A importância da capacitação do(a) enfermeiro(a) atuante na emergência e urgência: revisão sistemática de literatura

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ARTIGO DE REVISÃO 

SANTOS, Carla Cássia Fonseca dos [1]

SANTOS, Carla Cássia Fonseca dos. A importância da capacitação do(a) enfermeiro(a) atuante na emergência e urgência: revisão sistemática de literatura. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 04, Ed. 01, Vol. 04, pp. 50-60 Janeiro de 2019. ISSN:2448-0959

RESUMO

Introdução: A pesquisa é norteada a fim de responder ao questionamento de “Quais recomendações podem ser extraídas da literatura para orientar melhorias na satisfação com o ambiente de trabalho de enfermeiros atuantes na urgência e emergência?” Objetivo: Analisar a literatura sobre a capacitação dos enfermeiros(as) na urgência e emergência. Método: O presente trabalho foi conduzido sob a forma de revisão sistemática de literatura cujo objetivo foi reunir e avaliar, de forma criteriosa, os principais achados empíricos sobre a temática abordada. A partir de publicações em inglês e português, entre 2013 e 2017. Resultados: Dos 189 estudos inicialmente compilados, somente 18 foram elegíveis para a Revisão Sistemática, que demonstraram como é complexo o trabalho do enfermeiro da urgência e emergência, sendo então necessário compreender a necessidade em se investir em capacitação para que estes profissionais sejam capacitados para desenvolver um bom trabalho que acima de requer muita desenvoltura. Conclusão: Os achados devem subsidiar estes profissionais, e, principalmente a gestão dos hospitais para investirem em programas de treinamentos e capacitação para os enfermeiros(as) que atuam diretamente na urgência e emergência.

Palavras- Chave: Enfermeiro(a), Emergência, Urgência, Capacitação.

INTRODUÇÃO

O tema abordado neste artigo se refere a necessidade de capacitação do enfermeiro(a) na emergência e urgência de unidades hospitalares. O papel do enfermeiro de emergência evoluiu desde os anos 80, quando foi introduzido na emergência (Edward, et al. 2014; Freitas et al. 2015). Atualmente, estes profissionais tratam e encaminham ou dispensam pacientes de forma autônoma. Eles também documentam históricos de pacientes e espera-se que se comuniquem efetivamente com pacientes com necessidades complexas (Person; Spiva; Hart, 2013; Rosso et al. 2014; Short et al. 2015; Villela; Santiago, 2015; Calans; Pinheiro, 2016).

Villela e Santiago (2015) o papel dos enfermeiros se expandiu por vários motivos, incluindo a necessidade de reduzir o horário de trabalho dos médicos, mas principalmente para tornar mais flexível o uso de serviços. Pati, Harvey e Pati (2014) enquanto isso, à medida que aumentam os atendimentos na urgência e emergência, os enfermeiros são colocados sob pressão crescente e podem ser forçados à gastar menos tempo com pacientes do que o esperado. Isso pode afetar a anamnese e a comunicação do paciente, e pode levar à insatisfação dos pacientes.

Rosso et al. (2014) os enfermeiros de emergência precisam de habilidades especiais que possam afetar tanto o sucesso profissional quanto a satisfação do paciente.

Pati, Harvey e Pati (2014) enfermeiros de urgência e emergência têm múltiplas responsabilidades desafiadoras, incluindo lidar com pacientes em estado grave e seus parentes em momentos de tensão. Rosso et al. (2014) eles devem desempenhar essas responsabilidades em um curto período de tempo no ambiente de emergência.

Buscou-se com este trabalho abordar a importância dos efeitos de um programa de treinamento em enfermeiros de emergência e nas urgências hospitalares, pois, mostra que os princípios da atenção hospitalar às vítimas de acidentes e violências reúnem de forma complexa a estrutura física, a disponibilidade de insumos, o aporte tecnológico e os recursos humanos especializados para intervir nas situações de emergência decorrentes dos acidentes e violências.

Portanto, o presente estudo apresenta relevância, uma vez que propõe a discussão em que os pacientes de emergências, as ações rápidas e qualificadas dos profissionais enfermeiros que as atendem geralmente significam a diferença entre a vida e a morte. Como enfermeira de emergência, a oportunidade de trabalhar como parte de uma importante equipe médica em um esforço para ajudar os pacientes que enfrentam lesões traumáticas e sérias doenças súbitas.

