Potencialidades e perspectivas da utilização do estudo de casos na formação de professores de Química

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ARTIGO ORIGINAL

OLIVEIRA, Eleilde de Sousa [1], SOUSA, Janyeid Karla Castro [2], SANTOS, José Ribamar Nascimento dos [3], MARQUES, Raissa Ferreira [4], DIAS, Luciana Cutrim [5], PINHEIRO, Helilma de Andréa [6], SILVA, Márcia Matos da [7]

OLIVEIRA, Eleilde de Sousa. Et al. Potencialidades e perspectivas da utilização do estudo de casos na formação de professores de Química. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 05, Ed. 08, Vol. 07, pp. 29-37. Agosto de 2020. ISSN: 2448-0959, Link de acesso: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/educacao/estudo-de-casos

RESUMO

Existem diversos estudos que evidenciam o caráter diagnóstico da avaliação educacional e seu impacto no planejamento pedagógico. Essa etapa da prática docente muitas vezes é resumida à aplicação de provas na tentativa de quantificar o desempenho do aluno de forma conclusiva. Nesse sentido, o presente trabalho tem como objetivo ponderar as potencialidades e perspectivas da utilização do estudo de casos dentro da formação de professores de Química. Trata-se, portanto, de um estudo teórico que visa apresentar ao leitor uma visão dinâmica dos conceitos, finalidades e aplicações da metodologia em questão. As considerações apresentadas nesse esboço teórico, considerou o estudo de caso como um método diferenciado de avaliação, uma vez que, a metodologia de estudo de caso contempla a aplicação do conhecimento científico/teórico para resolução de problemas. Tais características tornam o estudo de caso uma metodologia atrativa para avaliação educacional, inclusive no contexto da formação de professores de Química.

Palavras chave: Avaliação educacional, estudo de casos, formação de professores.

1. ASPECTOS GERAIS DO ESTUDO DE CASO

Nas escolas brasileiras, a avaliação está centrada principalmente no desempenho quantitativo dos alunos, na maioria das vezes por meio de aplicação de provas objetivas. Essas avaliações voltadas apenas para números reforça no aluno a busca somente pela nota, desconsiderando, assim, o valor da aprendizagem. Por estes motivos, existe a necessidade de mudar a cultura da nota e buscar a valorização do processo de aprender. Para tal, se faz necessária a redefinição do conceito de prova, passando então, a ser avaliação todo meio capaz de apresentar evidencias de aprendizagens ou de não aprendizagens.

Segundo Romão (2005), a concepção de avaliação qualitativa, diagnóstica, permanente, que valoriza os ritmos pessoais, é fundamental nos pontos de partida e na trajetória do itinerário pedagógico de cada aluno, porém a concepção quantitativa, classificatória, relacionada a padrões de qualidade e desempenho universalmente aceitos é essencial nos pontos de chegada.

A avaliação é, portanto, uma ferramenta de diagnóstico, uma vez que tanto aluno quanto professor são avaliados nesse processo. O aluno é avaliado pelo professor e o professor é avaliado pelo desempenho do aluno ao longo da disciplina. Parte-se então da definição de que a avaliação “é um juízo de qualidade sobre dados relevantes para uma tomada de decisão” (LUCKESI, 2009, p. 69).

Segundo Tyler (1976), avaliação possui o papel fundamental de investigar até onde os objetivos educacionais propostos estão sendo atingidos pelas práticas pedagógicas e pelo currículo, em outros termos, a averiguação do alcance em que mudanças comportamentais estão ocorrendo (TYLER, 1976).

A formação de professores de Química e de ciências encontra um grande desafio que é formar professores capazes de ensinar aos alunos a interação existente entre o conhecimento e conceitos técnicos/científicos com o cotidiano desses alunos, de modo a construírem um conhecimento sólido e pautados em métodos de avaliação não só através de uma prova quantitativa, mas também através das habilidades que esse aluno possa ter de fazer um julgamento crítico sobre assunto dado em sala de aula.

