O Uso de Novas Tecnologias no Controle da Doença de Alzheimer

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O Uso de Novas Tecnologias no Controle da Doença de Alzheimer
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BATISTA, Janine [1]

BATISTA, Janine. O Uso de Novas Tecnologias no Controle da Doença de Alzheimer. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 06, Vol. 07, pp. 108-129, Junho de 2018. ISSN:2448-0959

Resumo

A doença de Alzheimer causa problemas de memória, raciocínio e comportamento. No estágio inicial, os sintomas da demência podem ser mínimos, mas como a doença causa mais danos ao cérebro, os sintomas pioram. A taxa de progressão da doença é diferente em cada pessoa, mas, em média, as pessoas com doença de Alzheimer vivem cerca de oito anos após o início dos sintomas. Embora atualmente não haja tratamento que detenha a progressão da doença de Alzheimer, existem medicamentos para tratar os sintomas da demência. Ao longo das últimas três décadas, a pesquisa sobre demência trouxe informações mais profundas sobre como a doença de Alzheimer afeta o cérebro. Atualmente, os pesquisadores continuam buscando tratamentos e cura mais efetivos, bem como formas de prevenir a doença de Alzheimer e melhorar a saúde do cérebro. Objetivo: Abordar a importância da aplicação de novas tecnologias como forma de amenizar e atenuar os impactos da doença de Alzheimer em idosos. Para a obtenção de dados com embasamento teórico-científico, em um período, em maior parte, de 10 anos. O estudo apresentará uma abordagem qualitativa, pois descreverão ações, através do aprofundamento da compreensão da organização, métodos aplicados.

Palavras-chave: Alzheimer, Neuropatologia, Sintomas, Cuidados, Complicações.

Introdução

A doença de Alzheimer (DA) é classificada como um mal neurodegenerativo que afeta as capacidades cognitivas do idoso, interferindo no comportamento, reduzindo as capacidades de trabalho e relação social. De início, o idoso perde a sua memória mais recente, mas pode se lembrar com precisão de acontecimentos de anos atrás. O Alzheimer é uma doença de grande impacto no cotidiano da pessoa, pois afeta, dentre outras coisas, a capacidade de aprendizado, compreensão, orientação, atenção e linguagem. A pessoa se torna, cada vez, mais dependente da ajuda dos outros, pois isso se torna necessária algumas mudanças no meio familiar. Por isso torna-se necessário à ajuda de familiares ou cuidadores no auxílio da locomoção, alimentação do idoso, ou seja, para rotinas básicas.

Quando um paciente é diagnosticado com a DA, acontecem algumas mudanças necessárias no comportamento da família, pois todos os membros são afetados, em graus diferentes. Isso pode ocasionar o afastamento de alguns membros por vários motivos, entre eles: vergonha ou por não entenderem ou não saberem sobre a doença. Cuidar de idosos é ter consciência, aceitação e um reconhecimento amplo, tanto do aspecto individual como coletivo, do envelhecimento como um processo inerente e existencial.  O processo de cuidar é um exercício que ocorre com o passar do tempo, não sendo planejado. Em suma, o trabalho visa mostrar como a tecnologia entra nesse aspecto como forma de amenizar os impactos da DA, de forma em que estimula as funções cognitivas do idoso. A doença de Alzheimer não tem cura, então a tecnologia, em suas diversas esferas, atua como forma de controlar os impactos de tal doença na vida do idoso.

Este trabalho justifica-se na eminente necessidade de apontar os estudos e aperfeiçoamento em tecnologias no intuito de melhorar a qualidade de vida dos idosos que sofrem com a doença de Alzheimer. Mostrar, através de uma revisão literária, a importância da pesquisa para o desenvolvimento de tecnologias no âmbito da saúde mental dos idosos, inserida na contextualização do envelhecimento como um processo individualizado com potencialidades únicas e diferentes. O presente estudo irá expor os possíveis benefícios que tais tecnologias possam proporcionar para o idoso acometido pela doença de Alzheimer. As estratégias terapêuticas no comprometimento cognitivo e funcional do idoso. Expondo assim que a ciência está em constante evolução e prol da melhoria da saúde, tornando um incentivo e motivação na vida acadêmica.

Com o avanço da medicina e das inovações terapêuticas no combate com o tratamento, prevenção e controle das patologias neurodegenerativas fica a seguinte pergunta: Em que sentido a aplicação de novas tecnologias contribuem no controle da doença de Alzheimer em idosos?

Abordar a importância da aplicação de novas tecnologias como forma de amenizar e atenuar os impactos da doença de Alzheimer em idosos.  Contextualizar sobre a doença de Alzheimer: o local que é afetado, os sintomas e diagnóstico; abordar sobre as tecnologias empregadas no intuito de amenizar e controlar os sintomas; apresentar o enfermeiro no processo educativo para cuidadores do mal de Alzheimer.

