Panorama nacional do nióbio entre os anos de 2010 a 2014

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DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/quimica/niobio
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BRITTES, Tamires Luara de Oliveira[1], ARAÚJO, Franciolli da Silva Dantas [2], FECURY, Amanda Alves [3] , OLIVEIRA, Euzébio [4], DENDASCK, Carla Viana [5], DIAS, Claudio Alberto Gellis de Mattos [6]

BRITTES, Tamires Luara de Oliveira. Et al. Panorama nacional do nióbio entre os anos de 2010 a 2014. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 09, Vol. 08, pp. 29-37 Setembro de 2018. ISSN:2448-0959

RESUMO

Mineração é a atividade de extração de um bem mineral da crosta terrestre. O Nióbio (Nb) é o elemento de n° 41 na tabela periódica dos elementos químicos, como metal de transição, com seu grau de dureza na escala de mohs igual a 6. Os principais produtos de Nióbio de interesse industrial são atualmente, o ferronióbio, o pentóxido de nióbio as ligas graus vácuo e o nióbio metálico. O Brasil é o detentor das maiores reservas minerais e lidera o mercado quando se fala em Nióbio, atualmente, suas reservas estão estimadas em torno de 842.460.00 toneladas com teor médio de 0,73% de Nb2O5. Com a adição de novas políticas e renovações de contrato o Brasil consolidou sua posição no mercado internacional, tendo como principais consumidores os Estados Unidos, Japão, Holanda, China, Alemanha, Canadá, Coréia do Sul, Rússia e Reino Unido. A elevação do preço do petróleo no período de 2003 a julho de 2008 tornaram possível novos projetos de exploração e a manutenção de linhas de transmissão desativadas o que demandou uma maior produção de tubos de aço de resistência a calor e a baixas temperaturas, o que impulsionou os investimentos em novos estudos de utilização de substâncias que atendessem a demanda, crescendo assim o mercado interno de Nióbio.

Palavras-chave: Nióbio, mercado nacional, mineração.

INTRODUÇÃO

O colômbio (Cb), mais conhecido como nióbio (Nb) é uma das substâncias químicas de menor concentração na face terrestre chegando à proporção de 24 partes por milhão. Foi descoberto no século XIX pelo químico inglês Charles Hatchett. É o elemento de n° 41 na tabela periódica dos elementos químicos, na categoria de metal de transição, com seu grau de dureza na escala de mohs igual a 6, utilizando a medida de comparação de 1 a 10, onde 1 são os elementos mais frágeis e10 os mais resistentes (SILVEIRA, 2013).

O nióbio está intimamente ligado ao tântalo e estes são encontrados principalmente na forma de columbita-tantalita e pirocloro, o nióbio é um elemento altamente estratégico para o Brasil pois ele detém mais de 90% das reservas mundiais lavráveis de minério (SILVEIRA, 2013). O principal mineral do Nióbio costuma receber o nome de Tantalita, quando o teor mais elevado é o de tântalo e Columbita quando o teor de Nióbio prevalece (SILVA et al., 2014).

“Na natureza há mais de 90 espécies minerais de nióbio e tântalo conhecidas, das quais podemos destacar com suas respectivas composições químicas: a columbita-tantalita (Fe, Mn) (Nb, Ta2) O6, com teor máximo de 76% de Nb2O5; o pirocloro (Na3, Ca)2 (Nb, Ti) (O, F)7, com teor máximo de 71% de Nb2O5; o bariopirocloro (Ba, Sr)2 (Nb, Ti)2 (O, OH)7, com teor máximo de 67% de Nb2O5; a loparita (Ce, Na, Ca)2 (Ti, Nb)2 O6, com teor máximo de 20% de Nb2O5 e a pandaíta (Ba, Sr)2 (Nb, Ti, Ta)2 (O, OH, F)7” (BRASIL, 2009).

Os minerais de nióbio mais encontrados no Brasil e no mundo são a Columbita-tantalita e o pirocloro, sendo o primeiro geralmente encontrado associado a pegmatitos (BRASIL, 2009).

Seu potencial está intimamente ligado à utilização de subprodutos que dão mais resistência a ligas que com o adendo do Nióbio adquirem uma resistência à oxidação bem maior por conta das suas propriedades altamente resistentes a corrosão e calor transformando-as assim em superligas, permitindo também que ele seja utilizado nas indústrias automobilística, espacial, bélica, petroquímica, nuclear e diversas outras áreas (BRASIL, 2009)

As adições mais comuns de nióbio estão na faixa de 0,04%, então, para cada tonelada de aço são acrescentados 400g de Nióbio, nas diversas superligas que utilizam esse elemento destacam-se a INCONEL 718 com teor de 5,3% de Nb, a INCONEL 706 com 3% de Nb e a INCONEL 625 com 3,5% de Nióbio, sendo elas utilizadas principalmente para motores a jato e militares, indústria nuclear e criogênica (BRASIL, 2009)

As principais reservas minerais de Nióbio encontram-se no Brasil (98,43%), situadas no Oeste do Estado de Minas Gerais, na região do Alto Parnaíba, nos municípios de Araxá e Tapira, em Goiás nos municípios de Catalão e Ouvidor, no Amazonas em São Gabriel da Cachoeira e Presidente Figueiredo e no Canadá (1,11%) as reservas se encontram em Saint Honoré, na província francesa do Quebec e Ontário (BRASIL, 2009; SILVEIRA, 2013; BRASIL, 2015a).