Calans e Pinheiro (2016) descrevem que enfermeiros de emergência, juntamente com outros profissionais de emergência, são obrigados a trabalhar em ambientes de ritmo acelerado e muitas vezes estressantes. Short et al. (2015) no entanto, a maioria desses profissionais de enfermagem argumentará que, apesar da enorme quantidade de responsabilidade e expectativas acumuladas sobre eles, eles acabam tendo as carreiras que mais precisam estar sempre capacitados.

Short et al. (2015) compreendem que os enfermeiros de emergência são importantes e que estes estejam bem capacitados, incluindo enfermeiros de trauma e enfermeiros de cuidados intensivos. Pati, Harvey e Pati (2014) juntamente com outros profissionais médicos de emergência, como paramédicos e médicos, esses enfermeiros devem fornecer tratamento eficiente e competente para pacientes em situações médicas de emergência.

Em qualquer turno movimentado, o enfermeiro de emergência e sua equipe serão frequentemente confrontados com uma ampla gama de diferentes emergências médicas. Calans e Pinheiro (2016) estes podem incluir doenças, bem como lesões de acidentes ou crimes. Algumas situações que esses enfermeiros podem enfrentar incluem envenenamentos, febres perigosas, ossos quebrados, overdoses de drogas, acidentes de carro, facadas, tiros, ataques cardíacos e derrames.

Além disso, Calans e Pinheiro (2016) um enfermeiro de emergência geralmente tratará de uma ampla demografia também. Por exemplo, em um momento eles podem estar tratando uma criança, enquanto um paciente idoso espera por eles na sala ao lado. Eles também tratam pacientes de diferentes origens socioeconômicas e étnicas, mas principalmente ser capaz de lidar na urgência e emergência.

Trabalhar como enfermeiro de emergência pode ser estressante e emocionalmente complexo. Rosso et al. (2014) também exige horas insanamente longas em um ambiente com muitas realidades dolorosas, devido ao fato de estar exposto a vários tipos diferentes de casos de urgência e emergência. Short et al. (2015) no entanto, é uma carreira em ritmo acelerado em que se pode realmente fazer a diferença, uma carreira como enfermeiro de emergência é desafiador (Pati, Harvey e Pati, 2014; DeVivo, et al. 2014).

Santos et al., (2013) a especialidade da medicina de emergência é altamente dependente de uma equipe bem treinada e capacitada para o atendimento às particularidades da urgência e emergência.

OBJETIVO

Identificar, agrupar tematicamente e avaliar criticamente a literatura publicada em torno do ambiente de trabalho do enfermeiro de urgência e emergência, com foco particular na identificação dos estressores dentro da urgência e emergência.

METODOLOGIA

Trata-se de uma Revisão Sistemática de Literatura (RSL) cuja busca de material foi realizada nas bases de dados eletrônicos Periódicos da CAPES, National Library of Medicine (MEDLINE/PubMed), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciência da Saúde (LILACS) e Scientific Electronic Library Online (SciELO). Os artigos avaliados foram referentes aos anos de 2013 a 2017, sendo que para a identificação foram utilizados os seguintes descritores: “Enfermagem”, and “Capacitação”, and “Urgência”, and “Emergência”. Foram buscados em inglês: “Nursing”, “Training”, e “Emergency”, no período de abril de 2018 após a combinação das palavras-chave.

Adotaram-se como critérios de inclusão na seleção dos artigos: em idioma português e inglês; artigos com textos completos disponíveis em meio eletrônico; revisão de pares, artigos publicados com metodologia de pesquisa empírica, indexados nos banco de dados com as palavras-chave elencadas acima; publicações científicas com estudos do tipo: longitudinal e transversal com a temática voltada para estudos sobre a capacitação e percepção dos(as) enfermeiros(as). A título de complementação para definir e obter dados foram realizadas consultas aos informes e manuais técnicos sobre treinamentos a esses profissionais na urgência e emergência publicados pelo Ministério da Saúde.

Como critérios de exclusão adotaram-se: artigos duplicados, estudo com realidades que não sejam na urgência e emergência, estudos com outros profissionais na emergência e urgência, e artigos publicados antes de 2013.

