Meio Ambiente

Capileco: Do desenvolvimento de um protótipo de cosmético sustentável à análise sensorial

ARTIGO ORIGINAL

SIMÃO, Keylla da Silva [1], SOUSA, Emilly Maciel [2], MENDONÇA, Remyla Mariano de [3], SANTOS, Emilly Victória Silva dos [4], SOARES, Jessily Monteiro [5], MORAIS, Camila Gisele Damasceno Peixoto [6]

SIMÃO, Keylla da Silva et al. Capileco: Do desenvolvimento de um protótipo de cosmético sustentável à análise sensorial. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano. 10, Ed. 11, Vol. 01, pp. 99-113. Novembro de 2025. ISSN:2448-0959. Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/meio-ambiente/cosmetico-sustentavel, DOI: 10.32749/nucleodoconhecimento.com.br/meio-ambiente/cosmetico-sustentavel

RESUMO

Os cosméticos naturais, desde o início da sua produção, apresentam medidas que visam diminuir seu impacto no meio ambiente, sendo assim as suas formulações e embalagens devem ser desenvolvidas visando a sustentabilidade. Este estudo, iniciado em 2023, teve dois objetivos principais: o primeiro, pesquisar os processos de produção e matérias-primas utilizadas para a produção de um protótipo de cosmético sustentável e acessível; e o segundo, realizar a análise sensorial do produto desenvolvido. A aplicação prática do estudo resultou no desenvolvimento de um xampu sólido, feito com ingredientes 100% vegetais, orgânicos e amazônicos. O produto tem baixo custo e alto valor agregado, combinando limpeza do couro cabeludo com ação hidratante contra o ressecamento capilar. Além disso, foi desenvolvida a marca “Capileco”, inspirada no latim, com um logotipo e uma paleta de cores que refletem a essência do produto. A embalagem escolhida para armazenar o produto final foi papel seda e papel kraft, sendo ambos materiais biodegradáveis e totalmente recicláveis. A metodologia de análise sensorial incluiu uma anamnese com os painelistas para caracterização capilar, seguida de avaliações sobre fragrância, textura e eficácia do produto. Os resultados mostraram que 67,5% dos painelistas consideraram a fragrância excelente, 30% aprovaram a espuma, e 42,5% relataram uma sensação de hidratação após o uso. As sugestões de melhoria foram aumentar a consistência e a quantidade de espuma. O desenvolvimento de cosméticos naturais ainda enfrenta desafios para alcançar desempenho, qualidade e competitividade com os produtos convencionais. Assim, o xampu sólido da Capileco é um exemplo de cosmético sustentável, apresentando uma cadeia produtiva ecoeficiente, baixo custo-benefício e excelente aceitação por parte dos consumidores.

Palavras-chave: Cosmético natural, Sustentabilidade, Formulação cosmética, Sensorial.

1. INTRODUÇÃO

Atualmente, os cosméticos são definidos como preparações compostas por substâncias orgânicas ou sintéticas, aplicadas externamente em diversas partes do corpo, como pele,
lábios, unhas, cabelo, dentes e membranas mucosas, com a finalidade de limpar, perfumar, alterar a aparência ou corrigir odores corporais (Anvisa, 2015). Esses produtos são amplamente comercializados em estabelecimentos como lojas de maquiagem, perfumarias, farmácias e supermercados.

O design sustentável tem se tornado um fator essencial para a aceitação dos cosméticos no mercado. O conceito de ecodesign envolve o desenvolvimento de produtos levando em conta a redução de impactos ambientais desde sua concepção, promovendo o redesenho de embalagens e fórmulas para minimizar o uso de recursos não renováveis (Manzini & Vezzoli, 2011). Além de agregar valor ao produto, a inovação sustentável se torna uma ferramenta estratégica para as empresas, garantindo maior competitividade no mercado (Aligieri et al., 2009; Bhamra, 2004).

