Criação De Protótipo Funcional Para Auxílio A Deficientes Visuais No Transporte Público

DOI: ESTE ARTIGO AINDA NÃO POSSUI DOI
SOLICITAR AGORA!
Rate this post
Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest
WhatsApp
Email

CONTEÚDO

ARTIGO ORIGINAL

COLARES, Richard Amora [1], LIMA, Lincoln Ferreira [2]

COLARES, Richard Amora. LIMA, Lincoln Ferreira. Criação De Protótipo Funcional Para Auxílio A Deficientes Visuais No Transporte Público. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 11, Vol. 01, pp. 174-184 Novembro de 2018. ISSN:2448-0959

RESUMO

Este trabalho tem como objetivo propor uma maneira de facilitar o acesso de deficientes visuais em transportes públicos, especificamente a frota de ônibus na cidade de Manaus. Através de um protótipo baseado em um microcontrolador Arduíno, o deficiente visual poderá solicitar um ônibus utilizando um teclado numérico em braile com sinais sonoros para acessibilidade, e enviará a informação para um Display de Cristal Líquido (LCD), responsável em informar aos motoristas dos coletivos quais linhas são solicitadas naquele ponto.

Palavras-Chave: Acessibilidade, Arduíno, Deficiente Visual, Transporte Público, Mobilidade.

1.0 INTRODUÇÃO

No contexto do transporte público brasileiro, observam-se características que expõem a desigualdade social no acesso aos serviços públicos em termos de acessibilidade e mobilidade. Cidadãos sem qualquer tipo de deficiência declarada tem fácil acesso a ônibus e outros serviços de transporte público, enquanto portadores de deficiência em geral sofrem com a falta de políticas públicas para garantir a equidade de direitos no que tange à acessibilidade e mobilidade urbana.

A utilização do transporte coletivo é um direito garantido por Lei Federal (LF). De acordo com JUSBRASIL (2012), a LF 12.587/12, que trata das diretrizes da mobilidade urbana, institui na seção II, Art. 5º, item III, a equidade no acesso dos cidadãos ao transporte público coletivo. Já no Art. 7º da mesma seção, item III, a LF define como um de seus objetivos: proporcionar melhoria nas condições urbanas da população no que se refere à acessibilidade e à mobilidade.

Segundo a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNPD, 2012), 24% da população brasileira possui algum tipo de deficiência. Somente no Amazonas, este número é de 22% (791.162 pessoas), sendo que os deficientes visuais respondem por 82% deste valor. Para estes indivíduos, uma tarefa simples como pegar um ônibus apresenta-se como um grande desafio.

Apesar de haver trabalhos sendo desenvolvidos para tornar o transporte público mais eficiente e “inteligente”, como no caso de Bordin (2007) e Kintschner (2017), eles não são direcionados para sanar questões de acessibilidade a pessoas com deficiência visual. Melo e Netto (2014) abordam a necessidade de um dispositivo de sinalização entre os deficientes visuais e o motorista de ônibus para facilitar o acesso dos PDVs ao coletivo, porém a pesquisa restringiu-se aos aspectos teóricos e simulações de computador, não gerando um protótipo funcional.

Diante deste quadro, foi escolhido como foco deste Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) o desenvolvimento de um protótipo de dispositivo capaz de auxiliar os PDVs a solicitarem ônibus em pontos especiais sem o auxílio de outras pessoas, por meio de um teclado adaptado a linguagem Braille capaz de emitir sinais sonoros, que informa em um painel o ônibus requerido pelo usuário. A partir daí o motorista do ônibus, ao aproximar-se do ponto, saberá que no local há um PDV esperando por ele. Esta possível solução visa criar independência e garantir maior acessibilidade e mobilidade aos cidadãos usuários do transporte coletivo de Manaus.

2.0 OBJETIVOS

2.1 OBJETIVO GERAL

Propor uma possível solução para facilitar a acessibilidade de pessoas com deficiência visual no transporte público da cidade de Manaus.

2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  1. Encontrar pesquisas relacionadas às dificuldades de acesso ao transporte público por deficientes visuais;
  2. Elaborar um storyboard (roteiro em sequência cronológica) que demonstrará de maneira empírica o funcionamento do protótipo;
  3. Desenhar em uma plataforma web o circuito eletrônico que será utilizado no protótipo;
  4. Construir o protótipo em escala miniaturizada para demonstrar suas funcionalidades;
  5. Demonstrar o funcionamento do protótipo para um grupo de teste;
  6. Coletar as avaliações do grupo de teste por meio de um questionário.

