Avaliação de Dificuldades para Recuperação do Setor Sucroenergético no Estado de Alagoas

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CONTEÚDO

SILVA, Alex Aguiar da [1], CASTRO, Carlos Henrique de [2], FERNANDES, Luis Cláudio de Ávila Trani [3]

SILVA, Alex Aguiar da; et.al. Avaliação de Dificuldades para Recuperação do Setor Sucroenergético no Estado de Alagoas. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 06, Vol. 03, pp. 23-31, Junho de 2018. ISSN:2448-0959

Resumo

O setor sucroenergético sempre foi um dos grandes geradores de emprego no Estado de Alagoas. A crise porque passa o setor, seja pela grande escassez hídrica ou pelos preços no mercado do açúcar e do etanol, vem causando fechamento de algumas unidades ou a migração de grandes grupos para outros Estados. Neste contexto, o presente estudo visa identificar algumas causas desse problema e apontar possíveis cenários a serem avaliados e suas correspondentes contribuições para uma possível melhoria do setor sucroalcooleiro no estado de Alagoas.

Palavras-chave: Usinas, Gestão, Cana-de-Açúcar

1. Introdução

O cultivo de cana-de-açúcar em Alagoas remonta 200 anos e foi um dos responsáveis pela fixação do homem na região através de inúmeros engenhos de bangues, engenhos movidos por tração animal. Os engenhos também foram o berço da cultura alagoana, das manifestações culturais e folclóricas, com forte influência ibérica, trazida pelos portugueses.

A cana-de-açúcar em Alagoas em 2014 representava 75% da produção industrial do Estado de Alagoas e 15% do PIB. Mais de 80% dos empregos formais criados no Estado tem origem no setor sucroenergético. Porém as vagas no setor da indústria de transformação vêm diminuindo desde 2011. Eram 106 mil e caíram para 93 mil até o ano de 2016 (SIQUEIRA, 2017)

Alagoas chegou a ter 24 Usinas em operação e na safra 2017/2018 somente operaram 16 e dessas existe a perspectiva de outras não funcionarem na próxima safra.(«Sindaçúcar – AL», 2017)

Esta diminuição brusca tem sua causa principal devido à expressiva queda de produção de cana-de-açúcar, como pode ser evidenciado na Figura 1, na qual é valorada produção entre as safras 2010/11 e 2016/17, a qual decaem em aproximadamente 12,9 milhões de toneladas, ou seja, uma redução de 55%, quase metade da produção em 7 anos de atividade (BEAL, 2015).

Figura 1 - Produção da safra de cana em Alagoas: 2010-2011 à 2016-2017. Fonte: («Sindaçúcar - AL», 2017)
Figura 1 – Produção da safra de cana em Alagoas: 2010-2011 à 2016-2017. Fonte: («Sindaçúcar – AL», 2017)

Para a safra de 2017/2018 espera-se, através de uma análise tendenciosa do gráfico mostrado na Figura 1, uma queda ainda maior que a do ano passado, com uma produção de aproximadamente 12.200.000 toneladas de cana moída e uma redução a se confirmar de 17,93% em relação à safra anterior, o que só piora as perspectivas para a próxima safra, se não forem tomadas atitudes de incentivo ao setor por parte do Governo do Estado.

Estes números se refletem em prejuízos de receita para o Estado e municípios, mas também sociais, aumentado o número de pessoas ociosas nas cidades próximas as Usinas, e a necessidade de assistência em programas de recolocação dessa mão de obra é inexistente.

2. Metodologia

Para fundamentar alguns aspectos relevantes da dificuldade de reação da indústria sucroenergética no Estado, foi feita uma pesquisa de índices de preço que vem dificultando essa reação, bem como de alguns entraves mercadológicos que futuramente vão dificultar mais ainda essa retomada. Tais pesquisas foram estratificadas em quatro cenários a serem analisados e discutidos, a saber: preço do açúcar, preço do etanol, preço da energia elétrica e dificuldades operacionais do cultivo.

2.1 Preço do açúcar

Preço no mercado de açúcar no período de janeiro de 2005 a fevereiro de 2018 passou por uma melhora, pois em janeiro de 2015 estava no patamar de R$ 50,22 reais, chegou a estar em R$98,06 reais em novembro de 2016, voltando a cair na safra 2017-2018 conforme pode ser observado na Figura 2. Este decaimento do preço da saca do açúcar trouxe uma dificuldade operacional para inúmeras usinas do estado, contribuindo para desativação de muitas delas.