Na elaboração desse trabalho, se utilizará a pesquisa de caráter bibliográfico, no qual através das obras de vários autores se encontrarão os fomentos necessários para a elaboração teórica deste trabalho. Objetivando principalmente, encontrar as respostas mais efetivas na literatura para ajudar a entender a importância da inserção de novas tecnologias no tratamento da doença de Alzheimer em idosos. A pesquisa se iniciará por meio de um levantamento do referencial teórico em periódicos de plataformas científicas, como Scielo, Google Acadêmico e no PubMed, sites, jornais e livros para a obtenção de dados com embasamento teórico-científico, em um período, em maior parte, de 10 anos. O estudo apresentará uma abordagem qualitativa, pois descreverão ações, através do aprofundamento da compreensão da organização, métodos aplicados.

1. Alzheimer

Quando um paciente é diagnosticado com a DA, acontecem algumas mudanças necessárias no comportamento da família, pois todos os membros são afetados, em graus diferentes. Isso pode ocasionar o afastamento de alguns membros por vários motivos, entre eles: vergonha ou por não entenderem ou não saberem sobre a doença. Cuidar de idosos é ter consciência, aceitação e um reconhecimento amplo, tanto do aspecto individual como coletivo, do envelhecimento como um processo inerente e existencial.  O processo de cuidar é um exercício que ocorre com o passar do tempo, não sendo planejado. A doença de Alzheimer apresenta-se, inicialmente, de forma capciosa com o agravamento progressivo das funções neurológicas. O prejuízo clínico mais eminente é na memória de forma episódica e com evidentes prejuízos na aquisição de novas habilidades. Já nos estágios intermediários, pode ocorrer afasia fluente, evidenciada pela dificuldade para nomear objetos ou escolher a palavra adequada para expressar uma ideia. E, finalmente, nos estágios terminais, observam-se marcantes alterações do ciclo sono–vigília e alterações comportamentais, como irritabilidade e agressividade, sintomas psicóticos, incapacidade de deambular, falar e realizar cuidados pessoais (NETO, 2005, pag. 120).

1.1 Neuropatologia

O peptídeo (AB) beta-amiloide não é normalmente encontrado sobre tudo quando na juventude, é normal na velhice após os 80 e 90 anos. O peptídeo surge a partir do processamento de uma proteína chamada de precursora amiloide (APP), é uma proteína normal que tem domínio extracelular que atravessa a membrana das células e é clivada por uma enzima chamada de secretase (gamma secretase e alfa secretase). A neurodegeneração é causada por meio de diversos mecanismos como: Estresse oxidativo com a disfunção mitocondrial; ativação de receptores NMDA; excitocicidade induzida por Ca2+ e produção de espécies reativas de oxigênio por clivagem proteolítica; por processo inflamatório por ativação de enzima; expressão de proteínas inflamatórias, citocinas e ativação glial.  A neuroinflamação tem sido caracterizada em diferentes modelos, incluindo o modelo induzido pelo peptídeo AB, pela ativação de células gliais astrócitos e micróglia com a produção de citocinas inflamatórias o TNF-a e a IL-6. Enzimas inflamatórias e oxidativas a COX-2 e iNOS, ativação de vias MAPK, ERK e JNK; as reações inflamatórias no SNC pode ativar outros mediadores e causar edema (SERENIKI, 2008, Pag. 04-17).

A APP segue a via de processamento quando vai ser clivada pela a-secretase e pela gamma-secretase gerando o SAPPa e P3; que não são amiloidogenese não se agrega e não forma as enzimas tóxicas. A beta-secretase aparece e cliva em um local diferente da gamma-secretase e a y–secretase cliva no mesmo local na APP e gera o peptídeo AB, se agregam e forma as placas e essa placa vai caucionar morte neuronal (DE SÁ CAVALCANTI, 2012, Pag. 24-25).

O oligômero AB é capaz de induzir alterações da proteína TAU (essa alteração é uma das grandes causas de morte dos neurônios) em neurônios hipocampais. As formas solúveis de AB monômeros, oligômeros de baixo peso molecular e protofibrilas que está associada com a progressão da doença, com o prejuízo da plasticidade sináptica e neurodegeneração.  O peptídeo AB afeta as características da cognição com relação à disfunção da LPP (potenciação de longa duração) e da sinapse glutamatérgica. O peptídeo AB se antagoniza afetando os receptores nicotínicos, os canais de cálcio tipo L, P75NTr e o próprio receptor NMDA, fazendo com que o cálcio tenha dois papeis: pode tanto ativar CaMK como a calcineurina e a fosfatase que gera a LTP (processo de longa duração).  A LTP é responsável pela memorização, a LTD é responsável pela extinção das sinapses; o peptídeo AB diminui as PTKs, que promove a LTP como a CAMKs diminuindo a fosforização do PCREB, aumentando a calcineurina e a calpaina que são outras enzimas envolvidas com a LTD. Então o oligômero do AB aumenta a LTD e diminui a LTP causando assim, a insuficiência dos neurônios de processar uma informação gerando esquecimento apresentando os primeiros sintomas do Alzheimer (ALMEIDA, 1997, pag. 77-79).

