A Importância da Pesquisa e Desenvolvimento na Economia de Uma Organização

0
3639
DOI: ESTE ARTIGO AINDA NÃO POSSUI DOI SOLICITAR AGORA!
PDF

BORGES, Davi de Souza [1]

CHIAMULERA, Felipe [2]

THOMÉ, Ygor Aroucha [3]

CAMPOS, Helnatã Duarte [4]

CORDEIRO, Jafé Praia Lima [5]

FRANÇA, Fabiano Franco [6]

BARBOSA, Daniel de Sá [7]

BORGES, Davi de Souza; et. al. A Importância da Pesquisa e Desenvolvimento na Economia de Uma Organização. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Edição 05. Ano 02, Vol. 01. pp 366-377, Julho de 2017. ISSN:2448-0959

RESUMO

O trabalho visa demonstrar a importância do papel da pesquisa e desenvolvimento na atividade econômica de uma organização, abordando as causas que levam a empresa a investir em P&D, além de realizar um levantamento histórico e uma análise atual do cenário. A metodologia utilizada foi a revisão bibliográfica, com o objetivo de apresentar uma retrospectiva histórica da participação deste importante ramo de negócios na economia das empresas e suas formas de atuação na atividade, além de abordar o que as principais teorias econômicas formularam sobre a atuação neste contexto. O fator inovação, de acordo com o que foi aludido no trabalho, se mostrou como uma importante estratégia para as empresas seguirem com suas atividades, de forma a fortalecer cada vez mais suas economias e se adaptarem as novas tendências do mercado.

Palavras-chave: Pesquisa e Desenvolvimento, Inovação Tecnológica.

1. INTRODUÇÃO

Discutiremos neste artigo a questão da competitividade das empresas no contexto global, a partir da perspectiva da inovação como processo e como resultado do esforço em P&D (pesquisa e desenvolvimento) no contexto organizacional, analisando as características atuais e suas tendências no mercado brasileiro. O presente artigo mostra também a possibilidade de diferenciação das empresas inovadoras no mercado e algumas das dificuldades do Brasil nessa busca por um bom nível de competitividade, visando além disto, provocar uma reflexão a respeito das tendências do futuro do P&D.

No Brasil atual, observa-se que a ciência e tecnologia passaram a compor o dia-a-dia da sociedade através dos investimentos em inovação, basta olharmos a quantidade de novos produtos e serviços que surgem a uma velocidade elevada, envolvendo todos os setores da economia. A dedicação em inovar provoca o surgimento de uma cultura inovadora genuína no país, incentivando o esforço em P&D nas empresas, de maneira a promover a inovação como característica essencial a competitividade.

Darella (2010) analisou que, devido às tendências do capitalismo contemporâneo e da globalização, algumas transformações aconteceram na sociedade, provocando a união entre investimento e trabalho, e expandindo as empresas de pequeno porte, muitas vezes alimentadas pela competitividade baseada em inovação. Assim, as micro e pequenas empresas (MPEs) sustentam a economia brasileira, através de geração de empregos e números de estabelecimentos que atendem aos consumidores.

Quando se trata de países como o Brasil, ainda em fase de desenvolvimento, a competitividade é um fator que gera riqueza. Fazendo com que a preparação para o futuro seja primordial, uma vez que o paradigma de sociedade industrial abriu caminho para a sociedade do conhecimento, fazendo com que as empresas e o país mudem sua postura no que diz respeito à inovação. Partindo desse pressuposto, Terra (2008) menciona o termo Gestão do Conhecimento como uma estratégia central para desenvolver a competitividade de empresas e países, onde ocorre a discussão sobre investimento em pesquisa e desenvolvimento, os avanços da tecnologia gerencial relacionada à Gestão do Conhecimento, das tecnologias de informática e de telecomunicações, e das conclusões das teorias sobre criatividade e aprendizado individual e organizacional.