Geralmente nas escolas os conceitos de Química são apresentados aos alunos de forma que não estabelecem relação com o contexto social nem tecnológico, também não estabelecem relações com suas origens científicas. Nesse sentido, o Ensino de Química é perpassado por diversos entraves e provocações, dentre as quais, disparidade entre a comunidade científica e a realidade do contexto escolar, fato este que afeta diretamente o processo de ensino- aprendizagem.  Por outro lado, existem tentativas bem-sucedidas de aproximar conceitos científicos com a Química que é dada em sala de aula, através de analogias, contextualização, experimentação e uso do cotidiano para o ensino desta ciência.

Muitas vezes a propagação de metáforas e analogias que deveriam ter um papel fundamental para o ensino de ciências têm sido apresentadas de forma errônea e ao invés de criar uma ligação entre o conteúdo e a realidade do aluno, produz um rompimento com o senso comum cotidiano e resulta em distorções do conhecimento científico. Atrelado a isto, os docentes formados, na maioria das vezes, têm vivências muito diferentes daquelas que encontrarão em sala de aula, portanto, eles não tiveram a oportunidade de pensar sobre sua própria pratica docente enquanto ‘‘professor/licenciando’’ e foram direto para a fase ‘‘ser professor’’.

Nesse sentido, o método do estudo de casos vem se destacando como uma estratégia no que tange à aprendizagem teórico/prático dentro da formação de professores e também em diversas outras áreas, como área médica, por exemplo. O estudo de caso permite aos licenciandos a oportunidade de vivenciar a aprendizagem de diversos assuntos, principalmente aprendizagem científica. Através desta metodologia, os graduandos descobrem a linguagem e os conceitos científicos e os aplicam em situações complexas em diferentes realidades, o que o matutará para suas ações e práticas como futuro docente.

O estudo de caso caracteriza-se por ser um método de pesquisa que emprega, na maioria das vezes, dados qualitativos, colhidos a partir de acontecimentos reais, objetivando explorar ou descrever elementos ou fenômenos contemporâneos dentro do seu próprio contexto (EISENHARDT, 1989; YIN, 2009).

Dentro do contexto educacional, os estudos de caso surgem em manuais de metodologia de pesquisa datados das décadas de 60 e 70, porém sob viés bem restrito: estudo explicativo de um fenômeno unitário, seja ele um professor, uma escola, uma sala de aula, um grupo de alunos. Adentro desses manuais, o estudo de caso era inserido, geralmente nos moldes pré-experimentais de pesquisa, com o único objetivo de exploração preliminar de uma temática, ou seja, destinava-se a alçar subsídios elementais, hipóteses, teorias e informações para futuros estudos (ISAAC, 1974).

Embora existam críticas, a metodologia vem ganhando notoriedade crescente: o interesse pelos métodos empíricos vem aumentando devido à necessidade de incorporar dados reais às pesquisas e, com isto, obter resultados mais efetivos (ELLRAM, 1996). Ademais, o estudo de caso é pertinente no sentido de averiguar novos conceitos e também para examinar como informações e dados de uma teoria são aplicados e utilizados na prática (YIN, 2009).

Segundo Stake (1994), o estudo de caso não é uma mera escolha de uma metodologia, mas sim a escolha do objeto a ser examinado. Seguindo a linha de pensamento do autor, corrobora-se que o mais importante no estudo de caso é o conhecimento adquirido ao se analisar a problemática dentro da teoria estudada.