As características sensoriais desempenham um papel fundamental na aceitação dos consumidores e no sucesso de produtos alinhados ao ecodesign, sendo também uma ferramenta essencial no desenvolvimento de cosméticos (Isaac et al., 2012; Moussour, 2017). Para avaliar esses atributos, utiliza-se a análise sensorial, uma ciência que mede, analisa e interpreta as reações dos sentidos – visão, olfato, audição, paladar e tato – em relação às propriedades de um produto (Stone, 1999).

Nesse contexto, este trabalho objetivou, em um primeiro momento, pesquisar os processos de produção e matérias-primas utilizadas para a produção de cosméticos naturais e orgânicos. Em um segundo momento, elaborou-se um protótipo de cosmético, atendendo aos princípios do ecodesign, o qual foi submetido à análise sensorial pela comunidade acadêmica do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA) – Campus Parauapebas, considerando a relevância dos sentidos olfativo e tátil na experiência de uso do produto. A estreita relação entre pesquisa, produção e percepção sensorial do consumidor é um fator essencial para o sucesso do cosmético que será desenvolvido.

2. MÉTODOS

A execução do projeto ocorreu em duas etapas, sendo a primeira de natureza qualitativa por meio de um levantamento bibliográfico, com o propósito de explorar e conduzir análises sobre o tema dos cosméticos naturais, dentro do período compreendido entre 2016 e 2020. A segunda etapa teve caráter prático, a partir do desenvolvimento de um protótipo de cosmético natural e orgânico.

Para isso, a estratégia adotada foi a coleta de artigos, monografias e apostilas de instituições de renome, todas relacionadas à temática em estudo. A partir dessa revisão bibliográfica, foram avaliadas três sugestões de cosméticos a serem desenvolvidos: sabonete, xampu sólido e creme hidratante, com o xampu sólido sendo escolhido como o produto prioritário. A escolha por um xampu sólido se justifica pela ausência de plástico na embalagem final e pelo fato de não utilizar água na produção. Com essa definição, o estudo embarcou na investigação de formulações e métodos para a produção desse cosmético.

Paralelamente à pesquisa das formulações, foi desenvolvida a marca “Capileco”, nome derivado do latim que significa “meu cabelo” e que combina os termos “eco” e “capilar”, representando o compromisso com a saúde dos cabelos e a preservação ambiental. A identidade visual da marca está representada na figura 1, acompanhada pela criação de uma página no Instagram para divulgação e promoção dos produtos. Além do nome, foram criados um logotipo e uma paleta de cores que refletem a identidade do produto e a proposta do estudo.

Figura 1 – Identidade visual da marca

Fonte: Autores, 2023.

O protótipo do xampu sólido foi submetido a uma análise sensorial realizada por 40 painelistas, sendo 15 do sexo masculino e 25 do sexo feminino, com idades entre 18 e 56 anos, todos estudantes do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA) – Campus Parauapebas. A primeira etapa envolveu o preenchimento de um formulário de anamnese, disponibilizado através do Google Forms. O objetivo dessa fase foi analisar as características do cabelo de cada painelista, incluindo oleosidade, textura, frequência de lavagem e outros aspectos. Com essas informações, é possível avaliar a compatibilidade do produto desenvolvido com as diferentes características capilares.

A entrega do cosmético ocorreu nas dependências do campus, como mostram as figuras 2 e 3. Na ocasião, os painelistas receberam uma amostra do cosmético, acompanhada com uma ficha de instruções de uso e de avaliação. A avaliação envolveu o uso do xampu sólido por um período de 10 dias e o posterior preenchimento de um questionário composto por um total de 08 perguntas, sendo duas delas abertas e as demais estruturadas conforme a escala de Likert, que permite que os participantes expressem suas opiniões de forma mais nuançada do que uma simples resposta “sim” ou “não”, facilitando a análise dos dados qualitativos.

Figura 2, 3 – Entrega do cosmético nas dependências do IFPA-Parauapebas

Fonte: Autores, 2023.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

O xampu sólido desenvolvido é predominantemente formulado com ingredientes orgânicos e naturais. A formulação escolhida garante não apenas a limpeza do couro cabeludo, mas também o combate ao ressecamento. Para isso, foram empregados ingredientes de origem vegetal, provenientes da reconhecida empresa nacional fornecedora Peter Paiva Exclusividades Artesanais LTDA. Destaca-se a exclusividade da formulação, a qual engloba ativos cuidadosamente selecionados. Os detalhes específicos sobre os produtos estão descritos na Tabela 1.