Mineração é a atividade de extração de um bem mineral da crosta terrestre (GANEM et al., 2016). Ela é um dos principais setores primários no Brasil e no mundo todo, sendo a base para diversas outras áreas de atividade humana, sempre foi alvo de controvérsias por ter um enorme impacto ambiental, mas também é responsável pelo bem estar e qualidade de vida da população em geral (FARIAS, 2002). No ano de 2014, a receita federal obtida na mineração chegou ao valor de 40 bilhões, o que representou 5% do PIB industrial nacional (BRASIL, 2015b). Mineral é definido como um sólido homogêneo cristalino e inorgânico com composição física e química definidas e formado naturalmente na crosta terrestre através dos diversos processos físico-químicos que o transformam, a grande maioria dos minerais encontra-se em estado sólido (CURI, 2014; DNPM, 2017).

Depósito mineral é o resultado de processos geológicos que vem acontecendo ao longo de todo o tempo geológico desde quando as primeiras rochas se solidificaram no planeta. Jazida é uma concentração na superfície terrestre ou no interior dela com determinado valor agregado, quando esta passa a ser explorada recebe a denominação de mina (Curi, 2014). Reserva mineral é uma ocorrência mineral identificada de modo que possa ser explorada e que possui valor econômico agregado (CURI, 2014).

Em 2010 o Brasil foi responsável por 96% do fornecimento mundial de Nióbio rendendo US$ 1,5 bilhão à indústria brasileira, quase 90% da produção é destinada aos que fazem uso das ligas de ferronióbio, sendo a indústria siderúrgica a principal consumidora. A maior parte da produção interna brasileira é destinada ao mercado externo, apenas uma pequena parte da produção de Minas Gerais, que é a única que supre o mercado interno, destina uma parcela do seu montante produzido ao consumo interno. Em 2011 a CBMM repassou às empresas metalúrgicas nacionais menos de 10 % de sua produção total de ligas de ferronióbio padrão (SILVEIRA, 2013).

Exportação consiste no ato de saída temporária ou definitiva de bens ou serviços procedentes de um país podendo ser pago ou gratuito (BRASIL, 2015; 2015b). FOB é a sigla norteamericana (Free On Board) que indica que o exportador é responsável pela mercadoria até ela estar segura em um navio cargueiro em um porto designado pelo comprador (IPEA, 2010). O transporte aquático é a principal via de venda de mercadorias entre o Brasil e o comércio exterior (BRASIL, 2012).

OBJETIVO

Apresentar quantitativamente a reserva mundial, a produção mundial, a produção, a exportação, a importação, o consumo aparente e o preço médio no Brasil durante os anos de 2010 a 2014.

MÉTODO

Esta pesquisa foi realizada no banco de dados do DNPM (http://www.dnpm.gov.br/) o Departamento Nacional de Produção Mineral do Brasil. Para obter os dados foi-se na página de entrada do site e nas opções de acervo clicou-se em “Publicações” após, clicou-se no ícone da “Série Estatística e Economia Mineral”, depois clicou-se no ícone do diamante para acessar as opções de “Sumário Mineral”. Em seguida fez-se o download do “Sumário Mineral Brasileiro” dos anos de 2009 a 2015 obtendo assim a retirada de informações acerca de “Reservas”, “Produção Mundial”, “Produção no Brasil”, “Exportação no Brasil”, “Importação no Brasil”, “Consumo Aparente no Brasil” e “Preço Médio no Brasil” todos esses dados acerca do mineral Nióbio entre os anos de 2010 a 2014. A compilação dos dados foi feita dentro do aplicativo Excel, componente do pacote Office da Microsoft Corporation. A pesquisa bibliográfica foi feita em sumários minerais disponibilizados pelo DNPM, utilizando-se para a busca computadores do laboratório de informática do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do estado do Amapá, campus Macapá, situado na Rodovia BR 210 KM 3, s/n – Bairro Brasil Novo. CEP: 68.909-398, Macapá, Amapá, Brasil.

RESULTADOS

A figura 1 mostra a média da reserva mundial de Nióbio entre os anos de 2010 a 2014. O Brasil apresentou a maior média dentre os outros países seguido pelo Canadá.