Figura 2 - Variação do preço do açúcar (saca de 50 Kg). Fonte: (CEPEA, 2018)
Figura 2 – Variação do preço do açúcar (saca de 50 Kg). Fonte: (CEPEA, 2018)

2.2 Preço do etanol

Fatores relacionados ao etanol influenciam nesse processo de recuperação, que incluem aumento de custos de produção, perda de competitividade do etanol ante a gasolina, especialmente na safra 14/15, onde ajudaram no preparo da maior crise já enfrentada por usinas de Alagoas.

As Figuras 3 ilustram a variação do preço tanto da gasolina quanto do álcool no período a partir de 2007. Na figura 4 temos a relação entre o preço do álcool e da gasolina de forma que pode-se comprovar que o preço relativo minimo compensatório para o uso de etanol como combustível é de 70% (Indice divulgado para a média dos carros nacionais), é ultrapassado a partir de meados de 2010 e perdura até o ano de 2016 (ANP, 2017).

Figura 3 - Variação do preço do álcool e da gasolina comum no Nordeste. Fonte: (ANP, 2017)
Figura 3 – Variação do preço do álcool e da gasolina comum no Nordeste. Fonte: (ANP, 2017)
Figura 3 - Variação do preço do álcool e da gasolina comum no Nordeste. Fonte: (ANP, 2017)
Figura 3 – Variação do preço do álcool e da gasolina comum no Nordeste. Fonte: (ANP, 2017)
Figura 4 - Relação do preço do álcool e da gasolina comum no Nordeste. Fonte: (ANP, 2017)
Figura 4 – Relação do preço do álcool e da gasolina comum no Nordeste. Fonte: (ANP, 2017)

A Câmara de Comercio Exterior (Camex), baixou uma resolução em 7/10/2013 que reduziu a alíquota de imposto de importação de etanol de milho americano de 12% a 0% o que vem  inviabilizando desde então a produção de etanol no Nordeste. Além do mais, distribuidoras do Sudeste importam etanol de milho dos EUA na entressafra para aumentar seu volume de vendas na sua entressafra.Como a entressafra no Sudeste coincide com o auge da produção nordestina,com a importação, a região fica impossibilitada de vender seu etanol produzido a preços competitivos e com maiores lucros.(HUMBERTO, 2017)

2.3 Preço da Energia elétrica

Existem no Estado de Alagoas algumas usinas que vêem se destacando na produção de energia elétrica para venda no mercado livre. Até 2014 são ao todo 11 empresas que tem obtido receita com a venda de energia, destacando-se entre os anos de 2010 e 2014 as Usinas Santo Antônio (232.957 MWh), Usina Coruripe (219.428 MWh) e Usina Caeté (167.602 MWh) fornecendo energia para o Sistema Integrado Nacional –SIN (BEAL, 2015).

Este caminho poderia ser trilhado pelas outras unidades do Estado, mas vários fatores devem ser observados como: capacidade de produção de cana-de-açúcar (áreas cultiváveis disponíveis), capacidade de esmagamento de cana nas moendas, capacidade de geração de vapor nas caldeiras e disponibilidade de carga excedente nos geradores que fornecem energia elétrica para o consumo interno das unidades. Sabe-se que na grande maioria das Usinas do Estado onde não houve a modernização do parque industrial, as caldeiras estão no limite de sua capacidade e a geração de energia elétrica gerada somente atende as necessidades internas das Usinas e, em alguns casos, é utilizada no sistema de irrigação.

No segmento de geração de energia elétrica no Brasil, notadamente predominam as fontes hídricas. Segundo o Balanço energético Nacional de 2017, ano base 2016 ainda representa 68,1% do total de oferta energética. O Brasil tem apresentado investimentos em outras fontes, implementadas na matriz energética de eletricidade brasileira, nas quais se destacam a energia eólica, que neste mesmo Balaço já apresentava 5,4% da oferta de energia se aproximando dos 8,2% da energia da biomassa. Principalmente no Nordeste a energia eólica tem se destacado, chegando a representar 50% da energia gerada (ENERGIA, 2017). O Estado de Alagoas ainda não possui nenhum parque eólico instalado embora em algumas regiões apresentem condições favoráveis, como o Litoral sul, agreste e alto sertão (GAZETAWEB, 2018)

No período da crise energética marcada nos anos de 2012 e 2014, quando houve restrição de demanda de geração, o Governo Federal incentivou e remunerou as geradoras de energia com valores convidativos que proporcionaram a implementação de investimentos de adequação das unidades para geração de excedentes de energia, principalmente da biomassa, sendo em São Paulo o maior gerador de energia dessa natureza do País.