O Alzheimer é uma doença que não tem cura, e atacam principalmente pessoas idosas na área do cérebro responsável pela memória, isso acaba fazendo com que a pessoa com o tempo vá perdendo a memória e desenvolva demência podendo levar a morte. O problema que gera o mal de Alzheimer está dentro de uma organela citoplasmática chamada de mitocôndria; a mitocôndria é uma das poucas organelas que tem o seu próprio DNA, isso faz com que ela assume certa dependência em relação ao núcleo das células, se ela quiser se dividir no citoplasma ela se divide ela não precisa de uma ordem do núcleo do DNA que está no núcleo celular para que possa fazer isso. A função das mitocôndrias dentro das células de todos os eucariontes que vive no planeta terra é fabricar energia, ela é nossa usina de produção de energia, toda energia que a célula necessita para fazer suas atividades do dia a dia quem irá produzir será a mitocôndria. Quando a mitocôndria produz energia, produz uma célula chamada ATP (trifosfato de adenosina), quando se produz ATP gera-se muitos radicais livres, ou seja, moléculas estáveis que se pode combinar com outras moléculas e com o DNA, e acabam prejudicando e danificando esse DNA. Quando a mitocôndria produz ATP para as células ela produz muitos radicais livres como já falado anteriormente, e esses radicais livres acabam por destruir o material genético da mitocôndria, e a destruição de DNA mitocondrial que está causando o mal de Alzheimer nas pessoas (FRIDMAN, 2004, pag.20-24).

1.2 Complicações e fatores de riscos

A doença de Alzheimer apresenta-se, inicialmente, de forma capciosa com o agravamento progressivo das funções neurológicas. O prejuízo clínico mais eminente é na memória de forma episódica e com evidentes prejuízos na aquisição de novas habilidades. Já nos estágios intermediários, pode ocorrer afasia fluente, evidenciada pela dificuldade para nomear objetos ou escolher a palavra adequada para expressar uma ideia. E, finalmente, nos estágios terminais, observam-se marcantes alterações do ciclo sono–vigília e alterações comportamentais, como irritabilidade e agressividade, sintomas psicóticos, incapacidade de deambular, falar e realizar cuidados pessoais (NETO, 2005, pag.120-122).

A perda de memória, perda de linguagem, prejuízo no julgamento e outras alterações cognitivas causadas pelo Alzheimer podem complicar o tratamento para outras condições de saúde. Uma pessoa com a doença de Alzheimer pode não ser capaz de comunicar ou informar sintomas de outra doença. A causa de morte mais comum entre as pessoas que tem a doença de Alzheimer é a pneumonia por aspiração. A doença se apresenta quando a pessoa não consegue deglutir direito, toda a alimentação ou líquidos ao invés de descer pelo esôfago desce pela traqueia obstruindo causando danos, lesões e/ou infecções. O tipo de tratamento é determinado por diversos fatores: se a pneumonia for diagnosticada precocemente e sua gravida, o volume em que foram acometidos o pulmão e os tipos de bactérias presentes e o estado do comprometimento da saúde da pessoa. Existem outras complicações que se associam a doença de Alzheimer dentre outras: a perda da capacidade motora funcional de se cuidar, fraturas ósseas e quedas, perda da capacidade de se relacionar com as outras pessoas, desidratação e desnutrição, a insuficiência dos sistemas orgânicos, mudança de comportamento negativo como agressividade com outras pessoas ou consigo mesmo, esquecer fatos e acontecimentos ou conversas recentes, dificuldades para descobrir o nome de objetos de dos familiares, problemas com a fala, perda na capacidade no convívio social e alteração da personalidade, perde interesses pelas atividades que gostava no passado, dificuldade para ler e escrever, discernimento deficiente e perda da capacidade de reconhecer perigos, essas complicações podem ser originadas de sintomas progressivamente e degenerativos da doença de Alzheimer (VENEZIAN, 2010, pag. 130-133).

Os fatores de risco do Alzheimer podem estar associados: o traumatismo craniano grave ou repetido tem um maior risco de adquirir a DA: estilo de vida e saúde do coração, não há nenhum fator de estilo de vida que tem sido conclusivamente mostrado para reduzir o risco da doença de Alzheimer. No entanto algumas evidencias sugerem que os mesmos fatores que colocam em riscos de doenças do coração também podem aumentar a chance de que você vai desenvolver a doença de Alzheimer. O aumento da idade é o fator mais conhecido para a DA; Alzheimer não é uma parte do envelhecimento normal, mas o risco aumenta muito depois de atingir 65 anos de idade. Quase metade da população com mais de 80 anos tem a doença de Alzheimer. As pessoas com alterações genéticas raras praticamente garantem que vão desenvolver a doença de Alzheimer e nelas, os sintomas começam a aparecer muito cedo, a partir dos 30 anos de idade (APRAHAMIAN, 2009, pag. 33-35).

