realidade, subsecutivamente vem às disfunções decorrentes do processo de evolução subjetivamente particular, assim sensações como de autoestima, amadurecimento são protótipos a serem analisados, e finalizando os problemas exclusivos integrados a angústia, medo, ansiedade, rentabilidade escolar, sociabilização entre colegas e corpo docente.

Constata-se que em vários cursos acadêmicos, assim como o de enfermagem, tem-se requisitado dos alunos uma abrangente dedicação, originando consequências contraproducentes em sua trajetória educacional e desenvolvimento profissional (MARTINS, 2002).

Segundo Kirchhof et al. (2009), o estresse intervém na salubridade da mente, especialmente nos profissionais da saúde, apresentando diversas situações de desgaste no dia a dia, onde a exaustão do trabalho deriva da constante apresentação dentre as causas que determinam as patologias ou aflições, provenientes do próprio lugar do trabalho e de sua organização, que são ratificados por reações e manifestações orgânicas e psíquicas não evidenciadas.

De acordo com Lipp (1996), o estresse não é o causador dessas patologias, mas potencializa a manifestação de enfermidades que os indivíduos já teriam tendência a contrair, diminuindo a imunidade para que desencadeiem tais doenças.

Entre os relevantes aspectos estressores que comprometem a vida dos estudantes acadêmicos: a execução de avaliações e trabalhos, a penúria de conciliar trabalho e curso, a preocupação e dificuldades de adequar o estudo com as outras atividades do dia a dia, a dúvida, a carga-horária, a impasse de ter materiais para estudo, o contato com colegas, a ausência de alguém para repartir os anseios, e ainda a aflição durante o tempo de provas, propiciam para a intensificação da pressão que contribuem para o aumento do estresse (BORGES; CARLOTTO, 2004; PEREIRA; JESUS, 2011; RIBEIRO; MELO; RIBEIRO, 2011; SILVA et al., 2011).

Segundo Davis e Janoski (2001), Lipp (2000), os pressentimentos de crises de estresse podem ocorrer: tensões musculares, gases, descontrole intestinal, respiração ofegante, tabagismo, corpo trêmulo, palpitações, pulso acelerado, sensação de cansaço, desmotivação, tristeza, nervosismo, depressão, aflição, problemas de concentração, cansaço, necessidade de ingestão de medicamentos para conseguir dormir ou episódios depressivos e problemas com a família.

Observa-se que essas dificuldades atrapalham a realização das atividades diárias interferindo negativamente na qualidade de vida dos estudantes, pois a comprometimento em excesso ao estudo prejudica a conservação das afinidades interpessoais, ocasionando em corrupções fisiológicas como o sono, redução de exercícios físicos, ampliação da sensibilidade, atingindo na saúde psicológica e no convívio em sociedade.

2.3 AGRAVANTES DE RISCO AOS ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM E ESTRATÉGIAS PREVENTIVAS E ENFRETAMENTO AO ESTRESSE

A Enfermagem agrega ao grupo de serviços exaustivos, onde os componentes preocupantes atingem vários setores psicofísicos e biológicos, tendo como pressuposto o cuidado peculiar, como horas excessivas de trabalho e comportamentos repressores de uma estruturação intransigente, bem como a falta de prestígio da importância e atenção à equipe de enfermagem e suas necessidades estruturais na efetivação do desenvolvimento de seu trabalho (HANZELMANN; PASSOS, 2010).

A Lei Orgânica da Saúde n°8.080/90, alegam a preexistência de circunstâncias decisivas que agravam a alteração do estado de saúde dos acadêmicos do curso de enfermagem, assim em relação ao desempenho das atividades, a nutrição, a habitação, o saneamento básico, meio ambiente, a renda, o grau de conhecimento e aprendizagem, o transporte, o lazer e a acessibilidade que determinam a salubridade (CARVALHO; SANTOS, 2002).

Uas determinantes enfermidades são provocadas excepcionalmente por aspectos associadas à genética, porém grande parte é consequência da influência recíproca de outros aspectos como os ambientais.

Seguindo esse contexto, os autores citados acima defendem a tese que as patologias podem ser impedidas com a precaução inicial, tendo o intuito restringir as ocorrências dessas enfermidades através de contenções que propiciam esses episódios agravantes.

Esses consideráveis riscos, que são presentes no âmbito da enfermagem, podem prejudicar inteiramente nos aspectos de salubridade destes profissionais, onde essas indigências influenciam para a propagação do estresse, como também intervir de modo insatisfatório nas ações funcionais realizadas pelos mesmos, provocando corrosões físicas e mentais, sensações de inépcia e descontentamento (HANZELMANN; PASSOS, 2010; RIBEIRO et al., 2012; KUREBAYASHI et al., 2012).