A análise dos dados foi descritiva em relação aos aspectos observados. Inicialmente utilizou-se a leitura dinâmica como técnica de aproximação com o assunto pretendido, visando à seleção preliminar dos artigos encontrados. Posteriormente, foi adotada a técnica de leitura direcionada para os objetivos desse estudo, procedendo-se a análise dos dados pertinentes à revisão sistemática.

A leitura e seleção do material possibilitaram a organização das ideias e aspectos enfatizados como essenciais para a análise reflexiva do problema de pesquisa. Após a leitura analítica, foi iniciada a leitura interpretativa a fim de subsidiar a elaboração dos resultados.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A seleção inicial resultou em 189 publicações, conforme indicado na Figura 1. A busca foi realizada de maneira independente, em dois momentos, na primeira busca no dia 24 de maio de 2018 foram encontradas 100 literaturas, e já no dia 25 de maio foram encontrados mais 89, dentre o total de artigos incluídos, 13 são em inglês, e cinco em português indexados. O último passo foi à construção da discussão, que consistiu na síntese de cada ponto comum nos achados.

Ao avaliar a literatura, houve uma série de refinamentos aos critérios de inclusão/exclusão. Os artigos que atenderam aos critérios de inclusão foram selecionados em um banco de dados para a análise de conteúdo.

Figura 1 – Fluxograma de identificação dos artigos para revisão da literatura.

Fonte: autor

Villela e Santiago (2015) os enfermeiros de emergência relatam uma sobrecarga de papéis cada vez maior devido à escassez crítica de pessoal, cortes orçamentários e aumento do número de pacientes. Rosso et al. (2014) tal sobrecarga compromete a satisfação do pessoal com seu ambiente de trabalho.

Uma descoberta importante foi que a percepção do ambiente de trabalho variava entre a equipe clínica e o local do estudo, mas que altos níveis de autonomia e trabalho em equipe compensavam o estresse em torno de cargas de trabalho de alta pressão e alto volume na urgência e emergência. Nóbrega, Bezerra e Souza (2015) a grande variedade de ferramentas utilizadas para avaliar a percepção do pessoal sobre o ambiente de trabalho limita a comparabilidade dos estudos. A escassez de estudos de intervenção em torno da melhoria dos ambientes de trabalho dos enfermeiros de urgência e emergência limitou a capacidade de recomendar intervenções baseadas em evidências para melhorar esse ambiente que exige profissionais capacitados (Crilly, et al. 2014; Rasmussen, Keatley, Joscelyne, 2014).

O ambiente de cuidados de saúde pode ser um local estressante para o trabalho. Esta é uma questão internacionalmente reconhecida, com investigação a ser realizada na Europa, Ásia, América do Norte, América do Sul e Australásia (Crilly, et al. 2014; Rasmussen, Keatley, Joscelyne, 2014).

Villela e Santiago (2015) em longo prazo, esse stress pode se tornar uma condição crônica e levar ao comprometimento da saúde física e mental dos profissionais, podendo ainda influenciar negativamente no ritmo de trabalho.

Nóbrega, Bezerra e Souza (2015) os profissionais enfermeiros são frequentemente citados como ambientes particularmente estressantes, com números crescentes de necessidade de uma boa capacitação devido à cargas de trabalho de alta pressão e alto volume na urgência e emergência. Esses fatores, combinados com uma combinação de burnout, diminuiu a satisfação no trabalho, fatores de personalidade, agressividade e violência, conflitos interpessoais, o reconhecimento limitado de um trabalho de qualidade e perda, e tudo pode impacto sobre funcionários e pacientes em termos de percepção do ambiente, segurança e risco de eventos adversos. Villela e Santiago (2015) alguns desses fatores se relacionam com a força de trabalho de saúde em geral, enquanto alguns dizem respeito mais especificamente ao enfermeiro que atua na emergência e urgência.

A literatura atual sugere que a equipe de enfermeiros que atuam na urgência e emergência também está sujeita às muitas pressões externas em torno dos tempos de espera dos pacientes e os impactos deletérios do trabalho em turnos. Freitas et al. (2015) apesar disso, a emergência é frequentemente identificada como uma área de trabalho clínico de “alto valor e prestígio” que é conhecido por permitir o desenvolvimento de altos níveis pessoais de habilidades clínicas e o desenvolvimento de ambientes positivos de trabalho de equipe de apoio.