Moura (2008, p. 2), relata que “um dos determinantes decisivos da competitividade é o desenvolvimento da tecnologia. Neste sentido, tem-se que a Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) de uma organização podem levar a uma vantagem competitiva”. Partindo desta premissa, observa-se que a criação de um setor de P&D pode proporcionar ganhos (ou benefícios) diretos a organização.

Organizações que competem por inovação em produto, criam novos conceitos de produtos para os clientes ou segmentos de mercado definidos, e tentam assegurar o sucesso através da contínua introdução de novos produtos no mercado, diferenciam-se pela competitividade (MOURA, GALHANO e FISCHMANN, 2007. p 4).

Logo, tem maior possibilidade de enfrentar crises ou prosperarem em seus negócios devido à inovação de produtos. Portanto, o presente artigo tem por propósito, analisar os rumos do setor de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D), enfatizando também o fator inovação, e identificar de que forma o tema inovação é tratado no cenário empresarial.

2. HISTÓRICO DA PESQUISA E DESENVOLVIMENTO

O fim do século XIX foi marcado pelo surgimento de empresas em que o capital financeiro era baseado em inovações tecnológicas e de produção. No século XX estas empresas se consolidaram e continuaram acelerando seu crescimento, atingindo maior visibilidade com os sistemas de transporte e a modernização dos meios de comunicação. Esperando exercer controle sobre os insumos, bem como, sobre a distribuição em nível de varejo, as empresas adotaram a estratégia de verticalização, movendo-se para trás e para frente dentro da cadeia. E, este movimento possibilitou a intensificação da exploração da economia de escala e escopo de produção, acumulando ainda mais recursos para as corporações (CHANDLER, 2007). Porém, com as empresas convivendo com a realidade do século XXI, Brito e Pereira (2003), analisam que as corporações experimentam a globalização da economia mundial, sendo que esta encaminha a um constante aumento na competitividade organizacional.

Neste sentido, o uso de modelos de gestão eficientes que possam potencializar a utilização dos recursos nos processos produtivos é condição essencial à atuação empresarial. Assim, entende-se tornar necessário um planejamento prévio dos investimentos em bens de capital, sua tipificação e caracterização em termos de utilização efetiva e sua alocação em projetos de pesquisa, sendo estes condicionados a apresentar as estimativas de ganhos econômicos nos investimentos (BORNIA, 2002).

Martins (2006) relata que deve ser contemplado, ainda, a previsão de horas a serem utilizadas, segmentadas e categorizadas por tipo de profissional a ser alocado em cada um dos projetos e avaliação de horas a serem consumidas no processo de pesquisa ou de manutenção. Agindo desta forma, é possível gerar novos conhecimentos e recriar a empresa e todos seus colaboradores em um processo contínuo, como uma responsabilidade de todos na organização. Pois, conforme o entendimento empírico, a empresa precisa estar disposta a abandonar o conhecimento que a torne obsoleta e aprenda a criar o novo através da melhoria contínua de todas as atividades; desenvolvendo novas aplicações a partir de seus próprios sucessos e inovando continuamente como forma de um processo organizado.

Na atual conjuntura da economia nacional as empresas se instalam, porém com certa limitação, devido a alta competitividade, qualidade dos produtos e concorrência pesada, o êxito empresarial está cada dia mais atrelado à capacidade de inovação tecnológica, colocando novos produtos no mercado, com custo-benefício maior para o cliente, melhor qualidade e em velocidade maior do que dos concorrentes. É neste cenário, que pode ser observado que P&D, se torna a mais clássica das atividades inovativas, assumindo papel de destaque, influenciando diretamente o processo de inovação das empresas e dominando o estado da arte das novas tecnologias (ANDREASSI; SBRAGIA, 2002).

Christensen (2002) demonstra que realizar ou não P&D deixou de ser uma opção para a totalidade das empresas, pois, a cultura de inovar já estava institucionalizada e sem chance de reversão do processo. Cabe às empresas inovar da forma certa, em produtos certos, em momentos oportunos e a custo reduzido, ou seja, uma questão de organização. Segundo Tether (2003), a produtividade encontra através da inovação um dos seus maiores impulsionadores de competitividade e crescimento, pois quanto mais adaptada a empresa estiver em relação às práticas de inovação maior será seu desempenho e crescimento em relação àquelas que não fazem uso dessas práticas.