3.0 REFERENCIAL TEÓRICO

3.1 CONTEXTO DA DEFICIÊNCIA VISUAL NO BRASIL

A deficiência visual, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) (2018), por meio da Classificação Internacional de Doenças (CID) e com a Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF), pode ser classificada em quatro níveis: visão normal, deficiência visual moderada e grave (comumente agrupadas sob o termo “baixa visão”), e a cegueira total ou nula. Para este trabalho, serão considerados PDVs os portadores de baixa visão e cegueira total.

Segundo Silveira e Dischinger (2017), pesquisas realizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2010 estimam que no Brasil a quantidade de indivíduos com cegueira total e baixa visão serão mais de 5 milhões em 2020. Para essas pessoas, os sentidos remanescentes que envolvem percepções não visuais, como a audição, tato, olfato, paladar, cinestesia, memória muscular e sentido vestibular tornam-se necessários, e junto com eles, a aplicação de tecnologias baseadas nesses sentidos torna-se essencial.

3.2 MOBILIDADE E ACESSIBILIDADE

JUSBRASIL (2012) define Acessibilidade como a facilidade que possibilite a todas as pessoas autonomia nos deslocamentos desejados, conforme legislação em vigor. Para a Associação Brasileira de Normas Ténicas (ABNT) (2015), através da NBR 9050:2004, a acessibilidade é definida como: “(…) possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para utilização com segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, elementos e equipamento urbano”.

Já Mobilidade é definida na mesma lei como a condição em que são realizados os deslocamentos de pessoas e cargas no espaço urbano. Para Aguiar (2010), a mobilidade é a capacidade do indivíduo em se deslocar de um ponto a outro, utilizando meios de transporte disponíveis.

3.3 PESQUISAS REALIZADAS COM DEFICIENTES VISUAIS

Este trabalho se baseará em pesquisas realizadas por diversos autores a fim de obter impressões e opiniões de PDVs sobre o transporte público em todo o Brasil. Silveira e Dischinger (2017) destacam a dificuldade dos entrevistados em identificar o ônibus corretamente quando estes param no ponto de ônibus. A ausência de informações sonoras também dificulta o acesso dos PDVs ao transporte público.

Conforme os autores, que realizaram uma pesquisa com 2.337 entrevistados, a necessidade de informações táteis ou sonoras para deficientes visuais em pontos de ônibus foi considerada “muito importante” para 72%, sendo que 514 respondentes afirmaram que devido à falta de informações disponíveis, precisam se deslocar pedindo ajuda a outros pedestres ou aos próprios motoristas de ônibus.

3.4 TECNOLOGIAS DE AUXÍLIO A DEFICIENTES VISUAIS

Uma das possíveis soluções para que deficientes visuais adquiram independência na hora de chamarem um ônibus foi desenvolvido na cidade de São Carlos, em São Paulo. Bianchi (2014) identificou o projeto Bus Alert, desenvolvido pelo grupo Criar, que é capaz de avisar por meio de aplicativo de celular de maneira visual e sonora que o ônibus está se aproximando do ponto de parada. Este sistema se baseia na localização do ônibus via GPS para saber se ele está próximo ou não.

Dentre outras opções, o autor também destaca o DPS2000, desenvolvido pela Universidade Federal de Minas Gerais, no qual o usuário utiliza um transmissor onde ele cadastra as linhas de ônibus de interesse. Quando chega ao ponto de embarque, o usuário escolhe a linha e, caso o ônibus chegue a 100 metros do dispositivo, um sinal sonoro é acionado tanto no dispositivo quanto no ônibus.

3.5 ARDUÍNO

Para a construção do protótipo, será utilizado um controlador Arduíno, que é um dispositivo open source (aberto aos desenvolvedores) de fácil utilização tanto do hardware quanto do software. Para controlar seus componentes, é necessário utilizar a linguagem apropriada para o Arduíno por meio da IDE Arduíno.

Inicialmente idealizada para permitir a fácil prototipação de projetos, o crescente interesse dos estudantes, artistas, programadores e profissionais fez com que a plataforma evoluísse para oferecer placas simples de 8 bits, dispositivos para impressão 3D, Internet das Coisas e sistemas embarcados.