Villela e Santiago (2015) a ampla literatura apresenta uma visão contrastante destes profissionais, como uma área clínica repleta de estressores e também como um estimulante e ambiente desafiador. Sinônimo de ambos os pontos de vista, altos níveis de pessoal turnover, burnout e transtorno de estresse devido as condições de trabalho na urgência e emergência. Freitas et al. (2015) os ambientes de trabalho inspiradores e desmoralizantes, ambos associados ao desenvolvimento de burnout na equipe de emergência, juntamente com as crescentes expectativas de prestação de cuidados aos profissionais de emergência, impulsionaram uma avaliação completa e sistemática da literatura sobre a percepção do pessoal de urgência e emergência sobre seu ambiente de trabalho, particularmente de estressores neste espaço.

Rosso et al. (2014) houve relativamente pouca pesquisa explorando estressores específicos para os enfermeiros da urgência e emergia, demonstrando assim a pouca relevância da literatura sobre a capacitação para estes profissionais. As percepções dos funcionários sobre seu ambiente de trabalho e estressores relacionados ao trabalho são áreas complexas que podem abranger uma série de conceitos, incluindo o ambiente físico e as características de personalidade (Edward, et al. 2014; Freitas et al. 2015).

Calans e Pinheiro (2016) a definição de ambiente de trabalho engloba fatores negativos em influenciar o contexto profissional em que a equipe clínica de urgência e emergência. Os desfechos do estresse do pessoal incluem licença por doença, renúncia e turnover, o desenvolvimento de alterações fisiológicas como ressão arterial na equipe ou o aparecimento de condições de saúde mental como burnout (listadas no CID10). Esta revisão enfoca a percepção subjetiva da equipe sobre suas condições de trabalho, e não os possíveis resultados de suas condições de trabalho (Crilly, et al. 2014; Rasmussen, Keatley, Joscelyne, 2014; Edward, et al. 2014; Freitas et al. 2015).

Um dos principais fatores consistentemente observados na literatura como estressor é relacionado a carga de trabalho. Villela e Santiago (2015) é interessante que o estresse nem sempre foi relacionado à carga de trabalho, mas frequentemente relacionado ao tempo percebido (Crilly, et al. 2014; Rasmussen, Keatley, Joscelyne, 2014).

Observa se que a carga de trabalho contribuem para os níveis de estresse da equipe de enfermagem na urgência e emergência (Edward, et al. 2014; Freitas et al. 2015). Processos relacionados ao equilíbrio entre a acuidade do paciente, a combinação de habilidades e recursos são frequentemente citados como potenciais redutores de estresse na emergência e urgência e, assim, o gerenciamento de tais processos, incluindo expectativa de função da equipe, pode melhorar a prestação de serviços.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O artigo logrou êxito ao demonstrar como a literatura vem tratando das particularidades do trabalho desenvolvido por enfermeiros na urgência e emergência, e nota-se que os dados devem ser usados ​​para avaliar os efeitos das intervenções de treinamento e prática. A base de evidências fornecida por esta revisão pode ser usada para auxiliar a retenção de capital profissional no espaço de trabalho da urgência e emergência, aprimorando a prática hospitalar e o gerenciamento de pacientes.

As limitações deste estudo incluem o foco em artigos de língua inglesa, o que pode limitar a inclusão de artigos publicados em outras línguas que focalizaram as percepções do ambiente de trabalho. A seleção de artigos de texto completo para revisão da pesquisa de palavras-chave inicial foi concluída por um único autor, o que pode ter introduzido um viés de seleção. O foco dos estudos incluídos variou muito e, portanto, os resultados foram desenvolvidos em contextos variados, o que pode ter afetado a interpretação desses dados. Finalmente, a pesquisa permitiu a comparação direta da qualidade dos estudos quantitativos e qualitativos, e forneceu a profundidade dos dados de revisão encontrados em ferramentas que se concentram apenas em dados quantitativos ou qualitativos.

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Artigo apresentado ao Curso de Pós-Graduação em em Urgência e Emergência, turma nº UTI. 10, do Centro de Estudos de Enfermagem e Nutrição/Pontifícia Universidade Católica de Goiás. 2018, Goiás.

[1] Enfermeira. Discente do curso de especialização em Enfermagem em Oncologia Clínica.

Enviado: Dezembro, 2018

Aprovado: Janeiro, 2019

Como publicar Artigo Científico

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