As mulheres podem ser mais propensas do que os homens de desenvolver a doença de Alzheimer, em parte, porque vivem mais tempo. No comprometimento cognitivo leve as pessoas com transtorno cognitivo leve têm problemas de tem problemas de memória ou outros sintomas de declínio cognitivo que são piores do que o esperado para sua idade, mas não é grave o suficiente para ser diagnosticado como demência. As pessoas comprometimento cognitivo leve têm um risco aumentado, mas não uma certeza de que mais tarde vão desenvolver a demência. Tomar medidas para desenvolver um estilo de vida saudável e estratégias para descompensar a perda de memória nesta fase pode ajudar a retardar ou impedir a progressão para demência. O risco de desenvolver a doença de Alzheimer parece um pouco maior se um parente de primeiro grau tiver sido acometido pela doença. Outros fatores de risco que contribuem para o surgimento da doença: falta de exercício, tabagismo, pressão alta, colesterol alto, níveis elevados de homocisteína, o diabetes mal controlado, uma dieta deficiente em frutas e legumes esses fatores de risco também estão ligados à demência vascular, um tipo de demência causada por vasos sanguíneos danificados no cérebro (AZEVEDO, 2010, pag. 02-04).

Envelhecimento social, atividades estimulantes, níveis mais elevados de educação formal, trabalho estimulante, atividade mentais e de lazer desafiadoras, leitura, jogos, tocar instrumentos são fatores que podem reduzir o risco da doença, aprendizagem ao longo da vida e engajamento social.

2. Manifestações clínicas da doença Alzheimer

Algum esquecimento pode ser uma parte normal do envelhecimento. No entanto, algumas pessoas têm mais problemas de memória do que outras da sua idade. Esta é uma condição chamada deterioração cognitiva leve. As pessoas com deficiência cognitiva leve podem cuidar de si mesmas e podem desenvolver suas atividades normalmente (REISBERG et al., 2006).

A doença Alzheimer começa lentamente, primeiro afeta as partes do cérebro que controlam o pensamento, a memória e a linguagem. As pessoas com maldade podem ter dificuldade em lembrar coisas que aconteceram recentemente ou os nomes de pessoas que conhecem. Um problema relacionado, comprometimento cognitivo leve, causa mais problemas de memória do que o normal em pessoas da mesma idade. Muitas, mas não todas as pessoas com deficiência cognitiva leve, desenvolverão a doença de Alzheimer (ULRICH et al., 2000).

Problemas de memória de comprometimento cognitivo leve se pode incluir

Perder objetos com frequência
Esqueça-se de ir a shows e compromissos
Tendo mais problemas para encontrar as palavras certas em determinado momento do que outras pessoas

Ao longo do tempo, os sintomas de Alzheimer pioram. As pessoas podem não reconhecer seus parentes. Eles podem ter dificuldade em falar, ler ou escrever. Eles podem esquecer como de escovar os dentes ou pentear seus cabelos. Mais tarde, eles podem ficar ansiosos ou agressivos ou se afastar de casa. Finalmente, eles precisam de cuidados totais. Isso pode ser muito estressante para os membros da família que precisam cuidar deles (JELLINGER, et al., 2008).

A doença de Alzheimer geralmente começa após os 60 anos de idade. O risco aumenta à medida que a pessoa envelhece. O risco é maior se houver pessoas na família que tiveram a doença. Nenhum tratamento pode parar a doença. No entanto, algumas drogas podem ajudar a evitar que os sintomas pioram por um tempo limitado.

O médico pode realizar testes de pensamento, memória e fala para determinar se você possui comprometimento cognitivo leve. Você também pode sugerir consultar um especialista para mais testes. Uma vez que o comprometimento cognitivo leve pode ser um sinal precoce da doença de Alzheimer, é muito importante consultar seu médico cada 6 a 12 meses. Neste momento, não há tratamento efetivo contra comprometimento cognitivo leve. O seu fornecedor de cuidados de saúde pode querer ver se alguma alteração na sua memória ou processo intelectual ocorre ao longo do tempo (WIMO et al., 2013).

2.1 Os sintoma da doença de Alzheimer

À medida que envelhecemos, nosso cérebro muda, e podemos ter problemas esporádicos para recordar certos detalhes. No entanto, a doença de Alzheimer e outras demências causam perda de memória e outros sintomas suficientemente graves para interferir com a vida cotidiana. Estes sintomas não são uma parte natural do envelhecimento (ENGELHARDT et al., 2005).