Figura 1: Média da reserva mineral mundial de Nióbio.

A figura 2 mostra a média da produção mundial de Nióbio entre os anos de 2010 a 2014. No gráfico é possível notar que o Brasil apresenta uma média superior aos outros países na produção de Nióbio.

Figura 2: Média da produção mundial de Nióbio.

A figura 3 mostra a média da produção de Nióbio no Brasil entre os anos de 2010 a 2014. O concentrado está em maior quantidade, em seguida a liga Fe-Nb e o Óxido de Nióbio em uma quantidade um pouco mais reduzida que os demais.

Figura 3: Média da produção mundial de Nióbio no Brasil.

A figura 4 mostra a média da exportação e importação de Nióbio no Brasil entre os anos de 2010 a 2014. Nesse gráfico comparativo é possível ver que há mais exportação do que importação de Nióbio. Isso ocorre porque o Brasil detém mais de 90% das reservas desse mineral e portanto atende à demanda interna.

Figura 4: Média da exportação e importação de Nióbio no Brasil.

A figura 5 mostra a média do consumo aparente de Nióbio no Brasil entre os anos de 2010 a 2014. A média mostra um consumo maior de Liga Fe-Nb.

Figura 5: Média do consumo aparente de Nióbio no Brasil.

A figura 6 mostra a média do preço médio do Nióbio no Brasil entre os anos de 2010 a 2014. Na figura é possível notar que a média maior é a de Liga Fe-Nb.

Figura 6: Preço médio do Nióbio no Brasil.

DISCUSSÃO

As reservas contabilizadas e aprovadas pelo DNPM totalizavam 842.460.000 toneladas com teor médio de 0,73% de Nb2O5, essas jazidas encontram-se associadas aos complexos alcalinos carbonatíticos. As jazidas de Minas e Goiás constituem a província alcalino carbonatítica do Alto Parnaíba que vem se formando desde o período Cretáceo e se encontram encaixadas a xistos e quartzitos abrangendo uma área circular de 4,5 km de diâmetro constituídas por rochas máficas metassomatizadas, cortadas por carbonatitos e fosforitos. O Nióbio no estado do Amazonas formou-se originalmente dos pirocloros dos carbonatitos formados pelas intensas chuvas da região que serviram para fazer a lixiviação do solo. Provavelmente a formação das reservas de Nióbio no Canadá e nos outros países se deram da mesma forma (BRASIL, 2009).

O Brasil é líder na produção mundial de Nióbio. Isso pode ser explicado pelo fato de o Brasil deter mais de 90% das reservas mundiais de Nióbio o que mantém o exclusivismo que o nosso país detém do mineral (SILVEIRA, 2013).

A produção de concentrado e liga Fe-Nb provavelmente é maior por conta dos Estados Unidos, um dos maiores consumidores do Nióbio brasileiro, o concentrado e a liga Fe-Nb de Nióbio é muito utilizado pelos estadunidenses na indústria de defesa, aeroespacial e de energia, o que explica a grande quantidade de Nióbio importada por esse país (SILVEIRA, 2013).

A exportação massiva e a importação quase inexistente pode ser explicada pela concentração mineral de Nióbio no mundo, com o Brasil na liderança com mais de 90% das reservas mundiais, o que torna desnecessária a importação dessa substância, pois o mercado interno supre a sua demanda (SILVEIRA, 2013).

A grande demanda de liga Fe-Nb provavelmente ocorre porque a indústria siderúrgica é uma das principais consumidoras do minério e ela se utiliza principalmente de ligas Fe-Nb por conta de sua maior resistência a abrasão e calor, sendo utilizado principalmente em aços microligados o que proporciona um desempenho melhor em suas propriedades físico-químicas deixando-o assim altamente resistente, o que não aconteceria se o mesmo fosse substituído pelo Vanádio ou o Titânio (BRASIL, 2009).

O preço médio do Nióbio no Brasil provavelmente teve um aumento ao longo dos anos por conta do crescente interesse dos Estados Unidos e de diversos outros países na utilização desses subprodutos do Nióbio. Com a crescente demanda de liga Fe-Nb o Brasil viu a necessidade de realizar novos investimentos e renovar os contratos, tudo isso contribuiu para a valorização dos preços deste metal. Provavelmente, isso também se deu com a crescente percepção das vantagens do Nióbio em relação aos demais metais concorrentes e em última instância, pressionando os preços (SILVEIRA, 2013).

