Nadine Guimarães da Silva [1]
Eraldo Ferreira Lopes [2]
RESUMO
Introdução: O uso de plantas medicinais acompanhou o avanço da humanidade e um décimo das espécies vegetais são utilizadas em produtos farmacêuticos e cosméticos. Nesse caso se faz necessário atestar a segurança do produto em diversos quesitos, pois certos extratos de plantas possuem atividades mutagênicas e podem ser prejudiciais às células, para isto empregam-se testes para medir a atividade citotóxica de cada planta, como o teste em meristema radicular de Allium cepa L. Objetivo: O estudo teve por objetivo avaliar por meio do ensaio Allium cepa L. o potencial mutagênico do extrato liofilizado de Piranhae trifoliata em concentrações de 50, 100 e 200 mg/mL, foi avaliado também, através do índice mitótico, se este foi capaz de diminuir a proliferação de células. Metodologia: Foram testadas as três concentrações da planta para comparação com controles positivo (paracetamol a 0,3 mg/mL) e negativo (água destilada) de forma aguda, 24 horas de exposição, e em seguida as raízes foram fixadas em solução carnoy por 2 horas, hidrolisadas com ácido e coradas. Resultados: O extrato de P. trifoliata não se mostrou mutagênico já que não houve diferenças significativas com relação ao controle negativo, tanto na análise do índice mitótico quanto na incidência de mutações. Conclusões: O extrato liofilizado de piranheira não se mostrou mutagênico nas três concentrações analisadas.
Palavras-chave: Piranhae trifoliata; Allium cepa; mutações.
Fonte de Financiamento: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM).
[1] Discente do Curso de Bacharelado em Biotecnologia do Instituto de Saúde e Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas, Coari – AM.
[2] Docente do Curso de Bacharelado em Biotecnologia do Instituto de Saúde e Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas. E-mail: [email protected].