Além da perda de memória, os sintomas da doença de Alzheimer incluem:

  • Problemas para executar tarefas que eram uma vez simples.
  • Dificuldade em resolver problemas.
  • Mudanças de humor ou personalidade; distanciamento de amigos e familiares.
  • Problemas na comunicação escrita ou oral.
  • Confusão de lugares, pessoas e eventos.
  • Mudanças visuais, como problemas de compreensão das imagens.

Membros da família e amigos podem experimentar sintomas de doença de Alzheimer e outras demências progressivas antes da pessoa que sofre essas mudanças. Se você ou uma pessoa que conhece estão experimentando possíveis sintomas de demência, é importante que uma avaliação médica seja feita para determinar a causa. Visite a nossa página Os 10 sinais e sintomas precoces da doença de Alzheimer para aprender mais sobre a diferença entre mudanças naturais na memória e cérebro relacionado à idade e aos sintomas da doença de Alzheimer.

A perda de memória que perturba a vida diária pode ser um sintoma da doença de Alzheimer ou outra demência. A doença de Alzheimer é uma doença cerebral que causa um lento declínio nas habilidades de memória, pensamento e raciocínio. Existem 10 sinais e sintomas de alerta. Todo indivíduo pode experimentar um ou mais desses sinais em diferentes graus. Se você notar algum deles, consulte um médico (INOUYE; OLIVEIRA, 2004).

2.2 Sinais precoces e diagnósticos da doença de Alzheimer

Perda de memória que perturba a vida diária; um dos sinais mais comuns de Alzheimer é a perda de memória, especialmente esquecendo informações recentemente aprendidas. Outros incluem o esquecimento de datas ou eventos importantes; pedindo a mesma informação repetidamente; cada vez mais precisando contar com ajudas de memória (por exemplo, notas de lembrete ou dispositivos eletrônicos) ou membros da família para coisas que costumavam manipular por conta própria (ARAÚJO; PONDÉ., 2006).

Desafios no planejamento ou resolução de problemas

Algumas pessoas podem experimentar mudanças em sua capacidade de desenvolver e seguir um plano ou trabalhar com números. Eles podem ter problemas para seguir uma receita familiar ou acompanhar as contas mensais. Eles podem ter dificuldade em se concentrar e levar muito mais tempo para fazer coisas do que antes.

Dificuldade em completar tarefas familiares em casa, no trabalho ou no lazer Pessoas com Alzheimer geralmente acham difícil completar tarefas diárias. Às vezes, as pessoas podem ter problemas para dirigir para um local familiar, gerenciando um orçamento no trabalho ou lembrando as regras de um jogo favorito.

Confusão com tempo ou lugar; as pessoas com doença de Alzheimer podem perder as datas, as estações e a passagem do tempo. Eles podem ter problemas para entender algo se não estiver acontecendo imediatamente. Às vezes, eles podem esquecer onde estão ou como chegaram lá (LUZARDO; GORINI; SILVA, 2006).

Problemas para entender imagens visuais e relacionamentos espaciais; para algumas pessoas, ter problemas de visão é um sinal de doença de Alzheimer. Eles podem ter dificuldade em ler, julgar a distância e determinar a cor ou o contraste, o que pode causar problemas com a condução.

Novos problemas com palavras em falar ou escrever; Pessoas com Alzheimer podem ter problemas para acompanhar ou participar de uma conversa. Eles podem parar no meio de uma conversa e não tem ideia de como continuar ou podem se repetir. Eles podem lutar com vocabulário, ter problemas para encontrar a palavra certa ou chamar coisas pelo nome errado (por exemplo, chamar um “relógio” de um “relógio de mão”) (AVILA et al., 2003).

Desajustando as coisas e perdendo a habilidade de voltar para etapas; Uma pessoa com doença de Alzheimer pode colocar coisas em lugares incomuns. Eles podem perder coisas e não conseguir voltar para seus passos para encontrá-los novamente. Às vezes, eles podem acusar outros de roubar. Isso pode ocorrer mais frequentemente ao longo do tempo.

Discreto ou acórdão fraco; Pessoas com Alzheimer podem experimentar mudanças no julgamento ou na tomada de decisões. Por exemplo, eles podem usar um julgamento fraco ao lidar com dinheiro, dando grandes quantidades aos operadores de telemarketing. Eles podem prestar menos atenção à preparação ou manterem-se limpos (PAULO et al., 2010).

Retirada do trabalho ou atividades sociais; uma pessoa com doença de Alzheimer pode começar a se retirar de passatempos, atividades sociais, projetos de trabalho ou esportes. Eles podem ter problemas para manter-se com uma equipe de esportes favorita ou lembrando como de completar um passatempo favorito. Eles também podem evitar serem sociais devido às mudanças que experimentaram.