3.5.1 TECLADO MATRICIAL (KEYPAD) 4X4

Em conjunto com a placa de Arduíno, será utilizado um teclado matricial 4×4 de 16 botões, capaz de inserir números de 0 a 9, letras de ‘A’ a ‘D’ e dois caracteres especiais: ‘*’ e ‘#’. Conforme Thomsen (2014), o teclado matricial é conectado a placa Arduíno via 8 pinos que simulam as linhas e colunas do teclado. Por meio dele serão inseridos os dados que serão calculados no código da placa e exibidos na tela de LCD.

3.5.2 TELA DE CRISTAL LÍQUIDO OU LCD (LIQUID CRYSTAL DISPLAY)

Segundo Fritzen (2013), trata-se de um display LCD de 2 linhas e 16 caracteres por linha, também conhecido como display 16×2. Para conectá-lo ao Arduíno, são necessárias normalmente 12 conexões, o que pode ocupar bastante espaço na placa do microcontrolador. Para reduzir essa quantidade, utiliza-se em conjunto um módulo chamado de I2C. De acordo com Arduíno e Cia (2014), ao conecta-lo ao display de LCD, passam a ser necessárias apenas 4 portas da placa Arduíno para fazê-lo funcionar.

4.0 METODOLOGIA

Inicialmente, foi realizada uma pesquisa documental para avaliar as necessidades de deficientes visuais em diversas cidades do Brasil. A partir dessas informações, foram selecionadas as experiências que mais se identificavam com as condições do transporte público da cidade de Manaus. Através dessa correlação, foram definidos os objetivos gerais e específicos da pesquisa e o problema a ser tratado por este artigo. A solução proposta está exemplificada pela figura 2.

Figura 1. Storyboard.

E:\tcc artigos 2\Imagem1.png
Autor: Cezar Souza.

A partir das experiências relatadas pelos PDVs em identificar e sinalizar para os ônibus, decidiu-se pela construção de um protótipo de dispositivo que auxilie os indivíduos com deficiência visual. Inicialmente, o deficiente visual desloca-se até o Ponto de Acesso Especial (PAE), onde há um teclado numérico em braile que permite que ele digite o número da linha de seu interesse. Cada número digitado é informado também via áudio. Após clicar em confirmar, o número aparecerá em um painel mostrador que ficará visível para todos os motoristas de ônibus que trafegam naquela rua. Dessa forma, o motorista da linha desejada terá condições de saber que naquele ponto há pelo menos um passageiro aguardando sua chegada.

Para a avaliação dos resultados, será reunido um grupo de dezesseis indivíduos com diferentes graus de deficiência visual. O grupo utilizará as funções do protótipo e avaliará por meio de um questionário as seguintes questões:

  1. Questão um: Você considera este estudo relevante para a acessibilidade e mobilidade de deficientes visuais na cidade de Manaus?
  2. Questão dois: Você considera este protótipo uma possível solução para a acessibilidade de deficientes visuais no transporte público na cidade de Manaus?
  3. Questão três: Sugira melhorias que podem ser implementadas no protótipo.

4.1 PRÉ-REQUISITOS DO DISPOSITIVO

Para que o protótipo a ser construído torne-se uma solução adequada o problema existente, foram levadas em conta questões como: fácil manutenção, segurança, depredação dos bens públicos, acessibilidade e mobilidade. Em seguida, foram definidos critérios para a construção do protótipo, listados no tópico a seguir.

  1. O protótipo será constituído de duas partes: um teclado numérico em braile com caixa de som para saída de áudio; e um painel localizado em ponto alto para visualização pelos motoristas;
  2. O teclado e o painel serão controlados por uma placa Arduíno;
  3. Este dispositivo será instalado em cruzamentos que possuam semáforo de pedestres com sinal sonoro para travessia, que serão chamados de Pontos de Acesso Especial (PAE). Não se recomenda sua instalação em pontos de ônibus tradicionais.

4.2 MATERIAIS

Com a definição do escopo do trabalho, foram selecionados os materiais necessários para a confecção do mesmo. O dispositivo será construído utilizando um microcontrolador Arduíno e componentes relacionados à plataforma, conforme a tabela 1.

Tabela 1. Componentes utilizados na construção do protótipo. Fonte: próprio autor.

Materiais Quantidade
Placa Arduino 1
Display LCD 16×2 1
Keypad Matricial 4×4 1
Módulo I2C 1
Caixa de Som 1
Jumpers para conexões 12

Table 1. Components used in the prototype´s construction. Font: author himself.