Tabela 01: Descrição das matérias-primas e suas funções na formulação do xampu sólido.

Classe Produto (INCI) Função
Veículo Base glicerinada 100% vegetal branca – Sulfate free Carrear e fixar os princípios ativos do xampu
Surfactante Lauryl glucoside Tensoativo primário e formação de espuma.
Repositor Dietanolamina de ácido graxo de coco sobreengordurante (repõe a oleosidade natural da pele), antiestático e aumenta a viscosidade do xampu.
Ativo Natural Theobroma Grandiflorum Seed Butter Aumento da umidade natural dos fios, melhorando a elasticidade.
Ativo Natural Extract Coffea arabica Ativa a circulação do couro cabeludo, auxiliando no crescimento dos cabelos, além de dar brilho e maciez.
Óleo vegetal Riticum vulgare Germ oil e Pentaclethra macroloba Seed Oil Elimina o frizz, colabora com o crescimento capilar e previne quedas.
Essência Lemongrass Efeito revitalizante e estimulante

Fonte: Autores, 2023.

O processo de preparação teve início com o derretimento da base glicerinada em uma panela adequada, sendo mexida até atingir completa homogeneização, resultando em um estado líquido, conforme a figura 4. Em seguida, foram cuidadosamente incorporados o surfactante e o repositor, sendo misturados manualmente, como evidenciado nas figuras 5 e 6. Para reduzir a formação de espuma, foi adicionado álcool 70° à mistura. Posteriormente, os óleos vegetais e a essência foram introduzidos na combinação, conforme mostrado nas figuras 7 e 8. Por fim, o composto foi vertido em moldes de acetato, representados na figura 9, e deixado para secar em um ambiente bem ventilado por 48 horas. Devido à incapacidade dos moldes de acetato em permitir a cura do xampu, foi necessário modificar a abordagem, utilizando copos descartáveis com 66 amostras com 15 gramas cada.

Figura 4, 5 e 6 – Derretimento da base glicerinada e adição de surfactante e repositor

Fonte: Autores, 2023.

Figura 7, 8 e 9 – Adição de óleos vegetais e essências e amostras vertidas nos moldes

Fonte: Autores, 2023.

Este desenvolvimento foi realizado com recursos próprios. Por isso, buscou-se a melhor relação de custo x benefício. Em relação ao custo da produção, a Tabela 02 traz todo o material adquirido, incluindo matérias-primas, utensílios para produção e material para embalagem.

Tabela 02: Materiais adquiridos e seus respectivos custos para a formulação do xampu sólido

Materiais adquiridos Valor Gasto
Base glicerinada 100% vegetal branca –

Sulfate free

R$ 37,80
Lauryl glucoside R$ 12,27
Dietanolamina de ácido graxo de coco R$ 11,70
Theobroma Grandiflorum Seed Butter R$ 4,50
Extract Coffea arabica R$20,88

Riticum vulgare Germ oil

R$ 2,54
Pentaclethra macroloba Seed Oil R$ 4,50
Lemongrass R$ 21,52
Panela antiaderente R$ 130,00
Balança digital R$ 40,30
Espátulas R$ 22,00
Formas R$ 4,50
Barbante R$ 4,00
Etiquetas R$ 1,50
Papel Kraft R$ 3,20
Papel seda R$ 1,50
Envelopes R$ 17,50
Material gráfico impresso R$ 22,50
Taxas e encargos R$ 29,57
TOTAL R$ 392,28

Fonte: Autores, 2023.

Foi produzido um total de 1,525 kg de xampu sólido, fracionados em amostras de 15 g. O custo de cada unidade de xampu sólido foi de R$ 3,86. As amostras de 15 g foram identificadas como amostras de teste e, posteriormente, submeteramse à avaliação sensorial com 40 painelistas. Uma barra de xampu sólido convencional geralmente tem 70 g. O custo de uma unidade de 70 g com a formulação da Capileco é de R$ 18,01.