O exercício profissional com expressivos riscos é imprescindível para que as debilitações sejam sanadas, equilibrando e propiciando a harmonia entre a pessoa saudável e seu trabalho (BESERRA et al., 2010).

Segundo Belancieri et al. (2010), Salvador et al. (2013) a resiliência incide na aptidão integral que consente ao sujeito, amenizar ou transcender os resultados das diferenças, é cogente que tenha um controle, ou uma adequação entre decorrências preocupantes de gravidade.

Com tantas atribuições a serem executadas, bem como o cumprimento dos cronogramas de atividades acadêmicas a serem entregues, e ainda a intensidade da jornada de plantões, a tensão da responsabilidade e pressão de seus superiores e os episódios de estresse podem desencadear também inúmeras doenças como: enxaqueca, alergias, diabetes, obesidade, doenças cardíacas como hipertensão e arritmias, diabetes, infecções bronquite, asma. E ainda muitas “vezes quadros de depressão, danos cognitivos, perda de memória, entre outros.” (BARROS; FUNKE; LOURENÇO, 2017, p.22).

Com relação aos pontos complacentes referentes aos agravantes, pontua-se a deficiência crônica, humor abstruso, intolerância, situações frustrantes, condutas perniciosas, autoestima baixa, insolência, capacidade de comunicação desprovida, depressão, tendência ao consumo de excesso de álcool e drogas (BELANCIERI et al., 2010; SELEGHIM et al., 2012).

Mesmo as situações de risco apresentar atributos bem definidos e fulgentes, a pessoa que coexiste nessas circunstâncias, não pode ser invulnerável, mas a forma de convivência, como os ímpetos é que norteia a ampara a probabilidade de ser forte perante das dificuldades (BELANCIERI et al., 2010; DALRI et al., 2010).

Como meios de confronto desse estresse laboral frisam-se as atividades físicas, como táticas de apoio para o acréscimo da qualidade de vida dos indivíduos, intensificando a saúde mental, amenizando a estricção e a aflição em tempo reduzido, e a depressão, as alternâncias de humor e a melhora da autoestima em longo prazo (RIBEIRO et al., 2012).

Os procedimentos usados como preservação na luta contra o estresse do dia a dia, não necessitam ser o exclusivo modo vivente, afinal, caso seja usado como escolha singular e de forma peculiar, poderá promover a alienação, aumentando a uma intensa ansiedade, incluindo o estresse dos acadêmicos, desamparando o lugar de trabalho (RIBEIRO et al., 2012).

Segundo Oler et al. (2005), os enfermeiros estão em contato diário a inúmeras incitações maléficas no âmbito hospitalar, bem como na utilização de fármacos químicos e biológicos, equipamentos variados essenciais ao enfermo e que comprometem inteiramente a sua saúde.

Desse modo, esse profissional, se insere na escala de ímpeto para o desencadeamento de estresse físico e mental, afinal o atendimento diário e intenso que o mesmo destina aos pacientes na assistência e acompanhamento hospitalar, comina no cotidiano de suas atividades extenuantes e tensas de trabalho.

Esse mix de apreensão, exigências subjetivas e estimativas de análises apresenta característica satisfatória, fazendo o universitário procurar a capacitação e aprimoramento de forma contínua, porém, sem o auxílio psicológico e institucional, ele pode exceder os limites da própria saúde (NASCIMENTO, 2006).

Seguindo a ideia de Nascimento (2006) os cursos de graduação em saúde possuem uma carga horária extensa, que poderia agregar a mesma, disciplinas com conteúdo que englobam a atenção sistematizada de sua própria saúde.

Dentre os fatores de riscos, a aparição de um novo acontecimento de estresse no trabalho visto nos dias de hoje como a síndrome de Burnout é um estresse que determina pela deterioração tanto da mente quanto física mental apresentando-se em indivíduos que exercem desgastantes empenhos para retribuírem os requerimentos de vigor (LIMONGI-FRANÇA; RODRIGUES, 1997).

De acordo com Silva (2000), a denominação de Burnout nasceu nos Estados Unidos no fim da década de 70, para dar esclarecimento às atividades de desgastes da assistência e trabalho de profissionais ao desenvolver suas práticas excessivas.