Mudanças de humor e personalidade; O humor e as personalidades das pessoas com doença de Alzheimer podem mudar. Eles podem ficar confusos, suspeitos, deprimidos, medrosos ou ansiosos. Eles podem estar facilmente magoados em casa, no trabalho, com amigos ou em locais onde estão fora de sua zona de conforto (ARRUDA; ALVAREZ; GONÇALVES, 2008).

Não há teste simples para determinar se uma pessoa tem doença de Alzheimer. O diagnóstico requer uma avaliação médica completa, que pode incluir:

  • História médica familiar.
  • Exame neurológico.
  • Testes cognitivos para avaliar memória e raciocínio.
  • Análises de sangue (para descartar outras possíveis causas de sintomas).
  • Imagens do cérebro.

Embora os médicos geralmente possam determinar se uma pessoa tem demência, pode ser muito difícil distinguir o tipo de demência que é. O mal diagnóstico é muito comum na doença de Alzheimer de início precoce (GARRIDO; ALMEIDA, 2001).

Receber um diagnóstico preciso no estágio inicial da doença é importante porque permite:

  • Maior chance de se beneficiar de tratamentos disponíveis, o que pode melhorar a qualidade de vida.
  • A possibilidade de receber serviços de suporte.
  • A oportunidade de participar de estudos e ensaios clínicos.
  • A possibilidade de expressar seus desejos em relação aos problemas futuros de atendimento e habitação.
  • Hora de ordenar planos financeiros e legais.

Não existe uma maneira simples de detectar a doença de Alzheimer. O diagnóstico requer um exame médico completo. Testes de sangue, testes de estado mental e imagens cerebrais podem ser usados ​​para determinar a causa dos sintomas (CHAVESF et al., 2011).

3. Cuidados aplicados aos cuidadores do mal de Alzheimer

Prestar cuidados a uma pessoa com doença de Alzheimer ou outra demência pode ser gratificante e desafiador. Nos estágios iniciais da demência, uma pessoa pode manter sua independência e precisa de muita atenção. No entanto, à medida que a doença progride, as necessidades de cuidados se intensificarão e, eventualmente, será necessária assistência 24 horas por dia.

Muitas vezes, ouvimos cuidadores e membros da família expressando que um dos aspectos mais angustiantes da doença de Alzheimer é a mudança de comportamento. Existem muitos recursos disponíveis para ajudar os cuidadores, a saber, o que esperar e como se adaptar durante os estágios precoces, médio e tardio da doença (GARCES et al., 2012).

Como a principal organização de saúde voluntária do mundo dedicada ao cuidado, apoio e pesquisa sobre a doença de Alzheimer, a Associação de Alzheimer se esforça para melhorar a qualidade de vida das pessoas que enfrentam doença de Alzheimer e outras demências Financiamos pesquisas fundamentais; oferecemos educação e recursos; aumentar a conscientização pública e promover, em parceria com o governo, organizações privadas e sem fins lucrativos para alcançar nossa visão de um mundo sem doença de Alzheimer.

Não há duas pessoas que sofrem a doença de Alzheimer da mesma maneira. Como resultado, não existe apenas uma técnica para o cuidador. As responsabilidades do cuidador vão mudar à medida que a doença progride. Cuidar de um ente querido pode ser uma tarefa muito satisfatória, mas, ao mesmo tempo, pode ser uma responsabilidade que exige muito. Não pense que você precisa fazer isso sozinho. Cuide-se buscando apoio da família e amigos e obtenha ajuda dos diferentes recursos em sua comunidade (CALDAS, 2003).

3.1 Cuidados ao paciente com Alzheimer

Para o cuidado do paciente de Alzheimer primeiro é necessário levar em consideração recomendações. Para realizar o cuidado, você deve fazer uma rotina simples e manter horários e um pedido; para comunicar, você deve enviar mensagens curtas, simples, claro, repetitivo e podemos ajudar com gestos; não deve ser brigado e deve deixe o tempo que precisar.

O cuidado essencial para o paciente de Alzheimer é baseado em higiene, alimentação, ambiente, comportamento e eliminação. Em termos de higiene, devemos encorajá-los a mantê-lo e teremos que supervisionar ou ajude enquanto a doença avança. É importante manter uma boa higiene ficar bem e manter uma boa imagem e também prevenir complicações físicas como irritações, feridas, infecções e úlceras; prevenir complicações psicológicas, como alteração da autoestima e distúrbios comportamentais; e complicações sociais como rejeição, diminuição da participação de atividades e isolamento (QUEIROZ et al. 2009).

A alimentação é muito importante para obter uma contribuição nutricional adequada para a manutenção da saúde e qualidade de vida. Os pacientes com Alzheimer podem ter alterou o estado nutricional devido à ingestão insuficiente, pois diminui o apetite e os distúrbios da memória influenciam o armazenamento de alimentos ou a compra de eles, e também devido à doença, há um aumento da atividade física pelo roaming e assim aumentar o gasto de energia. Também pode haver mastigando ou engolindo que dificultam a ingestão de alimentos e devem agir em conformidade.