Merriam (1988), fez um copilado de diversos estudos de casos de diferentes autores, e chegou à conclusão de que existem quatro particularidades que são fundamentais em um estudo de caso qualitativo. São elas: particularidade, descrição, heurística e indução. E ela explica cada uma delas (MERRIAM, 1988):

a) Particularidade constitui um estudo de caso que enfatiza uma circunstância, um algoritmo ou um fenômeno particular. Ou seja, essa caraterística significa que o fenômeno estudado no caso possui relevância, tanto pelo que representa, quanto pela problemática que revela;

b) Descrição denota que o resultado de um estudo de caso é uma descrição sobrecarregada do fenômeno ou objeto de estudo. Para Guba e Lincoln (1985, p. 119), descrição pode ser definida como: “interpretação do sentido de dados demográficos e descritivos em termos de normas e costumes culturais, valores da comunidade, atitudes e noções profundamente estabelecidas e assim por diante”;

c) Heurística significa que os estudos de caso iluminam a compreensão do leitor sobre o fenômeno estudado. Nas palavras de Stake (apud MERRIAN, 1988) “Espera-se que relações e variáveis desconhecidas emerjam dos estudos de caso, levando a repensar o fenômeno investigado”;

d) Indução significa que em grande parte, os estudos de caso se baseiam na lógica indutiva. Indução implica em “Descoberta de novas relações, conceitos, compreensão, mais do que verificação ou hipótese pré-definida caracteriza o estudo de caso qualitativo” (MERRIAM, 1988, p. 13)

Segundo Stake (1995), o estudo de caso pode ser concebido de três tipos diferentes, os quais não atendem somente a interesses distintos, mas ao mesmo tempo podem demandar orientações metodológicas diferentes. Para Stake, tal abordagem é definida como estudo de caso intrínseco, no qual o pesquisador/observador tem um interesse particular naquele caso especifico.

2. COMO É A METODOLOGIA DO ESTUDO DE CASO?

A metodologia de estudo de caso ainda é pouco aplicada dentro dos cursos de graduação e pós-graduação. Embora o uso estudo de caso tenha crescido nas últimas décadas, nos cursos de licenciatura em Química esta metodologia é usada de forma bastante tímida ainda. A aplicação do estudo de caso, passa inicialmente, por um esboço afim de delimitar a pesquisa a qual o estudo será aplicado. A etapa seguinte é composta pela coleta de dados e armazenamento de informações pertinentes ao caso referido. A fase seguinte é a aplicação das informações adquiridas nas etapas anteriores para a elucidação do caso. O desfecho final se dá pela elaboração dos relatórios da pesquisa.

Herreid (1998) e Sá (2010) corroboram com a prerrogativa de que para a elaboração adequada de um estudo de caso nos cursos de ciências naturais, sobretudo no ensino de Química, se faz necessário a demarcação dos seguintes aspectos (HERREID, 1998; SÁ, 2010):

a) Ter utilidade pedagógica – nesse sentido, o estudo de caso precisa ter utilidade para os estudantes e para o curso, tendo a finalidade de contribuir para o processo de ensino-aprendizagem;

b) Possuir relevância para o leitor – os casos escolhidos pelos professores precisam estar de acordo com a realidade vivenciada pelos alunos, uma vez que isso pode contribuir para o envolvimento dos mesmos no sentido de estudo e empenho na resolução do caso;

c) Despertar interesse pela questão – um bom estudo de caso deve proporcionar uma contextura, um suspense, em outras palavras, o caso deve apresentar uma questão a ser resolvida pelos alunos;

d) Ser atual – o estudo de caso precisa debater de temas atuais, que possuam relevância para a sociedade, além de conter elementos que despertem o interesse do aluno pelo tema;

e) Ser conciso – os casos necessitam ser extensos o suficiente para inserir um acontecimento e alcançar os objetivos finais, porém não deve entediar o leitor;

f) Provocar um conflito – um bom estudo de caso deve possuir um dilema ou algum elemento que seja controverso;

g) Criar empatia com os personagens principais – os personagens centrais da história apresentada no estudo de caso precisam oferecer as características que cativem a empatia dos alunos;

h) Forçar uma decisão – a resolução do caso deve conter uma problemática que tenha uma eminencia em sua resolução;

i) Possuir generalizações – o caso deve conter uma aplicação generalizada, ou seja, deve  se sobrepor a mera curiosidade do leitor;

j) Narrar uma história – um bom estudo de caso deve contar com uma narrativa que tenha um desfecho final;

k) Incluir citações – as citações constituem-se como uma forma de envolver o leitor.