Materials Quantity
Arduino Board 1
Display LCD 16×2 1
Matrix Keypad 4×4 1
I2C Module 1
Sound Output 1
Jumpers 12

 

4.3 CIRCUITO ESQUEMÁTICO

O circuito da Figura 3 foi elaborado pelo software Fritzing, capaz de elaborar circuitos de Arduino complexos, porém de fácil entendimento. O teclado matricial será conectado dos pinos 1 a 8 nas portas 2 a 9 da placa arduino. O LCD 16×2 é conectado à interface I2C, que por sua vez é conectado nas portas analógicas 4 e 5, e nas portas 5V e GND.

Figura 2. Circuito Arduino.

Fonte: Próprio Autor.

5.0 RESULTADOS E DISCUSSÃO

Seguindo as especificações mencionadas no capítulo 3 deste trabalho, o protótipo foi montado e colocado sobre uma maquete para simular uma rua com faixa de pedestres e um poste onde será afixado o dispositivo, conforme a Figura 4.

Para a avaliação do dispositivo, foram selecionadas dezesseis pessoas com diferentes graus de deficiência visual. Cada uma utilizou o equipamento pelo menos uma vez e respondeu ao questionário de avaliação.

Quanto à relevância do estudo, todos os dezesseis participantes declararam que o trabalho apresenta um estudo relevante para a questão da acessibilidade na cidade de Manaus. Desses, 31,25% dos respondentes afirmam ser a primeira vez que tem conhecimento de estudos realizados nessa área na cidade, enquanto 50% acrescentam que não há interesse da sociedade em resolver problemas como esse.

Quanto à percepção de solução, 100% dos indivíduos consideraram que o trabalho apresentou uma solução criativa e eficiente para o problema da acessibilidade e mobilidade na cidade de Manaus. No entanto, apenas 40% declararam estarem totalmente satisfeitos com a solução, enquanto 60% sugeriram adições ao projeto para aprimorá-lo.

Figura 3. Protótipo montado.

Fonte: Próprio Autor

Nove dos dezesseis participantes, ou 56,25%, sugeriram melhorias que podem ser realizadas para aprimorar a experiência do usuário e aumentar a satisfação com o protótipo. As solicitações mais recorrentes foram:

  1. Sinais sonoros e comunicação via GPS: cinco respondentes sugeriram fazer com que o protótipo anuncie a chegada do ônibus e informe a que distância o veículo está do ponto, por meio de sinais sonoros e monitoramento via GPS;
  2. Informações em tempo real: quatro respondentes sugeriram informar ao pedestre os ônibus que passam por aquele determinado ponto, por meio de um aplicativo ou painéis visuais e sonoros no local.

6.0 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este trabalho demonstrou que a tecnologia dos microcontroladores, especialmente o Arduino, pode ser aplicada para encontrar soluções urbanas para problemas como a acessibilidade e mobilidade, e que há muitos caminhos para serem explorados a partir do protótipo que foi desenvolvido neste trabalho.

Dentre esses caminhos, a melhoria imediata do dispositivo poderá se dar a partir da criação e inserção de uma biblioteca de voz em português para o Arduino. Além disso, a integração entre o GPS dos ônibus com tecnologias de localização a serem instaladas no dispositivo com o intuito de criar um sistema de transporte público acessível não apenas para deficientes visuais, mas para seus usuários como um todo.

Tais melhorias podem ser implementadas de maneira eficiente caso sejam retiradas restrições que se aplicaram a este trabalho, como a quantidade de pessoas envolvidas no projeto e a falta de aporte financeiro. A questão do tempo disponível para a realização do trabalho também pode ser considerada, uma vez que componentes necessários para implementar as melhorias precisam ser adquiridos pela internet e tem prazos de entrega longos, de trinta dias ou até mais.

A partir dos resultados, conclui-se então que não só a pesquisa realizada foi relevante, como há muito mais a ser feito no campo da acessibilidade e mobilidade, que poderão render à comunidade acadêmica pesquisas de alto nível e à sociedade em geral soluções práticas para seus problemas.

REFERÊNCIAS

AGUIAR, Fabíola de Oliveira. (2010) Acessibilidade Relativa dos Espaços Urbanos para Pedestres com Restrições de Mobilidade. Tese Doutorado em Ciências. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Transportes, Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo, São Paulo – SP. Disponível em: < www.teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18144/tde-21042010-193924/publico/tese.pdf> último acesso em: 22/10/2018.