Na configuração do paciente do Alzheimer, um terá que fazer algumas modificações devido à perda de memória e outras alterações, mas sem mudanças drásticas que possam confundir você ao ponto de o meio deixar de ser familiar. No decurso da demência, podem ocorrer distúrbios comportamentais pode tornar a coexistência familiar difícil e às vezes até impossível. Estes comportamentos não são feitos intencionalmente, mas são uma consequência da doença e o problema que desencadeia esse comportamento deve ser redirecionado ou evitado.

A incontinência é um problema que causa grande desconforto nos idosos e seus cuidadores, e pode levar ao isolamento por causa dos sentimentos de vergonha que causa. O a constipação também é um problema que teremos que limitar com algumas diretrizes (MOURA; MIRANDA; RANGEL, 2010).

Um cuidador é uma pessoa que auxilia ou cuida de outra pessoa afetada por qualquer tipo de deficiência, deficiência ou deficiência que dificulte ou impede o desenvolvimento normal de suas atividades vitais ou suas relações sociais. O cuidador primário assume as principais tarefas e responsabilidades de cuidar, sem receber remuneração econômica, e esse papel é aceito pelo resto dos parentes. Existem dois tipos culturais de cuidadores: cuidador Tradicional e zelador da sociedade moderna:

Cuidador tradicional: é o cuidador habitual que sempre viveu com o paciente e cuidou disso. Neste caso, o paciente é atendido em um contexto de obrigação social misturada com afetividade criada ao longo de muitos anos de convivência onde a troca de apoio era mais ou menos recíproca (BRAZ; CIOSAK, 2009).

Guarda na sociedade moderna: é aquele que assumiu esse papel circunstâncias, ou seja, quando a ocorrência da doença na família obriga crie uma relação de cuidador que não existia anteriormente. Neste caso, além disso, o cuidador geralmente tem uma atividade de trabalho fora do domicílio, o que traz mais tensões para coordenar seu papel socioprofissional com o cuidador (PEREIR; SEHNEM, 2011).

3.2 Características do cuidador ao paciente com Alzheimer

A família é a principal fonte de cuidados, várias investigações concluem que o atendimento dos pacientes com Alzheimer vem de 50% da ambiente família, enquanto serviços sociais e profissionais apenas 3%. O principal cuidador informal do paciente de Alzheimer estima-se que após vários estudos corresponde para um cuidador informal, principalmente mulheres, e estes assumem a responsabilidade em sua condição de esposas ou filhas, ou seja, manter uma relação de parentesco direto. No Brasil, existem cerca de três milhões de pessoas que estão no comando e outras pessoas em situação de dependência, deles um terço são homens (BOTTINO et al., 2002).

Não existe uma definição exata de um Carré válido, este para poder executar as tarefas que o cuidado deve atender aos seguintes critérios: deve ser informado de todo o processo da doença, ou seja, estágios da doença e os tipos de cuidado em cada fase; deve ser resolvido de acordo com os problemas que aparecem no dia do dia; deve saber como planejar as tarefas e delegar funções; peça ajuda quando você precisar saiba como cuidar de si mesmo e procurar seu espaço pessoal e sua privacidade.

De acordo com um estudo descritivo de uma abordagem quantitativa de uma amostra de 84 cuidadores de Doença de Alzheimer na cidade de Cartagena, observou-se que 64% dos cuidadores não tinha o treinamento necessário para desempenhar o papel de cuidador e que 72,62% não foram treinados para serem cuidadores (DA NOVA CRUZ; HAMDAN, 2008).

Sobrecarga de cuidador também chamada síndrome de burn-out ou síndrome de burn-out é o resultado da combinação de estresse psicológico, tensão física e pressão emocional em relação ao ônus objetivo da assistência. A sobrecarga do cuidado pode ansiedade, estresse e depressão, além da existência de um o aumento dos custos da doença é um fator que está associado à sobrecarga pessoal e que influencia o papel do cuidador que dificulta sua atividade.

As funções do cuidador dependem do grau de deficiência do paciente e estão ligadas à evolução da doença, para que as necessidades do cuidador também mudem para medida da progressão da doença. A sobrecarga do cuidador pode levar à claudicação disso, isto é, muitos cuidadores têm a sensação de sentir-se fisicamente e emocionalmente preso e em alguns casos, mesmo sentimentos de culpa aparecem se eles pensam sobre si mesmos e estes percepções podem causar incapacidade de continuar a responder às demandas e necessidades do paciente.