A embalagem escolhida para armazenar o produto final foi papel seda e papel kraft, sendo ambos materiais biodegradáveis e totalmente recicláveis (Figura 10). Portanto, o processo e as matérias-primas adotados, distinguem o xampu da “Capileco” como ECO FRIENDLY garantindo o compromisso do produto com a preservação do meio ambiente. Isso fica evidente pela não utilização de água para preparo do produto, a ausência de conservantes e corantes, e por não haver necessidade de embalagem plástica para armazená-lo.

Figura 10 – Protótipo de xampu sólido da marca capileco

Fonte: Autores, 2024.

Os resultados da análise sensorial indicam que 67,5% dos painelistas avaliaram a fragrância do xampu como excelente, conforme apresentado no gráfico 1. Em relação à quantidade de espuma, 30% consideraram boa e 37,5% acharam regular. Após o uso do xampu, 42,5% dos avaliadores perceberam o cabelo mais hidratado, enquanto 57,5% relataram uma sensação de limpeza, como mostrado no gráfico 2.

Gráfico 1 – Análise sensorial do xampu sólido

Fonte: Autores, 2024.

Gráfico 2 – Percepção sensorial do xampu sólido após o uso

Fonte: Autores, 2024.

Gráfico 3 – Análise sensorial do xampu sólido

Fonte: Autores, 2025.

A análise sensorial revelou as preferências e a aceitação dos potenciais consumidores em relação ao xampu sólido desenvolvido, fornecendo insights valiosos para a otimização da formulação. Embora 47,5% dos painelistas já tivessem ouvido falar sobre xampus sólidos, a maioria nunca havia utilizado o produto, destacando a importância dessa avaliação para aprimorar sua aceitação no mercado.

Entre os principais aspectos de melhoria apontados nas respostas abertas, destacaram-se a consistência do xampu e a quantidade de espuma. Conforme ilustrado no Gráfico 3, 17,5% dos 40 painelistas consideraram a espuma insuficiente. Esse fator influencia diretamente a percepção de limpeza, uma vez que a formação de espuma está culturalmente associada à eficácia do produto. No entanto, a verdadeira capacidade de limpeza está relacionada à formação de micelas, que atuam na remoção de gordura e impurezas (Maniasso, 2001)

A espuma nos xampus é gerada por tensoativos, que desempenham um papel essencial na limpeza e na formação de bolhas. No protótipo da Capileco, utilizou-se apenas Lauryl Glucoside como surfactante primário. Com base na análise sensorial, a formulação será ajustada com a inclusão de um tensoativo secundário para aprimorar a produção de espuma.

Além disso, os painelistas relataram que a consistência do xampu não era suficientemente sólida. Para corrigir essa característica, será incorporado um agente endurecedor na próxima formulação, garantindo maior firmeza ao produto e melhorando sua usabilidade. Essas adaptações são essenciais para tornar o xampu sólido mais atrativo e funcional para os consumidores.

4. CONCLUSÃO

Com base nas informações apresentadas neste trabalho, o xampu sólido da marca Capileco alcançou um desempenho satisfatório, beneficiando-se da exploração dos ativos da biodiversidade brasileira e do compromisso com o ecodesign, mantendo um custo acessível, democratizando o acesso aos cosméticos sustentáveis. Contudo, segundo a análise sensorial, aspectos como a consistência do xampu e a quantidade de espuma precisam ser aperfeiçoados.

Por conseguinte, é crucial avaliar várias questões relacionadas à produção, com a realização de testes de eficiência que indicarão a aceitação e preferências dos futuros consumidores em relação ao xampu sólido desenvolvido, além de servirem como parâmetro para otimização da formulação do cosmético.

Este trabalho representou um primeiro passo para criar produtos competitivos, eficazes e sustentáveis que promovem a saúde capilar e a conservação do planeta.