Ao decorrer do tempo esta doença tem se instaurado como consequência ao estresse recorrente, por posturas e reações negativas. Ainda o autor afirma que, não se estabelece um conceito único em relação a essa enfermidade, mas há uma consonância em ponderar que surge na pessoa como decorrência ao estresse laboral. Sendo uma circunstância de vivência individual interna que incorpora ações e sensações insatisfatórias, tendo como resultados mudanças, dificuldades e problemas psicofisiológicos com efeitos danosos para a pessoa.

Outras implicações prejudiciais apresentam-se também através do elevado índice de casos do Burnout, bem como incidência de licenças dos trabalhadores, rodízio de equipe, expansão de condutas violentas e diminuição da qualidade do trabalho (GALINDO et al., 2012).

Segundo Ratanasiripong, Ratanasiripong e Kathalae (2012), Soeiro e Souza (2010), o empenho demandado pelos cursos da área da saúde e o sistema de avaliação propicia para as incidências do estresse desde o primeiro período e em cada período do curso surgem novas requisições, capacidades e aptidões que precisam ser aplicadas e exercidas e, logo, elas decorrem de modo gradativo, transformando no decorrer de cada período. Observa-se ainda outros aspectos que se relacionam ao estresse, afinal este quadro psíquico é assinalado por esta afirmativa, e assim, outras questões devem ser averiguadas. Embora pareça como algo passageiro, o estresse pode acarretar probabilidade intensa de comprometimento incurável. Os profissionais de saúde devem ficar atentos aos possíveis sintomas, pois ao detectar os meios estressores, podem amenizar as implicações negativas desse acontecimento.

Dentre as opções como estratégias para diminuir o estresse, a acupuntura e a auriculoterapia são uns dos tratamentos técnicos que muitos relatam aliviar bem a tensão e o excesso de ansiedade (KUREBAYASHI et al., 2012).

Conforme Araújo e Scherer (2013) as estratégias de enfrentamento atuam como um conjunto de apoio usado pelo indivíduo, para atenuar o estresse, fazendo com que ele próprio no objetivo de conseguir suportar diante os episódios estressores em seu cotidiano.

Embora os estudiosos que averiguam sobre o coping entenderem que este estudo é imprescindível para o entendimento de como o estresse interfere a vida das pessoas, tanto de maneira satisfatória e outras não, ainda não se obteve de fato uma concordância na sua denominação (CERQUEIRA, 2000; SKINNER et al.,2003).

Já outras pesquisas contataram que as estratégias de coping em indivíduos que exercem funções no setor de saúde e em enfermagem, que estes acreditam que estratégias resolutivas nas ações relacionadas ao planejamento laboral, bem como organização estrutural no agendamento de pacientes, repartição de funções nas assistências e dimensionamento de indivíduos na equipe, preparação de programas participativa e estimativa qualitativa do atendimento assistencial, através de protocolos, diminuição das realizações de reuniões e restruturação do trabalho.

3. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este estudo elucidou o conhecimento dos principais fatores agravantes que se instalam na rotina dos estudantes de enfermagem relacionados ao estresse no âmbito universitário e suas prerrogativas negativas na vida desses acadêmicos, afetando de modo avassalador o desenvolvimento de suas atividades do dia a dia.

Os motivos de estresse vivenciados pelos estudantes destacam pelas sensações de incertezas, fraquezas, receio ao novo e pela pressão das atividades acadêmicas e o excesso de trabalho exercido desses profissionais desde este período. Entendendo que esta problemática deve ser o fator preocupante das unidades de ensino, sendo assim, recomenda-se que os cursos de graduação apresentem sugestões que tenham a intenção de desenvolver táticas que auxilie o estudante a lidar com essas ocorrências de sobrecarga, tendo como objetivo amenizar o estresse da vida acadêmica, promovendo assim, a unidade educativa como um lugar pedagógico e mais produtivo.

Desse modo, são necessárias medidas preventivas do estresse nas unidades institucionais, entendendo que no futuro esse estudante deve prestar assistência na área da saúde, logo necessitará ter uma saúde física e mental equilibrada, através do planejamento, desenvolvimento de estratégias que contribuem para o aperfeiçoamento do processo ensino-aprendizagem.

Os mecanismos estratégicos podem e devem ser inseridos por meio de programas que proporcionem aos estudantes de Enfermagem, possibilidades amplas de enfrentamento ao estresse, promovendo a efetivação significativa de práticas preventivas que promova à saúde, aprimorando sua qualidade de vida acadêmica e profissional.

REFERÊNCIAS

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[1] Graduada em Enfermagem.

Enviado: Outubro, 2020.

Aprovado: Novembro, 2020.

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