Como visto, o estudo de caso precisa conter algumas peculiaridades para que os alunos sejam envolvidos na narrativa e se empenhem na resolução da problemática apresentada, afim de atingir um objetivo final que é a aprendizagem.

3. APLICANDO O ESTUDO DE CASO NA PRÁTICA

Vamos seguir um exemplo de aplicação de um estudo de caso que abrange grande parte das recomendações supracitadas. Este estudo de caso foi extraído de Sá (2010, p. 19): 

Ameaça nos laranjais

Aproximadamente há três anos, em laranjais do município mineiro de Comendador Gomes, a poucos quilômetros da divisa com São Paulo, foi identificada pela primeira vez uma estranha doença, de origem misteriosa, que aniquila uma laranjeira em algumas semanas e, atualmente, representa a maior ameaça para a citricultura do estado de São Paulo e Sul de Minas Gerais.

Alfredo sempre morou e estudou em Barretos, onde concluiu o ensino médio juntamente com alguns amigos de infância. Depois de tantos anos estudando juntos, finalmente a separação foi inevitável. Alfredo prestou vestibular para Odontologia na UNESP de Araraquara e George para Letras, na mesma universidade. Fernando, Solange, Fabiana e Milena optaram por Química na USP de São Carlos.

Ao visitar a família no feriado, Alfredo tomou conhecimento de coisas estranhas que que ocorriam por lá. Logo ao amanhecer, ao tomar café, seus pais, Joaquim e Dona Cecília lhe contaram que estava acontecendo.

– Filho, os laranjais das nossas terras estão com uma misteriosa doença, perderam as folhas, que estão ficando sem brilho e algumas até já morreram. Estamos preocupados já que necessitamos da renda que vem desses laranjais, inclusive para manter você na universidade.

– Pai eu não entendo nada de agricultura, mas posso pedir ajuda aos meus amigos que estão morando em São Carlos. Eles estudam Química e talvez possam nos ajudara eliminar o problema que afeta os laranjais. Eles não vieram para casa nesse feriado, e ainda estão sem telefone, mas posso escrever uma carta e contar a eles o nosso problema. Vou fazer isso agora mesmo.

Barretos, 07 de setembro de 2004.

Olá, queridos amigos,

Como é grande a saudade que sinto de vocês! Não nos vemos há muito tempo. Achei que vocês voltariam para casa nesse feriado.

Eu preciso de ajuda. Os nossos laranjais estão com uma misteriosa doença. As folhas perderam o brilho, acabam por cair, algumas árvores até já morreram. Parece que isso também tem acontecido em regiões aqui por perto.

Gostaria de pedir a ajuda de vocês no sentido de nos orientar sobre como devemos proceder, pois creio que devam existir pesquisas na área da Química que possam me auxiliar sobre o caso.

Mamãe está mandando um abraço para todos vocês. Espero reencontrá-los em breve.

Alfredo.

Fonte: (SÁ, 2010, p. 19)

Em uma breve análise do caso apresentado, podemos identificar que ele possui uma problemática definida, formatada sob uma narrativa que possui elementos que prendem a atenção no instante que chama a atenção para o conflito da doença dos laranjais. Esse caso exige uma proposta de solução e tem utilidade pedagógica ao atingir temas situados na Química e pertinentes ao Ensino.

A aplicação do estudo de casos constitui uma prática diferenciada e eficiente no sentido de que o professor poderá avaliar o aluno pela sua tomada de decisão, onde este deverá demonstrar um conhecimento prévio sobre o assunto e correlacioná-lo com os conhecimentos em diversas áreas da Química, afim de solucionar a problemática apresentada e atingir os objetivos educacionais propostos.

Um estudo de caso pode ser elaborado a partir de muitos meios e fontes, tais como artigos de divulgação científica, artigos jornalísticos com temáticas afins, ou até mesmo filmes comerciais.