Atualmente, devido à recessão na qual o Brasil tem se recuperando lentamente, pela redução das atividades industriais, houve uma retração de consumo que, embora tenha havido um déficit hídrico nos reservatórios das hidroelétricas, em todas as regiões houve apenas a administração por parte do Operador Nacional do Sistema-ONS e da Câmara Comercializadora de Energia Elétrica – CCEE.

A Figura 5 mostra como o mercado de energia sobre oscilações nos momentos de maior estresse hídrico, como destacado em 2014, onde os Preços das Liquidações das Diferenças (PLD), regulado pela compra e venda em curto prazo chegaram a valores próximos a R$800 reais. No ano de 2017 estes preços estão novamente com tendência de alta, devido à falta de chuvas e pode ser que com o aumento da atividade econômica prevista para 2018 em diante, haja uma nova pressão nos preços, e as usinas que já possuem instalações que trabalham com venda de energia possam conseguir maiores lucros.

Em artigo publicado no Portal da Energia, o gerente de bioeletricidade da Única, Zilmar Souza (2016), avaliou que existe uma nova onda de oportunidade de geração de receitas com a venda de energia no curto prazo.

Para quem quer investir em novos empreendimentos devem ficar atentos aos leilões futuros de energia que também passaram a ter valores competitivos, como mostra a Figura 6.

Existem várias Empresas de comercialização de energia elétrica no mercado e como elas possuem ferramentas de análise e possibilidades de mercado, a parceria com estas empresas reduz o risco de usinas que queiram entrar no mercado de venda de energia.

Figura 5 - Preço médio da energia NE - PDL. Fonte: (CCEE, 2018)
Figura 5 – Preço médio da energia NE – PDL. Fonte: (CCEE, 2018)
Figura 6 - Preço médio dos leilões de energia elétrica. Fonte: (CCEE, 2018)
Figura 6 – Preço médio dos leilões de energia elétrica. Fonte: (CCEE, 2018)

2.4 Dificuldades operacionais do cultivo

Ao todo no Estado existem 380,3 mil hectares de terras com o cultivo da cana-de-açúcar, porém 60% são áreas acidentadas onde as máquinas não atuariam e por este motivo o custo de produção é maior (BEAL, 2015).

Mesmo nos locais onde a mecanização de máquinas é possível, temos que ter o cuidado de avaliar também a necessidade de adequação das usinas da cana a ser recebida desta forma, pois o tempo entre o corte e a colocação da cana nas moendas (ou mais modernamente nos difusores) tem período de espera menor. A cana-de-açúcar pode ser classificada como um material altamente perecível e assim sofre deterioração logo após a sua colheita, seja por decomposição bioquímica ou por contaminação microbiológica.

O processo de deterioração da cana ocorre em função de diversos fatores, dos quais os principais são o tempo decorrido entre a queima e o processamento, não sendo recomendável que exceda 24 horas. Em Alagoas grande parte da cana é queimada e assim sofre deterioração mais rápida que cana colhida crua.

No caso da cana picada, no processo de colheita totalmente, mecanizada, por apresentar um grande número de pontos segmentados, tem sua deterioração acelerada, devendo ser processada antes de 12 horas após o corte e neste caso a Usina tem que estar preparada para esse volume de cana que tem um tempo pequeno entre a colheita e sua efetiva moagem.

Figura 7 - Colheita Mecanizada. Fonte: «Agrimanagers», 2018
Figura 7 – Colheita Mecanizada. Fonte: «Agrimanagers», 2018
Figura 8 - Colheita Tradicional de Cana-de-açúcar. Fonte: «Motocana», 2018
Figura 8 – Colheita Tradicional de Cana-de-açúcar. Fonte: «Motocana», 2018

A Lei nº 11.241, de 19 de setembro de 2002, apesar de ser estadual (SP), que dispõe sobre a eliminação gradativa da queima da palha da cana-de-açúcar e estabelece, no artigo 2, a tabela sobre a porcentagem gradual de eliminação para áreas acima de 150 ha, que vai até 2021 reproduzida abaixo (SÃO PAULO, 2002).