2.1 A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DO CONHECIMENTO

No que se refere a gestão do conhecimento, ela adquire um importante papel no que diz respeito à competitividade empresarial e do país, pois se vive um momento transitório, mudando da situação econômica para o da gestão “ativa” do conhecimento. Tempos atrás, localização, mão de obra barata, recursos naturais e financeiros eram sinônimos de competitividade e tinham papeis determinantes no contexto empresarial, situação que hoje, em virtude das formalidades e da disseminação da informação, não são mais tão impactantes. Fazendo com que o recurso “conhecimento” no Brasil venha aumentando de importância, segundo Terra (2008, p.2):

Sem estratégias empresariais, é difícil tornar-se competitivo e, sobreviver a desafios impostos pela competição internacional. O Brasil tem adotado modelos econômicos de importações, substituindo os investimentos em P&D, propiciando uma estagnação inovadora. A falta de cooperação entre as instituições de pesquisa e o setor público, e o baixo investimento em P&D das empresas privadas, são os principais responsáveis pelo que está ocorrendo.

A Gestão do Conhecimento vai muito além das necessidades de investimento e inovação, as empresas precisam compreender as características e demandas do mercado e, também, do entendimento das necessidades individuais e coletivas, tudo isso associado a um processo de criação e aprendizado. Vantagens competitivas precisam ser reinventadas, o desafio de produzir mais e melhor deve ser constante, a velocidade das transformações e a complexidade crescente dos desafios não permitem mais concentrar estes esforços em alguns poucos indivíduos ou áreas das organizações, (TERRA, 2008, p. 2) complementa:

Esta coincidência aponta para uma grande oportunidade, a de se criar círculos virtuosos de geração de conhecimentos. Estes ocorrem no momento em que as empresas cientes da necessidade de se reinventarem, desenvolvem competências capazes, de testarem diferentes ideias, capazes de aprenderem com o ambiente e de estarem sempre buscando grandes desafios.

2.2 INOVAÇÃO, PESQUISA E DESENVOLVIMENTO

O ciclo de vida dos produtos estabelece a importância da inovação. Pois todo produto tem um ciclo de vida (introdução, crescimento, maturidade, declínio). Baseado neste fato, interfere-se que o processo de inovação e renovação deve ser repetido para novas oportunidades. Entretanto para cada ciclo, as variáveis são outras, seja porque existem concorrentes no mercado, seja pela mudança do próprio mercado ou pela existência de novas tecnologias. Por sua vez apresenta-se o conceito de inovação conforme o manual de OSLO, criado em 30 de dezembro de 1961 pela OCDE – Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, com o intuito de promover a inovação nas empresas (OECD, 2005. p. 46).

Uma inovação é a implementação de um produto (bem ou serviço) novo ou significativamente melhorado, ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócio, na organização do local de trabalho ou nas relações externas. Por si só, o termo inovar se auto define como criar algo novo, tornar novo, renovar ou introduzir uma novidade. Porém, a introdução de uma novidade no mercado não caracteriza uma inovação, é necessário que tal inovação seja percebida e aceita pelos clientes da empresa, sendo esta a grande diferença entre invenção e inovação. Sob estas definições de inovação a OECD apresenta no manual de OSLO, 4 (quatro) tipos de inovações. Este manual é chamado desta forma porque todos os países integrantes da OECD, como por exemplo, Alemanha, Brasil, EUA, Canadá entre outros, se reuniram em 30 de setembro de 1961 em OSLO na Noruega para definir propostas e diretrizes inovativas (OECD, 2005).