CONCLUSÃO

O Nióbio vem tomando cada vez mais espaço no comércio internacional, atualmente, as indústrias mundiais estão cada vez mais dependentes desse metal e as diversas tecnologias também, considerado um mineral raro, grande detentor da maior parte das reservas minerais desse metal, trás inúmeras vantagens econômicas ao Brasil. Especula-se que as políticas tomadas pelo governo brasileiro a respeito da competitividade internacional ainda são ineficazes, embora as políticas recentes e as renovações de contrato tenham dado estabilidade ao mercado brasileiro de Nióbio. Os preços médios da liga Fe-Nb tiveram uma queda significativa após a crise econômica de 2008, refletindo nos preços de 2010. Estima-se que o mercado de Nióbio vai se estabilizar e continuar crescendo, o minério, alvo de cobiça de muitos países também foi encontrado pela mineradora Niocop, localizada em Elk Creek, nos Estados Unidos e os planos eram de iniciar atividade mineradora ainda em 2016, embora ela possua reservas medidas em 81,2 milhões e isso a torne em breve a quarta maior produtora de Nióbio no mundo o Brasil sempre manterá a liderança por conta de sua posição geográfica favorável.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Sumário Mineral – Nióbio. Brasília: Departamento Nacional de Produção Mineral DNPM 2009.

______. Panorama da Navegação Marítima e de Apoio: Superintendência de Navegação Marítima e de Apoio: 39 p. 2012.

______. Informações e Análises da Economia Mineral Brasileira Brasilia: Instituto Brasileiro de Mineração IBRAM, 2015. 25p.

______. Sumário Mineral – Nióbio. Brasília: Departamento Nacional de Produção Mineral DNPM 2015a.

______. Exportação. 2015b. Disponível em: < http://idg.receita.fazenda.gov.br/orientacao/aduaneira/importacao-e-exportacao/despacho-aduaneiro-de-exportacao. >. Acesso em: 13 de novembro, 2017.

CURI, A. Minas a céu aberto: Planejamento de lavra. São Paulo: Oficina de Textos, 2014. 232p. Disponível em: < http://www.dnpm-pe.gov.br/Geologia/Mineracao.php >.

DNPM. Mineral. 2017. Disponível em: < http://www.dnpm-pe.gov.br/Detalhes/Mineral.htm >. Acesso em: 14 de novembro, 2017.

FARIAS, C. E. G. Mineração e meio ambiente no Brasil: CGEE: 40 p. 2002.

GANEM, R. S.; FILHO, A. F. F.; GANEM, R. S. I. Impactos Socioambientais de Mineração: Estudo de Caso em Pedreira. IV Congresso Baiano de Engenharia Sanitária e Ambiental. Cruz das Almas BA 2016.

IPEA. O que é? FOB. 2010. Disponível em: < http://desafios.ipea.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2115:catid=28&Itemid=23 >. Acesso em: 07 de novembro de 2017.

SILVA, J. P. P.; MEIRA, L. D. A. S.; SILVA, R. P. Caracterização Mineralógica em Minério de Tântalo e Nióbio de Porto Grande-AP. HOLOS, v. 3, p. 378-385, 2014.

SILVEIRA, J. W. Competição no Mercado Internacional de Nióbio: Um Estudo Econométrico. 2013. 76 p. (Dissertação). Instituto de Economia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro RJ.

[1] Estudante de Ensino Médio. Curso Técnico em Mineração. Instituto Federal de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do Amapá (IFAP).

[2] Tecnólogo em Materiais. Mestre em Ciência e Engenharia de Materiais. Professor Pesquisador do Instituto Federal de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do Amapá (IFAP)

[3] Biomédica. Doutora em Doenças Tropicais. Professora Pesquisadora da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP). Biólogo. Doutor em Doenças Tropicais. Professor Pesquisador da Universidade Federal do Pará (UFPA).

[4] Biólogo. Doutor em Doenças Tropicais. Professor Pesquisador da Universidade Federal do Pará (UFPA).

[5] Teóloga. Doutora em Psicanálise Clinica. Pesquisadora do Centro de Pesquisa e Estudos Avançados, São Paulo, SP.

[6] Biólogo. Doutor em Teoria e Pesquisa do Comportamento. Professor Pesquisador do Instituto Federal de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do Amapá (IFAP)

Teóloga, Doutora em Psicanálise Clínica. Atua há 15 anos com Metodologia Científica ( Método de Pesquisa) na Orientação de Produção Científica de Mestrandos e Doutorandos. Especialista em Pesquisas de Mercado e Pesquisas voltadas a área da Saúde.

1 COMENTÁRIO

  1. A pouco mais de um ano ouvi falar sobre o Neobio, sou formanda de um curso conceituado de quimica; porem na universidade entre tantos exemplos de equaçoes envolvendo muitas substancias quimicas, pouco se falou ou quase nada sobre neobio, as pesquisas guiadas foram sobre muitos minerais e não sobre o Neobio, parece que foi um mineral escondido, amei o artigo super interessantes bem explicado as informações muito relevantes, a minha duvida é por que não é falado sobre esse mineral tao importante nas escolas, universidades.

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