Figura 9 - Tabela de pré-colheita. Fonte: (SÃO PAULO, 2002)
Figura 9 – Tabela de pré-colheita. Fonte: (SÃO PAULO, 2002)

Por ser um movimento nacional, a proibição da queima da cana impactará fortemente o fornecimento no Estado de Alagoas, já existindo na esfera federal jurisprudência sobre a proibição da palha da cana (SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, 2013).

3. Resultados das discussões

No cenário desolador que se encontra o setor sucroenergético de Alagoas, podemos apontar como horizontes futuros algumas considerações a respeito do cultivo de cana de açúcar até aqui elencados. Também serão levadas em consideração a implementação de culturas complementares a cana, de forma a tornar mais eficiente o uso da terra e promover, assim, uma maior geração de renda e consequentemente um suspiro econômico para o estado. Assim sendo, serão listados a seguir alguns tópicos:

  • As terras que estão localizadas em regiões de Tabuleiro, como no Litoral Sul do Estado, já tem implantada a mecanização da colheita que é uma das poucas regiões em Alagoas onde a cana pode ser plantada e colhida com máquinas. A Usina Coruripe é um exemplo dessa prática.
  • Atualmente no Estado está sendo implementado o cultivo intensivo de milho e soja, em terrenos de tabuleiros costeiros, substituindo a cana-de-açúcar e possibilitando a mecanização da lavoura e os primeiros resultados são promissores em relação produtividade. Com a implementação dessas novas culturas, a cadeia de produção de aves e suínos poderão trazer novos investimentos no setor, com a diminuição de preço dos insumos na alimentação de animal.
  • Em lugares acidentados está sendo implantada uma nova cultura, a de eucalipto, que utiliza máquinas de colheita que descem no sentido que ele é plantado e daí propiciar a facilidade de se colher até os pés que estão na beirada da encosta. As colheitadeiras de cana utilizadas não conseguem chegar a nesses pontos, inviabilizando sua utilização nestes trechos. Em Alagoas estão sendo implantados cultivares de eucalipto, mas sua extração em escala industrial ainda não foi iniciada. Nó entanto já é uma pratica bastante disseminada no sul do país para papel e celulose.
  • Oscilações severas no preço da energia, considerando que permitam o investimento na geração de energia elétrica por parte das usinas de açúcar é uma realidade futura, no entanto ainda incerta, porque o Governo, através da ONS e CCEE tem divulgado estudos de privatização de várias usinas hidroelétricas que, desvinculadas do mercado cativo de energia onde os preços são regulados, vão entrar no mercado livre em condição de competição favorável em relação às outras fontes de energia.
  • Provavelmente o cultivo da cana-energia nas usinas de açúcar no Estado de Alagoas para a geração de maior quantidade de bagaço sem a necessidade de aumento da área de plantio deverá partir para a utilização de cana energia, que segundo os estudos, atendem a produção de açúcar e etanol com mesmo rendimento que os cultivares hoje utilizados no Estado e produzem maior quantidade de fibra, proporcionando assim uma sobra de bagaço a ser utilizada para gerar energia elétrica para venda no mercado. No entanto, ainda não houve essa implementação em escala comercial. Na Figura 8 são ilustradas as inúmeras vantagens da Cana-Energia em apresentação desenvolvida pela GranBio (2017):
Figura 10- Características da Cana-Energia. Fonte: (GRANBIO, 2017)
Figura 10- Características da Cana-Energia. Fonte: (GRANBIO, 2017)
  • A Gestão da energia elétrica de consumo interno nas Usinas poderá possibilitar um aumento da disponibilidade de energia elétrica excedente que possibilite a exportação para venda no mercado, mesmo que em pequena escala. É uma das oportunidades que deverão ser contempladas.

Conclusões

O cenário de diminuição drástica da produção de cana-de-açúcar, aliado aos preços praticados no mercado tanto do açúcar, etanol e energia elétrica não contribuíram para diminuir o passivo do setor sucroenergético.

A solução mais próxima para as usinas passará certamente para um investimento em inovações tecnológicas tanto de equipamentos, mas principalmente de práticas modernas de gestão do setor produtivo interno das empresas, passando por melhorias, que envolvam menor aporte de capitais.

A força técnica já disponível nos quadros dessas empresas é fator imprescindível de recuperação, necessitando, portanto que sejam destinados recursos de capacitação dessa mão-de-obra, pois sem ela nenhum programa de mudança terá o efeito desejado.

As maiores usinas alagoanas estão em um patamar mais confortável, pois operam em condições semelhantes às encontradas na região sudeste do Brasil. O foco principal deverá ser as empresas que estão em dificuldade no estado e não possuem capital para alavancar grandes mudanças.