O papel de enfermagem é essencial para fornecer suporte abrangente para pessoas com dependência e cuidadores que buscam a manutenção de sua autonomia pessoal, bem como fornece apoio integral e contínuo à família, especificamente o cuidador bem como melhorar a eficácia dos recursos de cuidados para de dependentes e estabelecer conexões entre recursos formais e informais.

Para que o cuidador principal mantenha uma boa qualidade de vida, aliviar o fardo e seu impacto efetivamente. A sobrecarga pode ser reduzida indiretamente com o tratamento da doença ou diretamente com Intervenção no cuidador. As intervenções de apoio ao cuidador são eficazes para a prevenção e tratamento de carga excessiva (AMENDOL; OLIVEIRA; ALVARENGA, 2008).

São programas com atividades periódicas e avaliações das quais suas ações que eles desenvolvem são psicopedagogia grupal ou individual, grupos de apoio, contato por telefone ou internet, envolvimento familiar, programas educacionais, resolução de problemas e facilitação de recursos disponíveis.

As novas tecnologias como um novo modelo de autoajuda ao portador do mal de Alzheimer: Nestes tempos em que a falta de tempo é importante, você pode ajuda com novas tecnologias, é uma comunicar com outras pessoas que estão na mesma situação e assim poder trocar opiniões, experiências e recursos. Com as novas tecnologias, permite a comunicação de pessoas de diferentes locais de origem e também iniciar amizades. Os seguintes são a internet mais utilizada:

Fóruns: sirva visitantes para expressar suas opiniões, fazer perguntas, denunciar e trocar informações. Eles trabalham de forma gratuita e informal e têm uma moderadora (o) que é responsável por dinamizar o fórum e que funciona corretamente (OLIVEIRA; D’ELBOUX, 2012).

Blogs e Facebook: um espaço na Internet onde uma pessoa expressa suas ideias, experiências, opiniões e onde outros podem responder a você através de comentários (FREITAS et al., 2008).

Messenger: consiste em um modo de mensagens instantâneas que permite uma conversa oral ou escrita em tempo real e permite mais intimidade do que nas outras ferramentas de internet. De acordo com a evidência científica nenhuma evidência conclusiva foi observada de intervenções de apoio com base nas tecnologias que apoiam estes (VILELA; CARAMELLI, 2006).

A evidência científica recomenda que uma avaliação inicial do cuidador identificar os fatores que influenciam a sobrecarga e determinar, no caso de que há sobrecarga, o grau que apresenta. Para melhorar o cuidado dos cuidadores e reduzir a sobrecarga, um programa que combina educação, emocional, facilitação de recursos e acompanhamento ao longo do processo (FALCÃO; MALUSCHKE, 2009).

A evidência recomenda ainda que os profissionais incentivem os cuidadores para participar de grupos de ajuda mútua à medida que eles trazem o que lhes permitirá enfrentar melhor no dia-a-dia com o paciente e assim melhorar sua situação pessoal. Além disso, se houver ajuda de profissionais de saúde nesses grupos, é ainda mais recomendado, uma vez que a informação recebida será de um especialista e melhorará para tratar os doentes (PINTO et al., 2009).

Finalmente, afirma-se que os profissionais também devem explicar a existência de associações de familiares de pacientes com Alzheimer e os benefícios que eles podem obter de eles, uma vez que tudo o que a evidência científica recomenda pode ser encontrado nestas associações.

Considerações finais

A realidade das pessoas com demência de Alzheimer, bem como suas famílias, é um processo muito difícil e delicado, especialmente para o cuidador, quem é quem mantém o maior peso, uma vez que, embora tenha o apoio e a ajuda dos outros membros, ela é quem dedica a maior parte do tempo à atenção de seu parente, o que pode levar à sobrecarga e ao estresse contínuo.

Com este trabalho, conseguimos observar que, na maioria dos casos, como a teoria afirma que são as mulheres que, por uma razão ou outra, assumem o controle cuidado familiar e que nos leva a pensar que, além das razões pessoais ou individuais, que ainda estamos em uma sociedade de tribunal tradicional em que a mulher, pelo simples fato de ser mulher, é creditada com o papel do cuidador, por ser o mais qualificado para realizar esta tarefa.

O impacto que o cuidado informal de uma pessoa com Alzheimer supõe para o conjunto A família é muito alta, pois há várias mudanças em todas as áreas das pessoas da vida: os mais jovens são vistos em uma situação que pode se tornar muito difícil porque eles não entendem o que está acontecendo e são oferecidas poucas informações sobre isso; cuidadores enfrentam uma situação de estresse e fadiga (físico e psicológico) que afeta muito suas relações sociais fora do lar; e, claro, para o próprio paciente, cuja situação está se deteriorando à medida que a doença avança. Por estas razões, é muito importante que as famílias possuem uma rede de apoio, tanto social como institucional.

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[1] Enfermagem – Faculdade Anhaguera de Ciências e Tecnologia de Brasília

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