ARDUINO E CIA. Como utilizar o módulo I2C com display LCD. Arduino e Cia. Publicado em 16/12/2014. Disponível em: <https://www.arduinoecia.com.br/2014/12/ modulo-i2c-display-16×2-arduino .html> último acesso em: 22/10/2018.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉNICAS – ABNT. NBR 9050:2015: Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. 3º Edição. 2015. Disponível em: <http://www.ufpb.br/cia/contents/manuais/abnt-nbr9050-edicao-2015.pdf> Último acesso em: 18/10/2018.

BIANCHI, Evaldo Augusto. (2014) Sistema para controle de frotas do transporte coletivo com acessibilidade para deficientes visuais. Trabalho de Conclusão de Curso. Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Campus Pato Branco. Pato Branco – PR.

BORDIN, Estefânia Quirla. Balassiano, Ronaldo. Terminais Inteligentes como Alternativa para Redução do Consumo Energético em Centros Urbanos. V Rio de Transportes. 21 e 22 de junho de 2007. PET/COPPE/UFRJ, Rio de Janeiro – RJ.

FRITZEN, Clovis. Como ligar um display LCD 16×2 com Arduino. FritzenLab. Disponível em: <https://www.arduinoecia.com.br/2013/08/arduino-shield-lcd-16×2-com-keypad.html> útimo acesso em: 22/10/2018.

JUSBRASIL. Lei nº 12.587, de 3 de janeiro de 2012. Disponível em: <http://www2. camara.leg.br/legin/fed/lei/2012/lei-12587-3-janeiro-2012-612248-normaatua lizada-pl.pdf> Último acesso em: 18/10/2018.

KINTCHNER, M. (2017) Parada de Ônibus Inteligente: Uma Aplicação para Cidades Inteligentes Baseado no Conceito de Web das Coisas. Trabalho de Conclusão da Graduação. Lume Repositório Digital, 2017. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) – RS. Disponível em: <https://lume.ufrgs.br/handle/10183/169064> Último acesso em: 22/10/2018.

MELO, Tamara. NETTO, Nelson Martins de Almeida. Sinalizador eletrônico para indicação de paradas de ônibus reutilizando lixo tecnológico na sua concepção. Novos Saberes, Jaraguá do Sul, 1º Edição, Volume 1, p. 32-54. Centro Universitário Católica de Santa Catarina – Jaraguá do Sul – SC, 2014.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE – OMS. Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados a Saúde – CID. Disponível em: <www.cid10.com.br> Último Acesso em: 22/10/2018.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE – OMS. Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde – CIF. Direção Geral da Saúde: Lisboa, 2004. Disponível em: <http://biblioteca.cofen.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/CLAS SIFICACAO-INTERNACIONAL-DE-FUNCIONALIDADE-CIF-OMS.pdf> Último acesso em: 22/10/2018.

SILVEIRA, Carolina Stolf. DISCHINGER, Marta. Orientation and Mobility of visually impaired people using public transport: talks with a national focus group. Revista Projetar, vol.2, n. 03, p. 124-134. Dezembro de 2017. POSARQ-UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina.

SNPD. Cartilha do Censo 2010 – Pessoas com Deficiência. Coordenação Geral do Sistema de Informações sobre a Pessoa com Deficiência.1º Edição. Brasília: SDH-PR/SNPD, 36 páginas. 2012. Disponível em: <http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/pub licacoes/cartilha-do-censo-2010-pessoas-com-deficiencia>. Último acesso em: 22/10/2018.

THOMSEN, Adilson. Como usar o teclado Matricial 4×4 com Arduino. FilipeFlop. Publicado em 17/07/2014. Disponível em: <https://www.filipeflop.com/blog/teclado-matricial-4×4-arduino/> Último acesso em: 22/10/2018.

[1] Graduando de Engenharia da Computação.

[2] Professor Orientador da Coordenação de Engenharia da Computação – Uninorte Laureate Manaus.

Enviado: Novembro, 2018

Aprovado: Dezembro, 2018

Rate this post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

DOWNLOAD PDF
RC: 23542
POXA QUE TRISTE!😥

Este Artigo ainda não possui registro DOI, sem ele não podemos calcular as Citações!

Solicitar Registro DOI
Pesquisar por categoria…
Este anúncio ajuda a manter a Educação gratuita
WeCreativez WhatsApp Support
Temos uma equipe de suporte avançado. Entre em contato conosco!
👋 Olá, Precisa de ajuda para enviar um Artigo Científico?