Os 4 (quatro) tipos de inovação segundo o manual de OSLO são: inovação em produto, inovação em processo, inovações organizacionais e inovações em marketing. Como o artigo pretende focar na inovação em produtos, iremos definir apenas este item, sendo assim inovação em produtos segundo tal manual, “é a introdução de um benefício ou serviço novo ou significativamente melhorado, em relação as suas características ou usos pretendidos. Inclui-se melhorias significativas nas especificações técnicas, componentes e materiais, software, interface com usuário ou outras características funcionais”. Segundo Jung (2004):

P&D é a junção da pesquisa e do desenvolvimento, considerando-se que a pesquisa “é utilizada como ferramenta para a descoberta de novos conhecimentos”, enquanto que desenvolvimento se refere a “aplicação através do processo de novos conhecimentos para se obter resultados práticos”.

Dessa forma, Govindarajan e Trimble (2006), relatam que P&D visa a inovação tecnológica, ao utilizar-se das tecnologias disponíveis, sendo de tal importância que a inovação passa a ter importância estratégica. Neste sentido, P&D abrange várias atividades organizacionais e pode, analogamente a sua sigla, ser enquadrada em duas vertentes: a pesquisa e o desenvolvimento. A pesquisa por sua vez, pode ser classificada em dois tipos de atividades: pesquisa básica e pesquisa aplicada. E o desenvolvimento pode ser ordenado em quatro tipos de atividade: desenvolvimento de novo produto, adaptação e extensão do produto, engenharia de apoio ao produto e engenharia de processo (KHUARANA, 2006, p.49).

Torna-se essencial a junção entre Inovação e P&D, pois advêm-se da necessidade de se manterem direções corporativas, quanto a inovação, para garantir além do planejamento, as políticas e execução corporativa e tecnológica. É importante também ressaltar que integração entre planos empresariais e estratégicos, e plano de tecnologia estratégico são bastante eficientes para o sucesso da inovação em um âmbito geral.

A partir das análises do processo histórico do ramo de P&D, observou-se que o mercado sempre provocou a competitividade, onde as empresas precisam sempre procurar oferecer o melhor produto a custo menos elevados possível. Dessa forma, setores de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) são de fundamental relevância para a evolução de uma companhia. Segundo Brito (2003), as empresas são condicionadas a aderirem a globalização mundial, e suas imposições.

No momento econômico em que estamos, as empresas são obrigadas a se adaptarem a globalização, sendo que para se tornarem competitivas, precisam desenvolver uma alta capacidade de inovação e investimentos em P&D. O conceito de inovação é largamente disseminado no ramo acadêmido e empresarial, uma vez que as corporações estão em constate processo de adaptação à economia, buscando sempre novos mecanismos para suprir as necessidades do mercado, assim, inovação pode ser entendida como a busca constante por melhorias para sua manutenção no mercado (COSTA; OLAVE, 2014; SILVA NETO, 2012). Segundo Quandt (2009), é através da inovação que se obtém um desenvolvimento diferente e promissor, obtendo uma maior vantagem competitiva, tornando-se, assim, um elemento primordial que qualifica o potencial econômico.

Neste cenário, verifica-se que P&D, a mais clássica das atividades inovativas, assume papel de destaque, influenciando diretamente o processo de inovação das empresas e dominando o estado da arte das novas tecnologias (ANDREASSI; SBRAGIA, 2002). Nesse sentido Freeman & Soete (2008), dirigem suas ideias a uma mesma visão, pois eles consideram que as inovações, durante o século XX, transferiram-se do empresário individual para os departamentos de pesquisa e desenvolvimento das empresas, evidenciando assim o crescimento do setor de P&D como uma tendência histórica.

A literatura consultada demonstrou a importância da gestão do conhecimento, para gerar inovação tecnológica, e consequentemente desenvolver o ramo de P&D, uma vez que prevê que os processos de criação e aprendizado individual, demandam e implicam em reinvenção pessoal, ou seja, estão associados a mudanças de modelos mentais, mapas cognitivos e de comportamentos, assim como a busca de grandes desafios.