Trabalhando artigos, é possível aproximar a linguagem cientifica e elementos como tabelas, diagramas e jargões científicos dos alunos. Com artigos jornalísticos ou filmes comerciais é possível incorporar temas transversais permitindo que o aluno reflita e relacione essas discussões ao contexto geral da disciplina.

Selecionando cuidadosamente a problemática do caso, é possível trazer um viés interdisciplinar à proposta, ao delinear uma série de conhecimentos de fundo de disciplinas distintas para uma possível resolução, ou mesmo atingir algum elemento cultural presente no gosto dos alunos, tornando a aula, de um modo geral, mais contextualizada e interessante.

A prática de estudo de casos procura desenvolver e avaliar habilidades na medida em que as situações problema exigem estratégias bem definidas de soluções. Também é versátil, pois pode-se trabalhar isso no contexto de atividades individual, ou em grupos com posterior debate para defesa da melhor proposta de solução.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A aplicação da metodologia do Estudo de Casos como avaliação na formação de professores de Química constitui uma alternativa diferenciada pertinente ao promover uma realocação da compreensão da forma tradicional de avaliação- firmada apenas no ato de conferir uma nota- para uma avaliação mais abrangente e completa do processo de ensino-aprendizagem, pautada em confrontar o conhecimento obtido nas aulas em situações bem contextualizadas e problematizadas. A prática não deixa de lado a viés diagnóstica da avaliação, uma vez que o professor procure utilizar os resultados de forma a causar um certo impacto no constante replanejamento da disciplina.

O estudo de casos oferece em seu planejamento e aplicação uma versatilidade considerável, podendo ser direcionado para a discussão de temas transversais, interdisciplinaridade, ou mesmo uma contextualização especialmente centrada em um elemento cultural presente no arcabouço do alunado, pela inspiração de um caso de um artigo jornalístico ou filme comercial do interesse do aluno.

Acreditamos que a utilização de metodologias diferenciadas como estudo de casos pode oportunizar a formação de um docente mais aberto à novas ideias, distanciando o tradicionalismo acomodado da prática docente oferecendo como alternativas.

REFERÊNCIAS

EISENHARDT, K.M. Building theories form case study research. Academy of Management Review, v. 14 n. 4,1989.

ELLRAM, L. The use of the case study method in logistics research. Journal of Business Logistics, v. 17, n. 2, 1996.

LINCOLN, Y.; GUBA, E. G. Naturalistic Inquiry.Newbury Park, CA, SAGE, 1985.

LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar. 20. Ed. São Paulo: cortez, 2009.

MERRIAN, S. B. Case Study Rcsearch in Education. San Francisco: Jossey Bass, 1988.

ROMÃO, J. E. Avaliação dialógica: desafios e perspectivas. 6. Ed. São Paulo: Cortez, 2005.

STAKE, E.E. The Case Study Method in Social Inquiry. Educational Researcher, v. 7, n. 2, 1978.

TYLER, R. W. Princípios básicos de currículo e ensino. Porto Alegre: Globo, 1976.

YIN, R.K. Case study research, design and methods (applied social research methods). Thousand Oaks. California: Sage Publications, 2009.

SÁ, L. P.; QUEIROZ, S. L. Estudo de casos no Ensino de Química. Campinas: Editora Átomo, 2010.

[1] Mestranda em Química- UFMA; Especialista em Gestão Educacional e Escolar- UEMA; licenciada em Química- IFMA.

[2] Doutora em Química- UFP.

[3] Doutorando em Biodiversidade e Biotecnologia- Bionorte/UFMA.

[4] Graduada em Química Industrial- UFMA.

[5] Mestra em Química- UFMA.

[6] Doutoranda em Biodiversidade e Biotecnologia- Bionorte/UFMA.

[7] Mestranda em Química- UFG.

Enviado: Julho, 2020.

Aprovado: Agosto, 2020.

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