Francirley Moraes Sarmento [1]
Eriklis Ramos [2]
Michel Nasser Corrêa Lima Chamy [3]
RESUMO
Os testes de sensibilidade de solventes desempenham um papel fundamental na busca por alternativas terapêuticas sustentáveis e eficazes, pois permitem que os pesquisadores determinem qual solvente é mais adequado para diluir os compostos antimicrobianos desejados de uma planta específica. OBJETIVO: Avaliar o potencial antimicrobiano de solventes utilizados na diluição de extratos vegetais frente a bactéria Pseudomonas aeruginosa MÉTODO: Foram selecionadas dez diferentes soluções comumente utilizadas para diluir extratos vegetais em experimentos destinados a avaliar seus efeitos toxicológicos: Água destilada, Álcool (50%, 70%, 92%), Hexano P.A., Tween (20 e 80) e DMSO (1%, 50%, P.A.). O ensaio seguiu o procedimento do método de disco-difusão, no qual discos de papel filtro estéreis de 6 mm foram saturados com as soluções escolhidas. Após, esses discos foram deixados secar à temperatura ambiente por um período de 20 minutos e, posteriormente, dispostos em placas de Petri contendo o meio Mueller Hinton Ágar e a bactéria Pseudomonas aeruginosa. Como controle, o Clorafenicol (30 µg) foi empregado. As placas foram então incubadas em estufa B.O.D a 37°C por 24 horas, e a formação de halos de inibição foi subsequentemente examinada. RESULTADOS: Apenas o Tween 20 e o Antibiótico apresentaram halos de inibição. Conclusão: A escolha criteriosa do solvente a ser utilizado nos ensaios antimicrobianos podem maximizar a eficácia dos extratos vegetais, minimizando assim o desperdício de matéria-prima.
Palavras-chave: Agentes antimicrobianos; Extratos vegetais; Solventes.
[1] Discete do Curso de Bacharelado em Biotecnologia do Instituto de Saúde e Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas, Coari – AM. E-mail: [email protected].
[2] Discete do Curso de Bacharelado em Biotecnologia do Instituto de Saúde e Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas, Coari – AM. E-mail: [email protected].
[3] Docente do Curso de Bacharelado em Biotecnologia do Instituto de Saúde e Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas, Coari – AM. E-mail: [email protected].