Além disso, verifica-se que os indivíduos, em seus processos de criação de aprendizado, dependem de grande motivação intrínseca, com combinações de múltiplas perspectivas e experiências que propiciam tentativas e erros, resultando neste desenvolvimento criativo.

Nelson e Winter (2005) também discorrem sobre o tema, quando enfatizam suas análises nas relações de causalidade entre a estrutura do mercado, os gastos em inovações ou de forma mais específica, os gastos em P&D, e variáveis indicativas do desempenho da indústria. Eles compreendem que os mercados mais propícios a inovação são os que possuem certo grau de concorrência nos quais se destacam as grandes empresas.

CONCLUSÃO

A partir dos estudos realizados neste artigo, foi observado que a inovação, principalmente tecnológica, mostrou-se um instrumento essencial para aumentar a produtividade e a competitividade das organizações e, assim, melhorar o seu comportamento, tanto financeiro quanto administrativo para se consolidar em um mercado cada vez mais exigente, porém, tal inovação tecnológica tem que estar muito bem alinhada a um departamento de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), sendo este composto por profissionais altamente qualificados. Contudo, destaca-se ainda que o bom desempenho das empresas também está atrelado à dimensão da sua estrutura produtiva, uma vez que firmas de médio e grande portes conseguem estabelecer mais facilmente vantagens competitivas.

Dessa forma, fica clara a tendência atual e futura de que setores de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) serão cruciais para a evolução e consolidação de uma organização. Os profissionais que compõe essa área terão sempre os desafios de promover a inovação tecnológica.

Constatou-se que a presença de um departamento de P&D ativo é uma forma de garantir a competitividade de um fabricante, fornecendo produtos em constante evolução. Porém, ignorar sua importância é dar margem para que empresas concorrentes assumam posições superiores.

REFERÊNCIAS

ANDREASSI, T.; SGRAGIA, R. Relações entre indicadores de P&D e de resultado empresarial. Revista da Administração da USP – RAUSP, v. 35, n. 1, p. 63-71, 2002.

BRITO, R.; PEREIRA, M. A. Manutenção autônoma: estudo de caso em empresa de porte médio do setor de bebidas. In: VII SEMEAD, Seminário de Estudos de Administração da USP – Universidade de São Paulo, 2003.

BORNIA, A. C. Análise gerencial de custos: aplicação em empresas modernas. Porto Alegre: BOOKMAN, 2002.

COSTA, M. S.; OLAVE, M. E. L. Inovação em micro e pequenas empresas: uma visão dos agentes locais de inovação do Sebrae em Aracaju – SE. VIII Encontro de Estudos em Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas (EGEPE). Goiânia, 2014.

CHANDLER, A. D. Organizational Capabilities and the Economic History of the Industrial Enterprise. GESTÃO E TECNOLOGIA, 7, 2007, São Paulo. Anais… São Paulo: USP, 2007.

CHRISTENSEN, J. F. Corporate strategy and the management of innovation and technology. Industrial and Corporate Change, v. 11, n. 2, p. 263-288, 2002.

DARELLA, G. C. Análise da competitividade externa das micro, pequenas e médias empresas: um estudo de caso em Santa Catarina. Tese de graduação da Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 2010.

FREEMAN, Christopher e SOETE, Luc (2008). A Economia da Inovação Industrial. Campinas: Unicamp.

GOVINDARAJAN, Vijay. TRIMBLE, Chris. Os 10 mandamentos da inovação estratégica: do conceito a implantação. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.

JUNG, Carlos F. Metodologia para Pesquisa & Desenvolvimento: Aplicado a novas tecnologias, produtos e processos. Rio de Janeiro: Axcel Books do Brasil, 2004.

KHUARANA, Anil. Strategies for global P&D. Research Tecnology Management. Washington: Mar/Apr 2006, Vol. 49 N. 2.

MARTINS, E. Contabilidade de custos. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2006.