Certamente estaremos assistindo nos próximos anos no Estado de Alagoas, a uma nova “teoria da evolução” do modelo Darwiniano de seleção natural das espécies, no caso das usinas. Somente as que se mostrarem mais capazes de atravessar esse período de dificuldades, com adaptações necessárias à nova realidade que se faz presente sobreviverá, infelizmente a custa de muitos empregos, já tão em falta no Brasil.

No campo, a cultura da cana-de-açúcar onde geograficamente for viável a moagem unificada das usinas que sobreviverem, atendendo aos critérios técnicos e econômicos, será uma realidade. Nos locais onde não for possível essa solução, a mudança de cultura poderá ser utilizada como uma nova mudança de paradigma no Estado de Alagoas.

A de se ressaltar que nesses últimos anos, tem sido feito em esforço por parte do Governo Alagoano de incentivar e apontar novos rumos para a agricultura no Estado, buscando novas alternativas que voltam a aumentar a arrecadação de recursos financeiros através dos meios produtivos. Ora, portanto de aumentar a parceria do Estado e Empresas privadas com os meios acadêmicos, que muito tem a contribuir com essa recuperação.

Referencias bibliografia

Agrimanagers. Disponível em: <https://agrimanagers.wordpress.com/2011/03/07/perdas-na-colheita-mecanizada-de-cana/>. Acesso em: 28 mar. 2018.

ANP. Anuário Estatístico Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, 2017.

BEAL. Balanço Energético do Estado de Alagoas, 2015.

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CEPEA. Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada. Disponível em: <https://www.cepea.esalq.usp.br/br/indicador/acucar-alagoas-mercado-interno.aspx>. Acesso em: 1 mar. 2018.

ENERGIA, A. Energia Eólica é responsável por 50% do abastecimento do Nordeste. Disponível em: <https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2017/08/energia-eolica-e-responsavel-por-50-abastecimento-nordeste/32444>. Acesso em: 29 mar. 2018.

GAZETAWEB. Pesquisa da UFAl revela potencial para produção de energia eólica em Alagoas. Disponível em: <http://gazetaweb.globo.com/portal/noticia-old.php?c=343802&e=>. Acesso em: 29 mar. 2018.

GRANBIO. BioVertis : Cana-energia. Apresentação CTBE. Anais…São Paulo: 2017

HUMBERTO, C. Gazeta de Alagoas. Disponível em: <http://gazetaweb.globo.com/gazetadealagoas/editoria.php?c=308267>. Acesso em: 27 jun. 2017.

Motocana. Disponível em: <http://www.motocana.com.br/2016/produtos.php?id=17>. Acesso em: 28 mar. 2018.

SÃO PAULO. Lei n. 11.241, de 19 de setembro de 2002. p. 1–4, 2002.

Sindaçúcar – AL. Disponível em: <http://www.sindacucar-al.com.br/dados-estatisticos/>. Acesso em: 4 abr. 2017.

SIQUEIRA, V. Crise no setor sucroalcooleiro força mudanças na economia de AL. Disponível em: <http://www.cadaminuto.com.br/noticia/247454/2014/05/18/crise-no-setor-sucroalcooleiro-forca-mudancas-na-economia-de-al>. Acesso em: 8 jul. 2017.

SOUZA, Z. J. DE. Bioeletricidade: gerando energia e empregos no setor sucroenergético. Disponível em: <http://www.unica.com.br/colunas/7073337920321033654/bioeletricidade-por-cento3A-gerando-energia-e-empregos-no-setor-sucroenergetico/>. Acesso em: 1 mar. 2018.

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. Queimadas Em Canaviais: Biografia, Legislação E Jurisprudência Temática, 2013.

[1] Graduação em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de Pernambuco (2015). Atualmente é professor efetivo do Instituto Federal de Alagoas e Mestrando em Energia da Biomassa pela Universidade Federal de Alagoas.

[2] Graduando em Agronomia pela Universidade Federal de Alagoas; Técnico em Eletrotécnica pelo Instituto Federal de Alagoas e atualmente bolsista de Iniciação Científica pelo CNPq.

[3] Graduação em Engenharia Elétrica pela Universidade Gama Filho (1985); Especialização em Engenharia da Produção Pela Universidade Federal da Paraíba (2004). Atualmente é professor do Instituto Federal de Alagoas e Mestrando em Energia da Biomassa Pela Universidade Federal de Alagoas

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