REFERÊNCIAS

ALIGIERI, L.; KRUGLIANSKAS, I. Gestão Socioambiental: responsabilidade e sustentabilidade do negócio. Práticas responsáveis no marketing. São Paulo: Atlas, 2009.

ALVES, R. R.; JACOVINE, L. A. G.; NARDELLI, A. M. B.; SILVA, M. L. Consumo verde: comportamento do consumidor responsável. Viçosa/MG: UFV, 2011.

ANVISA. Resolução RDC nº 15, de 24 de abril de 2015. Ministério da Saúde – MS. Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2015/rdc0015_24_04_2015.pdf. Acesso em: 22 nov. 2023.

BHAMRA, T. A. “Ecodesign: the search for new strategies in product development.” Proceedings of the Institution of Mechanical Engineers, Part B: Journal of Engineering Manufacture 218.5 (2004):557-569.

GONÇALVES, M. S.; MOTTA, J. A.; BARATA, A. J. T. S. S. Cosméticos verdes: avaliação de atributos ambientais a partir das estratégias de ecodesign e rotulagem ambiental. Anais do 9º Salão internacional de ensino, pesquisa e extensão – SIEPE. Universidade Federal do Pampa. Santana do Livramento, 2017.

ISAAC, G. E. A. O desenvolvimento sustentável do setor cosmético e o comportamento do consumidor frente aos cosméticos sustentáveis. Dissertação (Mestrado acadêmico em Educação, Ambiente e Sociedade) – Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino. São João da Boa Vista, p. 139. 2016.

ISAAC, V.; CHIARI, B. G.; MAGNANI, C.; CORRÊA, M. A. Análise sensorial de cosméticos. Rev Ciênc Farm Básica Apl., 2012.

MANIASSO, N. Ambientes micelares em química analítica. Química Nova, v. 24, n.1, p. 87-93, 2001.

MANZINI, E.; VEZZOLI, C. O desenvolvimento de produtos sustentáveis: Os requisitos ambientais dos produtos industriais. 3. ed. São Paulo: Edusp, 2011.

MOUSSOR, M; LAVARDE, M.; PENSE-LHERITIER, A. M.; BOUTON, F. Sensory analysis of cosmetic powders: personal care ingredients and emulsions. International Journal of Cosmetic Science, v. 39, p. 83–89, 2017.

SOARES, V. P. Cosméticos naturais e orgânicos: uma opção de inovação sustentável. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Engenharia Química) – Universidade Federal da Paraíba. João Pessoa, p. 49. 2020.

STONE, H. Sensory Evaluation: Science and Mythology. Food Technology, v. 53, n. 10, 1999.

NOTA

Os autores utilizaram a Inteligência Artificial Microsoft Copilot, versão 1.25023.107.0 para correções gramaticais. No entanto, todas as buscas pelos conteúdos e classificação da qualidade dos artigos foram realizadas de maneira autoral.

[1] Cursando Graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará. Técnica em Eletroeletrônica pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará. ORCID: 0000-0003-1770-4998. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4140339126048036.

[2] Cursando Graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará. ORCID: 0009-0000-0934-7404. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8421940435476733.

[3] Cursando Graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará. Técnica em Meio Ambiente pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará. ORCID: 0009-0005-8242-955X. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2470272296687879.

[4] Cursando Graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará. ORCID: 0009-0003-0443-2724. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2894603141545994.

[5] Cursando Graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária. Técnica em Meio Ambiente. ORCID: 0009-0007-5447-6695. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8345723298133446.

[6] Orientadora. Doutorado e mestrado em Ciência e Engenharia do Petróleo pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Graduação em Química pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Tecnólogo em Controle Ambiental pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte. ORCID: 0000-0002-5287-7213. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2157130123845392.

Material recebido: 04 de abril de 2025.

Material aprovado pelos pares: 24 de junho de 2025.

Material editado aprovado pelos autores: 08 de outubro de 2025.

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Keylla da Silva Simão

Cursando Graduação em Engenharia Ambiental e Sanitária pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará. Técnica em Eletroeletrônica pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará. ORCID: 0000-0003-1770-4998. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4140339126048036.

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