MOURA, G. L; GALHANO, P.P.P.; FISCHMANN, I.A. Estratégia, Estrutura Organizacional e Gestão do Conhecimento. In: SIMPÓSIO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO E TECNOLOGIA, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2007. Anais eletrônico. Disponível em: <http://www.aedb.br/seget/arquivos/artigos07/966_Artigo_Gestao_do_Conhecimento_ SEGET%202007.pdf>. Acesso em 20 de julho de 2017.

MOURA, G. L. Integração entre P&D e Planejamento Estratégico. Tese de Doutorado – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008.

NELSON, Richard R. e WINTER, Sidney G. (2005). Uma Teoria Evolucionária da Mudança Econômica. São Paulo: Unicamp.

OECD (2005). Handbook on Economic Globalisation Indicators. OECD, Paris. Disponível em: http://www.oecd.org/science/inno/2367580.pdf. Acesso em: 20 de julho de 2017.

QUANDT, C. O. Inovação Tecnológica. In: Empreendedorismo Tecnológico. Instituto de Engenharia do Paraná: Curitiba, 2009.

SILVA NETO, E. M. A aplicação da inovação como estratégia competitiva nas pequenas e médias empresas. 2012. 35f. Dissertação (Pós-graduação em Engenharia de Produção). Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Ponta Grossa. 2012.

TERRA, J. C. C.  Gestão do conhecimento: o grande desafio empresarial. 5. ed. São Paulo: Negócio Editora, 2008.

TETHER, B.S. What is innovation Approaches in distinguishing new products and processes from existing products and processes. Center for Research on Innovation & Competition (CRIC) Working Paper n. 12.Manchester (RU): The University of Manchester, 29 ago. 2003.

[1] Especialista em Gestão de Projetos pelo Centro Universitário de Ensino Superior do Amazonas – CIESA e graduado em Ciências Econômicas pelo Centro Universitário do Norte – UNINORTE. Atua como servidor público da Superintendência da Zona Franca de Manaus – SUFRAMA, no cargo de Economista.

[2] Especialista em Gerenciamento de Projetos pelo Centro Universitário Maurício de Nassau e graduado em Engenharia Mecatrônica pela Universidade do Estado do Amazonas – UEA. Atua como servidor público da Superintendência da Zona Franca de Manaus – SUFRAMA, no cargo de Analista Técnico Administrativo.

[3] Especialista em Gestão de Projetos pelo Centro Universitário de Ensino Superior do Amazonas – CIESA e graduado em Ciências Econômicas pelo Centro Universitário do Norte – UNINORTE. Atua como servidor público da Superintendência da Zona Franca de Manaus – SUFRAMA, no cargo de Economista.

[4] Especialista em Administração Pública pela Universidade Cândido Mendes – UCAM e graduado em Fisioterapia pela Fundação Presidente Antônio Carlos – FUPAC. Atua como servidor público da Superintendência da Zona Franca de Manaus – SUFRAMA, no cargo de Analista Técnico Administrativo.

[5] Especialista em Administração Pública pela Universidade Cândido Mendes – UCAM e graduado em Administração pela Universidade Federal do Amazonas – UFAM. Atua como servidor público da Superintendência da Zona Franca de Manaus – SUFRAMA, no cargo de Analista Técnico Administrativo.

[6] Especialista em Administração Pública pela Universidade Cândido Mendes – UCAM e graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Piauí – UFPI. Atua como servidor público da Superintendência da Zona Franca de Manaus – SUFRAMA, no cargo de Economista.

[7] Especialista em Direito Administrativo pela Faculdade Internacional Signorelli e Graduado em Administração de Empresas pela Universidade Nilton Lins. Atua como servidor público da Superintendência da Zona Franca de Manaus – SUFRAMA, no cargo de Administrador.

Especialista em Gerenciamento de Projetos pelo Centro Universitário Maurício de Nassau e graduado em Engenharia Mecatrônica pela Universidade do Estado do Amazonas – UEA. Atua como servidor público da Superintendência da Zona Franca de Manaus – SUFRAMA, no cargo de Analista Técnico Administrativo.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here